[:pt]Como oferecer uma experiência sensacional[:en]What’s So Sensational About Your Customer Experience?[:es]Qué hacer para ofrecer una experiencia sensacional[:]

[:pt]Os clientes digitalmente empoderados não se contentam com mais do mesmo. Eles querem opções, transparência, simplicidade e experiências personalizadas quando se trata dos produtos e serviços. Para este consumidor, os produtos e os preços são menos importantes do que a experiência de compra em si. Como conseqüência, 89% dos profissionais de marketing colocarão a experiência do cliente como ponto focal até o próximo ano nos quesitos branding, design, entrega e diferenciação de seus produtos e serviços, de acordo com a Gartner.
As empresas que engajam os clientes de forma direta em ambientes presenciais – incluindo varejistas, empresas de viagens e hospitalidade, além de restaurantes e bancos – estão fazendo importantes investimentos em tecnologia na esperança de oferecer experiências únicas e impactantes aos clientes. Esses esforços incluem:

  • Análise de banco de dados – Varejistas, hoteleiros e empresas de viagens estão trabalhando duro para unificar fontes de dados e criar uma visão única do cliente para oferecer promoções, pontos de recompensa e descontos direcionados, relevantes e no momento certo;
  • Infraestrutura IoT – As indústrias de varejo e viagens estão entre os principais investidores da Internet of Things (IoT) – liderada pela Disney, que investiu mais de US$ 1 bilhão em soluções IoT, perfumes e wearables para melhorar a experiência do cliente;
  • Canais móveis, sociais e digitais – 72% das empresas de viagens e hospitais estão oferecendo apps aos clientes para melhorar a prestação de serviços de acordo com a pesquisa da TSC.

Essas tecnologias oferecem aos profissionais de marketing uma gama de ferramentas para redefinir a experiência dos consumidores de novas maneiras. Os executivos esperam investimentos em tecnologia digital para produzir uma experiência melhor, de acordo com a pesquisa PwC Digital IQ. Mas a tecnologia por si só não irá encantar os clientes nem diferenciar a marca. O aprimoramento e a diferenciação da experiência virão do relacionamento gerado a partir desses esforços estratégicos combinados.
Os investimentos de marketing realizados pela Disney, Hilton, Starbucks e Marriott mostram que os melhores programas de experiência do cliente são focados em seis dimensões diferentes – que vão desde a realização até a personalização e a sensação. Individualmente, estes pontos são importantes para os clientes. Combinadas, essas seis dimensões estão redefinindo a experiência do cliente na era digital.
De acordo com o Índice de Experiência do Cliente da Forrester Research, muitos profissionais do marketing estão usando essas estratégias para atender de forma mais eficaz às necessidades dos clientes e eliminar a “fricção” de suas experiências. Por exemplo:

  • Os hotéis, incluindo: Marriott, Starwood e Hilton, estão aumentando a satisfação e o envolvimento dos hóspedes, permitindo que seus melhores clientes selecionem quartos, façam check-in, abram portas e solicitem pedidos de bebidas ou serviço de quarto a partir de um aplicativo.
  • A Kroger usou o monitoramento de clientes e ferramentas analíticas para reduzir o tempo médio de espera na loja de mais de quatro minutos para menos de 30 segundos.
  • A Disney implantou “Magic Bands” – dispositivos portáteis que oferecem a mais de 30 milhões de hóspedes uma experiência mais fluida e personalizada em seus parques temáticos, hotéis e resorts de Orlando.

Mas deleitar os clientes envolve mais do que acertar seu nome, conhecer seus interesses e se comunicar de forma consistente em uma variedade de dispositivos. Então, os profissionais que procuram diferenciar suas marcas com a experiência do cliente precisam fazer uma pergunta importante – alguma dessas tecnologias tornará a experiência divertida, relaxante ou inspiradora?
A experiência ideal do cliente é capaz de encantar o cliente envolvendo os cinco sentidos, e não apenas o dispositivo móvel. Quer exemplos?

  • Os sons podem atrair os clientes para que permaneçam mais tempo, fazendo refeições mais longas, encomendando mais bebidas e desfrutando a atmosfera.
  • Varejistas como Kenzo e Lowes estão trabalhando para oferecer aos millenials um ambiente altamente visual na loja em paralelo à experiência de compras on-line. Entre os principais recursos utilizados, estão vídeos imersivos, catálogos interativos, realidade virtual e merchandising personalizado.

De acordo com um relatório intitulado Guiding the Guest Experience de Hae Eun Chun, da Faculdade de Administração do Hotel da Universidade Cornell, as percepções dos hóspedes sobre as suas experiências podem ser melhoradas sem grandes investimentos, levando-os a concentrar-se nos aspectos positivos de suas experiências ou evitando chamar a atenção para aspectos desagradáveis ​​- como a espera nas filas. Ela incentiva os profissionais a explorar três tipos diferentes de prazer em suas estratégias de experiência do cliente:
\\ Prazeres sensoriais derivados de um som encantador, um sabor ou cheiro agradável;
\\ Prazeres estéticos derivados de desfrutar de um ambiente bonito ou uma visão atraente;
\\ E conquista – através do senso pessoal de realização, aprendendo coisas novas ou ganhando uma competição.
Fazer com que as pessoas tentem perceber e reconhecer pequenas coisas agradáveis ​​que, de outra forma, passariam despercebidas (por exemplo, flores, luz do sol ou música) aumentam a felicidade geral e a diversão. De acordo com Megan Burns da Forrester Research, relativamente poucos programas de experiência do cliente prestam tanta atenção à experiência emocional quanto a experiência funcional de racionalização de transações, alinhamento de ofertas e personalização de comunicações. Aí habita a oportunidade da diferenciação.
Isso significa que os profissionais de marketing que se concentram nos aspectos sensoriais da experiência do cliente têm uma grande oportunidade para diferenciar seus negócios e impulsionar experiências que inspirem engajamento e lealdade, superando as semelhanças racionais em produtos, serviços e preços.
Os melhores profissionais do marketing estão aproveitando toda a gama de experiências sensoriais em combinação com engajamento digital, reconhecimento aprimorado e o serviço proativo são uma maneira poderosa de diferenciar sua marca. Geraldine Calpin, a CMO da Hilton diz que “a tecnologia nos dá um kit de ferramentas incrível para redefinir totalmente a experiência dos hóspedes. O truque é usar essas ferramentas de tecnologia para encontrar maneiras novas e melhores de oferecer tratamento VIP”. Por exemplo:

  • Rachel Shechtman construiu um conceito de varejo altamente bem-sucedido denominado STORY que leva o ponto de vista de uma revista, muda como uma galeria de arte e vende coisas como uma loja. Ela trata sua loja como “o ponto de contato final” que oferece uma experiência que consome todo tanto sobre a narrativa e a comunidade quanto ao produto final que está sendo vendido. A cada quatro a oito semanas, a STORY se reinventa completamente – do design, a aromas e mercadorias – com o objetivo de trazer à tona um novo tema, tendência ou problema.
  • De acordo com Tom Conroy, “os comerciantes de varejo e hospitalidade estão investindo pesado para criar afinidade de marca e direcionar o tráfego em canais digitais, sociais, móveis e publicitários. A conversão dessa demanda requer uma execução impecável e uma experiência diferenciada ao longo de toda a jornada do cliente. Os líderes de UX, como o Best Western e o Wyndham Hotels, estão entregando uma fragrância exclusiva como uma forma eficaz e duradoura de completar a experiência multi-sensorial para os clientes”.
  • A Hersheys utiliza habilmente a tecnologia de reconhecimento facial para que os clientes sorriam em troca de uma amostra de chocolate livre no ponto de venda. Esta inovadora experiência do consumidor constrói uma forte conexão de marca, oferecendo um momento de felicidade na loja – tudo centrado em torno de um sorriso – no ponto de compra.
  • Olhando para além das transações e interações convencionais na análise da jornada do cliente, incluindo “hot spots” onde os clientes estão perdidos, frustrados, confusos ou abertos a surpresa ou receptivos a novas ideias.

Artigo original Forbes Insights[:en]Digitally enabled and connected customers are looking for choice, transparency, simplicity, and personalized experiences when it comes to the products and services they buy. To the digitally empowered customer, products and pricing matter less. Experiences matter more. As a consequence, 89% of marketers are prioritizing the customer experience as the focal point of the branding, design, delivery and differentiation of their products and services by next year, according to Gartner.
Businesses that directly engage customers in face-to-face environments – including retailers, travel and hospitality companies, restaurants, and banks – are making significant technology investments in hopes of delivering unique and impactful customer experiences. These include:
• Database analytics – Retailers, hoteliers, and travel companies are working hard to unify data sources and create a single view of the customer so they can deliver offers, reward points, and discounts that are targeted, relevant and timely;
• IoT infrastructure – the retail and travel industries are among the top investors in Internet of Things (IoT) – led by Disney which has invested over $1 Billion in IoT, scent and wearable solutions to enhance the customer experience;

• Mobile, social and digital channels – 72% of travel and hospitality businesses are now providing customers mobile applications to enhance service delivery according to research by Tata Consulting Services.
These technologies provide marketers an expanded pallet of tools to redefine the guest experience in new ways. And senior executives are expecting digital technology investments to yield an improved customer experience according to the PwC Digital IQ survey.  But technology alone will not delight customers or differentiate the brand. Enhancing and differentiating the guest experience will take leadership from marketing, and a blend of art and science.

Our research into the investments of marketing leaders like Disney, Hilton, Starbucks and Marriott show the best customer experience programs focus on six different dimensions – ranging from achievement to personalization to sensation. Individually these are important to customers. In combination, these six dimensions are redefining what customer experience is in the digital age.
According to Forrester Research’s Customer Experience Index, many marketers are using these strategies to more effectively address customer needs and eliminate “friction” from their experience. For example:
• Hotels including: Marriott, Starwood, and Hilton are increasing guest satisfaction and engagement by allowing their best customers to select rooms, check in, open doors and text drink or room service orders all from a mobile app on their cell phone.
• Kroger has reduced time customers spend in lines using customer monitoring and analytic tools to cut the average in-store wait time from more than four minutes to less than 30 seconds.
• Disney deployed “Magic Bands” — wearable devices that provide over 30 million guests a “friction free” and personalized experience at their Orlando theme parks, hotels, and resorts.
But delighting customers involves more than getting their name right, knowing their interests, and communicating consistently across a variety of devices. So marketers who seek to differentiate their brands with customer experience need to ask and important question – will any of these technology enabled experiences be fun, relaxing, or inspiring?
The ideal customer experience should delight the customer by engaging all five senses, not just their mobile device. For example:
• Scents have been proven to eliminate stress, stimulate fond memories and inspire customers. The right scent has been shown to make people more comfortable at hotels, shorten the time they think they are waiting at banks, and improve sense of performance at a gym. Nike conducted research with the Smell & Taste Research Foundation that found a scented retail environment induced more favorable product perceptions in in shoppers – making them more likely to buy the shoes, and often willing to pay more for the product.
• Sounds can entice customers to linger over their meals longer, ordering more drinks and enjoying the atmosphere.
• Retailers like Kenzo and Lowes are working to deliver millennials  a highly visual in-store environment that parallels the online shopping experience with immersive video, interactive catalogs, virtual reality, and personalized merchandising.
According to a report entitled Guiding the Guest Experience by Hae Eun Chun of the Cornell University School of Hotel Administration, guests’ perceptions of their experiences can be improved without huge investments, by getting them to focus on the positive aspects of their experiences, or by avoiding calling attention to unpleasant aspects – such as waiting. She encourages marketers to tap into three different types of pleasure in their customer experience strategies. Sensory pleasures derived from a lovely sound, a pleasant taste or smell. Aesthetic pleasures derived from enjoying a beautiful environment or an attractive view. And achievement – through personal sense of accomplishment, learning new things, or winning a competition. Having people try to notice and acknowledge pleasurable little things that would otherwise go unnoticed (e.g., flowers, sunshine, or music) boosts overall happiness and enjoyment. According to Tom Conroy, CEO of Yankee Candle Scent Systems which helps retail and hospitality marketers deliver precise scent impressions using smart, connected devices  – “the olfactory nerves in the nose activate all of the senses, making customers more alert, aware of their surroundings, and triggering positive emotions and memories.”
Viewed through this lens, marketers should be putting as much energy into incorporating physiological, physical, or environmental tools into their experience strategies as they do leveraging digital, mobile, and social touch points to better engage customers.
Unfortunately for customers, far fewer marketers are focused on enhancing customer’s enjoyment and pleasure as a core part of their customer experience strategies relative to a more utilitarian focus on executing a friction and error free visit.
According to Megan Burns of Forrester Research, relatively few customer experience programs pay as much attention to emotional experience as they do to functional experience of streamlining transactions, targeting offers, and customizing communications.
This means that Marketers that focus on the sensory aspects of the customer experience have a big opportunity to differentiate their business and drive superior loyalty-inspiring sensory experiences overcome the rational similarities in products, services, and prices.
“The absolute heart of what every customer brand is striving really hard now to build is a strong emotional engagement” according to Nick Mercer, the Commercial Director, of Eurostar who is featured in the Travel and Hospitality Report entitled Connecting the Customer Experience Dots. “Functional benefits – my product is faster or better or whatever else – can be replicated. So we are absolutely putting all our efforts into building a stronger emotional engagement”.

The best marketers are tapping into the full range of sensory experiences in combination with digital engagement, enhanced recognition, and proactive service are a powerful way to differentiate your brand. As Geraldine Calpin the CMO of Hilton puts it “Technology gives us an amazing toolkit to redefine the guest experience in game changing ways. The trick is to use these technology tools to find new and better ways we can deliver white glove treatment. For example:
• Rachel Shechtman has built a highly successful retail concept named STORY that takes the point of view of a magazine, changes like an art gallery, and sells things like a store. She treats her store as “the ultimate touch point” that delivers an all-consuming experience that is as much about the narrative and community as it is about the end product being sold. Every four to eight weeks, STORY completely reinvents itself – from the design to scents to the merchandise – with the goal of bringing to light a new theme, trend or issue.

• According to Tom Conroy, “retail and hospitality marketers are investing heavily to build brand affinity and drive traffic in digital, social, mobile and advertising channels. Converting this demand requires flawless execution and a differentiated experience in the last 1,000 feet of the customer journey. Customer experience leaders like Best Western and Wyndham Hotels are integrating a precise fragrance impression into the customer experience as an effective and durable way to complete the multi-sensorial experience for customers.”
• Hershey’s cleverly uses facial recognition technology to get customers to smile in exchange for a free chocolate sample at the point of sale. This innovative consumer experience builds a strong brand connection by delivering an in-store happiness moment – all centered around a smile – at the point of purchase.
Progressive marketers are making their customer experience more sensational by incorporating the five senses and customer emotions into the fundamental marketing planning processes and touch points that underlie their go to market strategy.
• Opening up the pallet of options to improve your customer experience beyond traditional discounts and offers by tapping into three different types of pleasure – sensory, aesthetic and achievement – in the customer experience strategies.
• Looking beyond conventional transactions and interactions in customer journey analysis – by including “hot spots” where customers are lost, frustrated, confused, or open to a surprise, or receptive to new ideas.
• Focusing customer targeting and marketing persona’s on customer feelings and mood as well as demographic or economic identifiers. For example, separating impatient buyers from people who want to be educated.
Originally posted by Forbes Insights[:es]Los clientes con poder digital no se contentan con más de lo mismo. Quieren opciones, transparencia, simplicidad y experiencias personalizadas cuando se trata de los productos y servicios adquiridos. Para este consumidor, los productos y los precios son menos importantes que la propia experiencia de compra. Como consecuencia, el 89% de los vendedores pondrá la experiencia del cliente como punto focal hasta el próximo año en términos de branding, diseño, entrega y diferenciación de sus productos y servicios, según Gartner.
Las empresas que contratan a los clientes directamente en entornos cara a cara -incluyendo minoristas, empresas de viajes y hostelería, así como restaurantes y bancos- están haciendo importantes inversiones en tecnología con la esperanza de ofrecer experiencias únicas e impactantes para los clientes. Estos esfuerzos incluyen:

  • Análisis de bases de datos: los minoristas, los hoteleros y las compañías de viajes están trabajando arduamente para unificar fuentes de datos y crear una visión única del cliente para ofrecer promociones específicas, correctas y correctas, puntos de recompensa y descuentos;
  • IoT Infraestructura – Las industrias minoristas y de viajes se encuentran entre los principales inversores en Internet de las Cosas (IoT) – liderado por Disney, que ha invertido más de $ 1 mil millones en soluciones IoT, perfumes y wearables para mejorar la experiencia del cliente;
  • Canales móviles, sociales y digitales – El 72% de las compañías de viajes y hospitales están ofreciendo aplicaciones a los clientes para mejorar la prestación de servicios de acuerdo con la encuesta de TSC.

Estas tecnologías ofrecen a los vendedores una gama de herramientas para redefinir la experiencia de los huéspedes de nuevas maneras. Y los altos ejecutivos esperan que las inversiones en tecnología digital produzcan una experiencia mejorada para los clientes de acuerdo con la encuesta PwC Digital IQ. Pero la tecnología por sí sola no complacerá a los clientes ni diferenciará la marca. La mejora y diferenciación de la experiencia de los huéspedes provendrá de la relación generada a partir de estos esfuerzos estratégicos.
Las principales inversiones en marketing como Disney, Hilton, Starbucks y Marriott muestran los mejores programas de experiencia del cliente enfocados en seis dimensiones diferentes – desde el logro hasta la personalización y la sensación. Individualmente, estos puntos son importantes para los clientes. Combinadas, estas seis dimensiones están redefiniendo la experiencia del cliente en la era digital.
Según el índice de experiencia del cliente de Forrester Research, muchos vendedores están utilizando estas estrategias para satisfacer más eficazmente las necesidades de los clientes y eliminar la “fricción” de sus experiencias. Por ejemplo:

  • Hoteles, incluyendo: Marriott, Starwood y Hilton, están aumentando la satisfacción de los clientes y el compromiso, permitiendo a sus mejores clientes para seleccionar las habitaciones, check in, puertas abiertas y pedidos de bebidas o servicio de habitación de una aplicación.
  • Kroger usó herramientas de seguimiento y analíticas de clientes para reducir el tiempo promedio en la tienda de más de cuatro minutos a menos de 30 segundos.
  • Disney ha desplegado “Magic Bands” – dispositivos portátiles que ofrecen a más de 30 millones de invitados una experiencia “sin fricción” y personalizada en sus parques temáticos, hoteles y resorts en Orlando.

Pero deleitar a los clientes implica algo más que saber su nombre, conocer sus intereses y comunicarse de manera consistente a través de una variedad de dispositivos. Por lo tanto, los profesionales que buscan diferenciar sus marcas de la experiencia del cliente necesitan hacer una pregunta importante – ¿alguna de estas tecnologías hará que la experiencia sea divertida, relajante o inspiradora?

  • La experiencia ideal del cliente es capaz de deleitar al cliente mediante la participación de los cinco sentidos, no sólo el dispositivo móvil. ¿Quieres ejemplos?
  • Los sonidos pueden atraer a los clientes a permanecer durante las comidas más largas, pidiendo más bebidas y disfrutar del ambiente.

Minoristas como Kenzo y Lowes están trabajando para ofrecer a millenials un entorno altamente visual en la tienda en paralelo a la experiencia de compra en línea. Entre las principales características que se utilizan son videos de inmersión, catálogos interactivos, realidad virtual y merchandising personalizado.
Según un informe titulado Guiando la experiencia de los huéspedes por Hae Eun Chun del Colegio de Administración Hotelera de la Universidad de Cornell, las percepciones de los huéspedes de sus experiencias se pueden mejorar sin grandes inversiones, llevándolos a centrarse en los aspectos positivos de sus experiencias o evitando llamar la atención sobre desagradables Aspectos como la espera en las colas. Alienta a los profesionales a explorar tres tipos diferentes de placer en sus estrategias de experiencia del cliente:
\ Los placeres sensoriales derivados de un sonido encantador, de un gusto o de un olor agradables;
\\ placeres estéticos derivados de disfrutar de un ambiente hermoso o una vista atractiva;
\\ E conquista – a través del sentido personal de logro, aprender cosas nuevas o ganar una competencia.
Conseguir que la gente trate de notar y reconocer pequeñas cosas agradables que de otro modo pasaran inadvertidas (por ejemplo, flores, luz solar o música) aumentará la felicidad y la diversión en general. Según Megan Burns de Forrester Research, relativamente pocos programas de experiencia del cliente prestan tanta atención a la experiencia emocional como la experiencia funcional de racionalización de transacciones, alineación de ofertas y personalización de comunicaciones. Allí radica la oportunidad de diferenciación.
Esto significa que los profesionales de marketing que se centran en los aspectos sensoriales de la experiencia del cliente tienen una gran oportunidad para diferenciar su negocio e impulsar experiencias que inspiran compromiso y lealtad superando similitudes racionales en productos, servicios y precios.
Los mejores profesionales de marketing están aprovechando la gama completa de experiencias sensoriales en combinación con el compromiso digital, un mayor reconocimiento y un servicio proactivo que son una poderosa manera de diferenciar su marca. Geraldine Calpin, del CMO de Hilton, dice que “la tecnología nos da una herramienta increíble para redefinir totalmente la experiencia de los huéspedes.El truco es utilizar estas herramientas tecnológicas para encontrar nuevas y mejores formas de ofrecer tratamiento VIP”. Por ejemplo:

  • Rachel Shechtman ha construido un concepto de venta al por menor de gran éxito llamado STORY que toma el punto de vista de una revista, cambia como una galería de arte, y vende cosas como una tienda. Ella trata a su tienda como el “punto de contacto final” que ofrece una experiencia que todo lo consume sobre la narración de historias y la comunidad, así como el producto final que se vende. Cada cuatro a ocho semanas, STORY se reinventa por completo, desde el diseño hasta los aromas y la mercancía, con el objetivo de traer un nuevo tema, tendencia o problema.
  • Según Tom Conroy, “los vendedores ambulantes y de hospitalidad están invirtiendo fuertemente para crear afinidad de marca y generar tráfico en los canales digitales, sociales, móviles y de publicidad”. La conversión de esta demanda requiere una ejecución impecable y una experiencia diferenciada sobre los líderes de UX, como Best Western y Wyndham Hotels, están integrando una impresión de fragancia precisa como una forma efectiva y duradera de completar la experiencia multi-sensorial para los clientes. “
  • Hersheys inteligente utiliza la tecnología de reconocimiento facial para que los clientes sonrisa a cambio de una muestra de chocolate gratis en el punto de venta. Esta innovadora experiencia de consumo crea una fuerte conexión de marca al ofrecer un momento de felicidad en la tienda, todo centrado alrededor de una sonrisa, en el punto de compra.
  • Mirando más allá de las transacciones e interacciones convencionales en el análisis del viaje del cliente, incluyendo “puntos calientes” donde los clientes se pierden, frustrados, confundidos o abiertos a la sorpresa o receptivos a nuevas ideas.

Artigo original Forbes Insights[:]

[:pt]Adrian Awards 2017: nove motivos para celebrar[:en]Adrian Awards 2017: nine reasons to celebrate[:es]Adrian Awards 2017: nueve motivos para conmemorar[:]

[:pt]Pelo sexto ano consecutivo, a Pmweb celebra com seus clientes em Nova York a conquista do Adrian Awards. A premiação da HSMAI destaca anualmente as melhores iniciativas on-line de marketing e vendas da indústria da hospitalidade mundial.
Em 2017, foram nove prêmios conquistados em parceria com os clientes, sendo um ouro, quatro pratas e quatro bronzes.

A Rede BHG (Brazilian Hospitality Group) arrecadou cinco troféus com o projeto realizado para as Olimpíadas do Rio de Janeiro chamado “Se Joga nos Jogos”. Sendo um ouro na categoria multi-cultural, três pratas nas categorias website, website user experience e youth, e um bronze na categoria e-mail.
A Intercity Hotels conquistou dois bronzes com as ações de lançamento do Yoo2 by Intercity no Rio de Janeiro nas categorias e-mail e e-mail series.
O Plaza Vacation Club levou um bronze na categoria e-mail e o Rio Quente Resorts conquistou a prata na categoria mobile marketing.
Para Ana Carolina Fusquine, VP de customer sucess da Pmweb, “é um orgulho muito grande conquistar tantos troféus. Concorremos com milhares de cases de destinos e redes hoteleiras globais e conseguir este reconhecimento prova que as estratégias de relacionamento que criamos com nossos clientes são sofisticadas, rentáveis e exemplos do que há de melhor acontecendo no mercado. Ao todo já conquistamos 37 troféus e queremos mais.”

Foto: Paulo Thiago Camello do Rio Quente Resorts, Ana Carolina Fusquine da Pmweb, Cláudia Horbe e Márcia Petzold do Plaza e Tomás Ramos e Juliana Silveira da BHG

[:en]For the sixth consecutive year, Pmweb celebrates with its clients in New York the conquest of the Adrian Awards. The HSMAI Awards annually highlight the best online marketing and sales initiatives of the hospitality industry worldwide.
In 2017, we won nine prizes in partnership with our clients: one gold, four silver and four bronzes.
BHG (Brazilian Hospitality Group) won five trophies with the project for the Rio de Janeiro Olympics called “Se Joga nos Jogos” (Jump in the Games in a free translation). We won gold in the multi-cultural category, three times silver in the categories of website, website user experience and youth, plus a bronze in the email category.
Intercity Hotels has won two awards with the launch of Yoo2 by Intercity in Rio de Janeiro in the categories e-mail and e-mail series.
Plaza Vacation Club earned a bronze in the e-mail category and Rio Quente Resorts got silver in the mobile marketing category.
According to Ana Carolina Fusquine, VP of customer success at Pmweb, “it’s a great honor to win this many trophies. We compete with thousands of global destinations and hotel chains and it proves that the relationship strategies we create with our customers are sophisticated, profitable and fine examples of what is best going on in the market. In total, we have already won 37 trophies and we want more. ”

Photo: Paulo Thiago Camello from Rio Quente Resorts, Ana Carolina Fusquine from Pmweb, Cláudia Horbe and Márcia Petzold from the Plaza and Tomás Ramos and Juliana Silveira from BHG

Salvar[:es]Por sexto año consecutivo, Pmweb celebra con sus clientes en Nueva York la conquista de los Premios Adrian. Los Premios HSMAI destacan anualmente las mejores iniciativas de marketing y ventas en línea de la industria de la hospitalidad en todo el mundo.
En 2017, ganamos nueve premios en colaboración con nuestros clientes: uno de oro, cuatro de plata y cuatro de bronce.
BHG (Brazilian Hospitality Group) ganó cinco trofeos con el proyecto de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro llamado “Se Joga nos Jogos”. Ganamos oro en la categoría multicultural, tres veces plata en las categorías de website, website user experience y youth, además de un bronce en la categoría de correo electrónico.
Intercity Hotels ha ganado dos premios con el lanzamiento de Yoo2 por Intercity en Río de Janeiro en las categorías de correo electrónico y serie de correo electrónico.
Plaza Vacation Club obtuvo un bronce en la categoría de correo electrónico y Rio Quente Resorts obtuvo plata en la categoría de marketing móvil.
Según Ana Carolina Fusquine, vicepresidente de customer success de Pmweb, “es un gran honor ganar muchos trofeos. Competimos con miles de destinos globales y cadenas hoteleras y eso demuestra que las estrategias de relación que creamos con nuestros clientes son sofisticadas y rentables, además de buenos ejemplos de lo que está pasando en el mercado. En total ya hemos ganado 37 trofeos y queremos más “.

Foto: Paulo Thiago Camello de Río Quente Resorts, Ana Carolina Fusquine de Pmweb, Cláudia Horbe y Márcia Petzold de la Plaza y Tomás Ramos y Juliana Silveira de BHG[:]

[:pt]Vender, hospedar, lucrar: livro sobre distribuição direta hoteleira [:]

[:pt]Com mais de 15 anos de expertise em turismo e hospitalidade, a Pmweb desenvolveu o primeiro livro brasileiro sobre distribuição direta digital para a hotelaria.
Vender, hospedar, lucrar: assuma o protagonismo da distribuição hoteleira é destinado a profissionais da hospitalidade, do turismo e estudantes, traz depoimentos dos principais nomes do turismo no país e no mundo, permeando todo o ciclo de relacionamento entre hotel e hóspede, desde a primeira venda até o pós-check-out e a reconquista.

Tela-3----Livro

“A publicação aborda todos os momentos de compra e as estratégias que o hotel pode adotar para vender mais, discorrendo sobre questões como os conhecimentos necessários (sejam eles tecnológicos, como ferramentas, ou técnicos, como precificação, paridade tarifária, promoção e desconto), a importância de o hotel estabelecer um diálogo com seus hóspedes (antes, durante e após a venda), entre outras questões consideradas importantes” Tárik Potthoff – CEO da Pmweb

O livro conta com a expertise de profissionais renomados do mercado, que colaboraram com sua visão sobre o tema.

“Um cliente é um cliente. Independentemente de ele ter feito a reserva direto ou pela operadora on-line, no momento em que ele entra no hotel, ele é hóspede e tem de ser atendido da melhor forma possível. É preciso superar as suas expectativas.” Roland Bonadona, ex-presidente da Accor Hotels
“Uma OTA fala com o consumidor durante a venda. Ali acaba o relacionamento. (…) O hóspede pode até fazer a primeira reserva com a OTA, mas se espera que a segunda seja feita diretamente.” Mariana Cavalcanti, vice-presidente de Digital User Experience da Marriott International

Para mais informações sobre o livro, envie um e-mail para marketing@pmweb.com.br[:]

[:pt]Recebi um chargeback, e agora?[:]

[:pt]

O que é um chargeback?

Chargeback é o cancelamento de uma venda feita com cartão de débito ou crédito, que pode acontecer por dois motivos: um deles é o não reconhecimento da compra por parte do titular do cartão e o outro pode se dar pelo fato de a transação não obedecer às regulamentações previstas nos contratos, termos, aditivos e manuais editados pelas administradoras.
 
Existe ainda a possibilidade de um chargeback ocorrer por má fé do titular, o que não é muito comum, mas acontece.
 
Os meios de hospedagem saem em vantagem pois o hóspede vai ao hotel para desfrutar da estada, e neste momento o hotel tem a possibilidade de verificar o cartão físico, e se encontrado algum erro, pode solicitar outro meio de pagamento.
 
Dividimos as nossas dicas em como evitar e o que fazer para solucionar caso o chargeback aconteça. Vamos a elas:
 

Como prevenir?

– Regras rígidas para validação do cartão de crédito: existe uma infinidade de itens que podem ser validados, desde os caracteres do nome do titular, quantidade de tentativas, tempo limite entre tentativas, validação do e-mail, frequência de uso do cartão, proxy e etc. Estes itens quando detectados como fora do padrão equivalem a pontos. No Let’s Book, o motor de reservas da Pmweb, quando este total atinge a pontuação de 100, o cartão é negado. As regras são flexíveis e o cliente pode optar se quer regras mais ou menos rígidas no momento da integração.
 
– No momento do check in, a recepção deve solicitar o plástico, o cartão de crédito físico. Com o cartão em mãos, a recepção deve conferir se os dados conferem com os informados no momento da reserva. Isso evita cartões que tenham a numeração clonada ou uso de cartão indevido de terceiros. É um passo a mais no momento do check in, que deve ser rápido e fácil, mas este simples passo garante segurança ao meio de hospedagem e é a forma mais segura de evitar chargebacks.
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– Geralmente os casos de chargeback na hotelaria acontecem com reservas feitas com pouca antecedência, pois não há tempo hábil de identificar a fraude. O passo de conferir o cartão físico evita por completo essa possibilidade.
 
– Formas de pagamento: se o cliente optou por deixar o cartão somente para garantia de no show, a cobrança será realizada no momento do check in. Se o hóspede optou por pré-pagar a primeira diária ou o valor total, o melhor é solicitar o plástico e conferir os dados.
 
– Ninguém gosta de ler as letras miúdas de um contrato, mas é importante que o futuro hóspede tenha conhecimento de tudo a que ele está se comprometendo no ato da reserva. Se o hotel tem como política cobrar no show, não é justo que o cliente reclame a cobrança se ele não fez check in e nem cancelou a reserva com antecedência. Ainda é possível incluir nas políticas a apresentação do cartão de crédito no momento da reserva. Este simples item a mais garante segurança ao hotel e apoio legal na solicitação evitando constrangimentos de hóspedes mais sensíveis.
 

Aconteceu, e agora?

– O primeiro passo é entender o que está sendo reclamado e, quando possível, conversar com o hóspede. Nos casos de no show por exemplo, o hotel deve entrar em contato e explicar que a cobrança é política do hotel e que, ao fazer a reserva, o hóspede concordou com as mesmas. O objetivo dve ser sempre esclarecer e tornar o processo transparente e não somente evitar o transtorno.
 
– Uma situação rara, mas possível, é quando a contestação acontece antes da hospedagem. Nestes casos sugerimos que o hotel entre em contato com o hóspede e entenda o motivo, oferecendo a possibilidade de cancelar a reserva ou ainda de reembolsar o valor.
 
– Sempre que o seu empreendimento receber um email da operadora do cartão informando a contestação, converse com o seu fornecedor do motor de reservas para que ele possa, recolher mais informações da transação junto ao fornecedor de anti-fraude, comprovando a autenticidade da compra através de dados adicionais.
 
– Quando ocorrer um caso de autofraude – quando a pessoa faz o uso do serviço e depois, de má fé, alega que desconhece a cobrança ou solicita o cancelamento por não ter tido um serviço de acordo com a sua expectativa – resta ao hotel recorrer à justiça e é neste momento que as informações recolhidas anteriormente, bem como os documentos fornecidos no check in, são fonte para embasamento.
 
É importante salientar que depois que a contestação acontece, a empresa tem chances, ainda que pequenas, de reverter a situação. Por isso, lembre-se sempre que é mais fácil prevenir com ações que garantam a segurança do hotel e do hóspede do que remediar legalmente.
 
Além disso, a contestação é feita por pessoas e o relacionamento amistoso entre marcas e clientes é fundamental para o sucesso e continuidade de um negócio. Sendo assim, preze pela transparência e resolução de problemas e invista em uma comunicação clara e eficiente para evitar ruídos.

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[:pt]Com vocês: Pmweb, a Wunderman company[:en]Ladies and gentlemen: Pmweb, a Wunderman company[:es]Les presentamos Pmweb, a Wunderman company[:]

[:pt]Nos últimos 20 anos trabalhamos para aproximar as marcas dos seus consumidores, os hotéis dos seus hóspedes, os e-commerces dos seus clientes. Trabalhamos todos os dias, para entregar um serviço de alto nível e para ajudar a desenvolver os mercados em que atuamos.
Por muitos anos fizemos isso de forma independente. Nos últimos quatro anos, passamos a contar com mais integrantes. Em 2012 foi a Responsys que apresentou o marketing por ciclo de vida, de uma maneira automática, fluída e simples. O que nós já fazíamos de forma subjetiva, virou metodologia. No fim de 2013, chegou a Oracle. Esta por sua vez, nos mostrou que os volumes podem ser gigantes e que tecnologia robusta, nuvem e dados são o caminho para aproximar as pessoas através de múltiplos canais de forma automatizada.
No início de 2016, compramos a Intuitive e sua expertise em CRO. Entendemos que tudo pode ser otimizado e testado infinitas vezes, que audiência muda o contexto e que todo pixel importa.
A partir de hoje, a Pmweb passa a ser controlada pela Wunderman, que é a única agência digital entre as 10 maiores agências do mundo, e combina criatividade e dados em um trabalho que inspira os consumidores à ação e entrega resultados para as marcas.
A Wunderman faz parte do grupo WPP, maior grupo de comunicação do mundo. Foi fundada por Lester Wunderman em NY no final da década de 50, e foi responsável pela invenção do CEP, do Marketing Direto e dos programas de fidelidade. Ter esse apoio nos traz duas certezas: a primeira é de que iremos avançar cada vez mais rápido e a segunda é que os principais beneficiados serão os nossos clientes. A missão da Wunderman é investir em BI, dados e mídia para descobrir novas maneiras das empresas se relacionarem com os seus clientes. Não por um acaso, esse é o DNA da Pmweb.
Seguiremos conectando os indivíduos às empresas, construindo relacionamentos e gerando resultados. E mais do que isso, continuaremos juntos, aumentando o nosso time, ampliando a nossa estrutura, para alcançar novos horizontes.
[:en]For the last 20 years, we have devoted ourselves to bringing brands and consumers closer together – hotels and their guests, e-commerces and their consumers. We work every single day to deliver services of high quality level to help to develop the market we serve.
For several years we did it independently. In the last four years, more companies have joined us on our journey. In 2012 Responsys presented lifecycle marketing in a simple and fully automatized way. What we had done subjectively for so many years became a methodology. In the end of 2013, Oracle arrived and showed us how gigantic volumes of data can be, as well as how using robust technology, data and the cloud are the path to bring the consumer closer to the brands using multiple channels.
In the beginning of 2016 we bought Intuitive and brought along its CRO expertise. We recognize that anything can be optimized and tested multiple times, that the audience changes the context and that every pixel matters.
From this day on, Pmweb will be controlled by Wunderman – the only digital agency among the 10 largest agencies in the world. Like us, they believe that the combination of creativity and data is the key to inspire consumers to take action and thereby generate results for the companies.
Wunderman belongs to the WPP group, the world’s largest communication group. It was founded in New York by Lester Wunderman in the 1950’s. He is the man responsible for the invention of concepts such as CEP, direct marketing and loyalty programs. Having that kind of support gives us two certainties: that we will move forward even faster than before and that the the ones who will be more benefited will be our clients. Wunderman’s mission is to invest in BI, data and media to find new ways for companies to have a better relationship with their customers. Not by chance, this was always in Pmweb’s DNA.
We will continue connecting people and companies, building relationships and generating results. More than that, we will continue together, enlarging our staff and structure to reach broader horizons together.
[:es]Durante los últimos 20 años, nos hemos dedicado a acercar las marcas y los consumidores – hoteles y sus huéspedes, e-commerces y sus consumidores. Trabajamos todos los días para ofrecer servicios de alto nivel de calidad para ayudar a desarrollar el mercado al que servimos.
Durante muchos años lo hicimos independientemente. En los últimos cuatro años, más empresas se han unido a nosotros en nuestro viaje. En 2012, Responsys presentó el lifecycle marketing de forma sencilla y totalmente automatizada. Lo que habíamos hecho subjetivamente durante tantos años se convirtió en una metodología. A finales de 2013, Oracle llegó y nos mostró cómo gigantescos volúmenes de datos pueden ser, además de cómo utilizar la tecnología robusta, los datos y la nube son el camino para acercar a los consumidores a las marcas utilizando múltiples canales.
A principios de 2016 compramos Intuitive y su expertise en CRO. Reconocemos que cualquier cosa puede ser optimizada y probada varias veces, que la audiencia cambia el contexto y que cada píxel importa.
A partir de este día, Pmweb será controlada por Wunderman – la única agencia digital entre las 10 mayores agencias del mundo. Al igual que nosotros, creen que la combinación de creatividad y datos es la clave para inspirar a los consumidores a la acción y de este modo generar resultados para las empresas.
Wunderman pertenece al grupo WPP, el grupo de comunicación más grande del mundo. Fue fundada en Nueva York por Lester Wunderman en la década de 1950. Él es el responsable de la invención de conceptos como el CEP, marketing directo y programas de lealtad. Tener ese tipo de apoyo nos da dos certezas: que vamos a avanzar aún más rápido que antes y que los que serán más beneficiados serán nuestros clientes. La misión de Wunderman es invertir en BI, datos y medios para encontrar nuevas formas de que las empresas tengan una mejor relación con sus clientes. No por casualidad, esto siempre estaba en el ADN de Pmweb.
Seguiremos conectando personas y empresas, construyendo relaciones y generando resultados. Más que eso, continuaremos juntos, ampliando nuestro personal y estructura para alcanzar horizontes más amplios juntos.
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[:pt]Hotéis, OTAs, Airbnb e o futuro da distribuição[:en]Hotels, OTAs, Airbnb and the future of distribution[:es]Hoteles, OTAs, Airbnb y el futuro de la distribución[:]

[:pt]Quando o Airbnb foi lançado, com um colchão de ar no chão de um apartamento em São Francisco em junho de 2012, seu público-alvo era o cliente que buscava preço. Alguns poderiam argumentar que o “cartaz da economia compartilhada” havia redefinido as viagens econômicas. No entanto, com apartamentos de luxo em Nova York (agora em oferta!) por mais de £ 3.000 a diária, mostram o quão rapidamente isso mudou – e, juntamente o comportamento do cliente. Mas um número significativo de clientes que buscam preços ainda estão olhando para o Airbnb para suprir suas necessidades de alojamento.
Isso, argumenta Bill Beckler, co-fundador da AlltheRooms.com, um motor de busca que combina sites de hotéis com Airbnb, Hotwire, Groupon, Couchsurfing,  explica por que um número significativo de hostels, estão usando o Airbnb como plataforma para promover sua oferta.
E não que o Airbnb esteja fazendo um trabalho melhor em promover hostels do que outras empresas especializadas nesse tipo de hospedagem. Na verdade, o Airbnb fez pouco, se alguma coisa, para recrutar albergues ou adaptar a plataforma para atender às suas necessidades. Não há, por exemplo, nenhuma facilidade para gerenciar e flexibilizar apartamentos em viagens em grupo, o que seria útil para o modelo de albergue.
Mas, mesmo assim, os hostels estão migrando em massa para o Airbnb, porque simplesmente eles sabem que se este é o lugar onde seus clientes estão, então este é o lugar para onde eles têm de ir.
Beckler, ex-diretor de Inovação da lastminute.com, vê essa “presença de hostels no Airbnb como o prenúncio do futuro da distribuição”.
Pode haver poucas dúvidas de que o futuro da distribuição esteja realmente mudando – o resultado da colisão de duas ondas de mudança de comportamento do cliente e de intervenção regulatória. Recentemente, o Airbnb perdeu uma batalha contra a legislatura de New York, que reivindica que a plataforma é ilegal. A empresa tentou obstruir a aplicação da lei e muitos anfitriões permanecem usando a plataforma. Estes são tempos turbulentos.
Se o Airbnb corre com a oportunidade de se tornar uma OTA reconhecida e trazer hotéis e outros provedores de hospedagem legalmente para si (algo que tem consistentemente dito que não vai fazer), resta esperar. Mas Beckler acredita que quanto mais cedo os hoteleiros reconhecerem que um cliente pode comprar mais de um conceito, mais bem-sucedido serão.
“É por isso que hostels e apartamentos do Airbnb são considerados intercambiáveis por um cliente. E se há um cliente no mercado para um apartamento de negócios gerenciado e para um hotel de negócios, então o hotel de negócios pode também administrar todos esses apartamentos também, ao invés de vê-los como concorrência”, diz ele.
Essa atitude ‘se você não pode vencer, junte-se a ele’ é a estrada que a Expedia pretende percorrer. Embora a sua linha de relações públicas seja, em termos gerais, “estamos inteiramente concentrados no viajante”, também está avançando fortemente com a sua estratégia de parceria. É claro que isso é em resposta às crescentes concorrência e pressão regulatória, o que está forçando as OTAs a repensarem, entre outras coisas, as comissões de hotéis – especialmente à luz da estratégia de member rates das grandes redes.
Cyril Ranque, Presidente da Lodging Partner Services, do grupo Expedia, disse que houve uma “mudança de pensamento” que ainda está em curso em um dos maiores players de viagens on-line, “de ser uma plataforma de distribuição pura para ser parceiro e facilitador para o consumidor de viagens e toda a indústria”.
Ele até imaginou um futuro de compartilhamento de dados com parceiros, onde todos ganham e as comissões caem mais do que têm caído.

O fator Airbnb

Naturalmente, não é o Airbnb sozinho que está levando os players como a Expedia para o seu jogo, mas não pode haver dúvida de que a sua enorme popularidade com os viajantes tem impactado a indústria de diversas maneiras. A companhia certamente sentiu um impacto sobre hospedagens de férias e Beckler argumenta que podemos esperar uma mistura crescente de seu inventário sendo integrado a resorts.
“O que o Airbnb fez foi tornar o continuum entre as propriedades individuais e os hotéis mais viável, previsível e passível de investimento. Criou uma alta demanda por pequenos tipos menores de propriedades e ajudou a conectá-las em um único ecossistema, criando, assim, a oportunidade de formas inovadoras de financiar a construção de novos hotéis “, diz Beckler.
Assim, com uma comunidade repaginada de resorts, novos hotéis podem ser construídos com a vantagem de todas as facilidades que vão com eles no centro do desenvolvimento. Mas, ao mesmo tempo, unidades que são como aluguel de férias podem ser vendidas a especuladores – aka Airbnb super-hosts – ou até mesmo para as pessoas que desejam viver perto de um resort em tempo integral.
Beckler diz: “O que isso significa é que você pode criar um projeto de construção inteira e financiá-lo com muito menos risco, porque estas unidades de aluguel de férias também podem ser usadas como garantia para todo o complexo”.

A ascensão da hospedagem urbana e dos serviços gerenciados

Não é apenas o desenvolvimento de resorts que está sentindo a mudança. Utpal Kaul, head global de parcerias em tecnologia na empresa BookingPal, argumenta que certamente podemos esperar para ver empresas de gestão hoteleira e franqueadores como Marriott, Hilton et al emprestarem seus conhecimentos na gestão de operações do dia a dia como on-demand ou outros serviços como distribuição para qualquer tipo de estabelecimento de hospedagem.
E, por que não?, pergunta Beckler. Porque a Hilton, por exemplo, não quereria controlar uma rede de férias como uma extensão do seu inventário atual?
Prova dessa movimentação de mercado é a aquisição, pela Accor, da OneFineStay, um agregador de casas luxuosas para hospedagens a curto prazo. E mais desse tipo de consolidação é esperado.
Enquanto isso, do outro lado estão empresas como a Bemate, que gerencia apartamentos com city mate” para receber, atender, organizar serviços de limpeza, transfers, restaurantes e muito mais.
Sobre este ponto, Beckler salienta que há uma simbiose clara entre o mundo da hotelaria e o mundo dos aluguéis para férias. E, embora os hotéis possam ser melhores em distribuição ou marketing, eles são bem versados nas habilidades de hospitalidade, de gerenciar pessoas, mantendo-as inspiradas a criar os momentos necessários de alegria. Esta é uma das grandes lacunas que a ascensão dos serviços gerenciados recentemente destacou.

A palavra hotel está cada vez mais sendo referida a hospedagem

Assim, na visão de Kaul, “a palavra hotel é cada vez mais sendo referida a hospedagem”, já que “acomodações alternativas” tem se tornado mais comuns e a linha que separa os dois torna-se “cada vez menos delimitada”.
Análises preditivas e big data também estão desempenhando um papel em sem precedentes ao conectar os viajantes a estabelecimentos de hospedagem que melhor se adaptam às suas necessidades, algo que Expedia leva a sério com o lançamento do Usability Lab em Londres – já tendo um em Seattle e com planos para um em Cingapura em breve.
Scott Crawford, vice-presidente de gerenciamento de produtos, afirmou que “viajar é um problema de tecnologia e tudo o que fazemos parte de uma simples pergunta: que problema do cliente estamos tentando resolver?” É uma questão muito complexa a ser resolvida, mas o objetivo é dar aos usuários um conjunto de resultados de pesquisa gerenciável e relevante, com base em um número de fatores, incluindo duração da estadia, antecedência da chegada, números de pessoas, destino e assim por diante.
Voltando à questão dos hostels, Beckler ressalta que o Airbnb foi capaz de absorver esse segmento sem fazer mudanças em sua plataforma. Chame-o de gênio, chame-o de “sorte de principiante”, porém poucos contestarão esta história do sucesso da indústria.
Mas os tempos estão mudando e os vencedores nesse cenário competitivo serão aqueles que são capazes de, em primeiro lugar, encantar os hóspedes, mas, talvez, também os seus parceiros, cada qual em seu momento.
O que possivelmente explica por que, como disse Morrison, a Expedia vai “pensar um pouco mais sobre recursos que tornam as viagens mais fáceis” e um pouco menos sobre a expansão dos pontos de venda e o crescimento da aquisição.
Texto original: Eye For Travel
 
 
 
 
 
 [:en]When Airbnb launched with an air mattress on the floor of a San Francisco apartment back in June 2012, its target audience was the value-seeking customer. Some would argue that the so-called ‘sharing economy’ poster child had redefined budget travel. With ‘upscale, luxury’ apartments in New York now on offer for upwards of £3,000 a night, how quickly that has changed – and along with it customer behaviour – but a significant number of ‘value-seeking’ customers are still looking to Airbnb for their accommodation needs.
This, argues Bill Beckler, co-founder of AlltheRooms.com, a search engine that combines hotel sites with Airbnb, Hotwire, Groupon, Couchsurfing and explains why a significant number of hostels, like this onein San Francisco and this Brighton one, are using Airbnb as a platform to promote their offering.
And, just for the record, this isn’t because Airbnb is doing a better job at promoting hostels than Hostelbookers or Hostelworld, two of the largest hostel booking engines. In fact, Airbnb has done little, if anything, to recruit hostels or tailor the platform to meet their needs. There is, for example, no facility for managing multiple flexible rooms for multi-party trips, which would be useful for the hostel model.
Yet, hostels are still coming onto the Airbnb platform in droves because quite simply they know – and fair play to them – that if this is where their customers are, then this is where they need to be.
Beckler, a former Director of Innovation at lastminute.com where he earned the nickname ‘The General’, sees this “presence of hostels on Airbnb as the harbinger of the future of distribution.”  
There can be little doubt that the future of distribution is indeed changing, the result of two colliding waves of shifting customer behaviour and regulatory intervention. It recently lost a battle with the New York legislature, which claims that the platform is illegal, and while Airbnb has sued to block enforcement of the law and many hosts remain using the platform, these are turbulent times.
Whether Airbnb runs with the opportunity to become a fully-fledged recognised OTA, and bring hotels and other providers of accommodation legally into the fold (something it has consistently said it won’t do), remains to be seen. But Beckler believes the sooner that hoteliers recognise that one customer can buy into more than one concept, the more successful they will be.
“That is why hostels and Airbnb apartments are considered interchangeable by one customer. And if there is one customer in the market for a managed business apartment and the business hotel, then the business hotel might as well run all those apartments too, rather than seeing them as competition,” he says.
This ‘if you can’t beat ‘em join’ attitude is the road that Expedia, which yesterday hosted a press conference to celebrate being in the business for 20 years. Although its PR line is broadly ‘we’re entirely focused on the traveller’ it is also pushing ahead strongly with its partnership strategy. It’s clear that this is in response to growing competition and regulatory pressure, which is forcing OTAs to rethink, among other things, hotel commissions – especially in the light of the big chains loyalty strategy.
Cyril Ranque, President of Lodging Partner Services, Expedia Group, said there was a “shift in thinking” underway at one of the biggest players in online travel, “from being a pure distribution platform to a being partner and enabler for the travel consumer and the entire travel industry”.
He even envisaged a future of data sharing with partners, where everybody is winning and commissions fall further than they already have.

The Airbnb factor

Of course, it’s not Airbnb alone that is driving players like Expedia to up their game, but there can be little doubt that its huge popularity with travellers has impacted the industry in numerous ways. Gary Morrison Senior SVP Global Retail admitted yesterday that its acquisition of HomeAway came from a growing recognition of the importance of vacation rentals and a priority now is to integrate that inventory across Expedia’s numerous brand sites.
“What Airbnb has done is to make the continuum between individual properties and the hotel far more viable, predictable and investable. It has created high demand for smaller type of properties and helped to connect these into a single ecosystem, thus raising the opportunity for innovative ways of financing new hotel construction,” says Beckler.  
So, with a new resort community today, there may be a hotel building with the advantage of all amenities that go with it at the centre of the development. But at the same time, units that are like vacation rentals could be sold to speculators – aka Airbnb super-hosts – or even to people who wish to live near a resort full time.
Says Beckler: “What this means is that you can create an entire construction project and finance it with a lot less risk because these vacation rental units can also be used as collateral for the whole complex.”

The rise of the urban host and managed services

It’s not just resort developments that are seeing a shift. Utpal Kaul, Head Global Tech Partnerships at tech firm BookingPal, argues that we can certainly expect to see professional hotel management companies and franchisors like Marriott, Hilton et al lend their expertise in managing day to day operations like on-demand or other services like housekeeping or distribution to any type of lodging establishment.
And why not, asks Beckler. Why wouldn’t Hilton, for example, want to control a network of vacation rentals that are an extension of their current inventory?
Meanwhile, on the other side of the fence, firms like Bemate, which manages serviced apartments in cities are also looking to offer value add in the form of a ‘city mate’ to meet-and-greet, organise cleaning services, transfers, restaurant takeaways and more.
On this score, Beckler wants to stress that there is a clear symbiosis between the hotel world and the world of vacation rentals. And though hotels could be better at distribution or marketing, they are well versed in the skills of hospitality, of managing teams of people, keeping them inspired and creating those necessary moments of joy. This is one of the big gaps as the rise of managed services recently has highlighted.

The word hotel is increasingly going to be referred to as lodging

So in Kaul’s view“the word hotel is increasingly going to be referred to as lodging, as ‘alternative accommodations’ become more mainstream and the line separating the two becomes increasingly blurred.”
Predictive analytics and big data are likely to play a role in seamlessly pairing a traveller with the lodging establishment that best fits his or her needs, something else that Expedia takes seriously with the launch of Usability Lab in London – it already has one in Seattle and has plans for one in Singapore soon (again more on this later this week).  
Speaking yesterday Scott Crawford, Vice President, Product Managementsaid “travel is a technology problem and everything we do starts from a simple question – what customer problem are we trying to solve?” It a very complex problem to solve but the goal to give users a set of search results that is manageable and relevant based on any number of factors, including length of stay, days before arrival, party numbers, destination market and so on.
Returning to the hostel story, Beckler points out that Airbnb was able to absorb this segment without making any material changes to its platform. Call it genius, call it beginners luck, few will dispute this travel industry success story.
But times are changing and the winners in this competitive landscape will be those that are able to, first and foremost delight guests, but, perhaps, also their partners, at every turn.
Which possibly explains why going forward, as Morrison put it, Expedia will be “thinking a bit more about features that make travel easier” and a little bit less about point-of-sale expansion and acquisition growth.
Original text: Eye For Travel[:es]Cuando Airbnb se lanzó con un colchón de aire en el piso de un apartamento de San Francisco en junio de 2012, su público era el cliente en busca de valor. Algunos argumentarían que el representante de la shared economy redefinió los viajes económicos. Con los apartamentos de lujo en Nueva York ahora en oferta por más de £ 3.000 por noche, lo rápido que ha cambiado – y junto con el comportamiento del cliente -, pero un número significativo de clientes como los del colchón de aire siguen buscando a Airbnb para sus necesidades de alojamiento.
Esto, dice Bill Beckler, cofundador de AlltheRooms.com, un buscador que combina sitios de hoteles con Airbnb, Hotwire, Groupon, Couchsurfing, explica por qué un número significativo de albergues, como éste en San Francisco y este de Brighton, están usando Airbnb como una plataforma para promover su oferta.
Y esto no es porque Airbnb está haciendo un mejor trabajo en la promoción de albergues que Hostelbookers o Hostelworld, dos de los mayores motores de reserva de albergues. De hecho, Airbnb hizo poco para reclutar albergues o adaptar la plataforma para satisfacer sus necesidades. Por ejemplo, no existe ninguna facilidad para administrar múltiples habitaciones flexibles para viajes multipartitos, lo que sería útil para el modelo de albergue. Sin embargo, los albergues todavía están llegando a la plataforma de Airbnb en masa, porque simplemente saben que si allá es donde están sus clientes, entonces es donde tienen que estar.
Beckler, ex Director de Innovación de lastminute.com ve esta “presencia de albergues en Airbnb como el precursor del futuro de la distribución”.
No cabe duda de que el futuro de la distribución está cambiando, resultado de dos olas de cambio en el comportamiento del cliente y de la intervención reguladora. Recientemente Airbnb perdió una batalla con la legislatura de Nueva York, que afirma que la plataforma es ilegal, y Airbnb ha demandado para bloquear la aplicación de la ley y  muchos anfitriones siguen utilizando la plataforma. Son tiempos turbulentos.
Si Airbnb funciona con la oportunidad de convertirse en una OTA reconocida, y traer a los hoteles y otros proveedores de alojamiento legalmente en el redil (algo que siempre ha dicho que no va a hacer), queda por ver. Pero Beckler cree que cuanto antes los hoteleros reconozcan que un cliente puede comprar más de un concepto, más exitosos serán.
“Es por eso que el cliente considera los albergues y los apartamentos Airbnb son considerados como intercambiables. Y si hay un cliente en el mercado para un apartamento de negocios gestionado y para un hotel de negocios, entonces el hotel de negocios podría también gestionar todos esos apartamentos también, en lugar de verlos como la competencia”, dice.
Esta actitud “si no puedes con ellos, únete a ellos” es la carretera que Expedia quiere recorrer. Aunque su línea de relaciones públicas sea en términos generales “estamos totalmente centrados en el viajero”, también está avanzando fuertemente con su estrategia de asociación. Está claro que esto es en respuesta a la creciente competencia y presión reguladora, lo que está forzando a las OTA a repensar, entre otras cosas, las comisiones hoteleras, especialmente a la luz de la estrategia de lealtad de las grandes cadenas.
Cyril Ranque, Presidente de Lodging Partner Services, del Expedia Group, dijo que había un “cambio de pensamiento” en curso en uno de los mayores players en viajes online, “de ser una plataforma de distribución pura a ser socio y facilitador para el consumidor de viajes y toda la industria del turismo “.
Ranque incluso previó un futuro de intercambio de datos con socios, donde todo el mundo sale ganando y las comisiones caen más de lo que ya tienen caído.

El factor Airbnb

Por supuesto, no es Airbnb solo que está impulsando a los players como Expedia a subir su juego, pero no puede haber duda de que su enorme popularidad con los viajeros ha afectado a la industria de muchas maneras. Gary Morrison, Senior SVP Global Retail admitió ayer que su adquisición de HomeAway vino de un creciente reconocimiento de la importancia de los alquileres de vacaciones y una prioridad ahora es integrar ese inventario a través de numerosos sitios de marcas de Expedia.
“Lo que Airbnb ha hecho es tornar el continuo entre las propiedades individuales y el hotel sea mucho más viable, predecible e invertible. Ha creado una gran demanda de propiedades de menor tamaño y ha ayudado a conectarlas en un solo ecosistema, lo que brinda la oportunidad de encontrar formas innovadoras de financiar la construcción de nuevos hoteles “, dice Beckler.
Por lo tanto, con una nueva comunidad de resort, nuevos hoteles pueden ser construidos con la ventaja de todas las comodidades que van con él en el centro del desarrollo. Pero al mismo tiempo, las unidades que son como alquileres de vacaciones podrían ser vendidas a los especuladores – conocidos como super-anfitriones – o incluso a las personas que desean vivir cerca de un resort en tiempo integral.
Beckler dice: “Lo que esto significa es que usted puede crear un proyecto de construcción completo y financiarlo con mucho menos riesgo, porque estas unidades de alquiler de vacaciones también se pueden utilizar como garantía para todo el complejo”.

La ascensión del alojamiento urbano y gestión de servicios

No son sólo los desarrollos turísticos que están viendo el cambio. Utpal Kaul, jefe global de Tech Partnerships de la firma de tecnología BookingPal, sostiene que podemos esperar ver compañías de gestión de hoteles profesionales y franquiciadores como Marriott, Hilton y otros prestan su experiencia en la gestión de operaciones diarias como servicios on-demand y otros como distribución a cualquier tipo de establecimiento de alojamiento.
Y por qué no, pregunta Beckler. ¿Por qué Hilton, por ejemplo, va querer controlar una red de alquileres de vacaciones que son una extensión de su inventario actual?
Mientras tanto, en el otro lado, empresas como Bemate, que gestiona apartamentos con servicios en las ciudades también buscan ofrecer valor agregado en forma de un “city mate” para conocer y saludar, organizar servicios de limpieza, traslados, restaurantes y más.
En este sentido, Beckler dice en que hay una clara simbiosis entre el mundo de los hoteles y el mundo de los alquileres de vacaciones. Y aunque los hoteles podrían ser mejores en la distribución o marketing, están bien versados en las habilidades de la hospitalidad, de la gestión de personas, manteniéndolos inspirados para crear los momentos necesarios de alegría. Esta es una de las grandes lagunas que el aumento de los servicios gestionados recientemente ha puesto de relieve.

La palabra hotel será cada vez más referida como alojamiento

Por lo tanto, en la opinión de Kaul “el hotel de la palabra es cada vez más va a ser referido como alojamiento, como” alojamientos alternativos” se convierten en más corriente principal y la línea que separa a los dos se vuelve cada vez más borrosa.
El análisis predictivo y el big data también están desempeñando un papel sin precedentes para conectar a los viajeros a establecimientos de alojamiento que mejor se adapten a sus necesidades, algo que Expedia toma en serio con el lanzamiento del Usability Lab en Londres – ya tenendo uno en Seattle y con los planes para una en Singapur prontos.[:]

[:pt]365 dias perto de você[:en]365 days with you[:es]365 días con usted[:]

[:pt]Você que passou o ano todo desenvolvendo estratégias individualizadas, focando no relacionamento, usando corretamente os dados, aumentando o LTV (lifetime value) e conquistando um espaço no coração do seu cliente, é hora de celebrar. Celebrar mostrando que a marca sabe exatamente quem é o cliente, do que ele gosta, conhece os trajetos que fez, as músicas que escutou, onde se hospedou e qual a foi frequência.
Se você domina os dados dos seus clientes, você também pode fazer uma ação 100% focada na história dele com a sua marca.
Separamos quatro exemplos de ações de marcas que valorizam tanto a relação com o consumidor que terminam o ano contando a trajetória dos últimos 365 dias que estiveram juntos.

Uber

Uber
A Uber celebrou o aniversário de um ano da operação em Porto Alegre enviando um e-mail que relembra essa trajetória para todos os usuários do serviço. Na peça, destacam pontos que poderiam ser negativos, como o tempo de deslocamento, dando um viés positivo de minutos no banco de trás, onde a pessoa pode seguir as suas atividades ou simplesmente descansar.
Descansar ou trabalhar, sempre com balinha e água fresca. Aí sim!

Spotify

spotify
Quem costuma estar sempre com um fone plugado na orelha sabe o quanto é bom ter uma música de fundo nas mais variadas situações. O Spotify enviou o e-mail com os números de 2016, evidenciando quanto tempo cada usuário ficou online na plataforma, quantos artistas e músicas escutou e mostrando as canções e artistas favoritos. O segredo está nos dados e no uso certeiro deles para conquistar o coração do cliente.
Claro que o Spotify foi além e ainda entregou uma playlist individual e exclusiva, com o compilado do ano, que ainda estimula a continuidade de uso do aplicativo. Deu match!

Marriot

mariott
A Marriot também fez a sua parte com o seu programa de fidelidade, o Marriot Rewards, fazendo um review do ano que passou. Compilou os pontos conquistados, os hotéis visitados, os destinos e as marcas percorridas.  Ainda aproveitou a oportunidade para oferecer benefícios e novas experiências para o seu cliente.
Quem não está pensando na próxima viagem, que atire a primeira pedra!

Facebook

facebook
O tradicional #yearinareview do Facebook  é também uma forma de mostrar o quanto próximo você esteve do ~ Facebook~  e dos seus amigos durante o ano. O vídeo faz um compilado de posts, curtidas e comentários, além do número de likes e um mosaico de amigos mais próximos.
Você até pode achar old fashioned compartilhar na sua timeline, mas não nega que você viu, que eu sei que viu. E gostou 😉
E agora? Como faz?
As ideias são muito legais, mas eu não tenho dados suficientes para fazer algo nesse sentido ainda em 2016. Ok, ok, 2017 já está aí com 12 meses de oportunidades. Nossas dicas para fazer acontecer são:

  1. Comece focando nas suas estratégias em relacionamento.
  2. A primeira venda vai acontecer, mas nós queremos a segunda, a terceira. Observe a frequência de compra do seu cliente. Ela demonstra que, mesmo que você tenha um preço um pouco mais alto que a concorrência, seu valor agregado irá compensar.
  3. Aumente o LTV dos seus clientes ao conhecê-los de fato, acompanhe o ciclo de vida e seja relevante, todos os dias, em todos os canais. Abrimos aqui uma exceção para Black Friday, nela você pode ser mais ousado nas ofertas.

Em 2017, estude a jornada do seu consumidor e se faça presente. Isso trará dados lindos e certamente ações tão lindas quanto.[:en]You’ve spent all year developing individualized strategies, focusing on relationships, using data right, increasing the LTV (lifetime value) and gaining space in your customers’ hearts, so it’s time to celebrate. Celebrate showing that your brand knows exactly who your customer is, what he likes, that you know his favorite routes, the songs he listened to, where he stayed and how often.
 
If you master  your customer’s data, you can also create a campaign 100% focused on his history with your brand.
 
We have selected four examples of brand campaigns that value both customer relationship and the end of the year, counting the trajectory of the last 365 days they were together.
 

Uber

Uber
Uber celebrated their one-year anniversary of operation in Porto Alegre by sending an e-mail that recalls this trajectory to all of their users. In the email, they highlight points that could be considered negative, such as travel time showing the bright side of being in the back seat, where customers can carry on with their activities or simply rest.
Rest or work, always with candy and fresh water. Oh yeah!
Spotify
spotify
People who always have a earphone plugged in know how good it is to have a soundtrack for every situation. Spotify has sent an email with each customer’s 2016 info, highlighting how much time each user spent on it, how many artists and songs he or she listened to and his or her favorite songs and artists. The secret is in the effective use of data to win the customer’s heart.
Of course, Spotify went further and also delivered an exclusive playlist with your top tracks of the year, which stimulates the user to stay in the app next year. It’s a match!
Marriot
mariott
 
Marriot also did its part with its loyalty program Marriot Rewards, presenting a review of the past year. They compiled info such as points earned, hotels visited, destinations and host brands. They still took the opportunity to offer benefits and new experiences to their clients. Let him who is not constantly thinking of the next trip cast the first stone!
Facebook
facebook
The traditional #yearinareview of Facebook is also a way of showing how close you’ve been to ~ Facebook ~ and your friends during the year. The video compiles posts and comments, plus the number of likes and a mosaic of closest friends.You may even find it tacky sharing on your timeline, but you won’t deny that you’ve watched it, which I know you did – and enjoyed.
So now what?
“These ideas are really cool, but I don’t have enough data to do something like that in 2016”. It’s okay, 2017 is already here with 12 months of opportunities. Our tips to make it happen are:

  1. Start by focusing on your relationship strategies.
  2. The first sale will happen, but we want the second, the third. Note how often your customer buys. It shows that even if your price is a little higher than the competition, your added value will compensate.
  3. Increase your customers’ LTV by actually getting to know them, tracking the life cycle and being relevant every day across all channels. We open an exception here for Black Friday – you can be more daring in the offers then.

In 2017, study your consumer’s journey and be there. This will provide you amazing data and campaigns as beautiful the ones we just saw.[:es]Ustedes que pasó el año desarrollando estrategias individualizadas, centrándose en la relación, utilizando adecuadamente los datos, aumentando el LTV (lifetime value) y ganando un lugar en el corazón de su cliente: ahora es el momento para celebrar. Celebrar mostrando que la marca sabe exactamente quién es el cliente, lo que le gusta, que sabe los caminos que hicieron, las canciones que él he escuchado, donde se quedó y con que frecuencia.
Si usted domina los datos de sus clientes, también puede hacer una campaña 100% enfocada en su historia con su marca.
Separamos cuatro ejemplos de campañas de marcas que valoran tanto la relación con los consumidores que terminan el año contando la historia de los últimos 365 días que estuvieron juntos.

Uber

Uber
Uber celebró su aniversario de un año de funcionamiento en Porto Alegre con el envío de un correo electrónico que recuerda este camino para todos los usuarios del servicio. En el email, la marca resalta puntos que podrían ser negativos, como tiempo de viaje, pero dando un sesgo positivo a los minutos en el asiento trasero, donde uno puede seguir sus actividades o simplemente descansar.
Relajarse o trabajar, siempre con caramelos y agua fría. ¡Ahí sí!

Spotify

spotify
Quién siempre tiene auriculares conectados en el oído sabe bien lo que se siente al tener una música de fondo en diferentes situaciones. Spotify envió un correo electrónico con los números de 2016, mostrando el tiempo que cada usuario estuvo online en la plataforma, el número de artistas y canciones escuchadas y sus artistas favoritos. El secreto está en los datos y en su uso preciso para ganar el corazón del cliente.
Por supuesto Spotify fue más allá y también creó una playlist exclusiva para cada usuario que también estimula la continuidad del uso del app. It’s a match!

Marriot

mariott
Marriot también hizo su parte con el programa de fidelización Marriott Rewards, creando una revisión del año pasado para cada cliente recopilado los puntos ganados, los hoteles visitados, y nuevos destinos. La cadena de hoteles también aprovechó la oportunidad para ofrecer beneficios y nuevas experiencias para su cliente.
Quien no está pensando en su próximo viaje que tire la primera piedra!

Facebook

facebook
El tradicional #yearinareview de Facebook también es una manera de mostrar su utilización de Facebook y interacción con sus amigos durante el año. El vídeo es un compilado de mensajes, “me gustas”, comentarios y un mosaico de sus amigos más cercanos.
Quizás le parezca tonto compartir la retrospectiva en su timeline, pero usted no puede negar haberla visto. Y seguro le gustó 
¿Y ahora? Qué hago?
Las ideas son muy buenas, pero no tengo datos suficientes para hacer algo ahora en 2016. Vale, vale, 2017 ya está allí con 12 meses de oportunidades. Nuestros consejos para que esto ocurra son:

  1. Empiezar a centrarse en sus estrategias de relación.La primera venta va a pasar, pero queremos la segunda, la tercera.
  2. Tener en cuenta la frecuencia de compra de sus clientes. Esto demuestra que, incluso si la marca tiene un precio un poco más alto que la competencia, su valor va a compensar.
  3. Aumentar el LTV de sus clientes conocendolos de verdad, acompanando el ciclo de vida y ser pertinente, todos los días, en todos los canales. Abrimos aquí una excepción para el Viernes Negro, que puede ser más audaz en oferta.

En 2017, estudie el viaje de su consumidor y hágase presente. Esto traerá datos increíbles y campañas ciertamente tan buenas como las que vimos.[:]

[:pt]Como os dados podem superar a comoditização em viagens[:en]How data can overcome the travel commoditization[:es]Como los datos pueden superar la comoditización en los viajes [:]

[:pt]Em muitos casos, o setor de viagens se tornou uma commodity, semelhante ao açúcar,a o petróleo ou ao aço, onde o produto é indistinguível dos concorrentes e a principal maneira de diferenciar as ofertas está no preço. Na verdade, é justo dizer que hoje há pouca diferença entre voos de baixo custo ou entre um hotel de negócios de preço médio, por exemplo.
O dilema dos preços foi o tema central no recente evento da marca EyeforTravel nos Estados Unidos, onde houve um claro reconhecimento de que essa abordagem nunca será suficiente e a única maneira de se destacar é através da inovação digital e dos dados.

O desafio

Claramente há um desafio para as empresas de turismo que dependem de diferenciar seu produto para manter a competitividade. Assim, a grande questão é: como os fornecedores podem criar uma diferenciação significativa nos seus produtos para fidelizar os clientes e, ao mesmo tempo, manter-se competitivos no preço? A resposta a esse desafio reside no uso efetivo e em uma grande análise de dados.

“A única maneira de superar a comoditização no mercado de viagens é através da personalização e do uso mais inteligente dos dados. As marcas precisam entender quem são seus clientes, para onde estão viajando, quando e por quê. Com esses dados elas podem descobrir o que precisam fazer para se destacarem da concorrência”. (Carlos Sánchez, gerente sênior de análise de dados e inovação de produtos da agência de viagens de negócios Carlson Wagonlit Travel)

A solução

Uma maneira de fazer um produto padronizado parecer diferente é envolvê-lo em uma experiência que possa distingui-lo. Por exemplo, enquanto cada bilhete é essencialmente o mesmo se você estiver olhando apenas a parte aérea básica, ele pode ser diferenciado se as companhias aéreas puderem melhorar a experiência da viagem de ponta a ponta, adicionando serviços auxiliares. Esses serviços podem incluir melhor funcionalidade de aplicativos, oferecendo uma reserva mais simples, check-in rápido e fácil acesso a serviços adicionais como viagens ao aeroporto e outros.
Da mesma forma, hotéis comoditizados podem melhorar sua experiência com benefícios extras como check-in antecipado, chaves de quarto baseadas em app, serviços de concierge digital, reconhecimento do hóspede, tarifas individualizadas etc.
Dessa maneira, enquanto o produto básico é indiferenciado o cliente percebe a experiência geral como memorável positivamente. “Tudo é voltado para transformar a viagem na melhor experiência que pode ser, uma experiência que permanece em sua mente para que você peça o mesmo fornecedor na próxima vez que viajar“, diz Sánchez.
O que torna isso muito mais fácil hoje é o crescente uso de dispositivos móveis pelos viajantes, a disponibilidade de enormes quantidades de dados na base de clientes e algoritmos de inteligência artificial precisos, que ajudam a identificar maneiras de tornar as viagens de negócios mais fáceis e marcantes.

E na prática?

Por exemplo, a Pmweb dispõe de uma estrutura completa de serviços e tecnologias de dados orientados ao setor de hotelaria. Diariamente, pelas integrações com os principais PMS do mercado, recebemos imensas quantidades de dados de hóspedes, além de realizarmos a coleta e o tratamento de dados que vêm de web behavior, no sites dos clientes.
Esses dados, integrados ao Pmweb CRM, podem ser usados em campanhas online de pré-check-in, pós-check-out, reserva abandonada, avaliação da hospedagem, cross-sell e outras. Além disso, eles podem apoiar a estratégia de precificação individual das tarifas por meio do Let’s Book, o motor de reservas que usa esses dados, considerando fatores como frequência de hospedagem, ticket médio, perfil geográfico e demográfico, interações com os e-mails e outras.
transacionais

No entanto, quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas, as plataformas de inteligência de negócios podem ser baseadas em quatro características essenciais:

• Modelo de dados centrado no usuário e baseado em eventos
• Plataforma cruzada – cobrindo o aplicativo nativo, o site para celular e o website
• Coleta de dados em tempo real, manipulação e exportação de dados brutos a qualquer escala
• Dados acessíveis por meio de ferramentas simples e fáceis de usar, que permitem que as pessoas obtenham respostas a perguntas.

Fonte: eye for travel[:en]In many cases, the tourism industry has become a commodity, similar to sugar, oil or steel, where the product is not distinguished from competitors and the main way of differentiating supply is price. In fact, it is fair to say that today there is little difference between low-cost flights or between business hotels, for example.
The price dilemma was the main theme in the recent EyeforTravel event in the United States, where there was a clear recognition that this approach is not easy and the only way to highlight is through digital innovation and data.

The challenge

Clearly there is a challenge for tourism companies that depend on differentiating their product to remain competitive. So the big question is: how can suppliers create a significant difference in their products to keep customers loyal and at the same time remain competitive in price? The answer to this challenge lies in the effective use and intensive analysis of the data.
“The only way to overcome commoditization in the travel market is through personalization and smarter use of data. Brands need to understand who their customers are, where they are traveling to, when and why. With this data they can discover what to do to stand out from the competition. ” (Carlos Sánchez, senior manager of data analysis and innovative products of business travel agency Carlson Wagonlit Travel)

The solution

One way to make a standardized product look different is by wrapping it in an experience that sets it apart. For example, while each ticket is essentially the same if you are looking only for the basic aerial part, the difference can be in the improved airline end-to-end travel experience with the addition of extra services. These services can include better application functionality, offering simpler bookings, quicker check-in and easy access to additional services, stories such as airport trips and others.
Likewise, commoditized hotels can improve their experience with additional benefits, such as check-in in advance, room-key application, digital concierge services, customer recognition, individual rates, etc.
Thus, while the commodity itself is undifferentiated, the customer perceives the overall experience as positively memorable. “Everything is geared towards making the trip the best experience it can be, an experience that stays in your mind and makes you choose the same company the next time you travel,” says Sanchez.
What makes it much easier today is the increased use of mobile devices by travelers, the availability of large amounts of data in the customer base, and precise artificial intelligence algorithms that help identify ways to make business travel easier and more memorable.

And in practice?

For example, Pmweb offers a complete infrastructure of data services and technologies oriented to the hospitality industry. Every day, through integrations with the major PMSs in the market, receiving large amounts of data from the guests, performing the collection and processing of the data from customers’ web behavior on the client’s website.
This data, integrated with Pmweb CRM, can be used in online campaigns for pre-check in, post-check out, abandoned reservations, reviews, cross-selling and others. In addition, the data can follow the strategy of individual fare prices on Let’s Book, the booking enginethat uses this data, taking into account factors such as frequency, average tickets, geographic and demographic profile, email interaction and others.
However, whatever tools are chosen, business intelligence platforms can be based on four key features:

  • User-centered, event-based data model
  • Cross platform – covering native application, mobile site and website
  • Real-time data collection, manipulation and export of raw data at any scale
  • Data accessible through simple, easy-to-use tools that allow people to get answers to questions.

Source: eye for travel[:es]En muchos casos, la industria del turismo se ha convertido en una mercancía, similar al azúcar, aceite o acero, donde el producto no se distingue de los competidores y la principal forma de diferenciar la oferta es en el precio. De hecho, es justo decir que hoy en día hay muy poca diferencia entre vuelos de bajo costo o entre hoteles de negocios, por ejemplo.
El dilema de los precios fue el tema principal en el reciente caso de la marca EyeforTravel en los Estados Unidos, donde había un claro reconocimiento de que este enfoque no será suficiente y la única manera de destacar es a través de la innovación digital y datos.

El desafío

Es evidente que hay un desafío  para las empresas turísticas que se dependen de la diferenciación de su producto para seguir siendo competitivos. Entonces la gran pregunta es: ¿cómo los proveedores pueden crear una diferenciación significativa en sus productos para fidelizar a los clientes y al mismo tiempo, seguir siendo competitivos en precio? La respuesta a este desafío radica en el uso efectivo y un gran análisis de datos.
“La única manera de superar la mercantilización en el mercado de viajes es a través de la personalización y un uso más inteligente de los datos. Las marcas necesitan entender quiénes son sus clientes, para donde están viajando, cuándo y por qué. Con estos datos pueden encontrar lo que necesitan hacer para destacarse de la competencia “. (Carlos Sánchez, gerente senior de análisis de datos y productos innovadores de negocio de agencia de viajes Carlson Wagonlit Travel)

La solución

Una manera de hacer un producto estandarizado parecer diferente es envolviendolo en un experimento que lo diferencia. Por ejemplo, mientras que cada billete es esencialmente el mismo si usted está mirando solo para la parte aérea básica, se puede diferenciar si las aerolíneas pueden mejorar la experiencia de viaje de extremo a extremo con la adición de los servicios auxiliares. Estos servicios pueden incluir una mejor funcionalidad de la aplicación, que ofrece una reserva sencilla, check-in rápido y fácil acceso a los servicios adicionales, tales como los viajes al aeropuerto y otros.
Del mismo modo, hoteles comoditizados pueden mejorar su experiencia con beneficios adicionales, tales como check-in anticipado, aplicación que funciona como llave de la habitación, servicios de conserjería digitales, reconocimiento del cliente, las tasas individualizadas etc.
De este modo, mientras que el producto básico se indiferenciado, el cliente percibe la experiencia en general como positivamente memorable. “Todo está orientado para hacer el viaje la mejor experiencia que pueda ser, una experiencia que se permanece en su mente para que escoja el mismo proveedor la próxima vez que viaje”, dice Sánchez.
Lo que hace esto mucho más fácil hoy en día es el creciente uso de dispositivos móviles por los viajeros, la disponibilidad de grandes cantidades de datos en la base de clientes y algoritmos de inteligencia artificial precisos, que ayudan a identificar las maneras de hacer que los viajes de negocios sean más fáciles y memorables.

Y en la práctica?

Por ejemplo, Pmweb ofrece una completa infraestructura de servicios de datos y tecnologías orientadas a la industria de la hospitalidad. Cada día, las integraciones con los principales PMS del mercado, recibiendo grandes cantidades de datos de huéspedes, realizamos la recogida y tratamiento de los datos procedentes de web behavior en el sitio web del cliente.
Estos datos, integrados con Pmweb CRM, pueden ser utilizados en las campañas online para pre-check in, post-check out, reservas abandonadas, reviews, ventas cruzadas y otros. Además, los datos pueden apoyar la estrategia de precios individuales de las tarifas a través del Let’s Book, el motor de reservas que utiliza estos datos, teniendo en cuenta factores tales como la frecuencia, ticket promedio, perfil geográfico y demográfico, las interacciones con los emails y otros.
Sin embargo, cualesquiera que sean las herramientas elegidas, plataformas de inteligencia de negocios se pueden basar en cuatro características clave:

  • Modelo de datos centrado en el usuario y basado en eventos
  • Plataforma cruzada – que cubre la aplicación nativa, el sitio móvil y el sitio web
  • Recolección de datos en tiempo real, manipulación y exportación de datos en bruto a cualquier escala
  • Datos accesibles a través de herramientas simples y fáciles de usar, que permiten a las personas obtener respuestas a las preguntas.

Fuente: eye for travel[:]

[:pt]5 dicas simples para reduzir o abandono do processo de reserva[:en]5 simple tips to reduce booking abandonment[:]

[:pt]Às vezes o que separa uma reserva de um abandono não é preço nem disponibilidade, mas obstáculos de usabilidade na hora de fechar o negócio. 
Mais importante do que investir para atrair pessoas ao site é ajudar esses usuários a se tornarem clientes. O encantamento hoteleiro começa no site, onde estão as informações da hospedagem, imagens das acomodações e outros dados que as pessoas procuram antes de reservar um hotel. Ali também encontra-se o motor de reservas, que precisa ser rápido, simples e deixar o usuário confortável em comprar.
O momento do check-out é crucial no processo de compra. É ali que o usuário vai colocar os dados do cartão de crédito e finalmente agendar aquela viagem. Entendemos que algumas premissas são básicas para que a tarefa tenha sucesso.

 1. Simplifique

Só peça as informações que você realmente precisa. Aproximadamente 10% das reservas são perdidas para cada campo desnecessário. Além disso, garanta que os viajantes possam comprar com o mínimo de cliques e páginas.
Por exemplo, apresentar as tarifas ainda no momento da busca é uma excelente maneira de, já no início, encurtar o caminho.
1.simplifique

2. Seja transparente

Explique por que você precisa da informação que está coletando. Dialogar com o usuário durante o processo de compra é uma das maneiras de deixá-lo tranquilo em relação à reserva.
2.transparente

3. Seja assertivo

Tenha call-to-actions claros e consistência na página para tornar simples a tomada de decisão. As pessoas não devem adivinhar onde precisam clicar, elas devem saber. Além disso, não adicione outro botões, como de cadastro antes de o check-out ser efetuado.

3.assertividade
Observe que nesta página só há um botão. O usuário não tem outro caminho a não ser “Ir para o pagamento”

4. Dê segurança

Deixe o usuário tranquilo para reservar, mostrando a ele que o ambiente é seguro para efetuar a compra.

4.segurança
A transparência das informações e o cadeado da “Reserva segura” no canto superior direito da página garantem mais tranquilidade ao usuário.

5. É agora ou nunca

Acrescente senso de urgência para garantir o fechamento do negócio e mostre ao cliente que ele está fazendo um ótimo negócio. A velha técnica de “restam apenas 3 apartamentos” funciona.
Se você quiser saber mais sobre um motor de reservas orientado ao viajante, fale conosco. Teremos o maior prazer em lhe ajudar a vender mais 😉
 [:en]Sometimes what divides reservation from abandonment is not price or availability, but usability obstacles in time to close the deal.
More important than investing to attract people to the site is to help these users to become customers. The hotel enchantment begins on the website, where the guests can find information about the hotel, photos of the rooms and other relevant information that people look for before booking a hotel. There also is the booking engine, which needs to be fast, simple and comfortable for the user through the buying process.
The moment of check-out is crucial in the buying process. That’s where the client will add hs credit card information and finally schedule the trip. We understand that some premises are basic for the task to succeed:

Simplify

Only ask for the information you actually need. Approximately 10% of the reserves are lost due to each unnecessary field. Also, ensure that travelers can buy with minimal clicks and pages.
For instance, displaying the rates at the time of the search is a great way to shorten the path right from the beginning.
simplicity

Be transparent

Explain why you need the information you are collecting. Communicating with the user during the purchasing process is one way to make them feel at ease with the reservation.
transparent

Be assertive

Place consistent call-to-actions with a clear message to simplify the decision making. People should not have to guess where to click, it should be intuitive. Also, don’t add other buttons before the checkout (like registration and so on).

assertive
Note that this page has only one button. The user can’t go to any other page but “Go to payment”

Give security

Make the customer feel comfortable enough to book, showing him that the environment is safe to make the purchase.

SEGURO
The transparency of information and the lock of the “Reserva segura” (meaning secure booking) in the upper right corner of the page help the user to feel at ease.

It’s now or never

Add a sense of urgency to ensure the closing of the deal and show the customer that he is doing good business. The old technique of “only 3 apartments left” has been working forever.
If you want to know more about a traveler oriented booking engine, contact us. We will be happy to help you sell more! [:]

[:pt]Content marketing: dicas para hotelaria[:en]Content marketing: tips for the hotel industry[:es]Content marketing: dicas para hotelaria[:]

[:pt]Conteúdo é um dos pilares do inbound marketing, a técnica de atrair leads em vez de ir buscá-los por meio dos meios tradicionais, como a mídia paga. Content marketing é uma maneira barata de engajar o público e pode representar um diferencial de marca na hotelaria. Com a competitividade de alguns destinos, a comoditização dos preços
e a diversidade dos canais de distribuição, marketing de conteúdo servirá como reforço ao canal direto por trabalhar diretamente a experiência da marca, seus valores e o storytelling de um hotel. Além disso, conteúdo é um dos fatores mais importantes para um projeto de SEO – otimização para mecanismos de busca.
Prova de que branded content deve ser levado a sério e de que é um dos caminhos para fortificar a relação entre pessoas e marcas, a Marriott Internacional decidiu investir em conteúdo ao contratar, em 2014, David Beebe – renomado roteirista que já trabalhou para diversos estúdios, incluindo Disney-ABC, e ganhador de dois Emmies – para organizar, executar e capitanear seu Global Creative and Content Marketing, um estúdio mundial de produção de conteúdo.
Aqui no Brasil, misturar conteúdo de marca com conteúdo promocional foi uma quebra de paradigmas e vem gerado resultados surpreendentes para a rede BHG por meio do projeto O Bom de Viajar, que ganhou cinco Adrian Awards.
Olhando para esses exemplos e buscando outros, elencamos algumas dicas e algumas plataformas condutoras de conteúdo para ajudar você a construir um projeto de content marketing.

Mídias sociais

Estar nas mídias sociais não é uma opção. De uma maneira ou de outra, as empresas estão na mira dos usuários e a diferença é como as marcas se apresentam nesses meios. Participar do diálogo, oferecer conteúdo relevante, constante e bem planejado é básico.
Antes de estar nesses canais de relacionamento – e para ter um projeto de content marketing – é preciso, basicamente:
//Compreender o público que pretende atingir
//Definir postura e linguagem adequadas ao público e à marca
//Ter objetivos bem delimitados
Um bom exemplo de conteúdos com consistência e bom engajamento é o Enotel, que usa bastante conteúdo gerado pelo usuário e conta boa parte de suas histórias com a conexão pela hashtag #experienciaenotel.


Ainda sobre conteúdo gerado pelo usuário – também conhecido como UGC (user generated content) – o Club Med tem na home de seu site um mural exclusivo com fotos tiradas por hóspedes que tiveram experiências em suas unidades.
club-med
O mesmo acontece no brasileiro O Bom de Viajar, projeto da Brazilian Hospitality Group (BHG).
O-Bom-de-Viajar-UGC

Blogs

Desenvolver conteúdo proprietário e com profundidade é uma das principais vantagens de ter um blog. Ele pode abordar tudo o que permeia a experiência de viagem, desde que os temas tenham adesão à proposta da marca. Mas precisa ser atualizado constantemente para fazer sentido.
blog-the-standard
blog-hyatt

Vídeos

Uma das apostas de Beebe na Marriott com seu estúdio de conteúdo são vídeos. Com dois filmes, a websérie Two Bell Men foi um sucesso para a marca ao unir comédia a um personagem comum na hotelaria: o mensageiro.

Spotify

Quando uma marca possui uma trilha sonora, sua lembrança é muito mais forte. A música é um vetor muito forte da experiência sensorial. Seu hotel pode desenvolver playlists relacionadas ao negócio ou à experiência do hóspede e tocá-las no lobby e em outras áreas comuns, por exemplo. Trazemos de novo aqui o exemplo das playlists do O Bom de Viajar:
spotify-content-marketing

Sites de review

Por mais que sites de reviews não sejam propriamente plataformas de conteúdo, também não deixam de ser. O foco desses ambientes é a gestão da reputação online da marca, mas os comentários ali postados são importantes influenciadores na tomada de decisão de novos hóspedes. Daí a importância de ter alguém dedicado a responder e a cuidar das avaliações ali postadas.
Concluindo: content marketing é um trabalho contínuo que, se bem realizado, vai atrair as pessoas certas para o seu hotel e, quem sabe, ajudar a transformá-las em defensoras da sua marca.[:en]Content is one of the pillars of inbound marketing: the technique of attracting leads rather than going after them through traditional channels such as paid media. Content marketing is an inexpensive way to engage the public and may represent a brand differential in the hotel industry. With the competitiveness of some destinations, the commoditization of prices and the diversity of distribution channels, content marketing will serve as reinforcement to the direct channel by working the brand experience, its values and the storytelling of a hotel. In addition, content is one of the most important factors for an SEO project – search engine optimization.
Proof that branded content should be taken seriously and that is one of the ways to strengthen the relationship between people and brands, Marriott International decided to invest in content by hiring David Beebe in 2014 – a renowned writer who has worked for various studios including Disney-ABC, and winner of two Emmies – to organize, run and cheaf their Global Creative and Content Marketing, a worldwide content production studio.
In Brazil, mixing branded content with promotional content provoked a disruption of paradigms and has been generating amazing results for the BHG hotel chain through the project O Bom de Viajar (the good thing about travelling), winner of five Adrian Awards.
Looking at these examples and some others, we have listed some tips and some conductive platforms of content to help you build a content marketing project.

Social media

Being in social media is not an option. One way or another, businesses are targeted by the users and the difference is how brands present themselves in those networks. Being part of the dialogue and providing relevant, consistent and well-planned content is basic.
Before taking part in these relationship channels – and to have a content marketing project – you basically need to:
// Understand the audience you intend to reach
// Define posture and language that are adequate to the public and the brand
// Set well-defined goals
A good example of consistent, engaged content is Enotel, which uses a lot of user-generated content and a tells many of their stories with the #experienciaenotel hashtag.


Still on user-generated content – also known as UGC – Club Med has an exclusive mural in its homepage with photos taken by guests who had experiences in their units.
club-med
The same happens in Brazil with O Bom de Viajar, a project by the Brazilian Hospitality Group project (BHG).
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Blogs

Developing proprietary content with depth is one of the main advantages of having a blog. It can address everything that permeates the travel experience, but the topics must be coherent with goals of the brand and it needs to be updated constantly to be uo-to-date for the readers.
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blog-hyatt

Videos

One of Beebe bets on Marriott with its content studio are the videos. With two films, the webseries Two Bell Men was a success for the brand, joining comedy to a common character in the hotel: the bell boy.

Spotify

When a brand has a soundtrack it has a much stronger presence. Music is a strong vector of sensory experience. Your hotel can develop playlists related to the business or to the guest experience and play them in the lobby and other common areas, for example. We bring back O Bom de Viajar and its playlists:
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Review websites

As much as review sites are not properly content platforms, they also can be. The focus of these websites is to manage online brand reputation, but the comments posted there are important influencers to the new guests’ decision making. Hence the importance of having someone dedicated to respond and take care of the reviews posted there.
In conclusion, content marketing is an ongoing work that, if done well, will attract the right people to your hotel and perhaps help turn them into advocates of your brand.[:es]Conteúdo é um dos pilares do inbound marketing, a técnica de atrair leads em vez de ir buscá-los por meio dos meios tradicionais, como a mídia paga. Content marketing é uma maneira barata de engajar o público e pode representar um diferencial de marca na hotelaria. Com a competitividade de alguns destinos, a comoditização dos preços
e a diversidade dos canais de distribuição, marketing de conteúdo servirá como reforço ao canal direto por trabalhar diretamente a experiência da marca, seus valores e o storytelling de um hotel. Além disso, conteúdo é um dos fatores mais importantes para um projeto de SEO – otimização para mecanismos de busca.
Prova de que branded content deve ser levado a sério e de que é um dos caminhos para fortificar a relação entre pessoas e marcas, a Marriott Internacional decidiu investir em conteúdo ao contratar, em 2014, David Beebe – renomado roteirista que já trabalhou para diversos estúdios, incluindo Disney-ABC, e ganhador de dois Emmies – para organizar, executar e capitanear seu Global Creative and Content Marketing, um estúdio mundial de produção de conteúdo.
Aqui no Brasil, misturar conteúdo de marca com conteúdo promocional foi uma quebra de paradigmas e vem gerado resultados surpreendentes para a rede BHG por meio do projeto O Bom de Viajar, que ganhou cinco Adrian Awards.
Olhando para esses exemplos e buscando outros, elencamos algumas dicas e algumas plataformas condutoras de conteúdo para ajudar você a construir um projeto de content marketing.

Mídias sociais

Estar nas mídias sociais não é uma opção. De uma maneira ou de outra, as empresas estão na mira dos usuários e a diferença é como as marcas se apresentam nesses meios. Participar do diálogo, oferecer conteúdo relevante, constante e bem planejado é básico.
Antes de estar nesses canais de relacionamento – e para ter um projeto de content marketing – é preciso, basicamente:
//Compreender o público que pretende atingir
//Definir postura e linguagem adequadas ao público e à marca
//Ter objetivos bem delimitados
Um bom exemplo de conteúdos com consistência e bom engajamento é o Enotel, que usa bastante conteúdo gerado pelo usuário e conta boa parte de suas histórias com a conexão pela hashtag #experienciaenotel.


Ainda sobre conteúdo gerado pelo usuário – também conhecido como UGC (user generated content) – o Club Med tem na home de seu site um mural exclusivo com fotos tiradas por hóspedes que tiveram experiências em suas unidades.
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O mesmo acontece no brasileiro O Bom de Viajar, projeto da Brazilian Hospitality Group (BHG).
O-Bom-de-Viajar-UGC

Blogs

Desenvolver conteúdo proprietário e com profundidade é uma das principais vantagens de ter um blog. Ele pode abordar tudo o que permeia a experiência de viagem, desde que os temas tenham adesão à proposta da marca. Mas precisa ser atualizado constantemente para fazer sentido.
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Vídeos

Uma das apostas de Beebe na Marriott com seu estúdio de conteúdo são vídeos. Com dois filmes, a websérie Two Bell Men foi um sucesso para a marca ao unir comédia a um personagem comum na hotelaria: o mensageiro.

Spotify

Quando uma marca possui uma trilha sonora, sua lembrança é muito mais forte. A música é um vetor muito forte da experiência sensorial. Seu hotel pode desenvolver playlists relacionadas ao negócio ou à experiência do hóspede e tocá-las no lobby e em outras áreas comuns, por exemplo. Trazemos de novo aqui o exemplo das playlists do O Bom de Viajar:
spotify-content-marketing

Sites de review

Por mais que sites de reviews não sejam propriamente plataformas de conteúdo, também não deixam de ser. O foco desses ambientes é a gestão da reputação online da marca, mas os comentários ali postados são importantes influenciadores na tomada de decisão de novos hóspedes. Daí a importância de ter alguém dedicado a responder e a cuidar das avaliações ali postadas.
Concluindo: content marketing é um trabalho contínuo que, se bem realizado, vai atrair as pessoas certas para o seu hotel e, quem sabe, ajudar a transformá-las em defensoras da sua marca.[:]