[:pt]Uma Super Campanha de Marketing Digital[:]

[:pt]Um trabalho feito a quatro mãos precisa ser muito bem orquestrado para ter sucesso. Cada parte integrante do projeto tem que saber exatamente o que fazer e ser eficaz nas suas tarefas. Além disso, o sucesso do empreendimento depende muitas vezes de uma liderança, que vai unir as pontas e conectar o todo para um único objetivo. Tendo essa premissa claramente desenhada, lançamos a campanha Super 8 Day. 

Um Super Desafio

A Pmweb recebeu um desafio da rede Super 8 de Hotéis, a maior rede de hotéis econômicos do mundo, que faz parte da Wyndham Hotel Group. A rede precisava ser lançada no Brasil e começaria pelo meio online. A ideia era expor a marca trazendo seus principais aspectos como economia, conforto e localização. A estratégia de lançamento estaria associada a uma promoção audaciosa para os padrões brasileiros da hotelaria: tarifas a R$ 8,88 no final de semana e R$ 88,88 durante a semana da campanha.
O trabalho de planejamento foi desenvolvido entre a Pmweb e o cliente de modo que houvesse um seguro alinhamento de expectativas. Além de ser um projeto promocional, havia o fator branding a ser envolvido. Durante essa fase de estudos, ficou definida uma meta de ocupação nos dois hotéis, durante o período promocional e também se definiram os canais que seriam utilizados para o lançamento da campanha Super 8 Day, que aconteceria no dia 8 de agosto. 

Estratégias

A linha de estratégias e táticas de divulgação respeitou o planejamento e, com base nos objetivos da campanha, chegamos aos canais listados abaixo. 

Landing Page promocional

Identidade visual alinhada aos conceitos da marca: simples e funcional. Ela seria a página de aterrissagem da comunicação que começou nas campanhas (e-mail marketing, links patrocinados etc) e uma espécie de briefing da marca.
Case Super 8 Day
 

E-mail marketing

Comunicar-se com quem já teve contato com a marca é pressuposto básico. Portanto, a base de contatos foi acionada para divulgar a promoção.
E-mail marketing Case Hotéis Super 8
 

Facebook

Uma cultura em torno da marca foi iniciada no Facebook, em que se destacam os valores inerentes à marca: preço, localização, praticidade. Também foi criado um elemento de diálogo nas peças dessa plataforma, o balãozinho.
Fanpage Case Hotéis Super 8
 

Links Patrocinados

Para ser encontrado por quem já está te procurando. Simples assim.
Links Patrocinados Case Hotéis Super 8
 

Facebook Ads

A vida das pessoas gira em torno das mídias sociais. O Facebook Ads traz leads diferentes dos que vêm de links e tornam a exposição da marca ainda maior.
Fanpage Case Hotéis Super 8
 

Assessoria de imprensa

A contextualização do conteúdo através de sites de notícias é fundamental para uma campanha bem sucedida. A aposta nesse canal foi bastante acertada pois a ação ganhou destaque em vários sites e portais altamente relevantes.
Case Hotéis Super 8
 

Super resultados

A meta de ocupação foi alcançada, mas o mais é importante destacar que parte da receita foi doada para instituições de caridade e objetivo de tornar a marca conhecida no mercado brasileiro foi atingido com sucesso através das estratégias mencionadas.
Foi uma super experiência para todos os envolvidos![:]

[:pt]O que é mídia programática[:]

[:pt]Atualmente existem milhares de sites que oferecem espaços para compra de mídia, os chamados publishers. São praticamente infinitas opções, com múltiplas possibilidades de segmentação para os anunciantes mostrarem seus produtos. Com o avanço da tecnologia, a maneira como se comercializa os espaços também vem mudando. Para atender à necessidade de facilitar a compra e venda desse inventário de display de maneira mais apurada, surgiu a mídia programática.

Como funciona a mídia programática?

Mídia programática, como o próprio nome sugere, é uma maneira programada de comprar e vender mídia através de uma ferramenta. O processo automatizado elimina alguns fatores que dão morosidade ao negócio, como negociação humana entre anunciante e publisher, inclusões manuais de anúncios e outros. A principal forma de compra e venda do inventário se dá por meio de um sistema de leilão, em que o anunciante que der o maior lance conseguirá o espaço. Este vídeo da Internet Advertising Bureau (IAB)  traz uma breve explicação sobre nosso assunto:

E por que a mídia programática é importante?

Porque é eficiente. Antes dela existir, todo processo era feito manualmente, o que o tornava mais caro e nem sempre 100% confiável. A compra de mídia programática elimina o fator humano sempre que possível e torna a negociação mais direto ao ponto, com maior aproveitamento entre o que se pretende e o que está sendo comprado em termos de espaço. Ela faz com que se atinja as pessoas certas, no momento certo, na hora certa. Então não é necessário comprar um pacote de milhões de impressões para alcançar menos da metade do público (sendo otimista). Você só compra as impressões que realmente interessam.

Mas então não se precisa mais de pessoas para comprar e vender mídia?

A resposta é: mais ou menos. Desde a Revolução Industrial o homem vem buscando maneiras de produzir mais com menos dinheiro. E a solução para isso são as máquinas, a tecnologia. Portanto, no caso da mídia programática, permite-se que o tempo poupado no processo seja empregado no desenvolvimento de novas campanhas, mais segmentadas, personalizadas e focadas em resultado. Você está preparado?[:]

[:pt]Monitore sua campanha de email marketing pelo Google Analytics, por Adriane Fernandes[:]

[:pt]Monitorar as campanhas digitais e mensurar seus resultados é fundamental para otimizarmos as estratégias e aumentarmos a receita. Além das opções de acompanhamento da sua ferramenta de email marketing, é possível monitorar o desempenho também pelo Google Analytics. O procedimento é simples e não requer configurações no Analytics, apenas parametrizações nas URLs.
Como fazer?
Passo 1: Defina as URLs que deseja monitorar
É importante que você monitore as principais URLs do email, como os endereços para os produtos ou botões call to action. As URLs devem ser do mesmo domínio do site configurado em sua conta Analytics.
Passo 2: Parametrize as URLS
Definidas as URLs, agora acesse a ferramenta do Google chamada “Criador de URL Parametrizada”.
Personalize cada uma das URLs e preencha os campos de acordo com sua campanha. São cinco campos disponíveis para parametrização, e três destes campos são de preenchimento obrigatório. Confira a função de cada um deles abaixo:
utm_source: É a origem da campanha, onde você informa de onde este acesso está vindo. Nesse cenário, você pode preencher com o nome da ferramenta de email que está utilizando, por exemplo. Esse campo é de preenchimento obrigatório.
utm_medium: Corresponde ao tipo de mídia utilizada, como email marketing, adwords ou Facebook. Nesse cenário, você pode preencher com “email”. Esse parâmetro é de preenchimento obrigatório.
utm_term: Corresponde ao termo da campanha. Não é de preenchimento obrigatório, mas você pode utilizar para identificar palavras-chaves específicas dentro do email.
utm_content: É um parâmetro de preenchimento não obrigatório, porém muito útil para identificar como conteúdos diferentes desempenham-se entre si: os chamados “Teste A/B”. Você pode avaliar qual cor de botão traz mais conversão para o seu email, por exemplo. Para isso, personalize todos os passos das URLS até aqui de forma igual e modifique somente este item, preenchendo com a cor de cada botão. No email, adicione a URL parametrizada no email de cor correspondente e aguarde os resultados.
utm_campaign: É o nome da campanha. Geralmente é utilizada para nomear as campanhas de Adwords. Nesse cenário, você pode utilizar termos úteis para distinguir essa campanha de email das demais. Este campo também é de preenchimento obrigatório, afinal, ele nomeia a campanha.
Como monitorar emails via Analytics
Sua URL parametrizada ficaria assim:
http://www.meusite.com.br/?utm_source=responsys&utm_medium=email-marketing&utm_term=campanha-inverno&utm_content=botao-verde&utm_campaign=Inverno%202014
Passo 3: Utilize as URLs parametrizadas no seu email:
Parametrizar uma URL não altera seu funcionamento, apenas adiciona informações úteis para o Analytics realizar a coleta de dados.
Pronto! Com as URLs parametrizadas no seu email, você já pode disparar a campanha. O próprio Google Analytics irá detectar esses parâmetros e listará os dados de acesso originados dessa campanha na sessão “eventos”. Não esqueça que o Google Analytics pode demorar até 24 horas para atualizar os dados.
Os dados monitorados pelo Google Analytics estarão disponíveis na seção “Aquisição”, dentro de “Campanhas”. Ao visualizar esse campo, você terá acesso ao comportamento específico do público da sua campanha de email marketing.
Como monitorar emails via Analytics
Com todas essas informações, basta analisar e comparar os dados para otimizar suas ações para as próximas campanhas!
Autora:  Adriane Fernandes, analista de SEO.[:]

[:pt]Baixe o Guia do Marketing Orquestrado para Mobile[:]

[:pt]Não é exatamente uma notícia nova de que a proliferação do uso de celulares mudou o mundo do marketing.
A mobilidade alterou completamente a maneira como interagimos com o mundo, a partir da nossa forma de consumir e divulgar informações no trabalho e na interação com os outros. Os dispositivos móveis mudaram o nosso comportamento para sempre e aumentaram as expectativas nas marcas que interagimos.
Por este motivo, lançamos o novo Guia do Marketing Orquestrado para Mobile. O guia oferece uma riqueza de insights e conhecimento para as empresas tirarem o máximo proveito das novas oportunidades do mobile marketing.
 
Guia do Marketing Orquestrado para Mobile
Veja alguns destaques do guia:
O momento mágico da mobilidade chegou
O futuro é aqui e agora. As pessoas estão usando seus telefones celulares e dispositivos para tudo o que fazem no dia a dia. Elas estão se comunicando, comprando, pesquisando, viajando, jogando, lendo e descobrindo. Em outras palavras, elas estão vivendo.
O comportamento do consumidor está mudando rapidamente
Como resultado de tudo o que foi mencionado, com os dispositivos móveis os consumidores estão no controle total. Com os telefone em mãos, os consumidores podem avançar, eliminar ou editar todas as mensagens que não gostam.
É tudo sobre a jornada do cliente
Como resposta a essa enorme mudança dos consumidores, as empresas tem que evoluir na sua abordagem de marketing: a mudança de foco em campanhas de marketing de um canal único para um foco em toda a jornada do cliente.
Mais ferramentas na caixa de ferramentas
Não há falta de ferramentas mobile a serem implementadas. Da web móvel a e-mail responsivo e SMS, entre outros, as empresas tem muitas maneiras de se comunicar com os clientes em seus dispositivos.
Cuidado com a fragmentação
Na corrida para encher a caixa de ferramentas de marketing com as novas tecnologias, a maioria das empresas tem implementado essas ações fragmentadas, resultando em uma experiência desconectada do todo, o que pode prejudicar as relações com os seus melhores clientes.
Agora que você já leu algumas dicas, vamos aos exemplos dessa orquestração na vida real.
1. A comunicação móvel desde a compra até a entrega
2. As oportunidades de cross-sell e up-sell
3. A experiência personalizada com base na localização
Esta é só a ponta do iceberg. Acesse o link e baixe o guia e tenha mais informações e insights para surpreender o seu cliente nos seus dispositivos com uma experiência precisa e relevante.[:]

[:pt]Viagem de Experiência: 5 lições que o marketing dos hotéis podem aprender com o Airbnb por Marguerite McNeal[:]

[:pt]experimental_travel
As pessoas viajam de forma diferente do que há 20 anos atrás. Eles compartilham informações sobre viagens e consumem dicas digitalmente, e eles estão à procura de experiências únicas. É por isso que as cadeias de hotéis estão com medo. Eles estão preocupados que os clientes migrem em um curto prazo para o Airbnb e façam a sua reserva para o apartamento de alguém, em vez de reservar um quarto no hotel.
A preocupação está levando a indústria a fazer uma guerra contra o site. Hotéis estão incitando cidades para abrir processos contra o Airbnb com a alegação de que é um negócio ilegal que viola leis imobiliárias.
Argumentos à parte, os hotéis podem aproveitar alguns conselhos valiosos de sucesso do Airbnb para criar as experiências e conexões emocionais que os viajantes desejam.
Primeiro, algumas informações: Airbnb está avaliado em U$10 bilhões e tem mais de 500 mil acomodações residenciais disponíveis em todo o mundo para aluguel de curto prazo. No site, os potenciais visitantes podem consultar imóveis, falar com o locatário e as duas partes fecham acordo sobre a reserva.
Aqui estão cinco lições que os hotéis podem aprender com Airbnb para seguir a tendência da vez.
1. Os clientes querem viagens de experiência.
Quando os clientes reservam a sua estada através do Airbnb, muitas vezes têm acesso a bairros onde hotéis não são uma opção. Alguns anfitriões podem cozinhar para os hóspedes, deixar recomendações de pontos próximos e até mesmo mostrar aos visitantes um pouco da cidade.
Hotéis estão começando a reconhecer que os clientes valorizam essas experiências exclusivamente locais. “Nossa unidade não é mais o destino”, disse um executivo do hotel diz AdWeek. “Agora somos um portal para a comunidade que nos rodeia.”
O hotel Indigo travou uma batalha para oferecer experiências locais no início deste ano. A cadeia de 55 hotéis boutique lançou telas touchscreens que listam as atrações favoritas e restaurantes. Hotéis individuais também podem sediar eventos locais onde possam convidar seus vizinhos – e às vezes até seus animais de estimação – para passar um tempo no hotel aproveitando um coquetel, por exemplo.
2. Gerenciamento de conteúdo importa.
As pessoas poderiam simplesmente listar seu apartamento nos classificados, mas a experiência não seria necessariamente agradável para locatários ou visitantes. O Airbnb tomou medidas para envolver os usuários por meio de conteúdo relevante. Publica guias que dividem as cidades mais visitadas por bairros e fornece dicas de viagens de localização específica. Na mesma tela, os usuários podem ver as opções de hospedagem disponíveis em cada bairro.
O site também privilegia o conteúdo visual, incentivando os locatários a publicarem fotos com qualidade de suas propriedades. E mais, se os locatários não tem disponibilidade de tirar boas fotos, podem solicitar que um dos 3.000 fotógrafos freelance do Airbnb tirem fotos de sua habitação de forma gratuita.
O Hilton Hotels and Resorts teve uma abordagem diferente mas divertida para gerar conteúdo. Em parceria com a publicação cômica The Onion, a empresa desenvolveu o Urgent Vacation Care Center, um site onde os usuários podem responder a uma série de perguntas para diagnosticar sintomas que podem ser curados com um período de férias..
3. Integração com redes sociais podem adicionar confiança.
O Airbnb integra dados do Facebook, ou seja, os usuários podem visualizar um visitante ou perfil do proprietário. O recurso também permite ver se eles compartilham amigos comuns. Isso adiciona uma camada extra de segurança para ambas as partes, que provavelmente querem mais informações antes de reservar uma viagem.
Hotéis podem considerar a adição de características semelhantes que mostram os visitantes que os amigos ficaram no local, ou deixar amigos atestarem a qualidade dos quartos ou serviço ao cliente como a Yelp, por exemplo.
4. Personalização é a chave.
O Airbnb permite que os proprietários e visitantes proporcionem experiências incrivelmente personalizadas. Se um viajante pousa às 9 horas, ele pode pedir para o proprietário para ter o apartamento disponível uma hora mais tarde, por exemplo. Embora seja o próprio proprietário a responder, a capacidade mostra que não tem que ser uma abordagem única para todas as viagens. Talvez os hotéis possam flexibilizar os horários de check-out ou personalizar as recomendações de atividades locais com base no perfil das redes sociais do hóspede.
5. Dados impulsionam negócios.
O Airbnb analisa os dados de todos os lados do seu negócio, tanto de pessoas à procura de um lugar para ficar quanto daqueles que alugam seus espaços. “Nós estamos olhando onde as pessoas procuram acomodações, onde falhamos e onde anfitriões não estão tendo procura” disse Riley Newman, diretor de ciência de dados da Airbnb em uma conferência no início deste ano. Newman e seus colegas usam esses dados para tomar decisões sobre todos os tipos de problemas, desde os preços à se as fotos e mensagens de acolhimento são envolventes.
Os departamentos de marketing dos hotéis têm acesso a uma riqueza de dados sobre seus clientes, a partir da frequência, e do engajamento deles nas redes sociais.
Enquanto o destino do Airbnb nos tribunais permanece incerto, a plataforma fica cada vez mais popular e destaca formas inovadoras para os hotéis se envolverem com as viagens de seus hóspedes.
Para ler este artigo oficial, clique aqui.[:]

[:pt]19 estatísticas de mobile marketing que vão mudar a sua mente, por Courtney Buchanan[:]

[:pt]Estatísticas e Métricas do Mobile Marketing
Mobile marketing está crescendo rapidamente, e não há nenhum sinal de que ele vá parar tão cedo. Com as pessoas usando cada vez mais seus smartphones e tablets em todos os lugares, os varejistas perceberam que usar o smartphone é fundamental para se envolver com os clientes.
Fazer ações mobile não significa apenas notificar o cliente sobre uma promoção ou enviar um desconto para a próxima compra. É mais que isso, é interagir com seus clientes durante todo o seu tempo.
Ainda não está convencido que o smartphone é a chave para uma estratégia de marketing digital bem-sucedida?
Veja 19 estatísticas sobre o desempenho do mobile marketing que vão mudar a sua mente:
 Perfomance de Mobile Marketing
1. O gasto com publicidade em mobile marketing cresceu mais de 100% em 2013 (Fonte: Mobile Marketing Watch)
2. 85% dos usuários de smartphones preferem ” desistir de água potável ” do que apagar seus aplicativos (Fonte: Apigee)
3. 43% dos clientes são mais propensos a fazer uma compra quando as ofertas recebidas nos smartphones são parte de uma campanha orquestrada que se desdobra ao longo do tempo através de múltiplos canais (Fonte: Responsys)
Personalizado e relevante
4. 70% dos consumidores acham valioso receber notificações push, atualizações e mensagens baseados em localização (Fonte: Responsys)
5 . Quase um terço dos consumidores se inscreveram para receber mensagens nos dispositivos móveis, mas 35% deles não estão recebendo mensagens relevantes  (Fonte: Responsys )
6. 90% dos consumidores que aderiram programas de fidelidade para dispositivos móveis veem valor neles (Fonte: Zoomerang )
7. Quase dois terços dos consumidores que receberam ações de mobile marketing indicam que  fizeram uma compra como após receber uma mensagem de celular altamente relevante. (Fonte: Responsys)
O reinado dos canais mobile
8. A taxa de abertura de SMS é de 98% em comparação aos 22% dos e-mails (Fonte: Venture Beat)
9. Mensagem de texto pode ser 8x mais eficaz para engajar os clientes (Fonte: Cellit)
10. 68% dos consumidores que fizeram o download de um aplicativo da marca permitiram notificações push (Fonte: Responsys)
11. Ofertas de varejo entregues no Passbook tem 3x mais vendas nas lojas, quando comparado com a mesma oferta por e-mail (Fonte: Responsys )
Aumento de compras a partir de dispositivos móveis
12. 63% de usuários de tablet já compraram um produto ou serviço a partir de seu dispositivo, em comparação aos 39% dos usuários de smartphones (Fonte: eMarketer)
13. 70% das buscas em navegador móvel levam a uma ação dentro de uma hora. Destes 40% estão usando tablets e 60% smartphones (Fonte: iAcquire)
14. 9 em cada 10 pessoas usaram seus dispositivos móveis para comprar produtos, enquanto estavam em lojas de materiais de construção (Fonte: JiWire)
Mindset mobile
15. Comerciantes que implementaram design responsivo aumentaram em média  20% o número de cliques e conversões (Fonte: Responsys)
16. Metade dos usuários de smartphones dizem: ” Se a tecnologia de um varejista no primeiro acesso é ruim, eu paro de usar.” (Fonte: First Data)
17. 47% dos consumidores querem receber ofertas nos seus dispositivos quando eles passam por uma loja (Fonte: comScore e UPS)
18. Estima-se que 54 milhões de consumidores nos EUA vão usar cupons recebidos nos smartphones em 2014 (Fonte: eMarketer)
19. Ofertas recebidas nos dispositivos móveis são usadas 10x mais do que as ofertas impressas. (Fonte: eMarketer)
Acesse o arquivo original aqui.[:]

[:pt]Gmail implementa novos recursos de descadastro e feedback loop – FBL, por Marcus Souza[:]

[:pt]Após a polêmica relacionada às abas na caixa de entrada do Gmail, o Google recentemente anunciou no evento M3AAWG, em São Francisco, duas novas implementações no provedor – a primeira é o recurso de “Easy Unsubscribe” ou “Cancelar Inscrição”, como aparece no Gmail em português. Já a segunda é a criação de um programa de Feedback Loop para ESPs (E-mail Service Providers), até então inexistente no Gmail.
gmail
Confira abaixo o detalhe de cada novo recurso:
Link de Cancelar Inscrição
O Gmail agora está exibindo o botão “Cancelar Inscrição” nas mensagens. Este botão aparece ao lado do nome do remetente do e-mail, quando a mensagem está aberta. Na verdade, isto não é uma inovação, mas a expansão de um mecanismo já existente chamado “List Unsubscribe”, utilizado há algum tempo, e que todos os clientes da Responsys utilizam por padrão desde o início de 2013.
Quando o parâmetro “List Unsubscribe” está dentro do cabeçalho de um e-mail, um link é inserido e este envia uma solicitação de cancelamento de inscrição – com o endereço de e-mail do usuário – de volta para o remetente. Quando isto iniciou, foi uma grande implementação realizada pelo Gmail, pois este provedor, pela primeira vez, fornecia algum feedback para remoção de destinatários que reportavam spam.
A implementação do novo recurso “Cancelar Inscrição” não é tão diferente em relação à versão anterior. Basicamente, a principal mudança é que agora os usuários poderão ver o link. Anteriormente, com o “List Unsubscribe”, a única opção oferecida pelo Gmail era clicar no botão “Denunciar Spam”, na interface do Gmail, e então eram oferecidas as duas opções de “Denunciar Spam” ou “Cancelar inscrição e denunciar como spam”. Isso foi ótimo para os remetentes, pois ajudou a higienizar a lista de envio a partir do momento que o Gmail oferecia o descadastro daquele remetente.
A nova versão do “Cancelar Inscrição” possui algumas diferenças. O link será exibido para todos os usuários que mantêm uma boa reputação com o Gmail. Isto significa que os usuários terão a oportunidade de cancelar a assinatura diretamente pelo provedor. Este fato é uma ótima notícia, pois pode resultar em uma grande redução no número de reclamações spam que tanto podem prejudicar a entregabilidade de e-mails. É claro que também poderá refletir num aumento de descadastros, mas mesmo que exista um aumento nesta taxa, a redução de reclamações spam já será uma vitória para os remetentes melhorarem sua performance perante os filtros anti-spam do Gmail.
É importante salientar que, de acordo com o Google (Link: https://support.google.com/mail/answer/80405?hlrm=en&ctx=mail), a solicitação de cancelamento pode levar até três dias para ser processada, e, por isto, pode demorar alguns dias para o usuário parar de receber as mensagens. O Google ainda informa que a opção de “Cancelar Inscrição” não será fornecida para todas as listas de e-mails, como, por exemplo, aquelas que o Gmail identifica como lista spammer. Caso a mensagem seja confiável e não possua o link de cancelamento do Gmail, será necessário fazer o mesmo pelo link de descadastro real da mensagem.
Feedback Loop
O segundo anúncio do Gmail está relacionado à criação da primeira aplicação de FBL (Feedback Loop). Esta fase inicial é projetada apenas para participação dos ESPs, não contemplando os usuários individuais.
No entanto, ainda não há muitos detalhes técnicos sobre o funcionamento deste FBL. Em geral, o Gmail tende a usar a sua própria tecnologia com qualquer coisa que eles projetem, por isso, seria possível haver um desenvolvimento em nível de ESP, assim como ajustes no nível de remetente.
Independentemente disso, a inclusão de um FBL no Gmail é uma notícia maravilhosa para os remetentes. Até o momento, não tínhamos de forma alguma como saber quais os destinatários estavam reclamando spam e, provavelmente, os remetentes continuavam enviando e-mails para aqueles que não queriam receber.
O Google nunca fornece muitas informações sobre suas novas implementações, e quando fornece é comum fazer de forma gradual. Dessa maneira, assim que tivermos mais novidades sobre estes recursos atualizaremos todos por aqui.[:]

[:pt]Reputação do IP: Como ela impacta em ter o seu e-mail na caixa de entrada, por Marcus Souza[:]

[:pt]Entregar e-mails 100% na caixa de entrada é uma tarefa que exige constante monitoramento de métricas e cuidados a detalhes que podem fazer diferença perante os ISPs – Internet Service Providers -, como Hotmail, Gmail, Yahoo, BOL e outros.
Os filtros anti-spam dos provedores de e-mail nem sempre refletem da mesma forma o comportamento que terão com as bases enviadas. Toda performance que será obtida está centrada na reputação do endereço do IP. Por este motivo, higienização de lista, remoção de hard bounces, redução de reclamações spam e envio para bases engajadas são formas de se qualificar cada vez mais o endereço do IP do enviador e conseguir, com isso, maiores taxas de e-mails na caixa de entrada. Duas diferentes campanhas do mesmo enviador que utilizam a mesma base de contatos podem obter diferentes quantidades de emails na caixa de entrada, apenas em função de como estiver a reputação do IP no momento do envio.
Para fazer este rígido controle, filtros dos ISPs monitoram a cada 24 horas, 7, 15 e 30 dias o tráfego de envios. Com isso, eles  analisam o volume e qualidade das bases que estão sendo disparadas por um determinado IP. Estes períodos também são o fator chave da análise para avaliação da performance que está sendo obtida.
Uma forma de se verificar a qualidade da reputação do seu IP perante os ISPs é utilizar o serviço SenderScore (http://senderscore.org) da Retun Path. Esta ferramenta informa a indicação de confiabilidade do enviador, através de uma pontuação de 0 a 100. Os dados lidos pelo SenderScore são os mesmos utilizados pelos provedores de e-mail para determinar se aceitam uma mensagem na caixa de entrada ou se a classificam como spam.
Segundo dados da Return Path, líder mundial em e-mail intelligence, a variação na caixa de entrada em relação a pontuação SenderScore é a seguinte:
ss_comparison_for_hotmail_blog_w640
Como pode ser notado, a reputação de um IP é fator determinante para os e-mails terem chance de serem lidos. Se considerarmos receita por e-mail, ter um SendeScore de 75, significa que menos de 50% dos e-mails enviados para Gmail, Yahoo e Hotmail estarão na caixa de entrada. Ou seja, o potencial de receita por e-mail da campanha já começa baixa, pois apenas metade dos e-mails possuem chance de gerar conversão.
Nutrir a reputação do endereço IP é essencial. Isso significa que compartilhar endereços IPs com outros enviadores é uma prática não recomendada, pois não se tem controle sobre o que terceiros estão fazendo com o mesmo endereço IP usado por um enviador específico. Usar endereços IPs virgem no início da relação com o provedor de e-mail torna possível que apenas as ações feitas pelo dono do IP sejam contabilizadas na reputação e, sendo assim, boas ações geram bons frutos.
Imagine que os e-mails de um enviador A são enviados pelo mesmo IP compartilhado do enviador B. O primeiro possui boas práticas para manter um SenderScore alto, mas o segundo não possui uma correta política de captação optin ou rotina de higienização de lista. Certamente, o enviador B estará suscetível a receber reclamações spam e enviando para e-mails inválidos. O enviador A será prejudicado pelo outro enviador, pois a reputação do seu IP compartilhado está sendo atingida por algo que o enviador A não possui controle.
Quando falamos de boas ações, existem várias. No entanto, a mais simples (e a menos usada) é enviar e-mails apenas para quem é optin e quem interagiu com o seu e-mail (abriu e/ou clicou) pelo menos uma vez nos últimos 120 dias. O double optin é a melhor forma de evitar spam traps (armadilhas criadas pelos provedores de e-mails para identificar spammers) assim como também serve para evitar endereços inválidos que poderiam compor uma lista não higienizada.
Ainda, é comum observar no mercado a troca de IP quando ocorre um problema. Mas esta é uma falsa solução, pois os mesmos problemas que ocorreram num determinado IP, vão continuar no novo. É preciso criar um bom histórico no IP dedicado e construir uma forte reputação que possa absorver possíveis problemas diante dos filtros dos provedores. Um único IP significa informação clara e concisa, sem tentar interpretar as diferenças de IP que não significam nada. Além disso, suporte e diagnóstico são muito mais fáceis de digerir e entender.
Reputação de IP é o primeiro e um dos mais importantes fatores a se preocupar para atingirmos excelentes taxas na caixa de entrada. Todos demais aspectos que influenciam a reputação são pedaços formadores de boas práticas constituídas em tecnologia e autenticações, monitoramento de métricas e estratégia de segmentação. Estes e mais itens que constituem o processo de entregabilidade serão explorados num próximo post.
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[:pt]Halloween – Estratégias de Email Marketing no Brasil[:]

[:pt]O Halloween é sempre uma data bem movimentada para aqueles que acompanham email maketing, destacando-se por diferentes campanhas e promoções, não sendo diferente este ano. Diversas marcas internacionais e nacionais aproveitaram a oportunidade para incentivar suas vendas e base de contatos, além de fortalecer o relacionamento com seus clientes.
Para ilustrar o intenso dia de Halloween, selecionamos algumas das melhores estratégias de e-mail marketing para a data:
01) Urban Outfitters

Urban Outfitters
A marca apostou em manter sua linha de comunicação conceitual e criou um email em gif trazendo uma experiência diferenciada ao Halloween. Além disso, utilizou-se de um call to action sutil no final do email, fazendo da intenção de compra uma opção do cliente, sustentando o foco conceitual da campanha.
02) Goodhood Store
Goodhood

A Goodhood manteve o seu padrão de comunicação do template utilizado regularmente, com a finalidade de adaptar a sua comunicação com o contexto do Halloween. Além disso, a Goodhood apostou em um desconto até 70% em produtos selecionados especialmente para o Halloween, anunciado através de uma tipografia sutil, complementar a mensagem principal do email.

03) Banana Republic
Banana Republic

Treat Yourself! Comunicação criada pela Banana Republic para oferecer ao cliente um desconto de 31% na compra de qualquer produto no dia do Halloween. Através de um call to action de destaque e um modelo de template característico, a marca aproveitou a data para incentivar as suas vendas e atrair mais clientes ao seu site.
04) LIVO
livo

A LIVO, foi uma das marcar brasileiras que mais aproveitou a data. Loja de óculos de sol, adotou o Halloween para oferecer um desconto de R$ 100,00 para compra de modelos da cor preta até meia noite. Além disso, a marca relacionou o seu produto ao contexto, tornando-o o destaque principal da sua oferta.
05) Free People
people

A marca apostou em uma campanha de Halloween conceitual, trazendo uma experiência diferente das campanhas tradicionais. Além disso, aproveitou o contexto da lua da meia noite para trazer uma mensagem suave e delicada, características associadas à identidade de marca.
06) Benefic Cosmetics
Benefit Cosmetics

 
Boo!  Who’s lookin scary pretty? You are! A marca Benefit Cosmeticas aproveitou a preocupação da mulher com a beleza para fazer uma analogia com o cenário do Halloween. Através de uma comunicação diferenciada, a marca aproveitou para oferecer o one-day special offer, o qual oferecia aos clientes, nas compras acima de $85,00, um pó facial de brinde, chamadomatterial girl.
 
Lembre-se que toda marca possui sua identidade própria e deve zelar por ela. Nas datas especiais é fundamental criar uma comunicação característica, mas não se sinta obrigado a elaborar algo totalmente diferente da personalidade da sua marca só para associar aos eventos comemorativos. Adapte a comunicação, o padrão de template, tipografia, elementos visuais e verbais aos contextos que a ações se inserem, fazendo com que o cliente entenda a campanha e também identifique a marca.[:]

[:pt]61% das empresas brasileiras afirmam que o Email Marketing é responsável por 20% do faturamento[:]

[:pt]Você sabia? De acordo com uma pesquisa realizada pela FBITS (http://www.fbits.com.br), 61% das empresas brasileiras possuem até 20% do seu faturamento gerado a partir do Email marketing.
Já parou pra pensar que, se começarmos a centralizar nossas estratégias em relacionamento, esta porcentagem poderá ser muito maior?
Cenário do E-commerce no Brasil
O objetivo desta pesquisa é disponibilizar dados que possam ser utilizados (e analisados) pelas empresas. Sendo assim, é fundamental entender o mercado para planejar melhor suas estratégias. E não se esqueça: Crie (cada vez mais) relacionamento da sua marca com seus consumidores! É importante saber quem, onde está e o que quer cada um de seus clientes. Ao responder estas perguntas, você poderá direcionar suas campanhas de maneira mais assertiva.
Para ler a pesquisa na íntegra acesse: http://www.fbits.com.br/cenario-do-ecommerce-no-brasil[:]