[:pt]Vem aí o Google Hotel Ads. E eu com isso?[:]

[:pt]Se você acha que administrar os canais próprios e os de terceiros já é atividade demais, imagine como será a sua vida quando o Google Hotel Ads chegar ao Brasil.
O tão esperado Google Hotel Finder não chegou e nem vai chegar. Ao longo dos últimos meses, o Google evoluiu o modelo do negócio e optou por descontinuar o projeto dando espaço para um novo, mais simples e que promete ser mais justo com os hotéis, eliminando inclusive o intermédio das OTAs (online travel agencys).
O novo sistema promete facilitar a comparação e a reserva de hotéis diretamente pela web e já está em funcionamento em algumas partes do mundo e traz uma nova janela de oportunidade para os hoteleiros. Com o sistema, o Google passa a exibir as tarifas encontradas nas OTAs e aquelas disponibilizadas pelo hotel, o que faz com que a concorrência seja mais justa.
Se até então as OTAs saíam na frente pela massiva comunicação paga e pelas inúmeras facilidade oferecidas, que vão desde a usabilidade dos seus websites, a responsividade perfeita, até o parcelamento e o pagamento em reais, agora a chance é do hotel em fazer o seu trabalho bem feito antes do check-in.

Corram hotéis, corram!

O hóspede já sabe pesquisar, ir e voltar nos sites. Já aprendeu a ler os reviews e até a ver as fotos oficiais do hotel e as dos hóspedes. Se o hotel ficar parado, apenas esperando pelo hóspede, vai perder oportunidades.
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Mas correr pra onde?

Em quanto tempo você consegue fazer uma reserva? Você já pediu para que alguém – sua mãe, seu tio ou uma vizinha – tentasse fazer uma reserva no site do hotel onde você trabalha e ficou observando? Que você consegue fazer este processo rápido a gente já sabe. Mas e o seu hóspede? Todo mundo viaja hoje em dia, e T-O-D-O-S têm que conseguir usar o seu site com mesma eficácia. O processo precisa ser rápido e fácil. Neste ponto você deveria conhecer o Let’s Book.
Se tem que funcionar bem no mobile? Lógico que tem! E, sim, sabemos que você tem em média 25% de acessos via dispositivos móveis, mas também sabemos que do ano passado para este, este número cresceu 109%, conforme o Mobifeed. Também sabemos que muitos usam os celulares e tablets para pesquisar e que efetivam a compra no desktop. Mas, se a experiência foi ruim nestes aparelhos, será que eles lhe darão uma segunda chance no computador? Pouco provável.
Os consumidores estão preparados para te encontrar. São 79 milhões de pessoas com seus aparelhinhos prontos para saber mais sobre vocês, só aqui no Brasil. Mais da metade tem internet em velocidades 3G e 4G. E todos nós consultamos os nossos aparelhos em média 33 vezes ao dia.
Quantas vezes você já ficou sonhando com aquela viagem especial e aproveitou para consultar tarifas e opções no destino enquanto espera em uma fila ou enquanto assiste televisão?
Mas e o que isso tem a ver com o Google Hotel Ads? Tem tudo a ver! O novo projeto do Google vai levar mais hóspedes para o seu site e para o seu motor de reservas e você precisa estar pronto para recebê-los.
Seu hóspede é igual a você. Ele é curioso, quer o melhor e não tem tempo para depois. Entregue a ele uma experiência agradável, fluida e completa desde o início. O relacionamento começa muito antes do check-in. Aproveite cada momento.[:]

[:pt]Banners em Websites Mobile: o Google está de olho[:]

[:pt]Ser mobile friendly é básico num mundo que é quase 100% móvel. Mas ainda é muito comum acessarmos um website pelo celular e encontrarmos um banner gigante com um call to action para baixar um aplicativo. Geralmente você precisa “passar” por este banner para acessar a camada de conteúdo da página, que é aquilo que realmente importa. As análises do Google apontam que essas práticas não proporcionam uma boa experiência para o usuário, o que pode acabar frustrando os visitantes, principalmente aqueles que utilizam dispositivos mobile para navegar na internet. Faz sentido, concordam?
O Google, tendo consciência de toda sua responsabilidade e influência no cenário atual da internet, está sempre pensando em formas de promover as melhores práticas de desenvolvimento e usabilidade, para proporcionar aos seus usuários as melhores experiências possíveis. Pensando nisso, o gigante das buscas anunciou hoje mais uma atualização de algoritmo que visa penalizar as más práticas no uso de banners.
A partir de 1º de novembro, os websites mobile que trouxerem, na página de destino, pop-ups ou banners para instalações de apps, não serão considerados como mobile friendly. Isto é: se o usuário estiver fazendo uma busca em algum dispositivo móvel e, ao chegar no site ele se deparar com um banner sugerindo a instalação de algo, é altamente provável que o site seja punido pelo Google e perca posições nos resultados orgânicos de busca.

atualizacao do google previne uso abusivo de banners

De acordo com o Google, existem outras soluções para promover instalações de aplicativos, como as ferramentas e bibliotecas dos navegadores Chrome e Safari. O Google ressalta ainda que, uma vez que seu banner não atrapalhe a navegação do visitante móvel, você não será punido. Ou seja, use o bom senso na comunicação do seu website.
Gostou da novidade? Confira também nosso post sobre a atualização que prioriza sites mobile friendly nos resultados da busca.[:]

[:pt]Mobile Marketing: 86% das pesquisas de compras passam por lá[:]

[:pt]Mobile Marketing é a nova revolução para as marcas e muita coisa ainda está por vir. Basta observar a infinidade de aplicativos que são lançados diariamente no mundo e como os aparelhos móveis são a extensão da vida das pessoas. Pensando nisso tudo, o Google preparou o Mobile Day, que aconteceu no último dia 10 de junho, simultaneamente em 10 cidades do país. Nossa equipe esteve no evento de Porto Alegre e destaca alguns números e tendências apontadas pelas pesquisas do gigante das buscas.
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1. Por que fazer mobile marketing
Em 2015, o ano em que mobile ultrapassou o desktop, não estamos mais nos perguntando  por que fazer mobile marketing, mas sim como fazer. Apesar da plataforma estar transformando a indústria e o comportamento das pessoas, ela recebe apenas 5% do investimento em marketing.
Alguns aspectos podem ser pensados a verba ser tão baixa, como “mobile é para jovens e ricos” ou “sites móveis não têm conversão”. No entanto, o que se vê são dados apresentados no Google Mobile Day, que mudam este cenário:
// o uso de 3G cresceu 128% nos últimos três meses;
// 62% dos usuários de smartphones possuem mais de 25 anos;
// a classe C cresceu 204% em menos de uma década, enquanto a população cresceu 10%;
// 86% dos usuários de smartphones fazem pesquisas de compras no smartphone;
// o site mobile é o principal canal para atividades comerciais no celular.
Uma importante informação que o Google apresentou no evento, foi a forma como mobile é mensurado. Estamos muito focados somente no estágio de consideração da conversão, pois conseguimos visualizar com maior nitidez no desktop a conversão de último clique. No entanto, existem outros momentos da consideração de compra que precisam ser mensurados em mobile e que estão muito presentes lá.
Por exemplo:
// das pessoas que viajam a lazer e possuem um smartphone, 69% delas buscam por ideias de viagem em momentos livres;
// destes viajantes, 50% farão suas reservas em um canal separado (fora do mobile);
Ou seja, as marcas que obterão sucesso serão aquelas que conseguirão entender e suprir os micromomentos dos consumidores e não as que focam apenas no momento da conversão final pelo mobile.
2. Iniciando estratégias mobile: site ou app
Mobile first: o site mobile deve ser a primeira estratégia para as empresas. A construção de um ambiente com uma boa experiência e otimizado para as buscas do Google irá garantir que novos clientes cheguem até a empresa. O aplicativo pode ser criado mais para aqueles usuários que já se relacionam com a empresa, os mais frequentes. O número de acessos ao app, em geral, será bem menor, mas as microconversões serão proporcionalmente maiores nesta plataforma.
Também é fundamental consultar quais são as 25 técnicas infalíveis, segundo o Google, para otimização de site mobile.
 

Equipe Pmweb no Google Mobile Day
Equipe Pmweb no Google Mobile Day

3. UX: User Experience
Neste item, que o Google coloca como o fator fracasso ou o sucesso de um projeto mobile, é comum pensarmos que simplesmente não cabe o site versão desktop no mobile e,portanto, o mobile deveria ser mais “pobre”. No entanto, a empresa coloca que é possível levar em consideração o contexto e as necessidades do usuário sem sacrificar a riqueza do conteúdo. Isto pode ser feito considerando 5 blocos:
// página inicial e navegação;
// campo de busca e resultados;
// compras, cadastro e mobilidade;
// formulário de entrada;
// usabilidade e visual.
É possível, ainda, verificar todos os princípios de UX do Google.
4. Anúncios mobile
O primeiro passo para atrair os consumidores é entender o estágio de consideração em que a audiência se encontra e usar as adequadas ferramentas e conteúdos para cada um. Os estágios de consideração são os seguintes:
SEE – maior audiência possível. Exemplo: pessoas que viajam
THINK – maior audiência possível e com alguma intenção de compra. Exemplo: pessoas que viajam e que pensam querer viajar mais em algum momento
DO – maior audiência qualificada possível com muita intenção de compra. Exemplo: pessoas que viajam e estão querendo fazer uma reserva de hotel agora. É a audiência mais desejável do mundo.
CARE – são os consumidores fiéis. Exemplo: consumidores que compram mais de uma vez na empresa
Para cada um destes estágios de consideração é necessário a utilização da correta mensagem e ferramenta. Se, por exemplo, o consumidor está em uma rede social no estágio SEE, um anúncio de “Compre agora 20% OFF” não surtirá efeito. De acordo com o Google, cada estágio possui um objetivo. No SEE, é preciso trabalhar branding. No estágio THINK será reforçado levemente o futuro da relação com o consumidor. Nessa etapa se utilizará uma segmentação mais específica e o objetivo será dirigir o usuários para as microconversões (cadastrar e-mail, ver um vídeo, baixar um app, fazer um download, etc). Já no nível DO, o objetivo é fazer uma venda, a conversão final. O conteúdo deve ser focado, baseado na intenção de compra e a segmentação será superespecífica. E no último estágio, o CARE, temos o cliente que retorna, o maior bem de uma empresa. Este usuário precisa se sentir bem e ter recompensas exclusivas.
5. Mensuração e atribuição
As pessoas não vão ao site apenas para comprar (estágio DO). Elas também pesquisam produtos, comparam preços e, muitas vezes, compram off-line. Portanto, é importante levar em consideração as microconversões de um site mobile, que são todas as outras formas de interagir com o mobile que geram valor para o negócio. Exemplo de microconversões:
// geração de leads;
// ligações para empresas;
// e-commerce;
// cross-device;
// download de aplicativo;
// visita à loja;
// tráfego do site;
// engajamento do usuário.
Em função disso, se apenas a conversão do último clique está sendo visualizada, não se está vendo todo o caminho realizado e atribuindo o correto valor aos estágios anteriores. Se tivermos público nos estágios SEE e THINK, medir apenas conversões finais é o mesmo que medir apenas o DO, podendo o seu público estar nos outros dois estágios.
Algumas ferramentas que podem ajudar na mensuração estão dentro do próprio Google Analytics, como o diagrama de Veen, onde conseguimos ver, por exemplo, a sobreposição dos canais e o quanto um pode ajudar o outro. Ou o relatório de conversões assistidas, onde podemos ver quantas conversões foram conduzidas via cada canal e quantos últimos cliques foram atribuídos a eles. Outro ponto importante se refere ao modelo de atribuição que utilizaremos nos relatórios. Existem vários modelos de atribuição padrão na ferramenta e eles atribuem crédito pelas conversões aos diferentes pontos de contato. Por exemplo, no modelo de último clique, 100% será atribuído para o canal do último clique. No modelo linear, será atribuído de forma igual entre todos os pontos de contato e já no modelo desvalorização temporal, será atribuído maior crédito quanto mais próximo o ponto de contato da conversão.
Cada vez mais estamos enxergando aumento de tráfego nas plataformas mobile e diminuição no desktop. E apesar de a experiência nas duas plataformas ser diferente, o recado que o Google nos dá é que é necessário estar presente em ambas. O mobile ainda possui mais públicos dos estágio SEE e THINK, mas 86% das pesquisas de compras passam por lá. Assim é importante que esta plataforma esteja seguindo as melhores práticas possíveis para ser encontrada e proporcionar uma boa experiência ao usuário e que cada microconversão receba uma atribuição, pois ajudam a impactar na conversão final.
Sua marca está preparada?
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[:pt]E-mail marketing mobile – 5 passos simples para otimizar[:]

[:pt]Estaríamos chovendo no molhado se disséssemos que as conexões mobile estão cada vez maiores, melhores e em expansão. Isso todos nós, que trabalhamos com marketing, estamos carecas de saber. Mas talvez alguns números atualizados não façam mal. Por exemplo, aqui no Brasil, 276 milhões de pessoas conectam-se via celular. Isso representa 135% da população. Ou seja, tem mais celular que gente, de acordo com o relatório We Are Social. E você sabia que metade de todos os e-mails abertos são via mobile, de acordo com a Litmus? Pois então.
Dessa forma, nem é preciso falar muito sobre como é necessário otimizar os e-mails marketing para que eles funcionem bem no mobile. Sugerimos uma autorreflexão: quão otimizados são meus e-mails para dispositivos móveis? Se a sua resposta envolver: “não muito”, “mais ou menos”, “poderia ser melhor” ou “eu não sei”,  tudo bem. Preparamos cinco passos simples que vão além de técnicas de responsividade ou do tipo de aparelho móvel.
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Passo 1: defina uma meta

Como em tudo na vida, você precisa ter um objetivo. Caso contrário, como você saberá se chegou a algum lugar? Então, o primeiro passo para criar e-mails mobile otimizados é definir uma meta. Faça isso traçando cinco objetivos para sua campanha de e-mail. A chave aqui é determinar o que é crítico em uma mensagem mobile.
– Entenda o que você quer dizer
– Identifique o que você quer que o usuário faça
– Determine o que é crítico para a mensagem
– Defina a hierarquia do conteúdo
– E, principalmente, defina que resultados significarão sucesso para essa campanha
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Passo 2: Faça um call-to-action fácil
A última coisa que você quer fazer com seus e-mails é um call-to-action complicado ou confuso. Aqui estão algumas dicas para que seja simples:
– Use linguagem direta e clara
– Faça botões grandes e facilmente visualizados
– Use links de texto autônomos, que parem de pé sozinhos
– Ofereça espaço suficiente para as pessoas clicarem
– Tenha certeza de que a página de destino suporta a ação desejada
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Passo 3: Tenha uma mensagem clara

O que seu cliente não quer de jeito nenhum é ver em seu inbox mobile um e-mail com textos em grandes blocos ou ilegíveis. Isso é um dos maiores erros de peças não-responsivas. Na verdade, essa é uma regra para qualquer tipo de e-mail em geral.
Você quer ter certeza de que sua mensagem é simples e inteligível nos primeiros três segundos de leitura. Siga essas regras básicas e você verá os benefícios das mensagens objetivas e claras:
– Vá direto ao ponto
– Evite grandes blocos de texto
– Use subjeads, divisores e grids
– Faça listas com números, bullets ou ícones
– Faça um texto legível e de fácil compreensão

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Passo 4: Faça um layout utilizável

Se não é utilizável, também não é útil. Mantenha em mente a a experiência do usuário e deixe o conteúdo, os objetivos e os call-to-action definirem o layout do seu e-mail.
Tenha certeza de que todos os elementos são fáceis de ver, ler e clicar. Comece implementando estas boas práticas para dar mais usabilidade aos layouts:
– Use um grid para planejar a estrutura da mensagem
– Crie áras de conteúdo reutilizáveis
– Evite usar mais colunas ou elementos do que você realmente precisa
– Alinhe à esquerda sempre que possível
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Passo 5: Faça as imagens funcionarem

Imagens podem ser o sucesso ou o fracasso de uma campanha de e-mail. Elas são um aspecto delicado para executar com eficácia um storytelling visual.
Nosso cérebro ama imagens: ele processa figuras 60 mil vezes mais rápido do que palavras. E 90% de todos os dados que a mente processa são visuais, fazendo com que as imagens sejam um suporte indispensável para os textos do e-mail.
– Use texto e elementos de html sempre que possível
– Tenha em mente o peso do arquivo, cada imagem adiciona mais
– Planeje como as imagens serão fatiadas na tela mobile
– Faça uma escala de imagem a 75% ou mais
– Use texto para dar suporte à imagem
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Aplicando essas dicas simples suas campanhas mobile de e-mail têm muito mais chance de performar bem. Não se esqueça, o mundo é móvel.
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[:pt]Mobile Email Marketing – 5 tendências para o fim do ano[:]

[:pt]A Return Path divulgou um relatório global sobre mobile email marketing, especificamente para a época de festas de final de ano. Conforme o documento, consumidores globais estão interagindo com o e-mail em mais de uma tela, em vez de apenas via mobile neste ano. Além disso, em novembro, menos da metade dos e-mails analisados foi aberta em um dispositivo móvel, uma diminuição desde o ano passado, quando as taxas de abertura mobile ultrapassaram os 50%.
Outras tendências em e-mail via mobile marketing destacadas no relatório foram:
– No ano passado, 62% de todos o e-mails foram abertos via dispositivos móveis no dia de Natal; a proporção deste ano pode servir como um bom indicador de que a mudança para mobile acelerou ou está parada
– Apesar de relatos de queda nas vendas, iPads ainda compõem mais de 20% das aberturas de e-mails em dispositivos iOS, indicando que as pessoas podem estar usando seus tablets existentes em vez de usá-los menos
–  Varejistas de vestuário têm as maiores taxas de abertura de e-mail mobile (59%) do que qualquer outro setor
Para saber mais sobre do relatório, confira o infográfico abaixo, em inglês:
mobile-email-returnpath-121214
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[:pt]Google lança atualizações que valorizam Sites Responsivos[:]

[:pt]O blog “Webmaster Central Blog”, canal oficial do Google para informações e novidades em seus algoritmos de busca, mostrou mais uma vez nesta terça feira, dia 18 de novembro, que o Google se preocupa muito com os usuários mobile. Uma das novidades é um aviso que será mostrado nas buscas feitas por celular, alertando o usuário se o site mostrado nas buscas é mobile friendly, ou seja, se ele se adapta à tela do visitante.

Google Valoriza Sites Mobile Friendly e Responsivos
Google Valoriza Sites Mobile Friendly / Responsivos

 
Além disso, o Google lançou uma ferramenta onde você pode testar se seu site é adaptável para celulares ou não, é a Google Mobile-Friendly Test Tool. Nós testamos a ferramenta, ela aponta erros e dá dicas para você adaptar seu site. Já se seu site for totalmente responsivo e preparado para os usuários mobile, você vai ver a mensagem abaixo:
 
Google Mobile Friendly Test Tool
Google Mobile Friendly Test Tool

 
O Google entende que usuários mobile se sentem muito frustrados quando acessam um site que não foi feito para seus dispositivos, porque isso causa uma má experiência. No comunicado oficial, a equipe do Google ainda informa que estão estudando a possibilidade de fazer do mobile friendly um fator para ranqueamento: ou seja, prepare seu site para se posicionar melhor nas buscas orgânicas.[:]

[:pt]Baixe o Guia do Marketing Orquestrado para Mobile[:]

[:pt]Não é exatamente uma notícia nova de que a proliferação do uso de celulares mudou o mundo do marketing.
A mobilidade alterou completamente a maneira como interagimos com o mundo, a partir da nossa forma de consumir e divulgar informações no trabalho e na interação com os outros. Os dispositivos móveis mudaram o nosso comportamento para sempre e aumentaram as expectativas nas marcas que interagimos.
Por este motivo, lançamos o novo Guia do Marketing Orquestrado para Mobile. O guia oferece uma riqueza de insights e conhecimento para as empresas tirarem o máximo proveito das novas oportunidades do mobile marketing.
 
Guia do Marketing Orquestrado para Mobile
Veja alguns destaques do guia:
O momento mágico da mobilidade chegou
O futuro é aqui e agora. As pessoas estão usando seus telefones celulares e dispositivos para tudo o que fazem no dia a dia. Elas estão se comunicando, comprando, pesquisando, viajando, jogando, lendo e descobrindo. Em outras palavras, elas estão vivendo.
O comportamento do consumidor está mudando rapidamente
Como resultado de tudo o que foi mencionado, com os dispositivos móveis os consumidores estão no controle total. Com os telefone em mãos, os consumidores podem avançar, eliminar ou editar todas as mensagens que não gostam.
É tudo sobre a jornada do cliente
Como resposta a essa enorme mudança dos consumidores, as empresas tem que evoluir na sua abordagem de marketing: a mudança de foco em campanhas de marketing de um canal único para um foco em toda a jornada do cliente.
Mais ferramentas na caixa de ferramentas
Não há falta de ferramentas mobile a serem implementadas. Da web móvel a e-mail responsivo e SMS, entre outros, as empresas tem muitas maneiras de se comunicar com os clientes em seus dispositivos.
Cuidado com a fragmentação
Na corrida para encher a caixa de ferramentas de marketing com as novas tecnologias, a maioria das empresas tem implementado essas ações fragmentadas, resultando em uma experiência desconectada do todo, o que pode prejudicar as relações com os seus melhores clientes.
Agora que você já leu algumas dicas, vamos aos exemplos dessa orquestração na vida real.
1. A comunicação móvel desde a compra até a entrega
2. As oportunidades de cross-sell e up-sell
3. A experiência personalizada com base na localização
Esta é só a ponta do iceberg. Acesse o link e baixe o guia e tenha mais informações e insights para surpreender o seu cliente nos seus dispositivos com uma experiência precisa e relevante.[:]

[:pt]19 estatísticas de mobile marketing que vão mudar a sua mente, por Courtney Buchanan[:]

[:pt]Estatísticas e Métricas do Mobile Marketing
Mobile marketing está crescendo rapidamente, e não há nenhum sinal de que ele vá parar tão cedo. Com as pessoas usando cada vez mais seus smartphones e tablets em todos os lugares, os varejistas perceberam que usar o smartphone é fundamental para se envolver com os clientes.
Fazer ações mobile não significa apenas notificar o cliente sobre uma promoção ou enviar um desconto para a próxima compra. É mais que isso, é interagir com seus clientes durante todo o seu tempo.
Ainda não está convencido que o smartphone é a chave para uma estratégia de marketing digital bem-sucedida?
Veja 19 estatísticas sobre o desempenho do mobile marketing que vão mudar a sua mente:
 Perfomance de Mobile Marketing
1. O gasto com publicidade em mobile marketing cresceu mais de 100% em 2013 (Fonte: Mobile Marketing Watch)
2. 85% dos usuários de smartphones preferem ” desistir de água potável ” do que apagar seus aplicativos (Fonte: Apigee)
3. 43% dos clientes são mais propensos a fazer uma compra quando as ofertas recebidas nos smartphones são parte de uma campanha orquestrada que se desdobra ao longo do tempo através de múltiplos canais (Fonte: Responsys)
Personalizado e relevante
4. 70% dos consumidores acham valioso receber notificações push, atualizações e mensagens baseados em localização (Fonte: Responsys)
5 . Quase um terço dos consumidores se inscreveram para receber mensagens nos dispositivos móveis, mas 35% deles não estão recebendo mensagens relevantes  (Fonte: Responsys )
6. 90% dos consumidores que aderiram programas de fidelidade para dispositivos móveis veem valor neles (Fonte: Zoomerang )
7. Quase dois terços dos consumidores que receberam ações de mobile marketing indicam que  fizeram uma compra como após receber uma mensagem de celular altamente relevante. (Fonte: Responsys)
O reinado dos canais mobile
8. A taxa de abertura de SMS é de 98% em comparação aos 22% dos e-mails (Fonte: Venture Beat)
9. Mensagem de texto pode ser 8x mais eficaz para engajar os clientes (Fonte: Cellit)
10. 68% dos consumidores que fizeram o download de um aplicativo da marca permitiram notificações push (Fonte: Responsys)
11. Ofertas de varejo entregues no Passbook tem 3x mais vendas nas lojas, quando comparado com a mesma oferta por e-mail (Fonte: Responsys )
Aumento de compras a partir de dispositivos móveis
12. 63% de usuários de tablet já compraram um produto ou serviço a partir de seu dispositivo, em comparação aos 39% dos usuários de smartphones (Fonte: eMarketer)
13. 70% das buscas em navegador móvel levam a uma ação dentro de uma hora. Destes 40% estão usando tablets e 60% smartphones (Fonte: iAcquire)
14. 9 em cada 10 pessoas usaram seus dispositivos móveis para comprar produtos, enquanto estavam em lojas de materiais de construção (Fonte: JiWire)
Mindset mobile
15. Comerciantes que implementaram design responsivo aumentaram em média  20% o número de cliques e conversões (Fonte: Responsys)
16. Metade dos usuários de smartphones dizem: ” Se a tecnologia de um varejista no primeiro acesso é ruim, eu paro de usar.” (Fonte: First Data)
17. 47% dos consumidores querem receber ofertas nos seus dispositivos quando eles passam por uma loja (Fonte: comScore e UPS)
18. Estima-se que 54 milhões de consumidores nos EUA vão usar cupons recebidos nos smartphones em 2014 (Fonte: eMarketer)
19. Ofertas recebidas nos dispositivos móveis são usadas 10x mais do que as ofertas impressas. (Fonte: eMarketer)
Acesse o arquivo original aqui.[:]