[:pt]9 fontes de dados para você ficar ligado em 2016[:]

[:pt]Gerar mais negócios através de um mesmo cliente é mais lucrativo do que conquistar novos clientes. Se você é do varejo e tem previsão de um ano difícil, concentre seus esforços naquilo que irá gerar mais resultados.
Para isso, trabalhe a mina de ouro que você já tem, que são os dados sobre os seus clientes e use-os para nortear suas estratégias e para enviar comunicação personalizada e individualizada para sua base.
Selecionamento 9 fontes de dados que você pode começar a usar ainda hoje.

  1. Loja física:

Sabemos que o cliente é omni-channel. Ele pesquisa na loja virtual e olha o produto na loja física, depois ele compara preços e condições de pagamento com seus concorrentes online e offline. Se o cliente está em todos os lugares, você também precisa estar. Aproveite que ele está na sua frente e peça o e-mail dele. Essa é mais uma forma para você se comunicar com ele e continuar o relacionamento. Entenda também quantos produtos ele comprou, a forma de pagamento escolhida, se usou o cartão de crédito da loja ou o convencional da bandeira.

  1. Redes sociais:

Quanto da sua base de fãs é de fato seu cliente? Seu cliente interage com você também nas redes sociais? Ele clica no produto que você publica e vai até a loja virtual? Extraia os contatos das redes sociais e cruze com a sua base de clientes opt-in, e descubra quem são os mais engajados com a sua marca para criar estratégias específicas para eles.

  1. Plataforma de Ecommerce:

É a sua loja virtual, onde o seu cliente tem acesso aos seus produtos. E através da plataforma também que você consegue identificar por quais produtos o cliente navegou, se clicou, quanto tempo permaneceu na página, se leu as recomendações, quantas vezes visitou a mesma página, se procurou produtos similares ou substitutos. Toda essa informação é um manancial de dados que não pode ser descartado.

  1. Aplicativo:

Seu cliente baixou o seu aplicativo e de vez em quando o acessa para ver as promoções e novidades da marca? Não deixe ele no vácuo! Atualize o app, mantenha-o com as promoções dos outros canais e interaja com o seu cliente com pushs. Incentive o acesso e a navegação e dê a ele condições exclusivas de compra. E claro, extraia as informações de interação e compras no app e una com as outras fontes de dados. Lembre-se, toda navegação no app dispensa o investimento em propaganda nos buscadores ou redes sociais, dessa forma toda a venda através do app tem um custo muito menor.

  1. Fidelidade:

Um cliente fiel é um cliente que tem uma boa taxa de recompra. A recompra se dá por diversos motivos: uma experiência de compra satisfatória, produtos de qualidade, pagou um preço que achou correto e foi bem atendido. Como existem inúmeros graus de fidelidade, as marcas criam diferentes segmentações de acordo com o nível de engajamento e, através disso, oferece diferentes benefícios e condições exclusivas. Reconheça seus melhores clientes, afinal se eles são especiais mesmo, demonstre.

  1. ERP:

É nele que está a relação de tudo aquilo que o cliente já adquiriu na sua loja, a forma como pagou, qual foi a entrega escolhida e etc. Com isso, sabe-se sobre a recorrência, o ticket médio, o quanto ele é suscetível a promoções e a datas especiais. Melhor ainda se você conseguir unir o histórico de compras on-line com as compras em pontos físicos, com isso, você poderá extrair ainda informação do tipo de produto que ele prefere comprar na web ou no ponto de venda e poderá inferir com mais assertividade sobre a relação deste cliente com a sua marca.

  1. Tracking de encomendas:

A expectativa de chegar uma encomenda é sempre angustiante, e vamos ser honestos, você não quer saber de mais nada entre o tempo da compra e o do recebimento. Com esse dado na mão, você pode evitar gastar dinheiro com publicidade para esse cliente, e enviar mensagens sobre o status do pedido ao invés de uma outra oferta, talvez até melhor do que a compra do seu cliente. Este dado é extremamente sensível para seus anúncios e para suas campanhas, mas principalmente para que o seu relacionamento seja verdadeiramente individualizado.

  1. SAC

O cliente pode usar o SAC para saber mais sobre um determinado produto, pode solicitar informações sobre um pedido realizado, pode querer informações sobre a política de trocas e mais. Esse é um canal muito importante pois ele é uma ponte direta entre a marca e o cliente. Se ele está aguardando a resposta de um produto que teve defeito talvez não seja a melhor audiência para sua campanha, mas se ele teve um retorno positivo para as dúvidas, ele pode tornar-se um novo embaixador da sua marca.

  1. Busca interna:

Não é tarefa fácil acompanhar os passos do cliente na loja física, mas na loja on-line isso é básico. Entenda o comportamento de busca dentro do seu site, veja as categorias navegadas, produtos clicados e ainda entenda o comportamento do cliente no website e tenha insights para aprimorar a experiência web do cliente, facilitando a busca de produtos e reduzindo o número de cliques. Afinal tudo o que o cliente buscou na sua loja é o que ele esperava encontrar, talvez o sapato bege cadastrado como produto, é o sapato nude que sua cliente estava buscando. A caixa de buscas tem a resposta que todo vendedor de loja física espera quando pergunta: “Procurando algo em especial?”.
Essas são algumas das inúmeras fontes de dados existentes. Lembre sempre que um mesmo dado pode ser extraído de mais uma fonte, então faça os cruzamentos necessários para ter insights poderosos que irão nortear as suas estratégias.
Em tempos de recursos escassos, usar o que se tem não é só mais inteligente, como é também mais lucrativo.[:]

Mobile Marketing: 5 tendências para 2016

[:pt]Em 2015 assistimos o mobile explodir. Ponto para as empresas que já exploram a publicidade móvel em seu pleno potencial. No ano passado, o uso de dispositivos móveis finalmente ultrapassou o uso do PC e a otimização focada em mobile tornou-se crucial para a publicidade on-line. Lembram do mobilegedon?
Para 2016, as previsões apontam para mais mudanças no cenário da indústria, que tem o crescimento mais rápido nos mercados emergentes, que é o caso do Brasil, apesar da crise econômica. A queda nos preços dos aparelhos e a introdução de modelos mais baratos trará mais de um bilhão de assinantes nos próximos quatro anos, abrindo inúmeras oportunidades. Portanto, com os desafios dos países emergentes, é fundamental ter em mente as tendências móveis específicas para essas economias.
Aqui estão cinco tendências em mobile para mercados emergentes para observar neste ano.

1. O crescimento do budget mobile

Nos últimos anos, os dados com origem móvel têm crescido significativamente. Segundo relatórios, no ano passado houve um aumento de 77% no tráfego de dados móveis devido aos mercados emergentes. Europa Oriental e Sudeste da Ásia têm impulsionado esse crescimento, devido à introdução de aparelhos 3G a preços acessíveis.
O uso constante de smartphones oferece a oportunidade única de atingir o público em qualquer lugar e em qualquer momento. Com modelos baratos no mercado, os dispositivos móveis são, muitas vezes, o primeiro meio de acesso à internet.  De acordo com dados da Clickky, houve um crescimento de 15% nos orçamentos de publicidade móvel em 2015. Todos os dias, centenas de novos aplicativos são lançados no mercado, tornando-se muito mais difícil ter sucesso. E isso é quase impossível sem anúncios bem colocados ou uma boa estratégia de push notification marketing. Assim, em 2016, mire seu budget para o mobile marketing, uma maneira certeira de atingir o público de classe emergente.

2. A mudança para mais formas progressivas de publicidade

Embora o conceito de publicidade nativa seja notícia velha para economias maduras, os mercados emergentes estão apenas começando a adotá-lo. Em 2016, os formatos mais progressivos serão utilizadas de forma mais ampla nos mercados emergentes. Isso inclui não apenas a adoção tardia de formas nativas, mas também o vídeo móvel e uma ampla variedade de formatos de anúncios in-app. Isto levará a uma maior exploração de inúmeras oportunidades de publicidade móvel em 2016.

3. Mais personalização em campanhas publicitárias

Há muito falamos sobre isso no blog da Pmweb. Mas agora, a personalização na publicidade é uma das principais previsões de tendências em 2016. Com o desenvolvimento constante de tecnologia de segmentação um para um, atingir o público certo é muito mais fácil. O resultado: os dados têm de se tornar mais orientados a comportamentos e os profissionais de marketing devem direcionar os usuários ao ponto de engajamento. Atingir o público certo, no momento certo, com a mensagem certa é mais importante do que nunca.
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4. Quantidade versus qualidade: o engajamento vai ser mais importante que downloads de apps

Quando se trata de engajamento e retenção, os mercados emergentes ficam um pouco atrás. De acordo com dados da Clickky, mais de 80% das campanhas executadas em mercados emergentes estão focadas em cliques e há menos atenção às métricas de engajamento. Com a penetração generalizada do mobile, isso finalmente deve mudar.
Manter um cliente tornou-se muito mais barato do que adquirir um novo, algo de que falamos há muito tempo neste blog. Um aplicativo em média perde cerca de 77% de seus usuários móveis diários nos primeiros três dias de seu lançamento.  Assim, alcançar usuários do aplicativo, em muitos casos, tornou-se a única opção para os desenvolvedores de aplicativos. Veja nosso artigo sobre push notification marketing e comece já a estratégia de retenção.

5. Melhorias nas buscas mobile

Com a introdução da indexação de apps pelo Google, as marcas que possuem aplicativos logo vão perceber as vantagens dessa visibilidade online. Além disso, os profissionais de marketing vão prestar mais atenção em deep links, o que ajuda a melhorar a navegabilidade do app, a experiência do usuário e influir na pesquisa contextual. No final, isso pode levar à completa dominância de aplicativo móvel sobre web móvel. Embora ainda haja um longo caminho a percorrer, o primeiro passo neste sentido será feito em 2016.

Fontes:
Oracle Modern Marketing Blog
Mobile Marketing Watch

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[:pt]Data is the new money[:]

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Dados. Dados. Dados.

Eles estão em todos os lugares e são mais importantes do que você imagina.
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Quão importante é saber o histórico de compras para enviar uma nova oferta?
Quão essencial é saber onde o cliente mora para enviar uma promoção de aéreo?
Quão fundamental é saber o momento da vida do seu cliente? É hora de enviar oferta de panela ou assinatura de fralda?
Seu cliente é fã de cartão de crédito ou com um pequeno incentivo paga no débito ou no boleto?
Ele compra cervejas ou é fã de um bom vinho?
Ele mora sozinho ou com a família?
Ele tem carro ou usa transporte público ou táxi?
Tem animal de estimação?
Boa parte dessas informações está nas fontes de dados das empresas e não é utilizada da forma devida. Seu cliente é único e quer ser tratado de tal forma. Para tornar a comunicação individualizada, você precisa entender os seus dados, interpretar e extrair deles insumos para as suas decisões.

Vamos ver algumas origens de dados e como aproveitar eles nas suas estratégias:

– histórico de compras: é a relação de tudo aquilo que o cliente já adquiriu na sua loja, a forma como pagou, qual foi a entrega escolhida e etc. Com isso, sabe-se sobre a recorrência, o ticket médio, o quanto ele é suscetível a promoções e a datas especiais. Melhor ainda se você conseguir unir o histórico de compras online com as compras em pontos físicos, com isso, você poderá extrair ainda informação do tipo de produto que ele prefere comprar na web ou no ponto de venda e poderá inferir com mais assertividade sobre a relação deste cliente com a sua marca.
– histórico de crédito: mostra o comportamento do cliente como tomador de empréstimos e financiamentos, fala sobre quanto pegou emprestado, de quem foi, quanto tempo demorou a pagar, se pagou em dia, etc. Com bases nestas informações, instituições financeiras podem oferecer novos produtos com taxas especiais de financiamento, marcas podem abrir linhas especiais de crédito para um segmento específico de clientes ou ofertar outros serviços do mesmo grupo, expandindo o mix de produtos dentro da mesma carteira de clientes.
– web behavior: essa é uma fonte riquíssima de informação! Através dela que é possível identificar por quais produtos o cliente navegou, se clicou, quanto tempo permaneceu na página, se leu as recomendações, quantas vezes visitou a mesma página, se procurou produtos similares ou substitutos. Mostra também o comportamento do cliente com o website, oferecendo insights valiosos para que a empresa possa sempre aprimorar a experiência web do cliente, facilitando a busca de produtos e reduzindo o número de cliques, tudo para aumentar a conversão.
– in store behavior: da mesma forma que mapeamos o comportamento do cliente no website, é possível acompanhar a jornada dele dentro da loja. Por quais corredores ele passou, por quais produtos se interessou, quais olhou e não colocou no carrinho. Ele ficou passeando e olhando os produtos ou foi direto para o que ele precisava? Os dados in store são muito valiosos e são tendência ao redor do mundo.
– fidelidade: um cliente fiel é um cliente que tem uma taxa de recompra positiva. A recompra se dá por diversos motivos: uma experiência de compra satisfatória, produtos de qualidade, pagou um preço que achou correto e foi bem atendido. Todos os quesitos fazem o cliente voltar a fazer negócios com uma marca. Como existem inúmeros graus de fidelidade, as marcas criam diferentes segmentações de acordo com o nível de engajamento e, através disso, oferece diferentes benefícios e condições exclusivas. Um cliente fiel é um cliente que se lembra da sua marca, que a tem como preferência de compra e que, muitas vezes, aceita algum tipo de inconveniente por conta da positiva relação já construída.
– interesse: é importante que você saiba um pouco mais sobre o seu cliente, independente dos seus canais. Dados demográficos sobre a idade e o sexo, juntamente com os interesses expressos nas suas atividades online como as categorias de afinidade, segmentos de interesse no mercado. Com base nestas informações, é possível fazer inferências específicas para entender comportamentos e previsões.
Com tantas informações à disposição, mandar a mesma mensagem para todos os clientes é como mandar ele embora da sua loja. Crie campanhas que façam sentido para o destinatário. Automatize suas estratégias com tecnologia. Faça e-mails com conteúdo dinâmico. Use essas informações para se aproximar do seu cliente.
Data is the new money. Não economize.
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[:pt]Black Friday 2015: e-mail marketing é rei[:]

[:pt]Enquanto a economia do país permanece no negativo, os números do e-commerce brasileiro seguem na crescente. A Black Friday 2015 vendeu 44% mais que em 2014, um novo recorde para a data.
Os e-commerces que se destacaram trabalharam, entre outras ações, de maneira estratégica o e-mail marketing, que teve papel fundamental nas metas de vendas alcançadas. Houve uma empresa em que as campanhas de e-mail foram responsáveis por 40% das conversões e 29% do tráfego.
Conheça algumas experiências positivas de Black Friday para grandes empresas, clientes Pmweb:
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“A Black Friday 2015 foi um sucesso, especialmente no canal e-mail marketing, alcançamos um crescimento de 54% comparado ao mesmo período de 2014 e a representação de 40% sobre o faturado no mês de novembro. Não tivemos nenhuma instabilidade com a plataforma Oracle Responsys Marketing Suite, isso garantiu a entrega das melhores promoções em tempo recorde. Agora é planejar 2016″ Daniely Oliveira (Viajanet)
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“Não só batemos a meta com a Black Friday como faturamos o dobro do que estávamos esperando! Foi realmente muito bom.”  Priscilla Abrante (TokStok)
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“Foi excelente, pois foi o melhor mês em vendas totais desde que entrei no email, além disso, crescemos quase 12% em relação ao ano passado.” Renan Zukovski (Lojas Colombo)
passarela-logo“O trabalho conjunto entre a Passarela e a Pmweb trouxe resultados extraordinários durante a Black Friday. A elaboração conjunta de uma estratégia específica para a data resultou num aumento de 20% da receita nos e-mails blast e de 129% nos transacionais, quando comparados com o mesmo período do ano passado. Além do impacto nas vendas, a melhora nas taxas de abertura e clique também pode ser sentida: taxas aumentaram 46% e 9,5%, respectivamente.” Ana Jardim (Passarela)
Veja o histórico da Black Friday no Brasil em números:
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[:pt]3 métricas de usuários para fortalecer campanhas de e-mail marketing[:]

[:pt]Quanto você conhece do seu cliente? Talvez você saiba o nome e o endereço dele, mas o que você realmente tem de informação sobre eles? De acordo com uma pesquisa da Oracle com CMOs no início deste ano, 86% dos entrevistados têm atualmente acesso aos dados fundamentais, ou informações básicas com segmentação simples e personalização.
Este é um bom ponto de partida, mas há muitos outros tipos de dados que lhe darão mais insumos sobre a base de clientes, que lhe possibilitarão uma comunicação  mais eficiente e eficaz. Neste post falaremos das três principais características que lhes darão uma visão mais completa dos consumidores da sua marca, além de algumas dicas de como usar esses dados em suas estratégias de e-mail marketing: ciclo de vida, valor médio por pedido e latência.
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1. Valor do ciclo de vida

Um dos maiores indicadores de sucesso no varejo é o Lifetime Customer Value (CLV), ou o valor do ciclo de vida do usuário, que é definido como o total financeiro que um cliente gasta ao longo de toda a sua relação com a empresa. Muitos varejistas conhecem o seu CLV médio, mas, para criar campanhas de marketing personalizadas verdadeiramente, você precisa saber muito mais do que isso.
Por exemplo, você pode determinar um CLV para diversos segmentos e personas baseados em histórico de compras. Isso irá fornecer uma vasta quantidade de informações para criar mensagens de e-mail segmentadas. Provavelmente haverá uma sobreposição entre os seus clientes com uma CLV alta e seus melhores clientes, que são o pequeno grupo daqueles que são mais valiosos para você ao longo do tempo, tendo como base compras frequentes com os valores altos. Uma vez que estes são seus clientes mais leais, você não deve tratá-los da mesma forma que seus clientes de compra única ou eventuais.
Para calcular o CLV, multiplique o número de compras que um cliente fez por ano pelo seu valor médio do pedido e, em seguida, adicione esse número para cada ano que eles têm sido um cliente. Por exemplo, se um cliente faz duas compras por ano a uma média de RS $ 50 cada, por um período de três anos, então a sua CLV seria R$ 300.

E-mail marketing na prática:

Você pode configurar campanhas de e-mail com vantagens exclusivas apenas para clientes com um alto CLV. Há muitas maneiras de recompensar esses clientes, como descontos especiais, experiências VIP e eventos exclusivos. Você também deve ser estratégico em oferecer descontos para salvar remarcações mais altas e promoções relacionadas apenas para os seus clientes de alto valor, o que pode render grandes resultados.

2. Valor médio do pedido

O valor médio do pedido, ou Average Order Value (AOV), descreve os valores típicos gastos por pedido de cada cliente. Para muitas empresas, o AOV sobe sempre em cada compra subsequente. Isso pode ser porque os consumidores recorrentes confiam em sua marca e gastam mais, sentem-se confortáveis com a empresa, e tornam descobrir mais sobre quais produtos ou categorias estão interessados. Para calcular AOV, basta dividir o montante total que o cliente tenha gasto pelo número de pedidos que tenha feito.
Através desta métrica você pode segmentar clientes por altos, médios e baixos compradores e, com isso, criar campanhas de e-mail marketing otimizadas que fornecem conteúdo e promoções diferentes para cada grupo.

E-mail marketing na prática:

Se você perceber um dia ou momento específico em que AOV esteja significativamente maior, aja sobre ele imediatamente. Se é um segmento específico de seus clientes que gastam mais durante este período, você pode segmentar e enviar mensagens exclusivas a esse grupo. Se é outra coisa, como um tipo de produto que vende melhor, você pode segmentar todos os que compraram o produto no passado e testar um e-mail para eles com mensagens de cross sell ou upsell. Você pode fazer isso sempre!

 3. Latência

A latência é o número médio de dias entre cada compra que um cliente faz. Depois de descobrir as fases do ciclo de vida do cliente, você pode determinar que tipos de mensagens irá oferecer em vários pontos na sua relação com a sua marca, a fim de atingir os clientes quando eles estão mais propensos a comprar novamente.
Por exemplo, se você tem uma série de e-mail pós-compra, você pode combinar com a cadência de diferentes pontos do ciclo de vida do cliente, com mensagens que vão impactar os clientes aos 30, 60, 90 ou 120 dias após a aquisição correspondente.

E-mail marketing na prática:

Se o cliente médio leva 120 dias para fazer uma segunda compra, atingi-lo com mensagens de vendas imediatamente após a sua compra, provavelmente, não fará sentido. O que faz mais sentido é usar o período de “lua de mel” imediatamente após a compra para reforçar sua marca, e depois, quando os clientes entrarem novamente em um ponto onde estatisticamente eles são mais propensos a fazer uma compra, começar a intensificar ofertas diretas.
Estes são apenas alguns dos data points que você pode usar para obter insights sobre seus clientes. Ao saber o quê, quando, por quê e com que frequência eles estão comprando, você não só vai descobrir quem são seus clientes, como pode prever o seu comportamento de compras futuras. Estas informações permitem que você crie campanhas de e-mail personalizadas orientadas a dados, que serão capazes de conduzir o envolvimento do cliente, mais receita e retenção.
Fonte: Oracle Marketing Cloud Blog[:]

[:pt]Push notification marketing – o que você precisa saber para começar[:]

[:pt]Push notification marketing é toda comunicação realizada via mobile, por meio das notificações de um aplicativo e faz parte de ações de mobile marketing.
Se sua marca possui um app, provavelmente seus objetivos são que as pessoas:

      1. O instalem
      2. Se loguem
      3. Não desliguem as notificações
      4. Não o desistalem

Existe aplicativo para tudo e a disputa por espaço no cartão de memória é grande. Basicamente, em termos de objetivos, usamos apps para compra, conteúdo, relacionamento, geolocalização e entretenimento.
Conforme pesquisa da Responsys em 2014, 57% dos clientes fazem download do app de suas marcas favoritas. O grande desafio é manter os usuários engajados com a empresa também via aplicativo. Para isso, a comunicação deve ser relevante e pautada na trajetória do usuário.
Muito além da notificação
Portanto, tendo em base com que objetivos os clientes usam o seu app, desenvolva um plano de lifecycle marketing que considera cada perfil. Procure ao máximo coletar os dados do usuário (perfil, localização, utilização, preferências, etc.) e orquestrar a comunicação com outros meios, como o e-mail marketing e sms.
Contrate uma plataforma que permita essa integração com sua data base marketing para que sua comunicação seja o mais acertada possível. Mas, antes de mais nada, deve-se entender que há dois tipos de usuário de aplicativos:
Anônimo: quando sabemos apenas que aquele device baixou o app, mas não conhecemos o usuário
Identificado: quando ele se logou e, então, podemos mandar push notifications tão personalizadas quanto e-mails e sms

Mas e se o usuário não permitir push notifications?

Será um desafio. No entanto, dependendo da tecnologia utilizada para orquestrar a comunicação, é possível mostrar a comunicação não por push, mas quando o usuário abrir o aplicativo. Por exemplo, a plataforma Oracle Responsys Marketing Suite faz isso. Ela também oferece a possibilidade de estabelecer uma regra que manda os usuários dos apps sejam direcionados a ele quando clicam em ofertas de e-mail. Também se pode definir o tipo de push conforme device, diferenciando por exemplo, as mensagens entregues a tablets ou smartphones.

E-mail marketing que direciona para aplicativo
E-mail marketing que direciona para aplicativo

Algumas ações possíveis em push notification marketing

Precisamos pensar que, por tipo de interrupção, a ordem é sms, push e e-mail. Sendo assim, podemos bolar ações diferentes de acordo com o tipo de interrupção que queremos. As possibilidades são infinitas. Mas veja por onde começar:
// Boas-vindas: para todos que instalaram o app, com incentivo para uso e vendas
// Ofertas especiais vinculadas à página do produto que está sendo visualizada
// Ofertas-relâmpago
// Lançamentos de produtos
// Lembrete de carrinho abandonado
// Opt-in de e-mail ou convite de criação de conta
// Link para bate-papo online ou de suporte ao cliente
// Cross-sell para páginas de produtos relevantes
// Geolocalização
// Reengajamento

Push notification marketing são ações de comunicação personalizadas via aplicativo
Push notification marketing são ações de comunicação personalizadas via aplicativo
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Indique um amigo: o paradoxo do aumento de base

As campanhas conhecidas como Indique um amigo fazem parte da estratégia de crescimento de base das empresas com operação digital. Basicamente, essa abordagem incentiva que os clientes atuais informem à marca o e-mail de amigos e familiares para que eles também passem a fazer parte da sua base de contatos, geralmente oferecendo algum benefício, caso o e-mail indicado aceite receber seus emails.
Até aí tudo bem? Mais ou menos.

Onde mora o problema?

Apesar de ser uma ação relativamente simples, ela resulta em um dos aspectos mais sensíveis do e-mail marketing: o envio de emails sem a permissão do cliente.
A grande questão é que, após um cliente indicar o endereço eletrônico de um amigo, a marca precisa se comunicar com a pessoa indicada para que ela aceite receber e-mails promocionais desta marca. O resultado é o paradoxo: como enviar um e-mail pedindo a permissão para começar a enviar e-mails? Mas não se preocupe, existe uma solução.
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Solucionando o paradoxo

Primeiramente, é importante ter em mente o que talvez seja o maior mandamento do e-mail marketing: nenhum conteúdo promocional deve ser enviado para um contato que não tenha dado a permissão explícita para recebê-lo. Portanto, a comunicação da ação de Indique um Amigo deve ser pensada de forma relacional e não promocional. Ou seja, o objetivo é iniciar um relacionamento com esse novo contato, e não forçar uma venda logo de cara.
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Existem duas abordagens possíveis para a implementação desta ação. Veja quais são:


1) Se sua empresa possui um IP Transacional
A maior parte das ferramentas de e-mail marketing permitem enviar mensagens transacionais para clientes opt-out. Sendo assim, quando um atual cliente fizer a indicação de um e-mail, o endereço indicado deve ser incluído na sua base de contatos como opt-out, visto que ele ainda não deu permissão para receber e-mails.
Tendo um IP transacional, será possível enviar um e-mail para este contato, dizendo que ele foi indicado para fazer parte da sua base de relacionamento. A comunicação deve ser transparente e deixar claro quem o indicou.
Um call-to-action simples e chamativo deve levá-lo a confirmar que, de fato, deseja receber os e-mails da sua empresa. Somente ao clicar nesse call-to-action, a pessoa deverá ser tornar opt-in na sua lista e começar a receber seus conteúdos promocionais, o que pode ser feito de modo automático ou manual por meio de uma campanha de boas-vindas.


2) Se sua empresa não possui um IP transacional
Nesse caso, implementar o indique um amigo pode ser um pouco mais difícil, mas também é possível. Os indicados precisarão entrar como opt-in na sua lista de contatos, porém não devem receber campanhas promocionais até que ele clique no call-to-action da campanha de Indique um Amigo, confirmando que deseja receber os e-mails da sua marca.
Uma forma de facilitar a operacionalização dessa abordagem é, caso a pessoa não clique no call-to-action num determinado período (por exemplo, nos próximos 30 dias), ele automaticamente é transformado em opt-out. Isso garante que, no futuro, ele não receba conteúdos promocionais por engano. Caso contrário, e-mails enviados sem autorização podem gerar altas taxas de spam complaint, o que pode contribuir para os demais e-mails caírem no spam e reduzir a entregabilidade geral.
Agora que o paradoxo foi resolvido, você já sabe como fazer a correta implementação da ação de indique um amigo, aumentando sua base de contatos sem ferir as escolhas dos seus clientes e prospects.


Follow them and you will rock!

[:pt]Individualização, data-driven marketing e o consumidor omnichannel[:]

[:pt]As pessoas estão se conectando com marcas através de múltiplos canais, o que significa que as marcas devem fazer mais para impulsionar a fidelidade dos clientes. Portanto, as equipes de marketing precisam aproveitar insights das diversas fontes de dados disponíveis para criar diálogos interessantes e relevantes com os clientes. É o chamado data-driven marketing.
Quanto mais personalizada a experiência, mais feliz o cliente. E o cliente feliz não é apenas aquele que deseja comprar mais, ele é engajado, e – talvez o mais importante – se torna um defensor de sua marca.
É importante considerar que cada consumidor está na sua própria e única jornada. Motivações para experimentar, comprar ou permanecer fiel mudam de pessoa a pessoa. Mas as empresas podem se apropriar desse momento usando a tecnologia para coletar, interpretar dados e criar campanhas contextualizadas que são acionados por comportamento individual. É preciso ter uma visão que permita usar o big data para automatizar e entregar uma comunicação ainda mais personalizada, que aumenta o engajamento, as vendas e fortalece o relacionamento entre cliente e marca. Veja como algumas estratégias de data-driven marketing para a Black Friday.
Também é necessário contextualizar qualquer mensagem usando uma série de fatores, incluindo a localização, o clima, idade e sexo do cliente, marcas favoritas e produtos, histórico de navegação, comportamento e histórico de compra do passado e carrinhos abandonados.
Aqui estão nossas cinco principais dicas sobre como trabalhar individualização num esforço de data-driven marketing.

Estabeleça uma relação de confiança com seus clientes

O primeiro passo para um projeto de personalização é estabelecer uma relação de confiança com os clientes. Dessa forma, eles irão fornecer mais informações pessoais, o que permitirá ocorrer a individualização. Quanto mais dados uma empresa for capaz de reunir sobre seus clientes, mais refinadas e orientadas as mensagens de marketing se tornam.

Não rastreie pessoas que não querem ser rastreadas

Construir um relacionamento com os clientes não inclui monitorar aquelas pessoas que não querem ser monitoradas. As marcas precisam ter permissão explícita para recolher determinadas informações sobre os usuários.
Sua empresa é liberada para pedir o máximo de informações que quiser, mas isso tem de ser ponderado, considerando que algumas pessoas não ficarão felizes com essa coleta de dados sobre eles.

Crie segmentos de um (ou individualização!)

Aprendemos na faculdade que é preciso criar segmentos de clientes com base em características comuns que compartilham. Agora, com uma maior quantidade de dados que estão sendo coletadas sobre as pessoas, estamos vendo segmentos de um serem desenvolvidos. É exatamente sobre isso que comentamos no artigo “Mais individualização, menos segmentação”.
Mensagens individualizadas têm base em preferências e informações demográficas e, portanto, se tornam relevantes por si só. Quando alguém vê ofertas altamente personalizadas e mensagens dirigidas especificamente a si, acaba se tornando mais propenso a responder a esse tipo de marketing.
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Ofereça promoções e ofertas personalizadas e em real-time

Os clientes são muito mais propensos a responder a uma oferta ou promoção, se ela é personalizada e enviada para eles enquanto eles estão realmente com intenção de compra um produto ou um serviço. Quando a comunicação de ofertas é individualizada, as pessoas são mais receptivas e tendem a comprar mais, elevando o ROI da operação.

Ofereça mensagens personalizadas por idade

Outra forma que um varejista pode realmente personalizar mensagens de marketing aos seus clientes é descobrir as diferentes faixas etárias seus clientes e oferecer-lhes o conteúdo com base nesse fator demográfico.
Está cada vez mais claro que a individualização do marketing, principalmente pelo canal e-mail merkting,  é a chave para campanhas de sucesso, conduzindo receita incremental e que as interações em tempo real contextualmente relevantes são extras e não opcionais para os profissionais de marketing.
Fonte: Econsultancy[:]

[:pt]Black Friday e data driven marketing[:]

[:pt]A Black Friday já figura entre as três principais datas para o e-commerce brasileiro. De acordo com uma pesquisa da E-bit/Buscapé, cerca de 80% dos consumidores online já aguardam o período para fazer compras.
Para a Black Friday 2015 falta pouco mais de um mês e as empresas devem desde já apostar no relacionamento para garantir as vendas. Nossos especialistas comentaram sobre cinco fatores extremamente relevantes  para que o evento seja um sucesso de público e vendas.

Como trabalhar e-mail marketing na Black Friday

Black Friday é um momento em que os clientes estão esperando conteúdo promocional, por razões óbvias. Mas, ao mesmo tempo, todo o país está fazendo isso. Portanto é importante conseguir se destacar dos concorrentes, apresentando e-mails com conteúdo relevante e que leve em conta o perfil de compra e os interesses que o cliente já declarou.
Parece distante, mas é bom começar agora a ativação da Black Friday por meio de conteúdos secundários em campanhas de e-mail, como snippets e banners oferecendo ofertas exclusivas para quem clicar, por exemplo.
Do ponto de vista da entregabilidade, é fundamental enviar e-mails apenas para opt-ins e evitar contatos inexistentes. Os envios blast, ou seja, para a toda base, podem acontecer, desde que obedeçam a uma régua de relacionamento – começando pelos mais engajados, priorizando contatos com histórico de interação e tentando reativar os menos engajados.
Portanto, é preciso considerar todo o histórico do consumidor para garantir que, mesmo na Black Friday, todo o ciclo de vida dele faça sentido.
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Big data is your data

Para que as campanhas de e-mail marketing sejam relevantes e falem com a pessoa certa, no momento certo e com a mensagem certa, dados são o combustível para isso. Durante o período promocional, ocorrerão muitos envios, portanto é necessário que a segmentação dos dados seja apurada e as integrações constantes e eficazes. Foco no data-driven marketing, ou marketing orientado a dados.
Nosso time de data services sugere que haja cargas históricas antes Black Friday para evitar sobrecarga na plataforma de envios de e-mail e suas integrações. Além disso, nesse momento o senso de tempo é importante, pois acontecerão novos cadastros, abandono de carrinho e outras ações inerentes ao período. Dessa forma, o time de tecnologia deve estar a postos para evitar intercorrências.

Como aumentar a base na Black Friday

Sugere-se a publicação de uma landing page umas três semanas antes com contagem regressiva para a Black Friday. A intenção é que a página sirva como um pré-cadastro para as promoções, uma espécie de teaser com categorias de produtos que vão estar em liquidação para já se ter uma segmentação por interesse.
Para aumentar a base de contatos nesse período, apenas uma mudança na página de cadastro para as cores da Black Friday já faz uma diferença no aumento dos opt-ins.
Após o cadastro, é fundamental que os novos usuários sejam impactados com uma campanha de welcome, ou boas-vindas, o que pode, inclusive, prepará-lo para a compra com um clique.

A operação na sua mão

Compartilhe a meta da Black Friday com seus operadores logísticos, pois tão importante quanto vender é entregar os produtos e não frustrar os consumidores. Além disso, a comunicação deve estar alinhada com o call center, para que o time esteja preparado para auxiliar os clientes e evitar transtornos.

Marketing de conteúdo

Uma dica de marketing de conteúdo para a Black Friday é sair na frente com conteúdo informativo nas mídias sociais. Oferecer cupons de descontos extras são ótimas maneiras de engajar. Além disso, um exemplo prático, que tal trocar um benefício por um tweet?

E depois?

A Black Friday é uma ótima oportunidade para o início do relacionamento, um primeiro passo de uma grande jornada.
Aproveitar o opt-in e a primeira compra no período para manter o relacionamento ao longo do próximo ano com ofertas relacionadas com o que a pessoa comprou. Para que este não seja só um cliente de Black Friday, mas de todas as datas.[:]

[:pt]Não desista do cliente e tenha uma receita por e-mail até 300 vezes maior[:]

[:pt]Existem dois tipos de empresas: as que desistem dos clientes e as que lucram. Uma base de consumidores esquecida representa uma perda significativa de dinheiro: pelo custo de aquisição desses clientes e também pelas perdas de oportunidades de recompra. A segunda venda é aquilo que difere receita e lucro.
Para reativar a base de clientes, uma das ferramentas mais baratas e efetivas é o e-mail marketing. Às vezes o consumidor precisa de uma ajuda, um empurrãozinho, e é isso que fará a diferença entre o envio da campanha de e-mail do carrinho abandonado e a de review de produto. Vai depender de quão amadurecida é a estratégia de lifecycle da sua marca, que deve começar do início, do básico, da régua de relacionamento chamada boas-vindas, ou welcome.
A próxima etapa pode consistir em algumas estratégias de recuperação de vendas e pós-vendas, que devem fazer parte das rotinas da sua empresa. E a tecnologia tem o papel principal nessa missão.
Nosso time organizou três dessas estratégias, com cases de sucesso, para mostrar que tudo isso é factível e dá retorno. Um ótimo retorno!
Abandono de carrinho
Não é agradável a sensação de “bola na trave” que carrinhos abandonados causam. Em que parte da compra o cliente desistiu e por que ele fez isso são os primeiros questionamentos que surgem.
Mas nem tudo está perdido e todos sabemos que, por meio de tecnologia, é possível recuperar a venda de maneira individualizada e automática. Esse e-mail pode ser o pontapé que faltava para o cliente fechar o negócio. Além disso, se bem construído, tal régua de relacionamento não vai só garantir a receita, mas também mostrar ao cliente que ele é importante para você.
As Lojas Colombo, após implementar o programa de carrinho abandonado por e-mail, usando a plataforma Oracle Responsys Marketing Suite e os serviços estratégicos da Pmweb, chegou a alcançar uma receita por e-mail 40 maior, se comparado às campanhas blast (aquelas que vão para toda a base).
colombo-carrinho-abandonado
Recompra por boleto
Houve uma mudança no comportamento de consumo do brasileiro devido à crise. De acordo com o WebShoppers – relatório que analisa a evolução do comércio eletrônico, suas tendências, estimativas, mudanças de comportamento e preferências – no primeiro semestre de 2015 houve um aumento na preferência por pagamento à vista, com menos parcelamentos e também via boleto.
Pensando nisso, a Passarela desenvolveu uma régua de relacionamento por e-mail em que, um dia após o vencimento do boleto, quando o pedido é cancelado, a plataforma envia automaticamente um aviso de cancelamento de compra, informando que os produtos ainda estão em estoque e sugerindo que o cliente faça o pedido novamente com boleto ou pague com cartão de crédito.
O resultado é uma taxa de aberturas acima da média e uma receita por e-mail que chega a ser 300 vezes maior que das campanhas blast.
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Review de produto
Em termos de relacionamento, convidar o cliente a avaliar o produto adquirido é uma das ações que mais prova o quanto você valoriza a experiência de compra. Você está dando ao consumidor a oportunidade de ser parte da marca.
Mas às vezes, as campanhas de review de produto vão além do relacionamento. Elas dão resultados em vendas. Os envios review da eÓtica apresentam um open rate quase duas vezes maior que a média e uma RPE quatro vezes maior que das campanhas de base full.
Eotica_Review
 
Portanto, não desista do seu cliente e não deixe que ele desista de você. Um pouco de esforço e tecnologia farão a diferença.[:]