Pensando em fazer CRO? Temos 3 dicas para escolha de tecnologia

[:pt]Otimização deve ser um projeto constante e contínuo. Entre outras coisas, otimizar um website ajuda as empresas a aprenderem mais sobre seus visitantes para, em seguida, dar a cada perfil de público a experiência mais direta e precisa para converter um usuário em comprador. Isso são dados, isso é ciência. Além disso, observando que o mundo inteiro parece estar conectado a dispositivos móveis e a aplicativos, é indispensável considerar também esses canais num projeto de CRO – Conversion Rate Optimization.
Vamos entender três fatores básicos a considerar antes de escolher tecnologias e parceiros para seu projeto de otimização:

Testes A/B e multivariados

Ao executar testes A/B e/ou multivariados – as duas formas mais populares de testes de otimização – as empresas podem obter resultados com base em dados que revelam padrões valiosos no comportamento dos clientes. Com isso, pode-se tomar melhores decisões sobre qual conteúdo mostrar a quais usuários, em que momento e em qual caminho.
Na prática, para executar um teste, as empresas têm de criar diferentes versões de um site, seção e ambiente online para cada um dos seus segmentos. Os elementos cambiáveis são as características gerais que definem um website: imagens, call-to-action, esquemas de cores e outros. Variantes são as mudanças que as empresas fazem a estes elementos como cor, conteúdo, e até mesmo a inclusão de um todo.
A solução de tecnologia que a sua empresa escolher deve fornecer esse tipo de funcionalidades para testes eficientes. Também é importante pensar que essa tecnologia deve ser acompanhada de serviços de especialistas, executados por um parceiro estratégico.

Pensando mobile

Quando se trata mobile, só porque a versão desktop de um site ou aplicativo oferece x, y, e z de experiências, isso não significa que a versão móvel tenha de entregar o mesmo, de forma compatível. Existem diferenças naturais entre desktop e dispositivos móveis que empresas e desenvolvedores devem simplesmente aceitar. A tecnologia escolhida deve fornecer uma interface de usuário para todos os dispositivos. Também precisa proporcionar igualdade de testes e funcionalidade de personalização.

Analisando resultados

Ao analisar um projeto de CRO com base em testes, há duas principais métricas básicas a se pensar: pré-teste e pós-teste. No pré-teste a necessidade é entender quem são os visitantes do seu site quais são as preferências que eles têm. O mais importante é compreender os segmentos com menor desempenho. Ali você deverá atuar com mais consistência em user experience.
Já o pós-teste proporciona um processo automatizado para encontrar visitantes de micro-segmentos e o conteúdo que eles preferem. Assim haverá a oportunidade de orientá-los com experiências relevantes on-site. A ferramenta de tecnologia que você usa deve mostrar que experiências produziram mais engajamento, conversões e receita. Ela precisa também agregar os dados dos clientes para ajudar você a organizar seus clientes em segmentos / perfis, que ajudarão a localizar oportunidades rentáveis e apontar hipóteses com base em informações.
E então, preparado para ter um site diferente para cada cliente?[:]

[:pt]Modern Marketing Experience 2016 – Veja como foi[:]

[:pt]Neste ano, levamos um grupo de 30 profissionais de marketing de grandes empresas da América Latina para Las Vegas, onde aconteceu o MME 2016.
Foi uma semana intensa, de absorção de conhecimento, experiências e muito network. Levamos um grupo de 30 pessoas que fazem a diferença no mercado de data driven marketing da América Latina.
Veja a opinião de quem foi e prepare-se para 2017 😉
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[:pt]Markie Awards 2016: Wine.com.br é campeã[:]

[:pt]O Markie Awards é um reconhecimento mundial a ações de modern marketing que trazem inspiração e inovação ao mercado. Neste ano, a capixaba Wine.com.br recebeu a honraria na categoria “Content is king”.
Além do case campeão, outras duas marcas latino-americanas, figuraram entre os finalistas: Mercado Libre e Magazine Luiza. Todas elas têm em comum o uso da plataforma Oracle Responsys e os serviços estratégicos da Pmweb.
Abaixo você encontra alguns detalhes dessas histórias de sucesso que trazem consigo um denominador comum: todas têm a acuidade dos dados como base. Conheça três cases de data driven marketing reconhecidos internacionalmente:

Wine.com.br: content is king

A Wine.com.br é o maior e-commerce de vinhos da América Latina e terceiro maior do mundo. A empresa possui o ClubeW, maior clube de vinhos da América Latina com mais de 140 mil sócios. Em 2015, a Wine ampliou sua atuação para os mercados de cerveja e café em cápsula,  com a WBeer.com.br e Mocoffe.
O objetivo principal do e-commerce Wine.com.br é democratizar o consumo de vinho no Brasil e na América Latina. Para isso, apoia-se em estratégias de marketing de conteúdo, que passam por redes sociais, blogs, e-mail marketing, vídeos e uma revista, que tratam da experiência de consumo do vinho. A empresa desenvolve conteúdo proprietário pautado em experiências relacionadas ao mundo do vinho e orientadas às personas da marca, desde o iniciante até o apreciador maduro, contando com alto engajamento e conversão todos os canais.
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A importância das personas
Basicamente, a Wine.com.br desenvolve conteúdo pautado em cinco tipos de personas, classificadas em One (pessoas que estão começando a apreciar vinhos); Classic (apreciadores de vinhos oriundos das mais clássicas e tradicionais regiões do mundo); Premium (bebedores e conhecedores de vinhos sofisticados e nobres, com produção limitada); Sparkling (apreciadores de espumantes) e Fresh (pessoas que preferem vinhos brancos e rosés). Há também os consumidores curiosos, a quem o conteúdo gerado pelos sommeliers pode ajudar no momento da decisão de compra.
A partir do momento em que o cliente entra para a base é mapeado dentro dessa classificação de personas e também passa a fazer parte de um programa de lifecycle marketing por e-mail, desde as boas-vindas até recomendações de rótulos conforme suas preferências de consumo, histórico e comportamento de navegação. Por e-mail, ele recebe, além de ofertas, conteúdo relacionado às experiências do mundo do vinho, como receitas, dicas de consumo e outros. As newsletters também ligam o usuário ao Blog Sommelier Wine, que contém o Diário do Winehunter e ao canal do Youtube, que apresenta receitas desenvolvidas para harmonizações.
Quando o cliente passa a assinar o ClubeW, que também é classificado nas personas descritas acima, ele recebe, além da comunicação por e-mail, a Revista Wine dentro da WineBox, com conteúdo exclusivo.
A marca trabalha conteúdos proprietários também em mídias sociais (Facebook, Twitter e Instagram) com foco em relacionamento, alcançando, de modo geral, pessoas que apreciam vinho.
Alguns resultados
Em 2015, observou-se:
– Crescimento de 40% de acesso de novos usuários no site
– Engajamento em mídias sociais ultrapassa 2.000 menções semanais
– Aumento da base de opt-ins, que triplicou no ano passado e as campanhas com conteúdos informativos e promocionais enviadas por e-mail têm médias acima do mercado em taxas de abertura e clique
– Vendas via mídias sociais, que representam um percentual importante para o total da receita da empresa

Mercado Libre: Best Use of Data Analytics & Insights

Este case aborda as estratégias do Mercado Libre na extração e análise de dados de diferentes fontes. A partir disso, a empresa conseguiu desenvolver diversas ações de e-mail marketing que representaram um grande incremento de receita.
A companhia está presente em 12 países. A partir do uso de dados, atualmente é possível executar análises segmentadas de acordo com cada país e extrair uma profunda compreensão com relação a cada mercado e otimizar suas estratégias.
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Fontes de dados
As métricas das campanhas desarrolhadas pela companhia são oriundas de:
Módulo Insights da plataforma Oracle Responsys, em que se pode todos os índices de desempenho relacionadas ao envio, como a taxa de abertura, cliques, bounces e etc;
Microstrategy, através por onde obtêm-se as métricas de negócios como ticket médio, volume de produtos vendidos, ROI e outros.
Esse conjunto entregam um poderoso extrato do alinhamento da estratégia de marketing a estratégia de vendas.
Alguns resultados
A principal ferramenta de data driven marketing do Mercado Libre é o e-mail marketing. Em 2014, esse canal representava apenas 1,5% do share de canais de vendas. Em 2015, o meio cresceu em tamanho e importância na empresa em comparação com outros canais, atingindo 5%, o que representa um aumento de mais de 200%.

Magazine Luiza: Best Integrated Consumer Marketing Program

O 10Magazine Luiza é o segundo maior varejista do Brasil lojas físicas e on-line. Para a marca, há uma única base da clientes e foi necessária alguma solução para a integração de ambas as verticais em um esforço omnichannel.
A tecnologia Oracle Responsys e os serviços estratégicos e de dados da Pmweb ajudaram o Magazine Luiza a orquestrar as plataformas e-mail e sms através da jornada do cliente em um programa de lifecycle marketing.
Assim, a marca pôde alcançar excelentes resultados, como mensagens SMS, que contribuíram com 17% do ROI das vendas de lojas físicas, além de aumentar as vendas on-line e ajudarem em reativação da base.
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O que é CRO – Conversion Rate Optimization

[:pt]O que é CRO? É a sigla para Conversion Rate Optimization, que podemos traduzir de modo simples para “otimização da conversão”. Significa um conjunto de técnicas e estratégias onsite para orientar o usuário a concluir uma ação, que pode ser uma compra, um cadastro ou um envio de formulário, por exemplo.

Como fazer CRO?

Primeiramente, é necessário contar com a tecnologia, ter uma equipe multidisciplinar e/ou um parceiro dedicado ao projeto de CRO, que é constante, mutável e demanda atenção e adaptação todo o tempo.
O CRO é 100% focado no usuário, baseando-se em seus comportamentos, que vão orientar as melhorias e a otimização da experiência. São analisados os movimentos dos olhos, da barra de rolagem, do mouse, do clique e outras atitudes de navegação.
Assim, os principais elementos que fazem parte de uma iniciativa de otimização da conversão são:
1. Uso de dados
Tirar proveito dos dados onsite e offsite é fundamental para elevar as conversões online. Partindo do princípio de que sua empresa já possui data services e consegue se comunicar com o cliente certo, na hora certa e pelo canal certo, trazendo audiência qualificada aos sites, gerando tráfego engajado, agora é pensar em como esse consumidor vai se comportar na plataforma de vendas.
Conhecer profundamente o cliente e eliminar barreiras para fazê-lo alcançar seu objetivo só é possível por meio do uso inteligente dos dados.
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 2. Análise de usabilidade
Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante (Wikipédia).
O que é uma tarefa importante dentro do site para seu negócio? Para a maior parte das empresas é a conclusão da compra. Dessa maneira, faz parte do CRO a análise da usabilidade do site para implementar melhorias que ajudem o usuário a realizar a ação.

Mapa de movimentação de mouse
Mapa de movimentação de mouse

3. Testes A/B e multivariado
Nada é efetivo se for baseado no internacionalmente conhecido “achômetro”, vulgo “chutômetro”. Brincadeiras à parte, os testes A/B e multivariados são elementos fundamentais para entender o comportamento do usuário e conduzi-lo ao objetivo final.

Alguns exemplos

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Quero aplicar um projeto de CRO no meu site

Como falamos ontem, isso só é possível se houver gente comprometida com o apoio da tecnologia. É o caso da Oracle Maxymiser, desenvolvida para o tema. Com a aquisição da Intuitive, agora a Pmweb conta com a solução e expertise no time.
De toda forma, o importante é olhar para o negócio online e entender que é possível vender mais, basta otimizar os esforços.
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[:pt]Pmweb compra Intuitive[:]

[:pt]Hoje a Pmweb deu mais um passo junto ao mercado da tecnologia ao adquirir a Intuitive, empresa precursora no Brasil em otimização de conversão (CRO), que criou uma metodologia própria em user experience através de aplicação de testes A/B e multivariado e personalização dos principais e-commerces do Brasil.
A Pmweb trabalha há 20 anos com dados offsite e a Intuitive traz a experiência onsite. Somadas, essas tecnologias possibilitam ao cliente adquirir menos mídia e obter mais conversão, além de contar com uma oferta completa de data driven marketing e experiência do usuário, orientada à conversão.

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Tárik Potthoff e Francesco Weiss

A nova oferta de produtos e serviços permitirá que os clientes tenham um único parceiro, oferecendo melhores experiências aos seus consumidores, entregando mais retorno, mais receita e mais fidelidade de ponta a ponta e possibilitando uma jornada clara e otimizada aos consumidores.
“Até então, nosso trabalho era entregar leads qualificados nos e-commerces através de e-mail, sms e push, mas agora iremos além. A expertise da Intuitive possibilita a otimização da conversão dos sites através de personalização e da aplicação de testes A/B, tudo para garantir que a experiência seja fluída e termine em uma conversão. Além disso, com a união das carteiras de clientes, teremos mais de 60% do comércio eletrônico do país”, afirma Tárik Potthoff, CEO da Pmweb.
“O nosso objetivo é alinhar a qualidade de tráfego e conversão, ajudando o marketing a otimizar investimentos. Agregando em um só parceiro estratégias de retenção e life time value offsite e onsite”, comenta Francesco Weiss, CEO da Intuitive. “Com a quantidade  e qualidade de dados disponíveis no ambiente digital essa entrega precisará ser cada vez mais assertiva”, reforça Weiss.
Disseminar novos conceitos em busca de melhores resultados é a missão da Pmweb. Há quatro anos, quando trouxe para o Brasil o conceito de marketing por ciclo de vida, aumentou significativamente os resultados dos clientes por canais diretos. E a evolução continua. Com a aquisição, a Pmweb passa a atender 60% do comércio eletrônico brasileiro e reforça marketshare no setor.
E isso é só o começo.
It’s all about data
It’s all about marketing
It’s all about data driven marketing[:]

Mobile Marketing – 5 fatores a considerar para uma campanha efetiva

[:pt]Mobile marketing é um assunto que não esgota. As pessoas usam seus celulares e tablets para cada vez mais coisas. Estamos o tempo todo conectados. Precisamos mesmo continuar falando sobre isso? Sim, precisamos.
Eles mudaram a maneira como as pessoas fazem de tudo, desde se comunicarem até consumirem informações. Agora, os dispositivos móveis estão reformulando a maneira como os consumidores compram produtos e serviços – e isso está acontecendo a uma velocidade vertiginosa.
Já sabemos que 86% das pesquisas de compras passam por aparelhos mobile. E outros números envolvidos são surpreendentes. Em países em desenvolvimento como a Índia, para muitas pessoas, a sua primeira experiência da internet se dá através de um dispositivo móvel, portanto usá-los para compras parece muito natural. Estima-se que, em 2018, a região da Ásia e do Pacífico serão responsáveis por quase 50% dos mais de US $ 600 bilhões gastos globalmente em bens e serviços adquiridos via mobile.
Para o marketing, essas tendências representam uma enorme oportunidade. Os dispositivos móveis oferecem novas maneiras de se conectar com os clientes e aprender mais sobre seus desejos, gostos e padrões de gastos. Uma campanha de mobile marketing adequadamente planejada e executada pode fazer uma grande diferença para a base de vendas de uma empresa.

1. Pense mobile, pense cross-channel

Dentro do espaço de mobile marketing, há uma gama de opções de comunicação. Enquanto aplicativos são responsáveis por 80% do tempo que as pessoas passam em seus dispositivos, elas também usam e-mail e SMS. Ao invés de apenas se concentrar em um canal, campanhas eficazes combinam todos. Você pode começar por incentivar um cliente a baixar um aplicativo, mas também utilizar os canais de push, tais como SMS e e-mail para entregar mensagens personalizadas.

2. Use dados para melhorar sua estratégia mobile

Quando um cliente faz o download de um aplicativo, a marca está recebendo uma grande oportunidade para capturar informações valiosas. Isto pode incluir qualquer coisa: o sistema operacional, o tipo de aparelho, como e onde o aplicativo é usado. Grande parte da informação é recolhida automaticamente e pode ser usado para adaptar futuras comunicações. ofertas personalizadas podem ser feitas o que aumenta muito a probabilidade de futuras compras. É importante, porém, de ser contido com o volume de comunicação de modo a não irritar potenciais clientes.

3. Desenvolva uma visão holística das interações com os consumidores

Ao reunir informações de todos os pontos de contato (email, SMS, aplicativos e web) uma imagem ainda mais clara do cliente pode ser obtida. Por exemplo, navegação na web e histórico de compras podem ser usados para personalizar mensagens e proporcionar a oportunidade de criar ofertas exclusivas. Ao invés de marketing para grandes grupos, a segmentação pode ser trazida à individualização. Aqui uma plataforma de gestão de dados (DMP) pode ajudar. Este software gere gastos com marketing em toda uma gama de canais e trilhas sucesso da campanha. Usando os insights recolhidos, os profissionais de marketing podem ter certeza de que as campanhas estão sendo tão eficazes e eficientes quanto possível.

4. Não esqueça do SMS

O SMS é uma mina de ouro esquecida. Enquanto a atenção tende a concentrar-se no desenvolvimento de aplicativos, é importante não esquecer uma tecnologia muito mais velha: SMS. Mesmo as pessoas sem smartphones podem receber e responder mensagens de SMS, tornando-as uma escolha de comunicação muito eficaz.
Uma recente pesquisa constatou que 90% das mensagens SMS são abertas e lidas nos primeiros 90 segundos de seu recebimento. Isto torna-as muito mais eficazes do que o e-mail marketing e seu alcance pode ser melhorado quando combinado com outros canais de marketing.

5. Comprove o valor da sua estratégia mobile

No final do dia, tudo é sobre ROI. Por esta razão, é importante para definir metas claras desde o início. Pode ser o número de aplicativos instalados, o número de respostas por SMS, visitas ao site ou o volume de compras geradas via mobile. Ter objetivos específicos permite que você acompanhe o sucesso de uma campanha e rapidamente faça as melhorias necessárias.
Mobile marketing é um método muito poderoso para marcas conectarem-se com pessoas. A capacidade de personalizar mensagens com base em dados recolhidos significa campanhas não possíveis anteriormente. Interações podem ser monitoradas para determinar o sucesso e futuras campanhas desenvolvidas a partir de uma compreensão do mercado.
O futuro do mobile marketing é agora. Você está pronto para isso?
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[:pt]Sua empresa quer ter margens altas? Então pare de tentar vender.[:]

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Não precisamos de muitos estudos ou estatísticas para concluir que o número de e-commerces focados em produtos próprios ou exclusivos é muito menor que o número de e-commerces tradicionais, que compram de fornecedores e também vendem para seus concorrentes. A partir dessa afirmação poderíamos tirar várias conclusões, e uma delas é a seguinte: o consumidor nunca teve tantas escolhas.

Ao passo que comércio online foi um oceano azul nos anos 90, ele nunca foi tão vermelho quanto agora. O que não quer dizer necessariamente que o varejo eletrônico esteja saturado e sem espaço para novos players, mas significa que a estratégia de um varejo online precisa levar em conta o momento atual e agir taticamente de acordo com sua estratégia. E é aí que começam os problemas.

Mas qual é a minha estratégia?

Se me permitem uma simplificação grosseira, geralmente uma empresa opta por uma destas possíveis estratégias:

> sacrificar margens em prol de marketshare
> manter margens altas, mesmo que a custo de uma fatia de mercado

Seria insensato dizer que existe apenas uma estratégia correta. A Amazon é o maior e-commerce do mundo com a primeira opção, enquanto a Apple é a empresa mais valiosa que já existiu usando a segunda. O que conta é o quão bem a estratégia é executada. No entanto, o problema ocorre quando uma empresa opta por uma das estratégias, mas vive em tremenda guerra para conquistar clientes que só são atraídas pela outra.

Se sua empresa é orientada a vender, ela atinge quem só quer comprar. E quem só quer comprar não se importa em navegar por um site grotesco nem receber três emails promocionais por dia, contanto que o preço seja o mais barato. Ou seja, você atinge consumidores que são atraídos por uma empresa com a estratégia de margens baixas. A pergunta que você deve se fazer é: essa é a estratégia que eu quero para minha empresa?

“Seria insensato dizer que existe uma estratégia correta. A Amazon é o maior ecommerce do mundo orientando-se a marketshare, enquanto a Apple é a empresa mais valiosa que já existiu mantendo margens altas. O que conta é o quão bem a estratégia é executada.”

Ok, minha empresa visa trabalhar com margens altas. O que devo fazer?

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Tão importante quanto saber quem é seu público-alvo é importante saber quem não é. Um cliente que queira comprar onde for mais barato – não importa o quão mediana seja a experiência de compra – não é seu público alvo. É claro que eventualmente sua área comercial pode conseguir excelentes preços e, mesmo com sua margem alta, o preço final será competitivo o bastante pra atrair esses consumidores. Mas o drive das suas comunicações não deve ser orientado a esses clientes, pois seus competidores com margens baixíssimas estarão quase sempre na dianteira. A mina de ouro para sua estratégia está nos clientes que não se importam em pagar um pouco a mais por um mesmo produto, desde que seja em uma marca que confia e com uma experiência de compra melhor. Para esses clientes, você não precisa vender. Você precisa se relacionar.

Que fique claro, estamos falando de um relacionamento muito mais relevante e profundo do que desejar feliz aniversário ou dar boas-vindas depois do cadastro.

Alguns exemplos práticos

No último ano, experimentei de forma clara as diferenças estratégicas de duas empresas que chamaremos de EverythingIsOnSale e HappyToHelp (imaginando que os nomes foram escolhidos ao acaso).

Em fevereiro comprei um celular na famosa marca EverythingIsOnSale. Nos próximos meses, a marca se comunicou comigo para:

> me dar a chance de comprar novamente o mesmo celular que eu já comprei
> oferecer o iPhone 6
> dizer que minha vida será mais feliz se eu comprar um cartão de memória de 8GB

Ok, todas as empresas precisam vender. Ninguém pode culpá-los por isso e remarketing é comprovadamente lucrativo. Porém, em novembro, comprei um outro celular na também conhecida empresa HappyToHelp. Um dia depois que recebi o produto, recebi um e-mail (de novo: um e-mail) dizendo:

> como fazer a bateria do meu celular durar mais
> uma lista de aplicativos úteis e jogos legais para a plataforma do meu celular (segmentação entrando em ação)
> um link para uma página dizendo onde posso encontrar assistência técnica para o meu aparelho

Isso sem contar que não existe uma sequência de 10 pixels no site EverythingIsOnSale que não tenha um conteúdo promocional, enquanto que o site da HappyToHelp é intuitivo e agradável de navegar.

Qualquer pessoa não quer pagar mais para ter a mesma coisa. Mas, sim, existem pessoas que pagam mais caro. Porque não é a mesma coisa. O produto é o mesmo, mas a experiência de compra, da home do site ao produto na sua casa, vale muito. Vale dinheiro.

Seu concorrente, com suas margens baixíssimas, raramente investirá em UX e em experiência de compra, visto que isso custa caro e não tem um ROI diretamente atrelado. Para vender, eles precisam tentar vender. Você, para vender, precisa fazer o oposto: se relacionar e fidelizar.

É um clichê, mas vender é a consequência do relacionamento. Tentar vender só vai te atrapalhar.

 

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[:pt]Descadastro: 5 motivos comuns de perda de contatos[:]

[:pt]O ano ainda está no início. Gavetas e armários precisam ficar atentos. Por quê? Porque é justamente nessa época que acontecem as ‘limpas’. As pessoas se sentem compelidas a arrumar, a se livrar do que não fará falta. E elas fazem o mesmo com seus e-mails. Existem aplicativos, chamados “unsubscribers”, como o Unroll.Me, desenvolvidos especialmente para isso: cancelar newsletters indesejadas.
Isso é o pesadelo de quem trabalha com e-mail marketing! Se você não quer perder pessoas na sua base, considere o conselho da guru da organização Marie Kondo: “descarte qualquer coisa que não desperte alegria.”
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Agora, tendo essa frase em mente, pergunte a si mesmo: “Se meus clientes abrissem meus e-mails mais recentes, eles sentiriam alegria?” Eles não sentiriam vontade de deletar ou – Deus me livre – descadastrarem-ser rapidinho?
Aqui vão cinco razões porque as pessoas podem querer fazer opt-out da sua base.

  1. Seu e-mail parece datado

Quando foi a última vez que você deu a seus e-mails um novo visual? Se a resposta for “antes da virada da década”, é hora de uma reformulação. Os clientes não vão te levar a sério – e certamente não vão se sentir confiantes dando-lhe suas informações de cartão de crédito – se os seus e-mails parecem que ninguém estava olhando para eles e lhes dando a devida importância, uma vez que estávamos todos tentando descobrir os muitos mistérios de Lost.
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  1. Seus e-mails não são mobile first ou responsivos

Falando na virada da década, você sabia, que por volta de 2010, apenas 13% dos e-mails eram abertos um dispositivo móvel? Hoje, 66% (!) de todos os e-mails nos EUA são abertos ou lidos em um smartphone ou tablet.
Já passou da hora de que se certificar de que seus assinantes podem facilmente ler seus e-mails em seus dispositivos favoritos, quer se tratem de iPhone, Android ou tablet. Você não pode ir longe com e-mails destinados exclusivamente a desktops. Mas esse assunto já é muito 2015 😛

  1. Você manda e-mails demais

Sabe aquela tia que envia .ppts e vídeos de autoajuda todos os dias, várias vezes ao dia? Não seja como ela.
Se um cliente não compra nada de você há algum tempo, reveja a quantidade de e-mails que você envia para ele ou suprima o seu endereço até que você possa descobrir o que vai fazê-los querer clicar novamente.
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  1. Tudo em promoção. Sempre!

Quando tudo tem destaque, nada tem destaque. Essa frase define bem este tópico para empresas que só anunciam ofertas. “Só hoje, apenas hoje” às vezes é todos os dias. Usar o canal e-mail apenas para promoções, acaba interferindo na credibilidade da marca junto à base de clientes.

  1. Eles sempre parecem a mesma coisa

Como em qualquer relacionamento, é preciso renovação. Se todos os e-mails que você envia parecem iguais, eles vão cair na rotina (ou no spam). Tente desenvolver ao menos três ou quatro templates de design que você possa intercalar para manter a audiência interessada.
Ponha-se no lugar do cliente, pense como ele e faça uma análise das suas atuais campanhas e réguas de relacionamento por e-mail. Você iria querer continuar na sua base?[:]

[:pt]Banners em Websites Mobile: o Google está de olho[:]

[:pt]Ser mobile friendly é básico num mundo que é quase 100% móvel. Mas ainda é muito comum acessarmos um website pelo celular e encontrarmos um banner gigante com um call to action para baixar um aplicativo. Geralmente você precisa “passar” por este banner para acessar a camada de conteúdo da página, que é aquilo que realmente importa. As análises do Google apontam que essas práticas não proporcionam uma boa experiência para o usuário, o que pode acabar frustrando os visitantes, principalmente aqueles que utilizam dispositivos mobile para navegar na internet. Faz sentido, concordam?
O Google, tendo consciência de toda sua responsabilidade e influência no cenário atual da internet, está sempre pensando em formas de promover as melhores práticas de desenvolvimento e usabilidade, para proporcionar aos seus usuários as melhores experiências possíveis. Pensando nisso, o gigante das buscas anunciou hoje mais uma atualização de algoritmo que visa penalizar as más práticas no uso de banners.
A partir de 1º de novembro, os websites mobile que trouxerem, na página de destino, pop-ups ou banners para instalações de apps, não serão considerados como mobile friendly. Isto é: se o usuário estiver fazendo uma busca em algum dispositivo móvel e, ao chegar no site ele se deparar com um banner sugerindo a instalação de algo, é altamente provável que o site seja punido pelo Google e perca posições nos resultados orgânicos de busca.

atualizacao do google previne uso abusivo de banners

De acordo com o Google, existem outras soluções para promover instalações de aplicativos, como as ferramentas e bibliotecas dos navegadores Chrome e Safari. O Google ressalta ainda que, uma vez que seu banner não atrapalhe a navegação do visitante móvel, você não será punido. Ou seja, use o bom senso na comunicação do seu website.
Gostou da novidade? Confira também nosso post sobre a atualização que prioriza sites mobile friendly nos resultados da busca.[:]

[:pt]E-mail marketing: mais não é sempre o melhor e boas práticas[:]

[:pt]E-mail marketing segue sendo uma das principais ferramentas que gera tráfego e vendas para as empresas. Aliás, é um meio em constante evolução.
Nossa especialista, Grazielle Sbardelotto, preparou um webinar, a convite da E-commerce Brasil, sobre boas práticas em e-mail marketing. Veja os tópicos abordados no encontro:
//Estratégias de lifecycle
//Volume
//Frequência
//Conteúdo/ peça
//Filtros/ engajamento
//Métricas
//Boas práticas
Assista:

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