[:pt]10 previsões globais para o marketing digital em 2019[:]

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Experiências mobile, vídeos online, transformações digitais, parcerias, chatbots e omnichannel são apenas alguns dos tópicos que serão tendência em 2019. Que outras disrupções vão impactar as estratégias de marketing digital este ano? Confira as previsões de experts de vários países e veja como elas podem influenciar as suas estratégias.

1. Multicanal vai virar omnichannel

Qual é a diferença entre multicanal e omnichannel? Em vez de desenvolver vários canais de marketing separados, o omnichannel é uma abordagem mais sistemática. Seu objetivo é criar um sistema de comunicação unificado. Recursos online, redes sociais e apps mobiles funcionam em conjunto, “pegando” as pessoas na hora e tornando a sua interação com as marcas mais tranquilas e contínuas.
Por exemplo, o programa de fidelidade do Starbucks usa cartões que são ligados aos perfis e contas das pessoas. Elas podem checar e carregar o cartão pelo smartphone ou computador, pelo site da loja, pelo aplicativo mobile ou diretamente na cafeteria. Quando um cliente faz seu pedido pelo app, algoritmos especiais calculam o tempo de viagem até a loja mais próxima para que a sua bebida esteja pronta assim que chegar. Você também pode escolher a trilha sonora da loja, colocando uma música para tocar na playlist do Starbucks.

2. A experiência mobile será cada vez mais importante

Os usuários esperam experiências digitais cada vez melhores e mais rápidas – e o mobile não é exceção. Se você quiser oferecer uma jornada omnichannel aos seus clientes, as plataformas devem se complementar e criar uma experiência tranquila de compra mobile através dos apps e sites. Todo mínimo detalhe pode levar à perda de um cliente: 53% das pessoas saem de sites cujos downloads demoram mais que 3 segundos.
Homepages mais rápidas geralmente levam a mais conversões, e as AMPs (Accelerated Mobile Pages) permitem criar páginas que carregam mais rápido. Você pode ver o funcionamento do seu produto mobile na ferramenta Test my Site, e aproveitar todas as vantagens do AMP nos seus planos de marketing digital para 2019.
“Além da importância da velocidade, oferecer soluções revolucionárias para melhorar experiências no site mobile também é um dos maiores desafios do próximo ano,” diz Zeynep İyigün, editor do Think with Google Turquia.
“A essa altura, os Progressive Web Apps (PWA) oferecem uma solução com tecnologia moderna para desenvolver experiências na web que funcionam tão bem quanto no app”, continua. “Em 2019, as marcas vencedoras serão aquelas que investirem em plataformas mobile para valorizar os usuários.”

3. Chatbots revolucionários

Os bots são cada vez mais usados em todo tipo de interação entre marcas e clientes em potencial. Até 2020, 85% delas serão entre usuários e robôs, segundo a consultoria Gartner.
Até agora, essa tendência não evoluiu muito para preservar os usuários: de acordo com pesquisas do instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar com chatbots em vez dos canais tradicionais de comunicação, com redes de varejo online. Mas a opinião dessas pessoas pode mudar com o surgimento da nova geração de chatbots com inteligência artificial. Eles pedem informações sobre o usuário, entendem a língua falada e conduzem diálogos mais verdadeiros.

10 previsões globais para o marketing digital em 2019
Entre eles, está o chatbot Clare.AI, que processa línguas naturalmente e é capaz de trabalhar como consultor financeiro online. Por sua vez, o igualmente sociável Morph.AI automatiza o SAC. Em um futuro próximo, esse tipo de chatbot vai mudar completamente a percepção popular sobre a comunicação entre empresas e clientes.

4. Vídeos online vão dominar as telas de TV

Em 2019, pela primeira vez, as pessoas vão passar mais tempo online em frente às telas de TV1Até 2020, a média mundial de tempo gasto assistindo a vídeos onlinena tela grande vai chegar a 84 minutos2.
Mas, se o mercado de publicidade de televisão começa a estagnar, todo o orçamento global de produção para publicidade de vídeos online vai crescer 17% em 2019 em relação ao ano anterior. De acordo com o Yahoo, as transmissões ao vivo vão dominar todas as outras tendências de vídeo online, em termos de crescimento anual3.
Vários formatos (reportagens, vlogs, entrevistas, debates) facilitam a adaptação desse tipo de conteúdo para quase qualquer público. A falta de tratamento e montagem diminuem a distância entre as marcas e os usuários, e, o mais importante, suprem o desejo das pessoas por precisão e autenticidade.

5. O boom dos serviços de voz

De acordo com o NPD Group, até o fim de 2019, as vendas de smart speakers vão crescer 50%, e esse mercado chegará a US$ 2,7 bilhões4. Ferramentas de marketing serão integradas a serviços de voz: vamos ver muitos aplicativos de compras por voz, desde deliveries de comida a portais de notícias.
A loja de móveis e decoração H&M Home já lançou um aplicativo que funciona em conjunto com o Google Assistant. Ele dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ajuda a encontrar os produtos adequados no catálogo da empresa. Já no app da Domino’s Pizza, o assistente de voz do Google lembra o usuário do seu último pedido e pergunta se pode repeti-lo – o que ajuda a acelerar o processo.
Enquanto isso, as redes de varejo Asos e Argos lançaram serviços online para reservar produtos usando o smart speaker Google Home ou o assistente de voz do smartphone.

6. Parcerias são empurrões para crescer no varejo

Quando o varejo muda no mesmo ritmo da tecnologia e da digitalização, é essencial inovar e olhar para a próxima oportunidade de negócios. Um jeito de fazer isso é através de parcerias.
De acordo com a consultoria OC&C Strategy Consultants, o desafio dos grandes varejistas vem da rápida expansão de plataformas de varejo. Amazon, Alibaba, eBay, JD.com e Zalando têm crescido muito e balizam a percepção do consumidor do que é bom. E eles investem tanto em tecnologia (US$ 16 bilhões ao ano na Amazon, US$ 5 bilhões na Alibaba) que, até 2025, 60% do e-commerce pode vir de plataformas de varejo5.
Claro, nem todo varejista consegue investir pesado em dados ou tecnologia de personalização. Por isso, fazer parcerias ajuda a atrair os talentos, a tecnologia e os investimentos que permitem ao varejo pegar um ritmo que não conseguiria se estivesse caminhando sozinho. Assim, todas as partes ganham.

7. Personalização com marketing data-driven

Integrar estratégias de marketing data-driven traz vantagens competitivas. “Em 2019 vamos oferecer estruturas acionáveis para esse princípio, compartilhando o que chamamos de ‘modelo 5As de marketing data-driven’: audiência, assets, acesso, atribuição e automação,” diz Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha. “Quando dominarmos esses cinco princípios, as marcas vão se equipar por meio da transformação digital, oferecendo experiências completas para os clientes.”


“Colocar (os consumidores) no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

– Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha

“O marketing sempre colocou o consumidor no centro de tudo que fazemos”, ela explica. “Agora que eles estão hiperconectados, hiperexigentes e hiperimpacientes, colocá-los no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

8. Consolidação de conteúdo offline e online

“Em 2019, esperamos ver mais publicitários da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) tentando consolidar offline e online para facilitar atribuição, mensuração de visitas a lojas e compras programáticas,” diz Tahani Karrar, Content Manager do Think with Google do MENA (Oriente Médio e Norte da África). “Isso foi feito em 2018 pela Landmark Group, um dos maiores varejistas omnichannel dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita. A rede integrou os dados do cartão de lealdade Shukran ao Google Analytics para conectar anúncios onlineàs vendas offline.”
“Na região MENA, campanhas de conteúdo vão deixar de ser uma única peça para se transformar em várias edições de uma variedade de peças mais personalizadas e relevantes para cada pessoa”, explica. “Como resultado, profissionais de marketing digital vão aprofundar a colaboração com creators, influenciadores, especialistas em conteúdo e veículos de mídia para entregar conteúdo com mais qualidade”.

9. A realidade aumentada vai ser amplificada

Recentemente, a realidade aumentada (AR) em marketing digital foi usada principalmente entre marcas de beleza: L’Oreal, Punky Color e Madison Reed usaram aplicativos de AR para maquiagem virtual. Mas, segundo estimativas da Harvard Business Review, os investimentos globais para o desenvolvimento de AR vão passar de US$ 60 bilhões até 20206.
Depois que a IKEA lançou um aplicativo com AR para “encaixar” móveis em ambientes reais, em 2016, outras grandes redes de varejo têm criado opções semelhantes para compras online. Essa tecnologia permite que você “mova” produtos dos catálogos online para a realidade e entenda como esses objetos ficariam na sua casa ou escritório.
Outro exemplo é a Coca-Cola, que criou um aplicativo patrocinado para transmitir corridas da NASCAR em realidade aumentada. O “portal” virtual na tela de smartphones tinha o formato de uma lata gigante, já que a meta da marca de refrigerante era aumentar o loyalty entre fãs de automobilismo, enquanto a NASCAR tinha esperança de atrair millennials para a categoria.

10. O valor do conteúdo personalizado vai aumentar

Pesquisas mostram que o critério mais importante para 86% da audiência online é a confiabilidade das informações. Para os millennials, esse número é ainda maior. Mas em que dados eles confiam?
Em primeiro lugar, são informações vindas de outros usuáriosReviews de produtos, fotos e vídeos permitem que sua marca atinja um público amplo, ofereça alta credibilidade e aumente a lealdade dos clientes. De quebra, isso ainda sai bem mais barato do que fazer conteúdo tradicional.
Por exemplo, na véspera da Copa do Mundo na Rússia, a Copa90 Media fechou uma parceria com o Snapchat. O resultado foram atualizações diárias com conteúdo gerado pelos usuários, construídos de modo a passar ao público em geral a sensação de estar dentro do estádio. Como resultado, a Copa90 conseguiu atrair 31 milhões de usuários únicos.

Fonte: Think With Google

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[:pt]78% dos brasileiros que possuem smartphone preferem comprar por aplicativo[:]

[:pt]78% preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis, quando as compras são feitas em seus smartphones. O número é acima da média global, de 71%.  A constatação é da pesquisa Mobile Payment Journey,  realizada através de parceria entre a Worldpay e Opinium Research, divulgada nesta segunda-feira,5, em São Paulo.
A pesquisa descobriu que 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência do usuário for melhor, 12 pontos percentuais acima da média global (41%).
Juan D’Antiochia, general manager da Worldpay para a América Latina, explica que a pesquisa foi realizada com 3 grupos distintos: consumidores com ticket médio de compra até 20 reais; outro com valor médio de 50 reais, com exceção de supermercados  e artigos de luxo; e o de viagens e turismo, excluindo compras  de ingressos.
Para o primeiro grupo, o importante é que a experiência de compra seja rápida, como acontece com consumidores de games; o segundo privilegia uma boa experiência, disposto inclusive a pagar mais, se tiver bom atendimento; o terceiro, que envolve empresa aérea, hotéis e agências de turismo, além de boa experiência quer realizar a operação fim a fim através do canal mobile.
Além disso, entre as principais razões para que os brasileiros escolham aplicativos ao invés de navegadores estão benefícios como velocidade e simplicidade. “No entanto, a confiança do consumidor brasileiro ainda precisa ser conquistada”, ressalta D’Antiochia, acrescentando que “o comerciante que entregar a melhor experiência terá muito a ganhar já que os consumidores estão comprando produtos de maior valor via aplicativos. Com o avanço de novas tecnologias haverá espaço para assistentes virtuais e serviços conectados o que irá facilitar ainda mais a vida do consumidor. As marcas que oferecerem a melhor experiência de pagamento móvel, de forma rápida e segura, verão menos desistências nas compras, mais downloads dos aplicativos e, consequentemente, um maior volume de vendas dos seus produtos e serviços”.
Uma medida simples é informar o motivo pelo qual o pagamento, pois o consumidor faz várias tentativas com o cartão e fica sem saber o motivo da rejeição. Nesse caso acaba trocando de estabelecimento. “O brasileiro está gastando mais no comércio eletrônico. Isso é motivo de comemoração dos varejistas, mas ainda há demandas por parte dos consumidores que precisam ser atendida”, enfatiza o executivo. A pesquisa, no entanto, não envolve motivos de abandonos de carrinhos de compras.
Segurança
A pesquisa indica que dois terços dos brasileiros (63%) se sentem confiantes em fornecer dados biométricos, como impressões digitais ou o reconhecimento facial, se além de adicionar uma camada a mais de segurança, tornasse o processo de pagamento mais rápido.  Já 76% dos entrevistados afirmam que somente fazem download do aplicativo de marcas ou empresas que realmente confirmam número superior aos dados globais (71%).
Os consumidores brasileiros também têm confiança em deixar seus números de cartões em sites de e-commerce, processo chamado de tokenização, mas o executivo alerta que os sites devem ser confiáveis, embutindo ferramentas de PCI-DSS, SSL, para que o cliente tenha  certeza que ele é um site seguro. “As lojas devem buscar formas de implementar tecnologia biométrica como forma de aumentar a segurança e a confiança do consumidor na marca”, finaliza.
Pesquisa
pesquisa foi realizada em parceria com a Opinium que entrevistou 16 mil consumidores que compraram produtos no celular nos últimos 3 meses na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Japão, Coréia do Sul, EUA e Reino Unido. No Brasil, o estudo entrevistou 1.510 consumidores.
 
Artigo extraído do TI Inside.[:]

[:pt]Tchau, TV: publicidade digital lidera em receita pela primeira vez[:en]Desktop and Mobile Ad Revenue Surpasses TV for the First Time[:es]Adiós, TV: La publicidad digital es líder en ingresos por primera vez[:]

[:pt]Dêem licença, TV e desktop: A receita de publicidade digital subiu quase 22% em 2017, chegando a US $ 72,5 bilhões e superando os US $ 59,6 bilhões reportados em 2015. As informações foram liberadas pela Interactive Advertising Bureau na quinta-feira, em um relatório preparado pela PricewaterhouseCoopers.
Apesar de marcar oito anos consecutivos de quebras de recorde, o relatório do IAB apresenta a primeira vez que o celular ultrapassou o budget do desktop e a primeira vez em que o digital como um todo superou o investimento em publicidade na TV.
Acompanhe aqui cinco insights do relatório deste ano.

TV não é mais a número 1 em anúncios

O IAB começou a acompanhar investimentos em publicidade digital em 2004 e desde então, nunca havia superado a TV nos Estados Unidos – até agora.
A TV captou cerca de US $ 71,3 bilhões em receitas domésticas em 2016, de acordo com a eMarketer, um pouco abaixo da publicidade digital de US $ 72,5 bilhões no relatório de receitas de anúncios digitais do IAB.
A Magna da IPG Mediabrands também concluiu recentemente que os gastos em anúncios digitais ultrapassaram a TV no ano passado, quando as vendas de anúncios de TV nos EUA geraram US $ 67 bilhões, de acordo com a Magna. Em seu relatório, Magna disse que as empresas de bens de consumo embalados estavam concentrando os gastos da televisão em menos marcas e produtos, e até lançando alguns novos produtos sem campanhas de TV nacionais.
De fato, o vídeo digital atingiu um recorde de US $ 9,1 bilhões em 2016, um aumento de 53% ano a ano, disse o IAB. No celular, a receita de vídeo disparou 145% em relação ao ano anterior para US $ 4,2 bilhões.

IAB: A mídia tem exagerado a escala do chamado duopólio

No ano passado, o Facebook informou US $ 27,6 bilhões em receita global, enquanto o Google informou US $ 89,6 bilhões.
David Doty, vice-presidente executivo e CMO do IAB, disse que houve muitos “relatos errôneos” na mídia sobre a noção de que apenas duas empresas são responsáveis ​​por impulsionar quase todo o crescimento da receita da publicidade digital.
“Alguns dos cálculos externos que vimos sendo usados ​​pela mídia incluem receitas que ultrapassam os EUA, por exemplo, e eles estão errados”, disse Doty. “Outra coisa que eles não entendem são os custos de aquisição de tráfego, além de que as perdas de alguns dentro da indústria estão escondendo os ganhos de uma base mais ampla”.
Doty disse que houve grandes ganhos no quarto trimestre de 2016 em todas as empresas membros do IAB. “Setenta e três por cento das receitas no quarto trimestre vieram das 10 maiores empresas digitais, mas só contribuíram com 69% do crescimento”, disse ele. “Isso significa que 31% do crescimento veio de empresas fora do top 10. Então, a mídia está enganada.”
David Silverman, sócio da PricewaterhouseCoopers, ecoou os pensamentos de Doty.
“Há claramente uma ampla base de empresas que estão contribuindo para o crescimento”, disse Silverman. “O top 10 mudou ao longo do tempo, de modo que significa que estamos vendo empresas que não poderiam ter sido uma empresa top 10 há alguns anos atrás se tornarem players dominantes.”

A busca está estimulando o crescimento do mobile

Os anúncios mobile representaram cerca de 51% (ou US $ 36,6 bilhões) de todas as receitas de publicidade digital relatadas em 2016. Desse total, 47% (ou US $ 17,2 bilhões) vieram da busca mobile, de acordo com o relatório.
No geral, a busca no desktop caiu pela primeira vez em 2016 para US $ 17,8 bilhões, 13% abaixo do ano anterior.
O IAB não divide a receita de anúncios digitais de empresas individuais, mas de acordo com o eMarketer, o Google está prestes a controlar quase 78% do mercado global de anúncios de busca até 2017, ou cerca de US $ 28,5 bilhões em receita.
Os anúncios de banner capturaram o segundo maior gasto de anúncios para celular com 38%, seguido de vídeo (11%).

O “rádio digital” chegou

O ano de 2016 marcou a introdução do áudio digital como uma categoria autônoma de acordo com o levantamento da IAB, ultrapassando US $ 1,1 bilhão em receita de publicidade.
“As pessoas mais jovens não ouvem o rádio, estão consumindo seu áudio através de serviços de streaming e talvez estejam ouvindo podcasts e não tanto o rádio tradicional”, disse Silverman.
“Isto é similar ao movimento quando o impresso virou online e esta é a monetização não de ‘olhos’, mas orelhas,” ele acrescentou.
Cerca de 40% dos profissionais de marketing estão interessados ​​em anunciar no Spotify, que estava à frente de plataformas de mídia social como Snapchat (35%), segundo um estudo da RBC Capital Markets publicado em parceria com a AdAge.
 

Isso e aquilo

  • As receitas de publicidade de mídia social totalizaram US $ 16,3 bilhões em 2016, um aumento de quase 49% em relação ao ano anterior, informou a IAB.
  • Os maiores gastos com publicidade foram os de varejo (21%), serviços financeiros (13%), automotivo (12%), telecomunicações (9%) e viagens (9%). Demais líderes seguem inalterados, segundo o relatório.
  • O vídeo é o único segmento a crescer no desktop, aumentando 16% para US $ 4,9 bilhões em relação ao ano anterior.

Artigo original AdAge[:en]Digital advertising saw $72.5 billion revenue in 2016, a 22% upswing from the previous year.
Step aside, TV and desktop: Digital advertising revenue surged nearly 22% to $72.5 billion for the 2016 calendar year, up from the $59.6 billion reported in 2015, the Interactive Advertising Bureau said Thursday in a report prepared by PricewaterhouseCoopers.
Although it marks eight consecutive record breaking years, the IAB’s report represents the first time mobile has overtaken desktop spending, and the first time digital as a whole has passed TV ad spend.
Here are five takeaways from this year’s report.
TV is no longer No. 1 in ad spend
The IAB began recording digital ad spend in 2004 and since that time, it has never surpassed TV in the United States — until now.
TV captured roughly $71.3 billion in domestic revenues in 2016, according to eMarketer, just under digital advertising’s $72.5 billion in the IAB’s digital ad revenue report.
IPG MediabrandsMagna has also recently concluded that digital ad spending outstripped TV last year, when TV ad sales in the U.S. generated $67 billion, according to Magna. In its report, Magna said packaged goods companies were concentrating television spending on fewer brands and products, and even launching some new products without national TV campaigns.
Indeed, digital video hit a record $9.1 billion in 2016, a 53% upswing year-over-year, the IAB said. On mobile, video revenue skyrocketed 145% from the previous year to $4.2 billion.
IAB: The media has overstated the scale of the so-called duopoly
Last year, Facebook reported $27.6 billion in global revenue while Google reported $89.6 billion.
David Doty, executive VP and CMO at the IAB, said, there’s been a lot of “misreporting” in the media regarding the notion that two companies alone are responsible for driving almost all of digital advertising’s revenue growth.
“Some of the outside calculations we’ve seen being used by the media include revenues that go beyond the U.S., for example, and that’s one place they go wrong,” Doty said. “Another thing they don’t understand is traffic acquisition costs. And another thing they don’t seem to take into account is losses from some within the industry are actually hiding gains from a broader base.”
Doty said there have been major gains in fourth quarter of 2016 across all IAB member companies. “Seventy-three percent of revenues in Q4 came from the top 10 digital companies, but they only contributed 69% of the growth,” he said. “That means 31% of the growth came from companies outside the top 10. So the media is mistaken.”
David Silverman, partner at PricewaterhouseCoopers, echoed Doty’s thoughts.
“There’s clearly a broad base of companies that are contributing to the growth,” Silverman said. “The top 10 have changed over time, so that means we’re seeing companies that might not have been a top 10 company a few years ago now become a dominant player.”
Search is fueling mobile’s growth
Mobile advertising accounted for roughly 51%, or about $36.6 billion, of all digital ad revenue reported in 2016. Of that, 47%, or $17.2 billion, came from mobile search, according to the report.
Overall, desktop search fell for the first time in 2016 to $17.8 billion, down 13% year-over-year.
The IAB doesn’t break down digital ad revenue from individual companies, but according to eMarketer, Google is poised to control nearly 78% of the global search ad market by 2017, or about $28.5 billion in revenue.
Banner ads captured the second most in mobile ad spend with 38%, followed by video (11%).
Digital radio has arrived
The 2016 calendar year marked the introduction of digital audio as a standalone category with the IAB survey, as the vertical captured surpassed $1.1 billion in advertising revenue.
“Younger people don’t listen to the radio. They’re consuming their audio through streaming services and maybe are even listening to podcasts and not so much the traditional radio anymore,” said Silverman.
“This is similar to the movement when print went to online and this is the monetization of not eyeballs, but ears,” he added.
About 40% of marketers are interested in advertising on Spotify, which was ahead of social media platforms like Snapchat (35%), according to an RBC Capital Markets study published in partnership with Ad Ag.
This and that

  • Social media advertising revenue totaled $16.3 billion in 2016, up nearly 49% from the previous year, the IAB said.
  • Retail (21%), financial services (13%), auto (12%), telecom (9%) and travel (9%) were the largest ad spenders in 2016. Travel ad spend increased from 8%, but other leaders remained unchanged, the report said.
  • Desktop video is the only segment seeing growth on desktop, increasing 16% to $4.9 billion from the previous year.

Originally posted at AdAge[:es]La publicidad digital registró ingresos de 72.500 millones de dólares en 2016, un 22% más que el año anterior.
Los ingresos por publicidad digital aumentaron casi un 22% a 72.500 millones de dólares para el año civil 2016, frente a los 59.600 millones de dólares reportados en 2015, informó el Interactive Advertising Bureau en un informe preparado por PricewaterhouseCoopers.
A pesar de marcar ocho años consecutivos de récord, el informe de la IAB representa la primera vez que el móvil superó el desktop y la primera vez que el digital como un todo ha pasado el gasto publicitario en televisión.
Aquí van cinco puntos del informe de este año.
TV ya no es número 1 en el insversión publicitaria
El IAB comenzó a grabar gastos de publicidad digital en 2004 y desde entonces nunca ha superado la televisión en los Estados Unidos – hasta ahora.
La TV capturó aproximadamente $ 71.3 mil millones en ingresos internos en 2016, de acuerdo con eMarketer, justo debajo de la publicidad digital de $ 72.5 mil millones en el informe de ingresos de publicidad digital de IAB.
La Magna de IPG Mediabrands también ha concluido recientemente que el gasto en anuncios digitales superó a la televisión el año pasado, cuando las ventas de anuncios de televisión en Estados Unidos generaron 67.000 millones de dólares. En su informe, Magna dijo que las compañías de bienes empaquetados estaban concentrando el gasto de la televisión en menos marcas y productos, e incluso lanzando algunos nuevos productos sin campañas de televisión nacionales.
De hecho, el video digital alcanzó un récord de 9.100 millones de dólares en 2016, un 53% de aumento año tras año, dijo el IAB. En el móvil, los ingresos por video se dispararon un 145% respecto al año anterior a 4,2 mil millones de dólares.
IAB: Los medios de comunicación han exagerado la escala del duopolio
El año pasado, Facebook reportó $ 27.6 mil millones en ingresos globales mientras que Google reportó $ 89.6 mil millones.
David Doty, vicepresidente ejecutivo y director general de la IAB, dijo que en los medios de comunicación hubo muchos “errores” en la noción de que sólo dos compañías son responsables de impulsar casi todo el crecimiento de los ingresos de la publicidad digital.
“Algunos de los cálculos externos que hemos visto que están siendo utilizados por los medios incluyen ingresos que van más allá de los Estados Unidos, por ejemplo, y ese es un lugar en el que se equivocan”, dijo Doty. “Otra cosa que no entienden son los costos de adquisición de tráfico y otra cosa que no parecen tener en cuenta es que las pérdidas de parte de la industria están ocultando ganancias de una base más amplia”.
Doty dijo que ha habido importantes avances en el cuarto trimestre de 2016 en todas las compañías miembros de IAB. “El setenta y tres por ciento de los ingresos en el cuarto trimestre vinieron de las 10 compañías digitales más importantes, pero sólo contribuyeron con el 69% del crecimiento”, dijo. “Eso significa que el 31% del crecimiento provino de empresas que no pertenecen al top 10. Así que los medios están equivocados”.
David Silverman, socio de PricewaterhouseCoopers, hizo eco de los pensamientos de Doty.
“Hay claramente una amplia base de empresas que están contribuyendo al crecimiento”, dijo Silverman. “Los 10 primeros han cambiado con el tiempo, por lo que significa que estamos viendo que las empresas que podrían no haber sido una de las 10 mejores empresas hace unos años ahora se convierten en un jugador dominante”.
La búsqueda está impulsando el crecimiento del móvil
La publicidad móvil representó alrededor del 51%, o cerca de $ 36.6 mil millones, de todos los ingresos publicitarios digitales reportados en 2016. De ése, el 47%, o $ 17.2 mil millones, vino de la búsqueda móvil, según el informe.
En general, la búsqueda de escritorio cayó por primera vez en 2016 a 17.800 millones de dólares, un 13% menos año con año.
El IAB no analiza los ingresos publicitarios digitales de empresas individuales, pero de acuerdo con eMarketer, Google está a punto de controlar casi el 78% del mercado global de anuncios de búsqueda para 2017, o unos $ 28,5 mil millones en ingresos.
Los anuncios de banner capturaron la segunda mayor inversión en anuncios para móviles con un 38%, seguido de vídeo (11%).
Ha llegado la “radio digital”
El año calendario 2016 marcó la introducción de audio digital como una categoría independiente con la encuesta IAB, ya que la captura vertical superó los $ 1.1 mil millones en ingresos por publicidad.
“Las personas más jóvenes no escuchan la radio, están consumiendo su audio a través de servicios de streaming y tal vez están escuchando podcasts y no tanto la radio tradicional”, dijo Silverman.
“Esto es similar al movimiento cuando la impresión fue en línea y esta es la monetización de los globos oculares no, pero las orejas”, agregó.
Alrededor del 40% de los vendedores están interesados ​​en publicitar en Spotify, que estaba por delante de las plataformas de medios sociales como Snapchat (35%), según un estudio de RBC Capital Markets publicado en asociación con Ad Ag.
Esto y aquello

  • Los ingresos por publicidad en medios sociales totalizaron 16.300 millones de dólares en 2016, un aumento de casi un 49% con respecto al año anterior, dijo el IAB.
  • Las ventas minoristas (21%), los servicios financieros (13%), el automóvil (12%), las telecomunicaciones (9%) y los viajes (9%) fueron los que más gastaron publicidad en 2016. Sin cambios, según el informe.
  • El video de escritorio es el único segmento que registra un crecimiento en el escritorio, creciendo un 16% a 4.900 millones de dólares desde el año anterior.Originalmente publicado en AdAge

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[:pt]Mobile e-mail marketing: acerte nas campanhas[:en]Mobile email marketing: a new focus for your campaigns[:es]Mobile email marketing: hazlo bien en las campañas[:]

[:pt]Entre todas as transformações que testemunhamos no comportamento do consumidor ao longo dos últimos anos, não há como negar o protagonismo do mobile. No e-mail marketing não poderia ser diferente: a participação do mobile vem crescendo e tomando o lugar do desktop como plataforma líder. Confira os dados que selecionamos para amparar seu planejamento estratégico.
A média de acessos à internet em dispositivos móveis ultrapassou o desktop em 2016 e esse é apenas o começo. A realidade do consumidor é omnichannel e não nos permite tratar os pontos de contato com a marca isoladamente. As marcas precisam estar onde o cliente está, na hora certa e com a mensagem certa. E para tirar o máximo proveito da estratégia multicanal, uma das ferramentas essenciais é o e-mail.

Inbox

Não há ferramenta mais valiosa do que o e-mail marketing bem executado: primeiro por sua tendência a gerar mais ROI do que qualquer outro canal digital, incluindo SEO e mídias sociais; segundo porque o e-mail pode amplificar a força de outros canais digitais, seja via campanha de abandono de carrinho ou redirecionando o cliente a vídeos nas redes sociais da marca.
Além disso, a plataforma é a mais completa quando falamos em pontos de contato durante a jornada do consumidor: desde a navegação no site até retenção e relacionamento. Campanhas automatizadas de lifecycle marketing que acompanham o cliente em sua trajetória, utilizando uma comunicação personalizada e relevante, são fundamentais para aumentar o lifetime value e gerar engajamento com a marca.
A partir de um levantamento de dados de envios feitos pela Pmweb, foi possível acompanhar o crescimento de 5% na taxa de abertura e 25% na taxa de cliques via mobile, comparado a desktop e tablets de 2015 a 2016.

Esse crescimento é uma declaração do protagonismo do mobile. De acordo com o E-mail Statistics Report, 2014-2018 do Radicati Group, é esperado que até o final de 2018 os usuários de e-mail móvel deverão totalizar mais de 2,2 bilhões a nível global, representando 80% do volume total de usuários. Sim, oitenta por cento.

Powerful data

Enviar e-mails responsivos não é mais um diferencial: é uma necessidade para toda marca que quiser seguir relevante. Os templates responsivos são um guia essencial para um bom desempenho em qualquer campanha e a versatilidade das  opções disponíveis possibilita um nível de personalização que justifica o aumento nos cliques indicados pelas estatísticas. Mas mobile não é tudo a mesma coisa, precisamos saber com quem estamos falando antes de fazer qualquer disparo para a base. De onde meu cliente acessa e quanto tempo tenho para conquistá-lo?
Entre os dispositivos mais utilizados, o iPhone lidera com 60% do volume, sendo a plataforma mais popular no espaço de e-mail móvel, seguido pelo Apple iPad (21%) e Google Android (18%). Os usuários da Apple são os leitores de e-mail rápidos, lendo seus emails por até 3 segundos via Ipad e Iphone. Ou seja: você tem até 3 segundos para se fazer interessante. Entende por quê não há espaço para campanhas não-responsivas?
Falando em tempo, descobrimos que as respostas enviadas por smartphones são 54% mais rápidas do que as enviadas via desktop, apresentando um tempo médio de resposta de apenas 28 minutos, seguido pelo tablet com 57 minutos e, finalmente, desktops com 62. Existe um senso de urgência na interação com o mobile, podendo resultar em maior engajamento e conversão se a mensagem certa for utilizada.
Além disso, ainda que tamanho não seja documento, as respostas enviadas a partir de dispositivos móveis são 60% mais curtas do que as enviadas dos desktops. Respostas via mobile têm um comprimento médio de 20 palavras, seguidas por tablet com 27 palavras e de desktops com 60 palavras (Yahoo).
Em suma: e-mails adaptados à leitura mobile oferecem à marca uma oportunidade única de conectar-se com estes usuários rápidos, interativos e sem tempo a perder. Aproprie-se dos dados fornecidos pela sua base para não cometer os erros que mais aborrecem os usuários: receber e-mails demais (44%), conteúdo não-relevante (37%), experiência ruim com botões (32%) e falta de responsividade (21%). Sua empresa tem ouro no banco de dados. Acione este tesouro para entregar uma verdadeira experiência de valor na caixa de entrada do seu (futuro) cliente.
E não se esqueça, e-mail é uma das ferramentas chave para aumentar a conversão e o engajamento. SMS, push e mídia também devem ser considerados para acompanhar a jornada do consumidor de forma fluida e relevante.
 [:en]Among all the transformations we have witnessed in consumer behavior over the last few years, there is no denying the role of the mobile. In email marketing could not be different: the participation of mobile has been growing and taking the place of the desktop as the leading platform. Check the data we have selected to support your strategic planning.
Average internet access on mobile devices has surpassed the desktop in 2016 and this is just the beginning. The reality of the consumer is omnichannel and does not allow us to treat the points of contact with the brand alone. Brands need to be where the customer is, at the right time and with the right message. And to get the most out of multichannel strategy, one of the essential tools is email.

Inbox

There is no tool more valuable than well-executed email marketing: first because of its tendency to generate more ROI than any other digital channel, including SEO and social media; Second because e-mail can amplify the strength of other digital channels, either through a cart abandonment campaign or by redirecting the customer to videos on the brand’s social networks.
In addition, the platform is the most complete when we talk about points of contact during the journey of the consumer: from site navigation to retention and relationship. Automated lifecycle marketing campaigns that accompany the customer in their path, using a personalized and relevant communication, are fundamental to increase the lifetime value and generate engagement with the brand.
Based on a survey of upload data made by Pmweb, it was possible to track the growth of 5% in the opening rate and 25% in the clickthrough rate via mobile, compared to desktop and tablets from 2015 to 2016.

This growth is a declaration of the mobile protagonism. According to the E-mail Statistics Report, 2014-2018 of the Radicati Group, it is expected that by the end of 2018 mobile e-mail users will total more than 2.2 billion globally, representing 80% of the total volume Of users. Yes, eighty percent.
Powerful data
Sending responsive e-mail is no longer a differential: it is a necessity for every brand that wants to remain relevant. Responsive templates are an essential guide to good performance in any campaign, and the versatility of the options available enables a level of customization that justifies the increase in clicks indicated by the statistics. But mobile is not all the same, we need to know who we’re talking to before we do any firing to the base. Where does my client access and how long do I have to get it?
Among the devices most used, the iPhone leads with 60% of the volume, being the most popular platform in the mobile e-mail space, followed by Apple iPad (21%) and Google Android (18%). Apple users are fast e-mail readers, reading their emails for up to 3 seconds via Ipad and Iphone. That is: you have up to 3 seconds to make yourself interesting. Do you understand why there is no space for non-responsive campaigns?
Talking back, we found that the responses sent by smartphones are 54% faster than those sent via the desktop, with an average response time of only 28 minutes, followed by the tablet with 57 minutes, and finally, desktops with 62. There is a sense of urgency in mobile interactions, which may result in greater engagement and conversion if you send the right message.
Also, even tho size isn’t everything, responses sent from mobile devices are 60% shorter than those sent from desktops. Responses via mobile have an average length of 20 words, followed by a tablet with 27 words and 60-word desktops (Yahoo).
In short: e-mails adapted to mobile reading offer the brand a unique opportunity to connect with these fast, interactive and time-consuming users. Take advantage of the data provided by your database to avoid making the most annoying users: receiving too many emails (44%), non-relevant content (37%), poor button experience (32%) and lack of Responsiveness (21%). Your company has gold in the database. Activate this treasure to deliver a true value experience in your (future) client’s inbox.
And do not forget, email is one of the key tools to increase conversion and engagement. SMS, push and media should also be considered to accompany the consumer journey in a fluid and relevant way.[:es]Entre todas las transformaciones que hemos visto en el comportamiento del consumidor en los últimos años, existe en negar el papel del móvil. En el marketing de correo electrónico no podría ser diferente: la participación de la telefonía móvil ha ido creciendo y tomando el lugar del escritorio para la plataforma líder. Compruebe la fecha hemos seleccionado para apoyar su planificación estratégica.
Acceso a Internet promedio en los dispositivos móviles ha superado el escritorio en 2016 y esto es sólo el principio. La realidad es omnichannel del consumidor y no permite que nosotros tratamos a los puntos de contacto con la marca por sí sola. Las marcas necesitan estar donde el cliente es, y al equipo adecuado con el mensaje correcto. Y para obtener el máximo provecho de la estrategia multicanal, una de las herramientas esenciales es el correo electrónico.

Bandeja de entrada

No es la herramienta más valiosa que el marketing por correo electrónico bien ejecutada: en primer lugar, debido a su tendencia a generar más retorno de la inversión que cualquier otro canal digital, incluyendo SEO y medios de comunicación social; En segundo lugar porque el correo electrónico puede amplificar la fuerza de otros canales digitales, ya sea a través de la campaña de abandono de carritos o redirigiendo el cliente a los vídeos en las redes sociales de la marca.
Además, la plataforma es el más completo Cuando hablamos de puntos de contacto durante el viaje del consumidor: desde la navegación del sitio para la retención y la relación. ciclo de vida de las campañas de marketing automatizado Que acompañar al cliente a su paso, utilizando una comunicación personalizada y relevante, son fundamentales para aumentar la participación y el valor de toda la vida con la marca genere.
Basado en una encuesta de Pmweb hecha por carga de datos, fue posible realizar el seguimiento del crecimiento de 5% en la tasa de apertura 25% y en el porcentaje de clics mediante dispositivo móvil, de escritorio y tabletas En comparación con 2015-2016.

Este crecimiento es una declaración del protagonismo móvil. De acuerdo con el informe de correo electrónico Estadística, 2014-2018 del Grupo Radicati, Que se espera para finales de 2018 usuarios de correo electrónico móvil se completa en todo el mundo más de 2,2 mil millones, que representa el 80% del volumen total de usuarios. Sí, el ochenta por ciento.

Powerful data

El envío de correo electrónico de respuesta ya no es un diferencial: es una necesidad para cada Que marca quiere seguir siendo relevante. las plantillas de respuesta son una buena guía esencial para el rendimiento en cualquier campaña, y la versatilidad de las opciones disponibles Habilita el nivel de personalización que justifica el Incremento de clics indicado por las estadísticas. Pero móvil no es todo lo mismo, necesitamos saber quién estamos hablando de antes de hacer cualquier tiro a la base. ¿De dónde viene mi acceso de los clientes y cuánto tiempo tengo para conseguirlo?
Entre los dispositivos más utilizados, el iPhone lidera con el 60% del volumen, siendo la plataforma más popular en el espacio de correo electrónico móvil, seguido por el iPad de Apple (21%) y Google Android (18%). Los usuarios de Apple son lectores de correo electrónico rápido, la lectura de sus mensajes de correo electrónico para un máximo de 3 segundos a través de Ipad y Iphone. Es decir: tiene un máximo de 3 segundos para hacerse interesante. ¿Entiendes por qué existe el espacio para las campañas que no responden?
Hablar de nuevo, se encontró que las respuestas se envían por los teléfonos inteligentes 54% más rápido que aquellos enviada a través del escritorio, con un tiempo de respuesta promedio de sólo 28 minutos, seguido de 57 minutos con la tableta, y, finalmente, con el escritorio 62. Hay una sentido de urgencia en las interacciones móviles, lo que puede resultar en un mayor compromiso y la conversión si envía el mensaje correcto.
Además, incluso aunque el tamaño no lo es todo, las respuestas se envían desde dispositivos móviles 60% más cortos que los enviados desde el escritorio. Respuestas mediante dispositivo móvil tienen una longitud media de 20 palabras, seguido de la pastilla 27 con palabras y palabras escritorios 60 (Yahoo).
En resumen: adaptado a la lectura de correo electrónico móvil ofrecer a la marca una oportunidad única para conectar con los usuarios Estas rápidas, interactivos y que consumen mucho tiempo. Aprovechar los datos proporcionados por la base de datos para evitar que los usuarios más molestos: recibir demasiados mensajes de correo electrónico (44%), el contenido no relevante (37%), la falta de experiencia de botón (32%) y la falta de capacidad de respuesta (21%) . Su empresa tiene oro en la base de datos. Activar este tesoro para proporcionar una experiencia real valor en su (futura) bandeja de entrada del cliente.
Y no se olvide, el correo electrónico es una de las herramientas clave para aumentar la conversión y el compromiso. SMS, empuje y medios shouldnt considerarse también para acompañar el viaje del consumidor de una manera fluida y relevante.[:]

[:pt]Pense além do mobile-first e conquiste clientes[:en]Think beyond mobile-first and attract customers[:es]Piense más allá del mobile-first y gane clientes[:]

[:pt]Até alguns anos atrás, a experiência nas telas pequenas era subestimada pelos profissionais do marketing digital, que viam o canal como um ecossistema secundário e imaturo. Hoje em dia, mobile é estratégia principal, as outras que a acompanhem.
A liderança do mobile em índice de crescimento anual é uma realidade:
// é a plataforma onde 80% do engajamento em plataformas sociais acontece, de acordo com a comScore
// 
dois terços do volume  total de e-mails são abertos em dispositivos móveis, conforme eMarketer
// o canal é o único que permite explorar recursos de rich push e SMS
// 60% da receita dos anúncios do Google vem de acessos mobile

Investir na experiência em todos os pontos de contato é parte essencial da estratégia se quisermos criar uma conexão com os novos perfis de consumidores.

O desafio mobile

“Experience is the new marketing.”
Steve Cannon, CEO da Mercedes Benz USA

Apesar de todo o impacto gerado pelo mobile, muitos profissionais ainda estão cometendo o erro de reciclar velhas estratégias de desktop para as plataformas móveis, levando uma faca para um duelo de armas. Para entregar uma experiência relevante e consistente, a estratégia precisa contemplar as particularidades da plataforma na qual será inserida. Do contrário, não podemos esperar por engajamento. 
O usuário apresenta um comportamento diferente no mobile, buscando o resultado instantâneo e se mostrando aberto à interação. O desafio está em conquistar a atenção desse usuário, que não dedica muito tempo a um conteúdo extenso e sem apelo visual. Esse consumidor empoderado descarta conteúdo com a mesma facilidade em que entra em contato com ele. Desta forma, as marcas têm uma janela de segundos para criar uma conexão com ele através da experiência online.

Micromomentos são oportunidades

Ao contrário dos fãs do desktop que chegam a passar horas lendo, navegando e pesquisando na internet, os usuários móveis vivem no micro-momento: aí está a grande oportunidade de criar uma conexão. Micro momentos são pontos de contato extremamente relevantes dentro da jornada do consumidor e, somados, definem o rumo do relacionamento e também da conversão. Mas primeiro, precisamos dar uma atenção a três fatores:
// Quem é o meu público?
// Que tipo de interação quero ter com ele?
// O que ele tem a ganhar com isso?
E não estamos falando necessariamente de dinheiro: o valor da interação pode estar no entretenimento, no aspecto social ou até na informação contida nessa interação. Descubra o que agrega valor à sua audiência e fortaleça a estratégia online através dos diferentes pontos de contato. A multiplicidade de canais veio para somar, seja através de push, e-mail, SMS, sites mobile ou redes sociais.
E-mail marketing
A Pepsi, aliada à Round Table Pizza, ofereceu uma experiência mobile-first de sucesso através de uma campanha de e-mail marketing: a parceria rendeu uma biblioteca de jogos e atividades interativas valendo cupons de desconto, incluindo um editor de cartão de dia dos pais personalizado pelas marcas.
 

Push Notification
Outro case de sucesso é a campanha de push da L’Oréal, que engajou usuários do app e aumentou em 4,5 vezes a taxa de conversão para sua marca Carol’s Daughter. As notificações push redirecionavam para o link do quiz “What’s your Hairsonality?” (Qual é a Personalidade do Seu Cabelo, em tradução livre). A iniciativa rendeu novas campanhas, direcionadas ao público de acordo com as respostas do teste. Assim, a marca ofereceu relevância e de quebra segmentou sua base para oferecer produtos de forma mais assertiva.


Campanha SMS
Depois de construir uma lista respeitável de contatos a partir de ações na loja, a Ace Hardware combinou estratégia online com SMS para gerar carrinhos 6 vezes mais cheios de produtos. Tudo graças aos descontos aliados a conteúdo relevante, como tutoriais e vídeos valendo cupons de desconto.


Os dados são seus aliados na busca pelo engajamento. Esteja na plataforma certa, na hora certa e com a mensagem certa. E conte com a Pmweb para chegar lá.
Fonte: Modern Marketing Blog[:en]Until a few years ago, the experience on small screens was underestimated by digital marketing professionals, who saw the channel as a secondary and immature ecosystem. Nowadays mobile is the main strategy and the other platforms have to keep up with it.
The annual growth rate of mobile leadership is a reality:
 
// mobile is the platform where 80% of engagement in social media happens, according to comScore
// two thirds of the total volume of emails are opened on mobile devices, according to eMarketer
// the channel is the only one that allows you to explore rich push and SMS features
// 60% of revenue from Google ads comes from mobile access
 
Investing in experience in every point of contact is an essential part of the strategy if we are to create a connection with new consumer profiles.
 

The mobile challenge

“Experience is the new marketing.”
Steve Cannon, CEO of Mercedes Benz USA
 
Despite all the impact generated by mobile, many professionals are still making the mistake of recycling old desktop strategies to mobile platforms, bringing a knife to a gunfight. To deliver a relevant and consistent experience, the strategy needs to contemplate the particularities of the platform in which it will be inserted. Otherwise, we can’t really expect for engagement to happen.
Users behave differently on mobile, seeking instant results as they are open to interaction. The challenge is to get the attention of this user, who doesn’t spend much time on extensive content with no visual appeal. This empowered consumer discards content as easily as they find it. In this sense, brands have a time window of seconds to create a connection with them through online experience.

Micro-moments are opportunities

Unlike desktop fans who get to spend hours reading, surfing, and searching the web, mobile users live in micro-moment: there’s a great opportunity to create a connection. Micro-moments are extremely relevant points of contact within the consumer journey and, together, they define the course of the relationship as well as conversion. But first we need to pay attention to three factors:
 
// Who is my audience?
// What kind of interaction I want to have with them?
// What do they have to gain from it?
And we are not necessarily talking about money: the value of interaction may be in the entertainment, in the social aspect or even in the information contained in this interaction. Find out what adds value to your audience and strengthen your online strategy through the different points of contact. The multiplicity of channels has come to add, whether through push, email, SMS, mobile sites or social networks.

E-mail marketing

Pepsi, allied to Round Table Pizza, offered a successful mobile-first experience through an email marketing campaign: the partnership yielded a library of interactive games and activities worth discount coupons, including a customized Father’s Day card editor signed by the brands.

Push Notification

Another success story is L’Oréal’s push campaign, which used Digital Experiences to engage mobile app-users and increase eCommerce conversions for its Carol’s Daughter brand by 4.5x.
Rich push messages included links that directed app users to a fun, interactive quiz (“What’s Your ‘Hairsonality?’”), which branched off to deliver personalized, highly-relevant product offers based on the individual’s responses.

Email Marketing

After growing a sizable SMS list with a variety of in-store acquisition tactics, Ace Hardware combined digital experiences with SMS blasts to drive a huge increase in average cart size.
Each SMS blast included links to interactive coupons and helpful content like how-to guides, videos, and store finders. The brand then tailored these experiences to fit the needs of specific markets (i.e. customers in California were sent digital experiences relating to drought preparedness).

Data is your biggest ally in the quest for engagement. Be on the right platform, at the right time and with the right message. And count on Pmweb to get there.
Source: Modern Marketing Blog[:es]Hasta hace pocos años la experiencia en las pantallas pequeñas fue subestimada por los profesionales de marketing digital, que vieron el canal como un ecosistema secundario e inmaduro. Hoy el móvil es la estrategia principal y son las demás plataformas que la acompañan.
El liderazgo del móvil en la tasa de crecimiento anual es una realidad:
 
// es la plataforma donde ocurre el 80% de la participación en redes sociales, según comScore
// dos tercios del volumen total de correos electrónicos se abren en dispositivos móviles, como dice eMarketer
// es el único canal que le permite explorar las funciones de rich push y SMS
// 60% de los ingresos procedentes de los anuncios de Google provienen del acceso móvil
 
Invertir en la experiencia en todos los puntos de contacto es una parte esencial de la estrategia si queremos crear una conexión con nuevos perfiles de consumidores.
 
El desafío móvil
“La experiencia es el nuevo marketing.”
Steve Cannon, CEO de Mercedes Benz USA
A pesar de todo el impacto generado por el móvil, muchos profesionales siguen cometiendo el error de reciclar viejas estrategias de desktop en las plataformas móviles, llevando un cuchillo para un duelo de armas. Para ofrecer una experiencia relevante y coherente, la estrategia debe contemplar las particularidades de la plataforma en la que se insertará. De lo contrario, no podemos esperar por compromiso.
El usuario se comporta de manera diferente en el móvil, buscando resultados instantáneos y estando abierto a la interacción. El desafío es ganar la atención de este usuario, que no pasa mucho tiempo en un contenido extenso sin atractivo visual. Este consumidor facultado descarta el contenido tan fácilmente como lo busca. De esta manera, las marcas tienen una cuestión de segundos para crear una conexión con él a través de la experiencia online.
 

Micromomentos son oportunidades

Diferentemente de los fans de desktop que pasan horas leyendo, navegando y buscando en la web, los usuarios móviles viven en el micro-momento: hay una gran oportunidad para crear una conexión. Los micro momentos son puntos de contacto extremadamente relevantes dentro del recorrido del consumidor y, juntos, definen el curso de la relación y también la conversión. Pero primero, tenemos que prestar atención a tres factores:
// ¿Quién es mi público?
// ¿Qué tipo de interacción quiero tener con él?
// ¿Qué gana él con esto?
Y no estamos hablando necesariamente de dinero: el valor de la interacción puede estar en el entretenimiento, en el aspecto social o incluso en la información contenida en esta interacción. Averigüe qué añade valor a su audiencia y refuerce su estrategia online a través de los diferentes puntos de contacto. La multiplicidad de canales ha venido a agregar, ya sea a través de push, correo electrónico, SMS, sitios móviles o redes sociales.
 

E-mail marketing

Pepsi, aliada a Round Table Pizza, ofreció una exitosa experiencia mobile-first a través de una campaña de marketing por correo electrónico: la asociación proporcionó una biblioteca de juegos interactivos y actividades premiadas con cupones de descuento, incluyendo un editor de tarjetas del día del padre personalizadas por las marcas.

Notificación de push

Otra historia de éxito es la campaña de push de L’Oréal, que interesó a los usuarios de la app y aumentó 4,5 veces la tasa de conversión de su marca Carol’s Daughter. Notificaciones push redirigidas al link del quiz “¿Cuál es tu Hairsonality?”. La iniciativa dio lugar a nuevas campañas, dirigidas al público según las respuestas de los testes. Por lo tanto, la marca ha ofrecido relevancia y el avance ha segmentado su base para ofrecer productos de manera más asertiva.

Campaña SMS

Después de construir una buena lista de contactos a partir de campañas en la tienda, Ace Hardware ha combinado la estrategia online con SMS para generar carritos 6 veces más llenos de productos. Todo gracias a los descuentos asociados a contenido relevante, como tutoriales y videos que valen cupones de descuento.

Los datos son sus aliados en la búsqueda por el compromiso. Esté en la plataforma correcta, en el momento adecuado y con el mensaje correcto. Y cuente con Pmweb para lograrlo.
 
Fuente: Modern Marketing Blog[:]

Mobile Marketing – 5 fatores a considerar para uma campanha efetiva

[:pt]Mobile marketing é um assunto que não esgota. As pessoas usam seus celulares e tablets para cada vez mais coisas. Estamos o tempo todo conectados. Precisamos mesmo continuar falando sobre isso? Sim, precisamos.
Eles mudaram a maneira como as pessoas fazem de tudo, desde se comunicarem até consumirem informações. Agora, os dispositivos móveis estão reformulando a maneira como os consumidores compram produtos e serviços – e isso está acontecendo a uma velocidade vertiginosa.
Já sabemos que 86% das pesquisas de compras passam por aparelhos mobile. E outros números envolvidos são surpreendentes. Em países em desenvolvimento como a Índia, para muitas pessoas, a sua primeira experiência da internet se dá através de um dispositivo móvel, portanto usá-los para compras parece muito natural. Estima-se que, em 2018, a região da Ásia e do Pacífico serão responsáveis por quase 50% dos mais de US $ 600 bilhões gastos globalmente em bens e serviços adquiridos via mobile.
Para o marketing, essas tendências representam uma enorme oportunidade. Os dispositivos móveis oferecem novas maneiras de se conectar com os clientes e aprender mais sobre seus desejos, gostos e padrões de gastos. Uma campanha de mobile marketing adequadamente planejada e executada pode fazer uma grande diferença para a base de vendas de uma empresa.

1. Pense mobile, pense cross-channel

Dentro do espaço de mobile marketing, há uma gama de opções de comunicação. Enquanto aplicativos são responsáveis por 80% do tempo que as pessoas passam em seus dispositivos, elas também usam e-mail e SMS. Ao invés de apenas se concentrar em um canal, campanhas eficazes combinam todos. Você pode começar por incentivar um cliente a baixar um aplicativo, mas também utilizar os canais de push, tais como SMS e e-mail para entregar mensagens personalizadas.

2. Use dados para melhorar sua estratégia mobile

Quando um cliente faz o download de um aplicativo, a marca está recebendo uma grande oportunidade para capturar informações valiosas. Isto pode incluir qualquer coisa: o sistema operacional, o tipo de aparelho, como e onde o aplicativo é usado. Grande parte da informação é recolhida automaticamente e pode ser usado para adaptar futuras comunicações. ofertas personalizadas podem ser feitas o que aumenta muito a probabilidade de futuras compras. É importante, porém, de ser contido com o volume de comunicação de modo a não irritar potenciais clientes.

3. Desenvolva uma visão holística das interações com os consumidores

Ao reunir informações de todos os pontos de contato (email, SMS, aplicativos e web) uma imagem ainda mais clara do cliente pode ser obtida. Por exemplo, navegação na web e histórico de compras podem ser usados para personalizar mensagens e proporcionar a oportunidade de criar ofertas exclusivas. Ao invés de marketing para grandes grupos, a segmentação pode ser trazida à individualização. Aqui uma plataforma de gestão de dados (DMP) pode ajudar. Este software gere gastos com marketing em toda uma gama de canais e trilhas sucesso da campanha. Usando os insights recolhidos, os profissionais de marketing podem ter certeza de que as campanhas estão sendo tão eficazes e eficientes quanto possível.

4. Não esqueça do SMS

O SMS é uma mina de ouro esquecida. Enquanto a atenção tende a concentrar-se no desenvolvimento de aplicativos, é importante não esquecer uma tecnologia muito mais velha: SMS. Mesmo as pessoas sem smartphones podem receber e responder mensagens de SMS, tornando-as uma escolha de comunicação muito eficaz.
Uma recente pesquisa constatou que 90% das mensagens SMS são abertas e lidas nos primeiros 90 segundos de seu recebimento. Isto torna-as muito mais eficazes do que o e-mail marketing e seu alcance pode ser melhorado quando combinado com outros canais de marketing.

5. Comprove o valor da sua estratégia mobile

No final do dia, tudo é sobre ROI. Por esta razão, é importante para definir metas claras desde o início. Pode ser o número de aplicativos instalados, o número de respostas por SMS, visitas ao site ou o volume de compras geradas via mobile. Ter objetivos específicos permite que você acompanhe o sucesso de uma campanha e rapidamente faça as melhorias necessárias.
Mobile marketing é um método muito poderoso para marcas conectarem-se com pessoas. A capacidade de personalizar mensagens com base em dados recolhidos significa campanhas não possíveis anteriormente. Interações podem ser monitoradas para determinar o sucesso e futuras campanhas desenvolvidas a partir de uma compreensão do mercado.
O futuro do mobile marketing é agora. Você está pronto para isso?
 [:]

[:pt]SMS Marketing: uma mina de ouro esquecida[:]

[:pt]Há um grande número de canais de marketing digital. A maioria do nosso tempo e esforço é gasta com os canais mais visíveis: anúncios de mecanismos de busca, display, SEO, social, e-mail marketing e conteúdo.
Mesmo que estes sejam os principais, que merecem muita atenção, às vezes isso pode significar que outros canais menores, mas igualmente poderosos caiam no esquecimento. Um deles é o SMS (que não morreu!).
Mesmo com a concorrência de aplicativos como o Facebook Messenger, Google Hangouts e WhatsApp, as pessoas em todo o mundo continuam a enviar 350 bilhões de mensagens de texto por mês. Por quê? O SMS está disponível em praticamente todo telefone celular, enquanto outros aplicativos podem enfrentar problemas com compatibilidade de plataformas e acesso à Internet.
sms-marketing-
Para o negócio certo, o SMS pode ser uma fonte inesgotável de oportunidades. Aqui estão cinco razões para otimizar seu marketing com o SMS:

1. SMS é baseado em permissão

SMS é como o e-mail marketing: requer o consentimento do usuário. Antes de enviar a primeira mensagem, o usuário tem de fazer um cadastro, autorizando essa comunicação.
Esse modelo estabelece confiança entre a empresa e o consumidor. Porque se os assinantes se cadastram por livre e espontânea vontade, é seguro afirmar que os clientes consideram suas mensagens valiosas.
As mensagens de texto podem fazer parte de uma estratégia macro de ominichannel. Por exemplo: esse canal pode ser usado para reativação de base, ao acionar os clientes desengajados e também para alertas promocionais.
Depois de apenas dois meses de uso da plataforma Oracle Responsys Marketing Suite para implantar campanhas promocionais por SMS, o Magazine Luiza teve excelentes resultados. As mensagens de texto contribuíram com 17% do ROI de vendas de lojas físicas, além de aumentar as vendas online. Além disso, a estratégia garantiu um engajamento de 46% entre e-mail marketing e SMS marketing.

MAGA-SMS2. SMS é nativo do mobile

Mensagens de texto foram construídas para celular, as pessoas compreendem intuitivamente seus benefícios e suas limitações. Muitos apps, por outro lado, foram desenvolvidos como sites primeiro e só mais tarde para celular.
Em outras palavras, não há curva de aprendizagem ou problemas de interface de usuário com SMS marketing. Ele simplesmente funciona.

3. SMS tem altíssima taxa de abertura

De acordo com um estudo realizado pela MobileSquared, mais de 90 por cento das mensagens de texto são lidas dentro de três minutos. Você já viu esse tipo de resposta em uma campanha de e-mail? As médias de e-mail marketing em taxa de abertura são 22%.
Como as mensagens de texto são curtas e relativamente pouco frequentes, as caixas de entrada de SMS são muito menos saturadas com mensagens de marketing.

4. A maioria dos consumidores está disposta a receber mensagens de texto promocionais (sob certas circunstâncias)

Enquanto as empresas precisam de incentivos adequados para obter os números de telefone das pessoas, algumas organizações podem consegui-los, apenas, oferecendo serviços simples, como lembretes de mensagem de texto.
Um estudo recente descobriu que quase 14% das pessoas estão dispostas a compartilhar seus números de telefone com as empresas para receber mensagens de texto promocionais, sem receber qualquer incentivo.
No entanto, esse número aumenta drasticamente quando há um incentivo: 57% dos usuários estão dispostos a receber SMSs promocionais se elas receberem um desconto.

5. O SMS não está morrendo

De acordo com o estudo da SimpleTexting, as pessoas são mais propensas a enviar uma mensagem de texto a um amigo ou membro da família do que ligar para eles diretamente.
Além disso, 53% das pessoas disseram que enviam o mesmo número de mensagens de texto agora como fizeram há um ano, e 24% disseram que enviem mais.
Esta descoberta mostra que o SMS tem alto poder de permanência em um mundo que se tornou saturado com múltiplas plataformas de bate-papo e de mensagens.

Afinal de contas…

Mobile Marketing deve movimentar neste ano U$ 100 bilhões. Não esqueça de incluir o SMS em seu budget.[:]

Mobile Marketing: 5 tendências para 2016

[:pt]Em 2015 assistimos o mobile explodir. Ponto para as empresas que já exploram a publicidade móvel em seu pleno potencial. No ano passado, o uso de dispositivos móveis finalmente ultrapassou o uso do PC e a otimização focada em mobile tornou-se crucial para a publicidade on-line. Lembram do mobilegedon?
Para 2016, as previsões apontam para mais mudanças no cenário da indústria, que tem o crescimento mais rápido nos mercados emergentes, que é o caso do Brasil, apesar da crise econômica. A queda nos preços dos aparelhos e a introdução de modelos mais baratos trará mais de um bilhão de assinantes nos próximos quatro anos, abrindo inúmeras oportunidades. Portanto, com os desafios dos países emergentes, é fundamental ter em mente as tendências móveis específicas para essas economias.
Aqui estão cinco tendências em mobile para mercados emergentes para observar neste ano.

1. O crescimento do budget mobile

Nos últimos anos, os dados com origem móvel têm crescido significativamente. Segundo relatórios, no ano passado houve um aumento de 77% no tráfego de dados móveis devido aos mercados emergentes. Europa Oriental e Sudeste da Ásia têm impulsionado esse crescimento, devido à introdução de aparelhos 3G a preços acessíveis.
O uso constante de smartphones oferece a oportunidade única de atingir o público em qualquer lugar e em qualquer momento. Com modelos baratos no mercado, os dispositivos móveis são, muitas vezes, o primeiro meio de acesso à internet.  De acordo com dados da Clickky, houve um crescimento de 15% nos orçamentos de publicidade móvel em 2015. Todos os dias, centenas de novos aplicativos são lançados no mercado, tornando-se muito mais difícil ter sucesso. E isso é quase impossível sem anúncios bem colocados ou uma boa estratégia de push notification marketing. Assim, em 2016, mire seu budget para o mobile marketing, uma maneira certeira de atingir o público de classe emergente.

2. A mudança para mais formas progressivas de publicidade

Embora o conceito de publicidade nativa seja notícia velha para economias maduras, os mercados emergentes estão apenas começando a adotá-lo. Em 2016, os formatos mais progressivos serão utilizadas de forma mais ampla nos mercados emergentes. Isso inclui não apenas a adoção tardia de formas nativas, mas também o vídeo móvel e uma ampla variedade de formatos de anúncios in-app. Isto levará a uma maior exploração de inúmeras oportunidades de publicidade móvel em 2016.

3. Mais personalização em campanhas publicitárias

Há muito falamos sobre isso no blog da Pmweb. Mas agora, a personalização na publicidade é uma das principais previsões de tendências em 2016. Com o desenvolvimento constante de tecnologia de segmentação um para um, atingir o público certo é muito mais fácil. O resultado: os dados têm de se tornar mais orientados a comportamentos e os profissionais de marketing devem direcionar os usuários ao ponto de engajamento. Atingir o público certo, no momento certo, com a mensagem certa é mais importante do que nunca.
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4. Quantidade versus qualidade: o engajamento vai ser mais importante que downloads de apps

Quando se trata de engajamento e retenção, os mercados emergentes ficam um pouco atrás. De acordo com dados da Clickky, mais de 80% das campanhas executadas em mercados emergentes estão focadas em cliques e há menos atenção às métricas de engajamento. Com a penetração generalizada do mobile, isso finalmente deve mudar.
Manter um cliente tornou-se muito mais barato do que adquirir um novo, algo de que falamos há muito tempo neste blog. Um aplicativo em média perde cerca de 77% de seus usuários móveis diários nos primeiros três dias de seu lançamento.  Assim, alcançar usuários do aplicativo, em muitos casos, tornou-se a única opção para os desenvolvedores de aplicativos. Veja nosso artigo sobre push notification marketing e comece já a estratégia de retenção.

5. Melhorias nas buscas mobile

Com a introdução da indexação de apps pelo Google, as marcas que possuem aplicativos logo vão perceber as vantagens dessa visibilidade online. Além disso, os profissionais de marketing vão prestar mais atenção em deep links, o que ajuda a melhorar a navegabilidade do app, a experiência do usuário e influir na pesquisa contextual. No final, isso pode levar à completa dominância de aplicativo móvel sobre web móvel. Embora ainda haja um longo caminho a percorrer, o primeiro passo neste sentido será feito em 2016.

Fontes:
Oracle Modern Marketing Blog
Mobile Marketing Watch

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[:pt]Mobile marketing: talvez você esteja fazendo isso errado[:]

[:pt]Desde o Google Mobilegedon até o Facebook Hello, os gigantes da tecnologia têm mostrado uma coisa clara para as marcas: se você não está priorizando o mobile, você está ficando para trás. Hoje, existem 2,8 bilhões de usuários de Internet, enquanto usuários de dispositivos móveis atingiram 5,2 bilhões – representando impressionantes 73% da população mundial.
mobile-marketing
O mobile está se tornando o modo default de comunicação. Os grandes players, incluindo Google e Facebook, estão fazendo para se conectar diretamente com os usuários e, preferencialmente, pelas pequenas telas. Esta mudança contínua representa uma enorme oportunidade para os profissionais de marketing, mas não pelas razões que você está imaginando.
Sim, sites responsivos são importantes, mas o dinheiro real está em se conectar diretamente com os usuários aqueles que já estão considerando seu produto ou serviço como alternativa de compra e só precisam de uma última peça de informação antes de tomar a sua decisão.
Em outras palavras, a oportunidade de um bilhão de dólares está nas chamadas oriundas de inbound marketing. Quem faz uma ligação atraído por inbound marketing é porque está realmente interessado no negócio, são prospects altamente relevantes e valiosos.

Pense em smartphones como… telefones!

Primeiro você precisa ajustar o seu paradigma de mobile marketing. Não basta encaixar uma experiência de desktop em um dispositivo menor, mas, em vez disso, é preciso tirar partido das capacidades únicas dos celulares. Além da criação de sites e páginas de destino responsivos, incentive os usuários a entrarem em contato com um call to action amigável e claro para a ação (por exemplo, “Ligue-nos agora para uma cotação”). Faça testes A / B em suas páginas, anúncios, e em botões call to action para entender o que impulsiona mais chamadas e ligações da qualidade.

Otimize suas campanhas para celular

Depois de criar e testar seus links, páginas de destino e calls to action para dar à sua audiência móvel o que ela quer, é preciso se certificar de que você pode ser encontrado nas pesquisas. Exibir o seu número de telefone em seus anúncios de links patrocinados pode incentivar as pessoas a ligarem. Busque padrões de dias e horários com mais chamadas para tirar proveito do pico de tráfego.

Feche o loop

Rastrear as chamadas oriundas de pesquisa é um primeiro passo importante, mas entender o resultado de uma chamada é a única maneira de descobrir o verdadeiro ROI da pesquisa paga. Amarre campanhas online à receita real, acompanhando o resultado daquela ligação. Foi marcada uma reunião? Um venda foi feita? Qual é o valor desse cliente? Quais palavras-chave orientaram as ligações mais valiosas?

Teste, ajuste, repita

Use ferramentas de marketing automation e CRM para unir dados de oportunidade e de ROI e sincronizar os dados com o Google Analytics. Examine quais campanhas convertem melhor off-line e, em seguida, otimize as páginas de destino, os anúncios e as mensagens para incentivar as ligações. Ajuste a sua estratégia de oferta com base em inbound.
Fonte: MarketingProfs
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[:pt]Push notification marketing – o que você precisa saber para começar[:]

[:pt]Push notification marketing é toda comunicação realizada via mobile, por meio das notificações de um aplicativo e faz parte de ações de mobile marketing.
Se sua marca possui um app, provavelmente seus objetivos são que as pessoas:

      1. O instalem
      2. Se loguem
      3. Não desliguem as notificações
      4. Não o desistalem

Existe aplicativo para tudo e a disputa por espaço no cartão de memória é grande. Basicamente, em termos de objetivos, usamos apps para compra, conteúdo, relacionamento, geolocalização e entretenimento.
Conforme pesquisa da Responsys em 2014, 57% dos clientes fazem download do app de suas marcas favoritas. O grande desafio é manter os usuários engajados com a empresa também via aplicativo. Para isso, a comunicação deve ser relevante e pautada na trajetória do usuário.
Muito além da notificação
Portanto, tendo em base com que objetivos os clientes usam o seu app, desenvolva um plano de lifecycle marketing que considera cada perfil. Procure ao máximo coletar os dados do usuário (perfil, localização, utilização, preferências, etc.) e orquestrar a comunicação com outros meios, como o e-mail marketing e sms.
Contrate uma plataforma que permita essa integração com sua data base marketing para que sua comunicação seja o mais acertada possível. Mas, antes de mais nada, deve-se entender que há dois tipos de usuário de aplicativos:
Anônimo: quando sabemos apenas que aquele device baixou o app, mas não conhecemos o usuário
Identificado: quando ele se logou e, então, podemos mandar push notifications tão personalizadas quanto e-mails e sms

Mas e se o usuário não permitir push notifications?

Será um desafio. No entanto, dependendo da tecnologia utilizada para orquestrar a comunicação, é possível mostrar a comunicação não por push, mas quando o usuário abrir o aplicativo. Por exemplo, a plataforma Oracle Responsys Marketing Suite faz isso. Ela também oferece a possibilidade de estabelecer uma regra que manda os usuários dos apps sejam direcionados a ele quando clicam em ofertas de e-mail. Também se pode definir o tipo de push conforme device, diferenciando por exemplo, as mensagens entregues a tablets ou smartphones.

E-mail marketing que direciona para aplicativo
E-mail marketing que direciona para aplicativo

Algumas ações possíveis em push notification marketing

Precisamos pensar que, por tipo de interrupção, a ordem é sms, push e e-mail. Sendo assim, podemos bolar ações diferentes de acordo com o tipo de interrupção que queremos. As possibilidades são infinitas. Mas veja por onde começar:
// Boas-vindas: para todos que instalaram o app, com incentivo para uso e vendas
// Ofertas especiais vinculadas à página do produto que está sendo visualizada
// Ofertas-relâmpago
// Lançamentos de produtos
// Lembrete de carrinho abandonado
// Opt-in de e-mail ou convite de criação de conta
// Link para bate-papo online ou de suporte ao cliente
// Cross-sell para páginas de produtos relevantes
// Geolocalização
// Reengajamento

Push notification marketing são ações de comunicação personalizadas via aplicativo
Push notification marketing são ações de comunicação personalizadas via aplicativo
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