[:pt]EVI: a sigla mágica da entregabilidade[:]

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Quando falo com clientes, prospects e profissionais de marketing ainda surge muita dúvida sobre um tema tão velho quanto o e-mail marketing: a entregabilidade. O motivo disso é simples. Do que adianta uma estratégia fora de série para suas campanhas se a entrega do e-mail não ocorre para o destinatário? A resposta é mais simples ainda do que a pergunta: nada.

Durante os últimos três anos o cenário da entregabilidade mudou bastante. Os principais provedores (ISPs) de e-mail (como Gmail, Hotmail e Yahoo) passaram a investir mais em inteligência para conseguir classificar se o e-mail recebido é ou não um spam para o seu usuário. Tirando algumas técnicas pontuais, como já comentado em outros posts deste blog (leia o post sobre Spam Traps), os pontos a serem observados continuam os mesmos do passado, porém com maior profundidade, complexidade e variáveis a serem consideradas. Os principais pontos compõem a sigla EVI, que significa: Engajamento, Volume e Infraestrutura. 

Dos três pontos, note que apenas um deles é de responsabilidade da plataforma. Os outros dois pontos dizem respeito a como o enviador a utiliza. Uma plataforma coerente, com as últimas atualizações de segurança e autenticação (como DKIM e SPF), IPs sem problemas de blacklist (no caso da Responsys, por exemplo, todos os clientes tem IPs virgens e dedicados) são de responsabilidade básica do fornecedor, assim como, claro, orientar o seu cliente de quais são as melhores práticas nos outros dois pontos-chave. No entanto, a ordem que a sigla é composta é também a ordem de prioridade que devemos ter em considerar cada variável. Lembre sempre que, de nada adianta uma Infraestrutura impecável, se boas práticas para Engajamento e Volume não estão presentes nas suas estratégias.

O Engajamento diz respeito à capacidade da sua comunicação de ser relevante o suficiente para que os destinatários continuem abrindo, lendo, fazendo scroll e clicando na sua mensagem. Por relevância entenda como mensagem certa, no momento certo para a pessoa certa. Tenha em mente que não só um peça gráfica bonita faz com o seu e-mail continue sendo lido, mas sim o conteúdo específico que o destinatário está interessado. Um exemplo clássico é você se inscrever (fazer optin) para receber promoções de roupas masculinas e receber promoções de roupas femininas. Outro exemplo é comprar um produto e alguns minutos depois receber um e-mail com uma oferta de desconto do mesmo produto que você acabou de comprar com o preço cheio. Através de ferramentas enterprise level como o Interact Suite da Responsys, é possível não só dinamizar todo o conteúdo da peça do e-mail como saber enviar o email automaticamente de acordo com dados comportamentais e de perfil . Desta forma os providers de e-mail irão entender e contabilizar que os seus emails possuem uma taxa alta de cliques, rolagem (sim, eles sabem disso) e leitura, ou seja, possuem mais relevância para seus usuários e, consequentemente, melhor entregabilidade. Nessa linha de raciocínio, não é necessário dissertar muito sobre o que ocorre quando pessoas que fazem opt-out, marcam a mensagem como spam, não abrem e não clicam nos e-mails e o que a entregabilidade sofre com isso. Deste modo, tenha sempre no norte o Engajamento nas suas estratégias. Com ela, não só a conversão é maior na sua campanha, mais como o volume de entregas é maior e, por consequência, o ROI é ainda maior.

Mandar um volume absurdo de e-mails e manter uma boa entregabilidade já foi algo praticamente impossível em outrora. Hoje em dia, com uma boa estratégia de IP WarmUp e boas práticas isso já não é mais impraticável. Os providers consideram a consistência do volume enviado como sendo um dos fatores-chave para julgar se você é ou não um spammer. Enviando um alto Volume – incluindo o envio de mais de uma mensagem por dia para a mesma pessoa – e mantendo um bom Engajamento das mensagens (alta taxa de leitura, scroll e clique e baixa taxa de optout, de não leitura e denúncia de spam), é possível não entrar em blacklists. O IP Warmup consiste, então, em ir educando os providers que você tem um alto volume de envio de forma gradual e metódica. Se não for gradual, a consistência desaparece a chance em cair em blacklist é potencializada.

Para manter uma boa entregabilidade, portanto, é importante contar com uma Infraestrutura que permita executar as boas práticas necessárias para o seu perfil de envio, mas, antes do foco ser plataforma, pensar em estratégias que promovam o Engajamento e o Volume de sua base. Associando esses três fatores, suas campanhas de e-mail marketing certamente passarão longe de problemas de entregabilidade e obterão maior sucesso.

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[:pt]Adobe & Responsys: o poder do e-mail[:]

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Um post no blog da Adobe sobre marketing digital escrito por Christopher Parkin apresenta um bate-papo com Scott Olrich – CMO/CSO da Responsys – sobre os principais benefícios da integração de ferramentas de analytics e e-mail marketing em nível enterprise. Uma leitura altamente recomendada para quem quer entender como interagir melhor com as pessoas que acessam o seu website através de e-mail transacionais, segmentados e, principalmente, automatizados.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

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[:pt]Inspire-se com estratégias vencedoras de e-mail marketing do verão do hemisfério norte[:]

[:pt]O verão está a cada minuto mais próximo e, com ele, as férias, o natal, o ano novo e muitos produtos e serviços orientadas à estação mais quente do ano. Muitas das tendências do verão brasileiro são importadas do europeu e do americano em diversas áreas: moda, música, comportamento, entre outras. Então, ficar atento a algumas campanhas de e-mail marketing daquelas partes do mundo, em termos de estratégia e design, é muito relevante.

Exemplos de e-mail marketing para o verão

Para os americanos, o dia da independência é motivo para soltar muitos e muitos fogos de artifício, como os brasileiros no réveillon.  As marcas Kohl’s,  Anthropologie Home Decorator’s Collection apostaram nos GIFs animados para comunicar os fogos.
A Lancôme usou os fogos de artíficio de forma estática mas bastante criativa.
Modcloth, através de um snipet, estimula os seus leitores, apenas do Gmail, a clicarem em “Favoritos” na caixa de entrada para garantir uma melhor entregabilidade.
A CB2 voltou no tempo da fita cassete e enviou as seus destinatários sugestões de músicas de verão perfeitas:
Os e-mails da MadCloth e da Container Store agradecem o destinatário por estar fazendo aniversário de acompanhá-los por e-mail.
Backcountry usa formas visuais atrativas para mostrar as diferenças segmentações/departamento de produtos
A The Limited mostra como fazer para alcançar mais fãs no Facebook: dando algo em troca que seja relevante.
Banana Republic usa o e-mail para instigar o destinatário a fornecer mais informações para que, no futuro, possa segmentar melhor suas campanhas. Neste e-email ela pergunta “Are you Petite? Find your perfect fit” ( Você é pequena? Encontre o modelo certo).
Da mesma forma, a Philosophy estimula o leitor a fornecer a data de aniversário.
A Ralph Lauren mostra um e-mail em que o nome do leitor estaria na camiseta do anúncio. Como, neste caso, a Ralph Lauren não tinha o nome, ela apresenta um teaser de como seria o seu nome na camiseta:
Você conhece mais exemplos de boa aplicabilidade de campanhas de e-mail marketing de verão? Compartilhe conosco![:]

[:pt]Por que o e-mail marketing é rei?[:]

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Se você pesquisar pelo título deste post em inglês, certamente o Google lhe levará a um lugar muito conhecido: a famosa Harvard Business School. É de lá que vem essa interessante defesa do e-mail marketing e sua efetividade direta e indireta no processo comercial.

Para aguçar sua curiosidade pelo artigo do VP do The Database Marketing Institute, Arthur Middleton Hughes, segue uma comparação com o investimento americano em outras mídias.

Investimento em mídia por canal (Harvard Business Review, 2012)

Leia o artigo (em inglês) na íntegra aqui.

A fonte do investimento americano em e-mail marketing é da Forrester. Você pode ler o último estudo da Forrester sobre email marketing neste link.

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[:pt]Como proteger sua lista de Spam Traps[:]

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Já foi explicado neste blog, no post Spam Traps e Honey Pots e seu impacto na entregabilidade de E-mail Marketing, que endereços de e-mails antigos e/ou abandonados podem ser transformados em endereços Spam Traps e, por isso, manter a base higienizada baseada em engajamento é muito importante. Além disso, existem outras más práticas que podem resultar em spam traps na lista de endereços:

• O endereço de e-mail faz parte uma lista comprada;
• O endereço de e-mail foi obtido através de um e-mail harvesting, sem consentimento/permissões dos donos dos mesmos;
• Alguém  sem intenção ou de forma maliciosa fez opt-in na lista;

Existem diversas práticas proativas para prevenir enviar e-mails para spam traps e, consequentemente, entrarem em blacklist:

• Deixar o optin mais seguro, através do uso de Captcha no formulário ou o uso double opt-in (enviar um e-mail após o opt-in pedindo que o destinatário clique no mesmo para a confirmação);
• Garantir que o sistema de bounces do seu serviço de e-mail esteja funcionando propriamente e tirando os endereços de e-mail que tiveram bounce da lista;
• Garantir que o link e a funcionalidade de opt-out estejam funcionando corretamente;
• Não tentar “esconder” o link de opt-out na sua peça. Deixe-o claro e proeminente para facilitar que os destinatários possam sair da sua lista e, por consequência, não sinalizar a mensagem como spam;
•  Incluir no e-mail enviado um link com as políticas de privacidade do remetente para destinatários poderem consultá-lo e entender se estão dispostos ou não a aceitá-lo;
• Monitorar métricas, principalmente as taxas de reclamação, bounces e qualquer uma que venha a ter um comportamento fora do comum;
• Evitar enviar e-mails para endereços genéricos como, por exemplo, comercial@ e contato@. Estes endereços, normalmente, não são indivíduos mas endereços de departamentos ou funções. E ainda, endereços como postmaster@ e mailer@ são usados para uso dos ISPs para gerir bounces e outras operações, ou seja, também não são indivíduos.
•  Apenas enviar e-mails para destinatários que são engajados, ou seja tirar da lista os indivíduos que não abriram ou clicaram em nenhum e-mail nos últimos 6 a 12 meses. Eles devem ser tratados como inativos ou incluí-los em uma programa de reengajamento. Também notificar sempre os indivíduos que estão sendo removidos da lista, dando a chance deles poderem afirmar que querem continuar recebendo os e-mails. Uma forma eficaz de reativá-los é oferecer algum tipo de desconto, promocode, frete grátis ou algum outro estímulo. Além disso, é importante guardar sempre o horário e data do momento que o cliente fez ou refez o seu opt-in para ter como garantia em alguma reclamação que ele possa fazer.

Respeito às boas práticas e respeito à lista através de práticas simples e de bom senso, portanto, são as formas mais indicadas para garantir que spam traps não sejam incluídos na lista. No entanto, caso isso ocorra ações rápidas e pontuais descritas neste post podem ajudar a rapidamente identificá-los e excluí-los.

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[:pt]Spam Traps e os Honey Pots e seu impacto na entregabilidade de E-mail Marketing[:]

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A constante luta entre os spammers e os ISPs (Internet Service Providers) acaba impactando as marcas que buscam fazer um bom uso do e-mail marketing para interagir com seus clientes.

Os ISPs sofrem mais do que o próprio usuário do serviço de e-mail com o spam, já que banda, processamento e armazenamento são os principais pilares de custo de qualquer empresa dessa natureza. São eles que precisam processar e gerir todo o gigantesco tráfego de dados de e-mails que não são sequer lidos por cada usuário que, na maioria das vezes, nem paga por este serviço.

O que é uma Spam Trap (armadilha para spammers)?
Por definição, spam trap é um endereço de e-mail de algum provider que nunca clica e nem abre os e-mails recebidos, ou seja, não tem nenhum nível de engajamento com os e-mail recebidos. Existem dois tipos básicos de spam traps, são eles:

Endereços Honey Pots (iscas): endereços de e-mail que são criados e espalhados na web em formulários de websites, fóruns, etc esperando serem capturados por spammers.
Endereços Reciclados: endereços de e-mail que alguma vez pertenceram a um usuário, mas foram abandonados ou descartados por ele. Passado um tempo eles são reativados e monitorados para identificar quem continua enviando comunicações a eles.

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