[:pt]E-commerce: o pós-venda e a experiência da entrega[:en]E-commerce: after-sales service and the delivery experience[:es]E-commerce: el servicio post venta y la experiencia de entrega[:]

[:pt]Compras pela internet geram grandes expectativas. Desde a aprovação do pagamento até a chegada do produto, o consumidor passa por vários momentos de ansiedade. O tempo de espera, a emoção do “saiu para entrega” e, finalmente, a abertura do pacote e o primeiro toque no objeto tão esperado. E como as marcas podem melhorar essa experiência e usar esse intervalo para se aproximar do cliente?
Sem entrar no mérito da logística, mas abordando o uso de tecnologia e algumas ideias simples de serem executadas, selecionamos cinco exemplos de e-commerces, clientes da Pmweb, que têm feito lindamente o pacote 🙂

Reserva

A personalidade da marca é descrita no site com três conceitos básicos e em letras vermelhas destacadas: cultura, família e experiência. É assim o storytelling da Reserva e da Reserva Mini, mesmo nas ações de venda e pós. Uma empresa que tem a experiência como pilar de sustentação, não pode apenas vender em seu e-commerce.
Quando uma compra é realizada no site, cinco e-mails transacionais fazem a gestão da expectativa do cliente quanto aos prazos.

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E-mail de pedido confirmado

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Pesquisa de satisfação sobre o produto

Ao abrir a caixa, o cliente passa a conhecer o profissional que cuidou do seu pedido. Ele tem um rosto e uma história. É uma ação simpática e barata que certamente causará algum impacto em quem recebe o produto.
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Passarela

A Passarela nasceu como uma cadeia de lojas físicas do interior de São Paulo e hoje é um dos maiores e-commerces do Brasil. No site, promete a “experiência do consumidor integrada em todos os canais de venda da marca”. Essa prática é fundamental para empresas multichannel e com clientes omnichannel.
A partir da escolha do produto na loja online, quatro envios automáticos de e-mails transacionais acontecem: confirmação de compra, confirmação de pagamento, pedido enviado e pedido entregue.

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E-mail transacional Passarela: confirmação de compra.

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E-mail transacional Passarela: confirmação de entrega.

Um fator a ser comentado sobre a experiência de entrega da Passarela é o flyer que antecipa uma possível necessidade: a da troca. Tabu e motivo de dor de cabeça para algumas empresas e alguns consumidores, desmistificar a troca ou a devolução de produtos é absolutamente necessário no mercado atual, onde marcas batalham tanto para conquistar a confiança e encantar o consumidor.
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Peça impressa com instruções de troca.

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Interior da peça.

Na solução da Passarela, uma peça de papel que simplifica o processo, dando o passo a passo para casos de troca. Algo que acontece com frequência em lojas online que comercializam itens que demandam experimentação, como moda e outras.

Calçados Bibi

Exemplo de conexão de experiências, a Calçados Bibi faz um trabalho consistente e centrado no cliente. Mesmo sendo multicanal (indústria, lojas próprias, franquias, multimarcas e e-commerce), a Bibi entende que o cliente é da marca e precisa cuidar de cada um, não importa de onde ele venha.
No programa de pós-venda, o primeiro e-mail que o cliente recebe o convida a avaliar o processo de compra, como um termômetro. Nos casos em que as avaliações são negativas, alguém da operação entra em contato telefônico pessoalmente com o cliente para compreender como o processo pode melhorar.
bibi-pós-venda Além disso, Bibi ainda envia outros e-mails de conteúdo após a compra, contendo dicas de uso e conservação dos produtos adquiridos.
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Tok&Stok

Um “obrigado pela compra” pode ser a diferença entre a próxima venda ou o esquecimento. Pensando nisso, a Tok&Stok não só enviou um agradecimento, como também um cupom-presente para novas compras.
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Walmart

Na última Black Friday, o Walmart também enviou um e-mail de agradecimento personalizado para todos que compraram no período promocional. Simpático, simples e eficiente.
walmart

Conclusão

Exemplos como os mencionados atestam que não é preciso um grande investimento para que as marcas se posicionem de maneira mais próxima do cliente e transformem a experiência pós-venda e deem ao cliente um ótimo motivo para uma nova compra 😉[:en]Online shopping generates high expectations. From the payment approval to the arrival of the product, consumers go through several moments of anxiety. The wait itself, the emotion of the “out for delivery” message on the tracking page, and finally the opening of the package and the first touch on the long-awaited object. So how can brands improve that experience and use it to get closer to their customer?
Without getting into the merits of logistics, but addressing the use of technology and some simple doable ideas, we selected five examples of Pmweb clients who definately got it right 🙂

Reserva

The personality of the brand is described in the website with three basic concepts and highlighted red letters: culture, family and experience. This is the storytelling of Reserva and Reserva Mini, even in the sales and after sales campaigns. A company that has experience as a support pillar can’t sell just on e-commerce.
When a purchase is made on the website, Reserva sends five transactional emails to manage the customer’s deadline expectations.

Confirmed order email
Confirmed order email

Confirmed order email
Confirmed order email

Product satisfaction survey
Product satisfaction survey

When opening the box, the customer gets to know the professional who took care of their request. The employee has a face and a story. It is a nice and inexpensive action that will certainly have some impact on who receives the product.
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Passarela

Passarela started as physical stores in the countryside of São Paulo to became one of the largest e-commerces in Brazil. Their website promises “integrated consumer experience across all brand sales channels”. This practice is critical for multichannel companies and omnichannel clients.
From the choice of the product in the online store, four automatic transactional emails are sent: confirmation of purchase, confirmation of payment, order shipped and order delivered.

Passarela transactional email: purchase confirmation.
Passarela transactional email: purchase confirmation.

Passarela transactional email: delivery confirmation.
Passarela transactional email: delivery confirmation.

One factor that deserves a comment in the Passarela delivery experience is the flyer that anticipates a possible need: the exchange of products. Taboo and headache trigger for some companies and consumers, demystifying the exchange or the return of products is absolutely necessary in today’s market, where brands struggle so much to create a bond and gain the consumer’s trust.
Printed exchange instructions
Printed exchange instructions

The inside
The inside

In Passarela’s solution it’s a piece of paper that simplifies the process, giving the step by step in case you need to exchange a product. It’s something that happens frequently in online stores that sell items that must fit, like fashion and others.

Calçados Bibi

A perfect example of connected experiences, Bibi Calçados does a consistent client-centered work. Even though they are multichannel (industry, stores, franchises, multi-brand stores and e-commerce), Bibi understands that the customer belongs to the brand so they take care of each client, no matter where they come from. In the after-sale program, the first email the customer receives invites him to evaluate the purchase process, like a thermometer. In cases where the evaluations are negative, someone from operations contacts the customer to understand how the process can be improved.
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In addition, Bibi still sends more content e-mails after the purchase with tips of use and conservation of the acquired products.
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Tok&Stok

A “thank you for your business” may be the difference between the next sale or the oblivion. Keeping this in mind, Tok & Stok not only sends a thank you note, but also a gift-voucher to incentivate new purchases.
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Walmart

On the last Black Friday, Walmart also sent a personalized thank-you email to everyone who placed an order during the promotional period. Friendly, simple and efficient.
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Conclusion

Examples such as these show that it doesn’t take big investments for brands to position themselves closer to the customer and transform the after-sales experience to give the customer a good reason to buy again soon. 😉[:es]Las compras por Internet generan grandes expectativas. Desde la aprobación del pago hasta la llegada del producto, el consumidor pasa por varios momentos de ansiedad. El tiempo de espera, la emoción del “salió para entrega” y, finalmente, la apertura del paquete y el primer momento con el objeto tan esperado en sus manos. ¿Pero cómo las marcas pueden mejorar esta experiencia y utilizar este intervalo para acercarse del cliente? Sin hablar de la logística, pero estudiando el uso de la tecnología y algunas ideas de fácil implementación, seleccionamos cinco ejemplos de e-commerces, clientes de Pmweb, que lo han hecho muy bien 🙂

Reserva

La personalidad de la marca está descrita en el sitio con tres conceptos básicos y en letras rojas destacadas: cultura, familia y experiencia. Así es el storytelling de Reserva y Reserva Mini, incluso en las campañas de venta y post venta. Una empresa que tiene la experiencia como un pilar de apoyo no puede vender sólo en su comercio electrónico. Cuando alguien hace una compra en el sitio, cinco correos electrónicos transaccionales hacen la gestión de las expectativas del cliente en los plazos.

E-mail de confirmación de pedido
E-mail de confirmación de pedido

Encuesta de satisfacción sobre el producto
Encuesta de satisfacción sobre el producto

Al abrir la caja, el cliente llega a conocer al profesional que se hizo cargo de su pedido. Él tiene un rostro y una historia. Es una acción amable y barata que seguramente va a causar algún impacto sobre quién recibe el producto.
reserva-pós-venda

Passarela

Passarela nació como una cadena de tiendas físicas en São Paulo y es ahora uno de los más grandes e-commerces de Brasil. En el sitio web promete “experiencia del consumidor integrada en todos los canales de venta de la marca.” Esta práctica es esencial para las empresas multicanal y los clientes omnichannel. Desde la elección del producto en la tienda online, cuatro envíos automáticos de emails transaccionales suceden: confirmación de la compra, confirmación del pago, solicitud enviada y confirmación de entrega.

E-mail transacional Passarela: confirmación de compra
E-mail transacional Passarela: confirmación de compra

E-mail transacional Passarela: confirmación de entrega
E-mail transacional Passarela: confirmación de entrega

Un factor que debemos comentar acerca de la experiencia de entrega de Passarela es el flyer que anticipa a una posible necesidad: el intercambio del producto. Tabú y la causa del dolor de cabeza para algunas empresas y algunos consumidores, desmitificar el cambio o devolución del producto es absolutamente necesario en el mercado actual, donde las marcas batallan para ganar la confianza y encantar el consumidor.
Impreso con instrucciones de reemplazo
Printed exchange instructions

Interior del flyer
Interior del flyer

En la solución de Pasarela, un pedazo de papel simplifica el proceso, dando paso a paso, en caso de devolución. Algo que sucede a menudo en las tiendas online que venden artículos que requieren la experimentación, tales como la moda y otros.

Calçados Bibi

Ejemplo de conexión de experiencias, Calçados Bibi hace un trabajo coherente y centrado en el cliente. A pesar de ser multicanal (industria, almacenes, franquicias, multimarca y el comercio electrónico), Bibi entiende que el cliente es de la marca y que es su tarea cuidar de cada uno, no importa de dónde venga. En el programa de post venta, el primer email que el cliente recibe es una invitación para evaluar el proceso de compra, como un termómetro. Cuando las evaluaciones son negativas, alguien entra en contacto por teléfono con el cliente para entender cómo el proceso puede mejorar.
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Además, Bibi sigue enviando mensajes de contenido después de la compra que contienen sugerencias de uso y conservación de los productos adquiridos.
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Tok&Stok

Un “gracias por comprar” puede ser la diferencia entre la próxima venta o el olvido. Pensando en eso, Tok Stok no sólo envía un agradecimiento, así como un regalo promocional para nuevas compras.
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Walmart

En el último Black Friday, Walmart también envió un email personalizado de gracias a todos los que compraron en el periodo promocional. Simpático, sencillo y eficiente.
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Conclusión

Ejemplos como los que mencionamos muestran que no se necesita una gran inversión para que las marcas puedan posicionarse más cerca del cliente y transformen la experiencia post venta, dando al cliente un buen motivo para hacer una nueva compra 😉[:]

[:pt]Hotéis, OTAs, Airbnb e o futuro da distribuição[:en]Hotels, OTAs, Airbnb and the future of distribution[:es]Hoteles, OTAs, Airbnb y el futuro de la distribución[:]

[:pt]Quando o Airbnb foi lançado, com um colchão de ar no chão de um apartamento em São Francisco em junho de 2012, seu público-alvo era o cliente que buscava preço. Alguns poderiam argumentar que o “cartaz da economia compartilhada” havia redefinido as viagens econômicas. No entanto, com apartamentos de luxo em Nova York (agora em oferta!) por mais de £ 3.000 a diária, mostram o quão rapidamente isso mudou – e, juntamente o comportamento do cliente. Mas um número significativo de clientes que buscam preços ainda estão olhando para o Airbnb para suprir suas necessidades de alojamento.
Isso, argumenta Bill Beckler, co-fundador da AlltheRooms.com, um motor de busca que combina sites de hotéis com Airbnb, Hotwire, Groupon, Couchsurfing,  explica por que um número significativo de hostels, estão usando o Airbnb como plataforma para promover sua oferta.
E não que o Airbnb esteja fazendo um trabalho melhor em promover hostels do que outras empresas especializadas nesse tipo de hospedagem. Na verdade, o Airbnb fez pouco, se alguma coisa, para recrutar albergues ou adaptar a plataforma para atender às suas necessidades. Não há, por exemplo, nenhuma facilidade para gerenciar e flexibilizar apartamentos em viagens em grupo, o que seria útil para o modelo de albergue.
Mas, mesmo assim, os hostels estão migrando em massa para o Airbnb, porque simplesmente eles sabem que se este é o lugar onde seus clientes estão, então este é o lugar para onde eles têm de ir.
Beckler, ex-diretor de Inovação da lastminute.com, vê essa “presença de hostels no Airbnb como o prenúncio do futuro da distribuição”.
Pode haver poucas dúvidas de que o futuro da distribuição esteja realmente mudando – o resultado da colisão de duas ondas de mudança de comportamento do cliente e de intervenção regulatória. Recentemente, o Airbnb perdeu uma batalha contra a legislatura de New York, que reivindica que a plataforma é ilegal. A empresa tentou obstruir a aplicação da lei e muitos anfitriões permanecem usando a plataforma. Estes são tempos turbulentos.
Se o Airbnb corre com a oportunidade de se tornar uma OTA reconhecida e trazer hotéis e outros provedores de hospedagem legalmente para si (algo que tem consistentemente dito que não vai fazer), resta esperar. Mas Beckler acredita que quanto mais cedo os hoteleiros reconhecerem que um cliente pode comprar mais de um conceito, mais bem-sucedido serão.
“É por isso que hostels e apartamentos do Airbnb são considerados intercambiáveis por um cliente. E se há um cliente no mercado para um apartamento de negócios gerenciado e para um hotel de negócios, então o hotel de negócios pode também administrar todos esses apartamentos também, ao invés de vê-los como concorrência”, diz ele.
Essa atitude ‘se você não pode vencer, junte-se a ele’ é a estrada que a Expedia pretende percorrer. Embora a sua linha de relações públicas seja, em termos gerais, “estamos inteiramente concentrados no viajante”, também está avançando fortemente com a sua estratégia de parceria. É claro que isso é em resposta às crescentes concorrência e pressão regulatória, o que está forçando as OTAs a repensarem, entre outras coisas, as comissões de hotéis – especialmente à luz da estratégia de member rates das grandes redes.
Cyril Ranque, Presidente da Lodging Partner Services, do grupo Expedia, disse que houve uma “mudança de pensamento” que ainda está em curso em um dos maiores players de viagens on-line, “de ser uma plataforma de distribuição pura para ser parceiro e facilitador para o consumidor de viagens e toda a indústria”.
Ele até imaginou um futuro de compartilhamento de dados com parceiros, onde todos ganham e as comissões caem mais do que têm caído.

O fator Airbnb

Naturalmente, não é o Airbnb sozinho que está levando os players como a Expedia para o seu jogo, mas não pode haver dúvida de que a sua enorme popularidade com os viajantes tem impactado a indústria de diversas maneiras. A companhia certamente sentiu um impacto sobre hospedagens de férias e Beckler argumenta que podemos esperar uma mistura crescente de seu inventário sendo integrado a resorts.
“O que o Airbnb fez foi tornar o continuum entre as propriedades individuais e os hotéis mais viável, previsível e passível de investimento. Criou uma alta demanda por pequenos tipos menores de propriedades e ajudou a conectá-las em um único ecossistema, criando, assim, a oportunidade de formas inovadoras de financiar a construção de novos hotéis “, diz Beckler.
Assim, com uma comunidade repaginada de resorts, novos hotéis podem ser construídos com a vantagem de todas as facilidades que vão com eles no centro do desenvolvimento. Mas, ao mesmo tempo, unidades que são como aluguel de férias podem ser vendidas a especuladores – aka Airbnb super-hosts – ou até mesmo para as pessoas que desejam viver perto de um resort em tempo integral.
Beckler diz: “O que isso significa é que você pode criar um projeto de construção inteira e financiá-lo com muito menos risco, porque estas unidades de aluguel de férias também podem ser usadas como garantia para todo o complexo”.

A ascensão da hospedagem urbana e dos serviços gerenciados

Não é apenas o desenvolvimento de resorts que está sentindo a mudança. Utpal Kaul, head global de parcerias em tecnologia na empresa BookingPal, argumenta que certamente podemos esperar para ver empresas de gestão hoteleira e franqueadores como Marriott, Hilton et al emprestarem seus conhecimentos na gestão de operações do dia a dia como on-demand ou outros serviços como distribuição para qualquer tipo de estabelecimento de hospedagem.
E, por que não?, pergunta Beckler. Porque a Hilton, por exemplo, não quereria controlar uma rede de férias como uma extensão do seu inventário atual?
Prova dessa movimentação de mercado é a aquisição, pela Accor, da OneFineStay, um agregador de casas luxuosas para hospedagens a curto prazo. E mais desse tipo de consolidação é esperado.
Enquanto isso, do outro lado estão empresas como a Bemate, que gerencia apartamentos com city mate” para receber, atender, organizar serviços de limpeza, transfers, restaurantes e muito mais.
Sobre este ponto, Beckler salienta que há uma simbiose clara entre o mundo da hotelaria e o mundo dos aluguéis para férias. E, embora os hotéis possam ser melhores em distribuição ou marketing, eles são bem versados nas habilidades de hospitalidade, de gerenciar pessoas, mantendo-as inspiradas a criar os momentos necessários de alegria. Esta é uma das grandes lacunas que a ascensão dos serviços gerenciados recentemente destacou.

A palavra hotel está cada vez mais sendo referida a hospedagem

Assim, na visão de Kaul, “a palavra hotel é cada vez mais sendo referida a hospedagem”, já que “acomodações alternativas” tem se tornado mais comuns e a linha que separa os dois torna-se “cada vez menos delimitada”.
Análises preditivas e big data também estão desempenhando um papel em sem precedentes ao conectar os viajantes a estabelecimentos de hospedagem que melhor se adaptam às suas necessidades, algo que Expedia leva a sério com o lançamento do Usability Lab em Londres – já tendo um em Seattle e com planos para um em Cingapura em breve.
Scott Crawford, vice-presidente de gerenciamento de produtos, afirmou que “viajar é um problema de tecnologia e tudo o que fazemos parte de uma simples pergunta: que problema do cliente estamos tentando resolver?” É uma questão muito complexa a ser resolvida, mas o objetivo é dar aos usuários um conjunto de resultados de pesquisa gerenciável e relevante, com base em um número de fatores, incluindo duração da estadia, antecedência da chegada, números de pessoas, destino e assim por diante.
Voltando à questão dos hostels, Beckler ressalta que o Airbnb foi capaz de absorver esse segmento sem fazer mudanças em sua plataforma. Chame-o de gênio, chame-o de “sorte de principiante”, porém poucos contestarão esta história do sucesso da indústria.
Mas os tempos estão mudando e os vencedores nesse cenário competitivo serão aqueles que são capazes de, em primeiro lugar, encantar os hóspedes, mas, talvez, também os seus parceiros, cada qual em seu momento.
O que possivelmente explica por que, como disse Morrison, a Expedia vai “pensar um pouco mais sobre recursos que tornam as viagens mais fáceis” e um pouco menos sobre a expansão dos pontos de venda e o crescimento da aquisição.
Texto original: Eye For Travel
 
 
 
 
 
 [:en]When Airbnb launched with an air mattress on the floor of a San Francisco apartment back in June 2012, its target audience was the value-seeking customer. Some would argue that the so-called ‘sharing economy’ poster child had redefined budget travel. With ‘upscale, luxury’ apartments in New York now on offer for upwards of £3,000 a night, how quickly that has changed – and along with it customer behaviour – but a significant number of ‘value-seeking’ customers are still looking to Airbnb for their accommodation needs.
This, argues Bill Beckler, co-founder of AlltheRooms.com, a search engine that combines hotel sites with Airbnb, Hotwire, Groupon, Couchsurfing and explains why a significant number of hostels, like this onein San Francisco and this Brighton one, are using Airbnb as a platform to promote their offering.
And, just for the record, this isn’t because Airbnb is doing a better job at promoting hostels than Hostelbookers or Hostelworld, two of the largest hostel booking engines. In fact, Airbnb has done little, if anything, to recruit hostels or tailor the platform to meet their needs. There is, for example, no facility for managing multiple flexible rooms for multi-party trips, which would be useful for the hostel model.
Yet, hostels are still coming onto the Airbnb platform in droves because quite simply they know – and fair play to them – that if this is where their customers are, then this is where they need to be.
Beckler, a former Director of Innovation at lastminute.com where he earned the nickname ‘The General’, sees this “presence of hostels on Airbnb as the harbinger of the future of distribution.”  
There can be little doubt that the future of distribution is indeed changing, the result of two colliding waves of shifting customer behaviour and regulatory intervention. It recently lost a battle with the New York legislature, which claims that the platform is illegal, and while Airbnb has sued to block enforcement of the law and many hosts remain using the platform, these are turbulent times.
Whether Airbnb runs with the opportunity to become a fully-fledged recognised OTA, and bring hotels and other providers of accommodation legally into the fold (something it has consistently said it won’t do), remains to be seen. But Beckler believes the sooner that hoteliers recognise that one customer can buy into more than one concept, the more successful they will be.
“That is why hostels and Airbnb apartments are considered interchangeable by one customer. And if there is one customer in the market for a managed business apartment and the business hotel, then the business hotel might as well run all those apartments too, rather than seeing them as competition,” he says.
This ‘if you can’t beat ‘em join’ attitude is the road that Expedia, which yesterday hosted a press conference to celebrate being in the business for 20 years. Although its PR line is broadly ‘we’re entirely focused on the traveller’ it is also pushing ahead strongly with its partnership strategy. It’s clear that this is in response to growing competition and regulatory pressure, which is forcing OTAs to rethink, among other things, hotel commissions – especially in the light of the big chains loyalty strategy.
Cyril Ranque, President of Lodging Partner Services, Expedia Group, said there was a “shift in thinking” underway at one of the biggest players in online travel, “from being a pure distribution platform to a being partner and enabler for the travel consumer and the entire travel industry”.
He even envisaged a future of data sharing with partners, where everybody is winning and commissions fall further than they already have.

The Airbnb factor

Of course, it’s not Airbnb alone that is driving players like Expedia to up their game, but there can be little doubt that its huge popularity with travellers has impacted the industry in numerous ways. Gary Morrison Senior SVP Global Retail admitted yesterday that its acquisition of HomeAway came from a growing recognition of the importance of vacation rentals and a priority now is to integrate that inventory across Expedia’s numerous brand sites.
“What Airbnb has done is to make the continuum between individual properties and the hotel far more viable, predictable and investable. It has created high demand for smaller type of properties and helped to connect these into a single ecosystem, thus raising the opportunity for innovative ways of financing new hotel construction,” says Beckler.  
So, with a new resort community today, there may be a hotel building with the advantage of all amenities that go with it at the centre of the development. But at the same time, units that are like vacation rentals could be sold to speculators – aka Airbnb super-hosts – or even to people who wish to live near a resort full time.
Says Beckler: “What this means is that you can create an entire construction project and finance it with a lot less risk because these vacation rental units can also be used as collateral for the whole complex.”

The rise of the urban host and managed services

It’s not just resort developments that are seeing a shift. Utpal Kaul, Head Global Tech Partnerships at tech firm BookingPal, argues that we can certainly expect to see professional hotel management companies and franchisors like Marriott, Hilton et al lend their expertise in managing day to day operations like on-demand or other services like housekeeping or distribution to any type of lodging establishment.
And why not, asks Beckler. Why wouldn’t Hilton, for example, want to control a network of vacation rentals that are an extension of their current inventory?
Meanwhile, on the other side of the fence, firms like Bemate, which manages serviced apartments in cities are also looking to offer value add in the form of a ‘city mate’ to meet-and-greet, organise cleaning services, transfers, restaurant takeaways and more.
On this score, Beckler wants to stress that there is a clear symbiosis between the hotel world and the world of vacation rentals. And though hotels could be better at distribution or marketing, they are well versed in the skills of hospitality, of managing teams of people, keeping them inspired and creating those necessary moments of joy. This is one of the big gaps as the rise of managed services recently has highlighted.

The word hotel is increasingly going to be referred to as lodging

So in Kaul’s view“the word hotel is increasingly going to be referred to as lodging, as ‘alternative accommodations’ become more mainstream and the line separating the two becomes increasingly blurred.”
Predictive analytics and big data are likely to play a role in seamlessly pairing a traveller with the lodging establishment that best fits his or her needs, something else that Expedia takes seriously with the launch of Usability Lab in London – it already has one in Seattle and has plans for one in Singapore soon (again more on this later this week).  
Speaking yesterday Scott Crawford, Vice President, Product Managementsaid “travel is a technology problem and everything we do starts from a simple question – what customer problem are we trying to solve?” It a very complex problem to solve but the goal to give users a set of search results that is manageable and relevant based on any number of factors, including length of stay, days before arrival, party numbers, destination market and so on.
Returning to the hostel story, Beckler points out that Airbnb was able to absorb this segment without making any material changes to its platform. Call it genius, call it beginners luck, few will dispute this travel industry success story.
But times are changing and the winners in this competitive landscape will be those that are able to, first and foremost delight guests, but, perhaps, also their partners, at every turn.
Which possibly explains why going forward, as Morrison put it, Expedia will be “thinking a bit more about features that make travel easier” and a little bit less about point-of-sale expansion and acquisition growth.
Original text: Eye For Travel[:es]Cuando Airbnb se lanzó con un colchón de aire en el piso de un apartamento de San Francisco en junio de 2012, su público era el cliente en busca de valor. Algunos argumentarían que el representante de la shared economy redefinió los viajes económicos. Con los apartamentos de lujo en Nueva York ahora en oferta por más de £ 3.000 por noche, lo rápido que ha cambiado – y junto con el comportamiento del cliente -, pero un número significativo de clientes como los del colchón de aire siguen buscando a Airbnb para sus necesidades de alojamiento.
Esto, dice Bill Beckler, cofundador de AlltheRooms.com, un buscador que combina sitios de hoteles con Airbnb, Hotwire, Groupon, Couchsurfing, explica por qué un número significativo de albergues, como éste en San Francisco y este de Brighton, están usando Airbnb como una plataforma para promover su oferta.
Y esto no es porque Airbnb está haciendo un mejor trabajo en la promoción de albergues que Hostelbookers o Hostelworld, dos de los mayores motores de reserva de albergues. De hecho, Airbnb hizo poco para reclutar albergues o adaptar la plataforma para satisfacer sus necesidades. Por ejemplo, no existe ninguna facilidad para administrar múltiples habitaciones flexibles para viajes multipartitos, lo que sería útil para el modelo de albergue. Sin embargo, los albergues todavía están llegando a la plataforma de Airbnb en masa, porque simplemente saben que si allá es donde están sus clientes, entonces es donde tienen que estar.
Beckler, ex Director de Innovación de lastminute.com ve esta “presencia de albergues en Airbnb como el precursor del futuro de la distribución”.
No cabe duda de que el futuro de la distribución está cambiando, resultado de dos olas de cambio en el comportamiento del cliente y de la intervención reguladora. Recientemente Airbnb perdió una batalla con la legislatura de Nueva York, que afirma que la plataforma es ilegal, y Airbnb ha demandado para bloquear la aplicación de la ley y  muchos anfitriones siguen utilizando la plataforma. Son tiempos turbulentos.
Si Airbnb funciona con la oportunidad de convertirse en una OTA reconocida, y traer a los hoteles y otros proveedores de alojamiento legalmente en el redil (algo que siempre ha dicho que no va a hacer), queda por ver. Pero Beckler cree que cuanto antes los hoteleros reconozcan que un cliente puede comprar más de un concepto, más exitosos serán.
“Es por eso que el cliente considera los albergues y los apartamentos Airbnb son considerados como intercambiables. Y si hay un cliente en el mercado para un apartamento de negocios gestionado y para un hotel de negocios, entonces el hotel de negocios podría también gestionar todos esos apartamentos también, en lugar de verlos como la competencia”, dice.
Esta actitud “si no puedes con ellos, únete a ellos” es la carretera que Expedia quiere recorrer. Aunque su línea de relaciones públicas sea en términos generales “estamos totalmente centrados en el viajero”, también está avanzando fuertemente con su estrategia de asociación. Está claro que esto es en respuesta a la creciente competencia y presión reguladora, lo que está forzando a las OTA a repensar, entre otras cosas, las comisiones hoteleras, especialmente a la luz de la estrategia de lealtad de las grandes cadenas.
Cyril Ranque, Presidente de Lodging Partner Services, del Expedia Group, dijo que había un “cambio de pensamiento” en curso en uno de los mayores players en viajes online, “de ser una plataforma de distribución pura a ser socio y facilitador para el consumidor de viajes y toda la industria del turismo “.
Ranque incluso previó un futuro de intercambio de datos con socios, donde todo el mundo sale ganando y las comisiones caen más de lo que ya tienen caído.

El factor Airbnb

Por supuesto, no es Airbnb solo que está impulsando a los players como Expedia a subir su juego, pero no puede haber duda de que su enorme popularidad con los viajeros ha afectado a la industria de muchas maneras. Gary Morrison, Senior SVP Global Retail admitió ayer que su adquisición de HomeAway vino de un creciente reconocimiento de la importancia de los alquileres de vacaciones y una prioridad ahora es integrar ese inventario a través de numerosos sitios de marcas de Expedia.
“Lo que Airbnb ha hecho es tornar el continuo entre las propiedades individuales y el hotel sea mucho más viable, predecible e invertible. Ha creado una gran demanda de propiedades de menor tamaño y ha ayudado a conectarlas en un solo ecosistema, lo que brinda la oportunidad de encontrar formas innovadoras de financiar la construcción de nuevos hoteles “, dice Beckler.
Por lo tanto, con una nueva comunidad de resort, nuevos hoteles pueden ser construidos con la ventaja de todas las comodidades que van con él en el centro del desarrollo. Pero al mismo tiempo, las unidades que son como alquileres de vacaciones podrían ser vendidas a los especuladores – conocidos como super-anfitriones – o incluso a las personas que desean vivir cerca de un resort en tiempo integral.
Beckler dice: “Lo que esto significa es que usted puede crear un proyecto de construcción completo y financiarlo con mucho menos riesgo, porque estas unidades de alquiler de vacaciones también se pueden utilizar como garantía para todo el complejo”.

La ascensión del alojamiento urbano y gestión de servicios

No son sólo los desarrollos turísticos que están viendo el cambio. Utpal Kaul, jefe global de Tech Partnerships de la firma de tecnología BookingPal, sostiene que podemos esperar ver compañías de gestión de hoteles profesionales y franquiciadores como Marriott, Hilton y otros prestan su experiencia en la gestión de operaciones diarias como servicios on-demand y otros como distribución a cualquier tipo de establecimiento de alojamiento.
Y por qué no, pregunta Beckler. ¿Por qué Hilton, por ejemplo, va querer controlar una red de alquileres de vacaciones que son una extensión de su inventario actual?
Mientras tanto, en el otro lado, empresas como Bemate, que gestiona apartamentos con servicios en las ciudades también buscan ofrecer valor agregado en forma de un “city mate” para conocer y saludar, organizar servicios de limpieza, traslados, restaurantes y más.
En este sentido, Beckler dice en que hay una clara simbiosis entre el mundo de los hoteles y el mundo de los alquileres de vacaciones. Y aunque los hoteles podrían ser mejores en la distribución o marketing, están bien versados en las habilidades de la hospitalidad, de la gestión de personas, manteniéndolos inspirados para crear los momentos necesarios de alegría. Esta es una de las grandes lagunas que el aumento de los servicios gestionados recientemente ha puesto de relieve.

La palabra hotel será cada vez más referida como alojamiento

Por lo tanto, en la opinión de Kaul “el hotel de la palabra es cada vez más va a ser referido como alojamiento, como” alojamientos alternativos” se convierten en más corriente principal y la línea que separa a los dos se vuelve cada vez más borrosa.
El análisis predictivo y el big data también están desempeñando un papel sin precedentes para conectar a los viajeros a establecimientos de alojamiento que mejor se adapten a sus necesidades, algo que Expedia toma en serio con el lanzamiento del Usability Lab en Londres – ya tenendo uno en Seattle y con los planes para una en Singapur prontos.[:]

[:pt]365 dias perto de você[:en]365 days with you[:es]365 días con usted[:]

[:pt]Você que passou o ano todo desenvolvendo estratégias individualizadas, focando no relacionamento, usando corretamente os dados, aumentando o LTV (lifetime value) e conquistando um espaço no coração do seu cliente, é hora de celebrar. Celebrar mostrando que a marca sabe exatamente quem é o cliente, do que ele gosta, conhece os trajetos que fez, as músicas que escutou, onde se hospedou e qual a foi frequência.
Se você domina os dados dos seus clientes, você também pode fazer uma ação 100% focada na história dele com a sua marca.
Separamos quatro exemplos de ações de marcas que valorizam tanto a relação com o consumidor que terminam o ano contando a trajetória dos últimos 365 dias que estiveram juntos.

Uber

Uber
A Uber celebrou o aniversário de um ano da operação em Porto Alegre enviando um e-mail que relembra essa trajetória para todos os usuários do serviço. Na peça, destacam pontos que poderiam ser negativos, como o tempo de deslocamento, dando um viés positivo de minutos no banco de trás, onde a pessoa pode seguir as suas atividades ou simplesmente descansar.
Descansar ou trabalhar, sempre com balinha e água fresca. Aí sim!

Spotify

spotify
Quem costuma estar sempre com um fone plugado na orelha sabe o quanto é bom ter uma música de fundo nas mais variadas situações. O Spotify enviou o e-mail com os números de 2016, evidenciando quanto tempo cada usuário ficou online na plataforma, quantos artistas e músicas escutou e mostrando as canções e artistas favoritos. O segredo está nos dados e no uso certeiro deles para conquistar o coração do cliente.
Claro que o Spotify foi além e ainda entregou uma playlist individual e exclusiva, com o compilado do ano, que ainda estimula a continuidade de uso do aplicativo. Deu match!

Marriot

mariott
A Marriot também fez a sua parte com o seu programa de fidelidade, o Marriot Rewards, fazendo um review do ano que passou. Compilou os pontos conquistados, os hotéis visitados, os destinos e as marcas percorridas.  Ainda aproveitou a oportunidade para oferecer benefícios e novas experiências para o seu cliente.
Quem não está pensando na próxima viagem, que atire a primeira pedra!

Facebook

facebook
O tradicional #yearinareview do Facebook  é também uma forma de mostrar o quanto próximo você esteve do ~ Facebook~  e dos seus amigos durante o ano. O vídeo faz um compilado de posts, curtidas e comentários, além do número de likes e um mosaico de amigos mais próximos.
Você até pode achar old fashioned compartilhar na sua timeline, mas não nega que você viu, que eu sei que viu. E gostou 😉
E agora? Como faz?
As ideias são muito legais, mas eu não tenho dados suficientes para fazer algo nesse sentido ainda em 2016. Ok, ok, 2017 já está aí com 12 meses de oportunidades. Nossas dicas para fazer acontecer são:

  1. Comece focando nas suas estratégias em relacionamento.
  2. A primeira venda vai acontecer, mas nós queremos a segunda, a terceira. Observe a frequência de compra do seu cliente. Ela demonstra que, mesmo que você tenha um preço um pouco mais alto que a concorrência, seu valor agregado irá compensar.
  3. Aumente o LTV dos seus clientes ao conhecê-los de fato, acompanhe o ciclo de vida e seja relevante, todos os dias, em todos os canais. Abrimos aqui uma exceção para Black Friday, nela você pode ser mais ousado nas ofertas.

Em 2017, estude a jornada do seu consumidor e se faça presente. Isso trará dados lindos e certamente ações tão lindas quanto.[:en]You’ve spent all year developing individualized strategies, focusing on relationships, using data right, increasing the LTV (lifetime value) and gaining space in your customers’ hearts, so it’s time to celebrate. Celebrate showing that your brand knows exactly who your customer is, what he likes, that you know his favorite routes, the songs he listened to, where he stayed and how often.
 
If you master  your customer’s data, you can also create a campaign 100% focused on his history with your brand.
 
We have selected four examples of brand campaigns that value both customer relationship and the end of the year, counting the trajectory of the last 365 days they were together.
 

Uber

Uber
Uber celebrated their one-year anniversary of operation in Porto Alegre by sending an e-mail that recalls this trajectory to all of their users. In the email, they highlight points that could be considered negative, such as travel time showing the bright side of being in the back seat, where customers can carry on with their activities or simply rest.
Rest or work, always with candy and fresh water. Oh yeah!
Spotify
spotify
People who always have a earphone plugged in know how good it is to have a soundtrack for every situation. Spotify has sent an email with each customer’s 2016 info, highlighting how much time each user spent on it, how many artists and songs he or she listened to and his or her favorite songs and artists. The secret is in the effective use of data to win the customer’s heart.
Of course, Spotify went further and also delivered an exclusive playlist with your top tracks of the year, which stimulates the user to stay in the app next year. It’s a match!
Marriot
mariott
 
Marriot also did its part with its loyalty program Marriot Rewards, presenting a review of the past year. They compiled info such as points earned, hotels visited, destinations and host brands. They still took the opportunity to offer benefits and new experiences to their clients. Let him who is not constantly thinking of the next trip cast the first stone!
Facebook
facebook
The traditional #yearinareview of Facebook is also a way of showing how close you’ve been to ~ Facebook ~ and your friends during the year. The video compiles posts and comments, plus the number of likes and a mosaic of closest friends.You may even find it tacky sharing on your timeline, but you won’t deny that you’ve watched it, which I know you did – and enjoyed.
So now what?
“These ideas are really cool, but I don’t have enough data to do something like that in 2016”. It’s okay, 2017 is already here with 12 months of opportunities. Our tips to make it happen are:

  1. Start by focusing on your relationship strategies.
  2. The first sale will happen, but we want the second, the third. Note how often your customer buys. It shows that even if your price is a little higher than the competition, your added value will compensate.
  3. Increase your customers’ LTV by actually getting to know them, tracking the life cycle and being relevant every day across all channels. We open an exception here for Black Friday – you can be more daring in the offers then.

In 2017, study your consumer’s journey and be there. This will provide you amazing data and campaigns as beautiful the ones we just saw.[:es]Ustedes que pasó el año desarrollando estrategias individualizadas, centrándose en la relación, utilizando adecuadamente los datos, aumentando el LTV (lifetime value) y ganando un lugar en el corazón de su cliente: ahora es el momento para celebrar. Celebrar mostrando que la marca sabe exactamente quién es el cliente, lo que le gusta, que sabe los caminos que hicieron, las canciones que él he escuchado, donde se quedó y con que frecuencia.
Si usted domina los datos de sus clientes, también puede hacer una campaña 100% enfocada en su historia con su marca.
Separamos cuatro ejemplos de campañas de marcas que valoran tanto la relación con los consumidores que terminan el año contando la historia de los últimos 365 días que estuvieron juntos.

Uber

Uber
Uber celebró su aniversario de un año de funcionamiento en Porto Alegre con el envío de un correo electrónico que recuerda este camino para todos los usuarios del servicio. En el email, la marca resalta puntos que podrían ser negativos, como tiempo de viaje, pero dando un sesgo positivo a los minutos en el asiento trasero, donde uno puede seguir sus actividades o simplemente descansar.
Relajarse o trabajar, siempre con caramelos y agua fría. ¡Ahí sí!

Spotify

spotify
Quién siempre tiene auriculares conectados en el oído sabe bien lo que se siente al tener una música de fondo en diferentes situaciones. Spotify envió un correo electrónico con los números de 2016, mostrando el tiempo que cada usuario estuvo online en la plataforma, el número de artistas y canciones escuchadas y sus artistas favoritos. El secreto está en los datos y en su uso preciso para ganar el corazón del cliente.
Por supuesto Spotify fue más allá y también creó una playlist exclusiva para cada usuario que también estimula la continuidad del uso del app. It’s a match!

Marriot

mariott
Marriot también hizo su parte con el programa de fidelización Marriott Rewards, creando una revisión del año pasado para cada cliente recopilado los puntos ganados, los hoteles visitados, y nuevos destinos. La cadena de hoteles también aprovechó la oportunidad para ofrecer beneficios y nuevas experiencias para su cliente.
Quien no está pensando en su próximo viaje que tire la primera piedra!

Facebook

facebook
El tradicional #yearinareview de Facebook también es una manera de mostrar su utilización de Facebook y interacción con sus amigos durante el año. El vídeo es un compilado de mensajes, “me gustas”, comentarios y un mosaico de sus amigos más cercanos.
Quizás le parezca tonto compartir la retrospectiva en su timeline, pero usted no puede negar haberla visto. Y seguro le gustó 
¿Y ahora? Qué hago?
Las ideas son muy buenas, pero no tengo datos suficientes para hacer algo ahora en 2016. Vale, vale, 2017 ya está allí con 12 meses de oportunidades. Nuestros consejos para que esto ocurra son:

  1. Empiezar a centrarse en sus estrategias de relación.La primera venta va a pasar, pero queremos la segunda, la tercera.
  2. Tener en cuenta la frecuencia de compra de sus clientes. Esto demuestra que, incluso si la marca tiene un precio un poco más alto que la competencia, su valor va a compensar.
  3. Aumentar el LTV de sus clientes conocendolos de verdad, acompanando el ciclo de vida y ser pertinente, todos los días, en todos los canales. Abrimos aquí una excepción para el Viernes Negro, que puede ser más audaz en oferta.

En 2017, estudie el viaje de su consumidor y hágase presente. Esto traerá datos increíbles y campañas ciertamente tan buenas como las que vimos.[:]

[:pt]Como os dados podem superar a comoditização em viagens[:en]How data can overcome the travel commoditization[:es]Como los datos pueden superar la comoditización en los viajes [:]

[:pt]Em muitos casos, o setor de viagens se tornou uma commodity, semelhante ao açúcar,a o petróleo ou ao aço, onde o produto é indistinguível dos concorrentes e a principal maneira de diferenciar as ofertas está no preço. Na verdade, é justo dizer que hoje há pouca diferença entre voos de baixo custo ou entre um hotel de negócios de preço médio, por exemplo.
O dilema dos preços foi o tema central no recente evento da marca EyeforTravel nos Estados Unidos, onde houve um claro reconhecimento de que essa abordagem nunca será suficiente e a única maneira de se destacar é através da inovação digital e dos dados.

O desafio

Claramente há um desafio para as empresas de turismo que dependem de diferenciar seu produto para manter a competitividade. Assim, a grande questão é: como os fornecedores podem criar uma diferenciação significativa nos seus produtos para fidelizar os clientes e, ao mesmo tempo, manter-se competitivos no preço? A resposta a esse desafio reside no uso efetivo e em uma grande análise de dados.

“A única maneira de superar a comoditização no mercado de viagens é através da personalização e do uso mais inteligente dos dados. As marcas precisam entender quem são seus clientes, para onde estão viajando, quando e por quê. Com esses dados elas podem descobrir o que precisam fazer para se destacarem da concorrência”. (Carlos Sánchez, gerente sênior de análise de dados e inovação de produtos da agência de viagens de negócios Carlson Wagonlit Travel)

A solução

Uma maneira de fazer um produto padronizado parecer diferente é envolvê-lo em uma experiência que possa distingui-lo. Por exemplo, enquanto cada bilhete é essencialmente o mesmo se você estiver olhando apenas a parte aérea básica, ele pode ser diferenciado se as companhias aéreas puderem melhorar a experiência da viagem de ponta a ponta, adicionando serviços auxiliares. Esses serviços podem incluir melhor funcionalidade de aplicativos, oferecendo uma reserva mais simples, check-in rápido e fácil acesso a serviços adicionais como viagens ao aeroporto e outros.
Da mesma forma, hotéis comoditizados podem melhorar sua experiência com benefícios extras como check-in antecipado, chaves de quarto baseadas em app, serviços de concierge digital, reconhecimento do hóspede, tarifas individualizadas etc.
Dessa maneira, enquanto o produto básico é indiferenciado o cliente percebe a experiência geral como memorável positivamente. “Tudo é voltado para transformar a viagem na melhor experiência que pode ser, uma experiência que permanece em sua mente para que você peça o mesmo fornecedor na próxima vez que viajar“, diz Sánchez.
O que torna isso muito mais fácil hoje é o crescente uso de dispositivos móveis pelos viajantes, a disponibilidade de enormes quantidades de dados na base de clientes e algoritmos de inteligência artificial precisos, que ajudam a identificar maneiras de tornar as viagens de negócios mais fáceis e marcantes.

E na prática?

Por exemplo, a Pmweb dispõe de uma estrutura completa de serviços e tecnologias de dados orientados ao setor de hotelaria. Diariamente, pelas integrações com os principais PMS do mercado, recebemos imensas quantidades de dados de hóspedes, além de realizarmos a coleta e o tratamento de dados que vêm de web behavior, no sites dos clientes.
Esses dados, integrados ao Pmweb CRM, podem ser usados em campanhas online de pré-check-in, pós-check-out, reserva abandonada, avaliação da hospedagem, cross-sell e outras. Além disso, eles podem apoiar a estratégia de precificação individual das tarifas por meio do Let’s Book, o motor de reservas que usa esses dados, considerando fatores como frequência de hospedagem, ticket médio, perfil geográfico e demográfico, interações com os e-mails e outras.
transacionais

No entanto, quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas, as plataformas de inteligência de negócios podem ser baseadas em quatro características essenciais:

• Modelo de dados centrado no usuário e baseado em eventos
• Plataforma cruzada – cobrindo o aplicativo nativo, o site para celular e o website
• Coleta de dados em tempo real, manipulação e exportação de dados brutos a qualquer escala
• Dados acessíveis por meio de ferramentas simples e fáceis de usar, que permitem que as pessoas obtenham respostas a perguntas.

Fonte: eye for travel[:en]In many cases, the tourism industry has become a commodity, similar to sugar, oil or steel, where the product is not distinguished from competitors and the main way of differentiating supply is price. In fact, it is fair to say that today there is little difference between low-cost flights or between business hotels, for example.
The price dilemma was the main theme in the recent EyeforTravel event in the United States, where there was a clear recognition that this approach is not easy and the only way to highlight is through digital innovation and data.

The challenge

Clearly there is a challenge for tourism companies that depend on differentiating their product to remain competitive. So the big question is: how can suppliers create a significant difference in their products to keep customers loyal and at the same time remain competitive in price? The answer to this challenge lies in the effective use and intensive analysis of the data.
“The only way to overcome commoditization in the travel market is through personalization and smarter use of data. Brands need to understand who their customers are, where they are traveling to, when and why. With this data they can discover what to do to stand out from the competition. ” (Carlos Sánchez, senior manager of data analysis and innovative products of business travel agency Carlson Wagonlit Travel)

The solution

One way to make a standardized product look different is by wrapping it in an experience that sets it apart. For example, while each ticket is essentially the same if you are looking only for the basic aerial part, the difference can be in the improved airline end-to-end travel experience with the addition of extra services. These services can include better application functionality, offering simpler bookings, quicker check-in and easy access to additional services, stories such as airport trips and others.
Likewise, commoditized hotels can improve their experience with additional benefits, such as check-in in advance, room-key application, digital concierge services, customer recognition, individual rates, etc.
Thus, while the commodity itself is undifferentiated, the customer perceives the overall experience as positively memorable. “Everything is geared towards making the trip the best experience it can be, an experience that stays in your mind and makes you choose the same company the next time you travel,” says Sanchez.
What makes it much easier today is the increased use of mobile devices by travelers, the availability of large amounts of data in the customer base, and precise artificial intelligence algorithms that help identify ways to make business travel easier and more memorable.

And in practice?

For example, Pmweb offers a complete infrastructure of data services and technologies oriented to the hospitality industry. Every day, through integrations with the major PMSs in the market, receiving large amounts of data from the guests, performing the collection and processing of the data from customers’ web behavior on the client’s website.
This data, integrated with Pmweb CRM, can be used in online campaigns for pre-check in, post-check out, abandoned reservations, reviews, cross-selling and others. In addition, the data can follow the strategy of individual fare prices on Let’s Book, the booking enginethat uses this data, taking into account factors such as frequency, average tickets, geographic and demographic profile, email interaction and others.
However, whatever tools are chosen, business intelligence platforms can be based on four key features:

  • User-centered, event-based data model
  • Cross platform – covering native application, mobile site and website
  • Real-time data collection, manipulation and export of raw data at any scale
  • Data accessible through simple, easy-to-use tools that allow people to get answers to questions.

Source: eye for travel[:es]En muchos casos, la industria del turismo se ha convertido en una mercancía, similar al azúcar, aceite o acero, donde el producto no se distingue de los competidores y la principal forma de diferenciar la oferta es en el precio. De hecho, es justo decir que hoy en día hay muy poca diferencia entre vuelos de bajo costo o entre hoteles de negocios, por ejemplo.
El dilema de los precios fue el tema principal en el reciente caso de la marca EyeforTravel en los Estados Unidos, donde había un claro reconocimiento de que este enfoque no será suficiente y la única manera de destacar es a través de la innovación digital y datos.

El desafío

Es evidente que hay un desafío  para las empresas turísticas que se dependen de la diferenciación de su producto para seguir siendo competitivos. Entonces la gran pregunta es: ¿cómo los proveedores pueden crear una diferenciación significativa en sus productos para fidelizar a los clientes y al mismo tiempo, seguir siendo competitivos en precio? La respuesta a este desafío radica en el uso efectivo y un gran análisis de datos.
“La única manera de superar la mercantilización en el mercado de viajes es a través de la personalización y un uso más inteligente de los datos. Las marcas necesitan entender quiénes son sus clientes, para donde están viajando, cuándo y por qué. Con estos datos pueden encontrar lo que necesitan hacer para destacarse de la competencia “. (Carlos Sánchez, gerente senior de análisis de datos y productos innovadores de negocio de agencia de viajes Carlson Wagonlit Travel)

La solución

Una manera de hacer un producto estandarizado parecer diferente es envolviendolo en un experimento que lo diferencia. Por ejemplo, mientras que cada billete es esencialmente el mismo si usted está mirando solo para la parte aérea básica, se puede diferenciar si las aerolíneas pueden mejorar la experiencia de viaje de extremo a extremo con la adición de los servicios auxiliares. Estos servicios pueden incluir una mejor funcionalidad de la aplicación, que ofrece una reserva sencilla, check-in rápido y fácil acceso a los servicios adicionales, tales como los viajes al aeropuerto y otros.
Del mismo modo, hoteles comoditizados pueden mejorar su experiencia con beneficios adicionales, tales como check-in anticipado, aplicación que funciona como llave de la habitación, servicios de conserjería digitales, reconocimiento del cliente, las tasas individualizadas etc.
De este modo, mientras que el producto básico se indiferenciado, el cliente percibe la experiencia en general como positivamente memorable. “Todo está orientado para hacer el viaje la mejor experiencia que pueda ser, una experiencia que se permanece en su mente para que escoja el mismo proveedor la próxima vez que viaje”, dice Sánchez.
Lo que hace esto mucho más fácil hoy en día es el creciente uso de dispositivos móviles por los viajeros, la disponibilidad de grandes cantidades de datos en la base de clientes y algoritmos de inteligencia artificial precisos, que ayudan a identificar las maneras de hacer que los viajes de negocios sean más fáciles y memorables.

Y en la práctica?

Por ejemplo, Pmweb ofrece una completa infraestructura de servicios de datos y tecnologías orientadas a la industria de la hospitalidad. Cada día, las integraciones con los principales PMS del mercado, recibiendo grandes cantidades de datos de huéspedes, realizamos la recogida y tratamiento de los datos procedentes de web behavior en el sitio web del cliente.
Estos datos, integrados con Pmweb CRM, pueden ser utilizados en las campañas online para pre-check in, post-check out, reservas abandonadas, reviews, ventas cruzadas y otros. Además, los datos pueden apoyar la estrategia de precios individuales de las tarifas a través del Let’s Book, el motor de reservas que utiliza estos datos, teniendo en cuenta factores tales como la frecuencia, ticket promedio, perfil geográfico y demográfico, las interacciones con los emails y otros.
Sin embargo, cualesquiera que sean las herramientas elegidas, plataformas de inteligencia de negocios se pueden basar en cuatro características clave:

  • Modelo de datos centrado en el usuario y basado en eventos
  • Plataforma cruzada – que cubre la aplicación nativa, el sitio móvil y el sitio web
  • Recolección de datos en tiempo real, manipulación y exportación de datos en bruto a cualquier escala
  • Datos accesibles a través de herramientas simples y fáciles de usar, que permiten a las personas obtener respuestas a las preguntas.

Fuente: eye for travel[:]

[:pt]Pós Black Friday – Como seguir vendendo?[:en]Post Black Friday – How To Keep the Sales Flowing[:es]Cómo seguir vendiendo después del Black Friday?[:]

[:pt]Vender durante a Black Friday não tem muito mistério, afinal é a época do ano em que a grande maioria dos consumidores espera para comprar, 84% dos brasileiros online pretendem adquirir produtos na sexta dos descontos. O mais interessante é que no Brasil, diferente dos Estados Unidos (onde a data teve início), a Black Friday não é o fim de um período sazonal de vendas, mas o começo. O fim será só depois das vendas de natal, nas liquidações de verão. Até lá temos muitas vendas pela frente.
De qualquer forma, cada vez mais brasileiros estão criando o hábito de aguardar até a data para fazer suas compras e, muitas vezes, se organizam para antecipar as compras de natal, aproveitando os preços especiais que o momento oferece.
Passado o período promocional, todo mundo bateu as metas, certo? E agora, como vender novamente para os clientes conquistados? Esse é o princípio da retenção de clientes. Assim, como incentivar a segunda venda? As respostas estão logo abaixo.
E-MAILS TRANSACIONAIS:
Os e-mails transacionais são aqueles em que “se o cliente não receber, irá reclamar”, ou seja, são as confirmações de compra, status de pedido, lembrete de senha etc. A grande vantagem desse tipo de e-mail é que deve ser enviado até mesmo para a base opt-out, ou seja, para aqueles que não recebem mais ações promocionais.
Como posso usar os e-mails transacionais para vender mais?

  1. Incluir cross-selling com recomendações baseadas nas compras realizadas
  2. Incluir opção de assinatura para categorias de produtos que têm compras recorrentes (bebidas, cosméticos, artigos para bebês etc.)
  3. Incluir link para que o cliente se torne opt-in na base promocional
  4. Incluir produtos navegados que não estavam contidos na compra
  5. No “esqueci minha senha” – incluir produtos deixados no carrinho para facilitar o processo de compra

INCENTIVO À SEGUNDA COMPRA
Muitos clientes fazem sua estréia no e-commerce a partir de super-ofertas e datas como a Black Friday, onde entendem que têm “menos a perder” caso não dê certo ou têm muito a ganhar, pelas ofertas arrasadoras (por incrível que pareça, ainda tem gente com receio de comprar pela internet). Portanto precisamos encantar, mostrar que o ambiente é seguro, mesmo neste momento de tantas demandas. Incentive a segunda compra através de:

  1. Cupom dentro da embalagem enviada do produto comprado – pode ser tanto para o e-commerce quanto para a loja física
  2. Cupom em e-mail de agradecimento de compra – com limite de compra antes do Natal, por exemplo
  3. Customizar o seu site para receber o cliente retornante com incentivo ou produtos relevantes pelo interesse anterior (leia mais sobre CRO – Conversion Rate Optimization e saba como fazer)
  4. Disponibilizar a troca na loja física, gerando fluxo da loja

RÉGUAS DE RELACIONAMENTO DE RECOMPRA E REABASTECIMENTO
A compra de diversos produtos pode garantir a sua próxima venda. Estes são alguns exemplos de categorias que facilmente podem ter recompra recorrente:

  1. Máquinas de café – cápsulas
  2. Produtos para bebês e crianças – programa de reabastecimento de fraldas, papinhas, brinquedos
  3. Produtos de pet shop – programa de recompra de ração, brinquedos, roupinhas
  4. Bebidas
  5. Origem e destino viajados – incentivar o retorno / viver a experiência novamente
  6. Produtos de maquiagem e perfumaria

INCENTIVO AO DOWNLOAD DO APP E COMUNICAÇÃO VIA PUSH
Os aplicativos são uma importante ferramenta a ser explorada, pois oferecem uma experiência simples e eficiente de compra, além de terem menores taxas de saída comparando aos sites mobile. Isso se dá devido ao fato de que mudar de site no browser é mais simples do que sair de um aplicativo, e a experiência muitas vezes não é tão intuitiva.
Ainda, com os apps é possível captar dados como localização, device utilizado entre outros, que devem ser utilizados para que a oferta seja mais relevante e personalizada para cada cliente.
OUTRAS AÇÕES
Diversas marcas aproveitam a onda da “Black” e seguem fazendo noites de promoções no decorrer do ano, exemplos disso são o “Prime Day” da Amazon, a “Black Night”, da Americanas.com, o “Corujão” das Lojas Colombo, e muitos outros, afinal esse tipo de ação chama a atenção dos clientes.
Escolha uma data significativa e a inclua no calendário promocional. É uma ótima oportunidade para manter os clientes engajados 😉[:en]Selling during Black Friday is not much of a mystery, after all it is the time of the year when the vast majority of consumers longs for to buy: 84% of online Brazilian customers intend to buy products in the promotional friday. The most interesting thing is that in Brazil, unlike the United States (where the date started), Black Friday is not the end of a seasonal sales period, but the beginning. The end will be only after Christmas sales, in the late summer discounts. Until then we have a lot of sales ahead of us.
Regardless, more and more Brazilians are developing the habit of waiting fo the date to fill their bags and, often, they organize themselves to anticipate Christmas shopping, taking advantage of the special prices that the moment offers.
After the promotional period, everyone has reached their BF goals, right? And now, how do you resell to those customers? This is the principle of customer retention. So, how to encourage the second sale? Keep reading and you will find out.
TRANSACTIONAL E-MAILS
Transactional emails are those which if the customer does not receive they will complain. In other words, it’s purchase confirmations, order status, password reminder, etc. The great advantage of this type of email is that it should be sent even to the opt-out base, those who do not receive any more promotional actions.
How can I use transactional emails to sell more?

  1. Include cross-selling with recommendations based on purchases made
  2. Include subscription option for product categories that have recurring purchases (beverages, cosmetics, baby supplies etc.)
  3. Include link for customer to opt-in the promotional base
  4. Include visited products that were not purchased
  5. In the “I forgot my password” – include cart abandonment products to improve the chances of closing the deal

SECOND PURCHASE INCENTIVE
Many customers make their debut in e-commerce from superdeals in dates like Black Friday, where they understand they have “less to lose” if it does not work out or they have a lot to gain from sweeping offers (incredible as it may seem, there are still people who are afraid to buy online). So we need to delight and to show that the environment is safe, even at this very demanding time. Encourage the second purchase through:

  1. Coupon inside the package of the purchased product – can be for both the e-commerce and the physical store
  2. Thank you email coupon – with purchase limit before Christmas, for example
  3. Customize your site to receive the returning customer with incentive or relevant products from previous interest (read more about CRO)
  4. Make exchanges available across physical and online stores, generating store customer flow

REPURCHASE RELATIONSHIP AND REPLACEMENT RULES
The purchase of a series of products can guarantee your next sale. Here are some examples of categories that can easily have recurring repurchase:
Coffee machine capsules
Products for babies and children – diaper replenishment program, baby food, toys
Pet shop products – food repurchase program, toys, clothing
Drinks
Origin and destination traveled – Encourage the return / experience again
Make-up and perfumery products
APP DOWNLOAD INCENTIVE AND PUSH COMMUNICATION
Applications are an important tool to explore because they offer a simple and efficient purchase experience, as well as lower exit rates compared to mobile sites. This is due to the fact that changing websites in the browser is simpler than leaving an application, and the experience is often not so intuitive.
Besides, with apps it is possible to capture data such as location, which should be used to make the offer more relevant and personalized for each client.
OTHER MOVES
Several brands take advantage of the “Black” wave and continue to make promotional nights throughout the year, such as Amazon’s “Prime Day”, Americanas.com’s “Black Night”, Colombo’s “Owl” and many others, since this type of action catches the attention of customers.
Choose a meaningful date and include it in your promotional calendar. It can be a great opportunity to keep customers engaged.[:es]Vender durante el Black Friday no es ningún misterio, pues es la época del año que la gran mayoría de los consumidores esperan para comprar: el 84% de los brasileños online tiene la intención de comprar productos en el viernes de los descuentos. Lo más interesante es que, en Brasil, a diferencia de los Estados Unidos (donde la fecha fue creada), el Black Friday no es el final de una temporada de ventas, pero el principio. El fin será solo después de Navidad, con las rebajas de verano. Todavía tenemos muchas ventas por delante.
De todos modos, cada vez más brasileños están creando el hábito de esperar hasta la fecha para hacer sus compras y a menudo se organizan para anticipar las compras de Navidad, tomando ventaja de los precios especiales el momento que ofrece.
Después del período de la promoción, todo el mundo llegó a los objetivos, ¿verdad? Y ahora, cómo vender de nuevo a el cliente de Black Friday? Este es el principio de la retención de clientes. Por lo tanto, cómo alentar la segunda venta? Las respuestas están a continuación.
EMAIL TRANSACCIONAL
Los emails transaccionales son aquellos que “si el cliente no recibe, se queja”, es decir, son las confirmaciones de pedidos, el estado del pedido, recordatorio, etc. La gran ventaja de este tipo de e-mail es que debe ser enviado incluso para la base de opt-out, es decir, para aquellos que no reciben más actividades promocionales.
¿Cómo puedo utilizar emails transaccionales para vender más?

  1. Incluir la venta cruzada con recomendaciones basadas en las compras realizadas
  2. Incluir la opción de subscripción para las categorías de productos que tienen compras recurrentes (bebidas, cosméticos, artículos para bebés, etc.)
  3. Añadir un enlace al cliente para hacer opt-in en la base promocional
  4. Incluir productos navegados que no figuraban en la compra
  5. En el “olvidé mi contraseña” – incluir los productos que quedaron en el carrito para facilitar el proceso de compra

FOMENTAR LA SEGUNDA COMPRA
Muchos clientes hacen su debut en el comercio electrónico por ofertas de fechas como el Black Friday, pues entienden que tienen “menos que perder” si no funciona o tienen mucho que ganar (por extraño que parezca, aún hay gente con miedo de comprar online). Así que tenemos que ganar el cliente, mostrar que el ambiente es seguro, incluso en estos tiempos de tantas exigencias. Usted puede fomentar la segunda compra a través de:

  1. uento en el envase de los productos comprados – tanto para el comercio electrónico como la tienda física
  2. Cupones en el email de gracias por la compra – con límite de compra antes de Navidad, por ejemplo
  1. Código de desc
  2. Personalizar el sitio para recibir el regreso del cliente con incentivo o productos relevantes por el interés previo (leer más sobre CRO)
  3. Proporcionar el cambio en la tienda física, generando flujo de tienda

REGLAS DE LAS RELACIONES DE LA COMPRA Y RELLENADO
La compra de varios productos puede asegurar su próxima venta. Estos son algunos ejemplos de categorías que pueden tener fácilmente recompra recurrentes:

  1. Máquinas de café – cápsulas
  2. Productos para bebés y niños – programa de reabastecimiento de pañales, alimentos para bebés, juguetes
  3. Productos de la tienda de animales – programa de recompra de alimentación, juguetes, ropa
  4. Bebidas
  5. Origen y destino viajado – alentar el retorno / vivir la experiencia de nuevo
  6. Productos de maquillaje y perfumes

INCENTIVO PARA DESCARGAR LÁ APLICACIÓN Y LA COMUNICACIÓN POR PUSH
Las aplicaciones son una herramienta importante para ser explotada, ya que ofrecen una práctica y eficiente experiencia de compra, además de tener tasas de salida más bajas en comparación con los sitios móviles. Esto es debido al hecho de que el cambio del sitio en el navegador es más simple que salir de una aplicación, y la experiencia a menudo no es tan intuitiva.
Aún así, con las aplicaciones se puede capturar datos como la ubicación, entre otros que pueden ser utilizados para la oferta ser más relevante y personalizada para cada cliente.
OTRAS ACCIONES
Varias marcas aprovechan la ola de “Black” y continúan haciendo noches de promociones  durante todo el año, por ejemplo el “Prime Day” de Amazon, “Black Night”, de Americanas.com, el “búho” de compras de Colombo, y muchos otros, pues este tipo de acción prende la atención de los clientes.
Elija una fecha significativa para incluir en el calendario promocional. Es una gran oportunidad para mantener los clientes comprometidos [:]

Sua ferramenta de busca é fácil de achar?

[:pt]A ferramenta de busca de um site tem uma grande importância frente ao seu desempenho como um todo. Mas será que sua marca dá a esse campo o tratamento adequado?
Mais de 100 bilhões de buscas são feitas diariamente no Google. E além de ser o maior buscador da internet, é uma maneira rápida e eficiente de encontrar o conteúdo/produto desejado, não é mesmo?
No entanto, muitos usuários preferem utilizar o search do próprio website e isso geralmente representa de 40% a 50% a mais de conversão em comparação a visitantes que não fizeram buscas. Normalmente quem usa o esse campo são visitantes que já sabem o tipo de item que desejam. Às vezes até mesmo possuem a referência do produto, o que acaba influenciando positivamente na conversão.

Nada de discrição

Um erro muito comum é deixar a ferramenta muito discreta, geralmente para que o layout seja clean. Em alguns casos ela fica até mesmo escondida, o que dificulta muito uma navegação mais direta, podendo resultar em uma maior taxa de saída da página. 73% dos usuários acabam abandonando o site ao não encontrarem o que desejam em dois minutos. Recomenda-se, assim, que a ferramenta seja visível e apareça em todas as páginas do website.

Autocomplete

Não basta incluir a ferramenta no topo do site se ela não é funcional. Por exemplo, não ter autocomplete é um grande dificultador. Isso porque recomendar produtos otimiza o tempo do cliente, podendo até mesmo elevar o ticket médio do pedido ao sugerir produtos mais caros (porém relevantes!) e aumento da conversão.
Portanto, é necessário também analisar quais tipos de palavras são mais buscadas no site. Por exemplo, se existe uma grande procura por marcas específicas, talvez uma saída seria fazer landings pages dedicadas para proporcionar uma experiência diferente para o usuário. Esses espaços também podem ser patrocinados pela marca mencionada, numa relação ganha-ganha.

Filtros

Filtros funcionais na ferramenta de busca evitam que o visitante efetue novas pesquisas, otimizando o tempo de navegação e número de páginas visitadas, melhorando a usabilidade e, no final, a conversão.
Deve-se, também, considerar que cada categoria do website deve ter filtros proporcionais. Acontece muito de ter os mesmos filtros para todas os tipos de palavras buscadas, não levando em consideração o gênero utilizado na pesquisa. Por exemplo, ao buscar “jaqueta feminina” não é relevante trazer um filtro de “masculino”, pois não condiz com o tipo de produto buscado.
Outro ponto é a ordenação da vitrine do resultado de busca. Muitos usuários acabam reordenando novamente a página, pois preferem o ranqueamento pelo preço mais baixo. Contudo é necessário observar se isso pode estar influenciando na queda do seu ticket médio. Uma boa estratégia é fazer um teste A/B para analisar qual melhor ordenação, não só da vitrine de busca, mas como de todas as vitrine do site.

Informações

Não é só a ferramenta de busca que é preciso ser avaliada. Outro fator importante são os fluxos seguintes do usuário e seu comportamento em cada fluxo.
Para exemplificar a situação mencionada: foi realizado um teste de mudança de layout em uma página de produto de um cliente da Pmweb para dar mais destaque aos reviews dos clientes. A conclusão foi que esse destaque só fazia sentido para visitantes que utilizaram a busca, visto que o usuário ainda está em processo de decisão de qual produto/marca comprar. O resultado foi +1,23% de conversão em relação à versão controle 🙂
Portanto, não adianta apenas ter e destacar a ferramenta de busca. É necessário que ela seja funcional e antecipe as necessidades do cliente, sempre mostrando produtos e filtros relevantes. Todo detalhe, nesse caso, deve ser considerado, pois pode valer uma conversão no final da experiência de navegação.
Fonte: Conversion XL[:en]The search engine of a website plays a major role in its overall performance. But are you giving  it the attention it deserves?
Over 100 billion searches are happen on Google everyday. And besides being the most popular search engine on the internet, it’s a quick and efficient way to find the desired content/product, right?
However, many users prefer to use the website’s own search and this generally represents 40% to 50% more conversion compared to visitors who did not search. Usually those who use this field are visitors who already know what they want. Sometimes they even have information about the product, which ultimately influences the conversion in a positive way.

No discretion

A very common mistake is to design the tool too discreet, usually for the layout to be clean. In some cases it is even hidden, which makes it very difficult to navigate more directly, which can result in a higher exit rate of the page. 73% of users end up leaving the site after not finding what they want in up to two minutes. It is therefore recommended that the tool be visible and appear on all pages of the website.

Autocomplete

Just including the tool at the top of the page is not enough if it isn’t functional . For example, not having the autocomplete resource is a major constraint. This happens because suggesting products optimizes customer time, and can even raise the average ticket of the order by recommending more expensive (but relevant!) products, aside from increased conversion.
Therefore, it is also necessary to analyze which types of words are most searched on the site. For example, if there is a great demand for specific brands, perhaps an exit would be to make dedicated landings pages to provide a different experience for the user. These spaces can also be sponsored by the brand mentioned, in a win-win relationship.

Filters

Functional filters in the search tool prevent the visitor from doing new searches, optimizing browsing time and number of pages visited, improving usability and, ultimately, conversion.
We should also consider that each category of the website have adequate filters. Websites often have the same filters for all types of searched words, not taking into account the genre used in the search. For example, when searching for “female jacket” it is not relevant to bring a “male” filter because it does not match the type of product sought.
Let’s not forget the ordering of the search result window. Many users end up rearranging the page because they prefer ranking at the lowest price. However we should check if this could be influencing the fall of your average ticket. A good strategy is to perform an A/B test to see what is the better ordering, not just in the search window, but in every window of the site.

Information

It’s not just the search tool that needs to be evaluated. Another important factor is the user’s subsequent flows and their behavior in each one of them.
To illustrate the situation above, a change of layout test was performed on a product page of a Pmweb customer to give more prominence to customer reviews. The conclusion was that this highlight only made sense to visitors who used the search, when the user was still in the process of deciding which product/brand to buy. The result was +1.23% conversion compared to the control version.
Therefore, there is no use in just having and highlighting a search tool. It needs to be functional and anticipate the customer’s needs, always showing relevant products and using the right filters. Every detail, in this case, should be considered, as it may be worth a conversion at the end of the browsing experience.
Source: Conversion XL[:es]El motor de búsqueda de un sitio web desempeña un papel importante en su rendimiento general. ¿Pero le estás dando la atención que merece?
Más de 100 millones de búsquedas se realizan en Google todos los días. Y además de ser el motor de búsqueda más popular en Internet, es una forma rápida y eficiente de encontrar el contenido/producto deseado, ¿no?
Sin embargo, muchos usuarios prefieren usar la propia búsqueda del e-commerce y esto generalmente representa un 40% a un 50% más de conversión en comparación con los visitantes que no buscaron. Por lo general, los que utilizan este campo son los visitantes que ya saben lo que quieren. A veces incluso tienen información sobre el producto, que en última instancia, influye en la conversión de una manera positiva.

Sin discreción

Un error muy común es diseñar la herramienta demasiado discreta, generalmente para que la disposición esté clean. En algunos casos, incluso queda oculto, lo que hace que sea muy difícil navegar más directamente, lo que puede dar lugar a una mayor tasa de salida de la página. 73% de los usuarios terminan dejando el sitio después de no encontrar lo que quieren en un máximo de dos minutos. Por lo tanto, se recomienda que la herramienta sea visible y aparezca en todas las páginas del sitio web.

Autocompletar

Sólo incluir la herramienta en la parte superior de la página no es suficiente si ella no es funcional. Por ejemplo, no tener el recurso de autocompletar es una restricción grande. Esto sucede porque sugerir productos optimiza el tiempo del cliente, e incluso puede aumentar el ticket promedio de la orden recomendando productos más caros (pero relevantes!), aparte de una mayor conversión.
Por lo tanto, también es necesario analizar qué tipos de palabras se buscan más en el sitio. Por ejemplo, si hay una gran demanda de marcas específicas, tal vez una salida sería hacer landing pages dedicadas para proporcionar una experiencia diferente para el usuario. Estos espacios también pueden ser patrocinados por la marca mencionada, en una relación de ganar-ganar.

Filtros

Los filtros funcionales en la herramienta de búsqueda evitan que el visitante realice nuevas búsquedas, optimizando el tiempo de navegación y el número de páginas visitadas, mejorando la usabilidad y la conversión.
También debemos considerar que cada categoría del sitio web tenga filtros adecuados. Los sitios web suelen tener los mismos filtros para todos los tipos de palabras buscadas, sin tener en cuenta el género utilizado en la búsqueda. Por ejemplo, cuando se busca “camisa femenina”, no es relevante traer un filtro “masculino” porque no coincide con el tipo de producto buscado.
No olvidemos el orden de la vitrina de resultados de búsqueda. Muchos usuarios terminan reorganizando la página porque prefieren el ranking al precio más bajo. Sin embargo debemos comprobar si esto podría estar influyendo en la caída de su boleto promedio. Una buena estrategia es realizar una prueba A/B para ver cuál es el mejor orden, no sólo en la vitrina de búsqueda, sino en todas las vitrinas del sitio.

Información

No es sólo la herramienta de búsqueda que necesita ser evaluada. Otro factor importante son los flujos posteriores del usuario y su comportamiento en cada uno de ellos.
Para ilustrar la situación anterior, se realizó una prueba de diseño en una página de producto de un cliente de Pmweb para dar más importancia a las revisiones de los clientes. La conclusión fue que este resalto sólo tenía sentido para los visitantes que utilizaron la búsqueda, cuando el usuario estaba todavía en el proceso de decidir qué producto/marca para comprar. El resultado fue una conversión de + 1,23% en comparación con la versión de control.
Por lo tanto, no es suficiente tener y resaltar una herramienta de búsqueda. Ella tiene que ser funcional y anticipar las necesidades del cliente, siempre mostrando productos relevantes y utilizando los filtros adecuados. Cada detalle, en este caso, debe ser considerado, ya que puede valer una conversión al final de la experiencia de navegación.
Fuente  Conversion XL[:]

[:pt]Como a eÓtica aumentou em 15X a receita por e-mail[:en]How eOtica increased their email revenue by 15 times[:es]Como eÓtica aumentó en 15 veces los ingresos por email[:]

[:pt]Online há cinco anos, a eÓtica é a primeira ótica online a vender óculos e lentes de contato no Brasil, sendo líder no mercado ótico brasileiro. Desde 2014, é cliente de data driven marketing da Pmweb e há dois meses vem usando as Rockin’ Tags na régua de relacionamento de navegação, aumentando em 15 vezes a receita por e-mail dessa campanha.

Rockin’ Tags

Capturar, compreender e dar sentido aos dados só é possível por meio da tecnologia aliada à estratégia. Todos nós deixamos muitas pistas de navegação, pois vivemos grande parte dos nossos dias conectados. Coletar, decifrar e tornar essas pistas a chave para uma comunicação assertiva é a missão das Rockin’ Tags.
Produto desenvolvido 100% pela Pmweb, as tags tornam possível capturar dados de busca, navegação, produto no carrinho e venda, que poderão ser utilizados em campanhas de comunicação individualizada e por múltiplos canais. Depois que os dados são coletados, são tratados e encaminhados às plataformas Responsys e Maxymiser para serem orquestrados em campanhas por diversos canais.

Case eÓtica

Funciona assim: toda vez que um usuário navega em determinados produtos e não faz a compra, automaticamente recebe um e-mail que contém aqueles itens, como no exemplo abaixo:
EOTICA-tag

Resultados

Em dois meses de campanha, a receita para cada e-mail enviado se tornou 15 vezes maior que a média geral das campanhas da eÓtica, comprovando que entregar a mensagem certa para a pessoa certa e no momento certo são a chave para bons resultados. E isso só é possível pelo uso inteligente dos dados.[:en]Online for five years now, eOtica is the first virtual shop that sells glasses and contact lenses in Brazil, leading the Brazilian optical market. Since 2014 they have been a data driven marketing client for Pmweb and they have been using our Rockin’ Tags for two months now in their navigation ruler, which increased her email earnings by 15 times this campaign.

Rockin ‘Tags

Capturing, understanding and making sense of data can only be possible through technology linked to strategy. We all leave many traces of navigation, since we live most of our days connected. Collecting, deciphering and making sense of these traces for assertive communications is the mission of our Rockin’ Tags.
A product developed 100% by Pmweb, the tags make it possible to capture search data, navigation data, products in the cart and sales, that can be used in individualized communication campaigns through multiple channels. Once the data is collected, they are processed and sent to the Responsys and Maxymiser platforms for the orchestration of campaigns through various channels.

The eÓtica study case

It works like this: every time a user navigates through certain products and doesn’t finish the purchase, he or she automatically receives an email that contains those products, as in the following example:
EOTICA-tag

Results

In two months of campaign, the revenue for each email sent returned 15 times more than the overall average of eOtica campaigns, which shows that delivering the right message to the right person at the right time is the key to good results. And this is only possible through the intelligent use of data.[:es]Online hace cinco años, eÓtica es la primera óptica virtual que vende gafas y lentes de contacto en Brasil, siendo líder en el mercado óptico brasileño. Desde 2014 es cliente de data driven marketing de Pmweb y hace dos meses viene utilizando las Rockin’ Tags en la regla de relación de navegación, lo que aumentó en 15 veces los ingresos por correo electrónico de esta campaña.

Rockin’ Tags

Captar, entender y dar sentido a los datos sólo es posible a través de la tecnología, junto con la estrategia. Todos dejamos muchos rastros de navegación, ya que vivimos la mayor parte de nuestros días conectados. Recoger, descifrar y hacer estos rastros la clave para una comunicación asertiva es la misión de las Rockin’ Tags.
Un producto desarrollado 100% por Pmweb,las tags hacen posible la captura de datos de búsqueda, de navegación, producto en el carrito y venta, que pueden ser utilizados en las campañas de comunicación individualizada a través de múltiples canales. Una vez recogidos los datos, se procesan y se remiten a las plataformas de Responsys y Maxymiser para la orquestación de campañas por diversos canales.

El caso eÓtica

Funciona así: cada vez que un usuario navega por ciertos productos y no realiza la compra, recibe automáticamente un correo electrónico que contiene aquellos poductos, como en el siguiente ejemplo:
EOTICA-tag

Resultados

En dos meses de campaña, la receta para cada correo electrónico enviado convirtió 15 veces más que el promedio general de las campañas de la eÓtica, lo que demuestra que entregar el mensaje correcto a la persona adecuada en el momento adecuado es la clave de los buenos resultados. Y esto sólo es posible mediante el uso inteligente de los datos.[:]

[:pt]Marketing analítico: o novo profissional do mercado[:en]Analytical Marketing: meet the new marketing professional[:es]Marketing analítico: el nuevo profesional del mercado [:]

[:pt]O novo profissional de marketing é multifacetado, navega entre muitas áreas, mas não é necessariamente formado no assunto. Ele tem que entender de tecnologia e estar ligado em inovação, ter uma busca incansável pelo novo e, claro, tem que entender de marketing. Este novo profissional que o mercado tanto procura foi surgindo ao longo do tempo com a demanda das empresas por ações cada vez mais assertivas e mensuráveis do ponto de vista de resultados.
Antes, quando havia só as ações off-line, contávamos com as agências de publicidade e seus gênios criativos para realizar ações incríveis e que dessem retorno sobre o investimento em questão. Claro, não sabíamos qual era o retorno. A era do broadcast (em que a informação sai de uma fonte emissora e chega a uma grande massa de receptores, tendo a televisão como um exemplo claro) foi passando e investir em marketing digital tornou-se primordial para grandes empresas, agências e startups.
Com o boom das ações online, termos foram surgindo e se tornaram cada vez mais comuns no nosso dia a dia: mídia programática, SEO, SEM, Mobile Marketing, Marketing de Conteúdo, User Experience, entre outras. Mas o profissional analítico tem que saber tudo isso? É fato que também é importante, no entanto, existe algo que tornou o nosso mundo de conhecimento mais amplo ainda:os dados.

A análise de dados

Inteligência de mercado, business intelligence (BI), big data. São muitos os termos que as empresas dão para essa área de estudo. E isso chegou aos profissionais de marketing. Essas áreas de estudo, normalmente dominadas por profissionais de TI, estão cada vez mais entrando na vida de todos nós, profissionais de marketing, que queremos e precisamos nos tornar mais analíticos e conhecer a fundo os dados que as marcas detêm e recebem diariamente.

Fontes de dados

A análise do sistema origem não será feita por você, mas é de extrema importância que você entenda de onde vem o dado e o que poderá ser feito com ele. Uma vez que se tenha uma visão estruturada de dados de destino, é possível identificar e examinar as fontes de dados.
Além de analisar os dados, é preciso compreender também as fontes de dados, que mudam a cada segundo e informações que se tornam cada vez mais complexas. É preciso começar a entender e a navegar por áreas que fogem do escopo tradicional de um curso de marketing. Assim, compreender cada uma das fontes pelas quais os dados são coletados é de suma importância.
Que tipo de análise você poderá fazer com o seu consumidor para realizar uma ação efetiva e bater sua meta no final do ano? Por exemplo:

  • //Como minha marca está sendo vista nas mídias sociais?
  • //O que os clientes gostariam de comprar?
  • //Quais clientes são mais rentáveis?
  • //Qual a probabilidade de um usuário que veio de uma mídia social, navegou em mais de 3 páginas do meu site, realizar uma compra ao ser impactado por um e-mail?

Seja via sistema de CRM, por campanhas de e-mail marketing ou por um investimento em links patrocinados, é você que deverá saber o lugar certo, o conteúdo certo e o momento certo para falar com o seu consumidor. Para se tornar o profissional que o mercado quer, você tem que passar a fazer sua estratégia voltada para dados. Trabalhar o lifecycle do seu cliente se torna muito mais fácil quando se compreende o momento em que ele está.

Perfil do novo profissional de marketing

O novo profissional de marketing tem que ser um curioso por natureza e estar antenado em todas as novidades que envolvem o mercado de marketing e tecnologia de modo geral. Comunicativo, o perfil dessa pessoa é de alguém que se relaciona bem e que transita por muitas áreas com tranquilidade. 
Falar inglês é imprescindível. A inovação ainda se vê muito fora do Brasil e, por mais que você seja um profissional de ponta, muitas das ferramentas e informaçõesdisponíveis não estarão no idioma nativo (português).
Estar por dentro de cada rede social existente é importante também, afinal hoje o maior investimento de marketing nas empresas está presente no mundo online.
Por último, e não menos importante: números. Esteja familiarizado com eles, respire esses números e entenda a importância do mindset voltado à parte lógica do marketing. Um profissional que investe seu tempo para se aprofundar em dados se diferencia dos demais e toma as melhores decisões.
Não se preocupe com sua formação, isso não é algo que te impediria de trabalhar com marketing, mas não se esqueça de que estudar nunca é demais.
E, para concluir, conheça as 5 tendências para a revolução do marketing cloud e fique por dentro de tudo o que rola no nosso blog.
Obrigado e até a próxima! 🙂[:en]The new marketer is a polyvalent professional that navigates between many areas, but may  not necessarily come from a business school. He or she must be up to date with technology and be connected to innovation, relentlessly pursue the new and, of course, deeply understand marketing. This new professional has been surfacing over time under the demand of companies for campaigns that are increasingly assertive and measurable from the results point of view.
Previously, when there were only offline campaigns, we relied on advertising agencies and their creative geniuses to create incredible campaigns and give a return on the investment in question. Of course, we did not know what that return was going to be. The era of broadcasting (where information comes from a broadcast source and reaches a large mass of receivers, television is a clear example) has been going on and investing in digital marketing became paramount for large companies, agencies and startups.
With the online campaign boom, new terms have emerged and became increasingly commonplace in our day to day: programmatic media, SEO, SEM, Mobile Marketing, Content Marketing, User Experience, among others. But does the analytical professional have to know all this? Well, that is also important. However, there is something that has made our world of knowledge even wider: the data.

Data analysis

Market intelligence, business intelligence (BI), big data. There are many terms that companies give to this field, which applies to marketers as well. These areas of study, usually dominated by IT professionals, are becoming more and more important in the lives of all of us marketers, who want and need to become more analytical and know more about the data that brands hold and receive on a daily basis.

Data Sources

The analysis of the source system will not be done by you, but it is of the utmost importance that you understand where the data comes from and what can be done with it. Once you have a structured view of target data, you can identify and examine the data sources.
In addition to analyzing the data, you must also understand the data sources – which change by the second – and information that becomes increasingly complex. We must begin to understand and navigate areas that are beyond the traditional scope of a marketing course. Thus, understanding each of the sources by which data is collected is of paramount importance.
What kind of analysis can you do about your consumer to take effective action and reach your goal by the end of the year? For example:
   // How is my brand being seen in social media?
   // What would customers like to buy?
   // Which customers are most profitable?
   // How likely is a user who came from social media and browsed more than 3 pages of my site to make a purchase when impacted by an email?
Whether via CRM system, email marketing campaigns or an investment in sponsored links, you should know the right place, the right content and the right time to talk to your consumer. To become the professional the industry needs, one must develop data-driven strategies. Working your client’s lifecycle becomes much easier when you understand the moment he is in.

Profile of the new marketing professional

The new marketer must be curious by nature and aware of all the novelty that involves marketing and technology in general. Communicative, this professional is someone who relates well and who transits through many areas with ease.
Speaking English is a must. Innovation is still very much outside of Brazil and, although you might be a great marketer, many of the tools and information available will not be in your native language.
Being up to date with each existing social network is important as well, after all today the biggest investment in business marketing is present in the online world.
Last but not least: numbers. Be familiar with them, breathe in those numbers and understand the importance of a mindset focused on the logical part of marketing. A professional who invests his time to delve into data differs from others and makes a better decision maker.
Don’t worry about your academic history, this is not something that would prevent you from working with marketing. But don’t forget that studying is never too much.
And to conclude, get to know the 5 trends of the cloud marketing revolution and stay on top of everything on our blog.
Thank you and see you next time![:es]El nuevo profesional de marketing tiene múltiples facetas, navega muchas áreas, pero no necesariamente tiene formación en el área. Él tiene que conocer tecnología y innovación, buscar incesantemente por el nuevo y, por supuesto, tiene que entender el marketing. Este nuevo profesional que el mercado tanto busca ha surgido con el tiempo con la demanda de las empresas por acciones cada vez más firmes y medibles desde el punto de vista de los resultados.
Antes, cuando había sólo las acciones offline , hubieron agencias de publicidad y sus genios creativos para llevar a cabo acciones increíbles y dar retorno de la inversión en cuestión. Por supuesto, no sabíamos lo que era el retorno. La era del broadcast (donde la información proviene de una fuente y llega a una gran masa de receptores, la televisión como un claro ejemplo) fue pasando e invertir en marketing digital se ha convertido en esencial para las grandes empresas, agencias y startups.
Con el auge de las acciones online, los términos han surgido y se han vuelto cada vez más comunes en nuestro día a día: los medios de programación, SEO, SEM, mobile marketing, marketing de contenidos, experiencia del usuario, entre otros. Sin embargo, el profesional de análisis tiene que saber todo esto? Es un hecho que también es importante,pero hay algo que ha hecho que nuestro mundo más amplio conocimiento sigue: los datos.

Análisis de los datos

Inteligencia de mercado, business intelligence (BI), big data. Hay muchos términos que las empresas dan a esta área de estudio. Y eso incluye los profesionales del marketing. Estas áreas de estudio, generalmente dominadas por los profesionales de TI, están entrando cada vez más en nuestras vidas, profesionales de marketing, que desean y necesitan tornarse más analíticos y conocer profundamente a los datos que las marcas sostienen y reciben diariamente.

Fuentes de datos

El análisis del sistema de origen no será hecho por usted, pero es extremadamente importante que comprenda de dónde vienen los datos y qué se puede hacer con ellos. Una vez que tenga una visión estructurada de los datos de destino, se puede identificar y examinar las fuentes de datos.
Además de analizar los datos, también tenemos que entender las fuentes de datos, que cambian cada segundo y las informaciones que se vuelven cada vez más complejas. Hay que empezar a entender y navegar áreas que van más allá del ámbito tradicional de un curso de marketing. Por lo tanto, la comprensión de cada una de las fuentes para las que se recogen los datos es de importancia primordial.
¿Qué tipo de análisis se puede hacer con el consumidor para tomar una acción efectiva y alcanzar su objetivo al final del año? Por ejemplo:
// ¿Como mi marca es vista en los medios sociales?
// ¿Qué es que a los clientes le gustaría comprar?
// ¿Cuales clientes que son más rentables?
// ¿Cuál es la probabilidad de que un usuario que provenía de un medio de comunicación social, ha navegado más de 3 páginas de mi sitio, hacer una compra por ser impactado por un e-mail?
Ya sea a través del sistema de CRM, campañas de marketing de e-mail o una inversión en links patrocinados, es usted quien debe conocer el lugar correcto, el contenido adecuado y el momento adecuado para hablar con su consumidor. Para convertirse en el profesional que el mercado quiere, usted tiene que poner los datos en el centro de su estrategia.Trabajando el ciclo de vida de su cliente se convierte en mucho más fácil cuando se comprende qué momento él está viviendo.

Perfil del nuevo profesional de marketing

El profesional de marketing tiene que ser naturalmente curioso y estar atento a todas las noticias que implican el mercado de marketing y tecnología en general.El perfil de esta persona es alguien que se relaciona bien y que transita por muchas áreas con facilidad.
Hablar inglés es esencial. Mucho de la innovación sigue llegando de afuera de Brasil, y por más que usted sea un profesional de primera, muchas de las herramientas e informaciones disponibles no estarán en su idioma nativo.
Acompañar cada red social existente también es importante, pues ahora la inversión de marketing más grande de las compañías pasa en el mundo online.
Por último, pero no menos importante: los números. Estar familiarizado con ellos, respirar estos números para comprender la importancia de la mentalidad centrada en la lógica del marketing. Un profesional que invierte su tiempo para ahondar en los datos difiere de los demás y toma mejores decisiones.
No se preocupe por su formación académica. Esto no es algo que le impida trabajar con el marketing, pero no se olvide que el estudio nunca es demasiado.
Gracias y hasta la próxima! [:]

[:pt]Não existe estratégia online e offline. Existe estratégia boa ou ruim.[:en]There is no such thing as online or offline strategy. There is only good or bad strategy.[:es]No existe estrategia online y offline. Solo hay buena o mala estrategia.[:]

[:pt]Às vezes parece difícil pensar na integração entre online e off-line. Mas como vimos há pouco, para o novo consumidor, existe a experiência com a marca, não importa em qual canal seja. É preciso pensar omnichannel.
Separamos algumas marcas internacionais e brasileiras que já estão fazendo essa conexão magistralmente.

Starbucks

Estamos falando de uma marca que sempre esteve à frente em se tratando de conexão entre experiências online e off-line. Starbucks foi a primeira rede a oferecer amplamente acesso grátis a wi-fi e é, naturalmente, conhecida por deixar os clientes a praticamente habitarem seus estabelecimentos (o que se tornou um padrão para as cafeterias).
Por meio de seu aplicativo que usa um código de barras, desde 2009 a gigante do café tem trabalhado o mobile para pagamentos e também para administração do programa de fidelidade, com o seu aplicativo que usa um sistema de código de barras.
Em 2015, houve um aumento de 21% das transações via aplicativo nos EUA quando a marca lançou o “click-and-collect coffee”, para aqueles que não querem esperar na fila.
starbucks-omnichannel
Mas as ações da Starbucks não são apenas online, elas alcançam as lojas também. Algumas iniciativas são:
– A marca tem usado geolocalização para fazer push notification
– As famosas playlists de música da Starbucks estão disponíveis no Spotify exclusivamente para membros do programa de fidelidade, que podem sugerir as suas próprias faixas para dentro da loja.
– E-mail marketing e social mídia são usados para apresentar as especialidades sazonais e ofertas aos membros do programa de recompensas.
starbucks-omnichannel-app
De modo geral, o investimento da Starbucks em lojas (incluindo lojas conceito) é tão impressionante como o seu investimento nas suas estratégias digitais, tornando-se uma marca verdadeiramente multi-canal.

Hilton

A gigante rede de hotéis Hilton está investindo forte em tecnologia e em user experience. Ao adicionar esta funcionalidade ao aplicativo Hilton HHonors, a marca está removendo alguns dos elementos mais frustrantes para os hóspedes: com o aplicativo, os usuários podem escolher seu quarto no hotel selecionado, depois abrir seu quarto com a “chave digital” e ainda chamar um Uber.
hilton-app
A experiência no balcão sempre pode ser comprometida com filas, mas essas iniciativas via app ajudam a empoderar os clientes para que eles mesmos personalizem e controlem suas próprias experiências, bem além da jornada de reserva online.

Farm

A carioca Farm sempre caprichou na experiência de seus clientes. Nas lojas físicas, desde o aroma, passando pela música e pelo mood tropical da decoração e das coleções, a marca sempre foi consistente em sua proposta. Levar tudo isso para o online era um grande desafio e eles chegaram bem perto.
E-mail marketing
Além de a estética e a linguagem dos e-mails da Farm seguirem perfeitamente a identidade da marca, a empresa integra os dados dos clientes das lojas físicas para que a comunicação flua também em outros canais. Por exemplo, a campanha de e-mail abaixo foi segmentada de modo a apresentar uma promoção focada nas clientes de Curitiba, mostrando o endereço da loja naquela cidade.
farm-omnichannel
A partir do cadastro no e-commerce, novos clientes passam a fazer parte de um programa automatizado de lifecycle marketing da Farm, que respeita as preferências e os interesses de cada consumidor, ao usar os dados integrados de diversos canais. A Farm é cliente da Pmweb, usa nossos serviços estratégicos em data driven marketing e a plataforma Oracle Responsys.
Da loja física para o e-commerce
Uma das dificuldades na operação das empresas que têm e-commerce e lojas físicas é a questão do comissionamento dos vendedores. Se eles não são comissionados no e-commerce, acaba acontecendo uma competição, dentro da própria marca, entre canais.
A Farm resolveu esse problema: quem visita as lojas e acaba não comprando, recebe do vendedor um cartão com seu código pessoal, para que o cliente possa comprar online. Esse código dá um desconto de 10% e frete grátis, além de garantir o comissionamento do atendente. Todos ganham 🙂
Farm

Youcom

A marca de moda Youcom inova na linguagem descontraída, focada no público jovem, e no uso de dados para automatizar a comunicação com sua base. Fundada em 2013, além do e-commerce, a empresa possui 54 lojas físicas nos três estados do Sul do Brasil (RS, SC, PR), no Distrito Federal, em Minas Gerais e em São Paulo. Até o final de 2016, mais cinco lojas deverão ser incluídas no portfólio da empresa.
A integração da experiência on e off-line começa pelo fato de 70% da base de dados vir de lojas físicas. A partir disso, fica fácil manter o público engajado através de data driven marketing, serviços e plataforma contratados da Pmweb.
E-mail que vale desconto
A ação “Jeans for Change” foi ativada por e-mail e culminava na atração de fluxo para as lojas físicas. Consistia em levar um jeans usado em qualquer estabelecimento Youcom e ganhar 20% na compra de um novo.
youcom-omnichannel-2
Integrar a experiência online e off-line não é mais uma opção e o uso de dados é fundamental no processo. Sua empresa está preparada?
Fonte: Econsultancy[:en]Sometimes it seems difficult to think of integration between online and offline. But as we saw earlier, to the new consumer, there is only brand experience, no matter which channel. We must think omnichannel.
We have curated some international and Brazilian brands that are already doing this connection masterfully.

Starbucks

We’re talking about a brand that has always been ahead when it comes to connection between online and offline experiences. Starbucks was the first franchise to widely offer free access to wifi and is of course known for letting customers virtually inhabit their establishments (which became a standard for coffee shops).
Through its bar code operated app, since 2009 the coffee giant has been working with mobile payment and also managing its loyalty program.
In 2015, there was an increase of 21% of transactions via app in the US when the brand launched the “click-and-collect coffee”, for those who do not want to wait in line.
starbucks-omnichannel
But Starbucks campaigns are not only online, they reach the shops too. Some initiatives are:
– Using geolocation to back push notifications
– The famous Starbucks playlists available in Spotify, exclusively for members of the loyalty program. You can even suggest your own tracks in store.
– Email marketing and social media usage to present seasonal specialties and offers to members of the rewards program.
starbucks-omnichannel-app
In general, investment in Starbucks stores (including concept shops) is as impressive as its investment in its digital strategies, making it a truly multi-channel brand.

Hilton

The giant Hilton hotel chain is investing heavily in technology and user experience. By adding this functionality to the application Hilton HHonors, the brand is removing some of the most frustrating elements for guests: with the application, users can choose their room in the selected hotel, then open their room with a “digital key” and even get an Uber.
hilton-app
The lobby experience can be compromised by big lines, but these app initiatives help empower guests to customize and control their own experience, well beyond the online booking journey.

Farm

The carioca Farm always goes the extra mile when it comes to customer experience. In physical stores, from the aroma to the music and tropical decoration and collections, the brand has always been consistent in its proposal. Bringing it all online was a big challenge and they came very close.
Email marketing
In addition to the aesthetic and the language of Farm emails perfectly follow the brand identity, the company integrates customer data from physical stores so the communication also flows in other channels. For example, the email campaign below is targeted to run a promotion focused on Curitiba customers, showing the store address in that city.
farm-omnichannel
From the registration on e-commerce, new customers become part of Farm’s automated lifecycle marketing program, which respects the preferences and interests of every consumer using integrated data from multiple channels. Farm is one of Pmweb’s clients and they use our strategic services in data-driven marketing and the Oracle Responsys platform.
From the physical store to the e-commerce
One of the difficulties in the operation of companies that have e-commerce and physical stores is the issue of sellers commissioning. If they are not commissioned in the online store, it generates competition within the brand between the channels.
Farm does not have this problem: clients who visit a physical store and don’t close the deal receive a card from the salesperson with their personal code, so that customers can buy online. This code gives 10% discount and free shipping, and ensure the salesperson’s commissioning. It’s a win-win.
Farm

Youcom

Youcom innovates in the fashion world with its chill, young language and the use of data to automate communication with its base. Founded in 2013, in addition to e-commerce, the company has 54 retail stores in the three southern states of Brazil (RS, SC, PR), in the Federal District, Minas Gerais and São Paulo. By the end of 2016, five more stores should be included in the company’s portfolio.
The integration of on and offline experience begins with the fact that 70% of the database comes from physical stores. From this it gets easy to keep the audience engaged through data driven marketing, services and platform also provided by Pmweb.
E-mail voucher
The “Jeans for Change” campaign has been activated by email and culminated in the flow of attraction for physical stores. It was as simple as bringing a used pair of jeans to any Youcom establishment and earn 20% on the purchase of a new one.
youcom-omnichannel-2
Integrating online and offline experience is no longer an option and the use of data is critical to this process. Is your company ready?
Source: Econsultancy[:es]A veces parece difícil pensar en la integración entre online y offline. Pero como hemos visto anteriormente, para el nuevo consumidor, existe solo la experiencia con la marca, no importa qué canal sea. Hay que pensar omnichannel.
Separamos algunas marcas internacionales y brasileñas que ya están haciendo esta conexión con maestría.

Starbucks

Estamos hablando de una marca que siempre ha estado a frente cuando se trata de conexión entre las experiencias on y offline. Starbucks fue la primera red a ofrecer un acceso libre de wi-fi y, por supuesto, es conocida por permitir que los clientes prácticamente habiten en sus establecimientos (que se convirtió en un estándar para cafeterías).
A través de su aplicación que utiliza un código de barras, desde el año 2009 el gigante del café ha estado trabajando el pago móvil y también para la administración del programa de fidelidad.
En 2015, hubo un aumento del 21% de las transacciones a través de la aplicación en los EE.UU., cuando la marca lanzó el “click-and-collect coffee”, para los que no quieren esperar en la cola.
Pero las acciones de Starbucks no están sólo online, pues llegan a las tiendas también. Algunas iniciativas son:
– La marca ha utilizado geolocalización para notificación push
– Las famosas listas de reproducción de música de Starbucks están disponibles en Spotify exclusivamente para los miembros del programa de fidelidad, qu pueden sugerir sus propios temas en la tienda.
– Email marketing y las redes sociales se utilizan para presentar las especialidades de temporada y ofrece a los miembros del programa de recompensas.
En general, la inversión en las tiendas de Starbucks (incluyendo tiendas de concepto) es tan impresionante como su inversión en sus estrategias digitales, por lo que es una marca verdaderamente multi-canal.

Hilton

La gigantesca red de hoteles Hilton está invirtiendo fuertemente en la tecnología y en la experiencia del usuario. Al añadir esta funcionalidad a la aplicación de Hilton HHonors, la marca promueve la eliminación de algunos de los elementos más frustrantes para los clientes: con la aplicación, los usuarios pueden elegir su habitación en el hotel seleccionado, abrir su departamento con una “llave digital” e incluso llamar a una Uber.
La experiencia en el lobby siempre trae el riesgo de las colas, pero estas iniciativas a través del app permiten a los clientes personalizar y controlar ellos mismos a sus propias experiencias, mucho más allá de la reserva online.

Farm

La carioca Farm siempre se dedicó a la experiencia de sus clientes. En las tiendas físicas, ya desde el aroma, a través de la música y la decoración tropical, la marca siempre ha sido coherente en su propuesta. Llevar todo online fue un gran reto y llegaron muy cerca.
Email Marketing
Además de la estética y el lenguaje de los mensajes por email de Farm perfectamente conectados a la identidad de la marca, la empresa integra datos de los clientes de las tiendas físicas para que la comunicación fluya en otros canales. Por ejemplo, la campaña de email abajo está dirigida a cabo una promoción centrada en los clientes de Curitiba, que muestra la dirección de la tienda en esa ciudad.
A partir de la inscripción en el e-commerce, los nuevos clientes se convierten en parte de un programa de marketing de ciclo de vida automatizado de Farm, respetando las preferencias e intereses de todos los consumidores, a partir de datos integrados de múltiples canales. Farm es cliente Pmweb y utiliza nuestros servicios estratégicos en data driven marketing y la plataforma Oracle Responsys.
De la tienda física para el comercio electrónico
Una de las dificultades en el funcionamiento de las empresas que tienen tiendas de comercio electrónico y físico es el tema de la puesta en servicio de los vendedores. Si no se ponen en marcha en el comercio electrónico, lo que termina pasando una competencia dentro de la marca, entre los canales.
Farm resolvió este problema: los que visitan las tiendas y simplemente no compran, recibe del vendedor una tarjeta con su código personal, de modo que el cliente pueda comprar online. Este código da 10% de descuento y envío libre, y asegura el comisionamiento del vendedor. Todos ganan.

Youcom

La marca de moda Youcom innova en el lenguaje relajado, centrado en los jóvenes y el uso de datos para automatizar la comunicación con su base. Fundada en 2013, además de comercio electrónico, la compañía cuenta con 54 tiendas al por menor en los tres estados del sur de Brasil (RS, SC, PR), en el Distrito Federal, Minas Gerais y São Paulo. A finales de 2016, cinco tiendas más deben ser incluidos en la cartera de la compañía.
La integración de la experiencia on y offline comienza con el hecho de que 70% de la base de datos vienen de las tiendas físicas. De esto es fácil de mantener audiencia cautiva con el data driven marketing, servicios y plataforma contratados de Pmweb.
E-mail de descuento
La acción “Jeans for Change” ha sido habilitada por correo electrónico y culminó en el flujo de atracción para las tiendas físicas. La campaña consistía en llevar un jeans usado en cualquier establecimiento Youcom y ganar un 20% en la compra de uno nuevo.
La integración de la experiencia en lonline y offline ya no es una opción y el uso de los datos es fundamental en el proceso. ¿Está su empresa preparada?
Fuente: Econsultancy[:]

[:pt]Black Friday 2016 – Boas práticas de entregabilidade[:en]Black Friday 2016 – Deliverability Best Practices[:es]Black Friday y Cyber Monday – Deliverability Best Practices[:]

[:pt]Como mencionamos anteriormente, durante os envios da Black Friday é muito comum utilizar estratégias de batch and blast, ou seja, envios não segmentados para uma grande base de contatos. No entanto, é preciso considerar as boas práticas de entregabilidade para não correr o risco de manchar a reputação da marca, caindo no spam. Nosso time preparou algumas dicas para garantir que os e-mails cheguem à caixa de entrada.

1. Fazer double opt-in de novos cadastros

As ações de Black Friday e Cyber Monday são ótimas para captação de novos endereços e incremento de base. No entanto, uma lista com muitos endereços inválidos pode prejudicar a entregabilidade das campanhas. Assim, sugere-se realizar o processo de double opt-in, para evitar a ocorrência de endereços inválidos, spam traps e blacklisting, garantindo a chegada das mensagens à caixa de entrada.

2. Enviar para os melhores contatos da lista primeiro

A qualidade da lista pode ser dividida entre alguns tipos de recências, dentre elas as aberturas e os cliques. Enviar para as bases mais qualificadas primeiro garante que, caso exista alguma restrição nas caixas de entrada, os endereços com maior probabilidade de interagir e comprar não estarão presos ou retornando bounces em detrimento de endereços antigos e inválidos. De uma forma geral, ajuda a abrir caminho nos filtros dos ISPs para aqueles endereços com menor engajamento.

3. Evitar reports spam e bounces

É necessário monitorar de perto as métricas geradas em cada campanha de Black Friday e Cyber Monday. Taxas de aberturas e cliques podem ter picos ou quedas dependendo da base segmentada. Mas as taxas de spam complaint não devem superar a taxa de 0,2%. Acima disso, o ISP pode entender a campanha como um ataque spammer e colocar parte das mensagens na caixa de spam. Em casos mais sérios, remetentes podem ser bloqueados em ISPs. Este bloqueio pode ser identificado na maioria das vezes por um pico nas taxas de soft bounces e na mensagem descrita de retorno.

4. HTML

Os filtros dos provedores verificam diversos itens para determinar se uma mensagem será classificada para a caixa de entrada ou spam. É uma boa prática que a mensagem possua sempre equilíbrio entre o peso de texto e imagens. Orienta-se que o peso de texto tenha entre 20KB e 90KB. Acima disto a mensagem poderá cair no spam ou truncar em alguns provedores como Gmail e Yahoo, cortando parte da oferta de Black Friday e Cyber Monday. Também é um ponto de atenção da URL onde se hospedará as imagens. Caso o domínio destas URLs ou qualquer link estejam listadas em alguma blacklist dentro do HTML, certamente a campanha será prejudicada no spam, podendo o remetente ser bloqueado.[:en]As we mentioned earlier, using batch and blast strategies (sending emails to a large, non segmented contact base) on Black Friday is a very common practice. However, one must consider some deliverability good practices to avoid risking the brand’s reputation by being classified as spam. But do not fear: our team has prepared some tips to ensure that your emails successfully reach the inbox.

1. Double opt-in new subscriptions

The Black shares Friday and Cyber Monday are great for attracting new addresses and base increment. However, a list with many invalid addresses can impair the deliverability of the campaigns. Thus, it is suggested to carry out the process of double opt-in to prevent the occurrence of invalid addresses, spam traps and blacklisting, ensuring the arrival of the messages to the inbox.

2. Prioritize your best contact lists

The quality of mailing lists may be divided between several types of recency, openings and clicks among them. Send to your most qualified base first to ensure that if there is any restriction in inboxes, the addresses most likely to interact and buy will not be trapped or bouncing back because of old and invalid addresses. In general, this move helps to pave the way in the ISP filters for those addresses with lower engagement.

3. Avoid spam reports and bounces

Do not forget to closely monitor the metrics generated in each Black Friday and Cyber Monday campaign. Opening and click rates may have spikes or falls depending on the targeted base. Attention: the spam complaint rates should not exceed 0.2%! Above that, the ISP can understand the campaign as a spammer attack and put some of the messages in the spam box. In more serious cases, senders may be blocked at ISPs. This blockage may be identified in most cases by a peak in soft bounce rates and described return messages.

4. HTML

Provider’s filters check various items to determine if a message will be classified in the inbox or the spam box. It is a good practice that the message should always have a balance between the weight of text and images. The ideal text should have between 20KB and 90KB. Above that, the message may fall in spam or truncate in some providers like Gmail and Yahoo, by cutting part of the Black Friday and Cyber Monday offers. URLs are also a point to keep in mind: beware where you will host the images. If the domain of these URLs or links are listed in any blacklists within the HTML, certainly the campaign will be hampered in spam, and the sender could even be blocked.[:es]Como se mencionó anteriormente, durante los envíos de Black Friday es muy común el uso de estrategias batch and blast, es decir, envios no segmentados, para una gran base de contactos. Sin embargo, hay que tener en cuenta las buenas prácticas de capacidad de entrega para evitar el riesgo de manchar la reputación de la marca y caer en el spam. Nuestro equipo ha preparado algunos consejos para asegurar de que sus emails lleguen a la bandeja de entrada.

1. Hacer double opt-in de nuevos cadastros

Las acciones de Black Friday y Cyber Monday son excelentes para atraer nuevas direcciones e incremento de la base. Sin embargo, una lista con muchas direcciones inválidas puede poner en peligro la capacidad de entrega de las campañas. Por lo tanto, se sugiere llevar a cabo el proceso de doble opt-in para prevenir la ocurrencia de direcciones no válidas, spam traps y listas negras, lo que garantiza la llegada de los mensajes a la bandeja de entrada.

2. Enviar primero para los mejores contactos de la lista

La calidad de la lista se puede dividir entre algunos tipos de recencia, entre ellas las aperturas y clics. Enviar a las bases más cualificados primera asegura que si hay alguna restricción en las bandejas de entrada, se dirige más propensos a interactuar y comprar no será detenida o volver rebotes a expensas de las direcciones de edad y no válidos. En general, ayuda a allanar el camino en los filtros de los ISP para esas direcciones con la participación más baja.

3. Evitar spam reports y bounces

Es necesario vigilar de cerca a los indicadores generados para cada campaña de Black Friday y Cyber Monday. Las tasas de aperturas y clics pueden tener picos o caídas en función de la base segmentada. Sin embargo, las tasas de quejas de spam no deben exceder el 0,2%. Por encima de eso, el ISP puede entender la campaña como un ataque al spammer y poner algunos de los mensajes de la bandeja de spam. En los casos más graves, los remitentes pueden ser bloqueados en los ISP. Este bloqueo puede ser identificado en la mayoría de los casos por un pico en las tasas de soft bounce y el mensaje de devolución descrita.

4. HTML

Los filtros de los proveedores verifican varios elementos para determinar si un mensaje se clasifica para la bandeja de entrada o de spam. Es una buena práctica planificar el mensaje para tener siempre un equilibrio entre el peso de texto y imágenes. El ideal es que pese entre 20KB y 90KB. Mensajes más pesadas que esto pueden caer en el spam o truncar en algunos proveedores como Gmail y Yahoo, cortando parte de la oferta de Black Friday y Cyber Monday. También es un punto de atención la URL donde serán guardadas las imágenes. Si el dominio de estas URLs o links dentro del HTML están registrados en alguna lista negra, sin duda, la campaña caerá en el spam y el remitente puede ser bloqueado.[:]