Customer Centric: descubra porque a estratégia é o modelo a ser seguido para o sucesso do seu negócio

A habilidade de entender o consumidor e tomar decisões de negócios baseadas em suas necessidades com o apoio de dados é a definição de Customer Centric. Nesse conceito, os holofotes devem estar no cliente em todas as estratégias e escolhas que a sua empresa tomar.

Pode parecer um pouco óbvio e você pense que já utiliza essa abordagem, mas é fácil se perder em um planejamento grandioso sem considerar as reais demandas do seu público. 

Vem com a gente entender como o Customer Centricity é essencial para sua marca, os principais desafios e práticas relevantes para conduzir uma boa estratégia.

Vantagens e benefícios

A partir do momento que você verdadeiramente entende quem é o seu consumidor, o que ele precisa e procura, maiores são as chances de criar um produto ou serviço que vai ser amado. É claro que desenvolver algo de qualidade é importante, mas focar somente nisso sem considerar a demanda pode ser uma barreira para o seu engajamento e até mesmo para a inovação.

Colocar o consumidor no centro do que você faz fortalece dois pilares importantes: fidelidade e redução de churn. Com o uso de dados, utilizar as estratégias certas no momento certo é oferecer informações valiosas para as compras e preferências dos seus clientes. Esse movimento é o que vai ajudar seus consumidores e potenciais compradores a ganharem confiança em seus produtos ou serviços. 

Personalizar a experiência de comunicação é a chave para se destacar da concorrência e criar relacionamentos únicos e duradouros.

Atente-se aos desafios

Em um mundo com cada vez mais variedade de opções, é preciso entender o que é mais valioso para os clientes. Dessa forma, as chances de serem fiéis a empresas que priorizam seus desejos e necessidades se torna muito maior. Para atingir esses objetivos e se tornar verdadeiramente uma empresa Customer Centric é preciso criar uma cultura voltada para o cliente em todas as áreas do seu negócio. 

Ter as ferramentas e tecnologias efetivas para integrar a Customer Centricity em suas operações pode ser um dos primeiros desafios a ser enfrentado. Afinal, apenas com os dados coletados e organizados é possível pensar em um planejamento que faça sentido. Por isso, ter um CRM consistente e com funcionalidades atualizadas que proporcionem diferentes possibilidades é uma prioridade.

Com as informações certas, a sua vantagem precisa ser também se comunicar no momento certo e pelo canal ideal. A partir de dados e do entendimento do momento de ciclo de vida de um cliente, até mesmo a comunicação de um lançamento de produto, por exemplo, pode ser personalizada de forma que encante e faça sentido para o que cada cliente necessita. Compreender que o foco das comunicações deve estar junto de um contexto que apresente soluções convergentes com as demandas do público é a grande virada de chave. 

Entenda na prática

Manter um cliente satisfeito é mais rentável do que atrair clientes de primeira viagem, por isso faz sentido sua prioridade ser a retenção de quem já está com você. Os consumidores habituais têm mais probabilidades de voltar a comprar, de gastar mais no seu negócio e, de quebra, falar da sua empresa para amigos e familiares.

Confira algumas dicas rápidas que um planejamento Customer Centric com foco em retenção deve ter:

  • Invista em estratégias de personalização durante todo o ciclo de vida do cliente.
  • Vá ao encontro dos clientes onde eles estão descobrindo os canais preferidos de comunicação.
  • Incentive a lealdade através de benefícios exclusivos.
  • Implemente a prática do feedback e utilize como melhorias perceptíveis para os clientes.
  • Tenha um suporte rápido e efetivo.

Como saber se as estratégias estão funcionando?

Alinhar a maioria dos KPIs, objetivos e resultados-chave (OKRs) de uma empresa com a satisfação e experiência do cliente garante que suas necessidades e preferências conduzam as decisões de negócios. 

Separamos algumas métricas para você ficar atento na efetividade das suas estratégias:

Customer Lifetime Value (CLV) e taxa de churn 

A CLV mede o valor total de um cliente para uma empresa durante todo o período de seu relacionamento. Essa medida, combinada com a taxa de churn (que representa quem está deixando de comprar na sua empresa), mostrará quantos clientes retornam, quantos são novos e quantos são muito raros ou muito regulares. É uma ótima medida de crescimento dos negócios e avaliação do sucesso.

Net Promoter Score (NPS)

O NPS é uma pesquisa simples que mede a probabilidade dos clientes recomendarem a sua empresa. Uma alta pontuação de NPS reflete uma forte abordagem centrada no consumidor, pois se estão satisfeitos existe uma maior probabilidade de promoverem a marca para outras pessoas. Combinar os dados do NPS com outros métodos, como uma Pesquisa de Satisfação e o feedback coletado do Atendimento ao Cliente, por exemplo, também podem trazer insights valiosos.

Pesquisas de Satisfação do Cliente

As pesquisas de satisfação do cliente são um elemento básico da medição de KPI para as empresas. Normalmente, os dados dessas pesquisas são usados de forma superficial, mas elas oferecem grandes oportunidades para medir o sucesso das estratégias, os pensamentos atuais dos clientes e descobrir oportunidades de melhoria. 

Desenvolver uma cultura centrada no cliente pode exigir muito trabalho, mas está comprovado que é o caminho a perseguir para o crescimento e sustentabilidade das marcas. 

A boa notícia é que podemos te ajudar: aqui na Pmweb já são mais de 27 anos trabalhando com base em dados e colocando um planejamento Customer Centric em prática para buscar um crescimento constante para os clientes que atendemos.

Se você quer saber como essas práticas podem ajudar também o seu negócio a crescer, é só chamar a gente!

Acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br 🤘

Conheça os riscos de armazenar dados em planilhas e plataformas não oficiais

Você ainda faz o seu CRM usando planilhas? Ou então usa plataformas gratuitas e que não contam com todas as proteções para armazenar os dados dos seus clientes? Saiba que esse comportamento pode custar muito caro para a sua empresa. Os riscos de dados não tratados e seguros podem ir desde uma confusão no envio de comunicações para leads, até mesmo a um vazamento de dados e problemas com a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD.

Sabemos que estabelecer uma sólida gestão de relacionamento com o cliente é fundamental para o sucesso de qualquer negócio, por isso os dados dos seus clientes são um dos ativos mais valiosos que você pode ter. Dessa forma, é importante manter esses dados seguros e com fácil acesso para todos que precisam utilizá-los.

A LGPD, (Lei nº 113.709/2018), estabelece diretrizes obrigatórias para a coleta, processamento e registro de dados pessoais  para todas as empresas, seja do setor público ou privado. Através dessas diretrizes, a lei garante a privacidade necessária para a população brasileira e protege os direitos fundamentais da liberdade. Quando empresas usam práticas obsoletas de gestão de dados sensíveis em operações que trazem riscos à integridade, elas estão infringindo a lei e se colocando em risco também.

A Lei Geral de Proteção de Dados estipula que as empresas e/ou instituições que não fazem o tratamento correto dos dados sensíveis de seus clientes podem ser condenadas e ter uma multa de até 2% do faturamento líquido. Portanto, utilizar o CRM certo para tratar os dados é além de uma escolha certa, é também uma maneira de evitar consequências legais para o seu negócio.

Por que eu não deveria usar planilhas na gestão de leads do meu negócio?

Além dos riscos de segurança e conformidade com a LGPD citados acima, as planilhas também possuem algumas limitações que podem interferir no bom funcionamento do seu negócio. Confira alguns dos riscos abaixo:

  • Dificuldade de integração com canais diferentes

Por mais versáteis que sejam, as planilhas não possuem tanta facilidade para a otimização de informações com canais preexistentes. Com isso, você, muitas vezes, fica sem acesso a dados e insights importantes.

  • Maior tempo para organização e tomada de decisão

Quando a sua equipe possui um modelo não escalável e integrável precisa dedicar mais tempo na organização das planilhas. Com essa demanda a mais do dia a dia, a tomada de decisão também pode sofrer atrasos que serão cruciais para os resultados e atingimento de metas e KPIs estabelecidos.

  • Falta de suporte especializado

Assim como qualquer sistema que possui uso contínuo, as planilhas também podem apresentar falhas e erros frequentes. Para a correção desses erros, precisa-se de profissionais focados em ajudar quem usa o sistema. Sem um CRM contratado, você não terá um suporte especializado para falhas que comprometam o funcionamento e armazenamento dos seus leads.

  • Segurança da informação

O sistema de acesso às planilhas é geralmente feito por compartilhamento de links e não possui hierarquia de acesso por usuário. Com isso, os dados sensíveis ficam facilmente vulneráveis a edições e vazamento que podem comprometer a integridade de sua marca e e clientes.

Escolha um CRM seguro para gerir os seus dados

Se o contato com os seus clientes é um dos ativos mais valiosos, porque você deixaria eles desprotegidos? Com um sistema seguro para a organização e gestão de CRM, você possui a garantia de maior cuidado na preservação de dados, aplicação das diretrizes da LGPD e profissionais capacitados para gerir e dar suporte para a sua gestão de dados.

Um CRM seguro também permite que você conheça em detalhes os seus leads e clientes, o que facilita na criação de campanhas de marketing, vendas e gera melhores resultados de prospecção, conversão e fidelização. Com o sistema correto, seus dados estarão protegidos e o ciclo de vida do cliente ainda mais completo, facilitando no relacionamento e conversão, além de acompanhamento geral de métricas e KPIs.

A Pmweb trabalha há mais de 27 anos em parceria com diversas plataformas de CRM criando relacionamentos únicos em escala. Atuando com estratégia, dados, criação, conteúdo e ciclo de vida, buscamos personalizar a comunicação para cada cliente de acordo com o seu comportamento, preferências e contexto histórico.

Usamos nossa expertise para capturar dados, organizar informações e gerar insights sobre comunicações mais efetivas e personalizadas para cada cliente. Entre em contato com a gente através do nosso site ou fale conosco pelo e-mail contato@pmweb.com.br 😉

Pmweb e AWS: uma combinação que impulsiona o uso de dados em campanhas de CRM

Desde o início da nossa trajetória, acreditamos que Marketing e Tecnologia são duas disciplinas que precisam caminhar lado a lado para alcançar melhores resultados. Impulsionados por essa visão, em 2011 iniciamos nossa jornada na Amazon Web Services (AWS) para agregar expertise tecnológica aos nossos produtos e serviços. Em 2023 essa visão se consolidou em uma parceria estratégica formal, abrindo portas para uma série de possibilidades a serem exploradas pelo mercado.

A AWS é a nuvem com maior presença de mercado atualmente. Oferece serviços de computação, armazenamento, banco de dados, análise, rede, aprendizado de máquina, inteligência artificial e outras soluções entre as mais de duzentas globalmente disponíveis.

Com a AWS, uma dessas possibilidades é a entrega de vantagens através dos nossos produtos e soluções em Data Transformation, com a  confiabilidade, segurança e atualizações que os serviços de dados pedem. Essas vantagens são:

  • Flexibilidade: se adapta às necessidades específicas do negócio, garantindo soluções personalizadas.
  • Escalabilidade: garante crescimento junto às necessidades, sem comprometer a performance.
  • Segurança: oferece proteção robusta dos dados da empresa, nos mais altos padrões tecnológicos.
  • Inovação: proporciona acesso às últimas tecnologias em nuvem, impulsionando a competitividade.

Os três pilares das soluções em Data Transformation

Nossos serviços são focados em três pilares para o uso de dados e melhoria de resultados. São eles: personalização (formatação de dados para campanhas segmentadas), ativação (integração com plataformas de Marketing Cloud) e Data Visualization (agrega dashboards customizados com indicadores chave de desempenho (KPI), permitindo uma visão completa da performance.

Com uma atuação em dados potencializada, nossas ofertas de Data Transformation passam a alavancar soluções inovadoras em Marketing Cloud e CRM. Nossas expertises em Marketing somadas à robustez e estabilidade nos permite criar um leque de serviços disruptivos que, além de atender às necessidades do mercado, trazem vários benefícios para o uso dados. Entre eles, estão:

  • Infraestrutura robusta e escalável para processamento de dados em tempo real e em batch mode.
  • Ingestão e streaming de dados em alta velocidade, garantindo agilidade e confiabilidade.
  • Armazenamento seguro e eficiente de grandes volumes de dados, otimizando custos e recursos.
  • Banco de dados NoSQL de alta performance para aplicações de missão crítica.
  • Business Intelligence de análises avançadas, permitindo insights valiosos para decisões estratégicas.

Oferecendo serviços focados nesses três pilares, podemos contribuir em aspectos fundamentais para o uso de tecnologia de dados no negócio como a ativação em near real time, que ocorre através do Pmweb Data Pipe (serviço de enfileiramento para ativação do contato no momento da ação).

Assim como no mapeamento/tagueamento da jornada do cliente com o Pmweb Rocking Tags (serviço que possibilita criar jornadas personalizadas baseadas no comportamento do usuário). Além desses, na alocação de dados para plataformas de Marketing Cloud através do Pmweb Data Services (serviço de DataOps para consultoria, limpeza, modelagem, adequação e transporte de dados).

O Pmweb Data Services, um dos serviços que disponibilizamos com foco em dados, é operado por profissionais com alta experiência em transformação, consultoria e execução de projetos voltados para CRM e Martech. A atuação pode acontecer tanto com tecnologia e produtos próprios da AWS como no ambiente do cliente.

Resultados concretos para empresas 

Com nossas expertises potencializadas, as soluções que oferecemos ganham a força e estabilidade necessária para gerar grandes resultados. Entre eles, os de maior importância para campanhas e desenvolvimento de negócios de Marketing:

  • Otimização de tempo e recursos.
  • Aumento do ROI em campanhas de Marketing.
  • Melhoria na segmentação e personalização de campanhas.
  • Tomada de decisões estratégicas baseadas em dados.
  • Maior competitividade no mercado.

AWS SMB Connected Community

Tarik Potthoff (CEO – Pmweb) e Grazi Sbardelotto (VP de Marketing Cloud Services – Pmweb) falam sobre como a Pmweb fornece serviços de dados de maneira integrada em todo o Brasil e na América Latina usando Amazon Web Services (AWS). Assista ao vídeo:

Conte com a Pmweb para usar dados a favor do seu negócio de forma inteligente e com uma tecnologia de ponta que entrega a segurança e a estrutura necessária. 

[:pt]GDPR: a nova legislação de dados que entra em vigor na Europa[:en]GDPR: the new data legislation in Europe[:es]GDPR: la nueva legislación de datos que entra en vigor en Europa[:]

[:pt]Durante as últimas semanas você deve ter recebido diversos e-mails sobre atualizações em políticas de uso e de privacidade. A razão para isso é a GDPR, nova legislação europeia que pretende garantir mais privacidade para os usuários europeus, mas que deve ter implicações em praticamente todo o mundo, inclusive no Brasil.
GDPR é sigla para General Data Protection Regulation ou, em bom português, Regulamento Geral de Proteção de Dados. A lei foi aprovada pelo Parlamento Europeu em abril de 2016, após quatro anos de debate e construção. Ela entra em vigor hoje, dia 25 de maio de 2018, criando novas regras para gestão de dados de usuários nas empresas de internet.
A ideia geral é garantir mais transparência, segurança e privacidade em relação à coleta e manutenção de dados privados. O regulamento se aplica não somente a companhias europeias, mas também a todas as companhias que oferecem os seus serviços na Europa. Como a lei entra em vigor hoje e vai impactar diversas companhias e usuários, vale a pena conferir mais sobre o que é, o que muda e o que pode acontecer com quem descumprir a nova regulamentação.

8 principais mudanças

Em sua página oficial, a GDPR elenca todas mudanças que passam a valer a partir desta sexta-feira. Segue um pequeno resumo com os oito pontos centrais da nova legislação:

1. Consentimento explícito

A partir de agora, a coleta de dados privados, bem como o uso dessas informações só é permitida após o consentimento explícito dos usuários.

2. Notificação sobre vazamentos

As empresas passam a ter 72 horas para notificar os usuários sobre qualquer vazamento de dados, que possa resultar no comprometimento dos direitos e liberdades individuais.

3. Direito ao acesso

Usuários de serviços virtuais poderão solicitar às companhias que informem que tipo de dados elas têm a seu respeito, onde as informações estão armazenadas e para qual propósito é feita a coleta. As empresas ficam obrigadas a fornecer uma cópia digital desses dados gratuitamente.

4. Direito à exclusão dos dados

Em alguns casos, as pessoas poderão solicitar a remoção completa dos seus dados da internet. Aqui, porém, excluem-se casos em que a manutenção dos dados é considerada de interesse público.

5. Portabilidade dos dados

Assim como é possível mudar o número de telefone de uma empresa para outra sem prejuízo, os dados na Europa também poderão ser movidos sem problemas. As companhias devem fornecer para o usuário uma cópia “em formato comum e legível para máquinas” de suas informações, garante a lei.

6. Privacidade desde a concepção

O conceito de privacidade desde a concepção é antigo, mas se torna lei pela primeira vez com a GPDR. Também conhecido pela expressão em inglês “privacy by design”, ele determina que recursos direcionados à privacidade devem ser incluídos desde o início do desenvolvimento de um sistema.

7. Linguagem direta e simples

As empresas ficam obrigadas, também, a exporem as suas diretrizes de uso e de privacidade de forma mais clara e objetiva para os usuários — esse é um dos motivos pelos quais muitas delas reescreveram parte de suas políticas e notificaram você por email.

8. Multa pesada

Qualquer companhia sob a jurisdição da GDPR que viole a nova lei poderá ser multada em até 4% do seu faturamento anual ou US$ 20 milhões, o que for maior.

Descumprimento

Com a lei em vigor por apenas poucas horas, já foram reportados casos de irregularidade que teriam sido cometidos por algumas das maiores empresas de tecnologia utilizadas hoje: Facebook, Google, WhatsApp e Instagram.
De acordo com a organização europeia sem fins lucrativos Noyb, que trata dos direitos do consumidor, as empresas citadas estariam forçando os usuários a concordar com os novos termos de serviço, indo em desencontro a nova lei que diz que esse consentimento deve ser de livre escolha do utilizador da plataforma.
Aqui voce pode ler tudo sobre a nova regulamentação de privacidade na Europa. No Brasil, alguns detalhes implementados pela GDPR já são contemplados por leis individuais, mas ainda está longe de uma legislação ampla e universal sobre o tema.
Fontes: TecMundo e Noyb[:en]During the last few weeks you should have received several emails about updates to privacy and usage policies. The reason for this is GDPR, new European legislation that aims to ensure more privacy for European users, but that should have implications practically all over the world, including in Brazil.
GDPR stands for General Data Protection Regulation or, in good Portuguese, General Data Protection Regulation. The law was passed by the European Parliament in April 2016, after four years of debate and construction. It took effect on May 25, 2018, creating new rules for managing user data in internet companies.
The general idea is to ensure more transparency, security and privacy in relation to the collection and maintenance of private data. The regulation applies not only to European companies, but also to all companies offering their services in Europe. As the law comes into effect today and will impact several companies and users, it is worth checking more about what is, what changes and what can happen to those who fail to comply with the new regulations.

8 major changes

In its official page, the GDPR lists all changes that come to valid from May 25.
Here is a short summary with the eight central points of the new legislation:

1. Explicit consent

From now on, the collection of private data as well as the use of this information is only allowed after the explicit consent of the users.

2. Notification of leaks

Companies have 72 hours to notify users of any data leakage that could result in compromising individual rights and freedoms.

3. Right to access

Virtual service users may require companies to report what kind of data they have about them, where the information is stored, and what purpose the collection is made for. Companies are obliged to supply a digital copy of this data free of charge.

4. Right to data exclusion

In some cases, people may request the complete removal of their data from the internet. Here, however, cases in which the maintenance of the data is considered to be of public interest are excluded.

5. Data portability

Just as it is possible to change the phone number from one company to another without prejudice, data in Europe can also be moved smoothly. Companies must provide the user with a copy “in a machine-readable and common format” of their information, according to the law.

6. Privacy from conception

The concept of privacy is old, but it becomes law for the first time with GDPR. Also known by the English term “privacy by design,” it determinates what privacy-driven features should be included from the beginning of a system development.

7. Direct and simple language

Businesses are also required to more clearly and objectively expose their usage and privacy guidelines to users – that’s one reason many of them have rewritten part of their policies and notified you by email.

8. Heavy fines

Any company under the jurisdiction of GDPR that violates the new law may be fined up to 4% of its annual revenue or $ 20 million, whichever is greater.

Noncompliance

With the law in force for only a few hours, irregularities have been reported that would have been committed by some of the biggest technology companies used today: Facebook, Google, WhatsApp and Instagram.
According to the European non-profit organization Noyb, which deals with consumer rights, the companies cited would be forcing users to agree to the new terms of service, going in disagreement with the new law which says that such consent should be freely chosen by the platform user.
In Brazil, some details implemented by GDPR are already covered by individual laws, but it is still far from universal and comprehensive legislation on the subject.
Sources: TecMundo and Noyb.[:es]

Durante las últimas semanas usted debe haber recibido varios correos electrónicos sobre actualizaciones en políticas de uso y de privacidad. La razón para ello es la GDPR, nueva legislación europea que pretende garantizar más privacidad para los usuarios europeos, pero que debe tener implicaciones en prácticamente todo el mundo, incluso en Brasil.

GDPR es acrónimo de Reglamento General de Protección de Datos. La ley fue aprobada por el Parlamento Europeo en abril de 2016, tras cuatro años de debate y construcción. Entró en vigor el 25 de mayo de 2018, creando nuevas reglas para la gestión de datos de usuarios en las empresas de internet.

La idea general es garantizar más transparencia, seguridad y privacidad en relación con la recolección y el mantenimiento de datos privados. El Reglamento se aplica no sólo a las compañías europeas, sino también a todas las compañías que ofrecen sus servicios en Europa. Como la ley ha entrado en vigor hace poco y va a impactar a varias compañías y usuarios, vale la pena ver más sobre lo que es, lo que cambia y lo que puede suceder con quien incumplir la nueva reglamentación.

8 cambios principales

En su página oficial, GDPR elabora todos los cambios que pasan a partir de este viernes. Se sigue un pequeño resumen con los ocho puntos centrales de la nueva legislación:

1. Consentimiento explícito

A partir de ahora, la recolección de datos privados, así como el uso de esta información sólo se permite después del consentimiento explícito de los usuarios.

2. Notificación de fugas

Las empresas pasan a tener 72 horas para notificar a los usuarios sobre cualquier fuga de datos, que pueda resultar en el compromiso de los derechos y libertades individuales.

3. Derecho al acceso

Los usuarios de servicios virtuales pueden solicitar a las compañías que informen qué tipo de datos tienen sobre usted, dónde se almacena la información y para qué propósito se realiza la recolección. Las empresas están obligadas a proporcionar una copia digital de estos datos de forma gratuita.

4. Derecho a la exclusión de los datos

En algunos casos, las personas pueden solicitar la eliminación completa de sus datos de Internet. Sin embargo, aquí se excluyen casos en que el mantenimiento de los datos se considera de interés público.

5. Portabilidad de los datos

Así como es posible cambiar el número de teléfono de una empresa a otra sin perjuicio, los datos en Europa también se pueden mover sin problemas. Las compañías deben proporcionar al usuario una copia “en formato común y legible para máquinas” de su información, garantiza la ley.

6. Privacidad desde la concepción

El concepto de privacidad desde el diseño es antiguo, pero se convierte en ley por primera vez con la GPDR. También conocido por la expresión en inglés “privacy by design”, él determina qué recursos dirigidos a la privacidad deben ser incluidos desde el inicio del desarrollo de un sistema.

7. Lenguaje directo y simple

Las empresas también están obligadas a exponer sus directrices de uso y de privacidad de forma más clara y objetiva para los usuarios – esa es una de las razones por las que muchas de ellas reescribieron parte de sus políticas y lo notificaron por correo electrónico.

8. Multa pesada

Cualquier compañía bajo la jurisdicción de GDPR que viole la nueva ley podrá ser multada en hasta un 4% de su facturación anual o 20 millones de dólares, lo que sea mayor.

Incumplimiento

Con la ley en vigor por apenas unas horas, ya se han reportado casos de irregularidad que habrían sido cometidos por algunas de las mayores empresas de tecnología utilizadas hoy: Facebook, Google, WhatsApp e Instagram.

De acuerdo con la organización europea sin fines de lucro Noyb, que trata de los derechos del consumidor, las empresas citadas estarían obligando a los usuarios a concordar con los nuevos términos de servicio, yendo en desacuerdo la nueva ley que dice que ese consentimiento debe ser de libre elección del usuario de la plataforma.

Aquí puedes leer todo sobre la nueva reglamentación de privacidad en Europa. En Brasil, algunos detalles implementados por la GDPR ya son contemplados por leyes individuales, pero todavía está lejos de una legislación amplia y universal sobre el tema.

Fontes: TecMundo e Noyb

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[:pt]Como o marketing orientado a dados ajuda você a agir na hora certa[:en]How data-driven marketing helps you act at the right time[:]

[:pt]Conheça seu público. Essa é a primeira regra do marketing e ainda é tão importante quanto sempre foi. Mas para ter sucesso hoje, quando os consumidores capacitados esperam experiências projetadas exatamente para suas necessidades, é preciso também acertar o timing.
Uma nova pesquisa da Bain & Company, em parceria com o Google, revela como as marcas que aparecem com a mensagem certa no momento certo são aquelas que encontram caminhos para crescimento e receita. Os líderes de negócios atualizam métricas e painéis de marketing críticos com mais frequência e priorizam plataformas de tecnologia integradas para ajudar a fazer conexões oportunas com os clientes.
Onde as conexões oportunas começam? Dentro dos dados. Os profissionais de marketing dizem que o melhor entendimento e o alcance dos clientes certos é a principal prioridade para atingir suas metas nos próximos três anos. Para obter um entendimento mais profundo dos clientes, os profissionais precisam primeiro analisar os padrões e tendências de comportamento dos clientes. alcançar as pessoas certas, na hora certa. Isso exige a plataforma certa.
Líderes de marketing são 1,6 vezes mais propensos do que os retardatários a priorizar a integração de tecnologia, e ainda 1,2 vezes a serem usuários avançados de sua tecnologia, de acordo com o estudo da Bain.
O estudo ainda mostra que os líderes (definidos como os 20% melhores em uma pontuação composta de receita e crescimento de participação de mercado) compartilham três outras coisas em comum.
Digital First:
Nos EUA, a Adidas tem se esforçado para trabalhar de forma mais colaborativa em todo o cenário digital, e as equipes se reúnem em torno de um uso comum de informações digitais. A segmentação de clientes e a tecnologia ajudam a adotar uma abordagem colocando o marketing em primeiro lugar. Chris Murphy, chefe de experiência digital, descreve a visão: “Se você quer ser verdadeiramente focado no consumidor, precisa pensar primeiro no digital. E, para fazer isso, você precisa ser orientado por dados.
A Adidas usa insights do público para sequenciar suas mensagens de marca e comércio eletrônico para obter o máximo efeito. As equipes usam uma plataforma unificada para trabalhar juntas em campanhas, sequenciando mensagens com cuidado e testando e ajustando os resultados.
“O que esperamos fazer é fornecer ao consumidor uma experiência mais conectada, pessoal e relevante em todo o ecossistema digital mais amplo”, disse Murphy.
Visibilidade e Controle:
Como nossos anúncios foram exibidos? Eles foram eficazes? Quais levaram aos maiores resultados? O controle sobre investimentos e canais é o principal benefício do marketing integrado e da tecnologia de anúncios para os líderes. Eles acham essencial conectar as informações de seus clientes à forma como compram mídia.
A Rituals Cosmetics, uma empresa global de cosméticos que opera em 27 países, usa painéis com dados quase em tempo real para ajudar a orientar as decisões digitais.
“Podemos conectar nossa tecnologia de publicidade no ponto certo e nos certificar de que administramos a eficiência em um nível diário, para todo o funil e todos os canais”, disse o diretor digital Martijn van der Zee.
Compartilhando Percepções
Quer que toda a sua organização abraçar uma mentalidade baseada em dados? Comece trazendo insights acessíveis, uma plataforma unificada facilita a geração de relatórios e ações para todos. Líderes de marketing têm 1,7 vezes mais chances de atualizar suas métricas e painéis de marketing mais críticos pelo menos uma vez por semana.
Um caminho para o crescimento:
Conecte seus sistemas, ganhe controle e compartilhe os insights. Essas são as três características de como os principais profissionais de marketing usam a tecnologia integrada para gerar resultados vitoriosos: entregar a mensagem no momento certo, sempre que os consumidores capacitados de hoje precisarem dela.
Quando você conhece seu público, você também pode descobrir quando alcançá-lo. E esse é o novo caminho para o crescimento.
Artigo original publicado aqui.[:en]Know your audience. It’s the first rule of marketing, and it’s still as important as ever. But to succeed in today’s age of assistance—when empowered consumers expect experiences designed exactly for their needs—you also have to get the timing right.
New research from Bain & Company in partnership with Google reveals how brands who show up with the right message in just the right moment are the ones finding pathways to growth and revenue. Business leaders refresh critical marketing metrics and dashboards more frequently, and prioritize integrated technology platforms to help make timely customer connections.
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Where do timely connections start? Inside the data. Marketers say that improved understanding and reaching the right customers is a top priority for achieving their marketing goals in the next three years.To gain a deeper understanding of customers, marketers first need to look at customer behavior patterns and trends, then take action to reach the right people just in time. That calls for the right platform.
Marketing leaders are 1.6X more likely than laggards to prioritize integrating technology, and they are 1.2X more likely to be advanced users of their technology,according to the Bain study. Integrated data and a powerful platform with built-in machine learning helps uncover user insights that lets marketers know exactly when to place compelling and relevant creative that gives it the best chance to succeed.
The Bain study shows that leaders (defined as the top 20% in a composite score of revenue and market share growth) share three other things in common.

1. Leaders think digital first

In the U.S., Adidas has made efforts to work more collaboratively across the digital landscape, and teams come together around a common use of digital information. Customer segmentation and technology help them take a customer-first approach to marketing. Chris Murphy, head of digital experience, describes the vision, “If you want to be truly consumer-centric, you have to think digital first. And, in order to do that, you’ve got to be data-driven.”
Adidas uses audience insights to sequence its brand and e-commerce messages for maximum effect. Teams use a unified platform to work on campaigns together, sequencing messages carefully, and then testing and adjusting results.
“What we’re hoping to do is provide the consumer with a more connected, personal, and relevant experience across the broader digital ecosystem,” Murphy said.

2. Leaders have more visibility and control

How did our ads appear? Were they effective? Which ones led to the biggest results? Control over investments and channels is the top benefit of integrated marketing and ad tech for leaders. They feel it’s essential to connect their customer information with how they buy media. Sometimes, that means bringing their marketing and ad tech in-house to be closer to the source. According to the Bain study, leaders were 1.4X more likely than laggards to manage technology within marketing today, and more expect to do so in the next three years.
Rituals Cosmetics, a global cosmetics company operating in 27 countries, recently brought marketing technology management in-house. The team also uses dashboards with near-real time data to help guide digital decisions.
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“We are able to connect our advertising technology at the right point and make sure that we manage efficiency on a daily level, for the whole funnel and all the channels,” said digital director Martijn van der Zee.
“We still rely on the expertise of our agency partners, but more on the channel level, from search to email to programmatic display ads,” van der Zee said. “And that has remarkable results.”
The biggest learning? “When we began managing our ad technology and analytics in-house, we saw a relation between what we do in countries in terms of awareness and how that impacts performance-based channels like email and paid search,” van der Zee said. “This seems very obvious—but you can only see that when you have data to prove it.”

3. Leaders share the insights

Want your whole organization to embrace a data-driven mindset? Start by making insights accessible to all, for action by all. A unified platform makes reporting and action easier for everyone. Marketing leaders are 1.7X more likely to refresh their most critical marketing metrics and dashboards at least weekly.

The new path to growth

Connect your systems, gain control, and share the insights. Those are the three traits of how leading marketers use integrated technology to drive winning results: delivering the message at just the right time, whenever today’s empowered consumers need it.
When you know your audience, you can also discover when to reach them. And that’s the new path to growth.
To learn more about how leading marketers get the timing right, download the full Bain & Company report.[:]

[:pt]Data analytics: aumente o valor do seu negócio[:en]Data analytics: Increase your business value [:es]Análisis de datos: Aumente el valor de su negocio[:]

[:pt]Data analytics – ou análise de dados – vai muito além das plataformas de Business Intelligence. Elas são apenas a ferramenta. A evolução da jornada de implantação de business analytics (BA) para resolver problemas de negócios deve culminar numa estratégia que gere valor para a empresa. Para o Gartner, dados são a chave para a transformação do negócio digital.
Na Conferência Gartner Data & Analytics nesta semana (20/06/17), em São Paulo, Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner, afirmou que na maioria das vezes parece haver uma abundância de dados sobre a qual os líderes não compreendem seu valor.
Ele acredita que os líderes de negócios deveriam se concentrar na construção de uma organização centrada em dados, aproveitar as principais tendências e as tecnologias emergentes, além de desenhar os resultados que lideram os modelos de negócios transformacionais.

3 takeaways do Gartner sobre Data Analytics

1. A importância da liderança

As empresas precisam considerar a criação de uma liderança em dados, a começar com a nomeação de um “pai” para o projeto, um Chief Data Officer (CDO). Pesquisa da Gartner sobre os principais agentes de dados mostra que as principais responsabilidades do CDO são:
// Supervisionar iniciativas de análise e governança de dados,
// Se responsabilizar pela definição das estratégias de análise,
// Organizar e garantir a confiabilidade e o valor da informação, ou seja, sua governança.

2. Tecnologia e robustez

Após a liderança, o próximo passo é lidar com a escala e a variedade dos dados disponíveis. As abordagens tradicionais de infraestrutura de gerenciamento de dados, como armazéns, fluxos de dados em lote e bancos relacionais começam a quebrar em face dos requisitos de negócios digitais. As organizações devem adotar rapidamente arquiteturas e tecnologias, como a virtualização de dados.

“Até 2018, o Gartner prevê que as organizações com recursos de virtualização de dados gastarão 40% menos na construção e gerenciamento de processos de integração de dados para conectar ativos de informação”, diz Feinberg.

3. Dados e seu valor para o negócio

Uma das chaves para maximizar a contribuição das empresas e aproveitar esta abundância de poder de computação e expertise analítica é transformar a governança de dados em um facilitador de negócios. A gestão de dados precisa ser colaborativa, ágil, flexível e orientada para negócios.
“Obter este direito – políticas orientadas por contexto e autoridade e responsabilidade distribuídas – é fundamental para fornecer a base confiável e de alto valor de dados que suporte qualquer caso de uso que a liderança de uma organização possa ter em mente”, finaliza.

Conclusão

Juntos, dados e análises são os catalisadores mais poderosos para a mudança na empresa.
Fontes:
TI inside
Gartner Data & Analytics Summit[:en]Data analytics – or data analysis – goes far beyond Business Intelligence platforms. They are just the tool. The evolution of the business analytics (BA) deployment journey to solve business problems should culminate in a strategy that creates value for the company. For Gartner, data is the key to the transformation of the digital business.
At the Gartner Data & Analytics Conference this week (06/20/17) in São Paulo, Donald Feinberg, vice president and emeritus analyst at Gartner, said that most of the time there seems to be plenty of data about which leaders do not Understand its value.
He believes that business leaders should focus on building a data-centric organization, harnessing key trends and emerging technologies, and designing the results that drive transformational business models.

3 Gartner takeaways on Data Analytics

1. The Importance of Leadership

Companies need to consider creating data leadership, starting with appointing a “father” to the project, a Chief Data Officer (CDO). Gartner’s survey of key data agents shows that the primary responsibilities of CDO are:
// Supervise data analysis and governance initiatives,
// Be responsible for the definition of analysis strategies,
// Organize and guarantee the reliability and value of information, that is, its governance.

2. Technology and robustness

Following the lead, the next step is to deal with the scale and variety of the data available. Traditional data management infrastructure approaches such as warehouses, batch data flows, and relational databases begin to break in the face of digital business requirements. Organizations must quickly adopt architectures and technologies, such as data virtualization.
“By 2018, Gartner predicts that organizations with data virtualization capabilities will spend 40 percent less on building and managing data integration processes to connect information assets,” says Feinberg.

3. Data and its value to the business

One of the keys to maximizing business input and leveraging this abundance of computing power and analytical expertise is to transform data governance into a business enabler. Data management needs to be collaborative, agile, flexible and business-oriented.
“Getting this right – context-oriented policies and distributed authority and accountability – is critical to providing the reliable, high-value database that supports any use case that an organization’s leadership can keep in mind,” he says.

Conclusion

Together, data and analysis are the most powerful catalysts for change in the enterprise.
Sources:
TI inside
Gartner Data & Analytics Summit[:es]Análisis de datos – o análisis de datos – va mucho más allá de las plataformas de Business Intelligence. Son sólo la herramienta. La evolución del viaje de despliegue de analítica empresarial (BA) para resolver problemas empresariales debe culminar en una estrategia que crea valor para la empresa. Para Gartner, los datos son la clave para la transformación del negocio digital.
Donald Feinberg, vicepresidente y analista emérito de Gartner, dijo en la conferencia Gartner Data & Analytics esta semana (06/20/17) en Sao Paulo, que la mayoría de las veces parece que hay muchos datos sobre qué líderes no entienden es valioso.
Él cree que los líderes empresariales deben centrarse en la construcción de una organización centrada en los datos, aprovechando las tendencias clave y las tecnologías emergentes, y diseñando los resultados que impulsan los modelos empresariales transformacionales.

3 ofertas de Gartner en Data Analytics

1. La Importancia del Liderazgo

Las empresas deben considerar la creación de liderazgo en los datos, comenzando por designar un “padre” para el proyecto, un Director de Datos (CDO). La encuesta de Gartner sobre los principales agentes de datos muestra que las principales responsabilidades de CDO son:
// Supervisar el análisis de datos y las iniciativas de gobernanza,
// Ser responsable de la definición de estrategias de análisis,
// Organizar y garantizar la fiabilidad y el valor de la información, es decir, su gobierno.

2. Tecnología y robustez

Siguiendo el ejemplo, el siguiente paso es tratar la escala y variedad de los datos disponibles. Los enfoques tradicionales de la infraestructura de gestión de datos, como los almacenes, los flujos de datos por lotes y las bases de datos relacionales, comienzan a romperse frente a las necesidades de los negocios digitales. Las organizaciones deben adoptar rápidamente arquitecturas y tecnologías, como la virtualización de datos.
“Para 2018, Gartner predice que las organizaciones con capacidades de virtualización de datos gastarán un 40 por ciento menos en la construcción y gestión de procesos de integración de datos para conectar los activos de información”, dice Feinberg.

3. Datos y su valor para el negocio

Una de las claves para maximizar el aporte empresarial y aprovechar esta abundancia de poder computacional y experiencia analítica es transformar el gobierno de datos en un facilitador de negocios. La gestión de datos debe ser colaborativa, ágil, flexible y orientada a los negocios.
“Conseguir este derecho – las políticas orientadas al contexto y la autoridad distribuida y la rendición de cuentas – es fundamental para proporcionar la base de datos confiable, de alto valor que soporta cualquier caso de uso que el liderazgo de una organización puede tener en mente”, dice.

Conclusión

Juntos, los datos y análisis son los catalizadores más poderosos para el cambio en la empresa.
Fuentes:
TI inside
Gartner Data & Analytics Summit[:]

[:pt]Tudo sobre o Pmweb Hit the Road 8[:en]All you wanted to know about Pmweb Hit the Road 8[:es]Todo sobre Pmweb Hit the Road 8[:]

[:pt]Apertem os cintos: próxima parada, Las Vegas!
Entre os dias 23 e 28 de abril a Pmweb levou mais de 40 profissionais de cinco países para um evento inesquecível em Vegas. O motivo é o mesmo há oito edições, o Pmweb Hit the Road. O já tradicional evento organizado pela empresa conta com a participação de clientes e prospects em uma semana de muito conteúdo, relacionamento, networking e experiências impactantes para os profissionais participantes.
Brasil, Argentina, Uruguai, Equador e Chile foram representados pelas empresas Azul Linhas Aéreas, Mercado Libre, Cia Hering, Pratagy Beach Resort, Cablevision, Grupo Soma, Farm Rio, Arezzo&Co, Amarante Hospitalidade, ICH Hotels, CVC, Latam Airlines, Fastshop, Grupo Rio Quente, Corporación GPF/Fybeca, Rede Plaza de Hotéis, Return Path, Tramontina, Wunderman, Lojas Renner e Decolar. São muitos gigantes em um grupo só.
A agenda da semana iniciou com atividades direcionadas a indústria da hospitalidade, com palestras de Ted Wham, VP da Vertical Industry Solutions da Oracle Marketing Cloud e Jim McMichael, Specialty Markets Manager do Las Vegas Convention and Visitors Authority. O foco dos demais dias foi a estratégia, presente em cases de sucesso relacionados à data driven marketing, tecnologia e comunicação apresentados durante o Modern Marketing Experience da Oracle.

Markie Awards

Durante o MME, ocorreu a entrega do Markie Awards, prêmio que consagra os cases mais relevantes de estratégia de data driven marketing e marketing automatizado do mundo.
A Pmweb concorria em oito categorias e conquistou dois troféus com seus clientes Avon, na categoria Best Overall Customer Experience, e Bibi Calçados na categoria Best Use of Data.
O troféu concedido ao case da Bibi é uma declaração de que as estratégias digitais realizadas em parceria com a Pmweb aumentaram em 5% o faturamento global, a receita da rede de lojas próprias em 19% e a redução de 64% no investimento em mídias tradicionais.
Já o case premiado da Avon se dedica a explicar como as 21 campanhas automatizadas implementadas pela empresa, juntamente aos serviços estratégicos da Pmweb, geraram um aumento de 15x na receita do e-commerce.
Bateu a curiosidade? Não deixe de assistir o vídeo da oitava edição e até a próxima!
[fve]https://www.youtube.com/watch?v=Qyn-siStIIo[/fve][:en]Whoops, we did it again… and brought two trophies to prove it.
From April 23th to the 28th Pmweb brought over 40 marketing professionals from five countries to celebrate innovation in Las Vegas. The reason is the same of the previous 7 editions: the Pmweb Hit the Road project. The branded event gathers clients and prospects to be active participants during a week of content, relationship, networking and experiences that will never be forgotten by the participants.
Countries like Brazil, Argentina, Uruguay, Equador, and Chile were represented by Azul Linhas Aéreas, Mercado Libre, Cia Hering, Pratagy Beach Resort, Cablevision, Grupo Soma,Farm Rio, Arezzo & Co, Amarante Hospitality, ICH Hotels, CVC, Latam Airlines, Fastshop, Grupo Rio Quente, Corporación GPF / Fybeca, Rede Plaza de Hoteles, Return Path, Tramontina, Wunderman, Renner Stores and Decolar.
The week’s agenda began with activities targeted at the hospitality industry with lectures by Ted Wham, VP of Vertical Industry Solutions at Oracle Marketing Cloud, and Jim McMichael, Specialty Markets Manager at the Las Vegas Convention and Visitors Authority. The other days focused on strategies and success stories related to data driven marketing, technology and communication presented during Oracle’s Modern Marketing Experience.
The MME included the Markie Awards as an acknowledgment to the world’s best data driven and automated marketing strategy cases. Pmweb competed in eight categories and won no less than two trophies: with Avon in the Best Overall Customer Experience category and Bibi Calçados in the Best Use of Data category.
The Bibi case proves that digital strategies can be both personalized and efficiently automated: the campaign developed in partnership with Pmweb increased global revenue by 5%, net store revenue by 19% and a 64% reduction in traditional media investment.
The Avon case, on the other hand, is dedicated to proving how the 21 automated campaigns implemented by the company, with the strategic services of Pmweb, generated a 15x increase in e-commerce revenue.
Curious? Watch the video of the latest edition to get a glimpse of what it was all about. Remember: what happens in Vegas doesn’t have to stay in Vegas.
See you next time!
[fve]https://www.youtube.com/watch?v=Qyn-siStIIo[/fve][:es]Whoops, we did it again… y trajo dos trofeos para demostrarlo.
Del 23 al 28 de abril Pmweb trajo a más de 40 profesionales de marketing de cinco países para celebrar la innovación en Las Vegas. La razón es la misma de las siete ediciones anteriores: el Pmweb Hit the Road. El evento reúne a clientes y prospects para una semana de contenido, relación,networking y experiencias que nunca serán olvidadas por los participantes.
Países como Brasil, Argentina, Uruguay, Ecuador y Chile estaban representados por Azul Linhas Aéreas, Mercado Libre, Cia Hering, Pratagy Beach Resort, Cablevisión, Grupo Soma, Granja Rio, Arezzo & Co, Amarante Hospitalidad, ICH Hotels, CVC, Latam Aerolíneas, Fastshop, Grupo Rio Quente, Corporación GPF / Fybeca, Plaza de Hoteles, Camino de retorno, Tramontina, Wunderman, Renner Stores y Decolar.
La agenda de la semana comenzó con actividades dirigidas a la industria de la hospitalidad con conferencias de Ted Wham, vicepresidente de Vertical Industry Solutions de Oracle Marketing Cloud, y Jim McMichael, Specialty Markets Manager en el Las Vegas Convention and Visitors Authority. Los otros días se centraron en estrategias e historias de éxito relacionadas con el marketing, la tecnología y la comunicación de datos presentados durante la experiencia de Marketing Moderno de Oracle.
El MME incluyó los Premios Markie como un reconocimiento a los mejores casos de estrategia de data driven marketing  y marketing  automatizado del mundo. Pmweb compitió en ocho categorías y ganó nada menos que dos trofeos: con Avon en la categoría Best Overall Customer Experience y Bibi Calçados en la categoría Best Use of Data.
El caso de Bibi es la prueba de que las estrategias digitales pueden personalizarse y automatizarse eficazmente: la campaña desarrollada en asociación con Pmweb aumentó los ingresos globales un 5%, los ingresos netos de las tiendas en un 19% y una reducción de 64% en la inversión tradicional en medios.
El caso Avon, por su parte, se dedica a probar cómo las 21 campañas automatizadas implementadas por la empresa, con los servicios estratégicos de Pmweb, generaron un aumento de 15 veces en los ingresos por comercio electrónico.
¿Curioso? Mira el video de la última edición para echar un vistazo a lo que se trataba. Recuerde: lo que sucede en Las Vegas no tiene que quedarse en Las Vegas.
¡Nos vemos la próxima vez!
[fve]https://www.youtube.com/watch?v=Qyn-siStIIo[/fve][:]

[:pt]Dados: como monetizar e economizar em 4 passos[:en]Data: how to monetize it and save money in 4 steps[:es]Datos: cómo monetizar y ahorrar con ellos en 4 pasos[:]

[:pt]Aumentar a receita é sempre um desafio. No e-commerce, por exemplo, isso é possível por meio de três caminhos básicos: incremento na audiência, aumento no mix de produtos e crescimento na taxa de conversão. No cenário econômico atual, é fácil se preocupar com a  baixa margem de lucro e a lealdade difícil de alcançar. E, nessa preocupação, pode-se passar batido pelo maior tesouro da empresa: os dados. Perceber esse movimento e mudar o foco para tirar proveito dos dados é transformá-los em dinheiro. Bem utilizados, os dados podem ser a solução para gerar receita e economizar. Como comentamos há poucos dias, as campanhas tradicionais estão mortas. O marketing moderno é uma troca de dados

Data is the new money

Seus dados são recursos valiosos e precisam ser usados a favor da empresa. Observe suas fontes de dados e as explore para melhorar o relacionamento, gerar lealdade e reter os clientes. Mas isso você já sabe. O que você talvez não saiba é que esses mesmos dados podem ser usados para capacitar a equipe e detectar oportunidades de up-sell e cross-sell que ativem a carteira de clientes, mostrando que a empresa entende o comportamento e as vontades do comprador. Assim, você poderá desenvolver campanhas e promoções personalizadas.

Economizando com dados

Seus dados também estão cheio de informações valiosas que podem ajudá-lo a controlar melhor os gastos alocando seus recursos e tempo para obter o maior retorno possível.Analisando sua informação operacional, é possível dirigir as campanhas de marketing para incentivar o consumo de diferentes produtos por clientes que demonstrem potencial para tal compra e melhorar a própria qualidade dos produtos. Esta análise de dados propicia a identificação de falhas para otimizar os processos internos onde for necessário, reduzindo também o custo com manutenção.
Desde a implementação do projeto de lifecycle, a Bibi Calçados conseguiu diminuir seu investimento em mídia tradicional em 64%, economizando significativamente os recursos do seu orçamento de marketing a partir da integração de diferentes fontes de dados como indústria, lojas próprias e multi-marcas, franquias e e-commerce.

Do potencial à realidade

A vantagem competitiva provida pelos dados sempre existiu, só demorou para ser convertida em dinheiro. Quando o Big Data está envolvido no planejamento – em volumes crescentes de informações internas e de novas fontes como mobile, nuvem e mídias sociais – a competitividade das empresas passa a um novo nível. We are not in Kansas anymore. E você estando disposto a investir em dados e tudo que os envolve, certamente terá interesse em extrair o máximo deles para impulsionar o retorno financeiro. Pensando nisso, selecionamos algumas dicas essenciais para que você siga na estrada de tijolos amarelos.

1º passo: Entregando valor

Primeiramente, determine que tipo de dados terá o maior impacto no seu objetivo final, utilizando aqueles que possuem maior potencial para aumentar as receitas/lucros ou reduzir os custos. Muitas vezes esse processo vai exigir pesquisa e análise preliminar para descobrir padrões em comportamentos de clientes e padrões de compra.
Além de apresentar retorno rápido, essa abordagem também irá gerar resultados palpáveis que servirão de apoio e justificativa para a expansão da estratégia para outros setores e projetos.

2º passo: A origem dos dados

Agora você precisa identificar os dados em si e onde eles poderão ser encontrados para coleta. Alguns tipos de dados podem ser mais difíceis de obter do que as informações acessadas no CRM da empresa, mas alinhar os dados existentes provenientes do SAC, do aplicativo da marca, do histórico de busca vai aumentar substancialmente o potencial de monetização. A chave é cruzar os dados obtidos no histórico de compras (físicas e online), além de analisar quanto da base de fãs nas redes sociais realmente é cliente e criar estratégias específicas para eles, por exemplo.

3º passo: seus dados estão prontos para virar dinheiro?

Inconsistências e redundâncias podem comprometer a qualidade dos dados, que muitas vezes virão de várias fontes. Só é possível tirar o proveito financeiro máximo dos dados uma vez que você assegure a integridade dos seus ativos de informação.
Se o objetivo é a rentabilização dos seus dados cruzando padrões de comportamento do cliente com uma oferta mais direcionada, você vai precisar buscar informações no CRM, nos pontos de venda e na interação online do consumidor com a marca. Tudo isso com o apoio da tecnologia e de um parceiro estratégico para a empreitada.

4º passo: integração multinível

As oportunidades de monetização dos dados existem em vários níveis do negócio e por isso é fundamental que todos os envolvidos participem ativamente do levantamento de informações, aumentando a receita e reduzindo os custos de forma inteligente.
A gerência executiva, por exemplo, poderia analisar dados de alto nível para acompanhar as métricas de desempenho críticas relacionadas à rentabilidade, enquanto os analistas buscam dados sobre processos operacionais individuais para identificar áreas que necessitam de melhoria, maximizando a produtividade. A operação poderia captar e usar as informações para melhorar interação com clientes, elevando a experiência a novos níveis de satisfação, fidelização e retenção.
Permitir que a equipe operacional tenha acesso aos dados tende a impactar positivamente no desempenho geral, assim como a colaboração entre empresas apresenta ainda mais potencial de monetização, fazendo o valor da informação partilhada com parceiros e clientes crescer exponencialmente. O poder do compartilhamento não deve ser subestimado.
Grandes empresas coletam grandes quantidades de informação sobre tudo e essa quantidade chega a ser tão abundante que muitas vezes não recebe a devida atenção.
As esmeraldas estão por toda toda parte, mas apenas quem estiver atento aos dados vai descobrir o que há por trás da cortina.
Com alguns dados e  inspiração: Data Monetization Strategies – Information Builders
Curadoria de conteúdo e colaboração: Maria Sebastiany
 [:en]Increasing the revenue is always a challenge. In e-commerce, for example, this is happens through three basic possibilities: increase in audience, increase in product mix and growth in conversion rate. In the current economic scenario, it is easy to worry about the low-margin and hard to achieve loyalty. And in this concern, one could pass by the greatest treasure of the company: the data. Perceiving this movement and shifting the focus to take advantage of the data is to turn it into money. When used well, the data can be the solution to generate revenue and save money. As we mentioned a few days ago, traditional campaigns are dead. Modern marketing is an exchange of data.

Data is the new money

Your data is a valuable resource and should be used in the company’s benefit. Observ your data sources and explore them to improve the relationship, generate loyalty and retain customers. But that’s not news to you. What you might not know is that the same data can be used to train the team and detect up-sell and cross-sell opportunities that activate the customer base, showing that the company understands the buyer’s behavior and wishes. Thus, you can develop custom campaigns and promotions.

Save money using data

Your data is full of valuable information that can help you control your spending by allocating resources and time to the fullest. Anallyzing your operational information, it is possible to direct marketing campaigns to encourage the purshase of different products by customers who are inclined to it and improve product quality. This data analysis provides fault identification to optimize internal processes when needed, also reducing maintenance costs.
Since the implementation of the lifecycle project, Bibi Calçados managed to reduce their investment in traditional media by 64%, significantly saving their marketing budget resources by integration data from different sources such as industry, brand and multi-brand stores, franchises and e-commerce.

From potential to reality

The competitive advantage provided by data has always existed, it just took a while to be converted into money. When Big Data is plays a role in the planning – in growing volumes of internal information and new sources such as mobile, cloud and social media – the competitiveness of enterprises goes to a new level. We are not in Kansas anymore. And you are willing to invest in data and everything that surrounds it, you will certainly be interested in getting the most of them to boost financial returns. With that in mind, we selected some essential tips for you to follow the yellow brick road.

Step 1: Delivering value

First, determine what type of data will have the greatest impact on your ultimate goal, using the data that has the most potential to increase revenue/profit or reduce costs. Often this process will require research and preliminary analysis to find patterns in customer behaviors as well as buying patterns.
In addition to presenting quick return, this approach will also generate tangible results that will support and justify the expansion of the strategy to other departments and projects.

Step 2: The data source

Now you need to identify the data itself and where it can be found for collection. Certain kinds of data may be more difficult to obtain than the information in the company’s CRM, but aligning the existing data from Customer Service, the brand’s app and search history will substantially increase the potential for monetization. The key is to cross the data on purchase history (physical and online), and to analyze how much of the fan base on social networks really are customers and create specific strategies for them, for example.

Step 3: Is your data ready to be monetized?

Inconsistencies and redundancies can compromise the quality of data, which often come from various sources. You can only take full financial advantage of data once you ensure the integrity of your information assets.
If the goal is to make money from your data crossing customer behavior patterns with a more targeted offer, you will need to seek information in CRM, stores and the consumer’s online interaction with the brand. All this with the support of technology and a strategic partner for the venture.

Step 4: multilevel integration

The data monetization opportunities exist at various levels of the business and so it is essential that everyone involved participate actively in the gathering of information to increase revenue and reduce costs intelligently.
Executive management, for example, could analyze high-level data to track critical performance metrics related to profitability, while analysts seek data on individual operational processes to identify areas that need improvement, maximizing productivity. The operational level could capture and use the information to improve interaction with customers, bringing the experience to new levels of satisfaction, loyalty, and retention.
Allowing the staff to have access to data tends to have a positive impact on overall performance, as well as collaboration between companies has further potential for monetization, making the value of information shared with partners and customers grow exponentially. The power of sharing should not be underestimated.
Large companies collect large amounts of information about everything and that amount gets to be so plentiful that often does not receive its due attention.
The emeralds are everywhere, but only those who are paying attention to data will find out what’s behind the curtain.
With some data and inspiration: Data Monetization Strategies – Information Builders

Content trusteeship and collaboration: Maria José Sebastiany
 [:es]Aumentar los ingresos es siempre un desafío. En el comercio electrónico, por ejemplo, esto es posible a través de tres formas básicas: aumento de la audiencia, el aumento de la gama de productos y crecimiento de la tasa de conversión. En el escenario económico actual, es fácil preocuparse por el bajo margen y lealtad difícil de lograr. Y esta preocupación, uno puede pasar desapercibido por el tesoro más grande de la empresa: los datos. La percepción de este movimiento y cambiar el enfoque para tomar ventaja de los datos es para convertirlos en dinero. Bien utilizados, los datos pueden ser la solución para generar ingresos y ahorrar. Como mencionamos hace unos días, las campañas tradicionales están muertas. El marketing moderno es un intercambio de datos.

Data is the new money

Sus datos son recursos valiosos y deben ser utilizados a favor de la empresa. Tenga en cuenta las fuentes de datos y las explore para mejorar la relación, generar lealtad y retener a los clientes. Pero eso usted ya sabe. Lo que quizá no sepa es que los mismos datos pueden ser utilizados para capacitar el equipo y detectar de aumentar las ventas y oportunidades de cross-sell y up-sell que activan la base de clientes, lo que demuestra que la empresa entiende el comportamiento y los deseos del comprador. Así usted pondrá desarrollar campañas y promociones personalizadas.

Economizar con datos

Sus datos también están llenos de informaciones valiosas que pueden ayudarlo a controlar mjor los gastos, asignando sus recursos y tiempo para conseguir el mayor rendimiento posible. Analisando su información operativa, es posible dirigir campañas de marketing para fomentar el consumo de productos diferentes por clientes que demuestran potencial para este tipo de compra y mejorar la calidad de sus productos. Este análisis de datos facilita la identificación de fallas para optimizar los procesos internos cuando sea necesario, además de reducir los costos de mantenimiento.
Desde la implementación del proyecto de lifecycle, Bibi Calçados logró reducir su inversión en medios tradicionales en un 64%, ahorrando significativamente los recursos de su presupuesto de marketing a partir de la integración de las diferentes fuentes de datos, tales como la industria, almacenes propios y multimarca, franquicias y comercio electrónico.

Del potencial a la realidad

La ventaja competitiva proporcionada por los datos siempre ha existido, solo tardó a ser convertida en dinero. Cuando el Big Data está implicado en la planificación – en volúmenes de crecientes de información interna y de nuevas fuentes como el mobile, la nube y las midias sociales – la competitividad de las empresas va a un nuevo nivel. We are not in Kansas anymore. Y si usted está dispuesto a invertir en los datos y todo lo que les rodea, sin duda tendrá un interés en sacar el máximo partido de ellos para aumentar la rentabilidad financiera. Pensando en eso, hemos seleccionado algunos consejos esenciales para que usted siga el camino de ladrillos amarillos.

Paso 1: Ofreciendo valor

En primer lugar, determine qué tipo de datos tendrá el mayor impacto en su objetivo final, utilizando de los que tienen el mayor potencial para aumentar los ingresos/lucros o reducir los costos. A menudo, este proceso requerirá la investigación y el análisis preliminar de encontrar patrones en los comportamientos y de compra.
Además de presentar un rápido retorno, este enfoque también va a generar resultados tangibles que apoyarán y justificación la expansión de la estrategia a otros sectores y proyectos.

Paso 2: El origen de los datos

Ahora es necesario identificar los datos en sí y donde se puede encontrarlos para la recolección. Algunos tipos de datos pueden ser más difíciles de obtener que la información que se accede desde el CRM de la compañía, pero alinear los datos existentes del SAC, del app de la marca, el historial de búsqueda se incrementará sustancialmente el potencial de monetización. La clave es cruzar los datos obtenidos en el historial de compras (física y online), además de analizar qué parte de la base de seguidores en las redes sociales son realmente clientes y crear estrategias específicas para ellos, por ejemplo.

Paso 3: sus datos están listos para ser convertidos en dinero?

Inconsistencias y redundancias pueden poner en peligro la calidad de los datos, que a menudo provienen de diversas fuentes. Solo se puede sacar el máximo provecho financiero de los datos una vez que se asegure la integridad de sus activos de información.
Si el objetivo es la rentabilización de sus datos cruzando los patrones de comportamiento de los clientes con una oferta más específica, usted tendrá que buscar información en el CRM, el punto de venta y en la interacción online de los consumidores con la marca. Todo esto con el apoyo de la tecnología y un socio estratégico para el cambio.

Paso 4: Integración multinivel

Las oportunidades de monetización de datos existen en los distintos niveles de la empresa y por lo tanto es esencial que todos participen activamente en la recopilación de información, aumentando los ingresos y reduciendo los costos de manera inteligente.
La dirección ejecutiva, por ejemplo, podría analizar los datos de alto nivel para realizar un seguimiento de las métricas de rendimiento críticos relacionados con la rentabilidad, mientras que los analistas buscan datos sobre los procesos operativos individuales para identificar las áreas que necesitan mejoras, maximizando la productividad. La operación podría capturar y utilizar la información para mejorar la interacción con los clientes, elevando la experiencia a nuevos niveles de satisfacción, lealtad y retención.
Permitir que el personal operativo tenga acceso a los datos tiende a impactar positivamente en el rendimiento general, así como la colaboración entre empresas tiene aún más potencial de monetización, haciendo el valor de la información compartida con socios y clientes a crecer exponencialmente. El poder de compartir no debe ser subestimado.
Las grandes empresas recogen grandes cantidades de información acerca de todo y esa cantidad llega a ser tan abundante que a menudo no reciben la debida atención.
Las esmeraldas están por toda parte, pero solo aquellos que son conscientes de los datos van a encontrar qué hay por detrás de la cortina.
Algunos datos y inspiración: Data Monetization Strategies – Information Builders
—-
Selección de contenido y colaboración: Maria José Sebastiany
 [:]

[:pt]As campanhas tradicionais estão mortas. O marketing moderno é uma troca de dados.[:en]Campaigns Are Dead. Modern Marketing Is a Data Exchange[:es]Las campañas tradicionales están muertas. El marketing moderno es un intercambio de datos[:]

[:pt]

Os consumidores e as marcas querem a mesma coisa: Informação.

As marcas precisam parar de pensar em campanhas publicitárias, sites e mídias sociais como experiências separadas. Este pensamento em silos cria uma experiência de consumo fragmentado. Devemos mudar essa mentalidade e pensar em marketing moderno como simplesmente uma troca de dados.
De um lado dessa troca de dados, os consumidores acessam informação crítica durante a jornada de compra. Nos estudos que realizamos para nossos clientes, normalmente encontramos mais de 40 pontos de inflexão diferentes onde os consumidores tomam decisões e acessam informações das marcas. Às vezes a informação que estão procurando é tão breve quanto uma foto e, por vezes, eles passam horas interagindo com o conteúdo.
Agora, vamos parar por um momento para pensar sobre o que as informações realmente são. Informações são feitas de dados. Isso significa que os consumidores desejam exatamente o mesmo que a marca: querem dados integrados, dinâmicos e abrangentes. Dados que forneçam insumos críticos para decidir como investir tempo, dinheiro e energia. Assim como as marcas.
É por isso que a indústria precisa se afastar de um modelo de alcance e frequência e mover-se em direção a um modelo de capacitação. Os consumidores não querem os mesmos dados repetidos de novo e de novo através de múltiplos canais. Eles querem informações personalizadas com base em suas necessidades contextuais e história comportamental.
Pensar em marketing como uma troca de dados previne as marcas de simplesmente estender campanhas tradicionais para o mundo online. Isso as diverge para longe dos memes de mídia social que se esforçam para alcançar métricas de engajamento irrelevantes. Isso as afasta de vídeos que buscam desesperadamente o status viral. Isso as afasta de sites que tratam todos os clientes exatamente da mesma forma. Pensar assim permite que a história da marca cresça em uma base um-a-um enquanto os consumidores imergem na busca por produtos e viajam através do funil de vendas.
Do lado da marca desta equação, cada vez que fornecemos dados para o público, recebemos dados em troca. Os mais básicos são os dados demográficos. Mais interessantes ainda são os dados psicográficos. E mais importantes ainda são os dados comportamentais. Toda vez que alguém clica, nos diz algo sobre si mesmo.
Olhando para a categoria de viagens como um exemplo com o qual todos nós podemos nos identificar, os cliques nos informam muito sobre o usuário: estrutura familiar, orçamento, localização, preferências de viagem, motivações e barreiras de compra. Nós sabemos onde ele quer ficar, quando ele quer ficar, por que ele quer ficar, o que ele quer fazer, o quanto ele quer gastar, com quem ele quer viajar, quais barreiras estão no seu caminho e que aspectos motivadores podem levá-lo a superar o obstáculo de compra final.
Esse nível de dados personalizados é revolucionário por si só, mas não é difícil de obter. O fundamental é que a mentalidade e as estruturas internas globais das marcas mudem para capitalizar a oportunidade. As marcas normalmente têm equipes distintas responsáveis por mídia própria, ganha e paga, o que limita a sua capacidade de lucrar com essa troca de dados. Os dados vão do consumidor para a marca, embora muitas vezes não sejam resumidos e divulgados em toda a organização.
Não é nenhuma equação complicada, mas as mudanças nas estruturas corporativas costumam ser lentas. Essa é uma das principais razões por que muitas das marcas mais bem sucedidas são relativamente jovens. Elas não estão paralisadas por modelos organizacionais herdados.
Quando pensa em marketing como uma troca de dados, vamos além do conceito de meios de comunicação próprios, ganhos e pagos. Você percebe que tudo se resume a uma coisa: milhões de consumidores ligados a marcas pelos dados. Essa mudança de mentalidade ajuda as marcas a tomar decisões estratégicas com um olhar holístico sobre toda a jornada do consumidor. Quando as marcas tiram vantagem dessa mentalidade, percebem quatro benefícios chave:

  1. Orçamentação estratégico: As marcas podem afastar os orçamentos da mídia paga ao identificar os canais de custo mais eficiente entregando dados ao consumidor em cada etapa da jornada de compra em vez de contar com interrupções pagas para contar toda a história da marca.
  2. KPIs otimizados: equipes internas podem criar sinergias entre departamentos focando nos principais indicadores de desempenho que levam aos resultados finais. Por exemplo, a equipe de conteúdo não irá focar em métricas de engajamento enquanto a equipe de pesquisa paga foca na conversão.
  3. Tecnologias otimizadas: As marcas podem alavancar a personalização e as interações em redes sociais, para criar uma história sequencial para a marca, que muda à medida que cada consumidor avança na sua jornada. Cada esforço não será mais otimizado sem pensar sobre a jornada do consumidor.
  4. Relações de agência estratégicas: As marcas podem se afastar de várias agências que trabalham por atribuição e passar para um punhado de parceiros que compartilham dados complexos. As agências não serão mais convidadas a criar sem estar totalmente imersas no comportamento do consumidor.

As marcas não precisam comprimir a história inteira da marca em um spot de 30 segundos, um impresso de duas páginas ou um banner de 300 pixels. Em vez disso, eles podem aproveitar toda a jornada do consumidor e abraçar uma troca de dados bidirecional. Ao mudar esta mentalidade, as marcas podem fazer as mudanças estruturais que beneficiam tanto o consumidor como a marca. Isso ajuda ambos a gastar seu dinheiro com mais sabedoria, fornecendo os dados necessários para tomar decisões mais inteligentes. Pode não ser o aspecto mais sexy de marketing, mas agora é o mais importante.
Este artigo foi traduzido do site Ad Age. A versão original encontra-se aqui.[:en]Consumers and Marketers Want the Same Thing — Information
Brands need to stop thinking about ad campaigns, websites and social media as separate experiences. This siloed thinking creates a fragmented consumer experience. Brands must shift the mindset to think of modern marketing as simply a data exchange.
On one side of this data exchange, consumers access critical information as they go through the purchase journey. In studies we conduct for our clients, we typically find over 40 different points of inflection where consumers make decisions and access information from brands. Sometimes the information they’re looking for is as brief as a photo and sometimes they spend hours interacting with content.
Now, let’s pause for a moment to think about what information really is. Information is data. Meaning consumers covet exactly what the brand does. Consumers want comprehensive, integrated, dynamic data. Data that provides the critical inputs for deciding how to invest their time, money and energy. Just like brands.
This is why the industry needs to move away from a reach and frequency model and move toward an empowerment model. Consumers don’t want the same piece of data repeated over and over across multiple channels. They want information that is personalized based on their contextual needs and behavioral history.
Thinking about marketing as a data exchange shifts brands away from simply extending traditional campaigns to perform online. It shifts them away from the social media memes that strive for irrelevant engagement metrics. It shifts them away from videos desperately seeking to go viral. It shifts them away from websites that treat every customer the same exact way. Instead, it enables the brand story to grow on a one-to-one basis as consumers immerse themselves in research for products and take a journey down the sales funnel.
On the brand side of this equation, every time we provide data to the audience, we receive data in return. The most basic of which is demographic data. More interestingly, it’s psychographic data. More importantly, it’s behavioral data. Every time she clicks, she tells us something about herself. Looking at the travel category as an example we can all relate to, those clicks let us know about her family structure, budget, location, travel preferences, motivations and purchase barriers. We know where she wants to stay, when she wants to stay, why she wants to stay, what she wants to do, how much she wants to spend, who she wants to travel with, what barriers stand in her way and what motivators can get her over the final purchase hurdle.

That level of personalized data is revolutionary in nature, but not difficult to gather. What’s critical is that brands’ overarching mindset and internal structures change to capitalize on the opportunity. Brands typically have separate teams responsible for owned, earned and paid media, which limits their ability to profit from this data exchange. The data goes from the consumer to the brand, but it often doesn’t get synthesized and disseminated throughout the organization.
It’s not complicated mathematics, but corporate structures are slow to change. That’s one of the key reasons why so many of the most successful brands are relatively young. They’re not hamstrung by legacy organizational models.
When you think of marketing as a data exchange, you move beyond the concept of owned, earned and paid media. You realize that it’s all just one thing: millions of consumers connected to brands by data. This shift in mindset helps brands make strategic decisions with a holistic look at the entire consumer journey. When brands leverage this mindset, they realize four key benefits:
1. Strategic budgeting: Brands can shift budgets away from paid media by identifying the channels that are most cost effectively delivering consumer data at each stage of the consumer journey rather than relying on paid interruptions to tell the entire brand story.
2. Optimized KPIs: Internal teams can create synergies across departments by focusing on the key performance indicators that lead to bottom-line results. For example, the content team won’t focus on engagement metrics while the paid search team focuses on conversion.

4. Strategic agency relationships: Brands can shift away from a large stable of agencies that are RFP’d for each assignment and move to a handful of retained partners who share complex data. No longer will agencies be asked to develop creative without being fully immersed in consumer behavior.
Brands no longer need to cram their entire brand story into a 30-­second spot, a two-­page print spread or a 300-pixel banner. Instead, they can leverage the entire consumer journey and embrace a two-­way data exchange. By shifting to this mindset, brands can make the structural changes that benefit the consumer as well as the brand. This helps both entities spend their money more wisely by providing the data needed to make smarter decisions. It might not be the sexiest aspect of marketing, but it is now the most important.[:es]Los consumidores y las marcas quieren lo mismo: Información
Las marcas tienen que dejar de pensar en campañas de publicidad, sitios web y redes sociales como experiencias separadas. Este pensamiento en silos crea una experiencia de consumo fragmentada. Tenemos que cambiar esta forma de pensar y ver el marketing moderno como un intercambio de datos.
Por un lado de este intercambio, los consumidores acceden a información crítica a traves del proceso de compra. En los estudios que realizamos para nuestros clientes, normalmente encontramos más de 40 puntos de inflexión diferentes donde los consumidores toman decisiones y acceden a informaciones de las marcas. A veces la información que están buscando es tan breve como una foto y otras veces pasan horas interactuando con el contenido.
Ahora, vamos a parar por un momento para pensar acerca de lo que las informaciones realmente son. Informaciones son compuestas por datos. Esto significa que los consumidores quieren exactamente lo mismo que la marca: quieren datos integrados, dinámicos e abrangentes. Datos que proporcionen los insumos críticos para decidir cómo invertir su tiempo, dinero y energía. Así como las marcas.
Es por eso que la industria necesita para alejarse de un modelo de alcance y frecuencia y avanzar hacia un modelo de formación. Los consumidores no quieren los mismos datos repetidos una y otra vez a través de múltiples canales. Ellos quieren información personalizada en función de sus necesidades contextuales y de la historia del comportamiento.
Piensar en el marketing como un intercambio de datos previne las marcas de simplemente extender las campañas tradicionales para el mundo online. Eso los aleja de los memes de medios sociales que se esfuerzan por alcanzar las métricas de participación irrelevantes. Esto los aparta de los videos que buscan desesperadamente el estado viral. Esto crea distancia entre las empresas y los sitios que tratan a todos los clientes de la misma manera. Pensar así permite que la historia de la marca crezca en una base de uno-a-uno encuanto los consumidores se sumergen en la búsqueda de bienes y viajan a través del embudo de ventas.
Al lado de la marca de esta ecuación, cada vez que se proporciona datos al público, se recibe datos en cambio. Lo más básico son los datos demográficos. Más interesante aún son los datos psicograficos. Y más importante aún son los datos de comportamiento. Cada vez que alguien hace clic, nos dice algo sobre si mismo. Mirando la categoría de viajes como un ejemplo con el que todos nos podemos identificar, los clics nos informan acerca de su estructura familiar, presupuesto, ubicación, preferencias de viaje, las motivaciones y las barreras de compra. Sabemos donde él quiere ir,cuando, por qué, que quiere hacer, cuanto quiere gastar, con quien quiere viajar, los obstáculos están en su camino y que aspectos de motivación pueden llevarle a superar el obstáculo final de compra.
Este nivel de datos personalizados es revolucionario en sí mismo, pero no es difícil de obtener. La clave es que la mentalidad y las estructuras internas de las marcas globales cambien para sacar provecho de la oportunidad. Las marcas suelen tener diferentes equipos responsables de los medios de comunicación propios, conquistados y pagos, lo que limita su capacidad de beneficiarse de este intercambio de datos. Los datos van del consumidor para la marca, pero a menudo no son resumidos y divulgados en toda la organización.
No es una ecuación complicada, pero los cambios en las estructuras corporativas son lentos. Esta es una de las principales razones por las que muchas de las marcas más exitosas son relativamente jóvenes: no están paralizadas por los modelos de organización heredados.
Cuando piensa en el marketing como un intercambio de datos, usted excede más allá del concepto de medios de comunicación propios, conquistados y pagos. Se da cuenta que todo se reduce a una cosa: a millones de consumidores conectados a las marcas por los datos. Este cambio de mentalidad ayuda a las marcas a tomar decisiones estratégicas con una mirada integral en todo el recorrido del consumidor. Cuando las marcas se aprovechan de esta mentalidad, perciben cuatro beneficios clave:

  1. Presupuesto estratégico: las marcas pueden ajejarse sus presupuestos  de los de los medios de comunicación pagos mediante la identificación de los canales de costo más eficiente, entregando datos a los consumidores en cada etapa de la compra en lugar de tener interrupciones pagas para contar toda la historia de la marca.
  2. KPIs optimizados: equipos internos pueden crear sinergias entre los sectores centrando en indicadores clave de rendimiento que conducen a los resultados finales. Por ejemplo, el equipo de contenido no se centrará en métricas de participación mientras que el equipo de busca paga se centra en la conversión.
  3. Tecnologías optimizadas: Las marcas pueden aprovechar la personalización de CMS y mdia tagging para crear una historia secuencial para la marca, que cambia a medida que cada consumidor pasa a través de su proceso de compra. No se optimizará más cada esfuerzo sin pensar en el recorrido del consumidor.
  4. Relaciones de agencia estrategicas: Las marcas pueden apartarse de varias agencias que son RFPadas por asignación y trasladar a un puñado de parcerías que comparten datos complejos. Las agencias no serán más invitadas a desarrollar la creación sin ser totalmente inmersas en el comportamiento del consumidor.

Las marcas no tienen que comprimir toda su historia en un spot de 30 segundos, un impreso de dos páginas o un banner de 300 píxeles. En cambio, pueden disfrutar de todo el recorrido del consumidor y abrazar un intercambio de datos bidireccional. Al cambiar esta mentalidad, las marcas pueden hacer los cambios estructurales que benefician tanto al consumidor y la marca. Esto ayuda tanto a gastar su dinero de forma más inteligente, proporcionando los datos necesarios para tomar decisiones más eficientes. Puede que no sea el aspecto más atractivo del marketing, pero ahora es el más importante.
Fuente: http://adage.com/article/digitalnext/campaigns-dead-modern-marketing-a-data-exchange/304868/[:]

[:pt]9 fontes de dados para você ficar ligado em 2016[:]

[:pt]Gerar mais negócios através de um mesmo cliente é mais lucrativo do que conquistar novos clientes. Se você é do varejo e tem previsão de um ano difícil, concentre seus esforços naquilo que irá gerar mais resultados.
Para isso, trabalhe a mina de ouro que você já tem, que são os dados sobre os seus clientes e use-os para nortear suas estratégias e para enviar comunicação personalizada e individualizada para sua base.
Selecionamento 9 fontes de dados que você pode começar a usar ainda hoje.

  1. Loja física:

Sabemos que o cliente é omni-channel. Ele pesquisa na loja virtual e olha o produto na loja física, depois ele compara preços e condições de pagamento com seus concorrentes online e offline. Se o cliente está em todos os lugares, você também precisa estar. Aproveite que ele está na sua frente e peça o e-mail dele. Essa é mais uma forma para você se comunicar com ele e continuar o relacionamento. Entenda também quantos produtos ele comprou, a forma de pagamento escolhida, se usou o cartão de crédito da loja ou o convencional da bandeira.

  1. Redes sociais:

Quanto da sua base de fãs é de fato seu cliente? Seu cliente interage com você também nas redes sociais? Ele clica no produto que você publica e vai até a loja virtual? Extraia os contatos das redes sociais e cruze com a sua base de clientes opt-in, e descubra quem são os mais engajados com a sua marca para criar estratégias específicas para eles.

  1. Plataforma de Ecommerce:

É a sua loja virtual, onde o seu cliente tem acesso aos seus produtos. E através da plataforma também que você consegue identificar por quais produtos o cliente navegou, se clicou, quanto tempo permaneceu na página, se leu as recomendações, quantas vezes visitou a mesma página, se procurou produtos similares ou substitutos. Toda essa informação é um manancial de dados que não pode ser descartado.

  1. Aplicativo:

Seu cliente baixou o seu aplicativo e de vez em quando o acessa para ver as promoções e novidades da marca? Não deixe ele no vácuo! Atualize o app, mantenha-o com as promoções dos outros canais e interaja com o seu cliente com pushs. Incentive o acesso e a navegação e dê a ele condições exclusivas de compra. E claro, extraia as informações de interação e compras no app e una com as outras fontes de dados. Lembre-se, toda navegação no app dispensa o investimento em propaganda nos buscadores ou redes sociais, dessa forma toda a venda através do app tem um custo muito menor.

  1. Fidelidade:

Um cliente fiel é um cliente que tem uma boa taxa de recompra. A recompra se dá por diversos motivos: uma experiência de compra satisfatória, produtos de qualidade, pagou um preço que achou correto e foi bem atendido. Como existem inúmeros graus de fidelidade, as marcas criam diferentes segmentações de acordo com o nível de engajamento e, através disso, oferece diferentes benefícios e condições exclusivas. Reconheça seus melhores clientes, afinal se eles são especiais mesmo, demonstre.

  1. ERP:

É nele que está a relação de tudo aquilo que o cliente já adquiriu na sua loja, a forma como pagou, qual foi a entrega escolhida e etc. Com isso, sabe-se sobre a recorrência, o ticket médio, o quanto ele é suscetível a promoções e a datas especiais. Melhor ainda se você conseguir unir o histórico de compras on-line com as compras em pontos físicos, com isso, você poderá extrair ainda informação do tipo de produto que ele prefere comprar na web ou no ponto de venda e poderá inferir com mais assertividade sobre a relação deste cliente com a sua marca.

  1. Tracking de encomendas:

A expectativa de chegar uma encomenda é sempre angustiante, e vamos ser honestos, você não quer saber de mais nada entre o tempo da compra e o do recebimento. Com esse dado na mão, você pode evitar gastar dinheiro com publicidade para esse cliente, e enviar mensagens sobre o status do pedido ao invés de uma outra oferta, talvez até melhor do que a compra do seu cliente. Este dado é extremamente sensível para seus anúncios e para suas campanhas, mas principalmente para que o seu relacionamento seja verdadeiramente individualizado.

  1. SAC

O cliente pode usar o SAC para saber mais sobre um determinado produto, pode solicitar informações sobre um pedido realizado, pode querer informações sobre a política de trocas e mais. Esse é um canal muito importante pois ele é uma ponte direta entre a marca e o cliente. Se ele está aguardando a resposta de um produto que teve defeito talvez não seja a melhor audiência para sua campanha, mas se ele teve um retorno positivo para as dúvidas, ele pode tornar-se um novo embaixador da sua marca.

  1. Busca interna:

Não é tarefa fácil acompanhar os passos do cliente na loja física, mas na loja on-line isso é básico. Entenda o comportamento de busca dentro do seu site, veja as categorias navegadas, produtos clicados e ainda entenda o comportamento do cliente no website e tenha insights para aprimorar a experiência web do cliente, facilitando a busca de produtos e reduzindo o número de cliques. Afinal tudo o que o cliente buscou na sua loja é o que ele esperava encontrar, talvez o sapato bege cadastrado como produto, é o sapato nude que sua cliente estava buscando. A caixa de buscas tem a resposta que todo vendedor de loja física espera quando pergunta: “Procurando algo em especial?”.
Essas são algumas das inúmeras fontes de dados existentes. Lembre sempre que um mesmo dado pode ser extraído de mais uma fonte, então faça os cruzamentos necessários para ter insights poderosos que irão nortear as suas estratégias.
Em tempos de recursos escassos, usar o que se tem não é só mais inteligente, como é também mais lucrativo.[:]