[:pt]Prever o futuro é um negócio difícil, mas isso não impede qualquer um de nós de tentar. O termo “trendspotting” fala sobre a capacidade de ser rápido e inteligente o suficiente para detectar uma tendência, mas não é exatamente assim, de acordo com Rohit Bhargava, diretor executivo e fundador do influente IMG e autor de Non Obvious. Nesta semana, no Shop.org, Bhargava compartilhou tanto seu processo para identificar as tendências mais importantes do ano como algumas tendências que podem ajudar varejistas a prever o futuro a curto prazo e compreender melhor seus clientes.
A chave para prever o futuro é ser cuidadoso, curioso e observador, e dentro do panorama geral, encontrar temas e significados. Distinguir uma tendência não-óbvia leva tempo e consideração porque os padrões só surgem após um tempo. Felizmente, Bhargava está disposto a compartilhar suas descobertas! Abaixo algumas das tendências para este ano:
Imperfeição é mais atraente do que a perfeição
Muitas marcas estão começando a comemorar a imperfeição, para ser mais compreensível e autêntico para os clientes. “Os clientes preferem comprar de marcas que são humanas”, disse Bhargava. É por isso que a sua clara de ovo do Egg McMuffin no McDonalds é ligeiramente deformada em vez de perfeitamente redonda. Os consumidores preferem a imperfeição.

Os profissionais de marketing estão se tornando úteis
Mais marcas estão concentrando esforços de marketing em ser útil para os consumidores, em vez de simplesmente exaltar as características de seu produto ou promover uma venda. Com o seu “Guia de compra de grill” a Weber não está vendendo um grill simplesmente ou mesmo compartilhando recursos específicos do produto, mas sim “fazer a venda por ser útil”, disse Bhargava. A chave é responder às questões maiores que seus clientes estão questionando.
Cada cliente é um superstar
Em uma era de celebridades globais, o tratamento de estrela é o que todo mundo espera. “Seus clientes esperam cada vez mais a ser tratados como superstars e superstars não recebem e-mails que começam com ‘Prezado cliente,…’ “disse Bhargava. A pergunta a fazer é: O que você pode fazer para criar uma experiência VIP em qualquer ponto de contato com o seu cliente?
Experiências sociais são compartilháveis
A “Real Beleza” da Dove é um excelente exemplo de compartilhamento de experiências sociais como o marketing da marca, e a tendência é crescente. Até mesmo marcas como a Prudential está entrando em tendência, com a sua campanha “Bring Your Challenges” que destaca como a psicologia humana afeta o planejamento da aposentadoria. Esses compartilhamentos além de trazer mais informações sobre o seu negócio, ainda geram um maior engajamento dos clientes com as marcas.

Nem todo o canal tem que ter todas as informações
A tendência denominada “reserve retail” aponta que as marcas podem ter uma abordagem diferenciada para cada canal, em vez de ter os mesmos conteúdos em todos os canais. Por exemplo, a loja física não precisa ser igual a loja virtual, pois a pessoa vai ter uma experiência diferente. A chave para esta tendência é criar um momento sensorial que faça sentido com a marca a ser compartilhado independente do canal.
Fonte: https://nrf.com/news/5-non-obvious-retail-trends-2015[:]
Categoria: Marketing
Dados são o novo marketing?
[:pt]Eu não sei se é só comigo, mas acho que todas essas startups globais parecem estar loucas coletando e trabalhando seus dados para atingir cada vez mais clientes. Mais e mais empresas começam a se perguntar por que e o que acontecerá se elas perderem esse barco. Bem, há uma razão por trás disso que eu chamo de “90% revolução” e – alerta de spoiler – isso provavelmente vai mudar a nossa forma de se comunicar com o mercado para sempre.
Mas por quê?
Digamos que sua empresa tem uma participação de mercado de 10%. No passado, os sistemas operavam somente com os dados próprios, oriundos de transações, utilizando 1st party data. Na era digital, os seus clientes usam dezenas de sistemas para descobrir, pesquisar, comprar e usar produtos em tempo real, através de dispositivos móveis e sociais, tornando latente o uso de 3rd party data.
Agora, os conjuntos de dados anônimos por trás desses comportamentos de compra tornam-se acessíveis para publicidade e marketing através da tecnologia. E aqui vem os “90% revolução”: se os dados de consumo de terceiros ficam disponíveis como um serviço, trabalhar utilizando somente os antigos 10% não fariam você se sentir em uma espécie de “voo cego”?
Em outras palavras, dados são o novo marketing?
Vamos entender com três casos da vida real:
Em primeiro lugar, por que não começar diminuindo significativamente o seu gasto com publicidade sem impacto negativo? Como? Filtrando em tempo real os dados de seus clientes com os dados de publicidade, você evita gastos duplo para alcançar os contatos que você já conhece. Pense nisso, é incrível como muitas vezes os clientes retornam clicando nos anúncios do Google simplesmente pela facilidade. E além da economia de dinheiro, você também não vai abordar seus clientes fiéis como prospects em todos os canais. Esta estratégia clássica cria por si só um ROI imediato para a maioria dos clientes. Em nosso artigo sobre o efeito da segunda venda, esse conceito fica muito claro.
Outro caso é o uso da modelagem look alike. Isso significa que, para atingir a melhor base com dados de terceiros, você deve identificar a audiência que mais se parece com os seus clientes. Se esses prospects anônimos visitam seu site ou veem os seus anúncios, você pode personalizar toda a comunicação em tempo real para conduzir a conversão. Este caso demonstra que o marketing moderno é sobre o contexto de cada interação com o cliente – dados são apenas a ferramenta.
Intenção de dados é o último caso, uma vez que ajuda a transformar a publicidade, do “gritar” para o “ouvir”. Como? Pense em todas as interações em sites de comércio eletrônico, financeiro, varejo ou de viagem que indicam a nossa intenção de comprar alguma coisa. Como pesquisar, ler blogs, comparar produtos, calcular empréstimos, etc. Ao adicionar um cookie único para conjuntos de dados de intenções semelhantes, as empresas podem abordar os prospects em um contexto altamente relevante – enquanto o indivíduo permanece anônimo.
Para ler mais sobre as melhores práticas de dados, faça o download do Modern Marketing Essentials Guide to Data Management. Este guia revela dicas para ajudar os profissionais a definir objetivos de marketing e comunicação com uma auditoria de dados e a serem mais estratégicos com as informações que você estão sendo coletadas acessadas.
Fonte: Modern Marketing Blog[:]
[:pt]Mais individualização, menos segmentação[:]
[:pt]Quando se estuda marketing, um dos primeiros conteúdos abordados é o de segmentação de mercados. O conceito é claro, relativamente simples e faz muito sentido: escolher o público que mais se adequa ao produto/serviço que se deseja vender e, então, adaptar a oferta e a comunicação a ele. Diversas teorias de marketing, assim como ações comerciais, se desenvolveram sobre esse modelo. No entanto, na era do marketing digital, ainda se pode notar que a maioria das empresas tem deixado de evoluir sua atuação sobre essa simples, porém desafiadora, regra de marketing.
Talvez o fator que mais contribua para a manutenção do paradigma tradicional de segmentação seja a “gestão de campanhas”. Muito antes de ouvirmos falar sobre big data ou mesmo de vivermos a era do digital, o marketing direto tradicional já usava uma base de contatos, aplicava nela filtros e, então, enviava uma comunicação específica este subconjunto de pessoas. Nascia, assim, a segmentação de campanhas. Isso permitiu enviar conteúdos diferentes para grupos distintos de pessoas ou somente não enviar a mesma mensagem a todos e ser mais eficaz. Rapidamente se evolui para individualizar, também, a comunicação de um modo um tanto quanto rudimentar, usando algumas variáveis, como, por exemplo, o nome da pessoa. Com isso, as comunicações impressas que eram recebidas nas caixas de correio físicas iniciavam com o famoso “Prezado Fulano,”.
Essas práticas, digamos, convencionais e antigas, ainda ecoam na mente de muitos profissionais de marketing de hoje. Talvez por sua simplicidade de aplicação, desconhecimento de novas técnicas ou por não perceberem a evolução da mentalidade do seu público-alvo. No entanto, em tempos de retargeting, mídia programática, personalização do website em real-time, entre outras rotinas automáticas, o e-mail marketing ainda não evoluiu a ponto de deixar algumas das suas amarras do passado pra trás. Talvez o legado não deixe que isso aconteça, uma vez que a comunicação por e-mail é o que mais se assemelha a uma mala-direta enviada no correio físico ou ainda porque é o canal de marketing digital que está presente desde o início da internet como a conhecemos.
Soma-se a isso o fato de que a área de marketing ainda não é quem possui a total gestão da comunicação com o cliente dentro de muitos e-commerces. A área comercial ainda influencia e, em alguns casos, decide a comunicação. Vamos pegar, por exemplo, o e-mail marketing de uma loja virtual que comunica “n” produtos para sua base de contatos. Quem decide quais itens divulgar, na maioria das vezes, é a área comercial e não a área de marketing. Ou seja, tende-se a querer anunciar/comunicar o que a empresa quer vender e não necessariamente o que o consumidor quer comprar. Ao fazer isso, se ignora claramente a máxima fundamental do marketing que diz que a empresa tem de se orientar ao cliente. Por outro lado, a boa notícia é que essa tática muitas vezes funciona. O problema é que ela funciona até certo ponto, pois quando se atinge o platô dessa mídia, começam os questionamentos de como ir além.
Essas questões, na maioria das vezes, fazem com que a área de marketing tenha de criar novas estratégias: a primeira é segmentar a base de contatos para fazer campanhas mais assertivas; a segunda é começar a se comunicar com os clientes em momentos-chave – aniversário, pós-compra, review da compra efetuada, carrinho abandonado entre outros. No entanto, se juntarmos as duas práticas, criam-se outros problemas. Entre eles deve-se definir qual campanha é prioritária sobre as outras; se o cliente deve ou não receber mais de um e-mail por dia; se é possível misturar mensagens de relacionamento com promocionais no mesmo dia.
Ao levantar esses pontos e respondê-los, o departamento de marketing irá prover mais relevância na comunicação – e, consequentemente, mais resultado a médio e longo prazo –, porém a área comercial ainda precisará atingir suas metas de vendas. Sendo assim, se é enviado um e-mail de review de compra efetuada e não a mensagem dos produtos em promoção do dia, pode-se argumentar que se está diminuindo o alcance da comunicação das ofertas e, com isso, potencialmente reduzindo o resultado total das vendas do dia.
Existem formas de mitigar essas questões de gerir réguas de relacionamento versus e-mails com promoções mais genéricas (sejam elas massivas ou segmentadas). As duas mais comum são: incluir o cliente em uma espécie de quarentena, onde ele é excluído de comunicações promocionais nos dias em que recebe e-mails de relacionamento ou baseados em comportamento; a outra é separar as campanhas em horários distintos durante o dia. As duas abordagens possuem falhas conceituais, porque ambas presupõem abrir mão de algo. Ou se abre mão de relacionamento e relevância ou do tamanho da audiência ou de boas práticas de entregabilidade. Esse ponto ainda é potencializado porque cada vez se criam mais réguas aplicando os programas de lifecycle marketing, ou seja, ‘n’ possíveis programas de relacionamento e ‘n’ comportamentos em múltiplos estágios das réguas tornam quase hercúleo o esforço de definir e gerir a priorização das campanhas.
As dificuldades apresentadas pelo paradoxo de volume versus relevância acabam sendo de difícil gestão caso a solução usada para resolvê-las sejam antiquadas. Em um mundo de big data e de cloud computing, é possível personalizar a mensagem com muito mais do que o simples “Prezado Fulano” como nos tempos do marketing direto impresso. Sendo assim, por que se deve segmentar mensagens e não personalizá-las? Ainda, é necessário alterar o entendimento sobre a personalização do conteúdo e encará-lo como sendo muito mais do que simples trocas de variáveis dentro do corpo da mensagem.
Imagine combinar todos os possíveis e-mails elegíveis (salvo transacionais) a serem enviados para cada indivíduo num mesmo dia em apenas uma peça. Para fins de exemplo, será limitado a três o número de tipos de campanhas passíveis de serem enviadas. Em uma suposta ordem de prioridade de envio, são elas:
- Produtos abandonados no carrinho
- Reabastecimento de produtos
- Promoções genéricas do dia
Usando o paradigma tradicional, se enviaria de uma até três campanhas no mesmo dia para cada indivíduo elegível. Fazendo o exercício de quebrar a regra vista acima, visualize um template de mensagem onde existam todos os elementos gráficos comuns a todas as campanhas – logotipo, menu e rodapé por exemplo – e, a seguir, alguns espaços em cada linha a serem preenchidos por blocos de conteúdo definidos de forma automática ou manual. Na imagem a seguir, os elementos comuns a todos são demonstrados por formas vazadas, os elementos dinâmicos por formas preenchidas no template principal e os conteúdos que podem preencher os blocos.

Bloco 01: Avaliação se houve algum abandono de produto e nenhuma compra no último dia. Se as condições forem positivas, o bloco de produto abandonado será incluído, caso contrário não será. Importante ressaltar que esse bloco será montado dinâmica e automaticamente com os dados de abandono e descrição de produtos que devem estar integrados e/ou acessíveis.
Bloco 02: Avaliação se existe algum produto já comprado no passado que no dia de a campanha ser enviada tenha o seu prazo médio de recompra atingido. Somado, claro, ao fato de que o usuário não tenha adquirido o item novamente e nem que o tal tenha sido abandonado por ele no último dia. Somente se essas condições forem atingidas o bloco será apresentado. Da mesma forma que o bloco 01, quando o conteúdo do bloco 02 for exibido, ele será gerado automaticamente.
Bloco 03: Por definição de quem configura a campanha, se define que, caso os blocos 01 e 02 sejam mostrados, o bloco 03 ficará oculto. Caso apenas o bloco 01 ou 02 seja exibido, é apresentado o bloco 03. Este, diferentemente dos demais, será montado diretamente pelo usuário, pois se tratam de produtos definidos sem uma lógica de programação, ou seja, as ofertas serão construídas manualmente.
A lógica apresentada em cada um dos blocos, claro, é apenas uma ideia conceitual exemplificada. Mas, usando apenas esse simples exemplo, pode-se observar um total de cinco possíveis variações de campanhas a serem enviadas. Sem contar, logicamente, com o total de variáveis de produtos ou conteúdos apresentados nos dois primeiros blocos, já que eles são dinâmicos. Nessa abordagem, todas as pessoas elegíveis à campanha do dia estarão recebendo uma mensagem personalizada e mais adequada ao seu momento de relação com a marca e, por conseguinte, uma melhor experiência. Em suma, em vez de criarmos lógicas de segmentação por tipo de mensagem, cria-se uma mensagem única, porém adaptável a todas possíveis lógicas de segmentação. Assim, chega-se a uma micro-segmentação através da personalização e individualização da comunicação, mesmo de massa. Algo impensável no mundo do marketing direto tradicional.
A tecnologia já existe e está disponível. No entanto, de nada adianta contratar uma plataforma com inúmeras possibilidades sem o correto mindset e a visão de como se empoderar e tirar o melhor proveito dela. Pensar e desenvolver estratégias com paradigmas tradicionais em um meio em constante transformação e cheio de variáveis tem o seu limite de sucesso. Segmentar apenas não basta. Aplicar conceitos alternativos a problemas tradicionais é cada vez mais necessário e um diferencial na era da individualização.
*Conteúdo desenvolvido exclusivamente para a Revista E-commerce Brasil
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Boas-vindas por e-mail: a primeira impressão é a que fica
Desde fazer um convidado se sentir à vontade na primeira visita até o solidificar de uma nova relação de negócios com um firme aperto de mão. Em qualquer situação, uma recepção calorosa é essencial para um relacionamento começar com o pé direito.
Calorosas boas-vindas são cruciais para o canal e-mail marketing. Da mesma forma que você jamais vai ignorar um cliente que entra em sua loja, marcas que trabalham com e-mail marketing não devem se esquecer de dar um ‘alô’ quando uma pessoa se inscreve para receber a comunicação da marca.
A fim de garantir o engajamento entre os clientes, as empresas precisam analisar se o seu programa de boas-vindas é eficaz. Por exemplo, se a marca envia apenas um e-mail de boas-vindas e ele não está gerando engajamento, é provável que será necessário adicionar mais comunicação – para muitos clientes, é preciso mais do que uma peça com bom conteúdo para que comecem a clicar.
Seu cliente é o centro da sua estratégia?
As Lojas Colombo, varejista gaúcha que possui lojas físicas e e-commerce, são um exemplo de boas práticas de welcome. Junto à Pmweb e utilizando a ferramenta Oracle Responsys Marketing Suite, a empresa desenvolveu uma série de e-mails individualizados, enviados na primeira semana após o opt-in. Os envios são automatizados e ocorrem em três etapas.
A régua de relacionamento de boas-vindas da Colombo apresenta receita por e-mail e taxa de abertura duas vezes maiores que a média geral das campanhas da marca.
A partir do momento em que o usuário entra para a base da Colombo, ele passa a fazer parte do programa de lifecycle marketing da empresa, recebendo mensagens individualizadas em seu e-mail. A iniciativa rendeu à Colombo um Markie Awards, na categoria Customer Centricity, que premia empresas que colocam o cliente no centro da estratégia.

Double opt-in: validação de dados
Utilizando dados e essa abordagem baseada em gatilhos, as marcas podem criar programas de boas-vindas personalizados, que constroem um forte e contínuo relacionamento com o cliente. No entanto, para fazer isso com sucesso, uma boa higiene de dados também é essencial. Por exemplo, a partir do opt-in, a marca pode implementar uma validação para garantir que os dados que estão sendo capturados são precisos (double opt-in). Isso garante que o relacionamento comece sem quaisquer erros e significa que as sementes estão sendo semeadas para uma relação forte e perene com a marca.
Se um cliente não receber o e-mail que ele imagina ter se inscrito, por exemplo, ele pode ficar frustrado com a marca. Incluir etapas adicionais no processo de validação dá uma garantia às marcas de que elas têm os dados certos dos clientes, permitindo a elas proteger sua reputação e se engajar com os verdadeiros compradores em potencial.
A primeira impressão é a que fica. Pode até ser uma expressão popular, mas é também um fato em comunicação. Lembrar um cliente por que ele se inscreveu para ouvir a mensagem de sua marca com regularidade e fornecer conteúdo direcionado vai conduzir fidelidade em longo prazo.

Em uma loja lotada, o serviço é um enorme diferencial; se os clientes tiverem uma má experiência, é muito improvável que eles irão voltar. Cada e-mail para o cliente deve ser valioso; um programa forte de boas-vindas significa que seu relacionamento começa de forma positiva e, quando acompanhados com conteúdo relevante e interessante, que a relação tem muito mais potencial para crescer.
Fonte: Modern Marketing Blog
[:pt]Quantos profissionais de marketing precisa para trocar uma lâmpada?[:]
[:pt]A resposta é: um (se ele souber trocar a lâmpada). Na verdade este texto não é sobre eletricidade ou atividades domésticas. Se você começou a ler este parágrafo foi porque o título lhe atraiu. Essa é exatamente a importância do campo “assunto” nas estratégias de e-mail marketing. O conteúdo presente no subject é coisa séria: é ele que define se o usuário vai ou não abrir a sua peça. Você já parou para pensar que frases, incentivos ou pontuações gramaticais inspiram seu cliente a tomar uma atitude frente às suas campanhas de e-mail marketing?

Ação
Assuntos que possuem palavras indicando algo novo, como “apresentamos”, tendem a ter um bom desempenho, assim como os verbos experienciais, a exemplo de “celebre”, “ganhe”. Outro ponto é ser direto. A palavra “compre” está em terceiro lugar.
Veja os 10 termos que indicam ação que tiveram o melhor desempenho no estudo:
1 – introducing (apresentamos)
2 – celebrate (celebrar)
3 – buy (compre)
4 – get your (pegue o seu)
5 – continues (continua)
6 – love (acho que não precisamos traduzir esta)
7 – grab a bargain (aproveite a pechincha)
8 – win (ganhe)
9 – shop (compre)
10 – check out (confira)
Personalização
Quanto mais personalizadas as mensagens, maior a chance de elas converterem, certo? Até certo ponto em se tratando de linhas de assunto. Quando você usa o nome da pessoa do subject, a pesquisa aponta que funciona, como você pode ver na lista abaixo. Mas usar o do produto personalizado, mesmo com base em análises preditivas pode não causar uma boa impressão.
1 – just for you (só para você)
2 – personalized for you (personalizado para você)
3 – including first name (incluindo o primeiro nome no assunto)
Vendas
Assuntos de e-mail marketing que incluem as frases “pedidos acima de” e “seu próximo pedido” tendem a inspirar mais ação dos usuários. Veja os termos que tiveram maior pontuação na pesquisa:
1 – on orders over (em pedidos acima de)
2 – orders over (pedidos acima de)
3 – off selected (selecionados em oferta)
4 – your next order (seu próximo pedido)
5 – available (disponível)
6 – 24 hour offer (oferta de 24h)
7 – save an extra (economize um extra)
8 – voucher (vale)
9 – our sale (nossa promoção)
10 – clearance (algo em português como “queima de estoque”)
Frete
A frase “mais entrega grátis” em linhas de assunto é um grande sucesso com os consumidores, levando a taxas de abertura, clique e clique sobre aberto acima da média.
1 – plus free delivery (mais entrega grátis)
2 – free delivery (entrega gratis)
3 – delivery & returns (entrega e devolução)
4 – delivery (entrega)
5 – next day delivery (entrega para o outro dia)
6 – + free shipping (+ frete grátis)
7 – and free delivery (e entrega gratis)
8 – free shipping (frete grátis)
9 – shipping (frete)
10 – get free delivery (tenha entrega grátis)
Urgência
Dar senso de urgência ao subject pode funcionar como pode causar a impressão de que “é sempre ‘só amanhã’ ou ‘só hoje’”. Portanto use os termos com parcimônia.
1 – sale starts (início das vendas)
2 – back in stock (de volta ao estoque)
3 – stock (estoque)
4 – sale now (promoção agora)
5 – now in (agora em)
6 – supply (suprimento, estoque)
7 – now (agora)
8 – sales end soon (promoção vai acabar em breve)
9 – this weekend (este fim de semana)
10 – now available (agora disponível)
Algumas considerações importantes
– Nem tudo funciona para todos: faça testes com os assuntos dos seus e-mails
– O passado importa: analise o histórico das suas campanhas que melhor performaram e tente encontrar pontos em comum nos assuntos delas
– Seu cliente importa: às vezes o que funciona para os compradores da marca x não vai funcionar para consumidores da marca y. Conheça profundamente a sua base de contatos
– O snippet é um aliado: faça dele uma extensão do assunto e torne sua comunicação mais atrativa
Para ler o relatório completo, clique aqui.[:]
Marketing de relacionamento: como melhorar em 5 passos
Ainda hoje as empresas focam seus maiores esforços em vendas do que em relacionamento. Parece óbvio, uma vez que as vendas são a porta de entrada da receita das organizações e a nossa economia do consumo está cada vez mais exigente e competitiva. No entanto, investir em marketing de relacionamento é justamente influenciar diretamente nos resultados de vendas e ter um diferencial em meio ao barulho das marcas que disputam a atenção.
Há algumas semanas falamos sobre customer centricity. Esse conceito vai muito ao encontro do marketing de relacionamento, que pode ser definido assim:
Para Phillip Kotler: É a prática da construção de relações satisfatórias de longo prazo com partes-chave [...], para reter sua preferência e negócios a longo prazo.
Para Rosabeth Kanter: É conhecer profundamente o cliente.
Unindo esses dois princípios, é possível melhorar o relacionamento com a base de clientes em cinco passos básicos:
Passo 1: Você já tem as respostas, basta descobrir as perguntas

Certamente a sua empresa registra os clientes por meio de um cadastro e também as movimentações de compra e venda. Em se tratando de um e-commerce, isso se torna ainda mais fácil através de traqueamento de web behavior que algumas plataformas de lifecycle marketing como a Oracle Responsys Marketing Suite oferecem.
Portanto, tenha um sistema de marketing automation. Contrate uma ferramenta que permita armazenar e utilizar os dados do consumidor, como histórico de compra e comportamento, para criar, executar, otimizar e gerir campanhas de marketing de ciclo de vida.
Usando o exemplo que ouvi esses dias na palestra do Augusto Rocha, nosso sales partner: digamos que você é uma farmácia. Seu cliente comprou duas caixas de 30 comprimidos de um medicamento de uso diário e contínuo. Você sabe que ele precisa tomar um por dia.
Fato 1: medicamento de uso contínuo = ele precisa continuar comprando
Fato 2: duas caixas de 30, um comprimido ao dia = ele vai ter remédio suficiente para 60 dias
Pergunta a ser feita: O que você está esperando para ativar um programa de recompra na sua plataforma de email marketing, que manda um email para esse consumidor daqui a 50 dias lembrando-o de não ficar sem seu medicamento?
Passo 2: Diga o que seu cliente quer ouvir
Uma pessoa que acabou de comprar uma TV na sua loja não quer receber ofertas de televisores (muito menos se o mesmo aparelho que ele adquiriu está com 40% de desconto). Esse consumidor está em outro momento (talvez agora comece a planejar um home theater). Por isso a importância de enviar a mensagem certa, para pessoa certa e no momento certo.
Ative programas de relacionamento com foco em cross sell e up sell e depois convide-o a avaliar o produto adquirido. Isso pode ser automatizado via plataforma.
Trate seu cliente como uma pessoa única e não um grupo. Conheça profundamente o seu consumidor. Lembra da Kanter?
Passo 3: Perguntar não ofende

Imagina que máximo se você não soubesse apenas que a pessoa toma um remédio de uso contínuo para regular a tireoide e que adquiriu uma TV nova da marca X. Imagina que você sabe o dia do aniversário dela, o nome dos seus filhos e da esposa. Você também sabe o time dela e suas preferências de cores, estilos e outras peculiaridades. Isso é o mundo perfeito e, o melhor: você pode alcançá-lo.
Desenhe uma estratégia de progressive profiling e vá perguntando aos poucos, cruzando dados de compra e comportamento web e logo você saberá tudo sobre seu consumidor. Isso será ouro para a assertividade das suas estratégias de relacionamento e de vendas.
Passo 4: Mantenha o ritmo

Quem é visto é lembrado, isso é verdade. Então apareça sempre que possível, mas sem exagerar. Essa medida é particular e quem a tem é você. Meça o engajamento, faça testes A/B. Análise é parte fundamental do processo do marketing de relacionamento. A definição do Kotler cabe direitinho neste passo.
Passo 5: Participe da conversa

O Magazine Luiza desenvolveu a personagem Lu para aproximar a comunicação online da marca com os clientes. Ela representa uma vendedora virtual e, entre as estratégias de conteúdo apresentadas pela personagem estão as “Dicas da Lu”, onde ela apresenta dicas de conservação e utilização de produtos recém-adquiridos no e-commerce. Além disso, ela traz as Ofertas da Lu, além de dar as boas-vindas para novos cadastros e parabenizar “pessoalmente” quem está de aniversário, tudo isso por e-mail. As taxas de engajamento dos programas de relacionamento que trazem a Lu como protagonista são mais altas que dos programas comuns de ofertas por e-mail.
Lembre-se: seus clientes são pessoas e não números.
[:pt]E-mail marketing mobile – 5 passos simples para otimizar[:]
[:pt]Estaríamos chovendo no molhado se disséssemos que as conexões mobile estão cada vez maiores, melhores e em expansão. Isso todos nós, que trabalhamos com marketing, estamos carecas de saber. Mas talvez alguns números atualizados não façam mal. Por exemplo, aqui no Brasil, 276 milhões de pessoas conectam-se via celular. Isso representa 135% da população. Ou seja, tem mais celular que gente, de acordo com o relatório We Are Social. E você sabia que metade de todos os e-mails abertos são via mobile, de acordo com a Litmus? Pois então.
Dessa forma, nem é preciso falar muito sobre como é necessário otimizar os e-mails marketing para que eles funcionem bem no mobile. Sugerimos uma autorreflexão: quão otimizados são meus e-mails para dispositivos móveis? Se a sua resposta envolver: “não muito”, “mais ou menos”, “poderia ser melhor” ou “eu não sei”, tudo bem. Preparamos cinco passos simples que vão além de técnicas de responsividade ou do tipo de aparelho móvel.

Passo 1: defina uma meta
Como em tudo na vida, você precisa ter um objetivo. Caso contrário, como você saberá se chegou a algum lugar? Então, o primeiro passo para criar e-mails mobile otimizados é definir uma meta. Faça isso traçando cinco objetivos para sua campanha de e-mail. A chave aqui é determinar o que é crítico em uma mensagem mobile.
– Entenda o que você quer dizer
– Identifique o que você quer que o usuário faça
– Determine o que é crítico para a mensagem
– Defina a hierarquia do conteúdo
– E, principalmente, defina que resultados significarão sucesso para essa campanha

Passo 2: Faça um call-to-action fácil
A última coisa que você quer fazer com seus e-mails é um call-to-action complicado ou confuso. Aqui estão algumas dicas para que seja simples:
– Use linguagem direta e clara
– Faça botões grandes e facilmente visualizados
– Use links de texto autônomos, que parem de pé sozinhos
– Ofereça espaço suficiente para as pessoas clicarem
– Tenha certeza de que a página de destino suporta a ação desejada

Passo 3: Tenha uma mensagem clara
O que seu cliente não quer de jeito nenhum é ver em seu inbox mobile um e-mail com textos em grandes blocos ou ilegíveis. Isso é um dos maiores erros de peças não-responsivas. Na verdade, essa é uma regra para qualquer tipo de e-mail em geral.
Você quer ter certeza de que sua mensagem é simples e inteligível nos primeiros três segundos de leitura. Siga essas regras básicas e você verá os benefícios das mensagens objetivas e claras:
– Vá direto ao ponto
– Evite grandes blocos de texto
– Use subjeads, divisores e grids
– Faça listas com números, bullets ou ícones
– Faça um texto legível e de fácil compreensão
Passo 4: Faça um layout utilizável
Se não é utilizável, também não é útil. Mantenha em mente a a experiência do usuário e deixe o conteúdo, os objetivos e os call-to-action definirem o layout do seu e-mail.
Tenha certeza de que todos os elementos são fáceis de ver, ler e clicar. Comece implementando estas boas práticas para dar mais usabilidade aos layouts:
– Use um grid para planejar a estrutura da mensagem
– Crie áras de conteúdo reutilizáveis
– Evite usar mais colunas ou elementos do que você realmente precisa
– Alinhe à esquerda sempre que possível

Passo 5: Faça as imagens funcionarem
Imagens podem ser o sucesso ou o fracasso de uma campanha de e-mail. Elas são um aspecto delicado para executar com eficácia um storytelling visual.
Nosso cérebro ama imagens: ele processa figuras 60 mil vezes mais rápido do que palavras. E 90% de todos os dados que a mente processa são visuais, fazendo com que as imagens sejam um suporte indispensável para os textos do e-mail.
– Use texto e elementos de html sempre que possível
– Tenha em mente o peso do arquivo, cada imagem adiciona mais
– Planeje como as imagens serão fatiadas na tela mobile
– Faça uma escala de imagem a 75% ou mais
– Use texto para dar suporte à imagem

Aplicando essas dicas simples suas campanhas mobile de e-mail têm muito mais chance de performar bem. Não se esqueça, o mundo é móvel.
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5 coisas que você precisa saber sobre customer centricity
Muitas empresas dizem que o cliente vem em primeiro lugar. Mas poucas realmente realizam a premissa. Para criar customer centricity, você pode ter de afetar todas as partes do ciclo de vida do cliente, desde a entrega de produtos e serviços que geram receita e conversões relevantes, passando pelo engajamento durante a decisão de compra para conduzir a lealdade, e tornando clientes fiéis em defensores, numa estratégia moderna de boca-a-boca.
Com base na experiência de nossos clientes, organizamos cinco fatores relevantes para conduzir uma estratégia de customer centricity.
1 – It’s all about data
Em um ambiente de marketing centrado no cliente, os dados são a cola e a base para garantir a efetividade de todas as atividades de marketing. Ser efetivo requer eficiência em suas comunicações de saída, um melhor desempenho dentro de cada interação individual e a capacidade de dar escala em todos os canais, dispositivos e meios de comunicação.
Nós somos reféns dos dados: first party ou a informação que coletamos de nossos próprios ambientes e ativos; second party, informações compartilhadas com parceiros; e third party, em que os dados provêm de fornecedores externos. Esses conjuntos de dados combinados com os que chegam via informações transacionais de vendas, CRM e sistemas de comércio eletrônico devem ser unificados em uma forma que suporta as nossas atividades e oferece relevância e valor através de cada canal e ponto de contato.
2 – Foco na centralização da informação
É missão crítica implementar uma estratégia para garantir a centralização da informação em primeiro lugar. Muitos dos sistemas utilizados para recolher todos os seus dados offline e online têm diferentes pontos de integração e diferentes maneiras de inputar os dados ou de obter os que vêm de fora. Para maximizar o uso dos dados, ele deve ser gerenciado em um só lugar. Aposte numa plataforma que desempenhe esse papel, como a Oracle Responsys Marketing Suite.
3 – Em cada canal, uma estratégia diferente
Quando se trata da experiência do cliente, consistência é a chave, principalmente num mundo onde o consumidor é omnichannel. Nosso público sempre deve experimentar transições suaves e receber informações relevantes, independentemente do canal. Isso depende de uma estratégia de marketing orquestrada, tendo táticas embasadas nas peculiaridades de cada ambiente. Isso vai fazer com que as pessoas se sintam conectadas à marca em todos os pontos.
4 – Pressão por personalização
Tente falar isso bem rápido três vezes. Se conseguir, você está no caminho certo para uma postura de customer centricity. Brincadeiras à parte, as estratégias certas no lugar certo farão seus dados trabalharem de forma mais inteligente, sem que você tenha que trabalhar a mais por isso. Mais importante ainda: você poderá refinar melhor suas mensagens e seu conteúdo para ter interações individualizadas. Isso vai ajudar os seus clientes e potenciais compradores a se sentirem mais seguros em comprar seus produtos em serviços, porque as informações que estão recebendo são valiosas para as suas compras e preferências.
5 – Será que você já não tem uma visão de customer centricity?
Você reconhece e se comunica com cada cliente como um indivíduo? Consegue envolver os clientes de forma inteligente com conteúdo inserido num contexto, criando uma experiência de comunicação um pra um? Você está transformando com sucesso seus clientes em defensores da marca que compartilham suas experiências nas redes sociais? Se for assim, então parabéns! Você está no bom caminho para fazer dos clientes o centro de sua vida e de suas ações. Se não, talvez esteja na hora de rever os seus conceitos e realmente trazer o cliente para o foco da sua estratégia.
Modern Marketing Experience e Pmweb Hit the Road 2015
[:pt]Manter-se atualizado está cada vez mais difícil devido à quantidade de inovações que surgem diariamente. No âmbito profissional, diferenciam-se da maioria aqueles que buscam constante oxigenação de ideias e troca de experiências. Para isso foi criado o Pmweb Hit the Road. O evento, que está entrando na sexta edição, é voltado para profissionais que estão sempre em busca de algo novo. Neste ano, o HTR leva um grupo de varejistas da América Latina para Las Vegas, embarcando em 27 de março.
Em Vegas, além de atividades paralelas, o grupo participa do Modern Marketing Experience, organizado pela Oracle. Esse encontro tem como principal tema o marketing cloud e será possível compartilhar e visualizar experiências sobre marketing automation, social marketing, lifecycle marketing, content marketing e big data.

Quem quiser conhecer a agenda do evento e fazer parte do grupo, pode acessar o site do Pmweb Hit the Road e obter mais informações.[:]
Content Marketing – Por que, quem e como?
[:pt]Quem esteve inserido no tópico modern marketing já ouviu diversas vezes sobre a importância do content marketing – ou marketing de conteúdo.
Para alguns segmentos de negócio, conteúdo é o futuro brilhante do marketing, já outros são totalmente céticos se essa estratégia é mesmo efetiva em engajamento. Esse mesmo grupo argumenta que nem sempre os resultados mensuráveis. Mas alguns profissionais já descobriram o segredo de criar conteúdo com alto engajamento.
O que divide os bons profissionais de marketing de conteúdo dos demais é a sua capacidade de contar uma história – e contar essa história para as pessoas certas. Content marketing agrega valor e aumenta a fidelidade à marca, além de impactar nos negócios. Mas para alcançar esses benefícios, é preciso alinhar o conteúdo a audiências e segmentos específicos.

Por que as pessoas chegaram aqui?
Usuários diferentes frequentemente visitam o mesmo website com diferentes intenções. Eles buscam informação ou inspiração (usando seu site como pesquisa de referência, por exemplo)? É preciso entender por que eles estão navegando no site ou blog para entregar uma experiência de marca significativa. Se eles buscam informação, é preciso entregar conteúdo diferente do que se estivessem buscando inspiração.
Quem são estas pessoas?
Uma das mais importantes formas de segmentação tem base nos perfis dos consumidores – dados demográficos, de comportamento e estilo de vida que ajudam a identificar interesses e tópicos favoritos. Um homem carioca de 30 anos tem preferências em conteúdo diferentes do que uma mulher cearense de 45. Até mesmo duas mulheres da mesma idade que vivem no mesmo prédio podem se interessar por conteúdos drasticamente diversos.
Para um entendimento completo sobre os consumidores, profissionais de marketing têm que combinar diferentes pontos de dados: os offline, como idade, gênero, comportamento e preferências de marca. Também há os dados relacionados ao comportamento online. Estes você capta em seu site através de alguma ferramenta de automação de marketing e eles também vão ser a chave das suas estratégias de lifecycle marketing.
Como essas pessoas se conectam?
Mesmo um único consumidor pode estar aberto a diferentes tipos de conteúdo, dependendo do aparelho em que ele está usando, da mídia social que está conectado, do horário do dia ou mesmo da estação do ano.
Por exemplo, Grace Preyapongpisan, vice president de Business Intelligence da Allrecipes.com revelou alguns dados interessantes sobre os usuários do site. “Nós descobrimos que alguns consumidores que se conectam via mobile estão constantemente procurando ideias para jantares rápidos enquanto aqueles que se conectam via notebooks tendem a planejar menus mais extensos”, afirma. Muitos usuários de laptops do site são pais procurando por um grande café da manhã para preparar para as famílias nos fins de semana.
Além disso, ela disse que observa preferências de conteúdo oscilando. “Algumas das receitas são atemporais – sempre tem demanda para elas. Mas outras são sazonais – elas têm picos de interesse em determinados períodos do ano ou se tornam populares de repente”, conta.
O sucesso do content marketing depende de contar uma boa história. Ao compreender quem é seu consumidor, como ele está se conectando e por que ele está interessado, você estará apto a tomar as decisões mais acertadas sobre como você vai direcionar os resultados de marketing.[:]





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