Desinfluência e o valor de uma recomendação honesta

Durante um bom tempo, a internet transformou o ato de abrir caixas em entretenimento. Os vídeos de recebidinhos e de compras gigantes ocupavam os feeds, e quase toda semana aparecia um produto novo que parecia indispensável, daqueles que esgotavam em poucos dias só porque alguém os mostrou num vídeo. A hashtag #TikTokMadeMeBuyIt virou quase um retrato dessa época.

Com o tempo, essa empolgação foi perdendo força. Muita gente percebeu que aquela compra recomendada na internet nem sempre era tão incrível quando chegava em casa. Às vezes o produto não funcionava como prometido, às vezes ficava esquecido na gaveta ou simplesmente não tinha nada a ver com a rotina de quem comprou. Aos poucos, o público começou a pesquisar com mais calma e a desconfiar das indicações que pareciam boas demais, e foi desse cansaço que surgiu um movimento bem curioso nas redes.

Quando influenciar virou desinfluenciar

No começo de 2023, alguns criadores de conteúdo resolveram fazer o caminho contrário do que se esperava deles. Em vez de indicar o que comprar, passaram a contar o que não valia o dinheiro. O movimento ganhou o nome de de-influencing, ou desinfluência, e se espalhou rapidamente. Em fevereiro daquele ano, os vídeos com a hashtag #deinfluencing já somavam cerca de 208 milhões de visualizações no TikTok, e segundo a própria plataforma, 582 milhões das 584 milhões de visualizações acumuladas aconteceram em apenas 12 meses. (fonte: portal emarketer)

Pouco tempo depois veio o underconsumption core, uma tendência que valoriza viver de forma mais sustentável e aproveitar o que já se tem. Nos vídeos aparecem o batom usado até o fim, a calça que acompanha a pessoa há anos e o guarda-roupa enxuto, e as buscas pelo termo chegaram ao pico em agosto de 2024. 

Mesmo com esse nome, a desinfluência nunca foi exatamente um movimento contra o consumo. Uma das criadoras que abraçou a trend chegou a dizer que se decepcionou ao ver o movimento virar rapidamente um “compre isso, não aquilo”. As pessoas continuam comprando e ouvindo indicações, só que com outro olhar. Hoje o público dá mais valor a quem fala dos defeitos, compara com honestidade e admite que nem tudo serve para todo mundo. 

O que o consumidor brasileiro anda valorizando

Por aqui, os números mostram esse mesmo comportamento. Uma pesquisa da Ponto Map com a V-Tracker, feita em setembro de 2025, revelou que quase metade dos brasileiros (49%) afirma não tomar decisões baseadas em influenciadores. Quando o assunto é confiança, o que mais pesa são informações bem explicadas, a consistência do conteúdo e um posicionamento alinhado aos próprios valores. No mesmo ano, o estudo #Publi 2025, do IAB Brasil, mostrou que 70% dos brasileiros levam a autenticidade em consideração antes de se deixar influenciar numa compra. 

A influência continua por aí, só que o público ficou mais exigente com ela. A confiança costuma ir para quem explica bem e mantém coerência no que fala, e isso vale para qualquer lugar em que uma marca conversa com o cliente.

Uma ideia antiga que voltou a fazer sentido

Ajudar o cliente a comprar melhor parece uma ideia recente, mas ela tem nome há mais de cinquenta anos. Em 1971, Philip Kotler e Sidney Levy apresentaram o conceito de demarketing num artigo da Harvard Business Review. Na época, a discussão girava em torno dos momentos em que as empresas precisavam reduzir ou redirecionar a procura pelos seus produtos. Hoje o conceito ficou muito próximo da construção de confiança. 

Um dos exemplos mais lembrados é o da Patagonia. Na Black Friday de 2011, a marca publicou no The New York Times um anúncio com a frase “Don’t Buy This Jacket”, convidando as pessoas a pensarem duas vezes antes de comprar uma jaqueta nova, inclusive uma dela. A campanha virou referência justamente por soar honesta, mostrando que a marca se importava com o tempo de vida do produto tanto quanto com a venda daquele dia.

Nem toda marca precisa ir tão longe. A honestidade pode aparecer em gestos como avisar que um produto funciona melhor para pele oleosa e sugerir outra opção para quem tem pele seca. Talvez a venda não aconteça naquele momento, mas fica a confiança para a próxima recomendação.

O custo de vender a expectativa errada

Essa conversa também passa pelo pós-venda. Nos Estados Unidos, as devoluções foram projetadas em US$890 bilhões em 2024, o equivalente a 16,9% das vendas anuais do varejo, contra 14,5% no ano anterior. Nem toda devolução nasce de uma compra por impulso, mas quando alguém leva para casa algo que não era para ele, a conta costuma aparecer depois, em trocas, fretes, atendimentos e, muitas vezes, em um cliente que não volta. (fonte: portal Retail Touch Points)

Como o CRM pode ajudar o cliente a escolher melhor

Os dados de relacionamento ajudam muito nesse caminho. Com o histórico de compras, a navegação e as preferências de cada cliente, dá para recomendar com mais cuidado e escolher melhor a hora de aparecer.

Imagine alguém que acabou de comprar uma bota de couro de boa qualidade. Enviar outra oferta de bota no dia seguinte provavelmente não vai fazer muito sentido para essa pessoa, mas um conteúdo sobre como cuidar do couro para a peça durar anos pode ser muito bem-vindo. Ela não vai comprar outra bota tão cedo e, ainda assim, vai lembrar da marca que continuou presente depois da compra.

Para produtos que acabam com o uso, o histórico de compras ajuda a perceber quando aquele item deve estar chegando ao fim, e esse costuma ser o melhor momento para lembrar o cliente, em vez de insistir logo depois da compra. Segurar ofertas repetidas da mesma categoria para quem acabou de comprar também é uma forma de respeitar o tempo e o bolso de quem está do outro lado.

Outro caminho é perguntar. Um quiz no cadastro ou uma pesquisa rápida depois da compra ajudam a entender o que cada pessoa procura, e as recomendações seguintes ficam muito mais próximas da vida dela.

Sempre vale olhar para as réguas atuais e perceber quantas delas existem só para vender de novo. Algumas podem ensinar, outras podem cuidar, e outras podem simplesmente esperar o momento certo. Quando isso acontece, a próxima venda tende a vir com mais naturalidade, porque o cliente volta justamente por confiar na marca.

Por: Laís Fogaça

A perfeição cansou. O que fazer agora?

Basta passar alguns minutos observando um feed em qualquer rede social para notar um padrão curioso. Aquele vídeo gravado sem iluminação de estúdio, na câmera do celular, muitas vezes prende a atenção por mais tempo que a campanha planejada durante semanas.

Durante muito tempo, o mercado correu atrás de um acabamento impecável. Alinhamentos perfeitos, luzes de estúdio, layouts chamativos e tratamento em cada detalhe. O cenário tem mudado com a popularização da inteligência artificial generativa, que é capaz de criar visuais caprichados em poucos segundos. Quando todo mundo consegue chegar nesse resultado, a perfeição perde a capacidade de surpreender.

Para onde a atenção está indo

A atenção do público mudou de direção porque o cérebro humano aprendeu a ignorar o que parece comercial demais. Diante de um visual muito trabalhado, a reação instantânea é rolar a tela procurando algo com o qual seja possível se identificar. É aí que o conteúdo cru ganhou espaço. Os bastidores, um enquadramento espontâneo ou um texto escrito à mão funcionam como sinais de presença humana e proximidade. Por mais bonito e chamativo que seja um anúncio, as pessoas não querem ser impactadas o tempo todo. Elas querem reconhecer a vida como ela acontece do outro lado da tela.

O caminho para as marcas agora é entender que proximidade vale mais que uma postura distante. Em vez de tentar transparecer uma imagem impecável o tempo todo, vale a pena abrir espaço para a espontaneidade, mostrando os bastidores, a equipe e os processos. Isso transforma a conversa e cria laços mais sinceros com quem acompanha a marca.

Proximidade além das redes sociais

Essa busca por autenticidade também se reflete nos canais de relacionamento. Isso não significa abrir mão dos e-mails com design bonito e estruturado, que continuam sendo valiosos para encantar e organizar a navegação.

A mudança está na forma de preencher esses espaços. É possível usar layouts bem construídos e trazer fotos enviadas por clientes, textos que conversam de igual para igual e recados assinados por pessoas da equipe. A estrutura visual ganha vida quando o conteúdo soa pessoal.

O momento certo para cada conversa

O papel dos dados é indicar a hora certa de cada abordagem. A inteligência de relacionamento permite entender quando o cliente quer ver um catálogo bonito no lançamento de uma coleção e quando ele prefere um recado direto no WhatsApp.

O design cumpre o seu papel quando carrega verdade, e a conexão acontece quando a audiência percebe que existe cuidado e pessoas conduzindo cada detalhe. Para as marcas, fica o exercício de olhar para cada ponto de contato com o cliente e se perguntar se ali existe alguém conversando com ele ou apenas uma comunicação bonita.

Por: Laís Fogaça

IFood: Como garantimos 33% de eficiência operacional com suporte de IA.

A Pmweb uniu a IA do WPP Open e a expertise humana para redefinir a produção de conteúdo em larga escala do seu parceiro líder em delivery, IFood. 

O projeto buscou a criação de um novo modelo de trabalho de extrema eficiência que garantiu uma economia de tempo de 33,4% e 35h a mais para refinamento de estratégia. 

O Desafio

O objetivo era desafiador: realizar o “Enxoval Sazonal”, uma grande quantidade de conteúdos para parceiros de IFood B2B, que demandavam quatro produtos diferentes em três canais distintos e apenas uma voz. A marca precisava garantir entregas em larga escala com mensagens personalizadas para cada momento do proprietário, mantendo consistência criativa e qualidade.

As entregas eram robustas: 

  • 8 e-mails 
  • 18 mensagens de WhatsApp + card 
  • 36 banners de notificação

Para alcançar esse nível de eficiência, personalização e qualidade, criamos um ecossistema híbrido de comunicação e criação que uniu inteligência de dados, estratégia criativa e o poder da Inteligência Artificial.

A Solução

A equipe, com a ferramenta WPP Open, criou um Workspace colaborativo de trabalho que reuniu agentes e diretrizes da marca, centralizando a inteligência em um lugar só. 

A colaboração Humano-IA se dividiu em 4 etapas:

  1. Imersão e treino

A estratégia ganhou agentes de IA: “Bento” e “Hito”, que foram treinados com a documentação estratégica do iFood B2B. Essa imersão foi fundamental para que a IA pudesse operar com autonomia e precisão. 

  1. Input estratégico

Agentes treinados? Hora de testar! Usando as funções de feedback, aprendizado e memória do usuário, calibramos a performance da IA com base nos resultados e definimos os ‘quês’ e os ‘porquês’ de cada ação.

  1. Geração em escala

Direcional aprovado, a IA assume. Em conteúdo, desdobrando uma peça em outros formatos. Em criação, a ferramenta Nano Banana Pro geraava variações a partir de prompts fornecidos pelo IFood, otimizados pelo ChatGPT. Assim, dispensando bancos de imagem.

  1. Curadoria humana

O tempo que seria gasto em redação foi totalmente reinvestido no refinamento de copy e imagem. A equipe pôde aprimorar nuances e CTAs, dedicar-se à parte estratégica e refinar o tom das comunicações. 

Resultados Impressionantes

62 peças entregues em 69h53min – o tempo estimado era de 105h. Economia de ~33,4% sobre o tempo estimado. 35h07min a mais para focar em estratégia. 

A adoção do hub de Inteligência Artificial estabeleceu um novo modelo de trabalho mais eficiente, estratégico e criativo. Além disso, viabilizou um projeto de alta complexidade e larga escala com personalização e qualidade. 

SNDS 2026:  Microsoft atualiza seu algoritmo e muda seu painel

O ecossistema de e-mail marketing está em constante evolução, e as recentes atualizações do Smart Network Data Services (SNDS) da Microsoft não ficaram de fora dessa. O SNDS, ferramenta complementar para monitorar a reputação de envio para serviços como Outlook e Hotmail, passou por uma modernização significativa.

Embora a Microsoft não tenha emitido um comunicado formal dizendo “ficamos mais rígidos”, suas ações, desde a migração do painel à atualização do algoritmo de reputação, enviam uma mensagem indiscutível: o ambiente está mais rigoroso e a tolerância com desvios das boas práticas foi reduzida a quase zero.

O que o time de Entregabilidade da Pmweb identificou como as principais mudanças:

  • Limite de reclamações: A novidade é o limite para reclamações de spam consolidado abaixo de 0,3%, seguindo diretrizes de Gmail e Yahoo. 
  • Painel SNDS mais rígido e dados mais transparentes: A filtragem de spam agora classifica problemas como “vermelhos” (críticos) diretamente, tornando a recuperação de reputação mais complexa e urgente. Dados de reclamações mais transparentes, garantindo a análise mais precisa dos disparos do dia. 
  • Mudanças Técnicas (API e JMRP):
    • Links diretos (CSV) expiram a cada 30 dias; a migração para a API REST (OAuth 2.0) é necessária.
    • Relatórios JMRP não identificam mais o destinatário, tornando o uso de cabeçalhos personalizados (ex: X-Campaign-ID) essencial para rastrear reclamações.

Essas atualizações são parte de um movimento maior da Microsoft para reforçar a segurança de seu ecossistema. A ativação automática do “Microsoft Defender for Office 365” para milhares de clientes significa que seus e-mails estão passando por um escrutínio muito mais rigoroso por padrão. Regras de “Allow Lists” foram endurecidas e a tolerância com phishing é zero, refletindo uma postura de “segurança em primeiro lugar”.

A grande questão é que a gestão da reputação na Microsoft não mudou, ou seja, as boas práticas seguem mais fortes do que nunca. O que é necessário a partir da sua reformulação é adaptar-se aos dados disponíveis pela Microsoft:

  1. Auditoria: Garanta que SPF, DKIM e DMARC estejam 100% configurados.
  2. Tecnologia: Migre seus processos de extração de dados para a nova API REST.
  3. Rastreabilidade: Implemente cabeçalhos personalizados para monitorar a origem das reclamações.
  4. Monitoramento: Acompanhe o painel SNDS constantemente; o status vermelho exige ação imediata.

As novas regras do jogo estão claras e não mudaram, o que acontece agora é adaptar-se aos dados disponíveis. Tornando a operação cada vez mais estratégica para garantir que sua comunicação continue a alcançar e engajar seus clientes de forma eficaz.

Entregabilidade | Laura Pita | Junho/2026

CRM e Comunidade de marca: entenda como a lealdade do cliente auxilia na  captação de dados.

Imagine dois clientes que compraram o mesmo tênis: um fez a compra e nunca mais interagiu com a marca; o outro entrou para um grupo, participou de um desafio de corrida, indicou amigos e avaliou o produto espontaneamente. Para o CRM, os dois são clientes. Mas para marcas inteligentes, apenas um deles é um ativo estratégico.

Sentir-se parte de um grupo e criar conexões é uma necessidade humana e é a partir dela que se formam as comunidades. As marcas que compreendem essa dinâmica e investem no Marketing de Comunidade constroem relações mais leais e duradouras com seus consumidores.

Neste artigo, vamos explorar a importância estratégica da famosa brand community e como utilizar a lealdade do cliente para captar dados e construir campanhas mais eficazes.

O que é brand community? 

Uma comunidade de marca reúne um grupo de consumidores admiradores da própria e dos valores que elas defendem. Esse alinhamento gera um forte senso de pertencimento, estimula laços sociais e constrói uma proximidade autêntica entre o cliente e a marca.

As pessoas engajam com marcas com as quais se sentem conectadas. Para formar uma comunidade, é preciso dar a elas um ponto em comum. Portanto, o primeiro passo é compreender profundamente quem é o seu público e o que ele valoriza, utilizando os 3Cs.

Captar: Entender o nicho e quem são os potenciais membros. Momento de mapear interesse e compreender as necessidades dos consumidores. 

Capacitar: O lead sente a necessidade de conexão, então, precisamos oferecer um propósito claro e as vantagens de se associar à marca. 

Converter: Nesta etapa, a “conversão” não se trata de uma venda, mas sim da transformação de um espectador em um membro ativo.

Mas, e na prática? 

A criação de uma comunidade leal é fruto de constância no posicionamento, coerência na comunicação e uma disposição genuína para agregar valor. 

Para isso, é preciso aprofundar a relação cliente-marca, e não apenas fazer uma apropriação superficial da cultura e seus símbolos, o que gera apenas conexões passageiras. 

As marcas que querem se fixar na mente do consumidor são aquelas que vão buscar traduzir seus princípios em ações concretas:

  • Realizar ações de experiência, para vivenciar momentos junto à comunidade.
  • Criar um nome para a comunidade, como uma identidade. 
  • Utilizar feedbacks como construção e aprimoramento. 
  • Oferecer conteúdos e acessos exclusivos.

A estratégia, então, é capitalizar essa conexão, tratando os clientes não como indivíduos dispersos, mas como um grupo unificado por necessidades e paixões em comum. 

Quanto mais lealdade, mais dados são fornecidos. 

Segundo a McKinsey & Company, as comunidades de marca são um dos principais canais de geração de Zero-Party Data (dados compartilhados de forma voluntária e intencional pelo próprio consumidor). Em um cenário onde os cookies de terceiros estão sendo descontinuados e as regulações de privacidade se tornam cada vez mais rígidas (LGPD, GDPR), esse tipo de dado vale ouro. E, nesse contexto, o CRM é o cofre que guarda e ativa esse bem. 

Um estudo de Albert Muniz Jr. e Thomas O’Guinn mostra que um grupo engajado gera três pilares:

Consciência de tipo: o sentimento de pertencimento. 

Rituais e tradições: o engajamento contínuo. 

Responsabilidade moral: a defesa da marca e o apoio a outros membros. 

E são exatamente esses comportamentos que uma estratégia de CRM busca compreender e incentivar. Esses dados, ao serem gerenciados por uma plataforma de CRM, permitem a criação de estratégias personalizadas para que a comunicação certa chegue à pessoa certa, no momento ideal e no canal de sua preferência.


Sua marca pode já ter uma comunidade, só ainda não sabe disso. Fale com nossos especialistas e descubra como o CRM certo transforma esse engajamento em dados, e esses dados em receita.

Copa do Mundo 2026: o que as marcas já precisam observar em consumo, varejo e CRM

Mais do que um evento esportivo, a Copa reorganiza consumo, atenção, rotina e oportunidades de conexão com o público. E, quanto antes sua marca entende esse cenário, melhor consegue se preparar para agir com relevância.

Pensando nisso, a Pmweb preparou um estudo para ajudar as marcas a entender os impactos da Copa do Mundo 2026 no comportamento do consumidor, no varejo e nas estratégias de marketing e CRM.

Aqui vai um spoiler do que você vai encontrar no material:

1. A Copa muda o consumo mais do que parece

Não é só sobre audiência ou buzz. A Copa também influencia contexto, timing e decisão de compra, com efeitos importantes para marcas e varejo. Ao alterar rotinas, horários e até o clima emocional das pessoas, o torneio cria novas dinâmicas de consumo que abrem oportunidades e também exigem leitura atenta por parte das marcas.

2. O torcedor-consumidor de hoje é outro

Mais seletivo, mais contextual e menos previsível, ele exige estratégias que vão além da comunicação temática. Não basta “entrar no clima” da Copa, é preciso entender o comportamento em tempo real e entregar valor de forma relevante, conectando-se com interesses que vão além do futebol em si.

3. Brasilidade pode ser ativo estratégico

O avanço do brazilcore mostra como cultura, identidade e consumo podem se encontrar de formas cada vez mais relevantes para as marcas. Quando bem trabalhada, a brasilidade deixa de ser apenas estética e passa a funcionar como linguagem, criando conexões mais autênticas e diferenciadas com o público.

4. CRM pode fazer toda a diferença

Antes, durante e depois dos jogos, personalização, segmentação e timing adequado tendem a separar ações pontuais de estratégias com resultado real. Em um contexto como a Copa, em que a atenção do público é altamente disputada e os momentos são muito específicos, usar dados de forma inteligente permite ativar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento mais oportuno aumentando relevância e impacto das ações.

Quer aprofundar esses insights? Baixe o estudo completo

No material, reunimos insights sobre mercado, comportamento, tendências culturais e CRM para ajudar marcas a se prepararem para a Copa de 2026 com mais estratégia.

Se a sua marca quer entrar na Copa com estratégia e sair com resultado, este estudo traz os insights certos para começar agora!

Baixe aqui o estudo da Pmweb sobre a Copa do Mundo 2026.

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Sobre a Pmweb


Grandes eventos exigem mais do que presença. Exigem contexto, timing e estratégia.

A Pmweb combina dados, tecnologia e criatividade para ajudar marcas a transformar oportunidades sazonais em ações de CRM e marketing mais relevantes e personalizadas. 

Se a sua marca quer se preparar para a Copa com inteligência e criar jornadas eficazes antes, durante e depois do evento, conte com a nossa expertise.

Como a Pmweb aumentou em 49%  a receita do CRM da Bauducco

A Bauducco é uma das marcas de alimentos mais tradicionais e queridas do Brasil. Com forte presença no varejo, e-commerce próprio, lojas como Casa Bauducco e iniciativas como o Bauducco Todo Dia, a marca construiu um ecossistema robusto de relacionamento direto com o consumidor.

Com uma base superior a um milhão de contatos, o potencial de ativação via CRM era imenso, abrangendo desde o engajamento diário até datas sazonais críticas, como Black Friday e Natal. No entanto, para transformar esse volume de dados em receita real, era preciso evoluir a operação. Foi aí que a Pmweb entrou em cena para auxiliar a marca com a sua expertise: promover relacionamentos únicos em escala.

O contexto e os desafios da operação

Antes do projeto, a Bauducco enfrentava limitações estruturais que comprometiam a eficiência das suas campanhas. As bases de clientes estavam fragmentadas entre as diferentes frentes de negócio, sem automações de ciclo de vida (lifecycle) e com comunicações concentradas quase exclusivamente no e-mail.

Somavam-se a isso desafios críticos de entregabilidade, especialmente no Gmail, e a ausência de uma estratégia clara de frequência e cadência de envios. Esse cenário impactava diretamente o alcance das campanhas, o engajamento da base e, consequentemente, o potencial de geração de receita.

O objetivo era claro: transformar o CRM em uma frente estratégica, estruturando uma operação escalável, melhorando a entregabilidade e consolidando as diferentes unidades de negócio em uma visão única do cliente.

A solução Pmweb: dados, tecnologia e criatividade

Para reverter o cenário e preparar a marca para picos sazonais, a Pmweb estruturou um plano de ação baseado em três grandes frentes:

  1. Fundação de dados e tecnologia
    O primeiro passo foi a higienização e o diagnóstico das bases. Unificamos as informações e integramos os dados de forma automatizada no Salesforce Marketing Cloud, garantindo autonomia e eficiência na orquestração das campanhas.
  2. Saúde dos canais e governança de envios
    Criamos um plano estruturado com definição de cadência, controle de volume e recuperação gradual da reputação de envio, saindo de um status crítico para um cenário estável e com perspectiva de avanço contínuo.
  3. Expansão do lifecycle e omnicanalidade

Implementamos jornadas automatizadas e preparamos a ativação de novos canais além do e-mail, como SMS, WhatsApp e Web Push, conectando momentos de compra e relacionamento.


Mas a estratégia foi apenas o começo. Para transformar o planejamento em impacto real, o time de Criação e Conteúdo da Pmweb traduziu dados e jornadas em narrativas visuais e comunicações altamente relevantes. Cada peça foi pensada para conectar a marca aos consumidores de forma consistente, elevando a experiência e potencializando a conversão.

Resultados que vão além da comunicação

A reorganização das bases e a implementação de automações estruturadas viabilizaram uma operação integrada e orientada à geração de valor.

Os números comprovam a evolução:

  • +49% de aumento na receita de CRM em dezembro (YoY),
    o principal mês sazonal da marca.
  • +113% de aumento na taxa de abertura,
    reflexo direto da reestruturação da estratégia de envios e das melhorias de entregabilidade.

Além das métricas de performance, o projeto entregou eficiência operacional. Houve uma redução significativa de processos manuais, maior previsibilidade sobre os volumes de envio e a consolidação de uma base preparada para escalar campanhas sem aumento proporcional de esforço da equipe.

Hoje, o CRM da Bauducco não é apenas um canal de comunicação, mas uma verdadeira alavanca de negócios.

Quer transformar a forma como a sua marca se conecta com os consumidores?

Descubra como a Pmweb pode estruturar operações complexas e gerar resultados reais para a sua empresa. Fale com nosso time de especialistas.

Sobre a Pmweb

A Pmweb combina dados, tecnologia e criatividade para criar estratégias de CRM e Marketing Cloud que geram receita incremental real. Somos parceiros das maiores marcas do varejo e da indústria, ajudando a transformar interações pontuais em relacionamentos duradouros e rentáveis. 

Case BEES: como aplicamos IA para acelerar o onboarding criativo e humanizar o B2B.

A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta operacional para se tornar um acelerador estratégico de negócios. Na campanha de final de ano feita para BEES, provamos que é possível unir a rigidez dos dados transacionais com a emoção do storytelling, criando uma conexão genuína entre fabricantes, distribuidores e varejistas.

Neste artigo, vamos detalhar como utilizamos o WPP Open para superar desafios de tempo, engajamento e escala criativa.

O desafio: humanizar a relação B2B em tempo recorde.

Ao iniciar a parceria com o BEES, tínhamos um objetivo duplo e ambicioso:

  • Acelerar a curva de aprendizado: dominar a identidade e o tom de voz da marca logo no primeiro mês.
  • Humanizar o B2B: criar comunicações de alto impacto que fugissem do tom estritamente comercial e gerassem conexão emocional.

A pergunta que nos guiou foi: como garantir precisão criativa em um prazo tão curto?

A solução foi utilizar a IA somada a nossa criatividade como ponte de confiança

Para vencer o relógio, utilizamos a tecnologia do WPP Open. Alimentamos modelos de IA com o branding do BEES, o que nos permitiu testar limites criativos e garantir que a identidade da marca fosse absorvida e aplicada com precisão desde a primeira entrega.

A IA atuou não como substituta, mas como uma ponte entre nossas ideias e as possibilidades criativas, permitindo que nossa equipe transformasse dados brutos em narrativas envolventes com agilidade.

Replay 2025: um filme do seu ano

A grande virada estratégica foi transformar os dashboards de compras do ano em uma experiência cinematográfica. O conceito Replay 2025 colocou o cliente não como um espectador de números, mas como o protagonista do seu próprio filme.

Utilizamos a categorização inteligente de perfis de compra para criar arquétipos cinematográficos. Cada interação do usuário no app do BEES,  cada escolha e cada compra, ajudou a construir uma persona única.

Hiperpersonalização e o mascote Buzz

A tecnologia nos deu o poder de gerar um volume massivo de layouts personalizados. O resultado foi uma retrospectiva com 16 páginas de conteúdo exclusivo por usuário.

Além disso, criamos 8 novas variações do Buzz (o mascote da marca), respeitando a essência visual, mas trazendo personalidade para representar os diferentes perfis de comportamento identificados pela IA.

Resultados: eficiência e engajamento em tempo recorde.

O case BEES prova que equipes enxutas, quando equipadas com as ferramentas certas, podem criar campanhas de altíssimo impacto. Tangibilizar ideias com IA aumenta drasticamente o poder de convencimento e a eficiência operacional.

Conseguimos transformar uma experiência de marca B2B em algo memorável, genuinamente divertido e altamente engajador.

Quer transformar a forma como sua marca se conecta com os consumidores usando IA? Entre em contato com a Pmweb.

Business Intelligence (BI): Tudo o que você precisa saber para otimizar suas decisões

No cenário de negócios atual, dados são o capital mais valioso de uma empresa. No entanto, ter um grande volume de informações sem saber como utilizá-las é como ter uma mina de ouro, mas não ter as ferramentas para extrair o metal precioso: um potencial desperdiçado.

Neste guia, vamos explorar o que é BI, como ele funciona na prática e por que as empresas precisam dele para se manter competitiva e crescer de forma sustentável.

O que é Business Intelligence (BI)?

Business Intelligence, ou Inteligência de Negócios, é um conjunto de processos, tecnologias e estratégias focado em analisar dados e apresentar informações claras. O objetivo principal do BI é ajudar gestores, executivos e equipes a tomarem decisões mais inteligentes e embasadas, abandonando a intuição e adotando uma cultura orientada por fatos.

Em essência, o BI é a arte de transformar um imenso volume de dados de diversas fontes em insights claros e compreensíveis sobre o desempenho do negócio.

Como Estruturar sua Inteligência de Dados

Implementar uma estratégia de BI eficaz segue um fluxo lógico, que garante que a informação certa chegue às pessoas certas, no momento certo.

  • Coleta e Integração de Dados: O primeiro passo é reunir dados de todas as fontes relevantes do negócio. Isso inclui sistemas de CRM, ERPs, plataformas de e-commerce, redes sociais, planilhas e qualquer outro sistema que armazene informações valiosas sobre clientes, vendas, operações e marketing.
  • Modelagem e Armazenamento: Após a coleta, os dados são processados, limpos e organizados em um local centralizado. Nesta etapa, as informações são estruturadas e modeladas para garantir que as análises sejam rápidas, precisas e consistentes.
  • Análise e Visualização: Com os dados devidamente organizados, as ferramentas de BI entram em ação. Nesta etapa, equipes de alta performance utilizam também a Inteligência Artificial (IA) para acelerar processos internos, como a identificação de padrões preliminares e a limpeza dos dados, otimizando o tempo dos times para que foquem na estratégia. Em seguida, os dados são analisados e transformados em representações visuais, como gráficos e mapas, para facilitar a identificação de tendências e anomalias.
  • Dashboards, Relatórios e Estudos Aprofundados: As entregas do BI se materializam de várias formas. Os dashboards e relatórios interativos são essenciais para o monitoramento de indicadores de desempenho (KPIs) em tempo real. Além deles, o processo gera estudos aprofundados, que fornecem uma visão detalhada da performance e de toda a jornada do usuário, conectando o comportamento desde as plataformas de marketing (como e-mail, whatsapp e push) até a navegação e conversão no site. Essas análises completas são fundamentais para responder a perguntas de negócio complexas.

Sinais de que sua empresa precisa de BI (e como ele pode ajudar)

Se você se identificar com algum dos cenários abaixo, pode ser a hora de amadurecer sua estratégia de dados.

  1. Sua equipe gasta mais tempo organizando dados em planilhas do que analisando e pensando em estratégia. Os relatórios demoram dias para serem feitos.

A solução com BI: O Business Intelligence automatiza a coleta e a organização dos dados, otimizando processos e liberando sua equipe para focar no que realmente importa: gerar insights e resultados.

  1. As decisões importantes são frequentemente baseadas em “intuição” ou “achismo”, por falta de informações claras e rápidas.

A solução com BI: O BI troca a incerteza por fatos, fornecendo dashboards claros que permitem tomar decisões mais rápidas e precisas, baseadas em dados concretos.

  1. Cada departamento tem seus próprios números (Marketing, Vendas, Financeiro), e eles nunca batem. Não existe uma “fonte da verdade”.

A solução com BI: A plataforma de BI integra informações de diferentes áreas, criando uma visão 360º do negócio e garantindo que todos falem a mesma língua.

  1. Você sente que a concorrência está sempre um passo à frente e que sua empresa tem dificuldade em identificar novas tendências e oportunidades de mercado.

A solução com BI: A análise contínua de dados permite identificar padrões de consumo, antecipar movimentos do mercado e encontrar novos nichos, aumentando sua competitividade.

  1. Suas campanhas de marketing são genéricas, com a mesma mensagem “para todo mundo”, e você não consegue provar o impacto real de cada ação.

A solução com BI: O BI permite a criação de estratégias avançadas. Com análises de RFV (Recência, Frequência e Valor), você identifica seus clientes mais valiosos para criar ações personalizadas. E com o uso de um grupo de controle, é possível medir o impacto incremental de cada campanha, provando seu valor e otimizando o investimento.

Conclusão

Mais do que um conjunto de ferramentas, o Business Intelligence é uma cultura estratégica. Ele capacita as empresas a transformarem seus dados em seu maior diferencial competitivo, promovendo um ciclo contínuo de análise, aprendizado e otimização. Adotar o BI é o que separa as empresas que apenas sobrevivem daquelas que lideram e inovam em seus mercados.

Conte com a Pmweb para ajudar sua empresa a transformar dados em decisões de sucesso.

Por: Ronaldo Dias

Pmweb e BEES: uma nova parceria para revolucionar a comunicação no mercado B2B

O mercado B2B acaba de ganhar uma combinação de peso em inovação e tecnologia. 

A Pmweb, especialista em soluções de CRM e Marketing Cloud, é a nova parceira do BEES, a plataforma que está transformando a maneira como varejistas, distribuidores e grandes marcas fazem negócios.

Uma colmeia de possibilidades

A nova parceira da Pmweb é a plataforma de e-commerce B2B da Ambev, onde pequenos e médios varejistas podem se abastecer com todo o portfólio de bebidas da companhia, de forma prática e inteligente.

Com soluções impulsionadas por Inteligência Artificial, o BEES oferece um ecossistema completo que conecta toda a cadeia de suprimentos com soluções de IA, logística e pagamentos integrados.

É a força que move milhões de negócios ao redor do mundo e, agora, conta com a expertise da Pmweb para voar ainda mais alto.

O papel do CRM: otimizar, inspirar e transformar

Essa parceria nasce com um propósito claro: levar a comunicação do BEES a um novo patamar através de uma estratégia de CRM robusta e inteligente. 

Juntos, vamos trabalhar para:

  • Criar fluxos de comunicação cada vez mais inteligentes e fluidos: menos ruído, mais relevância. Queremos que cada interação seja uma experiência valiosa para os parceiros do BEES.
  • Acelerar a digitalização do ecossistema: vamos usar a tecnologia para fortalecer o engajamento e construir relacionamentos únicos, sólidos e duradouros.
  • Explorar a capacidade máxima da plataforma Braze: com a nossa expertise, vamos extrair todo o potencial da ferramenta para criar jornadas personalizadas e impactantes.
  • Elevar o nível das automações de campanha: mais do que automatizar, queremos orquestrar uma comunicação que antecipa necessidades e entrega soluções no momento certo.

A colmeia está crescendo

Este é apenas o começo de uma grande história.

A colaboração com um cliente como o BEES nos enche de entusiasmo.

O nosso objetivo é trabalhar de forma conjunta para gerar resultados expressivos.

Além disso, queremos construir juntos o futuro do comércio e elevar a experiência B2B a um novo patamar para o BEES e todo seu ecossistema.