[:pt]Especial Black Friday 2017 #We’reGonnaBreakTheInternet[:]

[:pt]A Black Friday já figura entre as três principais datas para o e-commerce brasileiro e este ano, dado o grande volume de informações à disposição do consumidor, a grande estratégia é focar no relacionamento de qualidade para garantir a venda.
O E-bit realizou uma pesquisa com 5.300 consumidores para entender o que eles esperam de uma das datas mais movimentadas para o comércio mundial.
De acordo com os dados levantados, 44%  dos entrevistados comparam na Black Friday de 2016. Do total 56% consultaram um comparador de preço ou uma loja virtual antes de comprar na data. Buscapé, Zoom, Bondfaro e Google foram alguns canais usados por esses consumidores na hora da pesquisa.
Americanas.com, Submarino e Walmart figuram entre as lojas preferidas pelos consumidores.
Quando perguntados se pretendem comprar pela internet na próxima Black Friday, 81% dos entrevistados dizem que sim. Reflexos do movimento “Black Fraude” de 2o13, os principais motivos pelo qual as pessoas dizem que não irão comprar na data é “Acredito que não haja descontos verdadeiros”.
Ainda assim, 13% daqueles que não pretendem comprar, mudariam de ideia caso encontrassem um desconto que valesse a pena. Outra justificativa para aqueles que não irão realizar compras é a instabilidade econômica, que foi citada por 9% das pessoas (em 2016 foram 7%).
Outro dado interessante é que quase 60% das pessoas que compram na Black Friday compram presentes para si mesmo.
Veja na sequência informações sobre a venda por categorias de produtos e também algumas dicas importantes para você não errar na estratégia e garantir o sucesso da data!
#We’reGonnaBreakTheInternet

Como trabalhar e-mail marketing na Black Friday
Black Friday é um momento em que os clientes estão esperando conteúdo promocional, por razões óbvias. Mas, ao mesmo tempo, todo o país está fazendo isso. Portanto é importante conseguir se destacar dos concorrentes, apresentando e-mails com conteúdo relevante e que leve em conta o perfil de compra e os interesses que o cliente já declarou.
Parece distante, mas é bom começar agora a ativação da Black Friday por meio de conteúdos secundários em campanhas de e-mail, como snippets e banners oferecendo ofertas exclusivas para quem clicar, por exemplo.
Do ponto de vista da entregabilidade, é fundamental enviar e-mails apenas para opt-ins e evitar contatos inexistentes. Os envios blast, ou seja, para a toda base, podem acontecer, desde que obedeçam a uma régua de relacionamento – começando pelos mais engajados, priorizando contatos com histórico de interação e tentando reativar os menos engajados.
Portanto, é preciso considerar todo o histórico do consumidor para garantir que, mesmo na Black Friday, todo o ciclo de vida dele faça sentido.
Big data is your data
Para que as campanhas de e-mail marketing sejam relevantes e falem com a pessoa certa, no momento certo e com a mensagem certa, dados são o combustível para isso. Durante o período promocional, ocorrerão muitos envios, portanto é necessário que a segmentação dos dados seja apurada e as integrações constantes e eficazes. Foco no data-driven marketing, ou marketing orientado a dados.
Nosso time de data services sugere que haja cargas históricas antes Black Friday para evitar sobrecarga na plataforma de envios de e-mail e suas integrações. Além disso, nesse momento o senso de tempo é importante, pois acontecerão novos cadastros, abandono de carrinho e outras ações inerentes ao período. Dessa forma, o time de tecnologia deve estar a postos para evitar intercorrências.
Como aumentar a base na Black Friday
Sugere-se a publicação de uma landing page algumas semanas/dias antes com contagem regressiva para a Black Friday. A intenção é que a página sirva como um pré-cadastro para as promoções, uma espécie de teaser com categorias de produtos que vão estar em liquidação para já se ter uma segmentação por interesse.
Para aumentar a base de contatos nesse período, apenas uma mudança na página de cadastro para as cores da Black Friday já faz uma diferença no aumento dos opt-ins.
Após o cadastro, é fundamental que os novos usuários sejam impactados com uma campanha de welcome, ou boas-vindas, o que pode, inclusive, prepará-lo para a compra com um clique.
A operação na sua mão
Compartilhe a meta da Black Friday com seus operadores logísticos, pois tão importante quanto vender é entregar os produtos e não frustrar os consumidores. Além disso, a comunicação deve estar alinhada com o call center, para que o time esteja preparado para auxiliar os clientes e evitar transtornos.
Marketing de conteúdo
Uma dica de marketing de conteúdo para a Black Friday é sair na frente com conteúdo informativo nas mídias sociais. Oferecer cupons de descontos extras são ótimas maneiras de engajar. Além disso, um exemplo prático, que tal trocar um benefício por um tweet?
E depois?
A Black Friday é uma ótima oportunidade para o início do relacionamento, um primeiro passo de uma grande jornada.
Aproveitar o opt-in e a primeira compra no período para manter o relacionamento ao longo do próximo ano com ofertas relacionadas com o que a pessoa comprou. Para que este não seja só um cliente de Black Friday, mas de todas as datas.


A Pmweb trabalha sempre buscando atender às melhores práticas do mercado, para que nossos clientes possam alcançar seus objetivos.
Neste ano, conte conosco mais uma vez para quebrar a internet e alcançar grandes resultados.
#We’reGonnaBreakTheInternet[:en] 
 
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[:pt]Principais tendências em tecnologia para 2018[:en]Key technology trends for 2018[:es]Principales tendencias en tecnología para 2018[:]

[:pt]As “top” tendências para 2018 apoiam-se nas plataformas digitais e preparam o terreno para mais inovações no âmbito empresarial. A pesquisa salienta que empresas devem estar atentas e se ajustar ou então correr risco de perder vantagem competitiva para aquelas companhias que estiverem prontas para encarar o novo cenário. São tendências que não podem ser ignoradas.

  • Principais pontos da pesquisa:

Não há dúvidas de que a Inteligência artificial oferece e agrega valor às atividades de todas as indústrias, possibilitando, desta forma, novos modelos de negócios.
E faz isso apoiando iniciativas-chave como engajamento de clientes, produção digital, cidades inteligentes, automóveis autônomos, gerenciamento de riscos e reconhecimento de fala.
À medida que as pessoas, os lugares, os processos e as “coisas” se tornam cada vez mais digitalizadas, a tendência é que elas sejam representadas por seus “gêmeos” ou perfis virtuais. Isso proporcionará um terreno fértil para novos ecossistemas e modelos de negócios orientados para o meio digital.
A maneira como interagimos com a tecnologia sofrerá uma transformação radical nos próximos 5 a 10 anos. As plataformas de conversação, a realidade aumentada, a realidade virtual e a realidade mista proporcionarão interações mais naturais e imersivas com o mundo digital, transformando a experiência cada vez mais real.
Um negócio digital deve ser sensível e adaptado continuamente. O mesmo se aplica à infraestrutura de segurança e risco que o sustenta, que deve se concentrar em despistar potenciais intrusos e prever ações de segurança.
Principal análise feita pela pesquisa:
Negócios digitais mesclam o os mundos físico e virtual de uma maneira a transformar todos os tipos de projetos comerciais, indústrias, mercados e organizações. A evolução contínua deste formato explora tecnologias emergentes e estratégicas para integrar os mundos físico e digital e desta forma criar modelos de negócio totalmente novos.
O futuro será definido por dispositivos inteligentes que oferecem serviços digitais cada vez mais perspicazes em todos os lugares. A Gartner chama essa rede de pessoas interconectadas, dispositivos, conteúdo e serviços da malha digital inteligente.
Esta “malha” é habilitada pelas plataformas de negócios digitais, oferecendo um conjunto de serviços inteligente e rico para suportar estes formatos.
Algumas das tendências analisadas pela pesquisa:

  1. Inteligência Artificial:

Uma pesquisa da Gartner de 2017 descobriu que 59% das organizações ainda estão reunindo informações para construir suas estratégias de Inteligência Artificial. Além disso, o mercado indica um forte investimento em starters vendendo estas tecnologias.
A criação de sistemas que aprendem e potencialmente atuem de forma autônoma será um diferencial competitivo para fornecedores de tecnologia.  As técnicas de IA estão evoluindo rapidamente e as empresas precisarão investir fortemente em habilidades, processos e ferramentas para explorar com sucesso essas técnicas.

  1. Intelligent Apps and Analytics:

Aplicativos inteligentes têm o potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local de trabalho.
Durante os próximos anos, praticamente todos os aplicativos, aplicativos e serviços incorporarão algum nível de inteligência artificial.
Fornecedores como SAP, Oracle e Microsoft estão incorporando funções de IA mais avançadas em suas ofertas. Por exemplo, os principais fornecedores de software empresarial estão enfatizando vendas, serviços, marketing e ERP como áreas particularmente valiosas para a aplicação de técnicas de IA.
Esses aplicativos inteligentes alimentam a tendência da plataforma de conversação para criar uma nova camada intermediária inteligente entre pessoas e sistemas.
Aplicativos inteligentes podem criar uma nova camada intermediária inteligente entre pessoas e sistemas. Esses modelos facilitam para que pessoas possam construir e ampliar as capacidades do assistente.
Até 2020, a automação de tarefas de ciência de dados permitirá que os cientistas de dados cidadãos produzam um maior volume de análises avançadas do que cientistas de dados especializados.
Os aplicativos inteligentes constituem uma tendência de longo prazo que evoluirá e ampliará o uso de IA em aplicativos e serviços até 2037.

  1. Intelligent Things:

As “inteligente things” são coisas físicas que vão além da execução de modelos de programação rígidos e exploram a Inteligência Artificial para oferecer um formato de interação mais realista.  A IA está gerando avanços para novas “Intelligent Things”, como veículos autônomos, robôs, drones e até mesmo utilidades domésticas como aspiradores de pó.
Em 2022, é provável que veículos autônomos sejam usados ​​em estradas em áreas limitadas, bem definidas, geo-controladas e controladas. Mas o uso geral de carros autônomos provavelmente exigirá uma pessoa no banco do motorista no caso de a tecnologia falhar.
IA será incorporada mais frequentemente em coisas cotidianas, como eletrodomésticos.  Amazon Echo é um exemplo de uma “Intelligent Thing”.

Outros mercados têm potencial semelhante para inteligência integrada. Por exemplo, o estetoscópio digital de hoje pode gravar e armazenar batimentos cardíacos e sons respiratórios. A coleta de um banco de dados maciço de tais dados com suporte de IA permitiria que os médicos recebessem suporte de diagnóstico em tempo real.
À medida que as Intelligent Things proliferam, esperamos uma mudança de um comportamento autônomo para um colaborativo. Neste modelo, vários dispositivos podem funcionar juntos, independentemente da intervenção humana. Por exemplo, se um drone examinou uma grande extensão de terra e descobriu que estava pronto para a colheita, ele poderia despachar uma “colheitadeira autônoma”. No mercado de entrega, a solução mais efetiva pode ser usar um veículo autônomo para mover pacotes até o endereço final. Robôs e drones a bordo do veículo poderiam então efetuar a entrega final da embalagem.

  1. Digital Twins – Gêmeos Digitais:

Um gêmeo digital é uma representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. Os dados de múltiplos gêmeos digitais podem ser agregados para uma visão múltipla em várias
10 “Gêmeos Digitais” bem projetados de ativos poderiam melhorar significativamente a tomada de decisões empresariais. Eles estão ligados a suas contrapartes do mundo real e são usados ​​para entender o estado da coisa ou sistema, responder a mudanças, melhorar as operações e agregar valor.
Em 2020, estimamos que haja mais de 20 bilhões de sensores e pontos finais conectados e estas cópias digitais existirão para, potencialmente, bilhões de coisas. Os benefícios incluirão otimização de ativos, diferenciação competitiva e melhor experiência do usuário em quase todas as indústrias
Os gêmeos digitais podem aprimorar os conhecimentos de dados e melhorar a tomada de decisões e, eventualmente, ajudarão no desenvolvimento de novos modelos de negócios.
Ao longo do tempo, essas representações / modelos digitais serão conectados mais fortemente às suas contrapartes do mundo real. Eles serão infundidos com modelos mais sofisticados baseados em Inteligência Artificial.

  1. Plataformas de interação/conversação

As plataformas de conversação impulsionarão a próxima grande mudança de paradigma na forma como os seres humanos interagem com o mundo digital.
Como o termo “conversação” implica, essas interfaces são implementadas principalmente no idioma natural falado ou escrito do usuário. Com o tempo, outros mecanismos de entrada / saída serão adicionados para explorar a visão, o gosto, o cheiro e o toque para a interação multicanal. O uso de canais sensoriais expandidos suportará conhecimentos avançados, como a detecção de emoções através da análise da expressão facial e do estado da saúde humana através da análise olfativa.
A alteração na forma de experiência do usuário criará novas oportunidades de negócios digitais, mas também representará desafios significativos de segurança e gerenciamento de TI. A realização da experiência de usuário contínua, imersiva e conversacional exigirá uma apreciação profundamente melhor da privacidade e permissão.
Até 2020, os fornecedores de aplicativos incluirão cada vez mais plataformas de conversação em aplicativos empacotados. Nos próximos anos, as interfaces de conversação baseadas em interfaces de linguagem natural se tornarão o principal objetivo de design para a interação com o usuário. O Gartner prevê que, até 2019, 20% das interações dos usuários com smartphones serão através de VPAs (Voice Personal Assistants, como Siri, Alexa, etc.).

Estas são algumas das tendências levantadas pela Gartner em sua pesquisa, você consegue ler o arquivo completo, com todos os dados clicando aqui.[:en]The top trends for 2018 rely on digital platforms and pave the way for more business innovation. The survey stresses that companies should be aware and adjust or risk losing competitive advantage to those companies that are ready to face the new scenario. These are trends that can not be ignored.
Main points of the survey:
There is no doubt that Artificial Intelligence offers and adds value to the activities of all industries, thus enabling new business models.
And it does this by supporting key initiatives such as customer engagement, digital production, smart cities, autonomous automobiles, risk management and speech recognition.
As people, places, processes and “things” become increasingly digitized, the tendency is for them to be represented by their “twins” or virtual profiles. This will provide fertile ground for new ecosystems and business models geared towards the digital environment.
The way we interact with technology will undergo a radical transformation in the next 5 to 10 years. Conversation platforms, augmented reality, virtual reality and mixed reality will provide more natural and immersive interactions with the digital world, making the experience more and more real.
A digital business must be sensitive and continuously adapted. The same applies to the security and risk infrastructure that sustains it, which should focus on spotting potential intruders and predicting security actions.
Main analysis done by the research:
Digital businesses merge the physical and virtual worlds in a way to transform all kinds of commercial projects, industries, markets and organizations. The continuous evolution of this format explores emerging and strategic technologies to integrate the physical and digital worlds and in this way create totally new business models.
The future will be defined by smart devices that offer increasingly insightful digital services everywhere. Gartner calls this network of interconnected people, devices, content, and services of intelligent digital mesh.
This “mesh” is enabled by digital business platforms, offering an intelligent and rich set of services to support these formats.
Some of the trends analyzed by the research:
Artificial intelligence:
A Gartner survey of 2017 found that 59% of organizations are still gathering information to build their Artificial Intelligence strategies. In addition, the market indicates a strong investment in starters selling these technologies.
The creation of systems that learn and potentially act autonomously will be a competitive differential for technology providers. AI techniques are evolving rapidly and companies will need to invest heavily in skills, processes and tools to successfully exploit these techniques.
Intelligent Apps and Analytics:
Smart applications have the potential to transform the nature of work and the structure of the workplace.
Over the next few years, virtually all applications, applications and services will incorporate some level of artificial intelligence.
Vendors like SAP, Oracle and Microsoft are incorporating more advanced AI functions into their offerings. For example, leading enterprise software vendors are emphasizing sales, services, marketing, and ERP as particularly valuable areas for applying AI techniques.
These smart applications feed the trend of the talk platform to create a new intelligent middle tier between people and systems.
Smart applications can create a new intelligent middle tier between people and systems. These templates make it easier for people to build and extend the wizard’s capabilities.
By 2020, the automation of data science tasks will enable data scientists to produce more advanced analytical data than specialized data scientists.
Smart applications are a long-term trend that will evolve and expand the use of AI in applications and services by 2037.
Intelligent Things:
“Smart things” are physical things that go beyond the execution of rigid programming models and exploit Artificial Intelligence to offer a more realistic interaction format. AI is generating breakthroughs for new “Intelligent Things,” such as stand-alone vehicles, robots, drones, and even home appliances such as vacuum cleaners.
By 2022, autonomous vehicles are likely to be used on roads in limited, well-defined, geo-controlled and controlled areas. But the general use of standalone cars will probably require a person in the driver’s seat in case the technology fails.
IA will most often be incorporated into everyday things, such as home appliances like Amazon Echo.

Other markets have similar potential for integrated intelligence. For example, today’s digital stethoscope can record and store heartbeats and breathing sounds. Collecting a massive database of such data with IA support would allow physicians to receive diagnostic support in real time.
As Intelligent Things proliferate, we expect a shift from autonomous to collaborative behavior. In this model, several devices can work together regardless of human intervention. For example, if a drone examined a large expanse of land and discovered that it was ready for harvest, it could dispatch a “standalone harvester.” In the delivery market, the most effective solution may be to use a standalone vehicle to move packages to the final address. Robots and drones on board the vehicle could then make the final delivery of the package.
Digital Twins – Digital Twins:
A digital twin is a digital representation of a real world entity or system. Data from multiple digital twins can be aggregated for multiple
Well-designed “digital Gemini” assets could significantly improve business decision making. They are linked to their real-world counterparts and are used to understand the state of the thing or system, respond to changes, improve operations, and add value.
By 2020, we estimate that there are more than 20 billion sensors and endpoints connected and these digital copies will exist for potentially billions of things. Benefits will include asset optimization, competitive differentiation, and better user experience in almost every industry
Digital twins can enhance data knowledge and improve decision making, and eventually help in the development of new business models.
Over time, these digital representations / models will be more strongly connected to their real-world counterparts. They will be infused with more sophisticated models based on Artificial Intelligence.
Interaction / Conversation Platforms
Conversation platforms will drive the next major paradigm shift in how humans interact with the digital world.
As the term “conversation” implies, these interfaces are implemented primarily in the user’s spoken or written natural language. Over time, other input / output mechanisms will be added to explore vision, taste, smell, and touch for multichannel interaction. The use of expanded sensory channels will support advanced knowledge, such as the detection of emotions through the analysis of facial expression and the state of human health through olfactory analysis.
Changing the user experience form will create new digital business opportunities, but it will also pose significant IT security and management challenges. Performing the continuous, immersive and conversational user experience will require a far better appreciation of privacy and permission.
By 2020, application vendors will increasingly include talk platforms in bundled applications. In the coming years, conversation interfaces based on natural language interfaces will become the main design goal for user interaction. Gartner predicts that by 2019, 20% of smartphone user interactions will be through VPAs (Voice Personal Assistants, such as Siri, Alexa, etc.).

These are some of the trends raised by Gartner in your research, you can read the complete file, with all the data clicking here.[:es]Las “top” tendencias para 2018 se apoyan en las plataformas digitales y preparan el terreno para más innovaciones en el ámbito empresarial. La investigación subraya que las empresas deben estar atentas y ajustarse o correr riesgo de perder ventaja competitiva para aquellas compañías que estén listas para enfrentar el nuevo escenario. Son tendencias que no pueden ser ignoradas.
Principales puntos de la investigación:
No hay duda de que la Inteligencia artificial ofrece y agrega valor a las actividades de todas las industrias, posibilitando de esta forma nuevos modelos de negocios.
Y lo hace apoyando iniciativas clave como compromiso de clientes, producción digital, ciudades inteligentes, autos autónomos, gestión de riesgos y reconocimiento de voz.
A medida que las personas, los lugares, los procesos y las “cosas” se vuelven cada vez más digitalizadas, la tendencia es que ellas sean representadas por sus “gemelos” o perfiles virtuales. Esto proporcionará un terreno fértil para nuevos ecosistemas y modelos de negocios orientados al medio digital.
La forma en que interactuamos con la tecnología sufrirá una transformación radical en los próximos 5 a 10 años. Las plataformas de conversación, la realidad aumentada, la realidad virtual y la realidad mixta proporcionarán interacciones más naturales e inmersivas con el mundo digital, transformando la experiencia cada vez más real.
Un negocio digital debe ser sensible y adaptado continuamente. Lo mismo se aplica a la infraestructura de seguridad y riesgo que lo sostiene, que debe concentrarse en despistar potenciales intrusos y prever acciones de seguridad.
Principal análisis realizado por la investigación:
Los negocios digitales mezclan los mundos físicos y virtuales de una manera a transformar todos los tipos de proyectos comerciales, industrias, mercados y organizaciones. La evolución continua de este formato explora tecnologías emergentes y estratégicas para integrar los mundos físico y digital y de esta forma crear modelos de negocio totalmente nuevos.
El futuro será definido por dispositivos inteligentes que ofrecen servicios digitales cada vez más perspicaces en todas partes. Gartner llama a esta red de personas interconectadas, dispositivos, contenido y servicios de la malla digital inteligente.
Esta “malla” está habilitada por las plataformas de negocios digitales, ofreciendo un conjunto de servicios inteligente y rico para soportar estos formatos.
Algunas de las tendencias analizadas por la investigación:

Inteligencia artificial:

Una encuesta de Gartner de 2017 descubrió que el 59% de las organizaciones todavía están reuniendo información para construir sus estrategias de Inteligencia Artificial. Además, el mercado indica una fuerte inversión en starter vendiendo estas tecnologías.
La creación de sistemas que aprenden y potencialmente actúen de forma autónoma será un diferencial competitivo para proveedores de tecnología. Las técnicas de IA están evolucionando rápidamente y las empresas necesitarán invertir fuertemente en habilidades, procesos y herramientas para explotar con éxito estas técnicas.

Intelligent Apps and Analytics:

Las aplicaciones inteligentes tienen el potencial de transformar la naturaleza del trabajo y la estructura del lugar de trabajo.
Durante los próximos años, prácticamente todas las aplicaciones, aplicaciones y servicios incorporarán algún nivel de inteligencia artificial.
Proveedores como SAP, Oracle y Microsoft están incorporando funciones de IA más avanzadas en sus ofertas. Por ejemplo, los principales proveedores de software empresarial están enfatizando ventas, servicios, marketing y ERP como áreas particularmente valiosas para la aplicación de técnicas de IA.
Estas aplicaciones inteligentes alimentan la tendencia de la plataforma de conversación para crear una nueva capa intermedia inteligente entre personas y sistemas.
Las aplicaciones inteligentes pueden crear una nueva capa intermedia inteligente entre personas y sistemas. Estos modelos facilitan que las personas puedan construir y ampliar las capacidades del asistente.
Hasta 2020, la automatización de tareas de ciencia de datos permitirá a los científicos de datos ciudadanos producir un mayor volumen de análisis avanzados que científicos de datos especializados.
Las aplicaciones inteligentes constituyen una tendencia a largo plazo que evolucionará y ampliará el uso de IA en aplicaciones y servicios hasta 2037.

Intelligent Things:

Las “inteligentes cosas” son cosas físicas que van más allá de la ejecución de modelos de programación rígidos y exploran la Inteligencia Artificial para ofrecer un formato de interacción más realista. La IA está generando avances para nuevas “Intelligent Things”, como vehículos autónomos, robots, drones e incluso utilidades domésticas como aspiradoras de polvo.
En 2022, es probable que los vehículos autónomos se utilizan en carreteras en áreas limitadas, bien definidas, geo-controladas y controladas. Pero el uso general de coches autónomos probablemente requerirá a una persona en el banco del conductor en caso de que la tecnología falla.
IA se incorporará más a menudo en las cosas cotidianas, como el electrodoméstico. Amazon Echo es un ejemplo de un “Intelligent Thing”.

Otros mercados tienen un potencial similar para la inteligencia integrada. Por ejemplo, el estetoscopio digital de hoy puede grabar y almacenar los latidos del corazón y los sonidos respiratorios. La recolección de una base de datos masiva de estos datos con soporte de IA permitiría que los médicos recibieran soporte de diagnóstico en tiempo real.
A medida que las Intelligent Things proliferan, esperamos un cambio de un comportamiento autónomo a un colaborativo. En este modelo, varios dispositivos pueden funcionar juntos, independientemente de la intervención humana. Por ejemplo, si un drone examinó una gran extensión de tierra y descubrió que estaba listo para la cosecha, él podría despachar una “cosechadora autónoma”. En el mercado de entrega, la solución más efectiva puede ser utilizar un vehículo autónomo para mover paquetes hasta la dirección final. Robots y drones a bordo del vehículo podrían entonces efectuar la entrega final del embalaje.
Digital Twins – Géminis Digitales:
Un gemelo digital es una representación digital de una entidad o sistema del mundo real. Los datos de múltiples gemelos digitales pueden ser agregados para una visión múltiple en varias
10 “Géminis Digitales” bien diseñados de activos podrían mejorar significativamente la toma de decisiones empresariales. Ellos están conectados a sus contrapartes del mundo real y se utilizan para entender el estado de la cosa o el sistema, responder a los cambios, mejorar las operaciones y agregar valor.
En 2020, estimamos que hay más de 20 mil millones de sensores y puntos finales conectados y estas copias digitales existirán, potencialmente, miles de millones de cosas. Los beneficios incluirán optimización de activos, diferenciación competitiva y mejor experiencia del usuario en casi todas las industrias
Los gemelos digitales pueden mejorar los conocimientos de datos y mejorar la toma de decisiones y, eventualmente, ayudar en el desarrollo de nuevos modelos de negocio.
A lo largo del tiempo, estas representaciones / modelos digitales se conectarán más fuertemente a sus contrapartes del mundo real. Ellos serán infundidos con modelos más sofisticados basados ​​en Inteligencia Artificial.
Plataformas de interacción / conversación
Las plataformas de conversación impulsarán el próximo gran cambio de paradigma en la forma en que los seres humanos interactúan con el mundo digital.
Como el término “conversación” implica, estas interfaces se implementan principalmente en el lenguaje natural hablado o escrito del usuario. Con el tiempo, otros mecanismos de entrada / salida se agregarán para explorar la visión, el gusto, el olor y el toque para la interacción multicanal. El uso de canales sensoriales expandidos soportará conocimientos avanzados, como la detección de emociones a través del análisis de la expresión facial y del estado de la salud humana a través del análisis olfativo.
El cambio en la forma de experiencia del usuario creará nuevas oportunidades de negocios digitales, pero también representará desafíos significativos de seguridad y administración de TI. La realización de la experiencia de usuario continua, inmersiva y conversacional requerirá una apreciación profundamente mejor de la aislamiento y permiso.
Hasta 2020, los proveedores de aplicaciones incluirán cada vez más plataformas de conversación en aplicaciones empaquetadas. En los próximos años, las interfaces de conversación basadas en interfaces de lenguaje natural se convertirán en el principal objetivo de diseño para la interacción con el usuario. Gartner prevé que, hasta 2019, el 20% de las interacciones de los usuarios con smartphones serán a través de VPA (Voice Personal Assistants, como Siri, Alexa, etc.).

Estas son algunas de las tendencias planteadas por Gartner en su búsqueda, usted puede leer el archivo completo, con todos los datos haciendo clic aquí.[:]

[:pt]Cenários de transformação: como isso afeta o consumo?[:en]Transformation scenarios: How does it affect consumption?[:es]Escenarios de transformación: ¿cómo afectan el consumo?[:]

[:pt]As mega tendências globais estão causando fortes disrupções nos negócios e forçando setores ligados ao consumo a se reinventar. Se as empresas não conseguirem responder com agilidade a essas mudanças, serão ultrapassadas por concorrentes e novos entrantes que estão explorando oportunidades nas novas tendências.
O modo de fazer negócio não será o mesmo nos próximos cinco anos. Grandes tendências estão mudando o padrão de consumo e comportamento das marcas. Novas tecnologias, apps, realidade virtual, economia solidária: tudo isso está promovendo grande impacto no mercado.
Não há o que não possa ser comprado online e essa realidade só vai aumentar. Atualmente percebemos uma necessidade das pessoas de não “perderem tempo” com atividades rotineiras, preferem dedicar-se a algo mais relevante ou que lhe trarão alguma satisfação, à perder horas em estacionamentos e entre prateleiras, buscam experiências mais personalizadas e exclusivas em detrimento de outras e primam pela qualidade no atendimento.
Nos Estados Unidos, um bom exemplo sobre estas novas possibilidades, é o supermercado sem checkouts, chamado Amazon GO.  Nele, você autentica sua entrada escaneando o QR code do aplicativo, faz suas compras e automaticamente elas são adicionadas ao seu carrinho virtual. Terminadas as compras, você novamente não precisa fazer nada: apenas sair da loja. Uma vez fora o Amazon Go finaliza a compra e efetua a cobrança diretamente na sua conta de usuário.

A tendência é que as atuais tecnologias disponíveis estejam cada vez mais integradas ao cotidiano das pessoas, o que trará mais inteligência e dinamismo na resolução das tarefas simples ou até as mais complexas.
No Brasil, recentemente foi lançada uma plataforma digital que promete economia de tempo e dinheiro entregando as compras do mês em casa. O Home Reffil, tem alterado a maneira de abastecer a casa com produtos básicos, com desconto de até 35% e a comodidade de receber as compras no conforto do lar sem precisar sair.

Este conceito garante ainda que o recebimento dos itens mais necessários de uma casa aconteça sempre no momento desejado. Basta o cliente determinar o dia de entrega através da plataforma ou, se preferir, sincronizar a agenda de entregas do HomeRefill com a agenda do próprio celular. É possível suspender uma entrega temporariamente ou alterar a data da próxima entrega dos produtos, tudo através do aplicativo, sem intermediação de uma pessoa.
De acordo com um estudo do Gartner, em 2020, mais de 85% das interações com o consumidor não incluirão humanos e que os chatbots serão a aplicação mais importante da inteligência artificial (AI).
O uso de tecnologias inovadoras e complexas, focadas em melhorar a experiência – acessível e personalizada – de compra do usuário, impactará diretamente no formato de consumo nos próximos anos. Em uma ponta as mais variadas formas de inovação, como uso de robôs, realidade virtual, etc. que trazem mais inteligência automatizada às etapas do processo de compra e à experiência do consumidor. Em outra, a crescente demanda por profissionais capacitados, capazes de acompanhar este novo formato.

Para se manter lucrativo no mercado, é fundamental acompanhar estas tendências para oferecer melhores experiências ao consumidor e usufruir integralmente dos benefícios em agilidade, praticidade e economia que estas tecnologias proporcionam.
 
Fontes: Exame Apasshow, Ecommerce Brasil.[:en]Global megatrends are causing deep disruptions in business and forcing the retail and consumer sector to reinvent itself. If companies fail to respond swiftly to these changes, they will be surpassed by competitors and new comers who are exploring opportunities in new trends.
The way we do business won’t be the same in the next five years. Great trends are changing the pattern of consumer and brands behavior. New technologies, apps, virtual reality, shared economy: all this is promoting large impact on the market.
There is nothing that can not be bought online and this reality will only intensify. We now see a need from people not to “waste time” on daily activities, dedicating themselves to something more relevant or that will bring some satisfaction, instead of wasting hours in parking lots and shelves, they seek more personalized and exclusive experiences , seeking for value in customer service.
In the US, a good example of these new possibilities is the supermarket without check out stations, Amazon Go. There, you authenticate you entry by scanning the QR code on app, do your shopping and automatically they’re add to your virtual cart. Finished shopping, you will be charged directly on your user account.
 

The trend is that the current technologies available will be increasingly integrated into the people’s daily lives, which will bring more intelligence and dynamism in solving simple tasks or even the most complex.
In Brazil,a recently launched digital platform and promises to save time and money by delivering the purchases of the month at home. Home Reffil has been changing the way you replenish the home with basic products, with discounts of up to 35%, and the convenience of shopping in the comfort of your own home without having to leave it.

This concept also ensures that most needed items of a house be received at the right moment. It is up to the customer to determine the delivery day through the platform or, if you preferred, to synchronize HomeRefill’s delivery schedule with the phone’s calendar. It is possible to suspend a delivery temporarily or change the date of the next delivery of the products, doing it all through the application, without intermediation of a person.
According to a Gartner study, by 2020, more than 85% of consumer interactions will not include humans and chatbots will be the most important application of artificial intelligence.
The use of innovative and complex technologies, focused on improving the user’s accessible and personalized experiente, will directly impact the consumption format in the years to come. At one end the most different forms of innovation, such as use of robots, virtual reality, etc. which brings more automated intelligence to the stages of buying process and consumer experience. In another, the growing demand for trained professionals, able to follow this new format.
In order to remain profitable in the market, it is essential follow these trends to offer better experiences to consumer and to fully enjoy the benefits in agility, practicality and economy that these technologies provide.
 
Sources: https://exame.abril.com.brhttp://apasshow.com.br/https://www.ecommercebrasil.com.br[:es]Las megatendencias globales están causando profundas interrupciones en los negocios y obligando al sector minorista y al consumidor a reinventarse a sí mismo. Si las empresas no responden rápidamente a estos cambios, serán superados por los competidores y los recién llegados que están explorando las oportunidades en las nuevas tendencias.
La forma en que hacemos negocios no será la misma en los próximos cinco años. Las grandes tendencias están cambiando el patrón de comportamiento de los consumidores y las marcas. Nuevas tecnologías, aplicaciones, realidad virtual, economía compartida: todo esto está promoviendo un gran impacto en el mercado.
No hay nada que no se pueda comprar en línea y esta realidad solo se intensificará. Ahora vemos la necesidad de las personas de no “perder el tiempo” en las actividades diarias, de dedicarse a algo más relevante o que les traerá alguna satisfacción, en lugar de perder horas en estacionamientos y estanterías, buscan experiencias más personalizadas y exclusivas, buscando valor en el servicio al cliente.
En los Estados Unidos, un buen ejemplo de estas nuevas posibilidades es el supermercado sin estaciones de verificación, Amazon Go. Allí, usted autentica su entrada escaneando el código QR en la aplicación, hace sus compras y automáticamente se agregan a su carrito virtual. Terminada la compra, se le cobrará directamente en su cuenta de usuario.
 

La tendencia es que las tecnologías actuales disponibles se integrarán cada vez más en la vida cotidiana de las personas, lo que aportará más inteligencia y dinamismo a la hora de resolver tareas simples o incluso las más complejas.
En Brasil, una plataforma digital lanzada recientemente promete ahorrar tiempo y dinero entregando las compras del mes en el hogar. Home Reffil ha estado cambiando la forma en que repone el hogar con productos básicos, con descuentos de hasta 35%, y la comodidad de comprar en la comodidad de su hogar sin tener que dejarlo.

Este concepto también asegura que se reciban los elementos más necesarios de una casa en el momento correcto. Depende del cliente determinar el día de entrega a través de la plataforma o, si lo prefiere, sincronizar el calendario de entregas de HomeRefill con el calendario del teléfono. Es posible suspender temporalmente una entrega o cambiar la fecha de la próxima entrega de los productos, haciéndolo todo a través de la aplicación, sin intermediación de una persona.
Según un estudio de Gartner, para 2020, más del 85% de las interacciones de los consumidores no incluirán a los humanos y los chatbots serán la aplicación más importante de la inteligencia artificial.
El uso de tecnologías innovadoras y complejas, centradas en mejorar el conocimiento accesible y personalizado del usuario, tendrá un impacto directo en el formato de consumo en los años venideros. En un extremo, las formas más diferentes de innovación, como el uso de robots, la realidad virtual, etc., que aporta más inteligencia automatizada a las etapas del proceso de compra y la experiencia del consumidor. En otro, la creciente demanda de profesionales capacitados, capaces de seguir este nuevo formato.
Para seguir siendo rentables en el mercado, es esencial seguir estas tendencias para ofrecer mejores experiencias al consumidor y disfrutar plenamente de los beneficios en agilidad, practicidad y economía que brindan estas tecnologías.
 
Fuentes: https://exame.abril.com.brhttp://apasshow.com.br/https://www.ecommercebrasil.com.br[:]

[:pt]Como recuperar receita compreendendo os sinais do usuário[:en]How to recover revenue by understanding visitor behavior[:es]Comprenda el comportamiento de los visitantes para recuperar los ingresos[:]

[:pt]Você já deve saber que o visitante de um site não precisa necessariamente estar logado para ser identificado e ter seus dados capturados. O tagueamento pode ocorrer apenas pelos rastros que ele deixa ao navegar em um website. A grande questão está em acionar esses dados, protegê-los para garantir a privacidade dos consumidores e ao mesmo tempo, entregar conteúdos relevantes de modo que o destinatário se sinta único com tal oferta. Spotify e Passarela tem bons exemplos para nos inspirar.
Comportamento e profiling

O que você faz na internet diz muito sobre você. A maneira como você navega mostra às empresas suas preferências, o aspecto social da sua vida e diversas variáveis a respeito do seu comportamento de consumo. Um exemplo de eficiência é o Spotify, que gera conteúdo para seus usuários através de dados que indicam como as pessoas estão usando música em suas vidas. E a marca utiliza esses dados de modo inteligente para seguir ofertando valor a seus clientes. A melhor parte é que tecnologias de reconhecimento de atividade não precisam ser exclusividade de plataformas de entretenimento.
Com a tecnologia e o parceiro estratégico adequados, dá para utilizar os dados de navegação e descobrir mais sobre seu cliente. O que ele gosta, sua marca favorita, o dia do mês que ele está mais propenso a comprar e muito mais. As Pmweb Rockin’ Tags registram atividade/visitas no site, ticket médio, última compra, categorias mais frequentes e outros dados, enriquecendo o perfil do usuário e possibilitando o desenvolvimento de campanhas cross-channel que conversam com o cliente.
Cross-channel individualizado e relevante
A maior potencialidade dessa ferramenta está nos insumos que oferece às marcas, possibilitando o desenvolvimento de campanhas relevantes e individualizadas em diversos canais, como e-mail, SMS e push. Algumas campanhas e ações possíveis por meio do uso das Rockin’ Tags são:

  • Navegação
  • Abandono de carrinho
  • Personalização on-site (apresente a mesma comunicação nas campanhas e no site)
  • Baixou de preço
  • Mais vendidos
  • Mais procurados
  • Busca no site
  • Personalização da blast e outras

 
Ao conhecer o cliente em profundidade, é possível…
Antecipar suas necessidades
É o caso das campanhas que consideram o comportamento de navegação do consumidor. Se sua tecnologia percebe que o André está há 15 dias pesquisando geladeiras entre 300 e 400 litros, é sinal de que André precisa de um novo refrigerador. Ele ficaria satisfeito se recebesse um e-mail com os produtos pesquisados e um bônus de 10% de desconto para comprar agora a sua geladeira.

E quando uma mãe está há algum tempo acompanhando o preço das fraldas e recebe em seu e-mail ofertas com sua marca favorita, acrescida de promoções de lenços umedecidos, a chance de o negócio ser fechado é muito alta. Ou se ela tem o aplicativo do e-commerce, pode receber um push com essas ofertas exclusivas. Além disso, um alerta de SMS sobre a movimentação da entrega de sua encomenda pode deixá-la tranquila quanto ao prazo de recebimento.

Mais receita, recompra e fidelização
O uso inteligente dos dados a favor do consumidor gera mais do que relacionamento, influenciando diretamente no crescimento da receita. Clientes da Pmweb que já usam as Rockin’ Tags perceberam estes resultados em receita e retenção de clientes. É o caso, por exemplo, da Passarela.
A Passarela, um dos maiores e-commerces de moda do Brasil, tem utilizado as Rockin’ Tags para se comunicar por e-mail e recuperar receita. A marca utiliza a tecnologia para reconhecer clientes não logados e ativá-los por meio de campanhas de produtos navegados e carrinho abandonado.
Com isso, em apenas dois meses, a Passarela incrementou 76% em receita nos e-mails que oferecem os produtos navegados e 41% nas campanhas de carrinho abandonado. Estamos falando de 116% mais dinheiro na conta, um dinheiro que estaria perdido ou na carteira da concorrência.

Entendendo e utilizando essas pistas, a Passarela recuperou uma receita perdida ao vender 116% a mais por e-mail. A tecnologia que possibilitou que a Passarela identificasse os clientes não logados foi estratégica para impactá-los com os produtos navegados e abandonados.

 
Mas e a privacidade?
Uma das principais preocupações das pessoas nos tempos atuais é a privacidade dos usuários. No caso das Rockin’ Tags, os dados trafegados são anonimizados e transformados em informação. Estamos falando de todos os dados de first-party, obtidos no site, CRM, ERP, lojas físicas e outros que são integrados, centralizados e transformados em informação. Também é possível integrar dados de second-party, como sites parceiros, mas sempre tendo em vista o cuidado com os dados e a privacidade das pessoas.

Aprender sobre os sinais que o usuário deixa no site torna viável também:
– Compreender o comportamento do cliente e desenvolver seu perfil de forma ptr
– Desenvolver campanhas cross-channel individualizadas e relevantes
– Antecipar as necessidades do consumidor
– Estimular recompra e fidelização

Braço direito da venda
Com acesso a tantas possibilidades para potencializar a estratégia, só perde dinheiro quem quer. Se a Passarela não tivesse reconhecido seus clientes não-logados, não teria ofertado os produtos e, por consequência, não teria vendido. Conhecer a fundo seus clientes influi diretamente no crescimento na receita e permite que as marcas antecipem as necessidades dos clientes e vendam mais de uma vez.

Utilizando a ferramenta certa e respeitando as preferências e a privacidade do consumidor, o céu é o limite para as estratégias. Fale com a Pmweb e conheça as Rockin’ Tags e veja como elas podem ajudar seu e-commerce a vender mais, recuperar receita e se relacionar eficientemente com seu público.
[:en]You probably already know that visitors don’t necessarily have to be logged in to be identified and have their data captured using only the tracks they leave behind while browsing. The big question knowing how to trigger this data and protect it to ensure your visitor’s privacy. And successful cases such as Spotify and Passarela do not fail to inspire us.
Behavior and profiling
What you do online says a lot about you. The way you navigate shows companies your preferences, the social aspect of your life and various variables regarding your consumption behavior. An example of efficiency is Spotify generating content for its users through data that indicates how people are using music in their lives. And the brand uses this data intelligently to continue offering value to its customers. The best part is that activity recognition technologies don’t have to be restricted to entertainment platforms.
With the right technology and strategic partner, you can use navigation data and find out more about your customer. What they like, their favorite brand, the day of the month that they are more likely to buy and more. Pmweb Rockin’ Tags record activity/site visits, average ticket, last purchase, most frequent categories and others, enriching the user’s profile and enabling the development of cross-channel campaigns that effectively converse with the visitors.
Individualized and relevant cross-channel
The greatest potential of this tool is the input it offers to brands, enabling the development of relevant and individualized campaigns in various channels, such as e-mail, SMS and push. Some campaigns and possible actions through the use of Rockin’ Tags are:

  • Navigation
  • Cart abandonment
  • On-site personalization (show the same communication in campaigns and website)
  • Price lowered
  • Best sellers
  • Most wanted
  • Site search
  • Personalization of blast & more

By deeply knowing the customer, it is possible to:

Anticipate their needs

This is the case of campaigns that consider consumer navigation behavior. If his technology realizes that André Silveira has been researching refrigerators between 300 and 400 liters for 15 days, André is in need of a new refrigerator. He would be pleased if he received an email with the products researched and a 10% discount bonus to buy his refrigerator now.
And when a mother has been tracking the price of diapers for some time and receives in her email offers with her favorite brand, plus wiping cloths deals, the chances of closing are much higher. Or if she has the e-commerce app, she can receive a push with these exclusive offers. In addition, an SMS alert on the handling of the delivery of her order can keep her at ease about the package arrival.

Generate more revenue, repurchase and loyalty

The intelligent use of data in favor of the consumer generates more than relationship, directly influencing on revenue growth. Pmweb customers who already use Rockin’ Tags have met these results in revenue and customer retention. This is the case of Passarela, for example.
Passarela, one of the biggest fashion e-commerces in Brazil, has used Rockin’ Tags to communicate by email and recover revenue. The brand uses the technology to recognize non-logged in customers and enable them through campaigns of sailed products and abandoned cart.
Thus, in just two months, Passarela increased 76% in revenue in the emails that offer the products navigated and 41% in the abandoned cart campaigns. We are talking about 116% more money in the account. A money that would be lost.
Understanding and using these leads, Passarela recovered lost revenue by selling 116% more by email. The technology that made it possible for Passarela to identify the unlogged customers was strategic for impacting them with navigated and abandoned products.

But what about privacy?

One of the main concerns of people in the present times is the privacy of users. In the case of Rockin ‘Tags, the traffic data is anonymised and transformed into information. We are talking about all the first-party data obtained on the site, CRM, ERP, physical stores and others that are integrated, centralized and transformed into information. It is also possible to integrate second-party data, such as partner sites, but always in order to take care of data and the privacy of people.
Learning about the signs that the user leaves on the site makes it feasible as well:
– Understand customer behavior and develop your profile ptr way
– Develop individualized and relevant cross-channel campaigns
– Anticipating consumer needs
– Stimulating repurchase and loyalty

Sale’s best friend

With access to so many possibilities to power the strategy, only loses money who wants. If the Catwalk had not recognized its unlogged customers, it would not have offered the products and consequently would not have sold them. Getting to know your customers has a direct influence on revenue growth and allows brands to anticipate customer needs and sell more than once.
Using the right tool and respecting consumer preferences and privacy, the sky is the limit for strategies. Talk to Pmweb and get to know Rockin ‘Tags and see how they can help your e-commerce sell more, earn revenue, and relate effectively to your audience.[:es]Probablemente ya sepa que los visitantes no necesariamente tienen que estar conectados para ser identificados y tener sus datos capturados usando sólo las pistas que dejan atrás mientras navegan. La gran pregunta saber cómo activar estos datos y protegerlo para garantizar la privacidad de su visitante. Y casos exitosos como Spotify y Passarela no dejan de inspirarnos.

Comportamiento y profiling

Lo que haces en línea dice mucho sobre ti. La forma de navegar muestra a las empresas sus preferencias, el aspecto social de su vida y varias variables relacionadas con su comportamiento de consumo. Un ejemplo de eficiencia es Spotify generando contenido para sus usuarios a través de datos que indican cómo la gente está usando la música en sus vidas. Y la marca utiliza estos datos de forma inteligente para seguir ofreciendo valor a sus clientes. La mejor parte es que las tecnologías de reconocimiento de actividad no tienen que estar restringidas a las plataformas de entretenimiento.
Con la tecnología adecuada y el socio estratégico, puede utilizar datos de navegación y obtener más información sobre su cliente. Lo que les gusta, su marca favorita, el día del mes que son más propensos a comprar y más. Las etiquetas de Pmweb Rockin registran visitas a la actividad / sitio, ticket promedio, última compra, categorías más frecuentes y otras, enriqueciendo el perfil del usuario y permitiendo el desarrollo de campañas entre canales que efectivamente conversan con los visitantes.

Cross channel individualizado y relevante

El mayor potencial de esta herramienta es el aporte que ofrece a las marcas, lo que permite el desarrollo de campañas relevantes e individualizadas en diversos canales, como correo electrónico, SMS y push. Algunas campañas y posibles acciones a través del uso de Rockin’ Tags son:

  • Navegación
  • Abandono de carrito
  • Personalización en sitio (mostrar la misma comunicación en campañas y sitio web)
  • Precio rebajado
  • Los más vendidos
  • Más buscado
  • Búsqueda en el sitio
  • Personalización de blast y más

Conociendo profundamente al cliente, es posible:

Anticipar sus necesidades

Este es el caso de las campañas que consideran el comportamiento de navegación de los consumidores. Si su tecnología se da cuenta de que André Silveira ha estado investigando refrigeradores entre 300 y 400 litros durante 15 días, André necesita un nuevo refrigerador. Le agradaría que recibiera un correo electrónico con los productos investigados y un bono de descuento del 10% para comprar su refrigerador ahora.
Y cuando una madre ha estado rastreando el precio de los pañales durante algún tiempo y recibe en su correo electrónico ofertas con su marca favorita, además de trapos limpiando ofertas, las posibilidades de cierre son mucho mayores. O si tiene la aplicación de comercio electrónico, puede recibir un empujón con estas ofertas exclusivas. Además, una alerta SMS sobre el manejo de la entrega de su pedido puede mantenerla a gusto sobre la llegada del paquete.

Genere más ingresos, recompra y lealtad

El uso inteligente de los datos a favor del consumidor genera más que una relación, influyendo directamente en el crecimiento de los ingresos. Los clientes de Pmweb que ya utilizan Rockin ‘Tags han cumplido estos resultados en ingresos y retención de clientes. Este es el caso, por ejemplo, de Passarela.
Passarela, uno de los mayores e-commerces de moda en Brasil, ha utilizado Rockin ‘Tags para comunicarse por correo electrónico y recuperar ingresos. La marca utiliza la tecnología para reconocer a los clientes no conectados y permitirles a través de campañas de productos navegados y carro abandonado.
Así, en sólo dos meses, Passarela aumentó un 76% en ingresos en los correos electrónicos que ofrecen los productos navegados y un 41% en las campañas de carro abandonado. Estamos hablando de un 116% más de dinero en la cuenta. Un dinero que se perdería.
Comprendiendo y utilizando estas pistas, Passarela recuperó ingresos perdidos vendiendo 116% más por correo electrónico. La tecnología que permitió a Passarela identificar a los clientes no registrados fue estratégica para impactarlos con productos navegados y abandonados.

Pero ¿qué pasa con la privacidad?

Una de las principales preocupaciones de la gente en los tiempos actuales es la privacidad de los usuarios. En el caso de Rockin ‘Tags, los datos de tráfico se anonimizan y se transforman en información. Estamos hablando de todos los datos de primera persona obtenidos en el sitio, CRM, ERP, almacenes físicos y otros que están integrados, centralizados y transformados en información. También es posible integrar datos de terceros, como sitios asociados, pero siempre con el fin de cuidar los datos y la privacidad de las personas.
Aprender acerca de los signos que el usuario deja en el sitio hace que sea factible también:
– Comprender el comportamiento del cliente y desarrollar su perfil ptr way
– Desarrollar campañas personalizadas y relevantes entre canales
– Anticipar las necesidades de los consumidores
– Estimular la recompra y la lealtad

Mejor amigo de la venta

Con el acceso a tantas posibilidades para impulsar la estrategia, sólo pierde dinero que quiere. Si la pasarela no hubiera reconocido a sus clientes no registrados, no habría ofrecido los productos y por lo tanto no los habría vendido. Conocer a sus clientes tiene una influencia directa en el crecimiento de los ingresos y permite a las marcas anticipar las necesidades de los clientes y vender más de una vez.
Utilizando la herramienta adecuada y respetando las preferencias de los consumidores y la privacidad, el cielo es el límite para las estrategias. Hable con Pmweb y conozca las etiquetas de Rockin ‘y vea cómo pueden ayudar a su comercio electrónico a vender más, obtener ingresos y relacionarse eficazmente con su audiencia.[:]

[:pt]Porque a nova grande marca fashion poderá ser de wearables[:en]Why the new next big fashion brand could be about wearable tech[:]

[:pt]Agregando tecnologias de ponta e praticidade em um formato compacto e já conhecido dos consumidores, wearables de todos os tipos vêm ganhando espaço no mercado e são vistos como tendência e grande aposta de fabricantes e marcas importantes do mundo fashion.
Embora o termo wearable já dê pistas da forma como estes dispositivos funcionam, a nomenclatura deixa de lado alguns detalhes importantes. A tecnologia em questão não somente pode ser usada como uma peça de roupa ou um acessório, como também tem que possuir características que a conectem a outros aparelhos ou à internet.
A aliança entre a tecnologia e a moda não é recente, há tempos acompanhamos o desenvolvimento de roupas, calçados e acessórios que carregam em seu desenvolvimento horas de pesquisa e muita tecnologia agregada. Com isso, os avanços têm ganhado cada vez mais espaço dentro das marcas e novos itens são lançados a cada coleção. Um exemplo é a Ralph Lauren, marca que está presente nas fashion weeks mais respeitadas, que, em parceria com a empresa OMsignal lançou uma camiseta capaz de ler a biometria em tempo real.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen na Nova Zelândia um total de 393.000 neozelandeses com mais de 15 anos possuiu pelo menos um dispositivo wearable, um número que duplicou (+93%) em apenas 12 meses. Considerando que a Nova Zelândia tem uma população de apenas 4,7 milhões de pessoas, este número revela a importância deste tipo de dispositivos no país, vistos como “um símbolo de status, uma peça de fitness motivacional e um gadget funcional, tudo em apenas um dispositivo”.
A Nielsen diz ainda que “os donos de dispositivos wearable são um grupo de consumidores lucrativo. As marcas podem conectar-se diretamente com a eles  ‘on-the-go’, alcançado-os independente de onde estejam, com ou sem seu celular, tablet, etc. (…) Os dispositivos wearable representam uma nova forma para as marcas influenciarem os seus consumidores”.
A Levi’s, outra marca com importante participação na indústria da moda lançou no mês de setembro sua jaqueta inteligente, batizada como Levi’s Commuter Trucker Jacket. Ela tem como público-alvo ciclistas e a ideia é usá-la junto com fones de ouvido plugados ao smartphone. A jaqueta compreende quatro gestos e a configuração é feita por meio de um app no smartphone. A peça utiliza a solução Jacquard, desenvolvida pelo Google, para roupas conectadas. Ela traz costurada em sua manga um tecido especial, com microfios eletrônicos capazes de detectar os gestos do usuário e repassar a informação para uma abotoadura conectada. Essa abotoadura, por sua vez, se comunica através de bluetooth com o smartphone do usuário, seja Android ou Iphone. A abotoadura envia também algumas notificações para o usuário através de uma luz LED e de pequenas vibrações.


Nos EUA, a Apple ainda se destaca como principal marca para a compra de smartwatches, conquistando 50% do mercado (mais do que os 24% do market share que a marca tinha no 3º trimestre de 2016). Logo em seguida aparece a Samsung, que deteve 17,4% das vendas de smartwatches no último trimestre de 2016.  Em 2015 a empresa lançou uma linha premium dos seus Apple Watch em parceria com a icônica marca francesa Hermès, a coleção, com três itens, chamados de Single Tour, Double Tour e Cuff, os relógios inteligentes apresentam a iconografia da Hermès e pulseiras diferenciadas.
Fica evidente que o mercado fashion passará por uma grande mudança, nossas roupas, calçados e acessórios deixarão de ser vistos como commodities e passarão a ter status de serviço, semelhante à forma como aplicativos são desenvolvidos e vendidos hoje. Esta abordagem torna possível que os artigos fashion assumam um novo papel no mundo do marketing, aumentando o número de canais e estreitando ainda mais o timing da comunicação.
Fontes:  http://makers.net.br // https://www.distribuicaohoje.com // https://www.tecmundo.com.br // http://www.mobiletime.com.br[:en]Adding cutting-edge technologies and practicality in a compact format already known to consumers, wearables of all kinds have been gaining ground in the market and are seen as a trend and great bet by many manufacturers and important brands of the fashion world.  
Although the term ‘wearable’ already gives clues as to how these devices work, the nomenclature leaves out some important details. The technology in question can not only can be use as a garment or accessory, but must also have features that connect it to other devices or to the internet.
The alliance between technology and fashion industry is not recent: we have been accompanying the development of clothing, footwear and accessories for many years that carry research hours and lots of added technology. Despite this, in recent times, advances have gained more and more space within the brands and new items are released to each collection. An example of it is Ralph Lauren, a brand that is present in the most relevant Fashion Weeks worldwide, in partnership with the company OMsignal has launched a shirt able to read biometric information in real time.
According to a survey conducted by Nielsen, a total of 339k Neo Zealanders over 15 years old owned at least one wearable device, a number that doubled (+93%) in just 12 months. Considering that the country has a population around 4,7 million people, this number is a sign of how much important this devices are, seen as “a status symbol, a motivational fitness piece and a functional gadget, all in only one device”.
Nielsen also says that “owners of wearable devices are a profitable consumer group. Brands can connect directly with them ‘on-the-go’, reaching them regardless of where they are, with or without their smartphone, tablet, etc. (…) Wearable devices represent a new way for brands to influence their consumers. “
Levi’s, another brand with significant participation in the fashion industry launched its smart jacket, named Levi’s Commuter Trucker Jacket in September. It has cyclists as the target audience and the idea is to use it along with headphones plugged into the smartphone. The jacket comprises four gestures and the configuration is made through an app on the smartphone. The piece uses the Jacquard solution, developed by Google, for connected clothing. It has sewn on it’s sleeve a special fabric, with electronic microphones capable of detecting the user’s gestures and passing the information to a connected cufflink. This cufflink, in turn, communicates through bluetooth with the user’s smartphone, be it Android or Iphone. The button also sends some notifications to the user through an LED light and small vibrations.
In the US, Apple still stands as the main brand for smartwatch purchases, taking 50% of the market (more than the 24% of the market share that the brand had in the third quarter of 2016). Following it is Samsung, representing 17.4% of smartwatch sales in the last quarter of 2016. In 2015 Apple launched a premium line from its Apple Watch in partnership with an iconic French brand Hermès, a collection with three items, called Single Tour, Double Tour and Cuff, the smartwatches have Hermès iconography and differentiated wristbands.
It is evident  that the fashion market will pass through a great change, our clothes, shoes and accessories will no longer be seen as commodities and will have service status, similar to the way applications are developed and sold today.
This approach makes it possible for fashion articles to take on a new role in the marketing world by increasing the number of channels and further narrowing the timing of communication.[:]

[:pt]Pmweb agora é parceira Premier do Google[:]

[:pt]Com muita alegria compartilhamos que agora a Pmweb é parceira Premier do Google. O status Premier dá reconhecimento às agências mais importantes parceiras do Google.
Este selo faz parte do Google Partners e oferece recursos, treinamento e suporte para profissionais e empresas de marketing on-line com a finalidade de ajudar os anunciantes a alcançar mais sucesso on-line. As agências têm acesso a uma série de vantagens que incluem certificações e exames gratuitos de produtos, eventos de treinamento, ofertas promocionais, prêmios, ampliação de contatos profissionais e outras ferramentas.
Para Pedro Rogedo, gerente de mídias da Pmweb a qualificação “é um reconhecimento importante, especialmente para o mercado, já que assegura que a Pmweb atende aos elevados padrões de gestão de mídias no que diz respeito a orçamento, certificações e desempenho”.
[:]

[:pt]A relação dos millennials com as marcas[:en]Millenials and brands[:es]La relación entre los millennials y las marcas[:]

[:pt]

Más notícias para vocês que fazem carreira construindo marcas: uma nova pesquisa mostra que mais da metade dos millenials não enxerga valor no uso delas. Mas há esperança, se você entender o que faz com que esta geração dê crédito e como alcançá-los.

 
Jonathan Wu só compra medicamentos genéricos: ele nunca gastaria dinheiro em Advil ou Tylenol. Ele está impressionado com a versão mais barata do protetor solar da Neutrogena e ele adora o frango congelado tikka masala que você só pode comprar no Trader Joe’s. “Eu só me importo com o produto – quem se preocupa com a marca? Estou disposto a experimentar”, diz Wu, 30. “Eu vou tentar tudo. Eu não sou leal”.
Agora um novo estudo mostra algo ainda mais profundo para o marketing: entre a geração dele, ele está na maioria.
Embora talvez seja um engano pintar uma geração inteira com o mesmo pincel, pouco mais da metade dos millenials, 51%, não tem preferência real entre marcas internacionais e nacionais, de acordo com o estudo do Cadent Consulting Group. Tal apatia contrasta radicalmente com os pais dos millenials, os baby boomers, um grupo leal que foi criado com menos opções, diferentes canais publicitários e apenas uma tela. A mídia da geração X não era muito diferente, salvo a chegada da TV a cabo.
 

COMO OS MILLENIAIS VÊEM AS MARCAS?

“Os millennials não cresceram com a mesma propaganda, a mesma exposição, as mesmas três grandes redes de TV”, diz Don Stuart, sócio-gerente da Cadent. Na verdade, “é um consumo completamente diferente de mídia que administra um consumo diferente de produtos”, diz Karen Strauss, colega de Stuart e diretora de Cadent.
O mercado está abrindo a porta para novos participantes, como mercados do exterior que produzem seus próprios rótulos ou a marca Brandless, revolucionou a indústria do essencial ao dia-a-dia vendendo produtos sem marca por US$3 cada. Enquanto o estudo de Cadent se concentrou em alimentos e bens de consumo, a falta de preferência dos millenials para as marcas nacionais também é evidente em outras categorias, incluindo viagens, seguros e moda, de acordo com especialistas.
Para conquistar Jonathan Wu e pessoas como ele, marcas estabelecidas estão sendo forçadas a repensar os fundamentos do marketing tradicional. Martelar os benefícios de “mais limpas, mais brancas e brilhantes” nos meios de comunicação de massa não ressoam como um movimento demográfico, com a comunidade e a sustentabilidade, e ainda são influenciados por colegas, leem reviews em sites e conteúdos no BuzzFeed.
“Compreenda que os millenials são os melhores comerciantes do dia, e é isso que está alavancando as mudanças em alimentos, restaurantes, viagens, seguros”, diz Jeff Fromm, co-autor do livro “Marketing para millennials”. Eles estão negociando para cima e para baixo e as marcas não importam. Se a sua marca não é única, você corre o risco de ser comercializado por um terceiro ou substituído por uma alternativa de baixo custo”.
 

JOGO DA CULPA

As marcas tradicionais ficaram irritadas por estarem ficando para trás e podem estar culpando a recessão de 2008. Quando o mercado millenial atingiu a maioridade a economia estava em ruínas e os consumidores, recém-saídos da faculdade lutaram para pagar as contas. Eles foram atraídos por marcas novas e orientadas por objetivos, como Warby Parker ou Casper, que prometem preços baixos, bem como uma missão de caridade diferente dos seus concorrentes mais reconhecidos. E não é fácil para uma marca adotar essa postura de forma convincente.

“A recessão foi definitivamente um gatilho para isso”, diz Madeleine Kronovet, estrategista sênior da RedPeak. “Foi uma reconfiguração de quanto de meus dólares têm de ir para grandes corporações e marcas, e quanto posso conseguir do que preciso para obter um preço mais baixo”.
Hoje em dia, os compradores são conduzidos por hackers da vida, usando uma mistura de avaliações, mídia social e comparação de preços de loja para loja para obter o máximo valor de um produto. Enquanto os millenials estão dispostos a gastar em um must-have, eles são mais propensos a comprar genéricos para o resto. Wu diz que ele terceirizou sua pesquisa para a internet, por exemplo. “Eu não entendo por que eu pagarei por uma marca cegamente sem abrir meu navegador e gastando 10 segundos para descobrir se o produto é bom o suficiente”, diz ele.

Além disso, os especialistas dizem que as compras são mais orientadas para os benefícios do que para a marca. Se um comerciante oferece entrega por exemplo, pode influenciar na compra. Millennials também são muito mais dispostos do que as gerações anteriores a experimentar novas marcas, como evidenciado pela crescente popularidade das ofertas de comércio eletrônico direto ao consumidor. E eles estão ansiosos para personalizar suas próprias experiências. Isso inclui a forma como eles estão substituindo rádio e TV com Netflix e Spotify, mas isso não termina. Eles prosperam em opções – mais, mais saudáveis.
“Eles cresceram com muita informação e acesso abundante a toda informação”, diz Fromm. “Os baby boomers cresceram em um mundo onde não havia escolhas de rótulo, por isso ficam menos confortáveis com informações de fontes tão diferentes”.
 

UMA CACHOEIRA DE ESCOLHAS

Essas escolhas por marcas próprias ficaram mais abundantes. À medida que os consumidores mudam seus hábitos de compra, alguns varejistas, reconhecendo o potencial, estão se concentrando mais em suas marcas próprias. A Target, por exemplo, está no processo de implantação de uma série de produtos próprios, que vão desde decoração de casa até vestuário feminino. A Dick’s Sporting Goods também está investindo mais nesta estratégia. Na maioria das vezes os consumidores não podem distinguir a diferença entre uma marca própria e um fornecedor nacional. Alguns varejistas, como a Target, trabalharam arduamente para torná-los indistinguíveis ao investir em melhores embalagens, usando projetos limpos e fontes e cores modernas.
“Algumas marcas mais genéricas aumentaram seus esforços de marca e design”, diz Kronovet. “Quando eles estão aparecendo ao lado de um Tylenol em uma prateleira, você não está mais acreditando que a marca Tylenol está oferecendo mais do que a marca Target & Up da Target. Você vira o rótulo e vê que são os mesmos ingredientes”.

No ano passado, as marcas próprias incluindo o Walmart e a Target, cresceram quatro vezes a taxa de marcas nacionais na categoria de merchandising de massa, de acordo com o último anuário dos fabricantes de marcas próprias com sede em Nova York. O relatório, que utiliza os dados da Nielsen, disse que as vendas de marcas próprias na categoria de mercado de massa totalizaram US$ 2,2 bilhões em 2016, um aumento de 4,6% em relação a 2015. Isso se compara ao aumento de 1,1% ano a ano nas marcas nacionais.
“As marcas próprias estão levando 20% do gasto total de bens de consumo e contribuindo com mais de um quarto do crescimento geral”, diz Jordan Rost, vice-presidente, informações sobre o consumidor na Nielsen.
 

MARCAS PRÓPRIAS SE TORNAM CONVENCIONAIS

O Whole Foods certamente notou esta tendência. A cadeia, que recentemente foi adquirida pela Amazon por US$13,7 bilhões, informou em seu relatório anual de 2016 que as marcas próprias, lideradas pelo seu rótulo 365 Everyday Value, vendem tudo, desde pretzels até sorvetes, representaram cerca de 15% do total das vendas no varejo desse ano, acima de 8% uma década antes. A Amazon também está crescendo silenciosamente em sua própria marca AmazonBasics, vendendo itens como baterias, trituradores de papel e almofadas para compradores agnósticos de marca.

Mercados europeus também sentem a oportunidade. A cadeia alemã Aldi, onde 90% dos produtos em suas prateleiras são da sua própria marca, expandiu sua presença nos EUA de uma loja há quatro décadas atrás para 1.700 agora. Ela anunciou recentemente planos para acelerar seu crescimento nos EUA para chegar a 2.500 lojas em 2022. A empresa está investindo US$1,6 bilhão na remodelação de sua atual frota, acrescenta uma porta-voz, observando que a Aldi se comunica com os compradores através de canais modernos, incluindo Twitter, Instagram e Facebook.
A Lidl, outra cadeia alemã de supermercados, abriu sua primeira loja nos EUA em junho e planeja estrear até 100 ao longo da Costa Leste até a próxima primavera. Um porta-voz da empresa, conta que 90% do seu mix é composto por marcas próprias.
 

CONFIANÇA NAS MARCAS

Um dos recém-chegados é um produto do Vale do Silício. A Brandless, que foi concebido há três anos pelos empresários Tina Sharkey e Ido Leffler prometem melhores produtos por menos dinheiro. Com itens como molho de macarrão orgânico, sabonete de mão de eucalipto e lavanda, cada um custando apenas US$ 3, a empresa de comércio eletrônico já pegou. Apenas quatro dias após o seu lançamento em 11 de julho, a equipe com sede em São Francisco estava preenchendo ordens em 48 estados, diz Sharkey, o CEO.
“Perdemos a confiança em tantas marcas lá fora”, diz ela, observando que alguns millenials também disseram que estão rejeitando as instituições governamentais. “Nós decidimos redefinir o que significava ser uma marca – não se trata da falsa narrativa da Madison Avenue e essas histórias legais.

O QUE VOCÊ VAI FAZER?

A Brandless apela a compradores como Blake Glover, uma estilista de moda de 36 anos que aprendeu sobre isso em um artigo do BuzzFeed. “Eu posso ter todas as mesmas coisas, mas gastar uma fração do valor”, diz Glover. “Pode ser todo brilho e glamour, mas no final do dia, eu só quero algo que funcione”.

NENHUMA INDÚSTRIA ESTÁ IMUNE

Além dos produtos, a mentalidade dos millenials também está afetando outras indústrias. Os motoristas mais jovens, muitos dos quais vivem em áreas urbanas e muitas vezes não usam carros, estão rejeitando seguradoras de automóveis de grande nome em favor de alternativas mais orientadas para o valor. A Metromile, por exemplo, está ganhando clientes com um aplicativo que ajuda os drivers a solucionar problemas como a luz do motor e, talvez, mais importante, a capacidade de pagar por km rodado, ao vez de mês.
Certamente, o produto nasceu por conta dos millenials das áreas urbanas “, diz James Moorhead, diretor de operações da Metromile, que cresceu para 200 funcionários ao longo dos sete anos e agora opera em sete estados.

Enquanto a maioria dos clientes são millenials, os motoristas mais antigos estão começando a seguir seus passos, de acordo com Moorhead. Depois de anunciar apenas na mídia digital há anos, a empresa começou a lançar anúncios de TV no início deste ano e está vendo a tração com os boomers, ele diz.
O turismo também está recebendo uma revisão, pois os hoteleiros tentam se adaptar à economia compartilhada e a crescente ameaça do Airbnb. No ano passado, o Hilton apresentou o Tru, que oferece mais espaço público comum para o trabalho, jogos e comodidades em tecnologia a preços mais acessíveis. A Starwood também possui Tribute Portfolio para viajantes mais jovens.
Mesmo a moda é afetada porque os consumidores se afastam de grandes logos ou vestuário de marca forte em favor de aparências mais simples e contemporâneas, muitas vezes de empresas sustentáveis como Everlane or Reformation. Alguns millenials estão mais preocupados com a cadeia de suprimentos, matérias-primas e design do que com a marca.

E essas mudanças são apenas o começo.
“Vamos ver mais e mais isso”, diz Fromm. “Estamos nos estágios iniciais do controle do consumidor do ciclo de compra”.

 
Artigo escrito por Adrianne Pasquarelli para o AdAge. Artigo original aqui.[:en]Bad news for all you out there who spend your careers building brands: New research shows that more than half of millennials have no use for them. But there’s hope for you yet if you understand what makes this generation tick and how to reach them.
Jonathan Wu only buys generic drugs—he would never spend money on Advil or Tylenol. He’s impressed with the less costly, store-brand version of Neutrogena’s Dry-Touch sunscreen, and he loves the frozen chicken tikka masala that you can only buy at Trader Joe’s.
“I only care about the product—who cares about the brand? I’m willing to experiment,” says Wu, 30. “I’m going to try everything out there. I’m not loyal.”
Wu, who lives with his parents while he works on his startup business building and renting tiny houses in suburban backyards, is marketers’ worst nightmare.
And now a new study shows something even more profound for marketing: Among his generation, he’s in the majority.
While it is perhaps a fool’s errand to paint an entire generation with the same brush, just over half of millennials, 51%, have no real preference between private-label and national brands, according to the study by Cadent Consulting Group, a four-year-old firm based in Wilton, Conn. Such apathy is in stark contrast to millennials’ baby boom parents, a brand-loyal group who were raised with fewer choices, different advertising channels and only one real media screen. Gen Xers’ media environment wasn’t much different, save for the arrival of cable TV.

HOW DO MILLENNIALS SEE YOUR BRANDS?

“Millennials didn’t grow up with the same advertising, the same exposure, the same big three TV networks,” says Don Stuart, a managing partner at Cadent. Indeed, “It’s a completely different consumption of media driving a different consumption of products,” says Karen Strauss, Stuart’s colleague and a principal at Cadent.
The shift is opening the door to new entrants, like Aldi and Lidl, grocers from overseas that emphasize their own private labels. There’s also Brandless, a month-old startup aiming to revolutionize the industry of everyday essentials by selling unbranded goods for $3 each. While the Cadent study focused on food and consumer packaged goods, millennials’ lack of preference for national brands is also evident in categories including travel, insurance and fashion, according to experts.
To win over Jonathan Wu and people like him, established brands are being forced to rethink the fundamentals of traditional marketing. Hammering away at the benefits of “cleaner, whiter and brighter” in mass media does not resonate with a demographic swayed by intangibles such as community and sustainability, and who are influenced by peers, review sites and outlets like BuzzFeed.
“Understand that millennials are the ultimate day traders, and that’s what’s driving changes in food, restaurants, travel, insurance,” says Jeff Fromm, co-author of the book “Marketing to Millennials” and a partner at ad agency Barkley. “They’re trading up and down and brands don’t matter. If your brand isn’t unique, you run the risk of being traded out for private-label or a low-cost alternative.”

BLAME GAME

Historic brands angry at taking a back seat can blame 2008’s recession. When the millennial market came of age, the economy was in shambles and consumers, recently out of college, struggled with student debt. They were lured in by new, purpose-driven brands, like Warby Parker or Casper, which promised lower prices as well as a charitable mission at odds with their seemingly money-grubbing, more recognizable competitors. Those attributes are proving tough for national brands to convincingly adopt.

“The recession was definitely a trigger for this,” says Madeleine Kronovet, a senior strategist at RedPeak who runs the company’s youth practice. “It was a reconfiguration [for millennials] of how much of my hard-earned dollars have to go to large corporations and brands, and how much can I get of what I need to get for a lower price point.”
These days, shoppers are driven by life-hacking—using a mixture of reviews, social media sources and store-to-store pricing to wring the most value from a product. While millennials are willing to spend on one must-have, they’re more apt to buy generic for everything else. Wu says he outsources his testing to the internet, for example. “I don’t understand why I would ever blindly pick up a brand without opening my browser and spending 10 seconds to find out if a product is good enough,” he says.

In addition, experts say purchases are more benefit-driven than brand-driven. Whether a marketer offers delivery, for example, could influence a purchase. Millennials are also much more willing than previous generations to experiment with new brands, as evidenced by the growing popularity of direct-to-consumer ecommerce offerings. And they’re eager to customize their own experiences. That includes the way they’re replacing radio and TV schedules with Netflix binges and Spotify playlists, but it doesn’t end there. They thrive on options—the more, the merrier.
“They grew up with abundant information and abundant access to that information,” says Fromm. “Baby boomers grew up in a world where there were not private-label choices. They’re less comfortable crowd-sourcing information from a variety of sources.”

A WATERFALL OF CHOICE

Those private-label choices have gotten more plentiful and better-looking, besides. As consumers change their buying habits, some retailers, recognizing the potential, are focusing more on their in-house brands. Target is in the process of rolling out a dozen of its own brands, ranging from home decor to womenswear. Dick’s Sporting Goods is also investing more in a private-label strategy. Much of the time, consumers can’t tell the difference between a store brand and a national player. Some retailers, like Target, have worked hard to make them indistinguishable by investing in better packaging, using clean designs and modern fonts and colors.
“Some of the more generic brands have upped their branding and design game,” says Kronovet. “When they’re appearing next to a Tylenol on a shelf, you’re no longer really believing that the Tylenol brand is offering more than Target’s Up & Up brand. You turn the label over and see it’s the same ingredients.”

Indeed, last year, private-label brands at retailers including Walmart and Target grew at four times the rate of national brands in the mass merchandisers category, according to the latest Private Label Yearbook, an annual report from the New York-based Private Label Manufacturers Association. The report, which uses data from Nielsen, said private-label sales in the mass-market category totaled $2.2 billion in 2016, a 4.6% increase over 2015. That compares with a 1.1% year-over-year increase for national brands. One big marketer, Dean Foods, which sells dairy brands like Land O Lakes and TruMoo, reported disappointing second-quarter earnings earlier this month. Dean executives said its brands have been weaker than its private-label products.
“Store brands are driving 20% of total consumer goods spending and contributing more than a quarter of overall growth,” says Jordan Rost, VP, consumer insights at Nielsen. “They’re taking share away, in some cases, from the national brands with which they’re competing. That growth has been consistent in recent years,” he adds.

PRIVATE GOES MAINSTREAM

Whole Foods has certainly noticed the trend. The chain, which recently agreed to be acquired by Amazon for $13.7 billion, reported in its 2016 annual report that private-label brands, led by its 365 Everyday Value label, selling everything from peanut-butter-filled pretzels to salted caramel ice cream pops, accounted for about 15% of total retail sales that year, up from 8% a decade earlier. Amazon is also quietly growing its own AmazonBasics label, selling items like batteries, paper shredders and wee-wee pads to brand-agnostic buyers.

European grocers sense the opportunity too. German chain Aldi, where 90% of the products on its shelves are its own private label, has expanded its U.S. presence from one store four decades ago to 1,700 now. It recently announced plans to accelerate its U.S. growth to reach 2,500 stores by 2022. The company is investing $1.6 billion in remodeling its current fleet, a spokeswoman adds, noting that Aldi communicates with shoppers through modern channels including Twitter, Instagram and Facebook.
Lidl, another German supermarket chain, opened its first U.S. grocery store in June and plans to debut up to 100 along the East Coast by next spring. A spokesman for the company, which also counts 90% of its own brands in its assortment, noted that Lidl is “laser-focused” on delivering higher quality and lower prices.

LOSING TRUST IN BRANDS OF YORE

One of the most recent newcomers is a product of Silicon Valley. Brandless, which was conceived three years ago by entrepreneurs Tina Sharkey (she co-founded iVillage) and Ido Leffler (he co-founded school supplies company Yoobi), promises better products for less money. With items such as organic arrabbiata pasta sauce and eucalyptus and lavender hand soap each costing only $3, the ecommerce company has already caught on. Just four days after its July 11 launch, the San Francisco-based outfit was filling orders in 48 states, says Sharkey, the CEO.
“We’ve lost trust in so many brands out there,” she says, noting that some millennials also said they’re rejecting government institutions. “We decided to redefine what it meant to be a brand—it’s not about the false narrative of Madison Avenue and ‘Mad Men,’ these fictitious back stories. In Selfie Nation, the brand narrative is the story you want to tell.” The venture-capital-funded company is increasing its 200-deep product stable on a daily basis with new items.

WHAT ARE YOU GOING TO DO ABOUT THAT?

Brandless appeals to shoppers such as Blake Glover, a 36-year-old fashion stylist who learned about it in a BuzzFeed article. Enthralled by the low price of its virgin coconut oil, the Brooklyn resident placed an order early on to try oil pulling, a new health trend that involves swishing the oil in your mouth to try to remove bodily toxins. He gave both the product, and the pulling, a thumbs up. “I can have all the same things but spend a fraction of the cost,” Glover says. “It can be all glitz and glamour but at the end of the day, I just want something that works.”
 

NO INDUSTRY IS IMMUNE

Beyond packaged goods, the millennial mindset is affecting other industries as well. Younger drivers, many of whom live in urban areas and often don’t use cars, are rejecting big-name auto insurers in favor of more value-driven alternatives. Metromile, for example, is winning millennials with an app that helps drivers troubleshoot issues like a check-engine light and, perhaps more important, the ability to pay by the mile instead of by month.
“Certainly the product was born on the backs of millennials in urban areas,” says James Moorhead, chief operating officer at Metromile, which has grown to 200 employees over its seven years and now operates in seven states.

While the majority of customers are millennials, older drivers are starting to follow in their footsteps (or tire tracks), according to Moorhead. After advertising only in digital media for years, the company began rolling out TV ads earlier this year and is seeing traction with boomers, he says.
Travel, too, is getting an overhaul as hotel marketers try to adapt to the sharing economy and the growing threat of Airbnb. Last year, Hilton introduced Tru, which offers more communal public space for work, and games and tech-savvy amenities at more affordable prices. Starwood has Tribute Portfolio for younger travelers.
Even fashion is affected as consumers turn away from big logos or heavily branded apparel in favor of more simple, contemporary looks, often from sustainable companies like Everlane or Reformation. Some millennials are more impressed with supply chain, raw materials and design than any established names.
And these changes are only the beginning.
“We’re going to see more and more of this,” says Fromm. “We’re in the early stages of consumer control of the purchase cycle.”[:es]Malas noticias para todos ustedes por ahí que pasan sus carreras de construcción de marcas: Nueva investigación muestra que más de la mitad de los milenios no tienen ningún uso para ellos. Pero hay esperanza para ti, sin embargo, si entiendes lo que hace que esta generación marque y cómo alcanzarlos.
Jonathan Wu sólo compra medicamentos genéricos, nunca gastaría dinero en Advil o Tylenol. Está impresionado con la versión menos costosa de la marca Neutrogena Dry-Touch sunscreen, y le encanta el pollo congelado tikka masala que solo puedes comprar en Trader Joe’s.
“Sólo me interesa el producto, ¿quién se preocupa por la marca ?, estoy dispuesto a experimentar”, dice Wu, de 30 años. “Voy a probarlo todo, no soy leal”.
Wu, que vive con sus padres mientras trabaja en la construcción de su negocio de arranque y alquila casas diminutas en los patios de los suburbios, es la peor pesadilla de los mercadólogos.
Y ahora un nuevo estudio muestra algo aún más profundo para la comercialización: Entre su generación, está en la mayoría.
Si bien es quizás un trabajo de tonto pintar a toda una generación con el mismo pincel, un poco más de la mitad de los millennials, el 51%, no tienen ninguna preferencia real entre la marca privada y las marcas nacionales, según el estudio de Cadent Consulting Group, Esta apatía está en marcado contraste con los padres del baby boom de los milenios, un grupo leal de la marca que se crió con menos opciones, diferentes canales de publicidad y sólo una pantalla real de los medios de comunicación. El entorno mediático de Gen Xers no era muy diferente, salvo la llegada de la televisión por cable.
¿CÓMO MILLENNALES VEA TUS MARCAS?
“Millennials no creció con la misma publicidad, la misma exposición, las mismas tres grandes redes de televisión”, dice Don Stuart, socio gerente de Cadent. De hecho, “Es un consumo completamente diferente de los medios que impulsan un consumo diferente de productos”, dice Karen Strauss, colega de Stuart y directora de Cadent.
El cambio está abriendo la puerta a nuevos entrantes, como Aldi y Lidl, comerciantes de ultramar que hacen hincapié en sus propias marcas privadas. También hay Brandless, una puesta en marcha de un mes con el objetivo de revolucionar la industria de lo esencial diario mediante la venta de productos sin marca por 3 dólares cada uno. Mientras que el estudio de Cadent se centró en alimentos y bienes de consumo envasados, la falta de preferencia de los milenios por las marcas nacionales también es evidente en categorías como viajes, seguros y moda, según los expertos.
Para ganar a Jonathan Wu y gente como él, las marcas establecidas se ven obligadas a repensar los fundamentos del marketing tradicional. Martillando los beneficios de “más limpio, más blanco y más brillante” en los medios de comunicación no resuena con un demográfico influenciado por intangibles como la comunidad y la sostenibilidad, y que están influenciados por los compañeros, sitios de revisión y puntos de venta como BuzzFeed.
“Comprenden que los millennials son los comerciantes finales del día, y ése es qué está conduciendo cambios en alimento, restaurantes, recorrido, seguro,” dice a Jeff Fromm, co-autor del libro “comercialización a Millennials” ya un socio en la agencia Barkley del anuncio. “Están negociando hacia arriba y hacia abajo y las marcas no importan.Si su marca no es única, corre el riesgo de ser comercializado para la etiqueta privada o una alternativa de bajo costo.”
JUEGO DE LA CULPA
Las marcas históricas enojadas al tomar un asiento trasero pueden culpar a la recesión del 2008. Cuando el mercado milenario llegó a la mayoría de edad, la economía estaba en ruinas y los consumidores, recientemente fuera de la universidad, lucharon con la deuda estudiantil. Fueron atraídos por nuevas marcas, como Warby Parker o Casper, que prometieron precios más bajos, así como una misión caritativa en desacuerdo con sus aparentemente competidores más reconocibles. Esos atributos están resultando difíciles para las marcas nacionales a adoptar de manera convincente.

“La recesión fue definitivamente un desencadenante para esto”, dice Madeleine Kronovet, estratega senior de RedPeak que dirige la práctica juvenil de la compañía. “Fue una reconfiguración [de los milenios] de cuánto de mis dólares duramente ganados tienen que ir a grandes corporaciones y marcas, y cuánto puedo obtener de lo que necesito conseguir por un precio más bajo”.
En estos días, los compradores son conducidos por la vida de hacking-utilizando una mezcla de comentarios, fuentes de medios sociales y de tienda a tienda de precios para sacar el máximo valor de un producto. Si bien los millennials están dispuestos a gastar en un deber-tener, son más propensos a comprar genéricos para todo lo demás. Wu dice que subcontrata sus pruebas a Internet, por ejemplo. “No entiendo por qué ciegamente recoger una marca sin abrir mi navegador y pasar 10 segundos para averiguar si un producto es lo suficientemente bueno”, dice.

Además, los servicios que ofrecen son más orientados para los beneficios de la marca. Un comerciante puede entregar por ejemplo, puede influir en la compra. Millennials también son mucho más que las cosas como las gerações anteriores a experimentar las marcas, como evidenciado por la acumulación de las ofertas de comercio electrónico para el consumidor. Ellos están ansiosos para personalizar sus experiencias. Esto incluye una forma como son sustitutos de radio y televisión con Netflix y Spotify, pero esto no termina. Ellos prosperan en las opciones – más, más saudáveis.
“Eles cresceram com mucha información y acceso abundante a toda información”, diz Fromm. “Los baby boomers cresceram en un mundo donde no hay escogidos de rótulo, por lo menos cómodos con las informaciones de los mismos”.
UNA CASCADA DE OPCIÓN
Esas opciones de etiqueta privada se han vuelto más abundantes y de mejor apariencia, además. A medida que los consumidores cambian sus hábitos de compra, algunos minoristas, reconociendo el potencial, se están centrando más en sus marcas internas. Target está en el proceso de desplegar una docena de sus propias marcas, que van desde la decoración del hogar a la moda femenina. Dick’s Sporting Goods también está invirtiendo más en una estrategia de marca privada. Gran parte del tiempo, los consumidores no pueden diferenciar entre una marca de tienda y un jugador nacional. Algunos minoristas, como Target, han trabajado duro para hacerlos indistinguibles invirtiendo en un mejor empaquetado, usando diseños limpios y fuentes y colores modernos.
“Algunas de las marcas más genéricas han aumentado su juego de marca y diseño”, dice Kronovet. “Cuando aparecen junto a un Tylenol en una estantería, ya no estás creyendo que la marca Tylenol esté ofreciendo más que la marca Up & Up de Target. Vuelve la etiqueta y ve que son los mismos ingredientes”.

De hecho, el año pasado, las marcas de distribuidor en Walmart y Target crecieron a cuatro veces la tasa de marcas nacionales en la categoría de comerciantes de masas, según el último Private Label Yearbook, un informe anual de los Fabricantes de Marcas Privadas de Nueva York Asociación. El informe, que utiliza datos de Nielsen, dijo que las ventas de marcas privadas en la categoría de mercado de masas totalizaron $ 2.2 mil millones en 2016, un 4,6% más que en 2015. Esto se compara con un aumento de 1.1% año a año para las marcas nacionales. Un gran vendedor, Dean Foods, que vende marcas lácteas como Land O Lakes y TruMoo, reportó decepcionantes ganancias del segundo trimestre a principios de este mes. Los ejecutivos de Dean dijeron que sus marcas han sido más débiles que sus productos de marca privada.
“Las marcas de tiendas están impulsando el 20% del gasto total de bienes de consumo y contribuyen con más de un cuarto del crecimiento total”, dice Jordan Rost, vicepresidente de información sobre el consumidor de Nielsen. “En algunos casos, están tomando parte de las marcas nacionales con las que compiten, ese crecimiento ha sido consistente en los últimos años”, añade.
PRIVATE GOES MAINSTREAM
Whole Foods ciertamente ha notado la tendencia. La cadena, que recientemente accedió a ser adquirida por Amazon por 13.700 millones de dólares, informó en su informe anual de 2016 que las marcas de distribuidoras privadas, lideradas por su etiqueta 365 Everyday Value, vendían todo, desde pretzels rellenos de mantequilla de maní hasta helados salados de caramelo , representaron alrededor del 15% de las ventas minoristas totales ese año, frente al 8% de la década anterior. Amazon también está creciendo en silencio su propia etiqueta de AmazonBasics, vendiendo artículos como baterías, trituradoras de papel y cojines wee-wee a los compradores agnósticos de marca.

Los tenderos europeos sienten la oportunidad también. La cadena alemana Aldi, donde el 90% de los productos en sus estantes son su propia marca privada, ha ampliado su presencia de Estados Unidos de una tienda hace cuatro décadas a 1.700 ahora. La compañía está invirtiendo 1.600 millones de dólares en la remodelación de su flota actual, agregó una portavoz, señalando que Aldi se comunica con los compradores a través de canales modernos como Twitter, Instagram y Facebook.
Lidl, otra cadena alemana de supermercados, abrió su primera tienda de comestibles en los Estados Unidos en junio y planea debutar hasta 100 en la costa este para la próxima primavera. Un portavoz de la empresa, que también cuenta con el 90% de sus propias marcas en su surtido, señaló que Lidl está “centrado en láser” en la entrega de mayor calidad y precios más bajos.
PERDIDA DE CONFIANZA EN LAS MARCAS DE YORE
Uno de los recién llegados más recientes es un producto de Silicon Valley. Brandless, que fue concebida hace tres años por los empresarios Tina Sharkey (ella co-fundó iVillage) e Ido Leffler (co-fundó la empresa de suministros escolares Yoobi), promete mejores productos por menos dinero. Con elementos como la salsa de pasta orgánica arrabbiata y jabón de mano de eucalipto y lavanda cada uno cuesta sólo $ 3, la compañía de comercio electrónico ya ha capturado. Apenas cuatro días después de su lanzamiento el 11 de julio, el equipo con sede en San Francisco estaba llenando pedidos en 48 estados, dice Sharkey, el CEO.
“Hemos perdido la confianza en tantas marcas por ahí”, dice, señalando que algunos millennials también dijeron que están rechazando instituciones gubernamentales. “Decidimos redefinir lo que significaba ser una marca: no se trata de la falsa narrativa de Madison Avenue y de” Mad Men “, estas historias ficticias de trasero. En Selfie Nation, la narrativa de la marca es la historia que quieres contar. La empresa con capital de riesgo está aumentando diariamente su producto de 200 pies de profundidad con nuevos artículos.

¿Qué vas a hacer al respecto?
Brandless apela a compradores como Blake Glover, un estilista de 36 años que se enteró de ello en un artículo BuzzFeed. Encantada por el bajo precio de su aceite de coco virgen, el residente de Brooklyn hizo una orden temprano para tratar de tirar del petróleo, una nueva tendencia de la salud que implica batir el aceite en la boca para tratar de eliminar las toxinas corporales. Él dio tanto el producto, y el tirón, un pulgar hacia arriba. “Puedo tener todas las mismas cosas pero gastar una fracción del costo”, dice Glover. “Puede ser todo glamour y glamour, pero al final del día, sólo quiero algo que funcione”.
NINGUNA INDUSTRIA ES INMUNIZA
Más allá de los bienes envasados, la mentalidad milenaria afecta también a otras industrias. Los conductores más jóvenes, muchos de los cuales viven en áreas urbanas ya menudo no usan automóviles, están rechazando a los grandes aseguradores de autos a favor de alternativas más valiosas. Metromile, por ejemplo, está ganando millennials con una aplicación que ayuda a los conductores a solucionar problemas como un motor de control de luz y, quizás más importante, la capacidad de pagar por la milla en lugar de por mes.
“Ciertamente el producto nació a espaldas de los milenios en las zonas urbanas”, dice James Moorhead, director de operaciones de Metromile, que ha crecido a 200 empleados en sus siete años y ahora opera en siete estados.

Mientras que la mayoría de los clientes son millennials, los conductores más viejos están comenzando a seguir en sus pasos (o pistas del neumático), según Moorhead. Después de anunciar sólo en medios digitales durante años, la compañía comenzó a desplegar anuncios de televisión a principios de este año y está viendo la tracción con los boomers, dice.
Viajes, también, está recibiendo una revisión ya que los comerciantes del hotel tratan de adaptarse a la economía compartida y la creciente amenaza de Airbnb. El año pasado, Hilton introdujo Tru, que ofrece más espacio público comunitario para el trabajo, y juegos y servicios de tecnología avanzada a precios más asequibles. Starwood tiene Tribute Portfolio para viajeros más jóvenes.
Incluso la moda se ve afectada a medida que los consumidores se alejan de los grandes logotipos o ropa de marca fuerte a favor de una apariencia más simple y contemporánea, a menudo de empresas sostenibles como Everlane o Reforma. Algunos millennials están más impresionados con la cadena de suministro, materias primas y diseño que cualquier nombre establecido.
Y estos cambios son sólo el comienzo.
“Vamos a ver más y más de esto”, dice Fromm. “Estamos en las primeras etapas del control de los consumidores sobre el ciclo de compra”.[:]

[:pt]Branded content gera recall até cinco vezes maior[:en]Branded content generates up to five-fold recall[:es]El contenido de marca genera un recordatorio hasta cinco veces mayor[:]

[:pt]A importância crescente do setor de branded content tem muito a ver com o maior controle dos consumidores sobre o que deseja ou não ver em sua jornada diária. Dessa forma, a publicidade tradicional aparenta perder o apelo que costumava ter.
Em uma pesquisa recente produzida por IPG Media Lab e Syracuse University para a Forbes, 43% das pessoas se disseram favoráveis aos anunciantes quando impactadas por branded content, em contrapartida a 36% da amostra que mencionou publicidade digital de modo geral. Também 43% lembraram-se espontaneamente de campanhas de conteúdo de marca, sendo que ninguém citou anunciantes específicos na pergunta geral (veja mais dados nos gráficos abaixo).

 

 

Daniel Gasparetti, head de estratégia da Mutato, diz que a criação de áreas de conteúdo de marca dentro dos veículos é positiva. Porém, aponta que “precisam ser estruturadas de forma mais híbrida, ou seja, um time que, além de jornalistas, tenha quem entende o universo da marca”. Por outro lado, as agências necessitam um pouco mais de mentalidade jornalística. “Cada vez menos a publicidade tradicional funciona e cada vez mais queremos conteúdo em vez de propaganda.” Para Martha Terenzzo, professora de multibranded entertainment da ESPM, as agências precisam se reinventar para acompanhar a tendência. “Uma criança de três anos, hoje, sabe mexer no smartphone e dar um skip sempre que é interrompida por uma publicidade. Ela ainda não sabe ler e faz isso intuitivamente”, diz. “Estamos diante de uma nova era de consumo e comunicação e as agências podem estar sofrendo nesse aspecto”.
Matéria original do M&M.[:en]The growing importance of the branded content industry has a lot to do with greater consumer control over what you want or do not see on your daily journey. In this way, traditional advertising seems to lose the appeal it used to have.
In a recent survey by IPG Media Lab and Syracuse University for Forbes, 43% of respondents said they favored advertisers when impacted by branded content, in contrast to 36% of the sample who mentioned digital advertising overall. Also 43% spontaneously recalled branded content campaigns, and no one cited specific advertisers in the overall question (see more data in the charts below).

Daniel Gasparetti, head of strategy at Mutato, says creating branded content areas within vehicles is positive. However, it points out that “they need to be structured in a more hybrid way, that is, a team that, besides journalists, has someone who understands the universe of the brand”. On the other hand, the agencies need a little more journalistic mentality. “Less and less traditional advertising works and more and more we want content instead of advertising.” For Martha Terenzzo, ESPM’s multibranded entertainment professor, agencies need to reinvent themselves to keep up with the trend. “A three-year-old toddler knows how to tinker with a smartphone and skip whenever it’s interrupted by advertising. She still can not read and does it intuitively, “she says. “We are facing a new era of consumption and communication and agencies may be suffering in this regard.”
M&M‘s original story.[:es]La creciente importancia de la industria de contenido de marca tiene mucho que ver con un mayor control del consumidor sobre lo que quiere o no ve en su viaje diario. De esta manera, la publicidad tradicional parece perder el atractivo que solía tener.
En una encuesta reciente de IPG Media Lab y Syracuse University para Forbes, el 43% de los encuestados dijo que favorecían a los anunciantes cuando se veían afectados por el contenido de marca, en contraste con el 36% de la muestra que mencionó la publicidad digital en general. También el 43% recordó espontáneamente campañas de contenido de marca y nadie citó a anunciantes específicos en la pregunta general (ver más datos en las tablas siguientes).

Daniel Gasparetti, jefe de estrategia de Mutato, dice que la creación de áreas de contenido de marca dentro de los vehículos es positiva. Sin embargo, señala que “necesitan ser estructurados de una manera más híbrida, es decir, un equipo que, además de los periodistas, tenga alguien que entienda el universo de la marca”. Por otro lado, las agencias necesitan un poco más de mentalidad periodística. “Menos y menos trabajos de publicidad tradicionales y más y más queremos contenido en lugar de publicidad”. Para Martha Terenzzo, profesora de espectáculos multimarca de ESPM, las agencias necesitan reinventarse para mantenerse al día con la tendencia. “Una niña de tres años de edad sabe cómo jugar con un smartphone y saltar cuando es interrumpido por la publicidad. Ella todavía no puede leer y lo hace intuitivamente”, dice. “Estamos ante una nueva era de consumo y comunicación y las agencias pueden estar sufriendo en este sentido”.
Original de M&M[:]

[:pt]Personalize a Black Friday com Inteligência Artificial[:en]Personalize Black Friday with AI[:es]Personaliza el Viernes Negro con Inteligencia Artificial[:]

[:pt]Ao importar a Black Friday, o e-commerce brasileiro se beneficiou do frenesi do evento e desbloqueou um novo volume de vendas na data internacional dos descontos. O que nem todos descobriram é o enorme potencial da personalização aplicada à experiência de compra, agregando credibilidade à loja e lealdade junto aos consumidores.
Mas como personalizar todos os e-mails e notificações push que serão enviados nos dias ou semanas que antecedem a Black Friday? Parece uma tarefa impossível para quem tem uma base de milhões de clientes. Pois é aí que chega a inteligência artificial montada em seu cavalo branco.

Inteligência que contextualiza

Os varejistas que implementaram tecnologia de marketing baseada em inteligência artificial já terão vantagem na largada, pois conhecem mais profundamente seus clientes e como chegar até eles: suas estratégias de marketing produziram resultados que são difíceis de ignorar – aumentos marcados nas receitas, CTRs, conversões e engajamento geral. A Forrester realizou uma pesquisa entre 717 líderes empresariais e decisores sobre o quão preparado o mercado está para a inteligência artificial.
Conforte demonstrado no estudo, estamos no meio de uma mudança de marketing onde 42% das empresas já estão pilotando (8%), implementando (14%) ou expandindo (20%) tecnologia de marketing com capacidades de IA. O estudo mostra que 78% das organizações pesquisadas prevêem que seus gastos com as tecnologias de marketing da IA aumentará nos próximos 12 meses em 5% ou mais. Além disso, três a cada cinco empresas pesquisadas planejam implementar AI nos próximos 6 a 12 meses.
Estas marcas americanas estão correndo para beneficiar-se da onda das análises avançadas e recomendações inteligentes que a inteligência artificial oferece. Além de possibilitar que o profissional de marketing se concentre na estratégia de geração de valor enquanto a executa as tarefas mais dispendiosas automaticamente, a inteligência artificial permite uma visão contextualizada do cliente, reconhecendo padrões de comportamento de compra em um novo nível.
A descoberta mais impressionante que a pesquisa mostra é que a maioria das empresas de marketing concorda ou concorda fortemente que a IA reinventará o setor varejista (88%) e mudará drasticamente o que suas empresas fazem (81%). 79% dos entrevistados acreditam que a IA irá mudar o papel do marketing para um trabalho mais estratégico, como segmentação de público, inovação de produtos e incentivos.

Visão 360

Utilizando em média 4 dispositivos conectados para interagir com a marca, o consumidor espera uma experiência omnichannel que permita começar sua jornada de compra em um site, mudar para um aplicativo e terminar comprando na loja física. Ao alavancar sua estratégia com inteligência artificial, as empresas podem atender a essa demanda e criar experiências eficientes e consistentes nesta Black Friday, ao mesmo tempo que automatizam tarefas demoradas para que os profissionais possam dar a devida atenção ao que realmente importa: estratégias de relacionamento.
Já estamos mais do que familiarizados com a realidade do investimento: a aquisição chega a custar cinco vezes mais do que a retenção de clientes existentes e a probabilidade de venda a um cliente existente é de 60% a 70%, enquanto a venda a um novo cliente é de apenas 5% -20%. Se uma empresa pode aumentar sua taxa de retenção durante um período de tráfego intenso como a Black Friday em apenas 5%, os lucros podem variar de 25% a 95%. A oportunidade é valiosa demais para desperdiçar fazendo mais do mesmo.

Black Friday sob medida

Mas o que a adoção de inteligência artificial tem a ver com uma Black Friday mais personalizada e bem sucedida? Muito mais do que você imagina. As possibilidades estratégicas são infinitas, começando por possibilitar uma experiência personalizada e consistente em todos os canais. Ao entender melhor o comportamento de compra do cliente através da ciência dos dados, é possível criar interações mais eficazes e altamente personalizadas desde os dias que antecedem a Black Friday até o fim do período.
Interações mais precisas melhoram as taxas de abertura e cliques, reduzem custos, geram maior ROI e possibilitam alto desempenho. Em outras palavras, a personalização é fundamental para impulsionar o crescimento da receita na Black Friday.
Agora imagine que você comprou o novo iPhone em uma loja física e dias depois recebeu uma oferta por email do mesmo produto 30% mais barato. Certamente você ficaria extremamente frustrado, sentindo que pagou mais caro à toa. Uma marca que conhece seus clientes on e offline, cruzando e integrando dados para uma visão holística do comportamento de consumo, no mínimo não enviaria uma oferta de algo que acabou de ser comprado e evitaria ser associada com este tipo de decepção. Melhor ainda, anteciparia o interesse do cliente por smartphones Apple e avisaria com antecedência para que ele se preparasse para comprar na Black Friday.
Vale lembrar que as consultas sobre reputação de lojas no Reclame Aqui aumentaram 26% na Black Friday do último ano. Experiências frustrantes custam caro por seu impacto na percepção terceiros, que deixam de comprar no seu e-commerce sem nem tentar entrar na landing page.

De anônimo a cliente

A personalização é um recurso extremamente valioso por permitir que a marca interaja com os indivíduos de maneira relevante e baseada em dados. Não é à toa que 73% dos consumidores preferem comprar de marcas que personalizam a experiência de compra. Os canais de aquisição tradicionais, aproveitando experiências individualizadas para cada visitante único, serão a chave para o sucesso do Cyber Weekend.
No entanto, muitos desses visitantes serão novatos em seu site, atraídos por anúncios ou indicações de amigos. E se o visitante não está logado no site, como criar experiências únicas? Na verdade, você provavelmente conhece um pouco mais sobre os visitantes “desconhecidos” do que imagina. Com as Rockin’ Tags, é possível capturar dados de busca, navegação, produto no carrinho e venda para utilizar em campanhas de comunicação direta por múltiplos canais.

O que os dados têm a dizer

Durante a Black Friday 2016, as vendas on-line superaram as previsões de U$ 3,04B, com um aumento de 21,6% em relação ao ano anterior. O número de compras de pessoas aumentou com mais de 151 milhões de pessoas procurando as melhores ofertas e cerca de 50 milhões de pessoas compraram nos dois canais, demonstrando ainda que a Internet não está necessariamente competindo com as lojas físicas.
E a Black Friday brasileira não ficou para trás, crescendo 17% (10% a mais que o próprio varejo online brasileiro) de acordo com a eBit. Foram mais de 2 bilhões de reais gastos dentro de um período de 24 horas somente no e-commerce. Imagine se o mercado nacional tivesse abraçado em peso a inteligência artificial como ferramente de personalização e catalizador de relacionamento? O potencial para aumento da receita do período, através de campanhas mais eficientes e relevantes, seria imenso.
Não há dúvida de que o futuro será marcado pelo casamento entre inteligência artificial (a tecnologia habilitadora) com dados proprietários (o combustível que alimenta a IA) para alcançar a personalização individualizada através de soluções de marketing contextualizadoras. Compreendendo o comportamento de compra cliente, você estará mais perto de entregar ofertas relevantes e gerar interações muito mais precisas para reduzir custos na Black Friday e gerar um ROI ainda maior.
E aí, sua marca está pronta para usar personalização na estratégia desta Black Friday?[:en]

Customize Black Friday with Artificial Intelligence

When importing Black Friday, Brazilian e-commerce benefited from the frenzy of the event and unlocked a new sales volume on the international discount date. What not everyone has discovered is the enormous potential of customization applied to the shopping experience, adding store credibility and loyalty to consumers.
But how do you customize all the email and push notifications that will be sent in the days or weeks leading up to Black Friday? It seems an impossible task for anyone who has a base of millions of customers. For that is where artificial intelligence comes on its white horse.

Contextualizing intelligence

Retailers who have implemented Artificial Intelligence-based marketing technology will already have an advantage at the start because they know their customers more deeply and how to reach them: their marketing strategies have produced results that are difficult to ignore – marked increases in revenue, CTRs, conversions, and engagement. Forrester conducted a survey of 717 business leaders and policy makers on how prepared the market is for Artificial Intelligence.
As demonstrated in the study, we are in the midst of a marketing change where 42% of companies are already piloting (8%), implementing (14%) or expanding (20%) marketing technology with AI capabilities. The study shows that 78% of organizations surveyed predict that their spending on AI marketing technologies will increase in the next 12 months by 5% or more. In addition, three in five companies surveyed plan to implement AI in the next 6 to 12 months.
These American brands are rushing to benefit from the wave of advanced analyzes and intelligent recommendations that artificial intelligence offers. In addition to allowing the marketer to focus on the value-creation strategy while performing the most costly tasks automatically, artificial intelligence allows a contextualized view of the customer, recognizing purchasing behavior patterns on a new level.
The most striking finding the survey shows is that most marketers strongly agree or strongly agree that AI will reinvent the retail sector (88%) and will dramatically change what their companies do (81%). 79% of respondents believe AI will shift the role of marketing to more strategic work such as audience segmentation, product innovation, and incentives.

360 Vision

Using an average of 4 connected devices to interact with the brand, consumers expect an omnichannel experience that allows them to start their shopping journey on a website, switch to an application, and end up shopping in the physical store. By leveraging artificial intelligence technology, companies can meet this demand and create efficient, consistent experiences on this Black Friday, while automating time-consuming tasks so professionals can pay attention to what really matters: relationship strategies.
We are already more than familiar with the reality of the investment: the acquisition costs up to five times more than the retention of existing customers and the probability of selling to an existing customer is 60% to 70%, while the sale to a new customer is only 5% -20%. If a company can increase its retention rate during a period of heavy traffic like Black Friday by only 5%, profits can range from 25% to 95%. The opportunity is too valuable to waste doing more of the same.

Tailored Black Friday

But what does the adoption of artificial intelligence have to do with a more personalized and successful Black Friday? Much more than you realize. The strategic possibilities are endless, starting with enabling a personalized and consistent experience across all channels. By better understanding customer buying behavior through data science, it is possible to create more effective and highly personalized interactions from the days leading up to Black Friday to the end of the period.
More accurate interactions improve your open and click rates, reduce costs, generate higher ROI and enable high performance. In other words, personalization is key to driving revenue growth on Black Friday.
Now imagine that you bought the new iPhone in a physical store and days later received an email offer of the same 30% cheaper product. Surely you would be extremely frustrated, feeling that you paid dearly for nothing. A brand that knows its customers on and offline, crossing and integrating data into a holistic view of consumer behavior, at the very least would not send an offer of something just bought and avoid being associated with this kind of deception. Better yet, he would anticipate customer interest in Apple smartphones and warn him in advance to get ready to buy on Black Friday.
It is worth remembering that inquiries about store reputation in the Reclame Here have increased 26% on Black Friday last year. Frustrating experiences cost dearly for their impact on third-party perceptions, which stop buying in your e-commerce without even trying to enter the landing page.

From anonymous to client

Personalization is an extremely valuable resource for enabling the brand to interact with individuals in a relevant and data-driven manner. It is no wonder that 73% of consumers prefer to buy brands that personalize the shopping experience. Traditional acquisition channels, leveraging individualized experiences for each unique visitor, will be the key to Cyber Weekend’s success.
However, many of these visitors will be newbies on your site, attracted by ads or referrals from friends. What if the visitor is not logged into the site, how to create unique experiences? In fact, you probably know a little more about “unfamiliar” visitors than you think. With Pmweb Rockin’ Tags, you can capture search, browse, cart, and sale data for use in multi-channel direct communication campaigns.

What the data has to say

During Black Friday 2016, online sales exceeded forecasts of $ 3.04B, an increase of 21.6% over the previous year. The number of people buying has increased with more than 151 million people looking for the best deals and about 50 million people have bought in both channels, also showing that the Internet is not necessarily competing with physical stores.
And Brazilian Black Friday was not behind, growing 17% (10% more than the Brazilian online retail) according to eBit. It was more than 2 billion reais spent within a 24-hour period only in e-commerce. Imagine if the national market had hugely embraced artificial intelligence as a personalization tool and a relationship catalyst? The potential for increased revenue for the period through more efficient and relevant campaigns would be immense.
There is no doubt that the future will be marked by the marriage of artificial intelligence (the enabling technology) with proprietary data (the fuel that feeds the AI) to achieve individualized personalization through contextualizing marketing solutions. By understanding customer buying behavior, you’ll be closer to delivering relevant deals and generating much more accurate interactions to reduce costs on Black Friday and generate even greater ROI.
So, is your brand ready to use customization in Black Friday strategy?[:es]Al importar el Viernes Negro, el comercio electrónico brasileño se benefició del frenesí del evento y desbloqueó un nuevo volumen de ventas en la fecha de descuento internacional. Lo que no todo el mundo ha descubierto es el enorme potencial de personalización aplicado a la experiencia de compra, agregando credibilidad de la tienda y lealtad a los consumidores.
Pero, ¿cómo personalizar todas las notificaciones de correo electrónico y envío que se enviarán en los días o semanas anteriores al Viernes Negro? Parece una tarea imposible para cualquier persona que tiene una base de millones de clientes. Para eso es donde la inteligencia artificial viene en su caballo blanco.

Inteligencia que contextualiza

Los minoristas que han implementado la tecnología de marketing basados ​​en la Inteligencia Artificial ya tendrán una ventaja al comenzar porque conocen a sus clientes más profundamente y cómo llegar a ellos: sus estrategias de marketing han producido resultados que son difíciles de ignorar: aumentos marcados en ingresos, CTRs, conversiones y compromiso. Forrester llevó a cabo una encuesta de 717 líderes empresariales y políticos sobre la preparación del mercado para la Inteligencia Artificial.
Como se demostró en el estudio, estamos en medio de un cambio de mercado donde el 42% de las empresas ya están experimentando (8%), implementando (14%) o expandiendo (20%) la tecnología de marketing con capacidades de AI. El estudio muestra que el 78% de las organizaciones encuestadas predicen que su gasto en tecnología de marketing de IA aumentará en los próximos 12 meses en un 5% o más. Además, tres de cada cinco empresas encuestadas planean implementar la IA en los próximos 6 a 12 meses.
Estas marcas estadounidenses se apresuran a beneficiarse de la ola de análisis avanzados y recomendaciones inteligentes que ofrece la inteligencia artificial. Además de permitir que el comercializador se centre en la estrategia de creación de valor mientras realiza las tareas más costosas automáticamente, la inteligencia artificial permite una visión contextualizada del cliente, reconociendo patrones de comportamiento de compra en un nuevo nivel.
El hallazgo más sorprendente que muestra la encuesta es que la mayoría de los vendedores están totalmente de acuerdo o muy de acuerdo en que AI reinventará el sector minorista (88%) y cambiará drásticamente lo que hacen sus empresas (81%). El 79% de los encuestados cree que AI cambiará el papel del marketing a un trabajo más estratégico, como la segmentación de la audiencia, la innovación de productos y los incentivos.

Vision 360

Usando un promedio de 4 dispositivos conectados para interactuar con la marca, los consumidores esperan una experiencia omnichannel que les permita comenzar su viaje de compras en un sitio web, cambiar a una aplicación y terminar comprando en la tienda física. Al aprovechar la tecnología de inteligencia artificial, las empresas pueden satisfacer esta demanda y crear experiencias eficientes y consistentes en este Viernes Negro, al tiempo que automatizan las tareas que requieren mucho tiempo para que los profesionales puedan prestar atención a lo que realmente importa: estrategias de relación.
Ya estamos familiarizados con la realidad de la inversión: la adquisición cuesta hasta cinco veces más que la retención de clientes existentes y la probabilidad de vender a un cliente existente es del 60% al 70%, mientras que la venta a un nuevo cliente es sólo del 5% al ​​20%. Si una empresa puede aumentar su tasa de retención durante un período de tráfico pesado como el viernes negro por sólo el 5%, las ganancias pueden oscilar entre el 25% y el 95%. La oportunidad es demasiado valiosa para perder haciendo más de lo mismo.

El viernes negro a la medida

Pero, ¿qué tiene que ver la adopción de la inteligencia artificial con un viernes negro más personalizado y exitoso? Mucho más de lo que te das cuenta. Las posibilidades estratégicas son infinitas, comenzando por permitir una experiencia personalizada y consistente en todos los canales. Al comprender mejor el comportamiento de compra de los clientes a través de la ciencia de datos, es posible crear interacciones más eficaces y altamente personalizadas desde los días previos al Viernes Negro hasta el final del período.
Las interacciones más precisas mejoran sus tarifas abiertas y de clic, reducen costes, generan un ROI más alto y permiten un alto rendimiento. En otras palabras, la personalización es clave para impulsar el crecimiento de los ingresos el Viernes Negro.
Ahora imagine que usted compró el nuevo iPhone en una tienda física y días más tarde recibió una oferta de correo electrónico del mismo 30% más barato producto. Seguramente estarías extremadamente frustrado, sintiendo que pagaste caro por nada. Una marca que conoce a sus clientes en línea y sin conexión, cruzando e integrando datos en una visión holística del comportamiento del consumidor, por lo menos no enviaría una oferta de algo que acaba de comprar y evitará ser asociado con este tipo de engaño. Mejor aún, él anticiparía el interés de los clientes en los teléfonos inteligentes de Apple y le avisaría de antemano que estuviera listo para comprar el viernes negro.
Vale la pena recordar que las investigaciones sobre la reputación de la tienda en el Reclame aquí han aumentado un 26% el viernes negro del año pasado. Las experiencias frustrantes cuestan caro por su impacto en las percepciones de terceros, que dejan de comprar en su comercio electrónico sin siquiera intentar entrar en la página de destino.

De anónimo a cliente

La personalización es un recurso sumamente valioso para permitir a la marca interactuar con las personas de manera relevante y orientada a los datos. No es de extrañar que el 73% de los consumidores prefieren comprar marcas que personalizan la experiencia de compra. Los canales de adquisición tradicionales, aprovechando las experiencias individualizadas para cada visitante único, serán la clave del éxito de Cyber ​​Weekend.
Sin embargo, muchos de estos visitantes serán novatos en su sitio, atraídos por anuncios o referencias de amigos. ¿Qué pasa si el visitante no está conectado al sitio, cómo crear experiencias únicas? De hecho, es probable que conozcas un poco más sobre los visitantes “desconocidos” de lo que crees. Con Pmweb Rockin ‘Tags, puede capturar datos de búsqueda, navegación, carro y venta para su uso en campañas de comunicación directa multicanal.

Lo que los datos tienen a decir

Durante el Viernes Negro de 2016, las ventas en línea superaron las previsiones de $ 3.04B, un aumento de 21.6% respecto al año anterior. El número de personas comprando ha aumentado con más de 151 millones de personas que buscan las mejores ofertas y alrededor de 50 millones de personas han comprado en ambos canales, lo que demuestra también que Internet no está necesariamente compitiendo con las tiendas físicas.
Y el Viernes Negro brasileño no se quedó atrás, creciendo 17% (10% más que el minorista brasileño en línea) según eBit. Se gastaron más de 2 mil millones de reales en un período de 24 horas sólo en comercio electrónico. Imagínese si el mercado nacional había abrazado enormemente la inteligencia artificial como una herramienta de personalización y un catalizador de relación. El potencial de mayores ingresos para el período a través de campañas más eficientes y relevantes sería inmenso.
No hay duda de que el futuro estará marcado por el matrimonio de la inteligencia artificial (la tecnología habilitadora) con los datos de propiedad (el combustible que alimenta a la IA) para lograr una personalización individualizada a través de la contextualización de soluciones de marketing. Al comprender el comportamiento de compra de los clientes, estarás más cerca de ofrecer ofertas relevantes y generar interacciones mucho más precisas para reducir los costos en Black Friday y generar un ROI aún mayor.
Por lo tanto, estás listo para usar la personalización en la estrategia de Viernes Negro?[:]

[:pt]Fórum E-commerce Brasil 2017 – 40 aprendizados essenciais[:en]E-commerce Brazil Forum 2017 in 40 essential lessons[:es]E-commerce Brazil Forum 2017 en 40 lecciones esenciales[:]

[:pt]O Fórum E-commerce Brasil 2017 foi histórico. Muitos temas foram discutidos em profundidade e nosso time participou, anotou e organizou 40 aprendizados essenciais sobre tendências, experiência, omnicanalidade, comportamento do consumidor e mais. Acompanhe e compartilhe!

A LOJA DO FUTURO

Por  Scott Emmons, da Neiman Marcus:
“Nem sempre os consumidores vão usar determinado recurso na loja física. A tecnologia nem sempre resolve todos os problemas; por outro lado, existem tecnologias que são muito úteis e acabam sendo muito usadas pelos consumidores.”
“Estamos comprometidos com a personalização para entregar experiências incríveis para nossos clientes. Quando fazemos uma oferta para ele, esta oferta precisa que ser relevante. Não oferecemos o que não é importante para ele e não estamos falando da loja do futuro, mas o consumidor do futuro”.
// Tendências para os próximos anos: Conversational Commerce – chatbots, AI, oportunidades de para escalar o atendimento -, a Hyper Personalization e o Experimential Retail.

CULTURA DIGITAL E O DESENVOLVIMENTO DO E-COMMERCE

Por Maria Clara Batalha, da Mondelez:
“Precisamos ser destemidos para fazer mudanças. Existem muitas barreiras, mas temos de ter coragem e construir valores sólidos. A organização precisa fazer essa transformação digital porque o consumidor já a fez. A Mondelez saiu de 7% de digital para 35% ao criar uma cultura de aprender fazendo, sem medo de errar.”
“Não espere nem faça projetos muito longos, porque eles já vão nascer antigos. Trabalhamos em ‘startup mode’, que significa testar e entregar um produto bom, atendendo o mínimo viável. Trabalhe de forma criativa e colaborativa. Não existe nada pronto ou certo.”

SITE MOBILE OU APLICATIVO? PWA

“As pessoas não querem baixar apps e ocupar memória do celular. A solução PWA (Progressive Web App) é inteligente e eficaz, pois traz toda a experiência de um aplicativo para dentro da web, além da combinação com a tecnologia Service Workers baseada em cache, fazendo com que funcione até quando o usuário estiver offline.” Vinicius Dias – Canal da Peça

CONSUMIDORES COMPRAM – FOCO NA EXPERIÊNCIA

Por Anthony Long, da Kimberly Clark:

“Consumidores não respeitam mais as barreiras do varejo, das marcas, das categorias, porque estão apenas comprando.”

“Não estamos falando de tecnologia, mas de comportamento. As pessoas adotaram o mobile como ferramenta de vida e o mobile criou um comportamento global. Para que o varejista seja bem-sucedido é preciso estar alinhado com o padrão de comportamento dos consumidores (seja pelo mobile, pelos apps de mensagem e outros), entregar uma proposta de valor clara e ser uma fonte confiável para seus clientes”.
“Cuidado com métricas de vaidade como impressões, likes, bounce rates e hits, estabeleça métricas claras como atribuição e atividade pós-compra, leve em consideração o Life Time Value (LTV) do seu consumidor”.
Por Juliana Sánchez Gómez, da Cueros Velez:
“Ter um programa de fidelidade e CRM é importante porque o canal só vai ter sucesso se você tiver clientes fiéis. Enxergue o cliente como um só: ele precisa ser o mesmo em todas as suas fontes de informação para que você possa antecipar suas necessidades e criar novas demandas para ele.”

“Atenda o cliente onde ele quer ser atendido. Lembre-se o termo ‘omnichannel’ existe apenas para nós varejistas. O consumidor só quer comprar”.

Por Daniel Santiago, da Netshoes:
“Clientes novos são mais caros, pois precisam ser conquistados. Se conhecemos os usuários recorrentes do site, por que não focar no que ele realmente gosta?”
“Em momento de decisões cautelosas, nosso cérebro atua de forma mais ágil se tiver que solucionar uma única tarefa de cada vez. Por exemplo, se entrar em um processo de check-out e todas as informações do processo já estiverem disponíveis, serão muitas decisões a serem tomadas. O ideal seria apresentar uma opção de cada vez, para que a mente concentre esforços naquela atividade, tendo menos chances de ter algum erro/preenchimento errado.”

DADOS SÃO O PILAR DO MARKETING

Por André Fatala da Magazine Luiza/Luiza Labs
Não tem como otimizar o que você não mensura.”
“É preciso armazenar o maior número possível de dados sobre o consumidor – ainda que o lojista não saiba o que fazer com eles. Com o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais precisas, em algum momento essas informações serão melhor entendidas e aplicadas estrategicamente para mapear e entender a identidade de cada cliente”.
“Modele os dados pensando na jornada do cliente e não em seus canais. Trate dados como ativos do seu negócio“.
“No mundo físico, com ações como o check-in dos clientes nas lojas e o número do CPF, é possível identificar o comportamento desse cliente. Em seguida, o vendedor recebe recomendações precisas e indica os produtos que o cliente demonstrou interesse no mundo virtual”.

E-MAIL MARKETING E SUAS PRÁTICAS

Por John Panighel, da adidas:

“Capture. Converta. Fidelize.”

“Colocar a FAQ no e-mail de transações pode diminuir os custos com Call Center”.
“O que serve para uma empresa pode não servir para outra. Por isso, não tenha medo de testar”.
“Entenda qual canal de comunicação melhor se comunica com o grupo que você quer atingir”.
“Tenha em mente estes pontos principais: crie a melhor estratégia de marketing digital que conecte o seu negócio com os consumidores; utilize os recursos financeiros de forma efetiva e saiba qual canal de marketing melhor se comunica com os consumidores”.

CRIANDO UMA CULTURA DE SUPERMERCADO ONLINE

Por Patrícia Amaro, da Unilever
“O nosso primeiro passo foi uma pesquisa com consumidores, tanto os que compravam em supermercado online quanto quem não era cliente, e perguntamos o que eles queriam. O resultado: as pessoas querem seus problemas resolvidos rapidamente. Não querem ficar lendo muito sobre um produto que já conhecem”.
“Quando a gente olha para mercados mais desenvolvidos, como a Inglaterra, a pessoa já tem uma lista pronta e compra por recorrência. No Brasil, não é assim. O brasileiro tem uma lista no papel e faz a busca produto por produto. Por isso, a Unilever mapeou as principais formas como os produtos são buscados e envia aos varejistas os termos de busca alternativos aos nomes oficiais – incluindo erros de português, variações regionais e formas populares pelas quais um item é conhecido”.

MERCADO ONLINE NA AMÉRICA LATINA E OPORTUNIDADES PARA VAREJISTAS

Por Michelle Evans, da Euromonitor
// Eletrônicos, alimentos e passagens aéreas são os setores mais promissores para vendas online nos próximos anos.
// O consumidor latino está mais aberto a receber propagandas personalizadas (Target-Ad) e não acha tão invasivo como os demais no mundo.
// Em geral os consumidores usam os computadores, mas usam mais para comunicação do que para comércio. A segunda atividade mais popular no desktop é o envio e recebimento de e-mails, seguida por redes sociais em terceiro lugar.
// As redes sociais são muito significativas como canal para atingir os consumidores latinos: em média 80% estão conectados à essas redes, 88% navegam na internet diariamente e 35% compram via mobile.
// Algumas barreiras são: a experiência no checkout ainda é muito complicada na América Latina; o uso de carteiras digitais (ainda usa-se muito dinheiro mesmo em compras iniciadas no online); as fraudes; o ticket médio baixo por consumidor e os problemas de entrega.

MODA ONLINE

Por Glória Kalil:
“A pirâmide da moda se inverteu e virou múltipla: hoje é a rua que influencia o prêt-à-porter. Não existe mais ‘estar na moda’, o que importa é o estilo.”
“Antes nós definíamos o produto e o seu preço de acordo com o que pensávamos que deveria ser. A partir da década de 90 isso mudou. O perfil do consumidor de moda passou a ser volúvel, infiel, mimado, exigente, pulverizado e totalmente informatizado”.
“O varejo é serviço. Deixamos de ser uma sociedade industrial, somos uma sociedade de serviço e informação, quanto mais serviço, mais valor para um negócio”.
“Será que nas lojas os vendedores estão capacitados para serem consultores? O serviço de atendimento é rápido (na entrega e no pós-venda)? A boa notícia é que as pessoas gostam de comprar e no Brasil, e consumo é considerado lazer. O e-commerce é a forma mais moderna de falar com o consumidor. Vocês têm diante de si um caminho novo e fascinante”.
Por Julia Petit:
“Antigamente a demanda vinha de cima para baixo. As casas de moda e as revistas nos davam a informação que nós absorvíamos. Apesar disso, naquela época já existia as pessoas já queriam um outro formato de informação. O surgimento de pessoas comuns que explicam de uma forma comum assuntos do mercado especializado é um bom exemplo dessa pirâmide invertida”.
Por Taciana Abreu, da Farm:
“Não podemos perder – e algo que a Farm traz – é a relação humana, apesar de toda a tecnologia envolvida. Como colocamos o carinho em linguagem, em e-mail marketing, na venda, no produto é o desafio”.

LIDERANÇA, INSPIRAÇÃO E GESTÃO

Por Abilio Diniz, da BRF
“Copiar é mais fácil do que inventar. Primeiro você copia, depois tenta melhorar e inovar a ideia”.
“Honestidade e ética, humildade, determinação e garra, disciplina e equilíbrio emocional são fundamentais para o sucesso e devem nortear, inclusive as contratações da equipe de uma empresa. Junto com os meus valores e a estrada da minha vida, eu desenvolvi os meus pilares que são: atividade física, alimentação saudável, controle do estresse (você só deve se estressar com o que for importante na sua vida), autoconhecimento (assim você vai se relacionar melhor com as outras pessoas), espiritualidade, fé e amor. Invista para ter uma vida mais longa, mais feliz e comece já”.
“Gestão é: faça o simples, nunca tenha pressa. Não ande em alta velocidade. Coloque o olho no futuro sem perder o presente. Antecipação é fundamental em tudo”.
“Espero participar dessa reversão e acho que temos que nos preparar para a saída da crise. Temos que acreditar no Brasil e fazer a nossa parte. É preciso gerar riqueza, aumentar o número de empregos e a produtividade do país.”

“Se cometer algum erro, que seja novo. Se algo der errado, olhe para o espelho e não pela janela. Não tome decisões antes do tempo e nem à noite. A gente escolhe o que quer na vida, ser grande é uma escolha. Basta acreditar. Precisa decidir”.

Para mais informações, consulte o portal da E-commerce Brasil ;)[:en]The 2017 edition was a historical ECBR Forum. Many topics were discussed in depth and our team jumped head first in it, took notes and selected 40 essential lessons about trends, experience, the omnichannel, consumer behavior and more. Keep up and let’s share!

THE STORE OF THE FUTURE

By Scott Emmons, from Neiman Marcus:
“Consumers are not always going to use a particular feature in the physical store, technology does not always solve all problems; on the other hand, there are technologies that are very useful and end up being widely used by consumers.”
“We are committed to personalization to deliver incredible experiences to our customers. When we make an offer to him he has to be relevant, we do not offer what’s not important to him. We’re not talking about the store of the future, but the consumer of the future ”
// Trends for the coming years: Conversational Commerce – chatbots, AI, opportunities to scale service -, Hyper Personalization and Experiential Retail.

DIGITAL CULTURE AND THE DEVELOPMENT OF E-COMMERCE

By Maria Clara Batalha, from Mondelez:
“We need to be fearless to make changes. There are many barriers, but we must have courage and build solid values. The organization needs to make this digital transformation because the consumer has already done so. Mondelez went from 7% digital to 35% by creating a culture of learning by doing, without fear of making mistakes. ”
“Do not create projects that are too time consuming, because they are going to be born old. We work on ‘startup mode’, which is to test and deliver a good product, but the least feasible. Work creatively and collaboratively. There is nothing ready or right.”

CONSUMERS BUY – FOCUS ON EXPERIENCE

By Anthony Long, from Kimberly Clark:
“Consumers no longer respect the barriers of retail, brands, and categories, because they are just buying.”
“We’re not talking about technology, but about behavior. People have adopted the mobile as a life tool and the mobile has created a global behavior. In order for the retailer to succeed, it is necessary to be in line with the standard of consumer behavior (whether through mobile, messaging and other apps), deliver a clear value proposition, and be a trusted source for their customers. ”
“Beware of vanity metrics such as impressions, likes, bounce rates and hits; establish clear metrics like attribution and post-purchase activity, consider your consumer’s Life Time Value (LTV).”
By Juliana Sánchez Gómez, from Cueros Velez:
“Having a loyalty program and CRM is important because the channel will only succeed if you have loyal customers. Look at the customer as one: it needs to be the same in all your sources of information so you can anticipate their needs and create new demands for them. ”

“Meet the customer where he wants to be served. Remember the term ‘omnichannel’ exists only for us retailers. The consumer just wants to buy .”

By Daniel Santiago, from Netshoes:
“New customers are more expensive because they have to be earned. If we know the recurring site users, why not focus on what they really like? ”
“At a time of cautious decisions, our brain acts more agile if it has to solve a single task at a time. For example, if you enter into a check-out process and all process information is already available, there will be many decisions to be made. The ideal would be to present one option at a time, so that the mind concentrates efforts on that activity, having less chances of having some mistake/wrong fill. ”
DATA ARE THE PILLAR OF MARKETING
By André Fatala from Magazine Luiza / Luiza Labs
“You can not optimize what you do not measure.”
“You have to store as much data as possible on the consumer – even if the shopkeeper does not know what to do with them. With the development of more and more accurate technologies, at some point this information will be better understood and applied strategically to map and understand the identity of each client. ”
“Model the data thinking about the customer’s journey and not on their channels. Treat data as assets of your business ”
“In the physical world, with actions like customer in-store check-in and CPF number, you can identify that customer’s behavior. Then the seller receives accurate recommendations and indicates the products that the customer has shown interest in the virtual world. ”

E-MAIL MARKETING AND ITS PRACTICES

By John Panighel, from adidas:
“Capture. Convert. Fidelize. ”
“Placing the FAQ in transaction email can lower Call Center costs.”
“What is good for one company may not work for another. So do not be afraid to test. ”
“Understand which communication channel best communicates with the group you want to reach.”
“Keep these key points in mind: Create the best digital marketing strategy that connects your business with consumers; Use financial resources effectively; Know which marketing channel best communicates with consumers”.

CREATING AN ONLINE SUPERMARKET CULTURE

By Patricia Amaro, from Unilever
“Our first step was a consumer survey, both online and non-customer grocery shopping, and we asked them what they wanted. The result: people want their problems solved quickly. They do not want to be reading too much about a product they already know. ”
“When you look at more developed markets such as England, they already have a list ready and buy by recurrence. In Brazil, it is not so. The Brazilian has a list on paper and does the search product by product. That’s why Unilever has mapped the main ways products are sought and sends retailers the alternative search terms for official names – including Portuguese errors, regional variations, and popular forms for which an item is known. ”

ONLINE MARKET IN LATIN AMERICA AND OPPORTUNITIES FOR RETAILERS

By Michelle Evans, from Euromonitor
// Electronics, food and airline tickets are the most promising sectors for online sales in the coming years.
// The Latino consumer is more open to receiving personalized advertisements (Target-Ad) and does not find it as invasive as the rest of the world.
// Consumers generally use computers, but they use more for communication than for commerce. The second most popular activity on the desktop is the sending and receiving of emails, followed by third-party social networks.
// Social networks are very significant as a channel to reach Latino consumers: on average 80% are connected to these networks, 88% surf the internet daily and 35% buy via mobile.
// Some barriers are: the checkout experience is still very complicated in Latin America; The use of digital wallets (still much money is used even in purchases initiated in the online); Frauds; The average low ticket per consumer and delivery problems.

ONLINE FASHION

By Glory Kalil:
“The fashion pyramid has been inverted and turned multiple: today is the street that influences the prêt-à-porter. There is no longer ‘being fashionable’, what matters is style. ”
“Before we defined the product and its price according to what we thought it should be. From the 90’s onwards this has changed. The fashion consumer profile became fickle, unfaithful, spoiled, demanding, pulverized and fully computerized. ”
“Retail is service. We cease to be an industrial society, we are a society of service and information, the more service, the more value for a business. ”
“Are the vendors able to be consultants in the stores? Is the customer service fast (delivery and after-sale)? The good news is that people like to buy and in Brazil, and consumption is considered leisure. E-commerce is the most modern way of talking to the consumer. You have before you a new and fascinating way. ”
By Julia Petit:
“In the past the demand came from top to bottom. The fashion houses and the magazines gave us the information we absorbed. Despite this, at that time already existed people already wanted another format of information. The emergence of ordinary people who explain in a common way specialized market affairs is a good example of this inverted pyramid. ”
By Taciana Abreu, from Farm:
“We can not lose – and something that the Farm brings – is the human relationship, despite all the technology involved. How we put the affection in language, in email marketing, in the sale, in the product is the challenge “.
LEADERSHIP, INSPIRATION AND MANAGEMENT
By Abilio Diniz, from BRF
“Copying is easier than inventing. First you copy, then try to improve and innovate the idea. ”
“Honesty and ethics, humility, determination and determination, discipline and emotional balance are fundamental to success and should guide, including the hiring of a company’s staff. Along with my values and the road of my life, I have developed my pillars that are: physical activity, healthy eating, stress management (you only have to stress about what is important in your life), self-knowledge To relate better to other people), spirituality, faith, and love. Invest to have a longer, happier life and start already. ”
“Management is: keep it simple, never hurry. Don’t ride at high speed. Put your eye on the future without losing the present. Anticipation is fundamental in everything. ”
“I hope to participate in this reversal and I think we have to prepare for the end of the crisis. We have to believe in Brazil and do our part. It is necessary to generate wealth, increase the number of jobs and the productivity of the country. ”
“If you make a mistake, make it new. If something goes wrong, look at the mirror, not the window. Do not make decisions ahead of time or at night. We choose what we want in life, to be great is a choice. Just believe. You have to decide. ”
For more information, check the E-commerce Brasil portal ;)[:es]La edición de 2017 fue un histórico Foro de ECBR. Muchos temas fueron discutidos en profundidad y nuestro equipo saltó la cabeza en primer lugar, tomó notas y seleccionó 40 lecciones esenciales sobre las tendencias, la experiencia, el omnichannel, el comportamiento del consumidor y más. ¡Mantenga y compartamos!

LA TIENDA DEL FUTURO

Por Scott Emmons, de Neiman Marcus:
“Los consumidores no siempre van a utilizar una característica en particular en la tienda física, la tecnología no siempre resuelve todos los problemas; Por otro lado, hay tecnologías que son muy útiles y terminan siendo ampliamente utilizadas por los consumidores “.
“Estamos comprometidos con la personalización para ofrecer experiencias increíbles a nuestros clientes. Cuando le hacemos una oferta tiene que ser relevante, no ofrecemos lo que no es importante para él. No estamos hablando de la tienda del futuro, sino del consumidor del futuro ”
// Tendencias para los próximos años: Comercio conversacional – chatbots, AI, oportunidades de escalar servicios -, Hyper Personalization y Retail Experiencial.

LA CULTURA DIGITAL Y EL DESARROLLO DEL COMERCIO ELECTRÓNICO

Por Maria Clara Batalha, de Mondelez:
“Tenemos que ser audaces para hacer cambios. Hay muchas barreras, pero debemos tener valor y construir valores sólidos. La organización necesita hacer esta transformación digital porque el consumidor ya lo ha hecho. Mondelez pasó del 7% digital al 35% creando una cultura de aprendizaje por hacer, sin temor a equivocarse. ”
“No crear proyectos que son demasiado tiempo, porque van a nacer viejo. Trabajamos en el ‘modo de inicio’, que es probar y entregar un buen producto, pero el menos factible. Trabajar de manera creativa y colaborativa. No hay nada listo o correcto. ”

COMPRA DE CONSUMIDORES – ENFOQUE DE EXPERIENCIA

Por Anthony Long, de Kimberly Clark:
“Los consumidores ya no respetan las barreras de los minoristas, las marcas y las categorías, porque sólo están comprando”.
“No estamos hablando de tecnología, sino de comportamiento. La gente ha adoptado el móvil como una herramienta de la vida y el móvil ha creado un comportamiento global. Para que el minorista tenga éxito, es necesario estar en línea con el estándar de comportamiento del consumidor (ya sea a través de móviles, mensajería y otras aplicaciones), ofrecer una propuesta de valor clara y ser una fuente de confianza para sus clientes. ”
“Tenga cuidado con las métricas de la vanidad, como las impresiones, los gustos, las tasas de rebote y los éxitos; Establecer métricas claras como la atribución y la actividad posterior a la compra, considere el valor de tiempo de vida de su consumidor (LTV) “.
Por Juliana Sánchez Gómez, de Cueros Velez:
“Tener un programa de fidelidad y CRM es importante porque el canal sólo tendrá éxito si tiene clientes leales. Mira al cliente como uno: tiene que ser el mismo en todas sus fuentes de información para que pueda anticipar sus necesidades y crear nuevas demandas para ellos. ”
“Conozca al cliente donde quiere que le sirvan. Recuerde que el término ‘omnichannel’ sólo existe para nosotros minoristas. El consumidor sólo quiere comprar “.
Por Daniel Santiago, de Netshoes:
“Los nuevos clientes son más caros porque tienen que ser ganados. Si conocemos a los usuarios recurrentes del sitio, ¿por qué no centrarse en lo que realmente les gusta? ”
“En un momento de decisiones cautelosas, nuestro cerebro actúa más ágil si tiene que resolver una sola tarea a la vez. Por ejemplo, si usted entra en un proceso de check-out y toda la información del proceso ya está disponible, habrá muchas decisiones que tomar. Lo ideal sería presentar una opción a la vez, de modo que la mente concentre esfuerzos en esa actividad, teniendo menos posibilidades de tener algún error / relleno incorrecto. ”

LOS DATOS SON EL PILAR DEL MARKETING

Por André Fatala de la revista Luiza / Luiza Labs
“No se puede optimizar lo que no se mide.”
“Tienes que almacenar tantos datos como sea posible en el consumidor – incluso si el tendero no sabe qué hacer con ellos. Con el desarrollo de tecnologías cada vez más precisas, en algún momento esta información será mejor entendida y aplicada estratégicamente para mapear y entender la identidad de cada cliente. ”
“Modelo de los datos pensando en el viaje del cliente y no en sus canales. Tratar los datos como activos de su negocio ”
“En el mundo físico, con acciones como el ingreso en la tienda del cliente y el número de CPF, puede identificar el comportamiento de ese cliente. A continuación, el vendedor recibe recomendaciones precisas e indica los productos que el cliente ha mostrado interés en el mundo virtual. ”

E-MAIL MARKETING Y SUS PRACTICAS

Por John Panighel, de adidas:
“Capturar. Convertir. Fidelize. ”
“Colocar las preguntas frecuentes en el correo electrónico de transacción puede reducir los costos del centro de llamadas.”
“Lo que es bueno para una empresa puede no funcionar para otra. Así que no tengas miedo de probar. ”
“Entender qué canal de comunicación se comunica mejor con el grupo al que desea llegar.”
“Mantenga estos puntos clave en mente: Crear la mejor estrategia de marketing digital que conecta su negocio con los consumidores; Utilizar los recursos financieros con eficacia; Saber qué canal de comercialización se comunica mejor con los consumidores “.

CREACIÓN DE UNA CULTURA DE SUPERMERCADOS EN LÍNEA

Por Patricia Amaro, de Unilever
“Nuestro primer paso fue una encuesta de consumidores, tanto en línea como en tiendas de comestibles, y les preguntamos qué querían. El resultado: la gente quiere resolver sus problemas rápidamente. No quieren leer demasiado sobre un producto que ya conocen. ”
“Cuando se mira a mercados más desarrollados como Inglaterra, ya tienen una lista lista y comprar por recurrencia. En Brasil, no es así. El brasileño tiene una lista en papel y realiza la búsqueda producto por producto. Es por eso que Unilever ha mapeado las principales formas en que se buscan productos y envía a los minoristas los términos de búsqueda alternativos para nombres oficiales, incluidos errores portugueses, variaciones regionales y formas populares para las que se conoce un artículo. ”

MERCADO ONLINE EN AMÉRICA LATINA Y OPORTUNIDADES PARA LOS DISTRIBUIDORES

Por Michelle Evans, de Euromonitor
// La electrónica, la comida y los billetes de avión son los sectores más prometedores para las ventas en línea en los próximos años.
// El consumidor latino está más abierto a recibir anuncios personalizados (Target-Ad) y no lo encuentra tan invasivo como el resto del mundo.
// Los consumidores usan generalmente las computadoras, pero utilizan más para la comunicación que para el comercio. La segunda actividad más popular en el escritorio es el envío y recepción de correos electrónicos, seguidos de redes sociales de terceros.
// Las redes sociales son muy significativas como un canal para llegar a los consumidores latinos: en promedio, el 80% están conectados a estas redes, el 88% navega por Internet diariamente y el 35% compra vía móvil.
// Algunas barreras son: la experiencia de salida es todavía muy complicada en América Latina; El uso de billeteras digitales (todavía se usa mucho dinero incluso en compras iniciadas en línea); Fraudes; El ticket medio bajo por consumidor y problemas de entrega.

MODA ONLINE

Por Glory Kalil:
“La pirámide de la moda se ha invertido y se ha vuelto múltiple: hoy es la calle que influye en el prêt-à-porter. Ya no hay ‘estar de moda’, lo que importa es el estilo. ”
“Antes de definir el producto y su precio de acuerdo a lo que pensábamos que debería ser. A partir de los años 90 esto ha cambiado. El perfil del consumidor de moda se volvió voluble, infiel, mimado, exigente, pulverizado y totalmente informatizado. ”
“La venta al por menor es el servicio. Dejamos de ser una sociedad industrial, somos una sociedad de servicio e información, más servicio, más valor para un negocio. ”
“¿Son los vendedores capaces de ser consultores en las tiendas? ¿El servicio de atención al cliente es rápido (entrega y después de la venta)? La buena noticia es que a la gente le gusta comprar y en Brasil, y el consumo se considera ocio. El comercio electrónico es la forma más moderna de hablar con el consumidor. Tienes ante ti un nuevo y fascinante camino. ”
Por Julia Petit:
“En el pasado la demanda venía de arriba a abajo. Las casas de moda y las revistas nos dieron la información que absorbíamos. A pesar de esto, en ese momento ya existía gente ya quería otro formato de información. El surgimiento de la gente común que explica de una manera común los asuntos especializados del mercado es un buen ejemplo de esta pirámide invertida. ”
Por Taciana Abreu, de Granja:
“No podemos perder – y algo que la Granja trae – es la relación humana, a pesar de toda la tecnología involucrada. Cómo ponemos el afecto en el lenguaje, en el email marketing, en la venta, en el producto es el reto “.

LIDERAZGO, INSPIRACIÓN Y GESTIÓN

Por Abilio Diniz, de BRF
“Copiar es más fácil que inventar. Primero copias, luego intentas mejorar e innovar la idea. ”
“La honestidad y la ética, la humildad, la determinación y la determinación, la disciplina y el equilibrio emocional son fundamentales para el éxito y deben guiar, incluyendo la contratación de personal de una empresa. Junto con mis valores y el camino de mi vida, he desarrollado mis pilares que son: actividad física, alimentación saludable, manejo del estrés (sólo tienes que hacer hincapié en lo que es importante en tu vida), autoconocimiento Relacionarse mejor con otros Personas), espiritualidad, fe y amor. Invertir para tener una vida más larga, más feliz y comenzar ya. ”
“La gestión es: mantenerlo simple, nunca prisa. No montar a alta velocidad. Ponga su ojo en el futuro sin perder el presente. La anticipación es fundamental en todo. ”
“Espero participar en esta inversión y creo que tenemos que prepararnos para el final de la crisis. Tenemos que creer en Brasil y hacer nuestra parte. Es necesario generar riqueza, aumentar el número de puestos de trabajo y la productividad del país. ”
“Si cometiste un error, hazlo nuevo. Si algo sale mal, mira el espejo, no la ventana. No tome decisiones por adelantado ni por la noche. Elegimos lo que queremos en la vida, ser grande es una elección. Sólo cree. Tu tienes que decidir. ”
Para obtener más información, consulte el portal  E-commerce Brasil ;)[:]