[:pt]78% dos brasileiros que possuem smartphone preferem comprar por aplicativo[:]

[:pt]78% preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis, quando as compras são feitas em seus smartphones. O número é acima da média global, de 71%.  A constatação é da pesquisa Mobile Payment Journey,  realizada através de parceria entre a Worldpay e Opinium Research, divulgada nesta segunda-feira,5, em São Paulo.
A pesquisa descobriu que 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência do usuário for melhor, 12 pontos percentuais acima da média global (41%).
Juan D’Antiochia, general manager da Worldpay para a América Latina, explica que a pesquisa foi realizada com 3 grupos distintos: consumidores com ticket médio de compra até 20 reais; outro com valor médio de 50 reais, com exceção de supermercados  e artigos de luxo; e o de viagens e turismo, excluindo compras  de ingressos.
Para o primeiro grupo, o importante é que a experiência de compra seja rápida, como acontece com consumidores de games; o segundo privilegia uma boa experiência, disposto inclusive a pagar mais, se tiver bom atendimento; o terceiro, que envolve empresa aérea, hotéis e agências de turismo, além de boa experiência quer realizar a operação fim a fim através do canal mobile.
Além disso, entre as principais razões para que os brasileiros escolham aplicativos ao invés de navegadores estão benefícios como velocidade e simplicidade. “No entanto, a confiança do consumidor brasileiro ainda precisa ser conquistada”, ressalta D’Antiochia, acrescentando que “o comerciante que entregar a melhor experiência terá muito a ganhar já que os consumidores estão comprando produtos de maior valor via aplicativos. Com o avanço de novas tecnologias haverá espaço para assistentes virtuais e serviços conectados o que irá facilitar ainda mais a vida do consumidor. As marcas que oferecerem a melhor experiência de pagamento móvel, de forma rápida e segura, verão menos desistências nas compras, mais downloads dos aplicativos e, consequentemente, um maior volume de vendas dos seus produtos e serviços”.
Uma medida simples é informar o motivo pelo qual o pagamento, pois o consumidor faz várias tentativas com o cartão e fica sem saber o motivo da rejeição. Nesse caso acaba trocando de estabelecimento. “O brasileiro está gastando mais no comércio eletrônico. Isso é motivo de comemoração dos varejistas, mas ainda há demandas por parte dos consumidores que precisam ser atendida”, enfatiza o executivo. A pesquisa, no entanto, não envolve motivos de abandonos de carrinhos de compras.
Segurança
A pesquisa indica que dois terços dos brasileiros (63%) se sentem confiantes em fornecer dados biométricos, como impressões digitais ou o reconhecimento facial, se além de adicionar uma camada a mais de segurança, tornasse o processo de pagamento mais rápido.  Já 76% dos entrevistados afirmam que somente fazem download do aplicativo de marcas ou empresas que realmente confirmam número superior aos dados globais (71%).
Os consumidores brasileiros também têm confiança em deixar seus números de cartões em sites de e-commerce, processo chamado de tokenização, mas o executivo alerta que os sites devem ser confiáveis, embutindo ferramentas de PCI-DSS, SSL, para que o cliente tenha  certeza que ele é um site seguro. “As lojas devem buscar formas de implementar tecnologia biométrica como forma de aumentar a segurança e a confiança do consumidor na marca”, finaliza.
Pesquisa
pesquisa foi realizada em parceria com a Opinium que entrevistou 16 mil consumidores que compraram produtos no celular nos últimos 3 meses na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Japão, Coréia do Sul, EUA e Reino Unido. No Brasil, o estudo entrevistou 1.510 consumidores.
 
Artigo extraído do TI Inside.[:]

[:pt]2018 deve marcar crescimento de 15% no e-commerce, com R$ 69 bi de faturamento.[:]

[:pt]O e-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou com 203 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 294. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
De acordo com o relatório da associação, a dependência das lojas de e-commerce em grandes marketplaces, como Americanas, Submarino e Amazon, é evidente em quase todas as categorias de compra, já que 31,5% das vendas são efetuados neste canal. O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%).
As categorias que mais dependem de vendas por marketplaces são eletroeletrônicos, cama, mesa e banho, ferramentas e produtos para bebês/crianças. Os canais com menor porcentagem de vendas são moda e acessórios, sexshop e móveis para a casa.
Smartphone
Com a maior presença dos smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017. O desktop ainda predomina, mas de acordo com o relatório da ABComm, o mobile deverá crescer rapidamente em até quatro anos e será o principal dispositivo em acesso e conversão.
Taxa de conversão
O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%), seguido do Sudeste (1,4%), Centro-Oeste (1,3%) e Norte (1,0%). O Nordeste tem a menor taxa de conversão, com 0,9%.
Sazonalidade
O número de pedidos está mais concentrado no 2º semestre, com 55,2% das vendas do ano de 2017. O mês com maior número de pedidos foi novembro, que concentra as vendas da Black Friday e do Natal.
Os meses com menor número de pedidos são janeiro e fevereiro, por causa das férias escolares do verão.
De acordo com relatório da ABComm, a categoria com mais itens por pedido foi a de alimentos e bebidas, que considera as vendas de supermercados (15,7 itens por pedido), seguida de ferramentas, com 10,5 itens por pedido.
 
Artigo original aqui.[:]

[:pt]O consumidor quer um propósito[:]

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São muitas as marcas, os produtos e os motivos pelos quais uma pessoa escolhe uma marca em detrimento de outra. Fazer o bem pode ser o seu diferencial.

 
Grandes marcas, de diferentes indústrias se deram conta desse movimento e passaram a ter um propósito maior.
Marcas como a Lacoste, focada em moda e criada em 1933, a Visa que trabalha com moedas digitais e a Dior, um ícone da alta costura mundial criada em 1946, lançaram mão de uma causa maior para se comunicar com o seus consumidores. Seja uma ação pontual ou de longo prazo, as iniciativas mostram que não existe idade, tamanho, causa ou montantes mínimos para fazer o bem.

Lacoste: Lacoste lembra o crocodilo, certo? Errado!

A @lacoste substitui seu icônico logo por uma boa causa. O famoso crocodilo (apelido de René Lacoste nas quadras) cedeu espaço a 10 outras espécies ameaçadas de extinção em uma parceria com a União Internacional para Conservação da Natureza anunciada no desfile da marca na #PFW 2018. Em edição super limitada, a série de polos conta com pouquíssimos modelos que correspondem ao número de animais restantes de cada espécie, como por exemplo: 350 para o tigre da Sumatra, 157 para o papagaio Kakapo e os alarmantes 40 para a tartaruga Burmese e 30 para os golfinhos Vaquita. O lucro da venda das 1775 polos, que já estão disponíveis online, será revertido ao programa Save Our Species da instituição. “Essa colaboração é especialmente importante para mim por conta do caráter sério e urgente. Dez looks do desfile são dedicados a essas dez espécies. Essa é nossa maneira de plantar árvores em 2018”, diz o estilista da marca.

Visa: Apoie causas com a Visa. Sem pagar nada a mais por isso.

Animais, crianças, educação, idosos e saúde. Qual a causa que você mais se identifica?
A receita é simples e composta de: diversas causas que certamente alguma terá a sua identificação, a oportunidade de você fazer a sua parte de forma fácil e a informação de que não vai pagar mais nada por isso. Com este mix de ingredientes, a Visa lançou uma grande campanha nacional, com divulgação inclusive na TV aberta.
Como funciona? A cada compra que você fizer com qualquer cartão Visa (crédito ou débito), é feita uma doação para a causa que você escolher apoiar.
Saiba mais aqui.
https://www.instagram.com/p/Bcj_ysMHC9O/?taken-by=visa_br

Dior: Dior, inverno 2019: “não é não”.

Em setembro de 1966, um grupo de jovens fez uma manifestação na porta da butique da Dior em Paris com cartazes onde se lia: “Minissaias para sempre!”. Dois anos depois, a peça virou o uniforme feminista no movimento estudantil de maio de 68.
A nova coleção tem suéteres soltinhos, com o símbolo “paz e amor” e o lema “não é não”, muitas saias kilt plissadas, mantôs, blazers, calças e botas de patchwork de fuxico, jeans e veludo. Os vestidos mais festivos ganham bordados em linha de motivos florais, usados sob casacos militares.
Ou seja, ajudar causas sociais não implica necessariamente recursos financeiros. Levantar uma bandeira e empoderar um movimento também geram empatia e conexões.


 

Pmweb: #giveback

Felizmente não precisamos atravessar oceanos, nem olhar para marcas centenárias para ver outras iniciativas como esta. Desde 2016, a Pmweb criou a campanha “Quero doar o meu presente”, onde todo o orçamento destinado a presentes  é doado para instituições e causas carentes.
Mais informações aqui.

 
Como toda a estratégia de comunicação, existem objetivos corporativos como a valorização da marca,  gerar empatia com pessoas que até então não interagiam com a empresa e podem ser o gatilho para a conquista de novos clientes e ainda, o mais nobre deles, fazer o bem.
Independente do motivo, uma vez que as empresas precisam de lucro para manter a existência, as instituições e causas sociais agradecem o empenho e a iniciativa.

A máxima “fazer o bem sem olhar a quem” nunca esteve tão viva.

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[:pt]8 dicas para aumentar as vendas no dia do consumidor[:]

[:pt]O cliente é a chave para o sucesso de uma empresa, é quem permite a sobrevivência dos negócios. Por isso, nada mais justo do que uma data dedicada a ele, como o Dia Mundial do Consumidor, comemorado em 15 de março.
Confira 8 dicas para aproveitar a data para vender mais, para fidelizar clientes e atrair prospects com ofertas e benefícios exclusivos.
1. Ofereça promoções: Palavra mágica que atrai os consumidores. Pode ser um frete mais barato ou desconto em produtos ou serviços específicos. O importante é mostrar ao cliente que ele está sendo beneficiado neste dia especial;
2. Escute seu cliente: No Dia do Consumidor abra ainda mais o canal de comunicação entre a empresa e o cliente. Escute o que ele deseja, suas reclamações, sugestões e elogios. E após, trace um plano de ação para pôr em prática as melhorias sugeridas por ele.
3. Ajude o cliente a comprar: Deixe todo o seu time pronto para atender as dúvidas e demandas dos consumidores. Seja na loja física ou na loja online, todos devem conhecer os produtos e/ou serviços oferecidos para esclarecer dúvidas, dar dicas de como usá-los e como aproveitar ao máximo a compra.
4. Olho na concorrência: Seja no concorrente similar ou maior que você, fique atento para saber como está o mercado e quais as necessidades e desejos do cliente você tem mais chances de atender. Mas lembre-se sempre de ser fiel aos seus valores e aos do seu negócio;
5. Divulgue a data e os benefícios que irá oferecer: Faça propaganda, divulgue como irá funcionar, quais serão os benefícios e descontos oferecidos. Use todos os canais disponíveis para que o seu cliente compre de você e não de um concorrente. E lembre-se, deixe as políticas bem claras para evitar mal entendidos e reclamações.
6. Inove: Mesmo que sua empresa trabalhe com um produto ou serviço que você já sabe que vai vender, sempre existe a possibilidade de inovar e atender outras expectativas, desejos e resultados. E quando se trata de datas comemorativas, inovar pode ser um diferencial para se destacar.
7. Adote uma causa social: Ajude a melhorar o mundo adotando uma causa que sua marca vai apoiar. Além de fazer o bem, seus clientes perceberão que você não está apenas preocupado em vender, mas também em melhorar a vida das pessoas. Isso também ajuda a aproximar consumidores que possuam valores parecidos com os de sua marca, criando mais laços e ajudando a fidelização.
8. Respeite os direitos do consumidor: De nada adianta oferecer um atendimento “super legal” pelas redes sociais e proporcionar mimos para seus clientes em datas especiais se não respeitar seus direitos mais básicos, garantidos por lei. Seguir essas premissas não é só uma maneira de estar em dia com as regras do e-commerce, mas também uma forma de mostrar ao consumidor que você o leva a sério.[:]

[:pt]Pmweb conquista 15 Adrian Awards em NY[:]

[:pt]Este é o sétimo ano consecutivo que a Pmweb celebra com seus clientes em Nova York a conquista do Adrian Awards. A premiação da HSMAI, que acontece no New York Marriot Marquis, destaca anualmente as melhores iniciativas on-line de marketing e vendas da indústria da hospitalidade mundial.
Em 2018, foram quinze prêmios conquistados em parceria com nossos clientes de hotéis, companhias aéreas e agências de viagem online, sendo seis ouros, quatro pratas e cinco bronzes.
Confira os premiados:
– BHG conquistou cinco troféus com os projetos “O Bom de Viajar”, “Flash Monday” e estratégias de e-mail marketing
– Azul Linhas Aéreas conquistou prata na categoria fidelidade com o case do TudoAzul
– CVC conquistou ouro com a otimização do seu website
– Latam Linhas Aéreas conquistou ouro na categoria mobile e prata na categoria de série de e-mails com o case “Golden Selling Window”
– Rio Quente Resorts levou um ouro e um bronze com a campanha “Experimente o Inesquecível”
– Plaza Hotéis conquistou bronze na categoria e-mail marketing
– Hotéis Othon conquistou prata e bronze com o novo website da rede
– Intercity Hotéis levou ouro pelo redesign dos seus e-mails
Com estes prêmios, a Pmweb já soma 52 troféus do Adrian Awards conquistados com redes hoteleiras, resorts, companhias aéreas e agências de viagem.
Para Ana Carolina Fusquine, VP de customer sucess da Pmweb, “estar em Nova York, cada ano com mais clientes premiados e em diferentes categorias é resultado de um trabalho de parceria, realizado em conjunto por muitas mãos e mentes. Concorremos com milhares de cases brilhantes e certamente estas conquistas representam que fazemos e entregamos aos nossos clientes estratégias digitais que oferecem uma experiência ímpar para os seus clientes e resultado para as empresas.”
Tárik Potthoff, CEO da Pmweb, lembra que o Adrian Awards foi o primeiro prêmio internacional recebido pela empresa e que “é uma honra termos conosco as companhias aéreas e agências de viagem online nesta premiação. Nascemos focados na hotelaria e nestes mais de 20 anos passamos a atender toda a indústria da hospitalidade e hoje, somos reconhecidos entre os melhores do mundo por isso.”

Na foto, da esquerda para a direita: Bruno Heleno, gerente geral corporativo de Vendas e Marketing dos Hotéis Othon, Tomás Ramos, diretor comercial da BHG, Juliana Silveira, coordenadora de e-commerce da BHG, William Mattos, analista de conteúdo digital da BHG, Marcia Petzold, gerente de marketing de relacionamento do Plaza Hotéis, Ana Carolina Fusquine, VP de customer sucess da Pmweb e Evelin Luderinghausen, gerente geral do Plaza Caldas da Imperatriz Resort & Spa.[:]

[:pt]Testar antes de comprar está redefinindo o comportamento de compra[:en]Today’s ‘try before you buy’ mindset is reshaping how people shop[:]

[:pt]Quando foi a última vez que você comprou algo sem consultar uma review?
Se você é como eu, mesmo compras simples iniciaram um projeto de pesquisa digno de uma dissertação acadêmica. E para coisas maiores, como minhas férias anuais, vou ver tantos comentários, estou surpreso por não quebrar a internet.
Porque nós fazemos isso? Bem, por exemplo, temos mais opções do que nunca. Ter mais opção de escolha é excelente, mas também pode tornar as decisões mais difíceis e demoradas. Para ter certeza de que estamos fazendo a escolha correta, buscamos aqueles que usaram o produto para obter respostas e inspiração.
Embora nada disso seja novo, a maneira como estamos fazendo isso ainda é novidade.
No passado, líamos os comentários. Hoje, recorremos a vídeos, usando a riqueza do formato para viver de forma indireta através de outras pessoas e experimentar um produto antes de comprá-lo.
O vídeo está mudando como as pessoas compram
Era uma vez que os clientes se baseavam exclusivamente em anúncios, revisores profissionais e na boca para avaliar um produto. O comportamento de compra de hoje é muito mais complicado, com o vídeo desempenhando um papel cada vez mais importante. Por exemplo, em 2017, 40% dos usuários do YouTube se voltaram para a plataforma para saber mais sobre um produto antes de comprá-lo.
As pessoas são atraídas pela riqueza do vídeo para ajudá-los a experimentar um produto de forma que as palavras não possam transmitir. Como um espectador com o qual falamos explicou sobre a compra de maquiagem, “eu gosto de assistir a um vídeo com o produto ao invés de ler uma postagem de blog, porque ao ler você não pode ver as cores reais”.
Outra pessoa com a qual conversamos teve pensamentos semelhantes sobre comprar um carro: “Eu realmente quero ver alguém testar e ouvir suas opiniões”. Eles não estão sozinhos. Se você adicionou o tempo que as pessoas passaram assistindo vídeos do carro “First Ride” no YouTube, é equivalente a dirigir de Nova York para São Francisco mais de 45.000 vezes.2
Mas as pessoas estão indo mais do que passeios de testes on-line – eles também estão usando o vídeo para virar praticamente nas viagens para a loja.
No YouTube, o tempo de exibição dos vídeos “Compre comigo” – onde os espectadores seguem os criadores à medida que eles compram – aumentou 1.000% nos últimos dois anos.3 Com este formato, os espectadores podem experimentar a viagem de compras através de alguém em quem confiam, e no processo avaliar se um produto é adequado para eles.
As pessoas querem ouvir o bom e o mal
Para obter uma visão completa de um produto, as pessoas estão buscando ativamente críticas franca. Como um usuário do YouTube nos disse: “Eu quero ouvir o bom e o ruim. Eu também gosto de ver como os produtos funcionam em condições sub-ótimas “.
Sem dúvida, as pessoas ainda procuram marcas para obter informações. Mas essa é apenas uma pequena parte do processo de consideração. Eles sabem que as marcas só contam parte da história, mas eles querem a imagem completa antes de se separarem com seu dinheiro. Como outro espectador nos disse durante nossa pesquisa: “Quando não é um ator em um comercial, isso lhe dá uma sensação de segurança com sua compra”.
O que isso significa para as marcas
Uma vez que muitos usuários não podem tocar fisicamente um produto antes de comprá-lo, as marcas precisam criar formas criativas de ajudar as pessoas a “experimentá-lo” online. Pense em maneiras de tornar seu produto em vida, portanto, destaca-se como usar a realidade virtual ou a realidade aumentada – como o aplicativo Makeup Genius da L’Oréal que permite aos usuários virtualmente experimentar a maquiagem.
Há toda uma comunidade de criadores testando e avaliando produtos, incluindo o seu. Isso significa que os usuários estarão validando quaisquer reivindicações que você fizer, então fique certo de que seu produto pode estar à sua altura.
Fonte: Think with Google[:en]When was the last time you bought something without consulting a review? If you’re like me, even simple purchases set off a research project worthy of an academic dissertation. And for bigger things, like my annual vacation, I’ll look at so many reviews I’m surprised I don’t break the internet.
Why do we do this? Well, for one, we have more options than ever before. Increased choice is great, but it can also make decisions more difficult and time-consuming. To be sure we’re making the right choice, we look to those who have used the product for answers and inspiration.
While none of this is new, the way we’re doing it is. In the past, we just read reviews. Today, we’re increasingly turning to videos, using the richness of the format to live vicariously through other people and experience a product before we buy it.
To better understand this “try before you buy” mindset and what this new consumer decision-making process means for brands, we took a look at the YouTube data and spoke to some viewers.

Video is changing how people shop

Once upon a time, shoppers relied solely on ads, professional reviewers, and word of mouth to evaluate a product. Today’s purchase behavior is much more complicated, with video playing an increasingly important role. For example, in the past year, 40% of YouTube users turned to the platform to learn more about a product before they bought it.
People are drawn to the richness of video to help them experience a product in ways that words can’t convey. As one viewer we spoke to explained about purchasing makeup, “I like being able to watch a video featuring the product rather than reading a blog post, because when reading you can’t see the actual colors.”
Another person we spoke with had similar thoughts about shopping for a car: “I want to actually see someone test drive it and hear their opinions.” They’re not alone. If you added up the time people have spent watching “First Ride” car videos on YouTube, it’s equivalent to driving from New York to San Francisco over 45,000 times.2
But people are going on more than online test rides—they’re also using video to virtually tag along on trips to the store.
On YouTube, the watch time of “Shop with me” videos—where viewers follow creators as they shop—has increased 1,000% over the past two years.3 With this format, viewers are able to experience the shopping journey through someone they trust, and in the process evaluate whether a product is right for them.

People want to hear the good and the bad

To get a full view of a product, people are actively seeking out frank reviews. As one YouTube user told us: “I want to hear the good and the bad. I also like to see how products perform in sub-optimum conditions.”
No doubt, people still look to brands for information. But that’s just one small part of their consideration process. They know brands will only tell part of the story, but they want the full picture before parting with their cash. As another viewer told us during our research: “When it’s not an actor on a commercial, it gives you a sense of security with your purchase.”

What this mean for brands

Since many users aren’t going to be able to physically touch a product before they buy it, brands need to come up with creative ways to help people “experience” it online. Think of ways to bring your product to life online so it stands out—like using virtual reality or augmented reality—such as L’Oréal’s Makeup Genius app that lets users virtually try on makeup.
There’s a whole community of creators testing and evaluating products, including yours. That means users will be validating any claims you make, so make sure your product can live up to them.[:]

[:pt]Estudo aponta as tendências na relação entre consumidores e tecnologia[:en]Study points out trends in the relationship between consumers and technology[:es]Estudio señala tendencias en la relación entre consumidores y tecnología[:]

[:pt]Explorando o futuro a partir de uma perspectiva de usuário pioneiro na adoção, a Ericsson apresenta, por meio do ConsumerLab, a sétima edição de seu relatório anual de tendências: As 10 principais tendências do consumidor para 2018 e para o futuro.
O relatório indica uma mudança de paradigma, já que os consumidores esperam que a tecnologia digital opere cada vez mais em termos humanos. A linguagem corporal, a expressão facial e a entonação aumentarão a voz e o toque para controlar a interação do consumidor com os dispositivos tecnológicos, facilitando a adaptação em um ritmo cada vez maior de mudanças tecnológicas.
Estas são as 10 tendências para 2018 e para o futuro:
Seu corpo é a interface do usuário: Mais da metade dos usuários atuais dos assistentes de voz inteligentes acreditam que usaremos linguagem corporal, a expressão, entonação e toque para interagir com os dispositivos de tecnologia como se fossem seres humanos. Duas entre três pessoas acham que isso acontecerá em apenas três anos.
Audição aumentada: 63% dos consumidores gostariam de fones que convertem idiomas em tempo real. 52% desejam bloquear o ronco de um membro da família.
Eternos novatos : 30% dizem que novas tecnologias fazem com que seja difícil manter as habilidades atualizadas. Mas isso também nos torna especialistas instantâneos. 46% dizem que a internet permite aprender e esquecer de habilidades mais rápido do que nunca.
Transmissão Social: A mídia social está sendo invadida por emissoras tradicionais. Mas, metade dos consumidores diz que a IA seria útil para verificar os fatos publicados nas redes sociais.
Anúncios inteligentes: Os anúncios podem se tornar inteligentes demais para o seu próprio bem. Mais da metade dos usuários de realidade aumentada (AR) / realidade virtual (VR) acham que os anúncios se tornarão tão realistas que, por fim, substituirão os produtos verdadeiros.
Comunicação excepcional: 50% pensam que não ser capaz de apontar a diferença entre o homem e máquina os assustaria. 40% também se assustariam com um smartphone que reagisse ao seu humor.
Sociedade do lazer: 32% dos estudantes e trabalhadores não acha que precisem de um trabalho para desenvolver uma vida significativa. 40% dizem que gostariam de um robô que trabalhasse e ganhasse renda para eles, liberando mais tempo para lazer.
Sua foto é um espaço: Imagine poder entrar em uma foto e reviver uma memória. 3 entre 4 pessoas acreditam que em apenas 5 anos elas usarão realidade virtual para andar dentro de fotos no smartphone.
Ruas no ar: As ruas da cidade podem estar entupidas com trânsito, mas os céus permanecem livres. 39% pensam que sua cidade precisa de uma rede de estradas para drones e veículos voadores. Mas muitas têm medo de que um drone possa cair em suas cabeças.
O futuro carregado: O mundo conectado exigirá energia móvel. Mais de 80% acredita que, em apenas 5 anos, teremos baterias duradouras que darão um fim às preocupações de carregamento.
Diana Moya, responsável pela área de ConsumerLab na América Latina e Caribe, diz que “estamos indo para um futuro onde os dispositivos não possuem os botões e interruptores nem precisam ser controlados digitalmente por meio de seu smartphone. Hoje, é necessário que o consumidor conheça todas as complexidades dos dispositivos que utilizam. Mas, no futuro, os dispositivos é que irão conhecê-los. Para que isso se torne uma realidade, os dispositivos devem ser capazes de transmitir dados complexos de interação humana para o processamento baseado em nuvem e responder de forma intuitiva em milissegundos, aumentando os requisitos para a próxima geração de conectividade.”
As opiniões no relatório “As 10 principais tendências do consumidor para 2018 são baseadas nas atividades de pesquisa global do Ericsson ConsumerLab realizada em outubro de 2017 e feita com usuários avançados de internet em mais de 10 cidades influentes do mundo. Embora o estudo represente apenas 30 milhões de cidadãos, o perfil de usuários pioneiros torna esse um número importante para que possamos compreender quando explorar tendências futuras.
 
Artigo extraído do TI Inside.[:en]Exploring the future from a pioneering user perspective in adoption, Ericsson presents, through ConsumerLab, the seventh edition of its annual trend report: The Top 10 Consumer Trends for 2018 and the Future.
The report indicates a paradigm shift, as consumers expect digital technology to operate increasingly in human terms. Body language, facial expression and intonation will increase voice and touch to control consumer interaction with technological devices, facilitating adaptation at an ever-increasing pace of technological change.
Here are the 10 trends for 2018 and for the future:
Your body is the user interface: More than half of current users of smart voice assistants believe that we will use body language, expression, intonation and touch to interact with technology devices as if they were human beings. Two out of three people think this will happen in just three years.
Hearing increased: 63% of consumers would like phones that convert languages in real time. 52% want to block the snoring of a family member.
Eternal Beginners: 30% say that new technologies make it difficult to keep skills up-to-date. But that also makes us instant experts. 46% say the internet allows them to learn and forget skills faster than ever before.
Social Transmission: Social media is being invaded by traditional broadcasters. But half of consumers say that AI would be useful for checking the facts published on social networks.
Smart ads: Ads can become too smart for your own good. More than half of users of augmented reality (RA) / virtual reality (VR) think ads will become so realistic that they will eventually replace the real products.
Exceptional Communication: 50% think that not being able to point the difference between man and machine would scare them. 40% would also be frightened by a smartphone that would react to their mood.
Leisure society: 32% of students and workers do not think they need a job to develop a meaningful life. 40% say they would like a robot to work and earn income for them, freeing up more leisure time.
Your photo is a space: Imagine being able to enter a photo and relive a memory. 3 out of 4 people believe that in just 5 years they will use virtual reality to walk inside photos on their smartphone.
Streets in the air: The streets of the city may be clogged with traffic, but the skies remain free. 39% think their city needs a road network for drones and flying vehicles. But many are afraid a drone might fall on their heads.
The Charged Future: The connected world will require mobile power. Over 80% believe that in just 5 years, we will have durable batteries that will put an end to loading concerns.
Diana Moya, head of ConsumerLab in Latin America and the Caribbean, says “we are going to a future where devices do not have the buttons and switches or need to be controlled digitally through their smartphone. all the complexities of the devices they use.But in the future devices will know them.To make this a reality, devices must be able to transmit complex data from human interaction to cloud-based processing and respond intuitively in milliseconds, increasing the requirements for the next generation of connectivity. ”
“The top 10 consumer trends for 2018 are based on Ericsson ConsumerLab’s global search activities conducted in October 2017 and made with advanced Internet users in more than 10 influential cities around the world. millions of citizens, the profile of pioneering users makes this an important number so we can understand when to explore future trends.
Originally from TI Inside.[:es]Explorando el futuro desde una perspectiva de usuario pionera en adopción, Ericsson presenta, a través de ConsumerLab, la séptima edición de su informe anual de tendencias: Las 10 tendencias más importantes para el consumidor para 2018 y el futuro.
El informe indica un cambio de paradigma, ya que los consumidores esperan que la tecnología digital opere cada vez más en términos humanos. El lenguaje corporal, la expresión facial y la entonación aumentarán la voz y el tacto para controlar la interacción del consumidor con los dispositivos tecnológicos, facilitando la adaptación a un ritmo cada vez mayor de cambio tecnológico.
Estas son las 10 tendencias para 2018 y para el futuro:
Su cuerpo es la interfaz de usuario: más de la mitad de los usuarios actuales de asistentes de voz inteligentes creen que utilizaremos el lenguaje corporal, la expresión, la entonación y el tacto para interactuar con dispositivos tecnológicos como si fueran seres humanos. Dos de cada tres personas piensan que esto sucederá en solo tres años.
Audiencia aumentada: al 63% de los consumidores les gustaría teléfonos que conviertan idiomas en tiempo real. El 52% quiere bloquear el ronquido de un miembro de la familia.
Principiantes eternos: el 30% dice que las nuevas tecnologías dificultan mantener las habilidades actualizadas. Pero eso también nos convierte en expertos instantáneos. El 46% dice que Internet les permite aprender y olvidar las habilidades más rápido que nunca.
Transmisión social: las redes sociales están siendo invadidas por emisoras tradicionales. Pero la mitad de los consumidores dicen que AI sería útil para verificar los hechos publicados en las redes sociales.
Anuncios inteligentes: los anuncios pueden volverse demasiado inteligentes por su propio bien. Más de la mitad de los usuarios de realidad aumentada (RA) / realidad virtual (VR) piensan que los anuncios serán tan realistas que eventualmente reemplazarán los productos reales.
Comunicación excepcional: el 50% cree que no poder señalar la diferencia entre el hombre y la máquina los asustaría. El 40% también estaría asustado por un teléfono inteligente que reaccionaría a su estado de ánimo.
Sociedad de ocio: el 32% de los estudiantes y trabajadores no creen que necesiten un trabajo para desarrollar una vida significativa. El 40% dice que le gustaría que un robot trabaje y gane ingresos para ellos, liberando más tiempo libre.
Tu foto es un espacio: imagina que puedes ingresar una foto y revivir un recuerdo. 3 de cada 4 personas creen que en tan solo 5 años utilizarán la realidad virtual para entrar dentro de las fotos en sus teléfonos inteligentes.
Calles en el aire: las calles de la ciudad pueden estar obstruidas por el tráfico, pero los cielos permanecen libres. El 39% piensa que su ciudad necesita una red de carreteras para drones y vehículos voladores. Pero muchos temen que un avión no tripulado caiga sobre sus cabezas.
El futuro cargado: el mundo conectado requerirá energía móvil. Más del 80% cree que en solo 5 años, tendremos baterías duraderas que pondrán fin a las preocupaciones de carga.
Diana Moya, directora de ConsumerLab en América Latina y el Caribe, dice: “vamos a un futuro en el que los dispositivos no tengan los botones e interruptores o deban controlarse digitalmente a través de su teléfono inteligente”. todas las complejidades de los dispositivos que usan. Pero en el futuro los dispositivos los conocerán. Para hacer esto realidad, los dispositivos deben poder transmitir datos complejos de la interacción humana al procesamiento basado en la nube y responder intuitivamente en milisegundos, aumentando los requisitos para la próxima generación de conectividad “
“Las 10 mejores tendencias de consumo para 2018 se basan en las actividades de búsqueda global de Ericsson ConsumerLab realizadas en octubre de 2017 y realizadas con usuarios avanzados de Internet en más de 10 ciudades influyentes de todo el mundo. millones de ciudadanos, el perfil de los usuarios pioneros lo convierte en un número importante para que podamos entender cuándo explorar las tendencias futuras.
Extraído de TI Inside.[:]

[:pt]Black Friday 2017 foi sucesso no Brasil[:en]The success of the Brazilian Black Friday[:es]El Viernes Negro 2017 fue un éxito en Brasil[:]

[:pt]Não há duvidas de que a Black Friday vem se consolidando no Brasil como uma data de grande fluxo de vendas, tanto para o e-commerce como para o varejo físico.
Crescimento no volume de vendas foi expressivo
Este ano a data registrou um faturamento de R$ 2,1 bilhões para o e-commerce , alta de 10,3% (que levou em conta as compras já da quinta-feira pré black friday dado o grande volume de compras).
O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, e o tíquete médio caiu 3,1%, – R$562 – na comparação com outros anos.
As compras realizadas através de dispositivos móveis se consolidou de vez. O share de pedidos feitos via celular aumentou expressivos 81,8% na comparação com 2016.
Quase 30% dos pedidos são realizados por meio de dispositivos móveis
O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, representando alta de quase 50% em relação ao último ano. Além disso, o valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos.
Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou.
Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado.
E-mail marketing: alta conversão e baixo investimento.
Como ocorreu em anos anteriores, o e-mail marketing foi o canal que mais gerou conversão, cerca de 15% do total. O canal tem um baixo custo de investimento e uma alta taxa de conversão pela assertividade das mensagens. O resultado é fruto da maturidade do mercado em trabalhar dados de forma mais complexa e automatizada, o que permite às marcas enviarem produtos relevantes e de acordo com o perfil de cada consumidor. O trabalho consistente em campanhas automatizadas realizadas ao longo de todo o ano gera ainda mais resultados em datas promocionais como a Black Friday, quando se consegue usar todo o legado de dados para oferecer uma experiência ainda mais personalizada para o consumidor, de acordo com o momento do ciclo de vida dele.
 
Preparamos para você um infográfico com mais alguns dados dessa Black Friday, dá uma olhada:

 
 
Fonte dos dados: E-commerce Brasil[:en]There is no doubt that Black Friday has been consolidating in Brazil as a date of great sales flow for both e-commerce and mortar and brick retail.
Growth in sales volume was expressive
This year the date recorded a turnover of $ 2.1 billion for e-commerce, an increase of 10.3% (which took into account the pre Black Friday purchases already on Thursday given the large volume of sales).
The number of orders increased 14%, from 3.30 million to 3.76 million, and the average ticket fell 3.1%, – R $ 562 – compared to other years.
Purchases made through mobile devices were consolidated once and for all. The share of orders made via mobile phones increased significantly by 81.8% compared to 2016.
Almost 30% of orders are made through mobile devices
The m-commerce represented 26.5% in the financial volume of purchases made, representing an increase of almost 50% in relation to the last year. In addition, the average value of purchases through mobile devices was R $ 515, reflecting the greater participation of lower ticket categories such as fashion and accessories and perfumery and cosmetics.
In just four years, m-commerce has increased six-fold.
In 2013, mobile purchases accounted for only 4.4% of the total. With the expansion of the smartphone market and access via 3G and 4G in Brazil, this is a rapidly growing market with growth potential well above the market average.
Email marketing: high conversion and low investment.
As in previous years, email marketing was the channel that most generated conversion, about 15% of the total. The channel has a low investment cost and a high conversion rate for message assertiveness. The result is the maturity of the market in working data in a more complex and automated way, which allows brands to send relevant products and according to the profile of each consumer. Consistent automated campaigning throughout the year brings even more results on promotional dates such as Black Friday, when you can use all the legacy data to offer an even more personalized experience for the consumer, according to the time of its life cycle.
We prepared for you an infographic with some more data of this Black Friday:
[:es]No hay duda de que Black Friday se ha consolidado en Brasil como una fecha de gran flujo de ventas tanto para el comercio electrónico como para el comercio minorista de tiendas físicas.
El crecimiento en el volumen de ventas fue expresivo
Este año, la fecha registró una facturación de $ 2.1 mil millones para el comercio electrónico, un aumento del 10.3% (que tuvo en cuenta las compras anteriores al Viernes Negro ya el jueves dado el gran volumen de ventas).
El número de pedidos aumentó 14%, de 3.30 millones a 3.76 millones, y el ticket promedio cayó 3.1%, – R $ 562 – en comparación con otros años.
Las compras realizadas a través de dispositivos móviles se consolidaron de una vez por todas. La proporción de pedidos realizados a través de teléfonos móviles aumentó significativamente en un 81,8% en comparación con 2016.
Casi el 30% de los pedidos se realizan a través de dispositivos móviles
El comercio móvil representó el 26.5% en el volumen financiero de compras realizadas, representando un incremento de casi 50% en relación al año anterior. Además, el valor promedio de las compras a través de dispositivos móviles fue de R $ 515, lo que refleja la mayor participación de las categorías de boletos más bajas, como moda y accesorios y perfumería y cosméticos.
En solo cuatro años, el comercio móvil se ha multiplicado por seis.
En 2013, las compras móviles representaron solo el 4,4% del total. Con la expansión del mercado de teléfonos inteligentes y el acceso a través de 3G y 4G en Brasil, este es un mercado en rápido crecimiento con un potencial de crecimiento muy superior al promedio del mercado.
Email marketing: alta conversión y baja inversión.
Como en años anteriores, el marketing por correo electrónico fue el canal que más generó la conversión, alrededor del 15% del total. El canal tiene un bajo costo de inversión y una alta tasa de conversión para la asertividad del mensaje. El resultado es la madurez del mercado en datos de trabajo de una manera más compleja y automatizada, que permite a las marcas enviar productos relevantes y de acuerdo con el perfil de cada consumidor. Las campañas automáticas consistentes durante todo el año brindan aún más resultados en las fechas de promoción, como Black Friday, cuando puede utilizar todos los datos heredados para ofrecer una experiencia aún más personalizada para el consumidor, de acuerdo con el momento de su ciclo de vida.
Preparamos para una infografía con más datos de este Black Friday:
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[:pt]Pmweb no ranking GPTW das melhores agências de comunicação para se trabalhar[:en]Pmweb in the GPTW ranking of the best communication agencies to work[:es]Pmweb en el ranking GPTW de las mejores agencias de comunicación para trabajar[:]

[:pt]A Pmweb conquistou a oitava posição entre as Melhores Agências de Comunicação para Trabalhar no Brasil pelo ranking Great Place to Work. A categoria grandes agências, considera empresas que tem mais de 100 colaboradores.
Para Tárik Potthoff, CEO da Pmweb “esta conquista mostra que o DNA da empresa se mantém com o crescimento do time e do porte da companhia e é motivo de orgulho para todos”.
A empresa trabalha constantemente no aprimoramento de suas práticas e políticas, prezando sempre pelo bem-estar dos colaboradores, o bom-senso nas decisões e um clima amistoso e produtivo.
A Pmweb já conquistou o Great Place to Work nas categorias Tecnologia da Informação e Rio Grande do Sul em anos anteriores.


 
Para saber mais sobre a área de pessoas acesse: www.pmweb.com.br/pessoas/[:en]Pmweb earned the eighth position among the Best Communication Agencies to Work in Brazil for the Great Place to Work ranking. The large agencies category considers companies that have more than 100 employees.
For Tárik Potthoff, CEO of Pmweb, “this achievement shows that the DNA of the company continues with the growth of the team and the size of the company and is a source of pride for everybody.”
The company constantly works to improve its practices and policies, always striving for the well-being of employees, good judgment in decisions and a friendly and productive climate.
Pmweb has already won Great Place to Work in the Information Technology and Rio Grande do Sul categories in previous years.

 [:es]Pmweb ganó el octavo puesto entre las mejores agencias de comunicación para trabajar en Brasil en el ranking Great Place to Work. La categoría de agencias grandes considera empresas que tienen más de 100 empleados.
Para Tárik Potthoff, CEO de Pmweb, “este logro muestra que el ADN de la compañía continúa con el crecimiento del equipo y el tamaño de la compañía y es una fuente de orgullo para todos”.
La compañía trabaja constantemente para mejorar sus prácticas y políticas, siempre luchando por el bienestar de los empleados, el buen juicio en las decisiones y un clima amigable y productivo.
Pmweb ya ganó Great Place to Work en las categorías de tecnología de la información y Rio Grande do Sul en años anteriores.

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[:pt]Hermanos, chegamos![:en]Hermanos, here we go![:es]Hermanos, llegamos![:]

[:pt]

Estamos oficialmente no mercado argentino.

 
Aconteceu na noite do dia 30 de outubro, no bar Uptown. BA em Buenos Aires, o lançamento da Pmweb como parte da Wunderman Argentina. Com a apresentação de Juan Pablo Jurado, presidente da Wunderman, Tárik Potthoff, CEO da Pmweb, Emiliano Galvan, vice-presidente da Wunderman, Guilherme Bohnen, COO da Pmweb e Román Hughes, Gerente Senior do Marketing Corporativo do Mercado Libre, o mercado local teve a oportunidade de ouvir um pouco mais sobre marketing automatizado através de dados, comunicação e criatividade e de que forma esta tecnologia pode ajudar na otimização da comunicação com foco na conversão e no relacionamento omnicanal.
Román compartilhou sobre a experiência de ser cliente da Pmweb há mais de quatro anos e os desafios constantes para se comunicar em escala e no momento certo, para a pessoa certa e pelo canal correto.

Foto: Guilherme Bohnen (COO Pmweb), Victora Cole (Managing Director Wunderman BA), Tarik Potthoff (CEO Pmweb), Juan Pablo Jurado (Presidente Wunderman BA y CEO Regional de Wunderman para LATAM) e Emiliano Galván (VP Wunderman BA).

 
Assista o vídeo e veja como foi essa noite histórica.

 
 
E veja as fotos no nosso álbum no Facebook:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10156062900278949.1073741826.168225283948&type=1&l=e07d68b9e6
 [:en]

We are officially in the Argentinean market.

 
It happened on the night of October 30th in the Uptown bar. BA in Buenos Aires, the launch of Pmweb as part of Wunderman Argentina. Emilio Galvan, Vice President of Wunderman, Guilherme Bohnen, COO of Pmweb and Román Hughes, Senior Manager of Corporate Marketing of the Free Market, the local market had the opportunity to hear a little more about automated marketing through data, communication and creativity and how this technology can help in optimizing communication with a focus on conversion and the all-American relationship.
Román shared his experience, being a Pmweb client for over four years and the constant challenges to communicate in scale and at the right time for the right person and the right channel.

Foto: Guilherme Bohnen (COO Pmweb), Victora Cole (Managing Director Wunderman BA), Tarik Potthoff (CEO Pmweb), Juan Pablo Jurado (Presidente Wunderman BA y CEO Regional de Wunderman para LATAM) e Emiliano Galván (VP Wunderman BA).

 
Watch the video and see what a historical night was like.

 
 
And check out the photos in our Facebook album:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10156062900278949.1073741826.168225283948&type=1&l=e07d68b9e6
 [:es]

Estamos oficialmente en el mercado argentino.

Sucedió la noche del 30 de octubre en el bar de Uptown. BA en Buenos Aires, el lanzamiento de Pmweb como parte de Wunderman Argentina. Emilio Galvan, Vicepresidente de Wunderman, Guilherme Bohnen, COO de Pmweb y Román Hughes, Gerente Senior de Marketing Corporativo del Mercado Libre, el mercado local tuvo la oportunidad de escuchar un poco más sobre el marketing automatizado a través de datos, comunicación y creatividad, y cómo esta tecnología puede ayudar a optimizar la comunicación con un enfoque en la conversión y la relación de todos los estadounidenses.
Román compartió sobre la experiencia del cliente de Pmweb por más de cuatro años y los desafíos constantes para comunicarse en escala y en el momento adecuado para la persona adecuada y el canal correcto.

Foto: Guilherme Bohnen (COO Pmweb), Victora Cole (Managing Director Wunderman BA), Tarik Potthoff (CEO Pmweb), Juan Pablo Jurado (Presidente Wunderman BA y CEO Regional de Wunderman para LATAM) e Emiliano Galván (VP Wunderman BA).

 
Mire el video de esta noche histórica.

 
 
Y vea las fotos en nuestro álbum de Facebook:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10156062900278949.1073741826.168225283948&type=1&l=e07d68b9e6
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