5 estratégias para aplicar na sua Black Friday 2023

Faltam poucas semanas para a data comercial mais importante do ano. Desde que se popularizou e ganhou força aqui no Brasil em 2012, a Black Friday se mostra como uma excelente oportunidade para as marcas lucrarem.

Com muitas possibilidades disponíveis, a busca para atrair e captar leads está cada vez mais competitiva, exigindo por parte das marcas diversas estratégias, que tenham como objetivo fidelizar os consumidores, captar potenciais compradores e compreender as novas tendências de consumo.

E, apesar do cenário de crise econômica em 2023, a Black Friday, que este ano vai acontecer em 24/11, traz boas expectativas para o comércio.

Você sabia? 🤔Cerca de 20%* do faturamento anual de vendas online é realizado no mês de novembro (período em que ocorre a Black Friday), segundo pesquisa da Global. 

Por isso, preparamos 5 estratégias para aplicar na Black Friday 2023:

01. Realize o seu planejamento com antecedência

As buscas por ofertas começam cedo. 26%* das pessoas iniciam suas pesquisas 3 meses antes e 22%* apenas 1 mês antes da Black. Portanto, é importante começar as suas comunicações cedo, falando sobre as promoções, datas e dinâmicas, com estratégias de senso de urgência e curiosidade, para engajar desde cedo o usuário. 

02. Invista na experiência do cliente

Levar uma experiência única para os clientes é fundamental para que a sua marca se torne uma das queridinhas. E isso está relacionado com toda a jornada de compra, entendendo o que o usuário precisa no momento certo, pelo canal certo e com a mensagem certa.

E é fundamental pensar na experiência mobile, afinal, 88%* dos clientes afirmam que fazem suas compras online, através do smartphone.

Você sabia? 🤔Existe a expectativa do Cartão de Crédito (60%*) ser a forma de pagamento mais utilizada na Black Friday 2023, seguido do PIX (38%*).

03. Crie uma estratégia focada em cupons de desconto

Para 55%* dos compradores, o fator primordial para continuar se relacionando com uma marca após a compra é o recebimento de cupons. Com isso, invista em descontos progressivos, que podem ser focados em produtos ou categorias específicas. Claro, tudo isso com muita criatividade e sensos de urgência e curiosidade em todas as comunicações, para incentivar e despertar o interesse da sua base. 

04. Trabalhe com muita personalização nos e-mails

Um dos canais mais importantes no CRM, o e-mail marketing permite alcançar de forma rápida e eficaz um grande número de clientes e potenciais clientes com um alto retorno sobre o investimento (ROI), possibilitando também o envio de mensagens personalizadas. Desta forma, a comunicação se torna mais relevante e única para cada usuário. Prova disso é que 56%* dos consumidores dizem que o e-mail é o seu canal favorito para receber ofertas e conteúdos das marcas. 

Para anotar: palavras-chave com boas taxas de abertura para você incluir no Subject dos seus e-mails.

  • Chance de economizar: 17%
  • Início das vendas: 15,5%
  • Frete grátis: 14,3%
  • Última chance: 14,2%
  • Black Friday: 14%
  • X% de desconto: 13,6%

05. Compreenda a real necessidade e os desejos dos clientes

Por último e não menos importante, é essencial fazer com que o cliente se sinta valorizado e engajado com a sua marca de forma significativa, seja com interações personalizadas ou até mesmo pesquisas de progressive profiling, já que desta forma você estará criando uma relação de confiança e escuta, além de captar insights que possam ser usados de maneira eficaz nas suas estratégias de comunicação. 

Um universo de possibilidades para uma Black Friday de outro mundo

E aí, anotou todas as estratégias? Confira mais dicas e as principais tendências em CRM para a atuação da sua marca durante o período da Black Friday 2023 em nosso estudo exclusivo, desenvolvido em parceria com a Confi.Neotrust.

Para aprimorar o relacionamento com seus clientes e alcançar novos resultados, entre em contato com a gente. Acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br 😉

*Todas as fontes dos dados estão disponíveis no estudo completo.

Dark Mode: boas práticas e mais dicas essenciais 

Atualmente, a grande maioria dos aplicativos, sistemas, sites e dispositivos contam com a opção de modo escuro, também conhecido como Dark Mode.


Mas o que exatamente é o modo escuro?


Ele nada mais é do que uma configuração de visualização que troca cores na tela do usuário, alterando contrastes, fontes e backgrounds em dispositivos, sites, aplicativos, e-mails.


Em resumo, o Dark Mode utiliza fundos escuros contrastando com textos claros enquanto o Light Mode, opção padrão, usa fundos claros com textos escuros. 

Por que o Dark Mode se popularizou e ganhou relevância?

O Dark Mode ganhou força a partir de 2018 e 2019, quando passou a ser incorporado como opção em sistemas operacionais e aplicações como Apple iOS e Android, Office, Instagram, Gmail, Chrome e Twitter. 


O principal motivo do aumento do número de versões de modo escuro disponíveis foi porque esse tipo de visualização trouxe diversas vantagens para os usuários.


44% dos dos profissionais que trabalham com e-mail já consideravam o modo escuro em 2021, segundo a pesquisa Email After Dark.


De acordo com relatório da Litmus, houve um aumento de mais de 22% na visualização de e-mails em Dark Mode entre o final de 2021 e o final de 2022. Além disso, cerca de 82% dos usuários de smartphones usam o modo Dark Mode em algum momento.


Isso só demonstra que o modo escuro não é apenas uma tendência passageira, mas se tornou um requisito técnico de usabilidade e acessibilidade requisitado pela grande maioria dos usuários de dispositivos eletrônicos. 

Benefícios que o Dark Mode trouxe para o dia a dia dos usuários.

1) Mais economia para a bateria de smartphones.
As telas OLED, presentes na grande maioria dos celulares, “desligam” os pixels pretos, gerando ao mesmo tempo alto contraste e mais economia de energia.

Ao ativar o Dark Mode, uma quantidade maior de pixels é desligada, aumentando significativamente a autonomia da bateria.

Essa economia de energia também depende do brilho da tela: quanto mais brilho, mais economia em relação ao Light Mode.

2) Pode melhorar a leitura e a legibilidade.
Segundo dados do IBGE, cerca de 19% da população brasileira possui algum tipo de distúrbio visual. 

Por conta disso, ter uma possibilidade de visualização que aprimore a performance visual nos dispositivos eletrônicos é um passo importante para tornar o uso cada vez mais acessível para todos.

3) Olhos mais descansados.
O Dark Mode reduz a exposição à luz azul, que causa cansaço aos olhos e que também pode interferir na qualidade do sono.

Então, ao invés de apenas baixar o brilho no final do dia, utilizar o modo escuro pode trazer um alívio visual ainda maior.

4) Personalização para os usuários.
Além de todos os benefícios mais técnicos e de acessibilidade, o Dark Mode também amplia o controle do usuário na definição de suas preferências de usabilidade de seus dispositivos. 

Pmweb, e-mail e Dark Mode

Aqui na Pmweb todas as nossas entregas de e-mail são criadas e codificadas de forma a otimizar ao máximo a visualização em Dark Mode. 


Em nossas construções priorizamos a melhor legibilidade dos textos e garantimos as melhores práticas para os recortes das imagens e inserção de HTML, mantendo ao máximo a organização visual e a identidade dos clientes.


Isso demonstra o nosso empenho em sempre levar a melhor versão possível para nossos clientes e seus usuários, utilizando todas as possibilidades tecnológicas disponíveis para garantir mais otimização e buscar resultados cada vez melhores. 

Quer continuar aprimorando seu relacionamento com seus clientes?

Estratégias de CRM bem pensadas passam por inovações técnicas como o Dark Mode, ações comportamentais e muitas outras áreas de impacto. 


Para aprimorar o relacionamento com seus clientes e alcançar novos resultados, entre em contato com a gente. Acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br.

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Escrito por: Bruno Raupp, Analista de Conteúdo na Pmweb.
Formado em Jornalismo em 2020. Experiência como redator desde 2016, trabalhando com publicidade, marketing e CRM

Estudo de Black Friday 2023: prepare-se para os eventos de lançamento

Já passamos da metade do ano e isso significa que a Black Friday tá cada vez mais próxima. Por isso, chegou a hora de compartilharmos os principais insights e tendências para enriquecer as suas possibilidades de vendas. 


Vem saber todos os detalhes sobre os eventos de lançamento do nosso Estudo de Black Friday 2023, construído pela Pmweb em parceria com a Confi


As inscrições para participar são gratuitas e abertas ao público geral, além de também disponibilizarmos café da manhã para todos os participantes.

Confira os detalhes dos eventos. 

Lançamento em Porto Alegre:
Dia: 16 de agosto
Horário: 10h às 12h 
Local: Instituto Caldeira (Rua Frederico Mentz, 1606 – Navegantes, Porto Alegre – RS)
Evento em parceria com a CNEX
Apoio: Confi


Lançamento em São Paulo:
Dia: 22 de agosto
Horários: 10h às 12h
Local: Escritório da Pmweb (Rua Mário Amaral, 50 – Paraíso, São Paulo – SP)
Evento em parceria com a Validity
Apoio: Confi

Quero me inscrever

Uma Black Friday, um universo de possibilidades.
Durante os eventos, vamos apresentar cenários, perspectivas, oportunidades, dicas exclusivas, além de um momento especial de networking.


Principais tópicos:

  • Dados do mercado
  • Tendências de consumo
  • Estratégias de CRM
  • Comportamento dos consumidores
  • Cases de sucesso

Os participantes dos eventos terão acesso ao Estudo no dia de cada apresentação.


Inscreva-se!

Como o Design afeta a confiabilidade do cliente

Já se deparou com situações em que você precisou escolher um fornecedor, uma loja ou um serviço por conta própria, sem recomendação? Qual foi seu critério à primeira vista? Provavelmente foi o perfil, site ou página que te passou mais confiança. Mas como isso ocorre? Como fazer com que um site passe mais confiança do que outro?

Segundo os princípios da linguagem visual, quando acessamos uma página, a primeira coisa na qual reparamos é o visual dela, e depois o conteúdo em questão. Isso também se aplica, por exemplo, a imagens em um cardápio. A foto que parece mais interessante nos chama a atenção e depois é que prosseguimos na leitura do que contém no prato.

O mesmo ocorre com o design visual de marcas, aquele que se destaca, que parece mais trabalhado, mais profissional, geralmente é o que atrai nossa atenção e desperta nossa curiosidade e confiança. Veja o exemplo de duas docerias – fictícias – abaixo:

Fonte: da autora

Se alguém procura por uma doceria e se depara com essas duas opções como resultado, as chances de clicar na primeira são muito maiores do que clicar na segunda. Isso ocorre porque o logotipo da primeira parece feito por um profissional habilitado, parece mais trabalhado, logo, mais profissional, enquanto a segunda passa a impressão de algo amador, feito às pressas e sem muita atenção.

É quase como se nosso cérebro fizesse uma analogia de que uma identidade visual mais profissional equivale a um produto ou serviço mais profissional também, enquanto a identidade mais descuidada equivale a um produto/serviço igualmente descuidado. É importante salientar que não necessariamente isso é verdade, mas é a impressão que é passada para o subconsciente do público. Portanto podemos dizer que uma identidade visual elaborada impacta diretamente na visão que o consumidor terá sobre a marca.

Principais pontos de atenção para uma boa presença digital

Além da identidade da própria marca, outros itens também colaboram para uma primeira boa impressão, são eles: layout do site, organização do conteúdo, tom de voz da marca, banners, anúncios, foto de capa, posts em redes sociais, etc.

Não esqueça que sua presença digital é o seu cartão de visita, pois muitas vezes é o primeiro contato do consumidor com a sua empresa, principalmente se ela foi encontrada através de busca orgânica e não por recomendação de outros consumidores. Sabido disso, busque profissionais que possam auxiliar nessa etapa e não subestime o potencial de uma identidade visual consistente.

Quando o âmbito visual é o principal ponto de atenção (como em sites, páginas e perfis de redes sociais) é imprescindível utilizar o design visual a seu favor para transmitir seus valores de forma clara e concisa através de uma boa organização de elementos, logotipo elaborado e layout organizado.

Lembre-se, design também é experiência, e é importante que o consumidor tenha uma ótima primeira experiência com a sua marca para gerar confiabilidade no seu produto/serviço. Portanto, conte com o design visual como um forte aliado nesse processo e potencialize sua presença digital, tornando sua marca mais forte e confiável para seus consumidores.

Referências:

Sintaxe da Linguagem Visual, Martins Fontes.

Arte e percepção visual: Uma psicologia da visão criadora, Rudolf Arnheim.

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Escrito por: Mirella Gaspareto, Analista de Criação na Pmweb.

Afinal, o conteúdo da sua marca é acessível?

Se essa pergunta faz parte do seu dia a dia no trabalho com redação ou relacionamento com o público, esse texto é para você. 

Conteúdo acessível é aquele que passa a mensagem da sua marca para o maior número de pessoas possível de uma forma inclusiva e respeitosa. Em uma analogia prática, podemos pensar em exemplos comuns do dia a dia: uma calçada sem rampa de acesso, um semáforo sem sinal sonoro ou um discurso presidencial sem intérprete de libras. 

Mas o que fazer quando a comunicação também se torna uma barreira na busca por igualdade de condições e acesso à informação? Um texto, uma frase ou mesmo uma palavra podem ser a diferença entre uma pessoa se sentir incluída ou excluída, representada ou invisível. 

Segundo dados do Censo de 2010, coletados pelo IBGE, cerca de 24% da população brasileira convive com algum tipo de deficiência e são impedidas, em maior ou menor escala, de participar da sociedade de forma plena. O grande desafio, principalmente para redatores e designers que não possuem deficiência, é considerar um mundo para além do seu e buscar formas de tornar os conteúdos acessíveis. 

Se você está se perguntando como isso é possível, aqui vão cinco dicas fáceis de aplicar e que vão mudar a forma de comunicar a sua marca para o mundo. 

Afinal, como construir um conteúdo acessível? 

1- Incorpore a cultura da acessibilidade no seu dia a dia

Antes de fazer, é importante compreender o porquê de fazer. Abra espaço para que pessoas com deficiência compartilhem suas experiências, faça exercícios para detectar oportunidades nos materiais da marca, documente dicas e estratégias acessíveis para consulta sempre que necessário. 

É importante tornar a acessibilidade um modo de pensar e não apenas uma forma de transmitir conhecimento acerca da marca para seus clientes. Essa primeira dica é super básica, afinal, quanto mais você praticar, mais naturalmente esses conceitos encaixam na rotina.  

2- Comece eliminando alguns termos da comunicação

Como mencionamos anteriormente, algumas palavras e expressões podem ser a diferença entre uma pessoa se sentir incluída ou excluída, representada ou invisível. Adotar uma linguagem não discriminatória é o primeiro passo para tornar o conteúdo acessível. Confira como aplicar no dia a dia:

Na linguagem

Não associe a deficiência à doença: ela é vista como uma entre tantas características da diversidade humana.
Não usar a expressão “deficiente físico” para se referir a alguém com deficiência: o termo correto é “pessoa com deficiência”.
Não usar “X”, “@” ou “os/as” como linguagem pela equidade de gênero: esses recursos são incompatíveis com leitores de tela, o que compromete a leitura de pessoas que utilizam essas tecnologias assistivas.

Nas redes sociais

– Não utilize números no lugar de letras.
– Evite intercalar letras minúsculas e maiúsculas em uma mesma palavra.
– Não force a formatação de texto.
– Evite criar figuras a partir de símbolos, como (o.o).
– Em hashtags com diversas palavras, utilize letras maiúsculas no início de cada uma delas.
– Evite o uso de fontes alternativas. 

Nos conteúdos

– Todo conteúdo digital não textual deve conter descrição da imagem.
– Todo conteúdo em vídeo com texto falado deve possuir versão legendada.
– Evite substituir palavras por emojis ou usá-los de forma repetida.
– Os hiperlinks dentro dos textos devem indicar o destino do link.
– Vá direto ao ponto e reúna as informações mais importantes em textos concisos.
– Reflita sobre a necessidade de textos com senso de urgência, eles podem afetar pessoas que sofrem com síndrome do pânico.
– Evite termos como “Corra”, “Espie aqui”, “Ver agora”, “Você vai enlouquecer”, “Veja isso”, “Na palma da mão” e demais palavras que possam excluir pessoas com deficiência

E, por fim, sempre se questione sobre a acessibilidade do conteúdo, leia, releia, peça ajuda e lembre-se: a troca de experiências é fundamental no processo, principalmente com quem vivencia as barreiras impostas pelo capacitismo – discriminação contra pessoas com deficiência. 

3- Linguagem neutra x linguagem inclusiva

Você deve estar se perguntando o porquê de recomendar o uso de palavras no plural, ao invés da utilização de novas grafias como amigxs, tod@s, todes. A resposta não é tão simples, mas passa por dois pontos importantes: 

1- Segundo pesquisa do IBOPE, cerca de 21% da população brasileira está entre a faixa considerada analfabeta e rudimentar. Outros 42% estão na faixa elementar de alfabetismo funcional. Ou seja, uma escrita complexa, com símbolos no lugar de letras, pode dificultar o entendimento.
2- O uso de X e @ para formar palavras cria barreiras para pessoas com deficiência visual que necessitam de leitores de tela. 

A utilização do “e” no final das palavras é uma alternativa a esse cenário, porém, essa substituição traz uma certa complexidade para pronomes possessivos, indefinidos, artigos definidos e indefinidos na produção de textos longos. 

Por isso, como já mencionamos acima, vale sempre evitar a definição de gênero nos textos, buscando alternativas de substituição dentro da língua portuguesa já estabelecida. 

4- Vá direto ao ponto com objetividade e clareza

Quando falamos em conteúdo acessível, o usuário deve ser, ainda mais, o foco da comunicação. Construções simples, termos claros e informações diretas são fundamentais para que todas as populações compreendam a mensagem e se sintam incluídas pela marca.

Nos subjects de e-mails, por exemplo, evite utilizar trocadilhos e brincadeiras quando a mensagem for importante, como um pedido cancelado ou entrega a caminho. Pessoas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) podem deixar essas informações passarem despercebidas, por não identificarem que se trata de algo relevante. 

É essencial tomar cuidado com o excesso de gatilhos nas comunicações ou incentivos exagerados. Imagine uma pessoa com Síndrome do Pânico lendo uma mensagem que diz “é agora ou nunca mais, compre imediatamente”. Lembre-se: o estado emocional dos usuários no momento de decisão da compra ou de executar uma ação sugerida interessa para as marcas. Além disso, o próprio relacionamento com os clientes pode ser comprometido nesses momentos.

A comunicação acessível é dever de todos os redatores, designers, diretores de arte e estrategistas das marcas. Atentar para que todos os públicos sejam acolhidos não é mais um diferencial do mercado, mas uma exigência de relacionamento. A cultura da inclusão precisa ser parte ativa do dia a dia de um time e não apenas algumas regras no momento de produzir textos. Uma equipe que pensa em acessibilidade produz conteúdos acessíveis.

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Escrito por: Kellen Dalbosco, Analista de Conteúdo na Pmweb.
Jornalista formada pela Unisinos, possui experiência em reportagem, roteirização de vídeos, planejamento de conteúdo e redação para diferentes plataformas.

Agile Marketing: os benefícios e os aprendizados sobre a agilidade no marketing

Adaptar os métodos ágeis para a área de serviços e incorporar a agilidade no ambiente de Marketing Cloud e CRM tem sido um baita aprendizado. Os desafios são muitos, mas dia após dia tenho visto os resultados aparecerem. Tem sido assim desde que eu, Melissa Ribeiro, iniciei minha trajetória como Agilista na Pmweb, a maior empresa de CRM da América Latina.

Quando a gente fala de agilidade no marketing algumas perguntas são sempre recorrentes.  Além de responder a essas perguntas, neste artigo eu quero compartilhar com você alguns dos aprendizados que eu tenho tido no processo de transformação ágil de uma empresa de serviços e tecnologia para marketing e CRM. Vou começar respondendo as perguntas de sempre. 

É possível utilizar métodos ágeis na área de serviços?

Sim, com certeza! É possível criar equipes ágeis no marketing. Embora tenham surgido no ambiente de TI e sido criados para o desenvolvimento de produtos, os métodos ágeis foram pensados para times e ambientes criativos que trabalham com produtos intangíveis, imateriais. As empresas de desenvolvimento de software não vendem “zeros e uns”. Elas vendem organização, controle e acesso à informação, conteúdo, experiência, conhecimento.

Os métodos ágeis sugerem uma forma de gestão para uma nova economia, novos modelos de negócio e um cenário de profundas incertezas e rápidas transformações que exigem soluções criativas e facilmente adaptáveis. As grandes mudanças no comportamento dos consumidores neste século XXI nos levam a perceber que muitas estratégias de marketing e modelos de gestão que funcionaram perfeitamente no século passado não encontram o mesmo sucesso nos dias de hoje. Como, então, fazer diferente?

No fim das contas, o que os distintos métodos ágeis oferecem é um modelo de trabalho que permite às equipes e às empresas terem licença para experimentar, errar e aprender rapidamente com os erros para que possam ajustar continuamente suas rotas a fim de crescerem e oferecerem produtos e serviços que atendem às necessidades de seus clientes.

A essência dos métodos ágeis é trabalhar de forma incremental (fazer entregas parciais até completar todo o projeto) e iterativa (realizar revisão constante), gerando valor frequente para o cliente. E isso também pode ser aplicado na área de serviços, com as devidas adaptações.

Na prática, isso significa ter ciclos menores de trabalho, com planejamentos mais flexíveis para gerar entregas mais rápidas e receber feedbacks dos clientes com maior frequência, em vez de esperar pela perfeição.

A ideia é aprender com experimentos e dados mais que opiniões e convenções. Isso nos permite tomar decisões de marketing mais eficazes em vez de perder tempo produzindo coisas erradas ou desnecessárias.

Significa também que os clientes e usuários recebem benefícios continuamente, o que fideliza a relação da empresa prestadora de serviços com seus clientes e os usuários com as marcas. Fazemos isso em marketing e CRM, por exemplo, quando realizamos testes A/B e a partir do comportamento das bases de clientes conseguimos criar estratégias mais eficazes.

Se existe um certo grau de incerteza e risco no que fazemos e não sabemos exatamente o que nos levará ao resultado desejado, então esse é o melhor contexto para o uso da agilidade. 

Embora seja possível utilizar métodos ágeis no marketing, algumas adaptações são necessárias em algumas circunstâncias, já que eles idealmente foram pensados para times de produto. Por exemplo, geralmente a área de TI trabalha com uma quantidade menor de projetos simultâneos, porém os projetos são maiores e mais duradouros porque focam no desenvolvimento e aperfeiçoamento de determinados produtos ao longo do tempo.

Já no marketing é mais comum encontrarmos um cenário diferente: trabalha-se com diversos projetos pequenos e de menor duração de forma paralela. Tudo isso implica em algumas mudanças na forma de empregar a agilidade no marketing. Mas esse não é o foco deste artigo.

Por que usar métodos ágeis no marketing?

Agora que você já entendeu que a agilidade também é para o marketing, quero explicar porque ela tem sido cada vez mais adotada nesse setor. Para que você mesmo chegue às suas conclusões, te digo que a agilidade é recomendada para times que vivenciam pelo menos três das cinco situações abaixo:

  1. Mudanças são realizadas com frequência e precisam ser incorporadas aos projetos;
  2. Há muitas demandas urgentes e não planejadas;
  3. O cliente nem sempre sabe o que quer/precisa;
  4. O time tem dificuldade em cumprir prazos;
  5. O time tem dificuldade de estimar horas para realizar as demandas. 

Identificou algumas dessas situações na rotina da sua equipe? É bem provável que sim. A realidade hoje é que em grande parte das empresas de marketing o alto volume de informações e demandas acabam criando equipes sobrecarregadas, com dificuldade de priorização, o que quase sempre leva à dificuldade de cumprir prazos e de organizar processos. 

Os métodos ágeis atuam justamente na administração dessas circunstâncias e nos ajudam a criar equipes de alta performance, focadas na entrega de resultados e na evolução contínua. 

De acordo com o 5th Annual State of Agile Marketing Report, elaborado pela Agile Sherpas, 43% das empresas de marketing participantes da pesquisa já utilizam o agile marketing para o gerenciamento do trabalho, como reuniões diárias, backlogs, sprints, Kanban, entre outros.

Dentre elas, 75% estão satisfeitas com as formas ágeis de trabalhar e concordam que podem lidar melhor com o trabalho em ritmo acelerado em comparação a métodos tradicionais de gestão. Além disso, 92% das equipes de marketing que utilizam uma gestão ágil estão confiantes de que elas conseguem lidar melhor com qualquer trabalho não planejado em condições remotas ou presenciais. Um percentual expressivo, não é mesmo?

Fonte: 5th Annual State of Agile Marketing Report, Agile Sherpas.

O relatório ainda revela que a adoção de métodos ágeis em equipes de marketing traz como principais benefícios o melhor gerenciamento de mudanças de prioridade (63%), a melhor visibilidade do status do projeto (63%) e a melhoria da produtividade dos times (62%).

Das equipes que implementaram o ágil, 80% afirmam que a mudança foi valiosa. O levantamento também aponta que 51% das empresas pretendem implementar o agile marketing em 2023. 

Fonte: 5th Annual State of Agile Marketing Report, Agile Sherpas.

O que as equipes de marketing ganham com a agilidade? 

Através de ciclos curtos de trabalho, com feedbacks constantes do cliente, é possível melhorar a comunicação, tanto entre os membros do time quanto em relação aos clientes. 

Equipes menores e multifuncionais ganham em produtividade, diálogo, colaboração e fluidez das demandas.

A agilidade no marketing ajuda a aperfeiçoar os processos de trabalho, equilibrar a distribuição das tarefas e economizar tempo e dinheiro, por meio do investimento em esforço e recursos financeiros com objetivos mais claros. A consequência é a criação de um ritmo de trabalho mais saudável, a aceleração do tempo das entregas e a melhora da qualidade das entregas

Além de todos os benefícios que apontei, a agilidade é capaz de ajudar as equipes de marketing a serem mais assertivas em relação ao que precisa ser feito, criando uma vantagem competitiva no mercado e o ambiente propício para ações inovadoras que, de fato, trazem resultados. Em vez de apenas “criar mais coisas”, a cultura ágil faz com que as equipes de marketing criem “coisas certas” para as reais necessidades do cliente de forma relevante e certeira. 

Qual o método ágil mais adequado para o marketing? 

Bom, para isso não tenho uma resposta pronta. Isso porque são vários os fatores que vão determinar o método, framework, abordagem, técnicas, ferramentas e práticas ágeis mais eficientes. Para cada equipe, cada empresa ou mesmo estilo de projeto há variáveis que influenciam na escolha dos processos a serem utilizados. 

Em geral, equipes que trabalham com fluxo contínuo de demandas e um volume alto de tarefas urgentes e não planejadas têm maior sucesso com o Kanban, enquanto times que conseguem estabelecer um certo planejamento das atividades em sprints e podem se organizar em uma estrutura de trabalho cadenciado alcançam maior produtividade com o Scrum. Mas isso não é uma regra. 

É preciso avaliar bem as condições, os objetivos, as estratégias e o fluxo de trabalho para tomar a melhor decisão. A equipe trabalha mais com projetos ou com processos? São projetos longos ou mais curtos? É possível trabalhar com equipes menores e multifuncionais? Todas essas respostas ajudam a traçar um diagnóstico mais preciso para que a escolha ideal possa ser feita. 

Por onde começar?

Eu acredito que a melhor forma de começar uma transformação ágil é entender o porquê da necessidade de se realizar tal processo. Antes de decidir o melhor método a seguir, de organizar squads e definir papéis, de iniciar cerimônias e preencher boards de acompanhamento de fluxo é preciso estar ciente da essência da agilidade. Antes da mudança do processo deve estar a mudança de mindset.

Eu sempre costumo dizer nos meus treinamentos que o Manifesto Ágil, publicado em 2001 por aqueles 17 desenvolvedores de software, não recomendou esse ou aquele método como o mais eficaz para uma equipe alcançar a agilidade.

Aqueles profissionais chegaram à conclusão de que estavam tendo resultados muito melhores do que se estivessem trabalhando por métodos tradicionais de gestão de projetos porque o que eles tinham em comum eram valores e princípios. E foi exatamente esse “achado” que eles quiseram compartilhar com o mundo.

O mesmo aconteceu com o Agile Marketing Manifesto, que para a velocidade e a complexidade do marketing hoje propôs valores e princípios ágeis claramente adaptados ao setor. 

É por isso que eu defendo que a melhor forma de se começar um processo de transformação ágil é mergulhar profundamente no entendimento do que é a cultura ágil, quais são os valores e os princípios do agile marketing e como eles podem ser aplicados no dia a dia das equipes e da empresa, conforme o seu contexto atual.

Os métodos e frameworks ágeis virão depois para nos ajudar a materializar esses valores e princípios em processos organizados de trabalho. Se o movimento é contrário – primeiro os processos e depois a cultura – fatalmente o sucesso se mostrará distante. 

Na Pmweb, esse caminho de desenvolvimento de uma cultura ágil tem sido facilitado pela criação do Agile Transformation Office (ATO), time do qual eu faço parte e é dedicado à disseminação da agilidade na empresa. O time apoia tanto a implementação quanto a sustentação das práticas ágeis.

Aprendizados sobre o Agile Marketing

Se você está pensando em implementar processos ágeis na sua equipe ou empresa de marketing, seguem 10 pontos importantes para você se guiar. São aprendizados que eu tenho tido nesta minha jornada como Agilista na área de marketing e CRM.

1) Planeje: Antes de escolher o método ou framework a ser utilizado ou dar qualquer outro passo faça um bom planejamento, estabelecendo os objetivos e metas a serem alcançadas, entendendo o estado atual de sua equipe e desenhando o caminho a ser seguido.

Para esse processo eu recomendo fortemente o uso do Agile Transformation Planning, uma ferramenta criada pelo Agile Institute Brazil (AIB) que vai te guiar e orientar na preparação e efetivação do modelo ágil. O Agile Transformation Planning é muito completo e reúne diversas ferramentas que vão te apoiar nessa jornada. 

2) Crie um ATO: Ter pessoas voltadas exclusivamente para a disseminação da agilidade e para a orquestração da transformação ágil faz toda a diferença. O Agile Transformation Office funciona como um ponto focal na empresa tanto para a implementação quanto para a sustentação do modelo ágil. Além de oferecer treinamentos, mentorias e coaching, ele avalia o grau de maturidade ágil e o quanto é possível evoluir, traçando a jornada necessária a ser percorrida. O ATO trabalha com o apoio de métricas e o uso de ferramentas adequadas a cada situação, a partir do direcionamento estratégico dado pelas lideranças da organização. 

3) Invista na preparação dos profissionais e equipes: Faça workshops, dê treinamentos. Foque no entendimento dos valores e princípios ágeis na formação inicial. Na Pmweb utilizamos ferramentas como Defesa dos Valores Ágeis e o Agile Clock, também do AIB, para um alinhamento inicial sobre o que pretendemos buscar com a implantação do modelo ágil de gestão na empresa.

4) Escolha o método ou framework mais adequado para a sua realidade: Não há uma receita de bolo para a implementação do agile marketing. É preciso avaliar o contexto para tomar a melhor decisão. Muitas vezes será necessário conjugar mais de um método, abordagem ou framework. A Pmweb tem um framework próprio, estruturado especificamente para o contexto e as necessidades da empresa. Seja criativo e estratégico para encontrar uma estrutura que melhor se adapta às suas necessidades.

5) Monte um time de integração: As lideranças precisam estar totalmente envolvidas e alinhadas em relação ao processo de transformação ágil e a criação de um time que reúna todas as lideranças de uma tribo com encontros regulares é a melhor forma de fazer isso acontecer.

6) Foque na mudança de papéis: A transição para o modelo ágil traz junto a necessidade de desenvolvimento de uma série de soft skills. A alteração de papéis, quando necessária, precisa ser acompanhada bem de perto porque muitas vezes os profissionais precisarão desenvolver novas habilidades técnicas e comportamentais. O uso das ferramentas Flaps Job Description e Flaps Personal Skills Gaps, disponibilizadas pelo AIB Institute, são muito úteis nesse processo. 

7) Acompanhe as equipes: Os profissionais e os times que adotam o modelo ágil precisam de um acompanhamento mais próximo. A mudança para o contexto ágil requer um aprendizado e uma mudança de mindset e isso não ocorre do dia para a noite. Os agilistas têm o papel de promover a orientação necessária, que pode levar alguns meses. Em certos casos é preciso realizar sessões de coaching e mentorias individuais, conduzindo os profissionais a um processo de evolução da maturidade ágil. 

8) Promova o desenvolvimento contínuo dos Scrum Masters: Os Scrum Masters são os guardiões do modelo ágil. Eles funcionam como multiplicadores e defensores da agilidade nos times. Por isso é tão importante oferecer treinamentos, sessões de coaching, mentorias individuais e outras formas de acompanhamento e desenvolvimento desses profissionais. Na Pmweb temos uma trilha de lifelong learning para os SMs, projetada para encontros regulares com eixos de estudo definidos.

9) Envolva os clientes: Esse é um dos principais benefícios do modelo ágil de gestão para o marketing. Traga os clientes para dentro do processo criativo. Os clientes podem/devem participar do início ao fim do desenvolvimento dos projetos e não apenas receber algo pronto no final da cadeia produtiva, como no marketing tradicional. A colaboração e a participação do cliente e também dos usuários nas diferentes etapas do processo de produção garante uma maior assertividade das ações. 

10) Esteja aberto para a mudança de planos: Entenda que ajustes serão necessários ao longo do caminho e não tenha receio de mudar a rota. O ATP, que citei como instrumento de planejamento de uma transformação ágil, por exemplo, é um documento vivo, que pode ser alterado sempre que necessário e que requer um acompanhamento contínuo. No modelo ágil as mudanças são bem-vindas porque entendemos que elas são fruto da aprendizagem e indicam nosso movimento em busca de melhorias.

Por fim, se no seu processo de transformação ágil você encontrar algum desafio (e você vai encontrar muitos!), use os próprios valores ágeis para te dar a direção:

1) Foque nas pessoas e na comunicação entre elas;

2) Concentre-se no resultado e busque simplificar o trabalho;

3) Envolva-se com o cliente e deixe que ele se envolva com o trabalho que você está realizando;

4) Aprenda e reaja rápido, abrace as mudanças. É assim que temos alcançado nossos resultados com o agile marketing aqui na Pmweb.

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Escrito por: Melissa Ribeiro, Agilista na Pmweb.
Jornalista (UFJF), mestre e doutora em Comunicação (UFF), é também escritora, pesquisadora, professora e trainer. Como Agile Coach (PACC®) tem se especializado na transformação ágil de equipes e organizações na área de Comunicação e Marketing.

Conteúdo personalizado para alcançar maiores resultados

Com certeza você já deve ter recebido algum e-mail, SMS ou push com uma mensagem falando algo específico ou citando o seu próprio nome, como se a mensagem tivesse sido feita especialmente para você. 

Isso quer dizer que você já recebeu um conteúdo personalizado. Mas como identificar as suas características?

Ele pode ser identificado de várias formas, não só pelo texto, mas também por imagens diferentes, direcionando o cliente para diversos links.

Assim, é possível criar uma campanha cheia de possibilidades a partir de regiões dinâmicas nas peças, sem a necessidade de focar em uma versão para cada cliente. Por isso, é importante contar com um banco de dados rico em informações

Por exemplo, quando o cliente faz o cadastro em algum site para finalizar uma compra e coloca todos os dados, como nome completo, preferências de categorias e produtos, dentre outras informações pessoais, ele está ajudando na personalização.  

A partir do armazenamento dessas informações, as empresas conseguem personalizar os conteúdos que serão enviados, criando experiências individuais e únicas para todos os clientes. 

Ciclo de vida mais personalizado

O uso de dados junto com estratégias de CRM bem pensadas ajuda a promover um maior engajamento com os consumidores. Isso porque ao contar com as informações dos usuários, é possível traçar um ciclo de vida muito mais rico e completo

Saber o nome, aniversário, preferências de compra, o que foi deixado no carrinho, ajuda a construir conteúdos mais relevantes de acordo com as próprias escolhas e necessidades dos clientes. 

Entendendo os benefícios da personalização

Um dos primeiros benefícios dos conteúdos dinâmicos e personalizados é o impacto emocional que eles podem causar nos usuários. 

O tom de proximidade e exclusividade ajuda a formar laços mais fortes com a marca, criando uma relação que se expande além do simples fato de compra e venda. 

Segundo pesquisa de 2016 da empresa Proxxima, 67% dos profissionais de marketing dos EUA e Europa Ocidental usam dados de comportamento dos consumidores para desenvolver conteúdo personalizado que impacte emocionalmente os indivíduos.

Outro ponto importante é a redução no tempo de operação, afinal, ter os dados dos clientes à disposição permite a otimização de todas as etapas da produção dos conteúdos até o disparo.  

Por último, as comunicações personalizadas têm muito mais chances de impactar o cliente, melhorando os resultados finais. Segundo números de 2019 da agência WSl, 80% dos consumidores dão preferência para comprar com marcas que personalizam sua experiência.

Além disso, 90% estão dispostos a compartilhar dados quando as marcas usam para oferecer experiências mais fáceis e vantajosas de compra.

Por isso, com a quantidade de dados que temos disponíveis hoje em dia e formas de captação, não há motivos para não investir em comunicações dinâmicas e personalizadas para o seu público. 

Diferentes maneiras de personalizar as comunicações

Lembre-se que quanto mais dados dos clientes forem coletados, mais possibilidades de personalização e dinamização diferentes estarão disponíveis. 

É possível usar a data de cadastro do cliente para enviar conteúdos e promoções ao completar um ano de cadastro, por exemplo.

O uso do nome dos clientes nos subjects também é uma uma excelente forma de personalização, principalmente porque aumenta a taxa de abertura dos e-mails em até 26%, segundo pesquisa de 2019 da Campaign Monitor.

O HTML personalizado também abre um leque de possibilidades para deixar as comunicações por e-mail mais dinamizadas, como apresentar o nome do cliente na arte, direcionar para a loja física favorita, apresentar diferentes cupons e informações referentes a compras antigas. 

O histórico de compras pode ser utilizado de forma personalizada, levando produtos similares ou complementares, além de vitrines com os tamanhos e categorias preferidas dos clientes. 

Disparos em massa, também chamados de campanhas blast, podem contar com banners dinâmicos para tornar o impacto geral ainda mais específico de acordo com o step do ciclo de vida em que o cliente se encontra. 

E-mails de abandono de carrinho podem apresentar conteúdos personalizados para cada cliente e costumam ter maior eficiência e resultados melhores do que outras campanhas. 

Personalização e segurança de dados

Com a LGPD em vigor desde 2020, a responsabilidade com as informações pessoais dos seus clientes deve ser uma prioridade. 

É importantíssimo saber como proteger todos esses dados e garantir o consentimento dos usuários para que o uso seja feito de forma ética e legal, além de outros pontos que você pode conferir em nosso blog.

Após todas essas dicas, fica muito mais fácil compreender como a personalização e a dinamização nas suas comunicações podem fazer a diferença.  
Se quiser contar com a parceria de profissionais no assunto, acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br.

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Escrito por: Bruno Raupp, Analista de Conteúdo na Pmweb.
Formado em Jornalismo em 2020, Bruno possui experiência como redator desde 2016, trabalhando com publicidade, marketing e CRM.

Subject: como o assunto do e-mail pode potencializar seus resultados 

Escrito por Bruno Raupp, Pmweb

As métricas de um e-mail marketing dependem de diversos fatores, ligados a inúmeras áreas. Hoje, vamos falar sobre como um pequeno detalhe na verdade tem importância central na estratégia como um todo, impactando diretamente na taxa de abertura. 

O subject, também conhecido como assunto, é considerado a porta de entrada para o conteúdo que o e-mail se propõe a entregar. Ele é o primeiro instigador para que as pessoas se interessem pela comunicação. 

Portanto, de nada adianta planejar o seu conteúdo de e-mail e não dedicar o mesmo afinco para efeito que o subject tem.

Pensando nisso, trouxemos algumas informações valiosas para demonstrar como os subjects bem pensados e alinhados com sua estratégia podem fazer a diferença nos resultados de seus e-mails.

Entendendo o impacto de um bom subject em números

Quantos e-mails você recebe por dia? Apostamos que muitos. Quantos deles você realmente abre e lê todo o conteúdo? Provavelmente, apenas alguns.

Por isso, pensar antecipadamente na forma como o subject irá impactar pode fazer toda a diferença, afinal, 47% das pessoas abrem um e-mail apenas com base no assunto, de acordo com pesquisa de 2021 da OptinMonster. 

Além disso, segundo o mesmo estudo, 69% das pessoas relatam o e-mail como spam com base apenas na linha do assunto. Isso é um sinal importante para entender como trabalhar com o assunto de acordo com o seu público e saber utilizar todas as ferramentas disponíveis para aprimorar seus subjects. 

Aprimorando os seus subjects

Não existem fórmulas mágicas para melhorar as métricas dos seus e-mails. Por isso, colocar em prática um conjunto de ações comprovadas por dados é o melhor caminho para alcançar resultados acima do esperado

Por exemplo, o uso de emojis no subject pode aumentar as taxas de abertura em 45%. O estudo da OptinMonster também listou os emojis mais utilizados nos subjects.

Uma dica importante para deixar o conteúdo mais acessível para pessoas com deficiência é usar os emojis no fim dos subjects para que os usuários que utilizam leitores automáticos consigam compreender toda a frase sem dificuldades. 

Outro ponto que também faz a diferença é saber escolher as palavras-chaves utilizadas nos subjects. A Alchemy Worx analisou 21 bilhões de e-mails enviados por 2.500 marcas e separou as palavras que apresentaram maiores taxas de abertura.

Termos como “promocional”, “parabéns”, “grátis”, “de volta ao estoque” estão dentre os mais efetivos, além do do uso de perguntas e números. 

É claro, o essencial é saber como utilizar esses termos junto à estratégia do seu negócio, pois é preciso que o conteúdo se adapte bem ao tom de voz usado nas suas comunicações.

Por mais que certas escolhas possam parecer divertidas e instigantes, muitas vezes, dependendo do público, subjects com conteúdo mais sérios e objetivos podem acabar funcionando melhor. Por isso, a melhor estratégia de subjects é aquela que está alinhada com a comunicação da marca. 

Colocando as boas práticas em prática

Trocadilhos à parte, após encontrar a melhor estratégia, também existem diversas táticas que podem tornar o uso do subject muito mais efetivo

A personalização é bem aceita pelo público, principalmente por passar uma ideia de exclusividade. Além disso, diversas possibilidades podem ser utilizadas, como o nome, ofertas na data de aniversário, abandono de um produto específico e outras mais.

Os testes também podem ajudar a entender melhor o desempenho dos subjects e o comportamento do público. 

Por isso, teste disparos em dias e horários diferentes, além de também experimentar diversos tipos de personalizações, trazer descontos e emojis no início ou no final. 

Quanto mais você testar, mais conhecimento e dados terá sobre os seus clientes, conseguindo tomar decisões muito mais acertadas e traçar estratégias mais fundamentadas. 

Outra questão que deve sempre ser levada em consideração é a leitura dos textos no mobile, principalmente o subject. Por isso, pense em opções que possam oferecer todas as informações, sejam criativas, conversem com o seu tom de voz e apareçam sem cortes. 

Pode não parecer, mas isso é capaz de fazer total diferença para quem receber o e-mail. Uma boa forma de saber como o texto irá aparecer nos celulares é testar antes de enviar. Com esse site, é possível simular. Legal, né?

Agora é hora de aprimorar seus subjects

Depois de várias dicas sobre como utilizar os subjects da melhor forma possível, o próximo passo é colocar todas essas informações em prática e ir se ajustando aos resultados. 

Se quiser a parceria de profissionais que realmente entendem do assunto, acesse o nosso site ou fale conosco através do e-mail contato@pmweb.com.br 

Até a próxima.

A importância da consistência de uma identidade visual em campanhas de Black Friday

Escrito por Mirella Gaspareto, Pmweb

Quando diversos elementos gráficos são utilizados em conjunto com o objetivo de comunicar ao público a ideia, o propósito, os valores e a missão de uma empresa, produto ou serviço, isso pode ser definido como identidade visual. Dentre esses elementos temos nome, slogan, logotipo, tipografia, entre outros.

Porém, tanto nos e-commerces quanto nas redes sociais, elementos como avatar de perfil, capas de destaques do Instagram, capa de Facebook, layout de site e apresentação de produtos na vitrine virtual também podem ser considerados como parte de uma identidade visual, pois a marca pode desenvolver uma forma característica de se apresentar online e offline. Por exemplo, a rede de vestuário Zara que possui um site minimalista e apresenta os produtos como se fossem um photoshoot editorial, lembrando uma revista de moda.

Fonte: Site Zara em 19/10/22 (https://www.zara.com/br/)

Identidades visuais estratégicas

Quando se elabora uma campanha publicitária focada em uma data, é importante que essa campanha possua o seu KV (key visual), que é um pequeno guia visual que norteia todos os desdobramentos futuros da mesma. É neste ponto que a diferenciação se torna tão essencial. Em datas comemorativas, boa parte das empresas – principalmente do varejo – costumam desenvolver campanhas que chamam a atenção do público, utilizando de descontos especiais, slogans cativantes e publicidade intensa em todos os canais que a marca se faz presente.

Geralmente essas campanhas vêm acompanhadas de uma identidade visual exclusiva, desenvolvida especialmente para a data em questão, algo diferente do usado no dia a dia da marca. Algumas delas se tornam nostálgicas e até aguardadas, como a clássica campanha de natal da Coca-Cola com seus caminhões iluminados que atravessam cidades e ursos polares nas propagandas.

Fonte: G1 (2019)

A mudança na identidade visual de uma campanha devido a uma data é totalmente estratégica. Afinal, o público já está acostumado com a “cara” da marca, então quando algo diferente surge, isso chama a atenção. Um exemplo disso seriam campanhas de Black Friday. Nesta época do ano é possível perceber que diversas empresas adotam uma identidade visual escura com destaques vibrantes e várias delas adaptam essa identidade de acordo com seu posicionamento.

Campanhas de Black Friday

No caso da Black Friday, além da diferenciação que a identidade da campanha precisaria naturalmente possuir, também entra o tópico da consistência. Todas as comunicações da marca relacionadas a este tópico devem estar com a mesma identidade.

Também é importante pontuar que, no período da Black Friday, diversas marcas de todos os nichos estão lançando suas próprias campanhas, então cabe a sua empresa tentar se diferenciar das demais e trazer uma identidade visual forte e consistente.

Aposte em algo que represente os norteadores da sua marca e que reforce seu posicionamento, além de atualizar todos os pontos de contato da marca com a identidade visual elaborada para a data, seja nos e-mails disparados, anúncios, redes sociais ou banners do site.

Outra dica é testar nomes diferentes para a campanha de Black Friday, substituindo o “black” por algum outro adjetivo, ou então cores diferentes além do tradicional preto, pois a maior parte das marcas vão estar utilizando a identidade dessa forma durante este período. Elabore tags e slogans apenas para a data, mas mantenha-se fiel ao posicionamento da sua marca.

Exemplos de marcas que adaptam a Black Friday para sua própria identidade são as empresas americanas Target e Best Buy, cada uma delas utiliza suas próprias cores com alguns novos elementos de apoio, fugindo do tradicional e chamando a atenção do público.

Fonte: Forbes (2020)

No caso da Target, ela mantém seu tradicional vermelho e usa o apoio do azul claro para os destaques, gerando contraste em partes que necessitam de mais foco, como a palavra “Black Friday” e o balão com informações da campanha. Já a Best Buy traz um azul mais fechado, puxando para o preto, diferente do tradicional azul vibrante da marca – buscando uma aproximação do preto para combinar com a Black Friday – e assim como a Target, utiliza uma cor com alto contraste para os destaques, no caso o amarelo com a data. Esses são alguns elementos que trazem atenção e diferenciação para cada uma das campanhas.

Lembre-se: uma identidade visual consistente e diferenciada reforça a confiança na marca e desperta interesse do público.

Fontes utilizadas:

GOBÉ, Marc. A emoção das marcas – Conectando marcas às pessoas. Rio de Janeiro: Negócio, 2002.

STRUNCK, Gilberto Luiz Teixeira Leite. Como criar identidades visuais para marcas de

sucesso: um guia sobre o marketing das marcas e como representar graficamente

seus valores. 3a Edição. Rio de Janeiro: Rio Books, 2007, 160 p.

SocialFi, Web 3.0 e as novas possibilidades para o e-commerce

Escrito por Luiza Simão, Pmweb

Com o 5G sendo implementado no Brasil e no mundo, muitas mudanças começam a acontecer. Muitas delas, muito mais rápidas do que imaginamos.

Antes de qualquer coisa, é importante lembrarmos que a Web 3.0 é a terceira geração da evolução das tecnologias web. 

O que está cada vez mais claro, é que a Web 3.0 terá uma grande ênfase em aplicativos descentralizados e fará uso extensivo de tecnologias baseadas em blockchain

Afinal, o que é o SocialFi?

SocialFi reúne dois princípios: mídia social e finanças descentralizadas (DeFi). As plataformas SocialFi oferecem uma abordagem Web3 (descentralizada) para criar, gerenciar e possuir plataformas de mídia social e o conteúdo gerado por seus participantes. 

No coração do SocialFi, os criadores de conteúdo, influenciadores e participantes terão maior controle de seus dados, liberdade de expressão e a possibilidade de monetizar seus seguidores e engajamento nas mídias sociais. A monetização normalmente acontece em criptomoedas , enquanto o gerenciamento de identidade e a propriedade digital são conduzidos por tokens não fungíveis (NFTs).

Você sabia que todos os dias, mais da metade da população mundial passa em média 2 horas e 27 minutos nas redes sociais? Toda essa atenção, interações, engajamento e dados são gerados e monetizados por alguma entidade centralizada. É o que já escutamos em algum momento: “Se o produto é gratuito, você é o produto”.

Quais os benefícios da Web 3.0 para o futuro do e-commerce?

Você sabia que o Instagram já está utilizando criptomoedas? O futuro não é mais tão distante e para o e-commerce, a Web 3.0 significa uma grande evolução, como o pagamento utilizando o uso de criptomoedas. O aumento da segurança é outro fator importante: Blockchain vem com segurança avançada em comparação com outras plataformas. A segurança é tão aprimorada que cada nó do blockchain mantém uma cópia de uma transação e seu histórico. Portanto, é muito difícil para os hackers comprometerem os dados da transação.

Com mais inteligência e em um ambiente mais seguro, a Web 3.0 possibilita que as lojas virtuais possam entender melhor cada perfil do consumidor, diminuindo frustrações, as taxas de devoluções e os abandonos de carrinho.  Além disso, com a Web 3.0, também é possível ter:

  • Maior transparência: com a ajuda do blockchain, uma organização pode optar por uma rede descentralizada completa. Quando a validação termina, cada nó mantém uma cópia do registro da transação. Dessa forma, a rede blockchain lida com a transparência.
  • Rastreabilidade aprimorada: no processo de comércio eletrônico tradicional, é um desafio rastrear mercadorias. Isso pode levar a várias complicações, incluindo roubo, falsificação e perda de itens. O Blockchain permite que todas as partes rastreiem os produtos e garantem que não sejam substituídos ou mal utilizados.
  • Maior eficiência e velocidade: Na era tradicional da papelada, a transação de qualquer coisa é um processo demorado. É propenso a erros humanos e sempre requer intervenção de terceiros. Simplificar e automatizar o processo traz eficiência e velocidade. Logo, cada registro de transação será mantido por um único livro digital e compartilhado entre todos os participantes. Assim, fica mais fácil confiar uns nos outros sem a necessidade de vários intermediários. 

As novas possibilidades aumentam a cada dia e expandem uma série de tecnologias que irão revolucionar a forma como consumimos e interagimos com as mídias sociais. Marcas terão cada vez mais o papel de se aproximar com influenciadores e consumidores, gerando conversas, experiências digitais e sendo cada vez mais transparentes com seus consumidores.