[:pt]No dia 29 de outubro a Pmweb, em parceria com o Google, realizou a segunda edição do Google Insights for Hotels. O evento discutiu marketing digital para hotelaria e reuniu os profissionais das principais redes hoteleiras do país no escritório do Google Brasil, em São Paulo.
O encontro foi dividido em vários momentos e começou com uma conversa com Roberta Sampaio, agency development manager da equipe do Google, que mostrou um panorama da internet e do comportamento do consumidor brasileiro, além de estratégias para enriquecer os anúncios em mídia display. Atualmente, o Brasil tem 120 milhões de usuários de internet e 55 milhões acessam ela por dispositivos mobile. Foi conversado também sobre o comportamento multi telas: 40 milhões de brasileiros possuem o hábito de iniciar o processo de compra em um dispositivo e concluir em outro.

Foi abordada ainda a importância de fazer ações de marketing voltadas para as tecnologias mobile. Atualmente, o Brasil conta com 35,6 milhões de smartphones, enquanto usuários de desktops e notebooks somam 13,9 milhões. O brasileiro está cada vez mais móvel e nossas comunicações precisam estar preparadas. A apresentação encerrou com uma previsão para 2014: estima-se que 21% de todas as vendas online registradas no mundo serão feitas em dispositivos mobile.
Em seguida, Keith Matsumoto, especialista de turismo do Google falou sobre o setor de turismo na internet, numa exposição animada sobre o viajante e o processo de compra, mostrando a importância de as marcas estarem presentes em todos os passos de compra do consumidor.
Segundo as pesquisas realizadas pelo Google, o setor de turismo é uma das categorias mais buscadas no Google, superando filmes, beleza, futebol e até previsão do tempo. Ao realizarem buscas por hotéis, 89% dos viajantes realizam pesquisas online, 47% efetuam a compra online e 40% concluem a compra offline.

Os estudos do Google também foram capazes de determinar tipos diferentes de consumidores. O planejamento de uma viagem varia conforme a intenção do viajante. Enquanto 17% dos turistas começam as buscas meses antes e 37% iniciam suas pesquisas semanas antes, 23% dos consumidores de turismo acaba por pesquisar dias antes e outros 23% realizam as buscas no exato dia da viagem.

O primeiro Google Insights Hotels foi realizado no ano de 2010, logo após anúncio do Google sobre sua nova tecnologia: a possibilidade de remarketing para os anúncios do Adwords. Para conversar sobre a evolução do marketing digital para hotelaria desde então, o CEO da Pmweb Tárik Potthoff e o sales partner Augusto Rocha apresentaram métricas do mercado e cases de clientes, além de soluções e estratégias de integração do CRM com as campanhas de remarketing.
Tárik e Augusto falaram acerca da evolução do comportamento de compra do consumidor e o que o marketing precisa fazer para acompanhá-los. As ofertas de hospedagem se diversificaram nesses quatro anos, por isso é preciso investir no relacionamento com aqueles que já são seus clientes. Para isso, a Pmweb apresentou uma solução que integra o CRM dos hotéis com a rede de anúncios do Google.

Para encerrar o evento, foi proposto um momento prático, onde especialistas da Pmweb e do Google interagiram com as equipes de marketing dos hotéis, analisando situações e construindo soluções e planos de ação envolvendo as tecnologias apresentadas no encontro. Durante essas conversas, as equipes hoteleiras tiraram suas principais dúvidas sobre os serviços de buscas paga e orgânica. Foi um momento de troca de experiências e muito conhecimento, onde equipes de marketing de diferentes hotéis conversaram sobre problemas comuns a todos e quais as ações possíveis para mudar os resultados.
Leia mais sobre a evolução das métricas em campanhas de links patrocinados clicando aqui.

Categoria: Vendas
[:pt]8 citações sobre modern marketing de cair o queixo – por Courtney Buchanan[:]
[:pt]Entregar uma experiência personalizada para o cliente é a prioridade dos profissionais de marketing atualmente. Dessa forma, eles estão se concentrando em estratégias macro e integrando as operações em todas as áreas. Estas são algumas das idéias que os grandes nomes do marketing atual estão espalhando:
1. “As suas perspectivas para o futuro se assemelham a seus melhores clientes, e é por elas que você deve começar.” – Holger Schulze, vice-presidente da eG Innovations sobre fornecer conteúdo para o público que visita o site (viaCMSWire)
2. “Você não pode continuar postando a mesma mensagem em todos esses canais, ou isso vai se tornar chato… Precisamos visar uma ‘onipresença distinta’, por isso é necessário estar em toda parte, mas continuar a surpreender e encantar nossos clientes de uma forma relevante e consistente onde quer que eles estejam. ” – Mark Schaefer, autor e diretor executivo da Schaefer Marketing Solutions , sobre prover conteúdo exclusivo em todos os canais (via MarketingProfs)
3. “Os CMOs (Chiefs Marketing Officer) devem assumir o rompimento digital na experiência dos consumidores de suas empresas. O CMOs que forem capazes de enfrentar o desafio terão fornecido mais recursos e mais poder. O despreparado será substituído. ” – Kathleen Schaub, vice-presidente de pesquisa do IDC, sobre os profissionais de markering que ganham um lugar na mesa entre o C-suite (via CMSWire)
4. “Um movimento não é sobre a criação de anúncios para que as pessoas assistam passivamente. É sobre criar as ferramentas para que as pessoas se inspirem e ajam.”- Jason Harris, CEO da agência criativa Mekanism, sobre a criação de uma campanha que envolva o público a participar (via AdWeek)
5. “Produza uma comunicação fácil para o seu público, e lembre-se que cada membro de sua audiência tem um público próprio, que também tem um público próprio.” – Christopher Lester, vice-presidente de vendas por e-mail marketing da Emma, sobre criação de conteúdo que é personalizado para o público (via Huffington Post)
6. “Nós precisamos de pessoas que entendam dados de verdade, do funil de conversão e dos princípios da otimização. Isso é imprescindível nos dias de hoje.” Nicholas Green, fundador e CEO da Digital Printing Service, sobre as mudanças que estão acontecendo nas habilidades e competências exigidas dos profissionais marketing. (via The Guardian)
7. “Precisamos envolver os consumidores emocionalmente. Precisamos dar a eles uma razão para ouvir a nossa mensagem. Trata-se de sedução. Não de repetição “- Michael Aidan, vice-presidente de plataformas digitais da marca no Grupo Danone, sobre a necessidade de mensagens para capturar e reter a atenção dos clientes (via Forbes)
8. “Marketing e tecnologia têm que andar juntos nas camadas de tecnologia e de execução. Por exemplo, nos dados do cliente – é preciso que haja uma plataforma de gerenciamento de dados do cliente, onde todos os perfis holísticos dos consumidores vivam, e que precisa estar na nuvem para que os dados possam ser ativados em tempo real nos canais de experiência do cliente, que está cada vez mais digital. “- Kevin Akeroyd, vice-presidente sênior e gerente geral de Oracle Marketing Cloud, sobre a intersecção de marketing e TI (via Forbes)
[:]
[:pt]Campanhas de Halloween – Estratégias para Email Marketing[:]
[:pt]A temática do halloween está cada vez mais próxima do mercado brasileiro. Afinal a festa é uma ótima desculpa para comer doces e usar fantasias divertidas. Da mesma forma é uma excelente oportunidade para desenvolver promoções e campanhas temáticas de e-mail marketing. Veja alguns exemplos de campanhas de halloween bem executadas:
Incentivo à compra
Cupons promocionais e ofertas podem ser oferecidos como forma de incentivo à compra. Dois bons exemplos: a Ri Happy, que pega carona no halloween oferecendo desconto nos produtos Monster High; e a norte-americana Wallgreens, com um cupom promocional.


Conteúdo temático – Trick or treat
Gostosuras ou travessuras é a tradução para o português da expressão americana “trick or treat”, que é uma das tradições do dia 31 de outubro. Então nada melhor que usar esse tema para uma comunicação divertida. A Bibi aproveitou para comunicar a festa nas lojas físicas.

Conteúdo temático – Fantasias
Um dos propósitos do halloween é fantasiar-se. A Ri Happy desenvolveu uma campanha de e-mail marketing focada em vendas de fantasias, que fazem um grande sucesso entre as crianças.

Comunicação omnichannel
A Bibi tem utilizado campanhas de e-mail marketing para atrair clientes às lojas e dessa vez não foi diferente. Usando a festa das bruxas como tema, esta campanha convida os pais a levarem suas crianças a uma festa a fantasia nos estabelecimentos físicos. Outro exemplo é da JCPenney, que usa a mesma estratégia para atrair o público às suas lojas e ainda oferecendo um cupom promocional.

[:]
[:pt]Comunicação omnichannel – você está fazendo (direito)?[:]
[:pt]Imagine que você precisa comprar um novo par de botas. Enquanto espera o dentista, resolve pesquisar o produto no seu smartphone, escolhe alguns e vai colocando os preferidos no carrinho de compras, mas não fecha o negócio. Depois da consulta, você se lembra que precisa ir ao shopping e, no meio do caminho, passa por uma vitrine e vê o mesmo calçado da loja on-line por um valor 30% mais baixo. Não pensa duas vezes e fecha o negócio. Você é um consumidor omnichannel. Isso significa que você usou canais diferentes para o mesmo objetivo: comprar o sapato. Você não se importa se vai comprar o que precisa na loja física ou na virtual, você quer fazer o melhor negócio, o mais conveniente.

Múltiplos canais, consumidor único
Uma comunicação omnichannel eficaz prevê a integração dos canais de relacionamento e vendas, fazendo com o que o cliente perceba que ele é único para você e será tratado da mesma forma através de todos os pontos de contato. Essa estratégia transparece a preocupação em tratar o cliente como único e especial. Usando o mesmo exemplo do sapato: se a loja física onde você comprou o produto tem um bom banco de dados, ela vai usar o seu e-mail para comunicar uma bolsa ou um cinto que farão uma bela composição no seu look. E nesse e-mail vai ter um botão para que você compre os produtos no e-commerce da marca. Isso faz o ciclo omnichannel girar de maneira saudável.
Enquanto isso, no MIT
O MIT (Massachusetts Institute of Technology) divulgou, em novembro do ano passado, um relatório chamado Beyond the Checkout Cart (em tradução livre: Além do Carrinho de Compras). Nele fica claro que o consumidor omnichannel é a força central que molda o futuro do e-commerce e das lojas físicas como forças equivalentes. Esse mesmo estudo mostrou que 80% dos compradores de lojas físicas pesquisam os preços on-line, sendo que um terço deles acessam as informações em seu dispositivo móvel, enquanto estão no interior do estabelecimento.
Quem já está fazendo
A Sears, grande rede varejista norte-americana, está usando estratégias omnichannel de modo sábio. O cliente pode comprar on-line, pegar na loja, comprar on-line de dentro da loja, ou combinar todos esses canais simultaneamente a partir de seu telefone. Ele pode, inclusive, ir à loja e receber os produtos diretamente em seu carro. A idéia do negócio é excelente, traz todos os canais em conjunto e cria uma experiência de compra integrada e conveniente para o consumidor.
No Brasil, um exemplo é a Bibi Calçados, que está usando a Big Data para desenvolver uma estratégia de recompra e relacionamento que tem base no tamanho do pezinho da criança. A Bibi tinha um grande desafio, porque possui múltipla distribuição: é indústria e conta com e-commerce e lojas físicas (franquias e multimarcas). Juntamente com a Pmweb foi desenvolvida uma estratégia de relacionamento via e-mail marketing, que integra a comunicação, com ótimos resultados. Via e-mail marketing a Bibi convida o cliente a voltar na loja física em que fez compra para fazer uma nova, já que naquela altura o pé da criança cresceu. Para saber mais sobre a estratégia omnichannel da Bibi Calçados, basta clicar neste link.

Moral da história
Por mais plural que seja sua marca, é necessário que ela fale a mesma língua, independente do canal. Mas mais importante que isso é ter em mente que cada consumidor é único e ele vai comprar as botas no lugar em que tiver a melhor experiência (seja por preço, por atendimento, por conveniência).
Sua marca já está preparada para o consumidor omnichannel?
[:]
[:pt]Links Patrocinados – você está vendendo corretamente?[:]
[:pt]Oracle Open World 2014 – Uma visão de Marketing[:]
[:pt]O Oracle Open World é um dos maiores e principais eventos de formação e networking destinado a profissionais de tecnologia, parceiros e clientes Oracle. Ele reúne anualmente 70 mil pessoas, apresentando os produtos Oracle e as novidades do setor.
Neste ano, a Pmweb esteve presente no encontro em San Francisco e verificou que a grande aposta é o Marketing Cloud e o Big Data. Foi destacado o crescimento dessa tecnologia no mundo e como ela está facilitando a vida dos profissionais de marketing. Para Augusto Rocha, sales partner da Pmweb, “é uma profunda mudança para uma empresa do tamanho da Oracle e ela não está poupando esforços para transformar seu negócio. Isso, além de surpreender seus clientes com tal ousadia, também é um belo exemplo de como as empresas precisam, independente do seu porte, estarem abertas para transformações”.
Na abertura do Oracle Open World, Larry Ellison, atual chairman e CTO da empresa, declarou que o negócio em nuvem está apenas começando. “Esta nova Oracle na nuvem permite que empresas movam qualquer banco de dados do datacenter para a nuvem com o apertar de um botão”, afirmou o executivo.
A Pmweb é o maior Marketing Cloud Partner da Oracle na América Latina.

[:pt]Black Friday 2014 – Como ter sucesso nas campanhas de e-mail marketing[:]
[:pt]A cada ano que passa a Black Friday torna-se maior e mais relevante no Brasil. Mas o que esperar da próxima, que acontece no dia 28 de novembro?
Nossa equipe preparou um infográfico com dados, projeções e dicas para realizar boas campanhas de e-mail marketing para engajar e vender mais na Black Friday 2014. Confira:
[:]
[:pt]Bibi Calçados – Recompra e Relacionamento Omnichannel[:]
[:pt]O consumidor de hoje é omnichannel ou, em outras palavras, multicanal. É possível que ele nem se lembre exatamente onde iniciou o processo de compra: se internet, loja física, mobile ou outros. As empresas precisam acompanhar os clientes em todos os ambientes em que eles estão conectados e passar uma mensagem única e consistente. Pensando nisso, a Bibi Calçados, juntamente com a Pmweb, desenvolveu uma régua de relacionamento por e-mail usando o Oracle Responsys Marketing Suite que visa engajamento e recompra com base no tamanho do pezinho.
Venda e relacionamento no mesmo lugar
A Bibi caracteriza-se por suas diversas formas de distribuição, sendo indústria e varejo – tanto em lojas físicas (via franquia ou multimarcas) – como no ambiente on-line. Dessa forma, a marca está se preparando para se comunicar diretamente com seu consumidor, que é omnichannel. As pesquisas mostram que esse tipo de consumidor gasta de 15% a 30% a mais, tendo mais fidelidade à marca e sendo mais influenciador.
Portanto, o desafio estava em aprimorar o relacionamento com os clientes que já haviam comprado, através da entrega de conteúdo personalizado, dinâmico e automatizado. Além disso, era necessário desenvolver uma estratégia de comunicação direta que envolvesse também as lojas físicas.
Big Data – a melhor solução
Aproveitando-se da ideia que o pé da criança tem um crescimento contínuo, surgiu a ideia de, mandar um e-mail aos pais lembrando que já faz um tempo desde a última vez que compraram um calçado, pois provavelmente seu filho já deva estar usando uma numeração acima. Sendo assim, o e-mail convida o cliente a visitar a nova coleção no site ou a passar na loja física onde foi realizada a última compra. Dessa forma, o programa de recompra expressa, além de um lembrete, uma preocupação com o pezinho da criança, que já cresceu.
Para conseguir pôr em prática esse programa, a Bibi contou a tecnologia operacional da Pmweb, e também os serviços de strategic e data, sendo as informações como nome do cliente, nova numeração e nome da loja customizadas por build function no corpo do e-mail. Por motivos de mensuração, o cliente optou em trabalhar com duas peças: uma para cada sexo, o que também pode ser customizado automaticamente.

Conforme explicado anteriormente, a comunicação é segmentada por sexo e por tamanho dos calçados. A periodicidade dos envios varia de acordo com as faixas de tamanho. Por exemplo, calçados dos números 14 ao 24 têm uma regra de envio a cada 90 dias, tamanhos 25 a 27 possuem um ciclo de 120 dias e assim por diante. As informações sobre o tempo de crescimento dos pés são originárias da Bibi.

A Bibi teve coragem ao romper a lógica das indústrias que atuam no varejo via franquia e lojas multimarcas e que não se permitem ter uma estratégia própria de relacionamento com o cliente, dependendo exclusivamente do trade marketing e da compra de mídia.
Para Andrea Kohlrausch, diretora de varejo da Bibi Calçados, o programa de recompra criado junto a Responsys faz parte da estratégia da Bibi de ver o consumidor como omnichannel não apenas no discurso, mas também na prática. ” O principal resultado percebido neste início do programa é o relacionamento que a marca cria junto ao seu cliente através de sua preocupação e conhecimento sobre a realidade daquele consumidor. Qual outra marca que sabe quanto seu filho calça? Nos preocupamos também de personalizar o conteúdo com a loja onde este cliente fez a última compra, incentivando a conversão no varejo físico, onde sabemos que a experiência de compra com a marca é muito mais completa”, ressalta.

Resultados
Em pouco mais de uma semana de ativação, já foi notada uma sensível diferença de engajamento em comparação com as campanhas blast. A média de abertura dos e-mails da campanha de recompra se mantém como as demais devido ao fato de a Bibi buscar sempre se manter próxima ao cliente por meio de uma frequência de envios segmentados. Entretanto, a taxa de cliques na campanha de recompra é muito maior, haja visto a segmentação e a relevância do conteúdo apresentado: enquanto a média do CTO (click to open) broadcast é de 15%, em recompra ela chega a 28%. Cada clique é um acesso ao website e uma interação a mais entre usuário e marca.[:]
[:pt]4 Dicas de Marketing de Conteúdo – por Amanda Batista[:]
[:pt]Profissionais de marketing de conteúdo são constantemente desafiados por muitos aspectos – desde a conceituação até a produção -, mas uma das principais responsabilidades que vem se tornando mais crítica é repensar o funil, ou seja, a maneira com que as pessoas procuram por informações.
Andrew Davis, autor do best-seller “Brandscaping: Desencadeando o Poder de parcerias”, esteve nesta semana no evento “Content Marketing World” e incentivou os profissionais de marketing de conteúdo a repensar o funil tradicional com uma nova fórmula: MOI cria ROI, ou “momento de inspiração” criar retorno sobre investimento. Davis apresentou uma discussão inspiradora e cheia de nuances sobre como o o processo de pesquisa tradicional que conhecemos como profissionais de marketing em um (mas talvez mais difícil de seguir) padrão mais realista. Confira este vídeo sobre a busca por “meat loaf” (bolo de carne), que destaca o nosso padrão típico de compra (não há nada consistente sobre ele!)
Ao incentivar os profissionais de marketing a repensar a jornada do consumidor para ignorar etapas de avaliação, Davis sugeriu focar principalmente sobre a criação desses momentos de inspiração em vez de criar conteúdo antes de o “momento da compra” palco.
“Parem de criar campanhas”, Davis aconselhou. “Comecem comprometendo-se com o público através de uma história valiosa. Faça algo que dure”. Um mestre dessa estratégia, segundo ele, é a Disney, que tem alimentado a nossa cultura de consumo, criando demanda para itens como peixe-palhaço depois que “Procurando Nemo” foi lançado (entre inúmeros outros).
Davis também encorajou o público a “pensar como executivos de TV”, observando o aumento maciço nas vendas de itens como cigarros Lucky Strike e o uísque Canadian Club, como resultado de suas aparições incessantes na série “Mad Men”.
Embora nem todos os profissionais de marketing tenham o luxo de poder comercializar esses produtos incríveis que se prestam a programas de televisão ou a outros fenômenos da cultura pop, ainda é possível estar sempre pensando em maneiras inovadoras de envolver o público. Davis ofereceu estes 4 segredos para criar momentos de inspiração, ou MOI:
1. Faça suspense
“Drama é a antecipação misturada com a incerteza”, disse o dramaturgo William Archer. Concentre-se em entregar uma história que cria um motivo para o seu público a continuamente sintonizar ou aumentar a sua participação no processo de descoberta e engajamento com o seu conteúdo.
2. Fomente aspirações
Crie conteúdos que sejam focados em um estilo de vida ou em um movimento em que seu público quer fazer parte. Particularmente as empresas de tecnologia, como a Pmweb Marketing Cloud Services, não se concentram em vender só a tecnologia, mas o estilo de vida que nosso produto ao ajudar os profissionais de marketing, com simplicidade e organização.
3. Seja empático
Entenda como criar uma conexão com seu público. A IBM conseguiu isso em sua iniciativa de fazer a transição de um fabricante para prestador de serviços através da criação de Watson, a máquina informatizada apresentada em “Jeopardy”. De acordo com a NOVA especial em PBS a empresa tem tido um crescimento de 20% no 1 º trimestre em análise de negócios. Curiosamente, ainda estamos falando de Watson. Um exemplo brasileiro é a Lu, uma personagem criada pela Magazine Luiza, que fornece conteúdo para os clientes.
Nos últimos anos, o Magazine Luiza percebeu a necessidade de estreitar a conversa entre Lu e seus clientes, através de uma experiência personalizada, com um-para-um conteúdo projetado. Este desdobrou-se em uma estratégia de conteúdo de e-mail, que foi extremamente bem sucedido. O principal objetivo ao criar a Lu era humanizar o relacionamento entre a marca e seus clientes e como uma forma de diferenciar a empresa no mercado de e-commerce, que é altamente competitivo.
O personagem tem seu próprio portal de conteúdo, com a produção de artigos, vídeos e podcasts que ajudam os clientes a fazer a melhor escolha de compra (200 artigos, 200 e webvideos 100 podcasts são produzidos mensalmente). Ela também tem um blog que fala sobre tecnologia.
Lu também está presente nas redes sociais, o personagem tem a sua página no Facebook, Google+, Twitter e Pinterest. Ela é responsável por comunicar diretamente com os clientes nestas páginas, postando ofertas, dando dicas sobre a tecnologia e até mesmo atuando como representante de serviço ao cliente, respondendo sobre ordens diretamente na página. Atualmente Magazine Luiza e Lu têm mais de 1,9 milhões de fãs no Facebook.
4. Desperte emoções
Isso é extremamente importante quando você está mandando as pessoas para uma jornada, Davis observou. Se você está tentando promover um ambiente de conteúdo que incentive as pessoas a agirem, a emoção é a principal razão por que as pessoas agem. “A diferença essencial entre a emoção ea razão é que a emoção leva à ação, enquanto a razão leva a conclusões”, segundo o Dr. Donald Calne.
Davis deixou o público com uma questão que nós vamos passar para vocês:
E se você revelar as emoções brutas associadas aos produtos e serviços que sua empresa oferece? Como você faria isso?[:]
[:pt]12 Citações de Marketing para Inspirar – por Marguerite McNeal[:]
[:pt]Reunimos 12 citações de grandes profissionais de marketing para servir de inspiração na hora de montar suas estratégias de marketing digital. Vejam só:
1 – O cineasta e o agricultor
“Quando eu penso sobre o que o marketing costumava ser, era como se fosse um produtor de cinema (ba tomada de decisões executivas) e agora é como um agricultor.” – Luanne Calvert, vice-presidente e diretor de marketing da companhia aérea Virgin America, sobre nutrir os clientes em todas as fases do ciclo de vida (via AdExchanger)
2 – Homogeneização da mensagem em cheque
“Um posicionamento: a ideia de impor uma mensagem excessivamente homogeneizada, ou uma única mensagem na mente do cliente em todo o mundo, está desatualizada.” – Larry Luz, CEO da consultoria de marketing Arcature, sobre o papel do jornalismo de marketing no “marketing de diálogo” (via AdAge)
3 – Informações e resultados
“Se você usar as informações do cliente, os resultados mostram que isso vai gerar valor no fim das contas.” – Patti Rutkin, diretor associado de CRM e marketing direto no Verizon, sobre a personalização de comunicação via newsletter (via Oracle Responsys Marketing Cloud Interact 2014)
4 – Mídias sociais e as conexões
“Mídias sociais são o que lembram as pessoas diariamente que você existe e que tem que ser o mais transparente e verdadeiro com tudo que você faz, ou o público vai perceber o contrário.” – Frances Allen, diretor de marca da Denny, sobre como a cadeia de restaurantes usa as mídias sociais para fazer conexões diárias com clientes (via fast Company)
5 – Demita o cliente
“Tudo bem, dispense os clientes que não valem o tempo e os problemas. Mas entenda que a partir do momento em que você insiste que o cliente está errado, você acabou de começar o processo de demissão (de si próprio). ” – Seth Godin, autor e guru do marketing, sobre retenção de clientes (via blog do autor)
6 – Mídias sociais: de pessoas para pessoas
Quanto mais nos lembrarmos que somos parte das redes sociais como seres humanos, mais podemos agir como seres humanos e não como funções corporativas “. – Brian Solis, principal analista do Altimeter Group, futurista e autor, sobre por que os profissionais de marketing devem se esforçar se envolver na conversa, não detê-la (via PRNews)
7 – Sobre marketing real-time
O marketing em tempo real já está defasado. Marcas devem se concentrar em iniciar a conversa e não em só reagir a ela. ” – David Berkowitz, CMO em marketing e tecnologia da agência MRY, sobre os riscos de marketing em tempo real (via Mashable)
8 – O que as pessoas desejam saber?
“As pessoas não querem dados brutos, elas desejam que os profissionais de marketing decifrem o discurso tecnológico e apresentem as informações realmente valiosas.” – Jim Sterne, consultor de marketing, co-fundador e presidente da Analytics Association, sobre como os dados devem orientar os profissionais de markering a comunicar ideias (via ClickZ)
9 – Sobre expectativas
“Ninguém conta histórias sobre quando suas expectativas são atendidas, porque elas são atendidas milhares de vezes por dia.” – Ken Schmidt, ex-diretor de estratégia de comunicação para Harley Davidson Motor Company, sobre superar as expectativas (via Marketing Direto News)
10 – Experiências diretas
“Queremos proporcionar experiências sem interferências, onde os consumidores já estão se reunindo, ao invés de tentar forçá-los por meio de um aplicativo que desenvolvemos.” – Paul Smailes, diretor global da vertical digital da Heineken, no mais recente esforço de marketing de experiência da empresa (via Marketing Week)
11 – Humanos compram de humanos
“Abaixo da necessidade profissional, o racional também é uma necessidade humana. E você tem que apelar para isso, porque você está falando com um ser humano, mesmo em um contexto B2B. Os seres humanos compram de outros seres humanos. ” – Kathy Klotz-Guest, consultor de marketing e fundador da Keeping It Human, sobre transformar o marketing em histórias humanas convincentes (via Convencer & Convert)
12 – Newsletters? Ainda?
“E-mail newsletter, esse artefato da web old school, que deveria morrer junto com conexões dial-up, não apenas existem, como estão em ritmo de crescimento.” – David Carr, jornalista e escritor, sobre a volta das newsletters (via New York Times) – Aliás, que tal assinar a nossa? Acesse o site da Pmweb, cadastre-se e receba nossas novidades em seu e-mail!
[:]



Você precisa fazer login para comentar.