Estratégias de CRM: dicas essenciais para melhorar a experiência do cliente e gerar resultados

Antes mesmo de falar sobre o nosso principal negócio, que tal relembrar um pouco o que é CRM?

Customer Relationship Management (CRM) é uma abordagem que combina tecnologia e práticas para gerenciar relacionamentos com clientes. 

As estratégias de CRM visam otimizar interações ao longo de toda a jornada do cliente, desde a prospecção até o pós-venda, usando dados para personalizar experiências e tomar decisões mais fundamentadas.

Como melhorar a experiência com CRM?

Confira 4 estratégias para otimizar o relacionamento com o seu cliente. ⬇️

  • Segmentação completa de clientes: analise dados demográficos e comportamentais para criar campanhas mais relevantes e direcionadas.
  • Comunicação omnichannel: conecte canais como e-mail, SMS, push, WhatsApp, redes sociais e até mesmo as lojas físicas, garantindo consistência nas interações.
  • Foco na personalização: ofereça experiências adaptadas às necessidades específicas de cada cliente, aumentando o engajamento.
  • Processos automatizados: agilize tarefas manuais com o uso de Inteligência Artificial, liberando assim equipes para focar em atividades estratégicas.
  • Lifecycle estratégico: faça um mapeamento completo de todos os momentos de interação com seu cliente. Aqui na Pmweb temos um lifecycle próprio, em que procuramos atingir a pessoa certa, no momento certo, pelo seu canal preferido e com o conteúdo ideal.

Benefícios das estratégias de CRM

Existem diversas vantagens ao adotar estratégias bem estruturadas, começando pelo impacto direto na satisfação e fidelização dos clientes

Quando uma empresa conhece as preferências de seu público e oferece soluções rápidas e personalizadas, cria um relacionamento de confiança que estimula a lealdade dos consumidores. 

Esse vínculo é essencial para construir uma base de clientes sólida e duradoura.

Além disso, o CRM melhora significativamente a eficiência operacional das empresas. Com a automação de processos e a integração de dados, as equipes conseguem reduzir gargalos, otimizar o tempo e concentrar esforços em atividades estratégicas.

Por fim, e não menos importante, as estratégias de CRM oferecem insights valiosos para a tomada de decisões fundamentadas em dados

Essas análises ajudam a identificar novas oportunidades de mercado, aprimorar os serviços existentes e transformar leads em clientes fiéis.

Somos o que seu cliente precisa: Somos CRM

A Pmweb é especialista em CRM e há mais 28 anos leva sua expertise a grandes nomes do mercado para criar relacionamentos duradouros com seus clientes e impulsionar suas vendas online.

Por isso, nossas soluções em CRM já são pensadas de forma totalmente estratégica, utilizando Inteligência Artificial, otimizando processos, melhorando entregas e alcançando resultados incríveis

Saiba mais em nosso site ou fale com a gente pelo e-mail contato@pmweb.com.br 🤘

Insights Web Summit Lisboa 2024

O Web Summit Lisboa 2024 contou com diversos conteúdos sobre tecnologia, inovações e, principalmente, IA. Nós, da Pmweb, junto com a OasisLab e a FFX, preparamos alguns insights sobre o evento. 

Este ano, Grazi Sbardelotto, VP de Marketing Cloud da Pmweb participou do palco “Corporate Innovation” como mestre de cerimônias, junto com representantes de empresas como IKEA, Lenovo, Visa e muito mais! Também foi jurada de alguns Pitchs de startups e participou do Mentor Hours, onde foi mentora de algumas Startups.

Joey Camire, Chief Strategy Officer da SYLVAIN, trouxe para os palcos como a sede por aprovação está prejudicando as empresas e marcas. A palestrante trouxe uma reflexão poderosa: “As marcas estão agindo como pessoas desesperadas. Estão com tanta fome de crescimento e com tanto medo de errar, que acabam perdendo sua identidade. E no fim, ninguém quer comprar uma marca desesperada.” 

Os quatro elementos que prejudicam as marcas em busca de aprovação, incluem o crescimento a qualquer custo; parcerias e colaborações sem propósito; preservação ao custo da inovação e a busca excessiva por lealdade.

As principais lições para os executivos de varejo são:

  1. Seja Necessário, Não Necessitado – Empresas que se preocupam mais com as necessidades dos seus consumidores, ao invés de ficar nas suas próprias, ganham relevância e lealdade verdadeira.
  2. Evite Miragens – Estratégias de crescimento rápido e ilusórias não substituem um modelo sólido e com visão de longo prazo.
  3. A Construção da Marca Exige Tempo – Marcas sólidas exigem paciência e investimentos que promovam confiança.

A CEO da DataSnipper, Vidya Peters, fez uma apresentação sobre o poder da IA e o seu potencial de elevar a expertise humana, ao invés de substituí-la. Para Peters, o futuro dos negócios não vai ser definido pela substituição de humanos pela IA, mas a IA como um aliado dos humanos para criação de uma, mais valiosa, proposta de valor. “Você não será substituído pela IA, mas certamente será substituído por alguém que usa IA”, alertou ela.

Vidya Peters ainda destacou três mudanças significativas que os CEOs precisam adotar:

  1.  Transferir tarefas repetitivas para a IA, liberando os seres humanos para atividades estratégicas e valor agregado.
  2.  Adotar conjuntos de habilidades híbridas que combinam IA com capacidades humanas.
  3. Manter-se informado sobre os desenvolvimentos da IA em diversos setores.

A CEO da Wolff Olins, Sairah Ashman, se apresentou na trilha Marketing Summit, onde falou sobre o achatamento cultural, um fenômeno onde marcas que antigamente foram consideradas icônicas, estão se tornando cada vez mais semelhantes, batalhando para se destacar em um mundo super automatizado e padronizado.

A mensagem transmitida foi clara: a corrida para otimizar experiências pode tirar o caráter que torna as marcas extraordinárias, deixando-as indistinguíveis umas das outras. Este fenômeno, conhecido como “achatamento cultural”, de acordo com Sairah, representa riscos significativos para empresas que desejam criar conexões duradouras com os consumidores.

Para o combate desse fenômeno, a CEO trouxe quatro princípios para a construção de uma identidade de marca única na era digital:

  1. Descubra sua essência.
  2. Faça o que “não pode” fazer.
  3. Reconstrua com caráter.
  4. Convicção ao invés de consenso.

Principais Insights:

  1. Redescubra a essência da sua marca para construir lealdade e se destacar da concorrência.
  2. Abrace o risco e a criatividade para criar experiências memoráveis e impactantes que fomentem conexões mais profundas.
  3. Priorize a convicção em vez do consenso — marcas autênticas e ousadas criam impacto duradouro.

Maurício Barros, Chief Creative Officer da Deeploy.Me apresentou o painel “Por que usamos os produtos que usamos: UX como motor da fidelidade do cliente no futuro”, onde destacou o papel essencial da UX para o sucesso e lealdade do cliente.

Em sua palestra, afirmou que “A UX precisa estar na mesa de decisões, não apenas como uma camada decorativa de escolha de cores e logotipos”, explorando o poder da Experiência do Cliente além da estética.

Os principais pontos trazidos pelo CEO em sua apresentação foram:

  1. A UX impulsiona a retenção e fidelidade do cliente, podendo gerar até 100 dólares em valor para cada dólar investido.
  2. Entender a psicologia por trás do comportamento do usuário é essencial para a criação de novos produtos envolventes e eficazes.
  3. À medida que a IA transforma a UX, a abordagem centrada no ser humano continuará sendo vital para sustentar o engajamento do usuário.
  4. Qual o papel que a UX desempenha na estratégia da sua empresa? Refletir sobre isso pode revelar os próximos passos para aumentar a relevância e a ressonância dos seus produtos com os usuários.

O Web Summit Lisboa é um dos maiores eventos de inovação do mundo. Se você gostou do conteúdo, não deixe de conferir o e-book que vamos publicar em breve para saber mais sobre o evento, os assuntos mais comentados e os principais insights! Fique ligado e não perca essa oportunidade. 

Como o Design afeta a confiabilidade do cliente

Já se deparou com situações em que você precisou escolher um fornecedor, uma loja ou um serviço por conta própria, sem recomendação? Qual foi seu critério à primeira vista? Provavelmente foi o perfil, site ou página que te passou mais confiança. Mas como isso ocorre? Como fazer com que um site passe mais confiança do que outro?

Segundo os princípios da linguagem visual, quando acessamos uma página, a primeira coisa na qual reparamos é o visual dela, e depois o conteúdo em questão. Isso também se aplica, por exemplo, a imagens em um cardápio. A foto que parece mais interessante nos chama a atenção e depois é que prosseguimos na leitura do que contém no prato.

O mesmo ocorre com o design visual de marcas, aquele que se destaca, que parece mais trabalhado, mais profissional, geralmente é o que atrai nossa atenção e desperta nossa curiosidade e confiança. Veja o exemplo de duas docerias – fictícias – abaixo:

Fonte: da autora

Se alguém procura por uma doceria e se depara com essas duas opções como resultado, as chances de clicar na primeira são muito maiores do que clicar na segunda. Isso ocorre porque o logotipo da primeira parece feito por um profissional habilitado, parece mais trabalhado, logo, mais profissional, enquanto a segunda passa a impressão de algo amador, feito às pressas e sem muita atenção.

É quase como se nosso cérebro fizesse uma analogia de que uma identidade visual mais profissional equivale a um produto ou serviço mais profissional também, enquanto a identidade mais descuidada equivale a um produto/serviço igualmente descuidado. É importante salientar que não necessariamente isso é verdade, mas é a impressão que é passada para o subconsciente do público. Portanto podemos dizer que uma identidade visual elaborada impacta diretamente na visão que o consumidor terá sobre a marca.

Principais pontos de atenção para uma boa presença digital

Além da identidade da própria marca, outros itens também colaboram para uma primeira boa impressão, são eles: layout do site, organização do conteúdo, tom de voz da marca, banners, anúncios, foto de capa, posts em redes sociais, etc.

Não esqueça que sua presença digital é o seu cartão de visita, pois muitas vezes é o primeiro contato do consumidor com a sua empresa, principalmente se ela foi encontrada através de busca orgânica e não por recomendação de outros consumidores. Sabido disso, busque profissionais que possam auxiliar nessa etapa e não subestime o potencial de uma identidade visual consistente.

Quando o âmbito visual é o principal ponto de atenção (como em sites, páginas e perfis de redes sociais) é imprescindível utilizar o design visual a seu favor para transmitir seus valores de forma clara e concisa através de uma boa organização de elementos, logotipo elaborado e layout organizado.

Lembre-se, design também é experiência, e é importante que o consumidor tenha uma ótima primeira experiência com a sua marca para gerar confiabilidade no seu produto/serviço. Portanto, conte com o design visual como um forte aliado nesse processo e potencialize sua presença digital, tornando sua marca mais forte e confiável para seus consumidores.

Referências:

Sintaxe da Linguagem Visual, Martins Fontes.

Arte e percepção visual: Uma psicologia da visão criadora, Rudolf Arnheim.

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Escrito por: Mirella Gaspareto, Analista de Criação na Pmweb.

Agile Marketing: os benefícios e os aprendizados sobre a agilidade no marketing

Adaptar os métodos ágeis para a área de serviços e incorporar a agilidade no ambiente de Marketing Cloud e CRM tem sido um baita aprendizado. Os desafios são muitos, mas dia após dia tenho visto os resultados aparecerem. Tem sido assim desde que eu, Melissa Ribeiro, iniciei minha trajetória como Agilista na Pmweb, a maior empresa de CRM da América Latina.

Quando a gente fala de agilidade no marketing algumas perguntas são sempre recorrentes.  Além de responder a essas perguntas, neste artigo eu quero compartilhar com você alguns dos aprendizados que eu tenho tido no processo de transformação ágil de uma empresa de serviços e tecnologia para marketing e CRM. Vou começar respondendo as perguntas de sempre. 

É possível utilizar métodos ágeis na área de serviços?

Sim, com certeza! É possível criar equipes ágeis no marketing. Embora tenham surgido no ambiente de TI e sido criados para o desenvolvimento de produtos, os métodos ágeis foram pensados para times e ambientes criativos que trabalham com produtos intangíveis, imateriais. As empresas de desenvolvimento de software não vendem “zeros e uns”. Elas vendem organização, controle e acesso à informação, conteúdo, experiência, conhecimento.

Os métodos ágeis sugerem uma forma de gestão para uma nova economia, novos modelos de negócio e um cenário de profundas incertezas e rápidas transformações que exigem soluções criativas e facilmente adaptáveis. As grandes mudanças no comportamento dos consumidores neste século XXI nos levam a perceber que muitas estratégias de marketing e modelos de gestão que funcionaram perfeitamente no século passado não encontram o mesmo sucesso nos dias de hoje. Como, então, fazer diferente?

No fim das contas, o que os distintos métodos ágeis oferecem é um modelo de trabalho que permite às equipes e às empresas terem licença para experimentar, errar e aprender rapidamente com os erros para que possam ajustar continuamente suas rotas a fim de crescerem e oferecerem produtos e serviços que atendem às necessidades de seus clientes.

A essência dos métodos ágeis é trabalhar de forma incremental (fazer entregas parciais até completar todo o projeto) e iterativa (realizar revisão constante), gerando valor frequente para o cliente. E isso também pode ser aplicado na área de serviços, com as devidas adaptações.

Na prática, isso significa ter ciclos menores de trabalho, com planejamentos mais flexíveis para gerar entregas mais rápidas e receber feedbacks dos clientes com maior frequência, em vez de esperar pela perfeição.

A ideia é aprender com experimentos e dados mais que opiniões e convenções. Isso nos permite tomar decisões de marketing mais eficazes em vez de perder tempo produzindo coisas erradas ou desnecessárias.

Significa também que os clientes e usuários recebem benefícios continuamente, o que fideliza a relação da empresa prestadora de serviços com seus clientes e os usuários com as marcas. Fazemos isso em marketing e CRM, por exemplo, quando realizamos testes A/B e a partir do comportamento das bases de clientes conseguimos criar estratégias mais eficazes.

Se existe um certo grau de incerteza e risco no que fazemos e não sabemos exatamente o que nos levará ao resultado desejado, então esse é o melhor contexto para o uso da agilidade. 

Embora seja possível utilizar métodos ágeis no marketing, algumas adaptações são necessárias em algumas circunstâncias, já que eles idealmente foram pensados para times de produto. Por exemplo, geralmente a área de TI trabalha com uma quantidade menor de projetos simultâneos, porém os projetos são maiores e mais duradouros porque focam no desenvolvimento e aperfeiçoamento de determinados produtos ao longo do tempo.

Já no marketing é mais comum encontrarmos um cenário diferente: trabalha-se com diversos projetos pequenos e de menor duração de forma paralela. Tudo isso implica em algumas mudanças na forma de empregar a agilidade no marketing. Mas esse não é o foco deste artigo.

Por que usar métodos ágeis no marketing?

Agora que você já entendeu que a agilidade também é para o marketing, quero explicar porque ela tem sido cada vez mais adotada nesse setor. Para que você mesmo chegue às suas conclusões, te digo que a agilidade é recomendada para times que vivenciam pelo menos três das cinco situações abaixo:

  1. Mudanças são realizadas com frequência e precisam ser incorporadas aos projetos;
  2. Há muitas demandas urgentes e não planejadas;
  3. O cliente nem sempre sabe o que quer/precisa;
  4. O time tem dificuldade em cumprir prazos;
  5. O time tem dificuldade de estimar horas para realizar as demandas. 

Identificou algumas dessas situações na rotina da sua equipe? É bem provável que sim. A realidade hoje é que em grande parte das empresas de marketing o alto volume de informações e demandas acabam criando equipes sobrecarregadas, com dificuldade de priorização, o que quase sempre leva à dificuldade de cumprir prazos e de organizar processos. 

Os métodos ágeis atuam justamente na administração dessas circunstâncias e nos ajudam a criar equipes de alta performance, focadas na entrega de resultados e na evolução contínua. 

De acordo com o 5th Annual State of Agile Marketing Report, elaborado pela Agile Sherpas, 43% das empresas de marketing participantes da pesquisa já utilizam o agile marketing para o gerenciamento do trabalho, como reuniões diárias, backlogs, sprints, Kanban, entre outros.

Dentre elas, 75% estão satisfeitas com as formas ágeis de trabalhar e concordam que podem lidar melhor com o trabalho em ritmo acelerado em comparação a métodos tradicionais de gestão. Além disso, 92% das equipes de marketing que utilizam uma gestão ágil estão confiantes de que elas conseguem lidar melhor com qualquer trabalho não planejado em condições remotas ou presenciais. Um percentual expressivo, não é mesmo?

Fonte: 5th Annual State of Agile Marketing Report, Agile Sherpas.

O relatório ainda revela que a adoção de métodos ágeis em equipes de marketing traz como principais benefícios o melhor gerenciamento de mudanças de prioridade (63%), a melhor visibilidade do status do projeto (63%) e a melhoria da produtividade dos times (62%).

Das equipes que implementaram o ágil, 80% afirmam que a mudança foi valiosa. O levantamento também aponta que 51% das empresas pretendem implementar o agile marketing em 2023. 

Fonte: 5th Annual State of Agile Marketing Report, Agile Sherpas.

O que as equipes de marketing ganham com a agilidade? 

Através de ciclos curtos de trabalho, com feedbacks constantes do cliente, é possível melhorar a comunicação, tanto entre os membros do time quanto em relação aos clientes. 

Equipes menores e multifuncionais ganham em produtividade, diálogo, colaboração e fluidez das demandas.

A agilidade no marketing ajuda a aperfeiçoar os processos de trabalho, equilibrar a distribuição das tarefas e economizar tempo e dinheiro, por meio do investimento em esforço e recursos financeiros com objetivos mais claros. A consequência é a criação de um ritmo de trabalho mais saudável, a aceleração do tempo das entregas e a melhora da qualidade das entregas

Além de todos os benefícios que apontei, a agilidade é capaz de ajudar as equipes de marketing a serem mais assertivas em relação ao que precisa ser feito, criando uma vantagem competitiva no mercado e o ambiente propício para ações inovadoras que, de fato, trazem resultados. Em vez de apenas “criar mais coisas”, a cultura ágil faz com que as equipes de marketing criem “coisas certas” para as reais necessidades do cliente de forma relevante e certeira. 

Qual o método ágil mais adequado para o marketing? 

Bom, para isso não tenho uma resposta pronta. Isso porque são vários os fatores que vão determinar o método, framework, abordagem, técnicas, ferramentas e práticas ágeis mais eficientes. Para cada equipe, cada empresa ou mesmo estilo de projeto há variáveis que influenciam na escolha dos processos a serem utilizados. 

Em geral, equipes que trabalham com fluxo contínuo de demandas e um volume alto de tarefas urgentes e não planejadas têm maior sucesso com o Kanban, enquanto times que conseguem estabelecer um certo planejamento das atividades em sprints e podem se organizar em uma estrutura de trabalho cadenciado alcançam maior produtividade com o Scrum. Mas isso não é uma regra. 

É preciso avaliar bem as condições, os objetivos, as estratégias e o fluxo de trabalho para tomar a melhor decisão. A equipe trabalha mais com projetos ou com processos? São projetos longos ou mais curtos? É possível trabalhar com equipes menores e multifuncionais? Todas essas respostas ajudam a traçar um diagnóstico mais preciso para que a escolha ideal possa ser feita. 

Por onde começar?

Eu acredito que a melhor forma de começar uma transformação ágil é entender o porquê da necessidade de se realizar tal processo. Antes de decidir o melhor método a seguir, de organizar squads e definir papéis, de iniciar cerimônias e preencher boards de acompanhamento de fluxo é preciso estar ciente da essência da agilidade. Antes da mudança do processo deve estar a mudança de mindset.

Eu sempre costumo dizer nos meus treinamentos que o Manifesto Ágil, publicado em 2001 por aqueles 17 desenvolvedores de software, não recomendou esse ou aquele método como o mais eficaz para uma equipe alcançar a agilidade.

Aqueles profissionais chegaram à conclusão de que estavam tendo resultados muito melhores do que se estivessem trabalhando por métodos tradicionais de gestão de projetos porque o que eles tinham em comum eram valores e princípios. E foi exatamente esse “achado” que eles quiseram compartilhar com o mundo.

O mesmo aconteceu com o Agile Marketing Manifesto, que para a velocidade e a complexidade do marketing hoje propôs valores e princípios ágeis claramente adaptados ao setor. 

É por isso que eu defendo que a melhor forma de se começar um processo de transformação ágil é mergulhar profundamente no entendimento do que é a cultura ágil, quais são os valores e os princípios do agile marketing e como eles podem ser aplicados no dia a dia das equipes e da empresa, conforme o seu contexto atual.

Os métodos e frameworks ágeis virão depois para nos ajudar a materializar esses valores e princípios em processos organizados de trabalho. Se o movimento é contrário – primeiro os processos e depois a cultura – fatalmente o sucesso se mostrará distante. 

Na Pmweb, esse caminho de desenvolvimento de uma cultura ágil tem sido facilitado pela criação do Agile Transformation Office (ATO), time do qual eu faço parte e é dedicado à disseminação da agilidade na empresa. O time apoia tanto a implementação quanto a sustentação das práticas ágeis.

Aprendizados sobre o Agile Marketing

Se você está pensando em implementar processos ágeis na sua equipe ou empresa de marketing, seguem 10 pontos importantes para você se guiar. São aprendizados que eu tenho tido nesta minha jornada como Agilista na área de marketing e CRM.

1) Planeje: Antes de escolher o método ou framework a ser utilizado ou dar qualquer outro passo faça um bom planejamento, estabelecendo os objetivos e metas a serem alcançadas, entendendo o estado atual de sua equipe e desenhando o caminho a ser seguido.

Para esse processo eu recomendo fortemente o uso do Agile Transformation Planning, uma ferramenta criada pelo Agile Institute Brazil (AIB) que vai te guiar e orientar na preparação e efetivação do modelo ágil. O Agile Transformation Planning é muito completo e reúne diversas ferramentas que vão te apoiar nessa jornada. 

2) Crie um ATO: Ter pessoas voltadas exclusivamente para a disseminação da agilidade e para a orquestração da transformação ágil faz toda a diferença. O Agile Transformation Office funciona como um ponto focal na empresa tanto para a implementação quanto para a sustentação do modelo ágil. Além de oferecer treinamentos, mentorias e coaching, ele avalia o grau de maturidade ágil e o quanto é possível evoluir, traçando a jornada necessária a ser percorrida. O ATO trabalha com o apoio de métricas e o uso de ferramentas adequadas a cada situação, a partir do direcionamento estratégico dado pelas lideranças da organização. 

3) Invista na preparação dos profissionais e equipes: Faça workshops, dê treinamentos. Foque no entendimento dos valores e princípios ágeis na formação inicial. Na Pmweb utilizamos ferramentas como Defesa dos Valores Ágeis e o Agile Clock, também do AIB, para um alinhamento inicial sobre o que pretendemos buscar com a implantação do modelo ágil de gestão na empresa.

4) Escolha o método ou framework mais adequado para a sua realidade: Não há uma receita de bolo para a implementação do agile marketing. É preciso avaliar o contexto para tomar a melhor decisão. Muitas vezes será necessário conjugar mais de um método, abordagem ou framework. A Pmweb tem um framework próprio, estruturado especificamente para o contexto e as necessidades da empresa. Seja criativo e estratégico para encontrar uma estrutura que melhor se adapta às suas necessidades.

5) Monte um time de integração: As lideranças precisam estar totalmente envolvidas e alinhadas em relação ao processo de transformação ágil e a criação de um time que reúna todas as lideranças de uma tribo com encontros regulares é a melhor forma de fazer isso acontecer.

6) Foque na mudança de papéis: A transição para o modelo ágil traz junto a necessidade de desenvolvimento de uma série de soft skills. A alteração de papéis, quando necessária, precisa ser acompanhada bem de perto porque muitas vezes os profissionais precisarão desenvolver novas habilidades técnicas e comportamentais. O uso das ferramentas Flaps Job Description e Flaps Personal Skills Gaps, disponibilizadas pelo AIB Institute, são muito úteis nesse processo. 

7) Acompanhe as equipes: Os profissionais e os times que adotam o modelo ágil precisam de um acompanhamento mais próximo. A mudança para o contexto ágil requer um aprendizado e uma mudança de mindset e isso não ocorre do dia para a noite. Os agilistas têm o papel de promover a orientação necessária, que pode levar alguns meses. Em certos casos é preciso realizar sessões de coaching e mentorias individuais, conduzindo os profissionais a um processo de evolução da maturidade ágil. 

8) Promova o desenvolvimento contínuo dos Scrum Masters: Os Scrum Masters são os guardiões do modelo ágil. Eles funcionam como multiplicadores e defensores da agilidade nos times. Por isso é tão importante oferecer treinamentos, sessões de coaching, mentorias individuais e outras formas de acompanhamento e desenvolvimento desses profissionais. Na Pmweb temos uma trilha de lifelong learning para os SMs, projetada para encontros regulares com eixos de estudo definidos.

9) Envolva os clientes: Esse é um dos principais benefícios do modelo ágil de gestão para o marketing. Traga os clientes para dentro do processo criativo. Os clientes podem/devem participar do início ao fim do desenvolvimento dos projetos e não apenas receber algo pronto no final da cadeia produtiva, como no marketing tradicional. A colaboração e a participação do cliente e também dos usuários nas diferentes etapas do processo de produção garante uma maior assertividade das ações. 

10) Esteja aberto para a mudança de planos: Entenda que ajustes serão necessários ao longo do caminho e não tenha receio de mudar a rota. O ATP, que citei como instrumento de planejamento de uma transformação ágil, por exemplo, é um documento vivo, que pode ser alterado sempre que necessário e que requer um acompanhamento contínuo. No modelo ágil as mudanças são bem-vindas porque entendemos que elas são fruto da aprendizagem e indicam nosso movimento em busca de melhorias.

Por fim, se no seu processo de transformação ágil você encontrar algum desafio (e você vai encontrar muitos!), use os próprios valores ágeis para te dar a direção:

1) Foque nas pessoas e na comunicação entre elas;

2) Concentre-se no resultado e busque simplificar o trabalho;

3) Envolva-se com o cliente e deixe que ele se envolva com o trabalho que você está realizando;

4) Aprenda e reaja rápido, abrace as mudanças. É assim que temos alcançado nossos resultados com o agile marketing aqui na Pmweb.

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Escrito por: Melissa Ribeiro, Agilista na Pmweb.
Jornalista (UFJF), mestre e doutora em Comunicação (UFF), é também escritora, pesquisadora, professora e trainer. Como Agile Coach (PACC®) tem se especializado na transformação ágil de equipes e organizações na área de Comunicação e Marketing.

Entenda como as estratégias de lifecycle funcionam na prática.

Escrito por Stefani Pereira.

Falar com o cliente certo, no momento certo, com a mensagem certa, parece ser algo que muitos gestores de marketing consideram difícil. Porém, com as estratégias de lifecycle marketing, você consegue entender o ciclo de vida do cliente com o objetivo de construir, nutrir e manter um relacionamento, assim como gerar receita para a sua empresa. 

As estratégias de lifecycle tem o objetivo de comunicar cada cliente no momento da sua jornada de compras. Parece complexo, ainda mais se sua marca possui milhares ou milhões de clientes, como se comunicar com cada um deles? Por isso é importante definir estratégias específicas e automatizar as comunicações. 

Além disso, você percebe a importância de respeitar o momento do consumidor e de compreender que não é sobre quando você quer vender, conversar ou comunicar, mas quando é o momento do cliente. 

Lembre-se que o mantra que guia essa estratégia é fazer uma comunicação efetiva e personalizada com o consumidor, de acordo com o seu andamento na jornada de com a marca. 

Certo, já entendemos que respeitar o tempo do consumidor é importante. Entretanto, como fazer para colocar essa estratégia em prática?

A importância das réguas de lifecycle e como aplicá-las na prática

O primeiro passo para aplicar essa estratégia na prática, é identificar seus clientes e criar uma base de dados efetiva. A partir disso, faça uma análise para entender a jornada de do seu cliente com a marca. 

Já o segundo passo, é garantir que você está mapeando todos os canais de contato com a marca, tanto online como offline para ter uma visão completa do cliente.Desta forma, você irá conseguir implementar réguas de lifecycle que tornarão a sua comunicação mais eficaz. 

Além de conseguir entender a jornada do cliente em todos os canais de comunicação com a marca, analisar seus comportamentos, interações e fazer uma comunicação personalizada. 

Por meio desta visão, é  possível utilizar as réguas em diversos canais de comunicação como: e-commerce, What’sApp, Push, Webpush, SMS, e-mail marketing entre outros.

E como ficam as campanhas blast? 

Se você atua no segmento varejista, sabe que campanhas de e-mail marketing bem segmentadas geram mais conversões. No entanto, o envio em massa (blast) pode trazer bons resultados quando usado de maneira estratégica.

Em muitos casos, esse tipo de envio consegue alavancar grande  parte da receita bruta por e-mail marketing na loja virtual, uma vez que seu alcance tem grande cobertura e uma busca frenética pelo clique do consumidor final. 

No entanto, transformar o broadcast em uma prática rotineira pode trazer resultados ruins, cansando seu cliente e levando-o para um eventual opt-out.

Por isso, precisamos investir em campanhas automatizadas, porque elas impactam o consumidor no momento correto de sua jornada e possuem ROI muito superior às campanhas de blast.

Sobre as réguas de lifecycle

Elas têm o objetivo de personalizar a sua comunicação com o cliente, de acordo com o momento do consumidor na jornada de compra. 

Além disso, existem diversos tipos de réguas de lifecycle, algumas são mais focadas em manter um relacionamento com os clientes, engajamento, reativação, enquanto outras possuem maior foco em conversão. De qualquer maneira, elas são essenciais para a sua estratégia e  trazem resultados eficientes para o seu negócio. Aqui, vamos falar sobre duas em específico: automatizadas com foco em relacionamento e behavior. 

Réguas de relacionamento:

São  réguas essenciais para a sua empresa. Através delas, você consegue construir uma base sólida com os seus clientes e fidelizá-los de maneira personalizada e gradual. Alguns tipos de réguas automatizadas com foco em relacionamento são: boas-vindas, aniversário e reengajamento. 

  • Boas-vindas: após o cliente realizar o cadastro no seu site, faça uma comunicação de boas-vindas. É importante fazer isso, pois representa o início do relacionamento com o seu novo contato. 

Aqui, não falamos só de e-mails. Na verdade, as possibilidades são infinitas. Você pode montar uma mensagem agradecendo pelo cadastro, apresentar sua empresa, incentivar a utilização dos seus canais de vendas..

Aposte também em ondas de boas-vindas para conseguir entender o padrão de consumo do cliente. Campanhas de progressive profiling também são ótimas pedidas para criar tarjas dinâmicas de acordo com as preferências do consumidor. 

Você sabia que enviar uma comunicação desejando boas-vindas imediatamente após o cadastro pode aumentar em 78% a taxa de abertura? Isso só demonstra a importância de investir nessa régua. 

No gráfico abaixo você pode observar que essa campanha possui um RPE (receita por e-mail) 698% maior do que campanhas de blast, mostrando a eficácia de campanhas automatizadas em comparação com broadcast.

Campanhas de boas-vindas chegam a trazer 8x mais receita por envio que uma blast. Fonte: Estudo Análise Lifecycle Dezembro/20 | Resp.: Rodrigo Aguilar | Vigência: 2021/01

  • Aniversário: as mensagens de aniversário são ótimas para gerar uma maior conexão entre marca e cliente. Invista em uma comunicação personalizada, que mostre para o cliente o quanto você realmente o conhece. 

Ofereça também produtos que façam sentido com o histórico e perfil do consumidor. Além disso, disponibilizar cupons de desconto para o aniversariante também é uma excelente estratégia. 

Vale lembrar que campanhas de aniversário tendem a entregar até 243% mais receita por envio que uma campanha blast. 

Apesar da performance pré-clique ser inferior às blasts, quando falamos de conversão e receita é uma campanha que tem um excelente potencial. Fonte: Estudo Análise Lifecycle Dezembro/20 | Resp.: Rodrigo Aguilar | Vigência: 2021/01.

  • Reengajamento: campanhas de reengajamento são eficientes para enviar mensagens àqueles clientes que não estão interagindo com a marca. O foco é estimular os consumidores a conectarem-se com sua empresa e reaproximar o relacionamento com o mesmo.  

Neste caso é ainda  mais importante que a mensagem faça sentido para cada cliente, para que ele realmente tenha interesse em reengajar com a marca.

Campanhas de reengajamento podem ser responsáveis por recuperar até 20% de usuários desengajados, entregando na média um reengajamento de 8,5% da base.

Régua Behavior:

Essas réguas têm o objetivo de vender. Afinal, elas costumam ser enviadas para consumidores que estão na etapa final da compra, mas, por algum motivo, ainda não converteram. Veja as principais réguas de behavior: 

  •  Baixa de preço: disparos que avisam sobre a queda dos preços podem ter uma taxa de conversão 200% maior que uma campanha blast. Além disso, a régua possui uma taxa de CTO (cliques por abertura) 184% maior do que campanhas de blast, uma oportunidade do seu consumidor conferir outros produtos em seu e-commerce.

Há oportunidades para trabalhar na melhoria da taxa de abertura e, por consequência, ganhar em cliques, CR e RPE. Fonte: Estudo Análise Lifecycle Dezembro/20 | Resp.: Rodrigo Aguilar | Vigência: 2021/01.

  • Navegação: é baseada no histórico de navegação do cliente. Assim é possível enviar disparos personalizados e alinhados com o momento de compra do consumidor. As campanhas de navegação podem ter uma taxa de conversão até 93% maior que uma campanha blast.

Resultado dentro do esperado. Campanhas que utilizam gatilhos de comportamento sempre serão mais performáticas. Detalhe para o RPE (8x maior). Fonte: Estudo Análise Lifecycle Dezembro/20 | Resp.: Rodrigo Aguilar | Vigência: 2021/01

  • Abandono de carrinho: Esta régua é a queridinha do varejo, um must have. Em 2019, quase 70% dos carrinhos foram abandonados nas lojas virtuais. Assim, enviar disparos relembrando o consumidor sobre as compras não efetuadas é uma estratégia essencial para o seu negócio. 

Essa estratégia pode recuperar cerca de 10% do lucro perdido. Portanto, invista em disparos de abandono de carrinho, pois faz toda a diferença na sua estratégia de marketing e vendas. 

Que tal levar as estratégias de lifecycle para dentro do seu negócio? 

Leve as estratégias de lifecycle para a rotina da sua empresa. É a oportunidade de você conseguir fazer na prática soluções que aumentam as vendas do seu negócio e mantêm um relacionamento único em escala com seus clientes.

Precisa de ajuda com as estratégias de lifecycle marketing? 

Oto e Pmweb Context: entenda as atualizações das tecnologias Pmweb

Escrito por Stefani Pereira.

O Oto e Pmweb Context, nossas tecnologias empresariais focadas em tecnologia de dados, estão cheias de novidades e mais aprimoradas ainda, prontas para potencializar as suas vendas e a sua tática de marketing omnichannel. 

Agora o Pmweb 360 é o Oto!

A ferramenta que leva as estratégias CRM para a sua loja física e aumenta suas conversões em até 15% deixou de ser Pmweb 360 para virar Oto. A mudança acontece de vez no dia 22 de março. 

Mas o que vai mudar? Além de uma nova identidade visual, mais amigável e atrativa, muitas novidades e melhorias chegam para fazer do Oto um motor de resultados, contribuindo para incluir o vendedor cada vez mais na transformação digital. 

Prazer, Oto. Quem conhece, vende

O melhor amigo do seu vendedor, o Oto é um sistema pronto para levar as estratégias de CRM para dentro da loja física. Dessa forma, ele empodera quem vende com tecnologia e dados.

As funcionalidades da nova versão do Oto: 

  • Push Notification: perfis administradores podem criar mensagens de push notifications para enviar para os vendedores, com informações de estratégia e sugestões.
  • Módulo Segmentador: agora, o módulo segmentador do Context permitirá que os clientes do Oto possam criar campanhas para seus vendedores de forma mais independente.
    Além disso, para quem quer ainda mais poder, será possível adquirir a possibilidade de ter acesso a outros canais de exportação como mídia, Responsys,  Sales Force, Big Query, FTP, entre outros.
  • Integração Oracle Responsys e Sales Force Marketing Cloud: inclua seu vendedor como um canal de comunicação direta nas suas campanhas dentro das principais plataformas de marketing cloud do mercado e a Oracle Responsys e Sa. garanta a aplicação de todas as estratégias de CRM dentro da loja física, de forma integrada e automatizada.
  • Orquestrador de campanhas: tenha autonomia para gerenciar as suas criação de campanhas e sugestões para os vendedores. Essa orquestração incluirá também campanhas criadas nas mkt clouds (Responsys e SalesForce), ou seja, orquestrar entre si os seguintes tipos de campanhas:
  • Criadas no Segmentador
  • Criadas nas Marketing Clouds
  • Criadas de forma custom e ad-hoc
  • Integração nativa VTEX: quem usa VTEX agora pode integrar todos os dados dos clientes e das vendas com o Oto, de maneira automática e nativa. Muito mais simples e rápido.
  • Integração Oracle Responsys e Sales Force Marketing Cloud: inclua seu vendedor como um canal de comunicação direta nas suas campanhas dentro das principais plataformas de marketing cloud do mercado e  garanta a aplicação de todas as estratégias de CRM dentro da loja física, de forma integrada e automatizada.
  • Face Id ou Touch Id: acesso apenas por Face ID ou touch Id, garantindo mais segurança e eliminando o uso de pins
  • Wiki/FAQ do Oto: É o portal de suporte do Oto, criado para solucionar as principais dúvidas e problemas dos clientes. 
  • Suporte multi-marcas: acesso integrado através de login e senha única para clientes com múltiplas marcas.
  • Troca de senha: mais liberdade e autonomia para as trocas de senhas. O usuário poderá alterar dentro do próprio aplicativo, de maneira segura e amigável. 

E o Pmweb Context? Veja o que mudou na ferramenta de marketing omnichannel 

Fique de olho nas novas funcionalidades e confira o que vai mudar:

  • Novos Cruzamentos de dados: possibilidade de utilizar suas personas em todos os reportes do Context, possibilitando análises mais completas e, dessa forma, definição de estratégias mais competitivas.
  • Performance do canal WebPush: A partir de agora, será possível para clientes que possuem o canal WebPush habilitado na Oracle Responsys acompanharem a sua performance de forma mais objetiva, simples e eficaz como já faziam com os outros canais.
  • Integração nativa VTEX: no Context também tem integração com a VTEX, para facilitar ainda mais o compartilhamento de informações dos seus clientes e ter uma visão completa dos seus dados. 
  • NPS: A migração do Dashboard de Performance da Pmweb para o Context, trás ao NPS novas visões  relatórios. Além da repaginação e melhora de UX dos relatórios existentes, o NPS agora está integrado com as Personas e os Vendedores (para clientes Oto). Também será possível usar o NPS como parâmetro para criação de audiência e labels, permitindo, assim, a criação de acionamento e análises ainda mais profundas com as notas dadas pelo consumidor.

Cliente Pmweb, essas novas features já estão prontas para você

É cliente do Pmweb Context e Pmweb 360 – ou melhor, do Oto – e gostou das atualizações? Saiba que você já pode começar a usar todas essas novidades no seu negócio. 

Ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre as ferramentas da Pmweb? Fale com a gente! 

[:pt]“A mudança é o novo comportamento”: bem-vindos ao marketing da transformação[:]

[:pt]Nossas habilidades de analisar dados, traduzir informações, olhar tendências e conhecer as necessidades do público devem orientar os negócios e as marcas a terem um propósito na sociedade

A frase do título desse artigo é da Andrea Sullivan, quando era CMO da Interbrands, durante a apresentação das marcas que entraram na lista das Breakthrough Brands de 2017.

Muito já foi dito sobre as transformações de ordem mundial que sucedem a invenção e a adoção de tecnologias que vieram descontinuar uma ordem estabelecida e criar uma profunda mudança na sociedade. A transformação digital, onde não mais “entramos” na internet, mas “vivemos” a internet, é a última, mas não será a final. Nessa rede interconectada, as questões de escala global também se refletem (ou se repetem) na escala individual. O centro produtor de conteúdo e opiniões foi pulverizado na medida em que cada indivíduo é ao mesmo tempo produtor, consumidor e influenciador. E isso traz a percepção que estamos todos perdidos sem saber no que acreditar ou em que norte apontar.

As instituições e marcas estão sofrendo um grande desgaste conforme o público pede por mais transparência, empatia e comprometimento – um engajamento para além da relação transacional.

Com essa granularização da sociedade, a partir das preferências pessoais, cada indivíduo é uma fonte de transformação em potencial. E a transformação constante será a realidade daqui para frente.

O Marketing, como uma disciplina que está no centro da gestão das empresas, tem que retomar sua missão original de ser uma área trendsetter. Questões globais como o crescimento e envelhecimento da população, a sustentabilidade do planeta e a inclusão são megatendências sem volta que impactam diretamente o indivíduo que, por sua vez, pede respostas e engajamento das marcas.

Essa é a nossa missão, marqueteiros.

Nossas habilidades de analisar dados, traduzir informações, olhar tendências e conhecer as necessidades do público devem orientar os negócios e as marcas a terem um propósito na sociedade. E, principalmente, de levar esse propósito para a vida real, traduzindo os novos códigos culturais e sociais de forma que os tomadores de decisão saibam se comprometer com suas causas e se comunicar de maneira empática – incitando e sendo promotores de mudança e trabalhando para além da simples transação comercial.

Não é apenas sobre transformação digital – nós já somos inteiramente digitais, estamos imersos na rede o tempo todo.

Não é apenas sobre a transformação das lideranças – as lideranças já vivem numa sociedade que possui esses novos códigos sociais e precisam transformar suas marcas para refletir as questões do indivíduo.

Não é sobre um ativismo de fachada – é encontrar uma causa que faça sentido para a marca e se comprometer em todos os processos, se comunicar de forma transparente e autêntica – walk the talk!

Esse é o Marketing da Transformação: um marketing atento e engajado de verdade com as transformações constantes da sociedade e que contribua para que as marcas produzam impactos efetivos no mundo no qual estamos inseridos.  Nessa realidade, o nosso papel é contribuir para que as empresas e instituições continuem crescendo financeiramente saudáveis, mas com atuações que sejam social, econômica e ambientalmente responsáveis.

Fonte: meio & mensagem[:]

[:pt]Black Friday vs. Natal: entenda as diferenças entre as datas[:]

[:pt]

Quem faz o planejamento de marcas no fim de ano pode pensar que a Black Friday veio para acabar com as vendas do Natal, já que as duas datas estão bem próximas. Se você acredita nisso, vale repensar as suas estratégias: cada data de varejo do fim do ano mostra diferenças importantes nos hábitos de consumo das pessoas, e o Natal segue firme e forte.
As intenções de busca geradas pelos consumidores online indicam que existe uma temporada, que começa na Black Friday e se estende pelos principais momentos dessa época: Cyber Monday, pagamento do 13º salário, Natal, Saldão e Ano Novo. Ao longo dessa Temporada Black Friday, as pessoas demonstram hábitos de consumo diferentes em cada data.

Cyber Monday e 13º salário: arrumando a casa

Vamos pegar a Cyber Monday, por exemplo. Se na Black Friday as pessoas fazem em geral compras para si mesmas ou para sua casa, com um tíquete médio alto e após um tempo razoável fazendo buscas por produtos, na Cyber Monday (segunda-feira posterior à Black Friday) a mentalidade é reorganizar as contas: não por acaso, 40% das vendas de serviços financeiros da Temporada Black Friday se concentram nesse dia específico.
Outro item bastante pesquisado na Cyber Monday são os planos de telefonia móvel, já que muita gente explora as ofertas da Black Friday para comprar aparelhos novos, e depois precisa correr atrás dos serviços para aproveitar melhor o produto adquirido na promoção.
As pessoas têm um comportamento semelhante no recebimento do 13º salário, cuja primeira parcela cai até o fim de novembro. Em uma pesquisa do Google, 48% dos entrevistados pretendem usar o 13º salário para organizar suas finanças pessoais. Ou seja, se considerarmos que cerca de 83 milhões de pessoas recebem o benefício, isso seria equivalente a 31 milhões de consumidores.

Uma parte dessas pessoas – 35% – também pretende usar o 13º para consumir, mas com um perfil diferente da Black Friday. Desses entrevistados, 3 em cada 10 querem comprar itens para si ou para casa, e pouco mais de um décimo cobiça produtos por “merecimento”, após um ano de trabalho, como acontece na Black Friday – uma data definida pela frase “eu mereço”. No ano passado, o 13º injetou R$ 200 bilhões na economia brasileira.

Natal: data offline, foco nos presentes

Se olharmos para as características das compras do Natal, também vamos ver um perfil bem específico, com diferenças marcantes em relação às outras datas.
O comprador natalino está de olho na celebração, então ele quer principalmente presentear parentes e amigos, enquanto – como já vimos – as compras de Black Friday são mais pessoais. Um sinal disso é o dado de que apenas 15% das pessoas usam a Black Friday para comprar presentes natalinos ou produtos a serem usados no fim do ano.
Também diferentemente da Black Friday, onde os produtos são pesquisados por semanas (ou até meses) antes de se tomar uma decisão, no Natal essa procura dura menos tempo: 63% das pessoas fazem suas buscas nas duas semanas antes da data.
Outra diferença está na conectividade. Se 69% das compras da Black Friday ocorrem online, apenas 45% dos negócios natalinos são fechados via internet. Com isso, vemos que muita gente ainda sai às compras de Natal de última hora, indo atrás dos seus presentes pelos shoppings ou percorrendo o comércio de rua.

Alguns dos presentes mais procurados comprovam essa cara offline do Natal – como as roupas, que as pessoas preferem ver e comprar pessoalmente. Além disso, nessa época ocorre uma inversão das categorias mais compradas, na comparação com a Black Friday: os favoritos da sexta-feira, como eletrodomésticos e TVs, têm uma procura mais baixa no período natalino, cujos destaques são brinquedos, games, roupas e perfumes. Até bebidas alcoólicas ficam bem colocadas – além de presentes, elas são itens da ceia.

Em cada data, uma oportunidade

Vimos que a Black Friday não “canibaliza” os resultados do Natal. Em 2017, inclusive, as vendas natalinas foram as melhores em seis anos, com um volume de R$ 35 bilhões. Da mesma forma, os demais momentos dessa Temporada são importantes para as pessoas, mas cada um à sua maneira – mesmo que seja para planejar, em vez de gastar.
Sendo assim, cada data de varejo precisa do seu olhar atento, para não perder a oportunidade de conversar com o público. Aqui vão duas dicas de como fazer isso:

1) Esteja por perto – e na hora certa

Na era da assistência, as pessoas querem mais e mais ajuda para tomar suas decisões de compra. Ainda mais em uma época como o fim de ano, com tantas promoções e procura por itens pessoais ou para presente.
E uma das ferramentas preferidas nessa hora são os vídeos: uma pesquisa feita nos EUA mostra que quase dois terços dos compradores online buscaram inspiração e ideias com vídeos – e dessas pessoas, 90% descobriram novos produtos e marcas pelo YouTube.
Esse é um sinal de que a sua estratégia de vídeo pode ser o diferencial nessa Temporada tão concorrida. Pense no que faz uma data diferente da outra e entregue seu conteúdo da maneira certa – e na hora em que seu público mais precisar dele.

2) Um Natal cada vez mais pessoal

O público está mais exigente, e não aceita mais uma solução genérica para suas dúvidas de consumo. Por exemplo: mais da metade dos consumidores nos EUA quer ver conteúdo personalizado relacionado a produtos, e 4 em cada 10 compradores de fim de ano preferem lojas que lembram de detalhes pessoais, como tamanhos de roupas e itens adquiridos anteriormente.
Esses dados são americanos, mas podem ajudar você a olhar com outros olhos para o público da sua marca. Ouça os seus clientes, antecipe os seus desejos e entregue o que eles querem de maneira personalizada e sem fricção na experiência, tanto no desktop quanto no mobile.
Não deixe a Temporada Black Friday ser uma dor de cabeça para os seus clientes. Se você der assistência personalizada, relevante e eficiente, a sua marca se destaca. Comece se perguntando: estou enxergando a Black Friday como uma temporada de consumo? Estou levando em conta as características de cada data? Isso é um passo para otimizar recursos, como investimento em mídia e tempo, além de criar uma relação de longo prazo com seu público. Assim, as chances dele consumir sua marca com mais frequência aumentam.
Fonte: Think With Google

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A sua empresa está pronta para a digitalização total?

[:pt]O que os seguintes itens têm em comum: cartões de crédito, músicas gravadas ou em tempo real, robôs para produção, sistemas CAD, redes telefônicas, jogos digitais, computadores incorporados em produtos como carros e aspiradores de pó, sensores e central de monitoramento em mineração remota? A resposta: são todos digitais e conectáveis.
Esse é o mundo da digitalização total: uma grande variedade de dispositivos digitais e sensores que criam fluxos de dados, assim como uma diversidade de produtos e serviços digitais para uso interno e externo, distribuídos para toda a empresa e, por vezes, conectados. À medida que o movimento em direção a uma maior digitalização continua, as empresas precisam inteirar-se da digitalização total — e seus CIOS precisam enfrentar esse desafio.
Três métodos para lidar com a digitalização total
Como as empresas têm lidado com a difusão e alcance da digitalização total? Nós, da MIT CISR, descobrimos que as empresas têm utilizado um ou mais dos três métodos para lidar com a digitalização total: convergência, coordenação ou um enfoque separado de toda a cadeia de valor da inovação digital. Cada um tem objetivos e medidas de sucesso bem diferentes.
Convergência. Esse método agrupa todos os investimentos em digitalização e os coloca sob a responsabilidade de um único executivo. Na Boeing, todos os investimentos em tecnologia empresarial (incluindo a digital) são administrados pelo CTO, o que proporciona a criação de sinergias importantes. Para o Commonwealth Bank of Australia, a convergência significou agrupar operações e TI em uma nova unidade, Enterprise Services (ES), comandada pelo CIO. A ES auxiliou o Commonwealth Bank of Australia a atingir seu objetivo de reduzir custos e tornar-se o número um em experiência do consumidor. Normalmente, esse método demanda a criação de novas estruturas organizacionais para produzir sinergias e aumentar a eficiência, o que resulta na melhor utilização dos recursos. As empresas que usam o método de convergência irão, sempre que possível, consolidar de maneira organizacional os seus recursos principais, o que envolve pessoas, dados, infraestrutura, habilidades e processos de gestão.
Coordenação. Esse método não altera a estrutura organizacional, mas adiciona mecanismos (como comitês ou portais) a um processo de caso de negócios, para aumentar a coordenação de grandes investimentos digitais em setores como engenharia, operações ou detentores da propriedade de produtos. Deixar a estrutura organizacional “como está” reduz rupturas, enquanto os mecanismos facilitam o trabalho em conjunto entre as unidades. Uma estrutura típica contém unidades organizacionais separadas, sustentadas por uma infraestrutura compartilhada na sua base e conectadas por mecanismos de coordenação voltados para os clientes no seu topo.
A BMW, por exemplo, criou dois comitês focados na digitalização para cumprir suas metas empresariais, incluindo o projeto e a entrega de um carro personalizado em apenas seis dias. Esses comitês garantem a criação e a transferência fluida de informações. Em um método de coordenação, os mecanismos trabalham em conjunto para alcançar um resultado específico. Isso funciona bem quando há uma ou duas metas para a empresa inteira. Mas saiba que, quando existem inúmeros objetivos empresais que abrangem várias geografias e unidades de negócios, o método de coordenação pode levar a um conjunto de processos e comitês de governança emaranhados. Contudo, com apenas uma ou duas metas empresariais abrangentes, esse método ajuda a criar uma experiência consistente de consumidor ou, em algumas empresas, garante a conformidade normativa.
Cadeias de valor individuais de inovação digital. As empresas com essa estrutura e método acreditam na inovação por meio da gestão local como chave para o sucesso. Deixa-se em paz cada uma das cadeias de valor individuais de inovação digital, bem como os diferentes grupos de produtos, unidades de negócios ou regiões geográficas para maximizar seu próprio valor local sem qualquer sobrecarga de coordenação. Ao escolher este método (por exemplo, a News Corp) a empresa se compromete com a inovação local, com frequência organizada por produtos ou empresas independentes. Essas empresas trabalham com gestão descentralizada e negócios diversificados. Os pontos positivos são frequentemente duplicados com pequenas diferenças em cada cadeia de valor, e existe uma prestação de contas local de lucros e prejuízos. Normalmente também se faz uma gestão de risco global. À medida que a digitalização aumenta e os consumidores (e autoridades reguladoras) esperam uma experiência de multiprodutos mais integrada, esperamos ver um número muito menor de unidades de negócios buscando uma estratégia individual de cadeiras de valor de inovação digital. Empresas diversificadas, no entanto, podem considerar este um método útil.
Identificar os principais determinantes estratégicos da sua empresa é a chave para decidir qual é o melhor método a ser adotado. A convergência visa à redução de custos e riscos e à produção de sinergias. A coordenação é a escolha certa para empresas que estão tentando atingir algumas metas na empresa inteira como, por exemplo, melhorar a experiência de seus consumidores ou a utilização de recursos. Por fim, o método das cadeias de valor de inovação digital é adequado para empresas que acreditam na autonomia para melhorar a inovação e a reação de consumidores locais.
Acreditamos que lidar com a digitalização total é, hoje, uma das maiores oportunidades e desafios enfrentados pelas empresas — e por seus CIOs. Já existem empresas nas quais o gasto total com digitalização está acima de 25% do orçamento operacional, e esperamos que isso se torne comum. Em nosso mundo cada vez mais digitalizado, as empresas devem lidar estrategicamente com a digitalização total, ou correm o risco de enfrentar uma anarquia digital.
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Peter Weill é cientista pesquisador sênior e presidente da MIT Sloan School of Management’s Center for Information Systems Research em Cambridge, Massachusetts.
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Stephanie Woerner é cientista pesquisadora da MIT Sloan School of Management’s Center for Information Systems Research.
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Tradução: Bruna Beatriz Gabriel
 
Artigo extraído da HBRBR[:]

[:pt]Branded content gera recall até cinco vezes maior[:en]Branded content generates up to five-fold recall[:es]El contenido de marca genera un recordatorio hasta cinco veces mayor[:]

[:pt]A importância crescente do setor de branded content tem muito a ver com o maior controle dos consumidores sobre o que deseja ou não ver em sua jornada diária. Dessa forma, a publicidade tradicional aparenta perder o apelo que costumava ter.
Em uma pesquisa recente produzida por IPG Media Lab e Syracuse University para a Forbes, 43% das pessoas se disseram favoráveis aos anunciantes quando impactadas por branded content, em contrapartida a 36% da amostra que mencionou publicidade digital de modo geral. Também 43% lembraram-se espontaneamente de campanhas de conteúdo de marca, sendo que ninguém citou anunciantes específicos na pergunta geral (veja mais dados nos gráficos abaixo).

 

 

Daniel Gasparetti, head de estratégia da Mutato, diz que a criação de áreas de conteúdo de marca dentro dos veículos é positiva. Porém, aponta que “precisam ser estruturadas de forma mais híbrida, ou seja, um time que, além de jornalistas, tenha quem entende o universo da marca”. Por outro lado, as agências necessitam um pouco mais de mentalidade jornalística. “Cada vez menos a publicidade tradicional funciona e cada vez mais queremos conteúdo em vez de propaganda.” Para Martha Terenzzo, professora de multibranded entertainment da ESPM, as agências precisam se reinventar para acompanhar a tendência. “Uma criança de três anos, hoje, sabe mexer no smartphone e dar um skip sempre que é interrompida por uma publicidade. Ela ainda não sabe ler e faz isso intuitivamente”, diz. “Estamos diante de uma nova era de consumo e comunicação e as agências podem estar sofrendo nesse aspecto”.
Matéria original do M&M.[:en]The growing importance of the branded content industry has a lot to do with greater consumer control over what you want or do not see on your daily journey. In this way, traditional advertising seems to lose the appeal it used to have.
In a recent survey by IPG Media Lab and Syracuse University for Forbes, 43% of respondents said they favored advertisers when impacted by branded content, in contrast to 36% of the sample who mentioned digital advertising overall. Also 43% spontaneously recalled branded content campaigns, and no one cited specific advertisers in the overall question (see more data in the charts below).

Daniel Gasparetti, head of strategy at Mutato, says creating branded content areas within vehicles is positive. However, it points out that “they need to be structured in a more hybrid way, that is, a team that, besides journalists, has someone who understands the universe of the brand”. On the other hand, the agencies need a little more journalistic mentality. “Less and less traditional advertising works and more and more we want content instead of advertising.” For Martha Terenzzo, ESPM’s multibranded entertainment professor, agencies need to reinvent themselves to keep up with the trend. “A three-year-old toddler knows how to tinker with a smartphone and skip whenever it’s interrupted by advertising. She still can not read and does it intuitively, “she says. “We are facing a new era of consumption and communication and agencies may be suffering in this regard.”
M&M‘s original story.[:es]La creciente importancia de la industria de contenido de marca tiene mucho que ver con un mayor control del consumidor sobre lo que quiere o no ve en su viaje diario. De esta manera, la publicidad tradicional parece perder el atractivo que solía tener.
En una encuesta reciente de IPG Media Lab y Syracuse University para Forbes, el 43% de los encuestados dijo que favorecían a los anunciantes cuando se veían afectados por el contenido de marca, en contraste con el 36% de la muestra que mencionó la publicidad digital en general. También el 43% recordó espontáneamente campañas de contenido de marca y nadie citó a anunciantes específicos en la pregunta general (ver más datos en las tablas siguientes).

Daniel Gasparetti, jefe de estrategia de Mutato, dice que la creación de áreas de contenido de marca dentro de los vehículos es positiva. Sin embargo, señala que “necesitan ser estructurados de una manera más híbrida, es decir, un equipo que, además de los periodistas, tenga alguien que entienda el universo de la marca”. Por otro lado, las agencias necesitan un poco más de mentalidad periodística. “Menos y menos trabajos de publicidad tradicionales y más y más queremos contenido en lugar de publicidad”. Para Martha Terenzzo, profesora de espectáculos multimarca de ESPM, las agencias necesitan reinventarse para mantenerse al día con la tendencia. “Una niña de tres años de edad sabe cómo jugar con un smartphone y saltar cuando es interrumpido por la publicidad. Ella todavía no puede leer y lo hace intuitivamente”, dice. “Estamos ante una nueva era de consumo y comunicación y las agencias pueden estar sufriendo en este sentido”.
Original de M&M[:]