Modelos de Atribuição: quais as possibilidades para mensurar o valor financeiro do seu CRM?

O sucesso de uma campanha de marketing depende da capacidade de entender o comportamento do usuário em relação aos touchpoints em sua jornada de compra. No entanto, atribuir o crédito da conversão a um único canal é uma tarefa complexa, uma vez que o usuário pode passar por diversos touchpoints antes de converter. Nesse contexto, os modelos de atribuição surgem como uma solução para avaliar o impacto de cada canal na conversão.

Os modelos de atribuição são algoritmos usados para atribuir crédito a cada touchpoint da jornada do usuário. Esses modelos podem ser classificados em heurísticos e algorítmicos.

Os modelos heurísticos são os mais comuns e consistem de um conjunto de regras definidas por negócios. O modelo de última interação (last click), por exemplo, atribui todo o crédito da conversão ao último touchpoint que o usuário teve contato antes de efetuar a compra. O modelo de primeira interação, por outro lado, atribui todo o crédito à primeira interação do usuário com a campanha de marketing.

Outros modelos heurísticos incluem o modelo linear, que atribui um peso igual a cada touchpoint na jornada do usuário, o modelo time decay, que dá mais peso aos touchpoints mais recentes e o modelo position based, que divide o crédito entre os touchpoints mais importantes da jornada do usuário.

Já os modelos algorítmicos usam métodos probabilísticos para atribuir o crédito de conversão. O modelo de Valor de Shapley, por exemplo, usa a teoria dos jogos para distribuir o crédito de conversão de forma justa entre os touchpoints da jornada do usuário. Já o modelo de Cadeias de Markov usa a probabilidade de transição entre os touchpoints para calcular o crédito da conversão.

Prós e Contras dos Modelos de Atribuição

Os modelos de atribuição possuem vantagens e desvantagens que precisam ser avaliadas antes de escolher um modelo para aplicação em um determinado contexto.

Os modelos heurísticos, por exemplo, são fáceis de entender e implementar, o que torna sua aplicação rápida e simples. O modelo de última interação é especialmente fácil de implementar e é amplamente utilizado em análises de marketing. No entanto, esse modelo não leva em conta a contribuição dos demais touchpoints na jornada do usuário, o que pode levar a uma avaliação distorcida do impacto de cada canal.

O modelo linear, por sua vez, é mais justo na distribuição do crédito de conversão entre os touchpoints, pois cada um recebe o mesmo peso. No entanto, esse modelo pode não refletir a realidade da jornada do usuário, pois cada touchpoint pode ter um impacto diferente na conversão.

O modelo time decay dá mais peso aos touchpoints mais recentes, o que pode ser útil em campanhas que buscam conversões imediatas. Porém, esse modelo pode não ser adequado para campanhas que buscam uma conversão mais complexa e que envolve mais de um touchpoint.

O modelo position based é mais adequado para campanhas em que alguns touchpoints têm um papel mais relevante na jornada do usuário do que outros. Nesse modelo, os touchpoints mais importantes recebem mais crédito de conversão do que os demais.

Os modelos algorítmicos, como o Valor de Shapley e as Cadeias de Markov, são mais precisos na atribuição do crédito de conversão, pois utilizam métodos probabilísticos e estatísticos para calcular a contribuição de cada touchpoint na jornada do usuário.

Mas, esses modelos podem ser mais complexos de implementar e exigem um conhecimento mais avançado em matemática e estatística. Além disso, a análise dos dados pode ser afetada por vieses introduzidos no modelo.

Dessa forma, é importante avaliar os prós e contras de cada modelo de atribuição antes de escolher o mais adequado para cada contexto. É preciso considerar a complexidade da campanha, a jornada do usuário, os objetivos de negócio e os dados disponíveis para a análise.

Prós e Contras dos Modelos de Atribuição:

Modelo de AtribuiçãoPrósContras
Última InteraçãoFácil de entender e implementarNão considera a contribuição dos demais touchpoints
Primeira InteraçãoFácil de entender e implementarNão considera a contribuição dos demais touchpoints
LinearMais justo na distribuição do créditoPode não refletir a realidade da jornada do usuário
Time DecayDá mais peso aos touchpoints mais recentesPode não ser adequado para campanhas mais complexas
Position BasedAdequado para campanhas com touchpoints importantesPode não refletir a realidade da jornada do usuário
Valor de ShapleyMais preciso na atribuição de créditoMais complexo de implementar e pode ter vieses
Cadeias de MarkovMais preciso na atribuição de créditoMais complexo de implementar e pode ter vieses

Em resumo, não existe um modelo melhor ou pior, e sim aquele que melhor se adequa para a sua necessidade de acordo com os objetivos da estratégia da empresa. Por isso, é importante avaliar os prós e contras de cada um destes e fazer a escolha certa para o seu negócio.

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Escrito por: Matheus Ferreira Marques Cavalcante, Analista Sênior de Business Intelligence na Pmweb.
Bacharel em Estatística pela Universidade de Brasília e pós-graduado em Análise de Dados com Business Intelligence e Big Data pela Universidade Católica de Brasília. Possui ampla experiência em Business Analytics e Ciência de Dados. Atua como Analista Sênior de Business Intelligence (BI) na Pmweb, onde desenvolve e aplica modelos de atribuição para clientes de diversos segmentos. Lidera a frente de BI em clientes brasileiros e internacionais.

Dark Mode: boas práticas e mais dicas essenciais 

Atualmente, a grande maioria dos aplicativos, sistemas, sites e dispositivos contam com a opção de modo escuro, também conhecido como Dark Mode.


Mas o que exatamente é o modo escuro?


Ele nada mais é do que uma configuração de visualização que troca cores na tela do usuário, alterando contrastes, fontes e backgrounds em dispositivos, sites, aplicativos, e-mails.


Em resumo, o Dark Mode utiliza fundos escuros contrastando com textos claros enquanto o Light Mode, opção padrão, usa fundos claros com textos escuros. 

Por que o Dark Mode se popularizou e ganhou relevância?

O Dark Mode ganhou força a partir de 2018 e 2019, quando passou a ser incorporado como opção em sistemas operacionais e aplicações como Apple iOS e Android, Office, Instagram, Gmail, Chrome e Twitter. 


O principal motivo do aumento do número de versões de modo escuro disponíveis foi porque esse tipo de visualização trouxe diversas vantagens para os usuários.


44% dos dos profissionais que trabalham com e-mail já consideravam o modo escuro em 2021, segundo a pesquisa Email After Dark.


De acordo com relatório da Litmus, houve um aumento de mais de 22% na visualização de e-mails em Dark Mode entre o final de 2021 e o final de 2022. Além disso, cerca de 82% dos usuários de smartphones usam o modo Dark Mode em algum momento.


Isso só demonstra que o modo escuro não é apenas uma tendência passageira, mas se tornou um requisito técnico de usabilidade e acessibilidade requisitado pela grande maioria dos usuários de dispositivos eletrônicos. 

Benefícios que o Dark Mode trouxe para o dia a dia dos usuários.

1) Mais economia para a bateria de smartphones.
As telas OLED, presentes na grande maioria dos celulares, “desligam” os pixels pretos, gerando ao mesmo tempo alto contraste e mais economia de energia.

Ao ativar o Dark Mode, uma quantidade maior de pixels é desligada, aumentando significativamente a autonomia da bateria.

Essa economia de energia também depende do brilho da tela: quanto mais brilho, mais economia em relação ao Light Mode.

2) Pode melhorar a leitura e a legibilidade.
Segundo dados do IBGE, cerca de 19% da população brasileira possui algum tipo de distúrbio visual. 

Por conta disso, ter uma possibilidade de visualização que aprimore a performance visual nos dispositivos eletrônicos é um passo importante para tornar o uso cada vez mais acessível para todos.

3) Olhos mais descansados.
O Dark Mode reduz a exposição à luz azul, que causa cansaço aos olhos e que também pode interferir na qualidade do sono.

Então, ao invés de apenas baixar o brilho no final do dia, utilizar o modo escuro pode trazer um alívio visual ainda maior.

4) Personalização para os usuários.
Além de todos os benefícios mais técnicos e de acessibilidade, o Dark Mode também amplia o controle do usuário na definição de suas preferências de usabilidade de seus dispositivos. 

Pmweb, e-mail e Dark Mode

Aqui na Pmweb todas as nossas entregas de e-mail são criadas e codificadas de forma a otimizar ao máximo a visualização em Dark Mode. 


Em nossas construções priorizamos a melhor legibilidade dos textos e garantimos as melhores práticas para os recortes das imagens e inserção de HTML, mantendo ao máximo a organização visual e a identidade dos clientes.


Isso demonstra o nosso empenho em sempre levar a melhor versão possível para nossos clientes e seus usuários, utilizando todas as possibilidades tecnológicas disponíveis para garantir mais otimização e buscar resultados cada vez melhores. 

Quer continuar aprimorando seu relacionamento com seus clientes?

Estratégias de CRM bem pensadas passam por inovações técnicas como o Dark Mode, ações comportamentais e muitas outras áreas de impacto. 


Para aprimorar o relacionamento com seus clientes e alcançar novos resultados, entre em contato com a gente. Acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br.

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Escrito por: Bruno Raupp, Analista de Conteúdo na Pmweb.
Formado em Jornalismo em 2020. Experiência como redator desde 2016, trabalhando com publicidade, marketing e CRM

Estudo de Black Friday 2023: prepare-se para os eventos de lançamento

Já passamos da metade do ano e isso significa que a Black Friday tá cada vez mais próxima. Por isso, chegou a hora de compartilharmos os principais insights e tendências para enriquecer as suas possibilidades de vendas. 


Vem saber todos os detalhes sobre os eventos de lançamento do nosso Estudo de Black Friday 2023, construído pela Pmweb em parceria com a Confi


As inscrições para participar são gratuitas e abertas ao público geral, além de também disponibilizarmos café da manhã para todos os participantes.

Confira os detalhes dos eventos. 

Lançamento em Porto Alegre:
Dia: 16 de agosto
Horário: 10h às 12h 
Local: Instituto Caldeira (Rua Frederico Mentz, 1606 – Navegantes, Porto Alegre – RS)
Evento em parceria com a CNEX
Apoio: Confi


Lançamento em São Paulo:
Dia: 22 de agosto
Horários: 10h às 12h
Local: Escritório da Pmweb (Rua Mário Amaral, 50 – Paraíso, São Paulo – SP)
Evento em parceria com a Validity
Apoio: Confi

Quero me inscrever

Uma Black Friday, um universo de possibilidades.
Durante os eventos, vamos apresentar cenários, perspectivas, oportunidades, dicas exclusivas, além de um momento especial de networking.


Principais tópicos:

  • Dados do mercado
  • Tendências de consumo
  • Estratégias de CRM
  • Comportamento dos consumidores
  • Cases de sucesso

Os participantes dos eventos terão acesso ao Estudo no dia de cada apresentação.


Inscreva-se!

Saiba como o Compra Agora aumentou as vendas online em 104%

A parceria entre Pmweb e Compra Agora começou em março de 2021 e sempre teve como objetivo o aumento do engajamento com o público através de estratégias de CRM, principalmente focadas em réguas e comunicações automatizadas, ampliando sua relevância e faturamento no varejo B2B. 

E como os resultados do último ano de trabalho foram extremamente positivos, decidimos mostrar como uma jornada focada no cliente e orientada por dados faz a diferença, transformando a nossa parceria com o Compra Agora em uma relação de sucesso. 

Conheça o Compra Agora

O Compra Agora é um e-commerce B2B focado em ajudar o pequeno varejista a repor seu estoque online a qualquer hora e lugar, com mais de 500 marcas e descontos recorrentes.

A plataforma também disponibiliza diversos serviços e benefícios como crédito facilitado mediante a análise, conteúdo, entrega rápida, acesso a tendências de mercado e inovações do varejo para que seus clientes comprem bem, vendam bem e administrem bem o seu negócio.

O efeito Pmweb

Ao entendermos exatamente as expectativas do cliente, conseguimos elaborar uma estratégia High Tech e High Touch, estruturando o SalesForce Marketing Cloud como uma Plataforma de CRM com implementação de diferentes canais e estruturação de dados.

A partir desse passo, demos andamento em nossa metodologia, separando os pilares de atuação para darmos sequência às estratégias e colocá-las em prática

A metodologia lifecycle (ciclo de vida) nos ajudou a ter uma visão muito mais detalhada sobre quem é o público do Compra Agora, separando-os em CRM e Fidelidade, além de auxiliar no mapeamento e definição de todas as etapas do ciclo de vida da base que iríamos impactar.

Após todo o mapeamento das bases e criação das estratégias das réguas, começando na aquisição, passando por todo o lifecycle e finalizando na conversão, conseguimos criar mais de 15 jornadas de relacionamento automatizadas para CRM, impactando usuários em momentos distintos ao mesmo tempo. 

Já para o público de Fidelidade, fizemos um lifecycle diferente por entender que as demandas e expectativas desses usuários possuem algumas particularidades e distinções do público geral. 

Umas das estratégias que se materializaram foi uma jornada específica focada no abandono de carrinho, com o objetivo de engajar os clientes que não haviam finalizado as suas compras. 

Para impactar o usuário de diferentes formas, a jornada apostou na multicanalidade na hora de comunicar, além de oferecer diferentes comunicações para cada etapa em que o cliente se encontra.

O que fez a diferença: metodologia, dinamização, dados e segmentações

Todas as estratégias, ciclos de vida e jornadas foram implementadas com sucesso por conta de facilidades técnicas que conseguimos executar nas comunicações. 

O template dinâmico, por exemplo, é uma estrutura pronta que possui blocos fixos, podendo agilizar o disparo de campanhas. Esses blocos são codificados apenas uma vez, não necessitando o desenvolvimento de um novo HTML para todas as peças.

A cada nova campanha, é necessário apenas a escolha dos blocos que serão utilizados, o desenvolvimento dos textos e a criação do layout das imagens. Com os insumos criativos, a equipe de Campaign alimenta o microtemplate e configura cada disparo na plataforma.

Através das dinamizações, conseguimos aumentar em até 70% o volume de blocos dinâmicos num intervalo de 7 dias em 4 canais ativos. 

Além disso, também fomos capazes de estruturar e classificar toda a base de contatos do Compra Agora para encontrar novas oportunidades e entender como:

  • Impactar ao máximo todos os clientes; 
  • Entender uso do mix de canais (custo x efetividade); 
  • Compreender a jornada de cada varejista;  
  • Segmentar a base através de comportamento.

Com esse modus operandi, obtivemos 100% de classificação da base de clientes a partir da estratégia de RFV. Um dos resultados desse empenho é que conseguimos identificar que, em média, até 30% da base faz a primeira compra em até 3 meses do cadastro realizado no Compra Agora.

Mais resultados, aprendizados e próximos passos

Depois de mais de um ano de testes e envolvimento direto com o Compra Agora, os resultados têm se mostrado cada vez mais positivos. 

Segundo dados de  março de 2023, os clientes que estão comprando pelo CRM possuem gasto médio 3 vezes maior do que os clientes que não utilizam o CRM para efetuar suas compras. 

Isso corrobora toda a estratégia que colocamos em prática e mostra como ela tem um impacto direto na decisão de compra, tanto que tivemos duas vezes mais receita em CRM de 2021 para 2022, além do aumento de mais de 104% no share de CRM no mesmo período. 

Outro ponto que se mostrou extremamente frutífero, foi a abordagem multicanal. Em maio de 2022, implementamos o uso do Webpush nas comunicações, que se consolidou em dezembro do mesmo ano como o canal com maior representatividade de receita de CRM, alcançado 41,81%.

Além disso, o WhatsApp Sales também teve uma evolução exponencial ao longo dos trimestres de 2022, trazendo novas oportunidades e um outro ponto de receita, que antes era pouco explorado. 

Todos esses números positivos geram ainda mais insights para que possamos continuar a parceria com o Compra Agora de uma forma cada vez mais estratégica e dando seguimento às metodologias que, comprovadamente, funcionam. 

Com esse case de sucesso, já conseguimos tirar algumas conclusões de onde e como estamos acertando:

  • Dados são fundamentais

O uso de informações embasadas é essencial para estruturar uma visão única de cliente e se organizar para colocar em prática os melhores insights.

  • Teste e amplie

É fundamental explorar todos os recursos da plataforma, canais e jornadas, sempre com o objetivo de ampliar o potencial de CRM junto às expectativas do cliente. 

  • Operação

A organização da operação com foco por prioridades e alocação de recursos, olhando sempre para o resultado, é parte crucial para compreender o todo e conseguir focar onde há mais necessidade

Agora, o nosso objetivo é continuar trabalhando e elevar ainda mais o sucesso que tivemos até aqui nessa parceria, trazendo novas oportunidades através de análises de BI, automatizando novas jornadas em diferentes canais, melhorando a eficiência operacional, tornando a operação mais escalável e muito mais. 

O CRM que o seu negócio precisa está aqui

Para conhecer ainda mais sobre as melhores estratégias de CRM, aprimorar o relacionamento com seus clientes e alcançar novos resultados, a Pmweb sabe como te ajudar.

Acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br.

Einstein GPT: A Nova Era do CRM com Inteligência Artificial

Resumo

A Salesforce, líder global em CRM, anunciou recentemente o Einstein GPT, uma tecnologia de IA generativa que promete transformar a experiência do cliente e aumentar a produtividade dos funcionários. Embora ainda esteja em fase de piloto, esta inovação tem o potencial de inaugurar uma nova era para a gestão de relacionamento com o cliente (CRM), permitindo uma interação mais inteligente, personalizada e segura com os clientes.

O que é o Einstein GPT?

O Einstein GPT é uma combinação dos modelos de IA proprietários da Salesforce com a tecnologia de IA generativa do OpenAI. Ele é capaz de criar conteúdo personalizado em todas as interações de vendas, serviços, marketing, comércio e TI, adaptando-se continuamente às informações e necessidades do cliente em tempo real.

Por exemplo, o Einstein GPT pode gerar e-mails personalizados para os vendedores enviarem aos clientes, gerar respostas específicas para os profissionais de atendimento ao cliente responderem mais rapidamente às perguntas dos clientes, gerar conteúdo direcionado para os profissionais de marketing aumentarem as taxas de resposta das campanhas e auto-gerar código para desenvolvedores.

Como o Einstein GPT está revolucionando o CRM?

  1. Para Vendas

O Einstein GPT promete automatizar tarefas de vendas, como a composição de e-mails, o agendamento de reuniões e a preparação para a próxima interação. 

Por exemplo, o Einstein GPT pode gerar automaticamente um e-mail de acompanhamento após uma reunião com um cliente, agendar a próxima reunião com base na disponibilidade do cliente e do vendedor, e até mesmo preparar o vendedor para a próxima interação ao fornecer um resumo das interações anteriores e das necessidades do cliente. Vamos ver como isso funciona na prática:

Figura 1: Representante de vendas solicita um panorama geral sobre uma empresa a prospectar.

Outra ação permite que o representante peça ao Einstein para gerar um e-mail personalizado e relevante. Isso pode ser copiado diretamente para o construtor de e-mail. Para aqueles que estão familiarizados com os recursos do GPT, você saberá que ele também pode adaptar o tom da cópia, como tornar o e-mail menos formal.

Figura 2: Representante de vendas solicita o desenvolvimento de um e-mail para o contato da empresa prospectada.
  1. Para Serviços

O Einstein GPT promete melhorar a satisfação do cliente ao gerar respostas de chat personalizadas para agentes e criar artigos de conhecimento com base em notas de casos anteriores. Além disso, o Einstein GPT pode gerar respostas de chat personalizadas para agentes com base nas informações do cliente e no histórico de interações, permitindo que o ChatBot responda mais rapidamente e de forma mais personalizada às perguntas dos clientes. Vamos ver isso em ação:

Na Figura 3 você pode ver que um cliente enviou uma mensagem de bate-papo ao ChatBot, fazendo uma pergunta sobre a classificação de temperatura de uma das roupas. O agente nem precisa pensar na resposta, pois o componente Einstein Replies a gerou instantâneamente.

Além disso, o cliente faz outra pergunta, desta vez especificando onde vai usar a peça. O GPT gera outra resposta pronta para uso, incluindo informações sobre a adequação da roupa para o local para onde o cliente está indo, acessando dados climáticos externos.

O widget Respostas do Einstein também inclui as próximas melhores ações, como “adicionar ao carrinho”, para reduzir ainda mais o trabalho braçal do dia de um agente de serviço.

Figura 3: Cliente questiona ao ChatBot sobre classificação de temperatura de uma roupa da empresa.
  1. Para Marketing

O Einstein GPT promete revolucionar o marketing ao desenvolver conteúdo personalizado para engajar clientes e potenciais compradores em email, mobile, web e publicidade. Por exemplo, o Einstein GPT poderá gerar automaticamente cópias e artes de e-mails com base no acervo de artes e conteúdos já desenvolvidos no Marketing Cloud. 

Além disso, o Einstein GPT pode até mesmo criar landing pages. Desta forma, os profissionais de marketing podem testar múltiplas variantes de designs e cópias – seja para e-mail, anúncios, landing pages, etc. – em um curto período de tempo. Todo o conteúdo fornecido pelo Einstein é baseado nos insights derivados de campanhas bem-sucedidas, portanto, a possibilidade de agradar o público também é maior. 

Na Figura 4, mostramos um exemplo de como um gerente de marketing pode criar uma landing page para um próximo evento. O profissional de marketing pede ao Einstein GPT para criar um modelo de página de destino e mensagens de campanha – que eles pedem para ser encurtado. Os elementos podem ser adicionados à página inicial com um clique.

Figura 4: Gerente de Marketing solicita ao assistente do Einstein GPT o desenvolvimento de uma landing page para divulgar um evento.

O Einstein GPT pode até mostrar imagens que se encaixam na descrição fornecida pelo profissional de marketing, além de títulos e formulários (incluindo uma ação para alterar os campos do formulário).

Figura 5: Essas etapas resultaram na geração de um site de experiência. Isso pode ser iniciado diretamente no Salesforce ou aberto na Experience Cloud para configurar ainda mais.
  1. Para Desenvolvedores

O Einstein GPT promete aumentar a produtividade dos desenvolvedores ao gerar código e fazer perguntas para linguagens como Apex. Isso inclui a geração de código a partir de descrições em linguagem natural, a detecção automática de erros, a geração de documentação e comentários, e até mesmo a melhoria da colaboração dentro das equipes de desenvolvimento.

Por exemplo, em uma classe Apex (por exemplo, ContactController), podemos instruir o Einstein escrevendo um comentário que descreve o que o método faz. Um comentário inteligente gerado automaticamente aparece, sugerindo como o comentário deve ser concluído. Vejamos como isso funciona na prática.

Figura 6: Em uma classe Apex (por exemplo, ContactController), podemos instruir o Einstein começando a escrever um comentário que descreva o que o método faz. Um comentário inteligente gerado automaticamente aparece, sugerindo como o comentário deve ser concluído – isso é uma dica super inteligente!
  1. Integração com o Slack

A integração do Einstein GPT com o Slack promete facilitar a vida dos usuários ao fornecer insights de clientes alimentados por IA diretamente no Slack. Por exemplo, um usuário pode criar um grupo com o Einstein GPT e questioná-lo sobre o desempenho de uma campanha de e-mail de Black Friday.

Além disso, o Einstein GPT pode identificar as principais oportunidades diretamente no canal da equipe, levando em consideração não apenas os dados do CRM, mas também as notícias recentes sobre a economia. No exemplo abaixo vamos ver o Einstein mostrando os resultados de uma campanha de Push no Slack:

Figura 6: O Einstein GPT poderá fornecer os principais KPIs da campanha e até mesmo representações gráficas para ilustrar o desempenho da campanha. 

No canal de reunião da equipe, você pode pedir ao Einstein GPT para identificar as principais Oportunidades, que levam em consideração não apenas os dados do CRM, mas também as notícias recentes sobre a economia.

Figura 7: Ferramentas de pesquisa, ou seja, insights de clientes baseados em IA no Slack, como resumos inteligentes de oportunidades de vendas e pesquisa de antecedentes sobre contas.
Figura 8: Em um canal privado, por exemplo, com prospects e clientes, você pode usar o Einstein GPT para responder suas perguntas com contexto adicional, mais rapidamente.

Conclusão

Em um mundo cada vez mais digital, a personalização e a eficiência são fundamentais para o sucesso das estratégias de CRM. O Einstein GPT, embora ainda em fase de piloto, promete revolucionar a forma como as empresas interagem com seus clientes, oferecendo interações mais inteligentes, personalizadas e seguras.

Nesse cenário, a Pmweb, com sua vasta experiência em CRM e parceria com a Salesforce, está pronta para ajudar as empresas a se prepararem para essa nova era. Através de seus serviços de automação de marketing e estratégias de CRM personalizadas, a Pmweb pode ajudar as empresas a maximizar o potencial de suas estratégias de CRM, mesmo enquanto aguardam a disponibilidade completa do Einstein GPT. 

Entre em contato conosco para saber mais!


Escrito por: Francisco Saibro, Strategic Services na Pmweb.
Francisco Saibro é um profissional apaixonado por CRM com mais de 5 anos de experiência na Pmweb. Com passagens por áreas estratégicas, de marketing e comerciais, ele se especializou em plataformas de Marketing Cloud, como Oracle Responsys e Salesforce Marketing Cloud. Atualmente, Francisco atua na área de Estratégia Salesforce, onde aplica sua expertise para ajudar os clientes a otimizar suas estratégias de CRM e impulsionar o crescimento dos negócios.

Como o Design afeta a confiabilidade do cliente

Já se deparou com situações em que você precisou escolher um fornecedor, uma loja ou um serviço por conta própria, sem recomendação? Qual foi seu critério à primeira vista? Provavelmente foi o perfil, site ou página que te passou mais confiança. Mas como isso ocorre? Como fazer com que um site passe mais confiança do que outro?

Segundo os princípios da linguagem visual, quando acessamos uma página, a primeira coisa na qual reparamos é o visual dela, e depois o conteúdo em questão. Isso também se aplica, por exemplo, a imagens em um cardápio. A foto que parece mais interessante nos chama a atenção e depois é que prosseguimos na leitura do que contém no prato.

O mesmo ocorre com o design visual de marcas, aquele que se destaca, que parece mais trabalhado, mais profissional, geralmente é o que atrai nossa atenção e desperta nossa curiosidade e confiança. Veja o exemplo de duas docerias – fictícias – abaixo:

Fonte: da autora

Se alguém procura por uma doceria e se depara com essas duas opções como resultado, as chances de clicar na primeira são muito maiores do que clicar na segunda. Isso ocorre porque o logotipo da primeira parece feito por um profissional habilitado, parece mais trabalhado, logo, mais profissional, enquanto a segunda passa a impressão de algo amador, feito às pressas e sem muita atenção.

É quase como se nosso cérebro fizesse uma analogia de que uma identidade visual mais profissional equivale a um produto ou serviço mais profissional também, enquanto a identidade mais descuidada equivale a um produto/serviço igualmente descuidado. É importante salientar que não necessariamente isso é verdade, mas é a impressão que é passada para o subconsciente do público. Portanto podemos dizer que uma identidade visual elaborada impacta diretamente na visão que o consumidor terá sobre a marca.

Principais pontos de atenção para uma boa presença digital

Além da identidade da própria marca, outros itens também colaboram para uma primeira boa impressão, são eles: layout do site, organização do conteúdo, tom de voz da marca, banners, anúncios, foto de capa, posts em redes sociais, etc.

Não esqueça que sua presença digital é o seu cartão de visita, pois muitas vezes é o primeiro contato do consumidor com a sua empresa, principalmente se ela foi encontrada através de busca orgânica e não por recomendação de outros consumidores. Sabido disso, busque profissionais que possam auxiliar nessa etapa e não subestime o potencial de uma identidade visual consistente.

Quando o âmbito visual é o principal ponto de atenção (como em sites, páginas e perfis de redes sociais) é imprescindível utilizar o design visual a seu favor para transmitir seus valores de forma clara e concisa através de uma boa organização de elementos, logotipo elaborado e layout organizado.

Lembre-se, design também é experiência, e é importante que o consumidor tenha uma ótima primeira experiência com a sua marca para gerar confiabilidade no seu produto/serviço. Portanto, conte com o design visual como um forte aliado nesse processo e potencialize sua presença digital, tornando sua marca mais forte e confiável para seus consumidores.

Referências:

Sintaxe da Linguagem Visual, Martins Fontes.

Arte e percepção visual: Uma psicologia da visão criadora, Rudolf Arnheim.

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Escrito por: Mirella Gaspareto, Analista de Criação na Pmweb.

Gmail lança o selo azul de verificação

O Google lançou no dia 03/05/23 um recurso que permite que os usuários do Gmail identifiquem os remetentes como legítimos e seguros.

Esse recurso nada mais é do que um selo azul, assim como já existe no Instagram, Twitter, etc. Ele aparece ao lado do nome do remetente de e-mail, permitindo que passe o mouse sobre e apareça a mensagem “O remetente deste e-mail confirmou que é o proprietário do domínio e do logotipo na imagem do perfil”.

Veja que a mensagem do selo fala sobre ser proprietário do domínio e do logotipo da imagem. Isso quer dizer que as marcas precisam implementar outro recurso antes: o BIMI.

O que é o BIMI?

BIMI (Brand Indicators for Message Identification) é um padrão de autenticação de mensagens que ajuda a eliminar possíveis spammers, aumentando a segurança das entregas do remetente à caixa de entrada.

Com o BIMI, os logotipos de marca e a propriedade da marca são verificados com certificados de marca verificados (VMC, na sigla em inglês).

Assim os destinatários podem ter certeza de que os logotipos exibidos na caixa de entrada são legítimos.

Para que o BIMI funcione, é necessário que as mensagens sejam autenticadas pelo DMARC. Isso impede que hackers e outros invasores façam spoofing da organização ou do domínio. 

Quando um e-mail é validado e o registro BIMI estiver presente, o provedor de e-mail pode usar a marca (logotipo) com a exibição dessa mensagem na caixa de entrada.

O logotipo precisa estar formatado de forma que seja reconhecível como sendo da marca, facilmente exibido em várias resoluções e com características que ofereçam suporte à verificação de segurança.

Os principais benefícios do BIMI e do ícone de verificação:

  • aumento da relevância da marca com os usuários Gmail;
  • maior aproximação da marca com seus usuários;
  • destaque da marca entre outros remetentes na caixa de entrada;
  • passagem pelos filtros anti spam, com mais entregas na caixa de entrada;
  • mais aberturas, cliques e conversão.

Segundo o Google, essa autenticação de e-mail irá ajudar os usuários e os sistemas de segurança de e-mail a identificar e parar de vez com o spam, além de permitir que as marcas reforcem a confiança que possuem com seus clientes.

Se você for um usuário do Gmail, não esqueça de habilitar alguns recursos, como exibir imagens externas, recursos inteligentes e personalização.

Afinal, tanto o BIMI quanto o selo azul de verificação estão disponíveis para todos os clientes do Google Workspace, assim como aqueles usuários do G Suite Basic, Business e usuários com contas pessoais do Google.

Se você representa uma marca, minha recomendação é que não perca tempo para implementar esses recursos, pois hoje o mercado está tomado de remetentes fraudulentos, passando facilmente por remetentes legítimos.

Com essa camada adicional de segurança nos e-mails, maior será a relevância e aproximação com os clientes.

Tudo referente a implementação, problemas, perguntas frequentes e novidades sobre o BIMI, pode ser acessado pela página própria do BIMI Group

Quer ajuda para implementar esses recursos valiosos que o Google lançou? Fale com a gente que te ajudamos nesse passo a passo.

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Escrito por: Ronaldo Dias, Coordenador de Entregabilidade na Pmweb.
Formação em Marketing e MBA em BI, com atuação em Email Marketing desde 2014. Experiência em planejamento de CRM, ciclo de vida do usuário, performance e estratégias de CRM para garantir a melhor experiência aos clientes.

Afinal, o conteúdo da sua marca é acessível?

Se essa pergunta faz parte do seu dia a dia no trabalho com redação ou relacionamento com o público, esse texto é para você. 

Conteúdo acessível é aquele que passa a mensagem da sua marca para o maior número de pessoas possível de uma forma inclusiva e respeitosa. Em uma analogia prática, podemos pensar em exemplos comuns do dia a dia: uma calçada sem rampa de acesso, um semáforo sem sinal sonoro ou um discurso presidencial sem intérprete de libras. 

Mas o que fazer quando a comunicação também se torna uma barreira na busca por igualdade de condições e acesso à informação? Um texto, uma frase ou mesmo uma palavra podem ser a diferença entre uma pessoa se sentir incluída ou excluída, representada ou invisível. 

Segundo dados do Censo de 2010, coletados pelo IBGE, cerca de 24% da população brasileira convive com algum tipo de deficiência e são impedidas, em maior ou menor escala, de participar da sociedade de forma plena. O grande desafio, principalmente para redatores e designers que não possuem deficiência, é considerar um mundo para além do seu e buscar formas de tornar os conteúdos acessíveis. 

Se você está se perguntando como isso é possível, aqui vão cinco dicas fáceis de aplicar e que vão mudar a forma de comunicar a sua marca para o mundo. 

Afinal, como construir um conteúdo acessível? 

1- Incorpore a cultura da acessibilidade no seu dia a dia

Antes de fazer, é importante compreender o porquê de fazer. Abra espaço para que pessoas com deficiência compartilhem suas experiências, faça exercícios para detectar oportunidades nos materiais da marca, documente dicas e estratégias acessíveis para consulta sempre que necessário. 

É importante tornar a acessibilidade um modo de pensar e não apenas uma forma de transmitir conhecimento acerca da marca para seus clientes. Essa primeira dica é super básica, afinal, quanto mais você praticar, mais naturalmente esses conceitos encaixam na rotina.  

2- Comece eliminando alguns termos da comunicação

Como mencionamos anteriormente, algumas palavras e expressões podem ser a diferença entre uma pessoa se sentir incluída ou excluída, representada ou invisível. Adotar uma linguagem não discriminatória é o primeiro passo para tornar o conteúdo acessível. Confira como aplicar no dia a dia:

Na linguagem

Não associe a deficiência à doença: ela é vista como uma entre tantas características da diversidade humana.
Não usar a expressão “deficiente físico” para se referir a alguém com deficiência: o termo correto é “pessoa com deficiência”.
Não usar “X”, “@” ou “os/as” como linguagem pela equidade de gênero: esses recursos são incompatíveis com leitores de tela, o que compromete a leitura de pessoas que utilizam essas tecnologias assistivas.

Nas redes sociais

– Não utilize números no lugar de letras.
– Evite intercalar letras minúsculas e maiúsculas em uma mesma palavra.
– Não force a formatação de texto.
– Evite criar figuras a partir de símbolos, como (o.o).
– Em hashtags com diversas palavras, utilize letras maiúsculas no início de cada uma delas.
– Evite o uso de fontes alternativas. 

Nos conteúdos

– Todo conteúdo digital não textual deve conter descrição da imagem.
– Todo conteúdo em vídeo com texto falado deve possuir versão legendada.
– Evite substituir palavras por emojis ou usá-los de forma repetida.
– Os hiperlinks dentro dos textos devem indicar o destino do link.
– Vá direto ao ponto e reúna as informações mais importantes em textos concisos.
– Reflita sobre a necessidade de textos com senso de urgência, eles podem afetar pessoas que sofrem com síndrome do pânico.
– Evite termos como “Corra”, “Espie aqui”, “Ver agora”, “Você vai enlouquecer”, “Veja isso”, “Na palma da mão” e demais palavras que possam excluir pessoas com deficiência

E, por fim, sempre se questione sobre a acessibilidade do conteúdo, leia, releia, peça ajuda e lembre-se: a troca de experiências é fundamental no processo, principalmente com quem vivencia as barreiras impostas pelo capacitismo – discriminação contra pessoas com deficiência. 

3- Linguagem neutra x linguagem inclusiva

Você deve estar se perguntando o porquê de recomendar o uso de palavras no plural, ao invés da utilização de novas grafias como amigxs, tod@s, todes. A resposta não é tão simples, mas passa por dois pontos importantes: 

1- Segundo pesquisa do IBOPE, cerca de 21% da população brasileira está entre a faixa considerada analfabeta e rudimentar. Outros 42% estão na faixa elementar de alfabetismo funcional. Ou seja, uma escrita complexa, com símbolos no lugar de letras, pode dificultar o entendimento.
2- O uso de X e @ para formar palavras cria barreiras para pessoas com deficiência visual que necessitam de leitores de tela. 

A utilização do “e” no final das palavras é uma alternativa a esse cenário, porém, essa substituição traz uma certa complexidade para pronomes possessivos, indefinidos, artigos definidos e indefinidos na produção de textos longos. 

Por isso, como já mencionamos acima, vale sempre evitar a definição de gênero nos textos, buscando alternativas de substituição dentro da língua portuguesa já estabelecida. 

4- Vá direto ao ponto com objetividade e clareza

Quando falamos em conteúdo acessível, o usuário deve ser, ainda mais, o foco da comunicação. Construções simples, termos claros e informações diretas são fundamentais para que todas as populações compreendam a mensagem e se sintam incluídas pela marca.

Nos subjects de e-mails, por exemplo, evite utilizar trocadilhos e brincadeiras quando a mensagem for importante, como um pedido cancelado ou entrega a caminho. Pessoas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) podem deixar essas informações passarem despercebidas, por não identificarem que se trata de algo relevante. 

É essencial tomar cuidado com o excesso de gatilhos nas comunicações ou incentivos exagerados. Imagine uma pessoa com Síndrome do Pânico lendo uma mensagem que diz “é agora ou nunca mais, compre imediatamente”. Lembre-se: o estado emocional dos usuários no momento de decisão da compra ou de executar uma ação sugerida interessa para as marcas. Além disso, o próprio relacionamento com os clientes pode ser comprometido nesses momentos.

A comunicação acessível é dever de todos os redatores, designers, diretores de arte e estrategistas das marcas. Atentar para que todos os públicos sejam acolhidos não é mais um diferencial do mercado, mas uma exigência de relacionamento. A cultura da inclusão precisa ser parte ativa do dia a dia de um time e não apenas algumas regras no momento de produzir textos. Uma equipe que pensa em acessibilidade produz conteúdos acessíveis.

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Escrito por: Kellen Dalbosco, Analista de Conteúdo na Pmweb.
Jornalista formada pela Unisinos, possui experiência em reportagem, roteirização de vídeos, planejamento de conteúdo e redação para diferentes plataformas.

E-mail: de apenas um serviço de mensagens para uma ferramenta poderosa no CRM

Criado há mais de 50 anos, o e-mail ainda é uma ferramenta muito popular ao redor do mundo, principalmente, no marketing digital. Desenvolvido em 1971, o correio eletrônico passou de um simples serviço de troca de mensagens local para uma ferramenta extremamente útil e poderosa no CRM.

Algumas tecnologias estão tão presentes em nossa rotina, que muitas vezes não conhecemos sua própria história. O e-mail é um exemplo disso. Se lá no início a solução permitia o envio de uma mensagem entre computadores somente a uma distância de três metros, hoje ela conecta diversas marcas com seus clientes, potencializando vendas e criando novas experiências

Por isso, confira uma timeline sobre a história do e-mail – conforme artigo do Yahoo Brasil* – além de algumas curiosidades, e saiba porque ele pode ser uma ferramenta estratégica essencial para o seu negócio

1971 – Um projeto paralelo

Tudo começou como um experimento, quando o programador Raymond Tomlinson estava trabalhando em um sistema para tentar trocar informações entre máquinas. Ao fazer o sistema funcionar, surgiu a primeira mensagem enviada por e-mail: QWERTYUIOP. Isso te lembra algo?

1978 – O primeiro “spam”

Já o primeiro e-mail não solicitado, conhecido também como spam, foi enviado para 397 usuários e informava uma demonstração de um produto para computadores, de acordo com o Guinness Book. 

1981 – Simple Mail Transfer Protocol (SMTP)

Com o tempo, o sistema foi sendo aprimorado. Por isso, foi criado o SMTP, usado para enviar e-mails para servidores de distribuição. O serviço desde então trouxe diversas atualizações, principalmente relacionadas à segurança da informação, como, por exemplo, o uso de autenticação e criptografia

1991 – “Hello Earth!”

Um e-mail enviado do espaço? Isso mesmo. A primeira mensagem via correio eletrônico foi enviada por astronautas da NASA no início da década de 1990. O e-mail foi enviado para o Centro Espacial Johnson, nos Estados Unidos, com a mensagem “Hello Earth!”.

2004 – Uma revolução chamada “Gmail”

O Gmail mudou completamente a forma como as pessoas se comunicam via e-mail, tanto por sua organização, interface e pesquisa simples, mas também pela quantidade disponível para armazenamento na época. Se outros serviços ofereciam apenas 2 MB de espaço para os usuários, o projeto do engenheiro do Google Paul Buchheit disponibilizava incrível 1 GB.

2022 – 5,5 bilhões de contas

Se engana quem acha que a ferramenta está ultrapassada. Estima-se que hoje sejam enviados e recebidos cerca de 319,6 bilhões de e-mails todos os dias. Além disso, segundo a Campaign Monitor, existem cerca de 5.5 bilhões de contas de e-mail sendo usadas no mundo todo, sendo que este número vem aumentando a cada ano. 

Seu principal canal no CRM

Ao se comunicar por e-mail, a marca pode potencializar sua relação direta com o cliente em grande escala. Além de utilizar o conteúdo certo, na hora certa, para o público certo, por meio do e-mail no CRM há a possibilidade de investir em apelo visual com um foco na hiper-personalização de toda a peça

Não por acaso o e-mail é mais eficiente do que até mesmo as mídias sociais. Segundo a Forrester Research, 90% dos e-mails são entregues na caixa de entrada projetada, enquanto apenas 2% dos seguidores de uma empresa no Facebook conferem as postagens da empresa em seus feeds.

Dá pra perceber que hoje em dia não dá mais pra ignorar o e-mail, principalmente quando analisamos as inúmeras possibilidades no uso do canal. Seja para adquirir novos clientes ou até mesmo reter clientes já existentes, é essencial o uso da ferramenta para alavancar vendas e desenvolver relações cada vez mais consistentes e únicas.

E aí, bora explorar ao máximo o canal durante todo o lifecycle dos seus clientes e público-alvo? Acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br 🤘

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Escrito por: Tynan Barcelos, Analista de Conteúdo na Pmweb.
Jornalista, atualmente trabalha como Analista de Conteúdo na Pmweb e é fascinado pelas possibilidades de produção de conteúdo para diferentes plataformas e ambientes digitais, e canais no CRM.

Planejamento de CRM na prática

O CRM (Customer Relationship Management) é um conjunto de práticas, tecnologias e estratégias utilizadas para fazer a gestão do relacionamento com os clientes. Ele vai muito além de qual plataforma ou software é utilizado, para seu sucesso é necessário que haja uma cultura de CRM que permeia diferentes equipes, como por exemplo: 

  • A área de compras pode utilizá-lo para entender quais são os produtos mais vendidos e suas frequências para projetar o estoque; 
  • O setor comercial é capaz de aprender mais sobre o comportamento dos consumidores para estabelecer preços, descontos e outras estratégias de negócio, apoiando-se nas decisões do setor de compras/estoque; 
  • O time de marketing utiliza para automatizar réguas de comunicação, entender sobre o histórico dos clientes e planejar as campanhas de marketing de acordo com as orientações do time comercial;
  • A equipe de atendimento/vendas pode alimentar o CRM com mais dados sobre o cliente, ou também apoiar-se no histórico existente para entregar um atendimento personalizado e que leve em consideração o comportamento e preferências de cada consumidor.

E assim por diante.

O CRM também auxilia na automatização das comunicações em canais próprios, como e-mail marketing, SMS, notificações em app (chamadas de push), webpush, WhatsApp, entre outros.

Desta forma, ele entrega para a empresa uma visão 360º do cliente e apoia diferentes equipes para que elas tenham dados reais e relevantes para serem cada vez mais certeiras nas suas decisões e atuações.

Planejamento e CRM: como fazer na prática?

O planejamento de CRM deve levar em consideração não apenas o futuro, mas também o passado e o presente. Organizamos aqui um passo a passo para guiar o seu processo, para isso, responda os questionamentos levantados em cada uma das seguintes etapas:

Passo 1) Objetivos: onde queremos chegar? Quais os nossos objetivos para este período? Quais as metas da empresa, da área e da equipe (lembrando que elas devem ser realistas e factuais)? Como esses resultados serão medidos?

Passo 2) Passado: levantar dados sobre quais campanhas já fizemos, quais foram os resultados? Quais eram seus objetivos? Eles foram atingidos? Quais estratégias foram utilizadas? O que deu certo? E, o mais importante, o que não deu certo? Onde gostaríamos de ter chegado e não chegamos? O que queremos fazer de diferente?

Passo 3) Presente: buscar dados sobre o que fazemos atualmente em CRM, comparando com o passado: o que é melhor? o que é pior? O que está dando certo e errado? Quais estratégias estamos colocando em prática? Separe essas informações para estabelecer o que seguiremos fazendo e o que deixaremos de fazer porque entendemos que não funcionou.

Passo 4) Mercado: faça um levantamento sobre o mercado de concorrentes para entender como a sua marca se diferencia deles atualmente. O que fazemos de melhor? O que não fazemos tão bem quanto eles? No que queremos nos destacar? Quais estratégias eles estão utilizando? Quais práticas o mercado faz que ainda não fazemos? Olhe também para outros mercados além do seu para buscar novas inspirações de testes. 

Passo 5) Futuro: este é o momento de entender quais os nossos desejos de testes e estratégias. O que nunca foi feito pela empresa e que queremos testar? Aqui podemos deixar a criatividade fluir, e quando nos depararmos com um insight que normalmente responderiamos com um “não é possível”, ao invés, pergunte-se “por que não?”.

A partir disso, separe as ações que foram levantadas e estabeleça o que é necessário para colocar em prática cada uma delas. É preciso novos dados que ainda não temos? Novas integrações? Novos recursos? Criação de peças? Quebre essas ações em micropassos para facilitar o entendimento da complexidade de cada uma delas e, assim, siga para a próxima etapa: a definição de prioridades.

Priorização de ações

Depois de estabelecer o que será feito neste planejamento, é preciso definir as prioridades. Isso porque é normal sairmos desse tipo de momento com a cabeça fervilhando de ideias e querendo colocar em prática tudo ao mesmo tempo.

O problema é que nem sempre sabemos por onde iniciar e começamos por ações que não serão tão efetivas, sem que outra seja colocada em prática antes. Veja, se nosso objetivo principal é aumentar as vendas, faz sentido começar por uma estratégia de divulgar o blog novo do site primeiro? Ou é melhor colocar no ar a campanha de e-mail de abandono de carrinho? Este é o tipo de reflexão que devemos praticar agora.

Assim, o próximo passo é retomar os objetivos e metas que foram estabelecidos lá no Passo 1 do planejamento e as microações de cada uma das novas ações, e, então, estabelecer, em ordem de prioridade e dados disponíveis, quais serão as ações que realizaremos. Defina também responsáveis por cada etapa e prazos, por exemplo:

  • Objetivo: aumentar as vendas
  • Queremos implementar: e-mail de abandono de carrinho
  • Ações necessárias: criar e-mail automático > automatizá-lo na plataforma de CRM
  • Recursos disponíveis: já temos os dados necessários para fazer as dinamizações dentro da plataforma
  • Microações:
    • criar texto do e-mail (responsável: time de conteúdo, prazo: 13/02);
    • criar layout da peça (time de criação, prazo: 20/02);
    • integrar os dados para que tenha personalização e dinamização de dados como nome do cliente, vitrine, cupom de desconto, banners (time de campaign, prazo: 30/02);
    • subir a campanha na plataforma de CRM (time de campaign, prazo: 03/03);
    • criar a regra de envio no CRM  (time de marketing, prazo: 05/03);
    • realizar testes da régua (time de marketing, prazo: 07/03).

Assim, conseguimos começar a colocar em prática de forma mais certeira as nossas ações e o planejamento não se torna um documento esquecido que as áreas possuem dificuldade para executar. 

Lembre-se que o planejamento é um processo contínuo. Por isso, siga analisando os resultados, mantendo contato com os diferentes times da empresa que podem impactar no processo e fazendo os ajustes de rota sempre que necessário.

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Escrito por: Nathalia Paloschi Lima, Analista de Planejamento na Pmweb.
Bacharel em Relações Públicas, atualmente trabalho como Analista de Planejamento na Pmweb, e atuo em marketing digital e planejamento estratégico de construção de relacionamentos com diferentes stakeholders.