[:pt]A Pmweb está entre as 100 melhores empresas de tecnologia da informação do Brasil para se trabalhar. O reconhecimento veio do Great Place to Work, uma organização global de pesquisa, consultoria e treinamento que ajuda as empresas a identificar, criar e manter excelentes ambientes de trabalho através do desenvolvimento da cultura de confiança.

O maior orgulho da Pmweb é que a premiação é resultado da satisfação dos colaboradores em fazer parte dela. Durante o processo, são eles que respondem à pesquisa sobre a empresa e, se não fosse por eles, não haveria prêmio. Sem eles não haveria Pmweb.
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Categoria: Vendas
Quando o mercado vai à universidade
[:pt]Sabe o que a Mackenzie SP, a Azul Linhas Aéreas, a ESPM Sul e a Pmweb têm em comum? O desejo de estreitar o relacionamento entre academia e mercado.
“Construir estratégias que orquestrem a relação e que entreguem mais que ofertas visando o maior ROI para a empresa e a melhor experiência para o consumidor”. Esse foi o tema do desafio proposto aos 160 alunos das turmas do 6º semestre de publicidade e propaganda da Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo.

Com orientação do Guilherme Bohnen, responsável pela área de marketing cloud da Pmweb, os estudantes deveriam desenvolver estratégias e ações de marketing para aproximar a Azul Linhas Aéreas de seus clientes e impulsionar as vendas por e-commerce.
A Pmweb entrou com a expertise de marketing cloud e lifecycle marketing, a Azul com as suas estratégias e informações de mercado e a Mackenzie com as ideias e a vontade de aprender dos alunos. O resultado superou as expectativas. A equipe vencedora, composta por seis alunos, desenvolveu estratégias focadas em alguns momentos do ciclo de vida do consumidor, como boas-vindas, reconquista, abandono e reviews.
Como prêmio, os universitários ganharam uma viagem para Porto Alegre para conhecer a matriz da Pmweb, empresa idealizadora da iniciativa.

Além dessa iniciativa, a Pmweb também desenvolve palestras e atividades com os alunos da ESPM Sul (Porto Alegre). No mês de junho, os graduandos de negócios digitais dos cursos de publicidade e propaganda e administração da escola participaram de minicurso sobre marketing digital, tecnologia e CRM com os profissionais da empresa. Chamado de Rockin’ School, as aulas são ministradas por profissionais da Pmweb e têm como objetivo abordar questões práticas, desenvolvendo visão estratégica entre os participantes.
O aprendizado da academia associado à prática produz um conhecimento que nenhum livro consegue oferecer.
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[:pt]Second Sale Effect – O efeito da segunda venda[:]
[:pt]Num ano de retração econômica muitos fecharão as portas. Os primeiros serão aqueles que investem apenas em aquisição de clientes. Adquirir novos consumidores por meio de campanhas pagas, atraídos pelo preço, não é desafio, é custo. Desafio é dialogar com os clientes atuais individualmente, lembrando de suas preferências de compra, de seu aniversário – isso é retenção. E isso é barato, se comparado com o custo de aquisição. Para sermos mais precisos: chega a ser dez vezes mais barato, de acordo com a Econsultancy.

Vendeu, e agora?
A primeira venda é preço. Você vai disputar a atenção do seu público-alvo com os concorrentes, vai dar o lance mais alto no leilão da publicidade paga, o cliente vai clicar, chegando ao seu site. Finalmente lá, ele compra seu produto. Ótimo, uma conversão! E agora ele está na sua base de dados!
Então, olhando para o cenário atual de frenagem de gastos: como você faria para vender se, amanhã, acabar a sua verba de mídia? Fácil e óbvio: venda para seus próprios clientes. A segunda venda é sobrevivência.
Quer vender para seus próprios clientes? Pergunte-nos como!
Existem alguns valores básicos para que o consumidor compre de novo na sua empresa. Ela tem que transmitir confiança, credibilidade e relevância. Os dois primeiros valores estão mais ligados a processos (compra, entrega, atendimento etc.) e o último tem muito a ver com relacionamento. Quão relevante será seu e-mail oferecendo um iPhone para uma pessoa que acabou de comprar um Samsung Galaxy? Ou, pior, como ele se sentirá ao receber a comunicação de uma oferta que o smartphone adquirido há duas semanas está com um desconto de 30%?
Existem plataformas no mercado, como a Oracle Responsys Marketing Suite, que automatizam os processos de comunicação por e-mail, sms e push, permitindo às marcas uma comunicação individualizada em vários canais e que respeita o momento do consumidor. Por meio de réguas de relacionamento automatizadas (como boas-vindas, abandono de carrinho, review e outros), o Magazine Luiza, por exemplo, teve um crescimento da participação do e-mail marketing nas vendas do e-commerce e a receita gerada no canal cresceu 147%.
Vender de novo e de novo e de novo, esse é o mantra
Não permita que a recessão desacelere as vendas da sua empresa. Invista em tecnologia e não só em mídia. A tecnologia, somada às estratégias da equipe e do mercado, potencializa o conhecimento sobre os clientes e permite às marcas serem relevantes, oferecendo na hora certa o produto que o cliente precisa ao invés de oferecer para todos, a todo instante, a mesma coisa.
A primeira venda dá alegria, a segunda venda dá lucro. Trabalhar para a segunda venda é gerar receita e clientes satisfeitos. Portanto, venda para crescer, venda de novo para lucrar, e venda sempre para crescer lucrando. A primeira venda, às vezes, é rápida. A segunda venda dura para sempre.
Conteúdo desenvolvido especialmente para o Mundo do Marketing[:]
[:pt]Workshops: Como fazer seu e-commerce vender mais[:]
[:pt]O Fórum E-Commerce Brasil 2015 está chegando e, nesta edição, haverá workshops com abordagens práticas sobre os problemas reais dos quatro pilares do e-commerce: vendas, atendimento, tecnologia e operação/logística.
A Pmweb foi a empresa escolhida para fazer a curadoria dos encontros sobre vendas, que vai acontecer no dia 28 de julho, a partir das 9h00 da manhã. Nossos especialistas e clientes vão ensinar aos participantes algumas estratégias para fazer seus e-commerces venderem mais.
Veja mais detalhes das aulas e organize sua agenda para o dia 28 de julho!
09h00 às 10h30min

E-mail de aniversário? E-mail de review de produto comprado? Push notification? Todos os pontos de contato geram vendas se for respeitado o ciclo de vida do consumidor. Aprenda a utilizar todos estes momentos a seu favor com o time de especialistas em estratégia da Pmweb.
Professores:
Caroline Miltersteiner – Pmweb
Vanessa Siqueira – Pmweb
Rafael Sebrão – Pmweb
10h30 às 12h00

Como franquias, lojas próprias, e-commerce, mobile, market places e multimarcas podem unir estratégias para gerar mais resultados na era do consumidor omnichannel. Veja estratégias reais usadas pela Bibi Calçados e pelo Magazine Luiza.
Professores:
André dos Reis – Calçados Bibi
Gustavo Nobile – Magazine Luiza
Grazielle Sbardelotto – Pmweb
14h00 às 15h30

Se as informações que você tem dos clientes forem bem utilizadas, tornando a comunicação mais atraente e assertiva, certamente sua empresa vai vender mais. Com estratégias reais do Viajanet e da Viva Real.
Professores:
Gustavo Mariotto – Viajanet
Vinicius Geraldes – Viva Real
Guilherme Bohnen – Pmweb
17h00 às 18h00

Saiba mais sobre o 2nd Sale Effect e entenda as estratégias para que o mesmo cliente compre mais vezes na sua loja. Veja estratégias reais usadas pela eÓtica e pela Wine.
Professores:
Bruna Caselato – eÓtica
Gustavo Daher – Wine
Augusto Rocha – Pmweb
Serviço:
Você que já está inscrito no Fórum, basta se dirigir ao espaço dos Workshops E-commerce 360º – Vendas no final do pavilhão de exposições no horário de início da apresentação.
Se você ainda não está inscrito, aproveite para garantir sua inscrição com 30% de desconto!
Até lá![:]
[:pt]Gmail postmaster tools – o Google e a entregabilidade[:]
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Recentemente, o Product Manager e responsável pelos filtros anti-spam do Gmail, Sri Harsha, anunciou no blog do Gmail o lançamento do Gmail Postmaster Tools.
Segundo Sri, menos de 0,1% dos e-mails que chegam até o inbox são realmente mensagens spam, enquanto a porcentagem de mensagens desejadas que alcançam a pasta de spam é menor ainda, ficando em torno de 0,05%. Ainda assim, esse recurso disponibilizado pelo Gmail ajudará muito os remetentes de altos volumes a analisarem seus dados e otimizarem seus fluxos para entregarem as mensagens desejadas no inbox.
Mesmo os filtros anti-spam do Gmail sendo bastante eficientes, as informações que o Gmail fornecerá permitirão novos tipos de análises por parte dos remetentes, tornando as informações extraídas mais consistentes do que apenas a página de Diretrizes para remetentes em massa, que, embora siga todas boas práticas de envio, não permite insumos e feedbacks de dados para posteriores correções e melhores entregas.
Com fonte de dados proveniente diretamente do Gmail, será possível identificar uma série dashboards, com as seguintes informações:
// Volume de usuários que marcaram spam versus mensagens no inbox (informação disponível somente para remetentes autenticados com DKIM)
// Reputação diária de domínio (classificado em “bad”, “low”, “medium” e “high”) e reputação de IP classificada entre 0% a 100%;
// Feedback loop (para aqueles remetentes com o recurso implementado) mostrando o volume de reports spam por dia;
// Autenticações: apresentando o tráfego de e-mails que passaram por cada uma das autenticações SPF, DKIM e DMARC;
// Erros de entrega: mostrando o tráfego de e-mails rejeitados em relação ao tráfego de envios autenticados.
Para ter acesso a todos estes dados do remetente, basta acessar a página de postmaster do Gmail, seguir o passo a passo para cadastrar o domínio de envio e, posteriormente, provar ser o proprietário do domínio. Essa prova é feita incluindo um arquivo TXT nas configurações de DNS do remetente. Depois disso, é só aproveitar para analisar os dados e fazer análises mais apuradas sobre o processo de entregabilidade neste provedor.[:]
[:pt]Mobile Marketing: 86% das pesquisas de compras passam por lá[:]
[:pt]Mobile Marketing é a nova revolução para as marcas e muita coisa ainda está por vir. Basta observar a infinidade de aplicativos que são lançados diariamente no mundo e como os aparelhos móveis são a extensão da vida das pessoas. Pensando nisso tudo, o Google preparou o Mobile Day, que aconteceu no último dia 10 de junho, simultaneamente em 10 cidades do país. Nossa equipe esteve no evento de Porto Alegre e destaca alguns números e tendências apontadas pelas pesquisas do gigante das buscas.

1. Por que fazer mobile marketing
Em 2015, o ano em que mobile ultrapassou o desktop, não estamos mais nos perguntando por que fazer mobile marketing, mas sim como fazer. Apesar da plataforma estar transformando a indústria e o comportamento das pessoas, ela recebe apenas 5% do investimento em marketing.
Alguns aspectos podem ser pensados a verba ser tão baixa, como “mobile é para jovens e ricos” ou “sites móveis não têm conversão”. No entanto, o que se vê são dados apresentados no Google Mobile Day, que mudam este cenário:
// o uso de 3G cresceu 128% nos últimos três meses;
// 62% dos usuários de smartphones possuem mais de 25 anos;
// a classe C cresceu 204% em menos de uma década, enquanto a população cresceu 10%;
// 86% dos usuários de smartphones fazem pesquisas de compras no smartphone;
// o site mobile é o principal canal para atividades comerciais no celular.
Uma importante informação que o Google apresentou no evento, foi a forma como mobile é mensurado. Estamos muito focados somente no estágio de consideração da conversão, pois conseguimos visualizar com maior nitidez no desktop a conversão de último clique. No entanto, existem outros momentos da consideração de compra que precisam ser mensurados em mobile e que estão muito presentes lá.
Por exemplo:
// das pessoas que viajam a lazer e possuem um smartphone, 69% delas buscam por ideias de viagem em momentos livres;
// destes viajantes, 50% farão suas reservas em um canal separado (fora do mobile);
Ou seja, as marcas que obterão sucesso serão aquelas que conseguirão entender e suprir os micromomentos dos consumidores e não as que focam apenas no momento da conversão final pelo mobile.
2. Iniciando estratégias mobile: site ou app
Mobile first: o site mobile deve ser a primeira estratégia para as empresas. A construção de um ambiente com uma boa experiência e otimizado para as buscas do Google irá garantir que novos clientes cheguem até a empresa. O aplicativo pode ser criado mais para aqueles usuários que já se relacionam com a empresa, os mais frequentes. O número de acessos ao app, em geral, será bem menor, mas as microconversões serão proporcionalmente maiores nesta plataforma.
Também é fundamental consultar quais são as 25 técnicas infalíveis, segundo o Google, para otimização de site mobile.

3. UX: User Experience
Neste item, que o Google coloca como o fator fracasso ou o sucesso de um projeto mobile, é comum pensarmos que simplesmente não cabe o site versão desktop no mobile e,portanto, o mobile deveria ser mais “pobre”. No entanto, a empresa coloca que é possível levar em consideração o contexto e as necessidades do usuário sem sacrificar a riqueza do conteúdo. Isto pode ser feito considerando 5 blocos:
// página inicial e navegação;
// campo de busca e resultados;
// compras, cadastro e mobilidade;
// formulário de entrada;
// usabilidade e visual.
É possível, ainda, verificar todos os princípios de UX do Google.
4. Anúncios mobile
O primeiro passo para atrair os consumidores é entender o estágio de consideração em que a audiência se encontra e usar as adequadas ferramentas e conteúdos para cada um. Os estágios de consideração são os seguintes:
SEE – maior audiência possível. Exemplo: pessoas que viajam
THINK – maior audiência possível e com alguma intenção de compra. Exemplo: pessoas que viajam e que pensam querer viajar mais em algum momento
DO – maior audiência qualificada possível com muita intenção de compra. Exemplo: pessoas que viajam e estão querendo fazer uma reserva de hotel agora. É a audiência mais desejável do mundo.
CARE – são os consumidores fiéis. Exemplo: consumidores que compram mais de uma vez na empresa
Para cada um destes estágios de consideração é necessário a utilização da correta mensagem e ferramenta. Se, por exemplo, o consumidor está em uma rede social no estágio SEE, um anúncio de “Compre agora 20% OFF” não surtirá efeito. De acordo com o Google, cada estágio possui um objetivo. No SEE, é preciso trabalhar branding. No estágio THINK será reforçado levemente o futuro da relação com o consumidor. Nessa etapa se utilizará uma segmentação mais específica e o objetivo será dirigir o usuários para as microconversões (cadastrar e-mail, ver um vídeo, baixar um app, fazer um download, etc). Já no nível DO, o objetivo é fazer uma venda, a conversão final. O conteúdo deve ser focado, baseado na intenção de compra e a segmentação será superespecífica. E no último estágio, o CARE, temos o cliente que retorna, o maior bem de uma empresa. Este usuário precisa se sentir bem e ter recompensas exclusivas.
5. Mensuração e atribuição
As pessoas não vão ao site apenas para comprar (estágio DO). Elas também pesquisam produtos, comparam preços e, muitas vezes, compram off-line. Portanto, é importante levar em consideração as microconversões de um site mobile, que são todas as outras formas de interagir com o mobile que geram valor para o negócio. Exemplo de microconversões:
// geração de leads;
// ligações para empresas;
// e-commerce;
// cross-device;
// download de aplicativo;
// visita à loja;
// tráfego do site;
// engajamento do usuário.
Em função disso, se apenas a conversão do último clique está sendo visualizada, não se está vendo todo o caminho realizado e atribuindo o correto valor aos estágios anteriores. Se tivermos público nos estágios SEE e THINK, medir apenas conversões finais é o mesmo que medir apenas o DO, podendo o seu público estar nos outros dois estágios.
Algumas ferramentas que podem ajudar na mensuração estão dentro do próprio Google Analytics, como o diagrama de Veen, onde conseguimos ver, por exemplo, a sobreposição dos canais e o quanto um pode ajudar o outro. Ou o relatório de conversões assistidas, onde podemos ver quantas conversões foram conduzidas via cada canal e quantos últimos cliques foram atribuídos a eles. Outro ponto importante se refere ao modelo de atribuição que utilizaremos nos relatórios. Existem vários modelos de atribuição padrão na ferramenta e eles atribuem crédito pelas conversões aos diferentes pontos de contato. Por exemplo, no modelo de último clique, 100% será atribuído para o canal do último clique. No modelo linear, será atribuído de forma igual entre todos os pontos de contato e já no modelo desvalorização temporal, será atribuído maior crédito quanto mais próximo o ponto de contato da conversão.
Cada vez mais estamos enxergando aumento de tráfego nas plataformas mobile e diminuição no desktop. E apesar de a experiência nas duas plataformas ser diferente, o recado que o Google nos dá é que é necessário estar presente em ambas. O mobile ainda possui mais públicos dos estágio SEE e THINK, mas 86% das pesquisas de compras passam por lá. Assim é importante que esta plataforma esteja seguindo as melhores práticas possíveis para ser encontrada e proporcionar uma boa experiência ao usuário e que cada microconversão receba uma atribuição, pois ajudam a impactar na conversão final.
Sua marca está preparada?
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[:pt]Chegou a hora: Oracle Open World 2015[:]
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A Pmweb está patrocinando o Oracle OpenWorld 2015 que terá a participação de grandes líderes empresariais. E como tema principal a transformação em um mundo cada vez mais conectado e dinâmico.
Atualmente a tecnologia tem um papel fundamental para que as organizações possam estar à frente dos seus concorrentes e atendendo adequadamente as demandas de seus clientes. Com aplicativos na nuvem, big data, mobilidade, redes sociais e infraestrutura de TI, as empresas podem transformar seus negócios.
Faça hoje a sua inscrição gratuitamente utilizando o promocode CDC_pmw2015 e tenha acesso aos keynotes e ao pavilhão de exposições*.
Registre-se aqui: https://www.oracle.com/openworld/br/register/index.html
Site do evento: https://www.oracle.com/openworld/br/index.html
*Vagas limitadas. Caso haja algum problemas na inscrição, mande e-mail para patricia@pmweb.com.br.
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[:pt]Modern Marketing Experience 2015 – Como foi[:]
[:pt]A sexta edição do Pmweb Hit the Road aconteceu no início deste mês em Las Vegas e teve como atração principal o Modern Marketing Experience.
A Pmweb levou um grupo de 40 profissionais em busca de tendências em tecnologia, e-commerce e marketing. Veja a opinião de quem participou da experiência e prepare-se para a próxima edição!
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[:pt]Lojas Colombo recebe Markie Awards[:]
[:pt]As Lojas Colombo foram a primeira empresa da América Latina a conquistar um Markie Awards, o prêmio que reconhece iniciativas de marketing inovadoras e que fazem a diferença nos resultados dos negócios. A rede varejista gaúcha teve seu case premiado entre mais de 2 mil marcas inscritas de todo o mundo. Ganhamos na categoria Customer Centricity, em que o cliente é o foco da estratégia.

O resultado é fruto da confiança no trabalho da Pmweb desde o início: a Colombo foi o primeiro cliente do Oracle Responsys Marketing Suite no Brasil, e apostou na alta capacidade da ferramenta no processo de automatização e segmentação de campanhas de e-mail marketing como forma de incrementar as vendas e estreitar o relacionamento com os clientes.
E nós, claro, fomos pessoalmente parabenizar ao Sr. Adelino Colombo, fundador das Lojas Colombo, Rodrigo Piazer, diretor superintendente e toda a equipe de e-commerce.


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[:pt]Data management platforms: o que você precisa saber[:]
[:pt]Todos nós sabemos a importância dos dados para as empresas. Mas, mais importante do que ter dados, é saber o que fazer com eles. Nós já abordamos neste blog as práticas essenciais para o sucesso do data management. Agora vamos discutir um pouco sobre as plataformas que podem auxiliar no processo sendo excelentes recursos para atingir um público com precisão e escala em programas de marketing.

Mas o que é uma Data Management Platform?
Simplificando: uma DMP forma a espinha dorsal de toda as operações e formas de publicidade on-line em uma economia que está se tornando cada vez mais digital.
Enquanto várias empresas de tecnologia são apenas fornecedoras de DMPs, uma verdadeira plataforma de gerenciamento de dados oferece ao marketing o controle centralizado de dados de campanhas e da audiência. Ela ajuda os profissionais a gerenciar e analisar os dados para elaborar, segmentar, e otimizar campanhas que atinjam as pessoas certas, no momento certo, com a mensagem certa e melhorem o ROI de seus investimentos em mídia.
O que uma DMP pode te ajudar a alcançar?
Retargeting: implemente facilmente campanhas personalizadas de retargeting baseadas em atividades e comportamentos específicos on ou offline.
Prospecção: integre com fontes de dados de terceiros (third-party data) para a aquisição de dados anônimos, alcançando maior precisão e escala em campanhas on-line.
Otimização do site: use seus próprios dados ou de terceiros para proporcionar conteúdo customizado para diferentes consumidores quando eles vêm para o seu site.
Inteligência de audiência: cruze o seus dados com dados de terceiros para saber mais sobre seu público para atingir as pessoas mais propensas à conversão.
Melhor ROI: use uma ferramenta de analytics que centralize os dados de desempenho de campanhas online para determinar qual segmento de público teve melhor desempenho e onde concentrar os esforços no futuro.
Quais as principais funcionalidades que uma DMP deve ter?
Coleta de dados
Toda DMP deve permitir que você colete facilmente seus próprios dados (first-party data) em um único local. Normalmente isso acontece por meio uma tag instalada em seu site. Além disso, a plataforma precisa ter a funcionalidade de importação de dados de outros provedores, no caso de third-party data (dados de terceiros) para centralização dos dados.
Esteja certo, também, de que a DMP consegue importar dados off-line do seu sistema de CRM para poder analisar comportamentos, histórico de compras e para poder atingir usuários anonimamente online.
Classificação de dados
Uma vez tendo seus dados na DMP, é preciso que ela possibilite organizá-los em ordem taxonômica, porque o modo como você classifica seus dados depende do seu negócio. Um e-commerce pode usar uma DMP para classificar dados de compra em taxonomias descendentes como roupas, crianças, meninos, sapatos, sapatilhas e assim por diante.
Classificar os dados do site dessa forma é o primeiro passo para a construção de perfis distintos de audiência.
Análise de dados
Quando os dados first-party já estiverem classificados em taxonomias, você pode começar a analisá-los para entender mais claramente as intenções do cliente. Assim, é possível ver informações sobre o histórico de compras dos visitantes, cliques, preferências e propensão para responder a certas ofertas. Com isso você pode começar a
usar essas informações para criar segmentos específicos de consumidores.
Transferência de dados
Depois de coletar, classificar e analisar os dados first-party em sua DMP, você deve ser capaz de utilizar esses dados, transferindo-os diretamente para as maiores redes de anúncios, exchanges, portais, DSPs e etc. para tornar a compra de mídia mais precisa. Sua DMP deve trabalhar de forma integrada com os maiores players e ecossistemas de publicidade online.
Escalabilidade
Hoje a maioria das empresas se deparam com um dilúvio de dados: de audiência, de CRM, de campanhas, dados de audiência de terceiros (third-party data), além dos profissionais de marketing e publishers, que têm milhões de pontos de dados à sua disposição. A DMP deve ser capaz de se adaptar a todos esses pontos de dados e analisá-los simultaneamente para entregar insights.
Devo contratar uma DMP?
A resposta para a pergunta é: só se você quiser ter sucesso nas campanhas de marketing on-line. Anunciantes e agências vivem um desafio moderno chamado ‘engajamento de audiência’. Em um mundo com cada vez mais publicidade e onde as pessoas vivem tentando fugir dela, campanhas de massa estão ficando obsoletas. Assim, estratégias inteligentes de marcas vencedoras contam com ferramentas e plataformas robustas para se conectar com as pessoas e estar acima do bombardeio dos anunciantes. E isso só é possível por meio dos dados.
Com uma estratégia de marketing orientada a dados (data-driven marketing) todos ganham. Os consumidores recebem mensagens relevantes e oportunas que vão ao encontro de seus desejos e necessidades. Anunciantes conectam-se com o consumidor no tempo certo, dentro de seu ciclo de compra, gerando mais vendas e um ROI maior. E todos os players do ecossistema da publicidade on-line conseguem administrar melhor seu inventário e seus processos para oferecer melhores resultados aos anunciantes.
DMPs são a cola que une todos os dados de publicidade on-line. Elas ajudam empresas e agências a assumir o controle e a fazer seus próprios dados terem sentido. Além disso, ajudam a alcançar profundas segmentações, a atingir o público em qualquer lugar do mundo e a criar um circuito fechado de feedbacks para um planejamento de mídia otimizado.
Este conteúdo foi adaptado a partir do white-paper "Data Management Platforms Demystified", da Oracle. Disponível para download aqui.
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