[:pt]É com muita satisfação que anunciamos a parceria fechada com a Oracle Hospitality para promover a integração do Opera junto com o Pmweb CRM. Expandindo ainda mais nossa zona de atuação, agora podemos levar nossas soluções de CRM para hotéis do mundo todo. Um piloto já foi implementado em uma rede de hotéis brasileira e outras duas redes hoteleiras estão em vias de implementação do sistema.
“Há muito tempo buscávamos essa integração com um player global, então, é uma parceria muito importante para nós” – são as palavras da nossa VP, Ana Carolina Fusquine.

A homologação do Pmweb CRM junto com o Oracle Opera permitirá que os clientes tenham muito mais flexibilidade na hora de contratar as soluções tecnológicas necessárias para suas empresas. “O cliente poderá contratar o que precisa, de acordo com suas necessidades. No caso do CRM da Pmweb, por exemplo, basta comprar a interface, que é automatizada e, portanto, com integração simples e rápida” – explica Amy Secches, Sales Director da Oracle Hospitality.
A integração abrange todas as versões disponiveis do Opera: Opera On Premise, Opera Property Cloud e Opera Cloud. A estimativa é que para qualquer uma das plataformas, em até 40 dias tudo esteja rodando perfeitamente. Amy e Ana completam “Essa é umas das principais vantagens desta parceria. Muitos clientes pensam que fazer a migração do sistema leva tempo e é caro. Oferecemos uma integração ágil e com custo-benefício vantajoso”.
E não para por aí!
Em breve concluiremos a integração do Opera com o Let’s Book, nosso motor de reservas, e posteriormente com demais produtos. E estaremos no estande da Oracle durante a Equipotel para apresentarmos essas novidades e mostrarmos que estamos juntos para trazer novas soluções para o mercado hoteleiro.
Fonte utilizada: Hoteliernews[:]
Tag: hospitality
[:pt]Adrian Awards 2017: nove motivos para celebrar[:en]Adrian Awards 2017: nine reasons to celebrate[:es]Adrian Awards 2017: nueve motivos para conmemorar[:]
[:pt]Pelo sexto ano consecutivo, a Pmweb celebra com seus clientes em Nova York a conquista do Adrian Awards. A premiação da HSMAI destaca anualmente as melhores iniciativas on-line de marketing e vendas da indústria da hospitalidade mundial.
Em 2017, foram nove prêmios conquistados em parceria com os clientes, sendo um ouro, quatro pratas e quatro bronzes.
A Intercity Hotels conquistou dois bronzes com as ações de lançamento do Yoo2 by Intercity no Rio de Janeiro nas categorias e-mail e e-mail series.
O Plaza Vacation Club levou um bronze na categoria e-mail e o Rio Quente Resorts conquistou a prata na categoria mobile marketing.
Para Ana Carolina Fusquine, VP de customer sucess da Pmweb, “é um orgulho muito grande conquistar tantos troféus. Concorremos com milhares de cases de destinos e redes hoteleiras globais e conseguir este reconhecimento prova que as estratégias de relacionamento que criamos com nossos clientes são sofisticadas, rentáveis e exemplos do que há de melhor acontecendo no mercado. Ao todo já conquistamos 37 troféus e queremos mais.”

Foto: Paulo Thiago Camello do Rio Quente Resorts, Ana Carolina Fusquine da Pmweb, Cláudia Horbe e Márcia Petzold do Plaza e Tomás Ramos e Juliana Silveira da BHG
[:en]For the sixth consecutive year, Pmweb celebrates with its clients in New York the conquest of the Adrian Awards. The HSMAI Awards annually highlight the best online marketing and sales initiatives of the hospitality industry worldwide.
In 2017, we won nine prizes in partnership with our clients: one gold, four silver and four bronzes.
BHG (Brazilian Hospitality Group) won five trophies with the project for the Rio de Janeiro Olympics called “Se Joga nos Jogos” (Jump in the Games in a free translation). We won gold in the multi-cultural category, three times silver in the categories of website, website user experience and youth, plus a bronze in the email category.
Intercity Hotels has won two awards with the launch of Yoo2 by Intercity in Rio de Janeiro in the categories e-mail and e-mail series.
Plaza Vacation Club earned a bronze in the e-mail category and Rio Quente Resorts got silver in the mobile marketing category.
According to Ana Carolina Fusquine, VP of customer success at Pmweb, “it’s a great honor to win this many trophies. We compete with thousands of global destinations and hotel chains and it proves that the relationship strategies we create with our customers are sophisticated, profitable and fine examples of what is best going on in the market. In total, we have already won 37 trophies and we want more. ”

[:es]Por sexto año consecutivo, Pmweb celebra con sus clientes en Nueva York la conquista de los Premios Adrian. Los Premios HSMAI destacan anualmente las mejores iniciativas de marketing y ventas en línea de la industria de la hospitalidad en todo el mundo.
En 2017, ganamos nueve premios en colaboración con nuestros clientes: uno de oro, cuatro de plata y cuatro de bronce.
BHG (Brazilian Hospitality Group) ganó cinco trofeos con el proyecto de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro llamado “Se Joga nos Jogos”. Ganamos oro en la categoría multicultural, tres veces plata en las categorías de website, website user experience y youth, además de un bronce en la categoría de correo electrónico.
Intercity Hotels ha ganado dos premios con el lanzamiento de Yoo2 por Intercity en Río de Janeiro en las categorías de correo electrónico y serie de correo electrónico.
Plaza Vacation Club obtuvo un bronce en la categoría de correo electrónico y Rio Quente Resorts obtuvo plata en la categoría de marketing móvil.
Según Ana Carolina Fusquine, vicepresidente de customer success de Pmweb, “es un gran honor ganar muchos trofeos. Competimos con miles de destinos globales y cadenas hoteleras y eso demuestra que las estrategias de relación que creamos con nuestros clientes son sofisticadas y rentables, además de buenos ejemplos de lo que está pasando en el mercado. En total ya hemos ganado 37 trofeos y queremos más “.

Foto: Paulo Thiago Camello de Río Quente Resorts, Ana Carolina Fusquine de Pmweb, Cláudia Horbe y Márcia Petzold de la Plaza y Tomás Ramos y Juliana Silveira de BHG[:]
[:pt]Como os dados podem superar a comoditização em viagens[:en]How data can overcome the travel commoditization[:es]Como los datos pueden superar la comoditización en los viajes [:]
[:pt]Em muitos casos, o setor de viagens se tornou uma commodity, semelhante ao açúcar,a o petróleo ou ao aço, onde o produto é indistinguível dos concorrentes e a principal maneira de diferenciar as ofertas está no preço. Na verdade, é justo dizer que hoje há pouca diferença entre voos de baixo custo ou entre um hotel de negócios de preço médio, por exemplo.
O dilema dos preços foi o tema central no recente evento da marca EyeforTravel nos Estados Unidos, onde houve um claro reconhecimento de que essa abordagem nunca será suficiente e a única maneira de se destacar é através da inovação digital e dos dados.
O desafio
Claramente há um desafio para as empresas de turismo que dependem de diferenciar seu produto para manter a competitividade. Assim, a grande questão é: como os fornecedores podem criar uma diferenciação significativa nos seus produtos para fidelizar os clientes e, ao mesmo tempo, manter-se competitivos no preço? A resposta a esse desafio reside no uso efetivo e em uma grande análise de dados.
“A única maneira de superar a comoditização no mercado de viagens é através da personalização e do uso mais inteligente dos dados. As marcas precisam entender quem são seus clientes, para onde estão viajando, quando e por quê. Com esses dados elas podem descobrir o que precisam fazer para se destacarem da concorrência”. (Carlos Sánchez, gerente sênior de análise de dados e inovação de produtos da agência de viagens de negócios Carlson Wagonlit Travel)
A solução
Uma maneira de fazer um produto padronizado parecer diferente é envolvê-lo em uma experiência que possa distingui-lo. Por exemplo, enquanto cada bilhete é essencialmente o mesmo se você estiver olhando apenas a parte aérea básica, ele pode ser diferenciado se as companhias aéreas puderem melhorar a experiência da viagem de ponta a ponta, adicionando serviços auxiliares. Esses serviços podem incluir melhor funcionalidade de aplicativos, oferecendo uma reserva mais simples, check-in rápido e fácil acesso a serviços adicionais como viagens ao aeroporto e outros.
Da mesma forma, hotéis comoditizados podem melhorar sua experiência com benefícios extras como check-in antecipado, chaves de quarto baseadas em app, serviços de concierge digital, reconhecimento do hóspede, tarifas individualizadas etc.
Dessa maneira, enquanto o produto básico é indiferenciado o cliente percebe a experiência geral como memorável positivamente. “Tudo é voltado para transformar a viagem na melhor experiência que pode ser, uma experiência que permanece em sua mente para que você peça o mesmo fornecedor na próxima vez que viajar“, diz Sánchez.
O que torna isso muito mais fácil hoje é o crescente uso de dispositivos móveis pelos viajantes, a disponibilidade de enormes quantidades de dados na base de clientes e algoritmos de inteligência artificial precisos, que ajudam a identificar maneiras de tornar as viagens de negócios mais fáceis e marcantes.
E na prática?
Por exemplo, a Pmweb dispõe de uma estrutura completa de serviços e tecnologias de dados orientados ao setor de hotelaria. Diariamente, pelas integrações com os principais PMS do mercado, recebemos imensas quantidades de dados de hóspedes, além de realizarmos a coleta e o tratamento de dados que vêm de web behavior, no sites dos clientes.
Esses dados, integrados ao Pmweb CRM, podem ser usados em campanhas online de pré-check-in, pós-check-out, reserva abandonada, avaliação da hospedagem, cross-sell e outras. Além disso, eles podem apoiar a estratégia de precificação individual das tarifas por meio do Let’s Book, o motor de reservas que usa esses dados, considerando fatores como frequência de hospedagem, ticket médio, perfil geográfico e demográfico, interações com os e-mails e outras.

No entanto, quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas, as plataformas de inteligência de negócios podem ser baseadas em quatro características essenciais:
• Modelo de dados centrado no usuário e baseado em eventos
• Plataforma cruzada – cobrindo o aplicativo nativo, o site para celular e o website
• Coleta de dados em tempo real, manipulação e exportação de dados brutos a qualquer escala
• Dados acessíveis por meio de ferramentas simples e fáceis de usar, que permitem que as pessoas obtenham respostas a perguntas.
Fonte: eye for travel[:en]In many cases, the tourism industry has become a commodity, similar to sugar, oil or steel, where the product is not distinguished from competitors and the main way of differentiating supply is price. In fact, it is fair to say that today there is little difference between low-cost flights or between business hotels, for example.
The price dilemma was the main theme in the recent EyeforTravel event in the United States, where there was a clear recognition that this approach is not easy and the only way to highlight is through digital innovation and data.
The challenge
Clearly there is a challenge for tourism companies that depend on differentiating their product to remain competitive. So the big question is: how can suppliers create a significant difference in their products to keep customers loyal and at the same time remain competitive in price? The answer to this challenge lies in the effective use and intensive analysis of the data.
“The only way to overcome commoditization in the travel market is through personalization and smarter use of data. Brands need to understand who their customers are, where they are traveling to, when and why. With this data they can discover what to do to stand out from the competition. ” (Carlos Sánchez, senior manager of data analysis and innovative products of business travel agency Carlson Wagonlit Travel)
The solution
One way to make a standardized product look different is by wrapping it in an experience that sets it apart. For example, while each ticket is essentially the same if you are looking only for the basic aerial part, the difference can be in the improved airline end-to-end travel experience with the addition of extra services. These services can include better application functionality, offering simpler bookings, quicker check-in and easy access to additional services, stories such as airport trips and others.
Likewise, commoditized hotels can improve their experience with additional benefits, such as check-in in advance, room-key application, digital concierge services, customer recognition, individual rates, etc.
Thus, while the commodity itself is undifferentiated, the customer perceives the overall experience as positively memorable. “Everything is geared towards making the trip the best experience it can be, an experience that stays in your mind and makes you choose the same company the next time you travel,” says Sanchez.
What makes it much easier today is the increased use of mobile devices by travelers, the availability of large amounts of data in the customer base, and precise artificial intelligence algorithms that help identify ways to make business travel easier and more memorable.
And in practice?
For example, Pmweb offers a complete infrastructure of data services and technologies oriented to the hospitality industry. Every day, through integrations with the major PMSs in the market, receiving large amounts of data from the guests, performing the collection and processing of the data from customers’ web behavior on the client’s website.
This data, integrated with Pmweb CRM, can be used in online campaigns for pre-check in, post-check out, abandoned reservations, reviews, cross-selling and others. In addition, the data can follow the strategy of individual fare prices on Let’s Book, the booking enginethat uses this data, taking into account factors such as frequency, average tickets, geographic and demographic profile, email interaction and others.
However, whatever tools are chosen, business intelligence platforms can be based on four key features:
- User-centered, event-based data model
- Cross platform – covering native application, mobile site and website
- Real-time data collection, manipulation and export of raw data at any scale
- Data accessible through simple, easy-to-use tools that allow people to get answers to questions.
Source: eye for travel[:es]En muchos casos, la industria del turismo se ha convertido en una mercancía, similar al azúcar, aceite o acero, donde el producto no se distingue de los competidores y la principal forma de diferenciar la oferta es en el precio. De hecho, es justo decir que hoy en día hay muy poca diferencia entre vuelos de bajo costo o entre hoteles de negocios, por ejemplo.
El dilema de los precios fue el tema principal en el reciente caso de la marca EyeforTravel en los Estados Unidos, donde había un claro reconocimiento de que este enfoque no será suficiente y la única manera de destacar es a través de la innovación digital y datos.
El desafío
Es evidente que hay un desafío para las empresas turísticas que se dependen de la diferenciación de su producto para seguir siendo competitivos. Entonces la gran pregunta es: ¿cómo los proveedores pueden crear una diferenciación significativa en sus productos para fidelizar a los clientes y al mismo tiempo, seguir siendo competitivos en precio? La respuesta a este desafío radica en el uso efectivo y un gran análisis de datos.
“La única manera de superar la mercantilización en el mercado de viajes es a través de la personalización y un uso más inteligente de los datos. Las marcas necesitan entender quiénes son sus clientes, para donde están viajando, cuándo y por qué. Con estos datos pueden encontrar lo que necesitan hacer para destacarse de la competencia “. (Carlos Sánchez, gerente senior de análisis de datos y productos innovadores de negocio de agencia de viajes Carlson Wagonlit Travel)
La solución
Una manera de hacer un producto estandarizado parecer diferente es envolviendolo en un experimento que lo diferencia. Por ejemplo, mientras que cada billete es esencialmente el mismo si usted está mirando solo para la parte aérea básica, se puede diferenciar si las aerolíneas pueden mejorar la experiencia de viaje de extremo a extremo con la adición de los servicios auxiliares. Estos servicios pueden incluir una mejor funcionalidad de la aplicación, que ofrece una reserva sencilla, check-in rápido y fácil acceso a los servicios adicionales, tales como los viajes al aeropuerto y otros.
Del mismo modo, hoteles comoditizados pueden mejorar su experiencia con beneficios adicionales, tales como check-in anticipado, aplicación que funciona como llave de la habitación, servicios de conserjería digitales, reconocimiento del cliente, las tasas individualizadas etc.
De este modo, mientras que el producto básico se indiferenciado, el cliente percibe la experiencia en general como positivamente memorable. “Todo está orientado para hacer el viaje la mejor experiencia que pueda ser, una experiencia que se permanece en su mente para que escoja el mismo proveedor la próxima vez que viaje”, dice Sánchez.
Lo que hace esto mucho más fácil hoy en día es el creciente uso de dispositivos móviles por los viajeros, la disponibilidad de grandes cantidades de datos en la base de clientes y algoritmos de inteligencia artificial precisos, que ayudan a identificar las maneras de hacer que los viajes de negocios sean más fáciles y memorables.
Y en la práctica?
Por ejemplo, Pmweb ofrece una completa infraestructura de servicios de datos y tecnologías orientadas a la industria de la hospitalidad. Cada día, las integraciones con los principales PMS del mercado, recibiendo grandes cantidades de datos de huéspedes, realizamos la recogida y tratamiento de los datos procedentes de web behavior en el sitio web del cliente.
Estos datos, integrados con Pmweb CRM, pueden ser utilizados en las campañas online para pre-check in, post-check out, reservas abandonadas, reviews, ventas cruzadas y otros. Además, los datos pueden apoyar la estrategia de precios individuales de las tarifas a través del Let’s Book, el motor de reservas que utiliza estos datos, teniendo en cuenta factores tales como la frecuencia, ticket promedio, perfil geográfico y demográfico, las interacciones con los emails y otros.
Sin embargo, cualesquiera que sean las herramientas elegidas, plataformas de inteligencia de negocios se pueden basar en cuatro características clave:
- Modelo de datos centrado en el usuario y basado en eventos
- Plataforma cruzada – que cubre la aplicación nativa, el sitio móvil y el sitio web
- Recolección de datos en tiempo real, manipulación y exportación de datos en bruto a cualquier escala
- Datos accesibles a través de herramientas simples y fáciles de usar, que permiten a las personas obtener respuestas a las preguntas.
Fuente: eye for travel[:]
[:pt]Content marketing: dicas para hotelaria[:en]Content marketing: tips for the hotel industry[:es]Content marketing: dicas para hotelaria[:]
[:pt]Conteúdo é um dos pilares do inbound marketing, a técnica de atrair leads em vez de ir buscá-los por meio dos meios tradicionais, como a mídia paga. Content marketing é uma maneira barata de engajar o público e pode representar um diferencial de marca na hotelaria. Com a competitividade de alguns destinos, a comoditização dos preços
e a diversidade dos canais de distribuição, marketing de conteúdo servirá como reforço ao canal direto por trabalhar diretamente a experiência da marca, seus valores e o storytelling de um hotel. Além disso, conteúdo é um dos fatores mais importantes para um projeto de SEO – otimização para mecanismos de busca.
Prova de que branded content deve ser levado a sério e de que é um dos caminhos para fortificar a relação entre pessoas e marcas, a Marriott Internacional decidiu investir em conteúdo ao contratar, em 2014, David Beebe – renomado roteirista que já trabalhou para diversos estúdios, incluindo Disney-ABC, e ganhador de dois Emmies – para organizar, executar e capitanear seu Global Creative and Content Marketing, um estúdio mundial de produção de conteúdo.
Aqui no Brasil, misturar conteúdo de marca com conteúdo promocional foi uma quebra de paradigmas e vem gerado resultados surpreendentes para a rede BHG por meio do projeto O Bom de Viajar, que ganhou cinco Adrian Awards.
Olhando para esses exemplos e buscando outros, elencamos algumas dicas e algumas plataformas condutoras de conteúdo para ajudar você a construir um projeto de content marketing.
Mídias sociais
Estar nas mídias sociais não é uma opção. De uma maneira ou de outra, as empresas estão na mira dos usuários e a diferença é como as marcas se apresentam nesses meios. Participar do diálogo, oferecer conteúdo relevante, constante e bem planejado é básico.
Antes de estar nesses canais de relacionamento – e para ter um projeto de content marketing – é preciso, basicamente:
//Compreender o público que pretende atingir
//Definir postura e linguagem adequadas ao público e à marca
//Ter objetivos bem delimitados
Um bom exemplo de conteúdos com consistência e bom engajamento é o Enotel, que usa bastante conteúdo gerado pelo usuário e conta boa parte de suas histórias com a conexão pela hashtag #experienciaenotel.
O Dia dos Namorados pode até ter passado, mas o romance está sempre no ar no Complexo Enotel Porto de Galinhas! Que tal programar a sua lua de mel por aqui? 😉 A @tairamos e o @jeffersondesde1987 curtiram esse momento repleto de amor no nosso pedacinho do paraíso e fizeram fotos lindas, como essa! ♥ #enotel #enotelexperience #experienciaenotel #vemproenotel #nordeste #portodegalinhas #wedding #casamento #luademel #honeymoon #love #romance
Uma foto publicada por Enotel Hotels & Resorts (@enotelhotels) em
Ainda sobre conteúdo gerado pelo usuário – também conhecido como UGC (user generated content) – o Club Med tem na home de seu site um mural exclusivo com fotos tiradas por hóspedes que tiveram experiências em suas unidades.

O mesmo acontece no brasileiro O Bom de Viajar, projeto da Brazilian Hospitality Group (BHG).

Blogs
Desenvolver conteúdo proprietário e com profundidade é uma das principais vantagens de ter um blog. Ele pode abordar tudo o que permeia a experiência de viagem, desde que os temas tenham adesão à proposta da marca. Mas precisa ser atualizado constantemente para fazer sentido.


Vídeos
Uma das apostas de Beebe na Marriott com seu estúdio de conteúdo são vídeos. Com dois filmes, a websérie Two Bell Men foi um sucesso para a marca ao unir comédia a um personagem comum na hotelaria: o mensageiro.
Spotify
Quando uma marca possui uma trilha sonora, sua lembrança é muito mais forte. A música é um vetor muito forte da experiência sensorial. Seu hotel pode desenvolver playlists relacionadas ao negócio ou à experiência do hóspede e tocá-las no lobby e em outras áreas comuns, por exemplo. Trazemos de novo aqui o exemplo das playlists do O Bom de Viajar:

Sites de review
Por mais que sites de reviews não sejam propriamente plataformas de conteúdo, também não deixam de ser. O foco desses ambientes é a gestão da reputação online da marca, mas os comentários ali postados são importantes influenciadores na tomada de decisão de novos hóspedes. Daí a importância de ter alguém dedicado a responder e a cuidar das avaliações ali postadas.
Concluindo: content marketing é um trabalho contínuo que, se bem realizado, vai atrair as pessoas certas para o seu hotel e, quem sabe, ajudar a transformá-las em defensoras da sua marca.[:en]Content is one of the pillars of inbound marketing: the technique of attracting leads rather than going after them through traditional channels such as paid media. Content marketing is an inexpensive way to engage the public and may represent a brand differential in the hotel industry. With the competitiveness of some destinations, the commoditization of prices and the diversity of distribution channels, content marketing will serve as reinforcement to the direct channel by working the brand experience, its values and the storytelling of a hotel. In addition, content is one of the most important factors for an SEO project – search engine optimization.
Proof that branded content should be taken seriously and that is one of the ways to strengthen the relationship between people and brands, Marriott International decided to invest in content by hiring David Beebe in 2014 – a renowned writer who has worked for various studios including Disney-ABC, and winner of two Emmies – to organize, run and cheaf their Global Creative and Content Marketing, a worldwide content production studio.
In Brazil, mixing branded content with promotional content provoked a disruption of paradigms and has been generating amazing results for the BHG hotel chain through the project O Bom de Viajar (the good thing about travelling), winner of five Adrian Awards.
Looking at these examples and some others, we have listed some tips and some conductive platforms of content to help you build a content marketing project.
Social media
Being in social media is not an option. One way or another, businesses are targeted by the users and the difference is how brands present themselves in those networks. Being part of the dialogue and providing relevant, consistent and well-planned content is basic.
Before taking part in these relationship channels – and to have a content marketing project – you basically need to:
// Understand the audience you intend to reach
// Define posture and language that are adequate to the public and the brand
// Set well-defined goals
A good example of consistent, engaged content is Enotel, which uses a lot of user-generated content and a tells many of their stories with the #experienciaenotel hashtag.
O Dia dos Namorados pode até ter passado, mas o romance está sempre no ar no Complexo Enotel Porto de Galinhas! Que tal programar a sua lua de mel por aqui? 😉 A @tairamos e o @jeffersondesde1987 curtiram esse momento repleto de amor no nosso pedacinho do paraíso e fizeram fotos lindas, como essa! ♥ #enotel #enotelexperience #experienciaenotel #vemproenotel #nordeste #portodegalinhas #wedding #casamento #luademel #honeymoon #love #romance
Uma foto publicada por Enotel Hotels & Resorts (@enotelhotels) em
Still on user-generated content – also known as UGC – Club Med has an exclusive mural in its homepage with photos taken by guests who had experiences in their units.

The same happens in Brazil with O Bom de Viajar, a project by the Brazilian Hospitality Group project (BHG).

Blogs
Developing proprietary content with depth is one of the main advantages of having a blog. It can address everything that permeates the travel experience, but the topics must be coherent with goals of the brand and it needs to be updated constantly to be uo-to-date for the readers.


Videos
One of Beebe bets on Marriott with its content studio are the videos. With two films, the webseries Two Bell Men was a success for the brand, joining comedy to a common character in the hotel: the bell boy.
Spotify
When a brand has a soundtrack it has a much stronger presence. Music is a strong vector of sensory experience. Your hotel can develop playlists related to the business or to the guest experience and play them in the lobby and other common areas, for example. We bring back O Bom de Viajar and its playlists:

Review websites
As much as review sites are not properly content platforms, they also can be. The focus of these websites is to manage online brand reputation, but the comments posted there are important influencers to the new guests’ decision making. Hence the importance of having someone dedicated to respond and take care of the reviews posted there.
In conclusion, content marketing is an ongoing work that, if done well, will attract the right people to your hotel and perhaps help turn them into advocates of your brand.[:es]Conteúdo é um dos pilares do inbound marketing, a técnica de atrair leads em vez de ir buscá-los por meio dos meios tradicionais, como a mídia paga. Content marketing é uma maneira barata de engajar o público e pode representar um diferencial de marca na hotelaria. Com a competitividade de alguns destinos, a comoditização dos preços
e a diversidade dos canais de distribuição, marketing de conteúdo servirá como reforço ao canal direto por trabalhar diretamente a experiência da marca, seus valores e o storytelling de um hotel. Além disso, conteúdo é um dos fatores mais importantes para um projeto de SEO – otimização para mecanismos de busca.
Prova de que branded content deve ser levado a sério e de que é um dos caminhos para fortificar a relação entre pessoas e marcas, a Marriott Internacional decidiu investir em conteúdo ao contratar, em 2014, David Beebe – renomado roteirista que já trabalhou para diversos estúdios, incluindo Disney-ABC, e ganhador de dois Emmies – para organizar, executar e capitanear seu Global Creative and Content Marketing, um estúdio mundial de produção de conteúdo.
Aqui no Brasil, misturar conteúdo de marca com conteúdo promocional foi uma quebra de paradigmas e vem gerado resultados surpreendentes para a rede BHG por meio do projeto O Bom de Viajar, que ganhou cinco Adrian Awards.
Olhando para esses exemplos e buscando outros, elencamos algumas dicas e algumas plataformas condutoras de conteúdo para ajudar você a construir um projeto de content marketing.
Mídias sociais
Estar nas mídias sociais não é uma opção. De uma maneira ou de outra, as empresas estão na mira dos usuários e a diferença é como as marcas se apresentam nesses meios. Participar do diálogo, oferecer conteúdo relevante, constante e bem planejado é básico.
Antes de estar nesses canais de relacionamento – e para ter um projeto de content marketing – é preciso, basicamente:
//Compreender o público que pretende atingir
//Definir postura e linguagem adequadas ao público e à marca
//Ter objetivos bem delimitados
Um bom exemplo de conteúdos com consistência e bom engajamento é o Enotel, que usa bastante conteúdo gerado pelo usuário e conta boa parte de suas histórias com a conexão pela hashtag #experienciaenotel.
O Dia dos Namorados pode até ter passado, mas o romance está sempre no ar no Complexo Enotel Porto de Galinhas! Que tal programar a sua lua de mel por aqui? 😉 A @tairamos e o @jeffersondesde1987 curtiram esse momento repleto de amor no nosso pedacinho do paraíso e fizeram fotos lindas, como essa! ♥ #enotel #enotelexperience #experienciaenotel #vemproenotel #nordeste #portodegalinhas #wedding #casamento #luademel #honeymoon #love #romance
Uma foto publicada por Enotel Hotels & Resorts (@enotelhotels) em
Ainda sobre conteúdo gerado pelo usuário – também conhecido como UGC (user generated content) – o Club Med tem na home de seu site um mural exclusivo com fotos tiradas por hóspedes que tiveram experiências em suas unidades.

O mesmo acontece no brasileiro O Bom de Viajar, projeto da Brazilian Hospitality Group (BHG).

Blogs
Desenvolver conteúdo proprietário e com profundidade é uma das principais vantagens de ter um blog. Ele pode abordar tudo o que permeia a experiência de viagem, desde que os temas tenham adesão à proposta da marca. Mas precisa ser atualizado constantemente para fazer sentido.


Vídeos
Uma das apostas de Beebe na Marriott com seu estúdio de conteúdo são vídeos. Com dois filmes, a websérie Two Bell Men foi um sucesso para a marca ao unir comédia a um personagem comum na hotelaria: o mensageiro.
Spotify
Quando uma marca possui uma trilha sonora, sua lembrança é muito mais forte. A música é um vetor muito forte da experiência sensorial. Seu hotel pode desenvolver playlists relacionadas ao negócio ou à experiência do hóspede e tocá-las no lobby e em outras áreas comuns, por exemplo. Trazemos de novo aqui o exemplo das playlists do O Bom de Viajar:

Sites de review
Por mais que sites de reviews não sejam propriamente plataformas de conteúdo, também não deixam de ser. O foco desses ambientes é a gestão da reputação online da marca, mas os comentários ali postados são importantes influenciadores na tomada de decisão de novos hóspedes. Daí a importância de ter alguém dedicado a responder e a cuidar das avaliações ali postadas.
Concluindo: content marketing é um trabalho contínuo que, se bem realizado, vai atrair as pessoas certas para o seu hotel e, quem sabe, ajudar a transformá-las em defensoras da sua marca.[:]
[:pt]O que influencia os viajantes de negócios e como adaptar o marketing do hotel[:]
[:pt]Com a crescente popularidade e disponibilidade dos sites de reviews, avaliações sobre hospedagem nunca estiveram tão evidentes. Assim, a opinião de outros viajantes influencia muito na decisão de compra de estadia em um hotel. A fim de construir estratégias de preços e posicionamento eficazes, os hoteleiros precisam considerar como os consumidores estão usando todo esse conteúdo gerado online.

Assim, Kelly A McGuire (PhD), diretora executiva de hospitalidade da e práticas globais de viagem da SAS, e Dr. Breffni Noone, professor associado da Universidade Penn State, realizaram um estudo aprofundado sobre os hábitos de reserva e influências dos viajantes de negócios nos EUA, que serve também para entender os brasileiros. Veja alguns tópicos apontados da pesquisa:
1 – Reviews são fundamentais
Os comentários sobre a hospedagem influenciam significativamente ambos os viajantes, tanto de negócios como de lazer. No entanto, no caso dos turistas de lazer, eles usarão um comentário negativo como uma razão para tirar o hotel da lista de opções. Já um viajante de negócios usará o review para avaliar como sua experiência poderá ser. Portanto, uma avaliação negativa não vai descartar automaticamente o seu hotel para viajantes de negócios, desde que você já tenha respondido e demonstrado consideração e preocupação em melhorar.
2 – Programas de fidelidade são importantes
Os participantes do estudo viajaram a negócios, pelo menos, seis vezes ao longo do ano. Portanto, os benefícios de um programa de fidelização superam suas necessidades por padrões de serviços excepcionais. Eles vão ficar em um hotel que é “bom o suficiente” ou “OK”, desde que eles ganhem pontos de fidelidade quando o fazem.
3 – Preço importa
Embora o preço ainda seja um fator para os viajantes de negócios, apenas um valor muito mais baixo é suficiente para levá-los a hospedarem-se em outras redes que não são suas favoritas ou que não ofereçam vantagens de fidelidade. Como não é o próprio dinheiro que eles estão gastando, pequenas variações de preço entre um hotel e outro não vão fazer com que um turista de negócios troque tão rapidamente quanto um de lazer faria.
Estratégias de marketing
Conhecer e entender os fatores que influenciam a maioria dos viajantes de negócios ajudarão a equipe de marketing do hotel a adaptar a sua estratégia para acomodar esses hóspedes, principalmente se eles forem maioria. Por exemplo, adiar reformas que poderiam influenciar opiniões on-line teria um efeito muito mais negativo nas reservas em um hotel de lazer do que em um hotel de negócios.
Em última análise, ter viajantes de negócios como os hóspedes frequentes em seu hotel altera os fatores que sua equipe de marketing precisa considerar a fim de competir eficazmente no mercado atual.
A) Incentive reviews e feedback
Alguns hotéis têm colocado links para o TripAdvisor em seus apps e têm incentivado feedbacks de hospedagem e pesquisas com os hóspedes para ajudar a melhorar seu desempenho. Como os comentários são cada vez mais decisivos no momento em que os viajantes de negócios estão escolhendo hotéis, é imprescindível incentivar novos reviews.
B) Introduza um programa de fidelidade
Se o hotel recebe um fluxo constante de viajantes de negócios, então é preciso iniciar um programa de fidelidade imediatamente. Aproveite os dados dos viajantes frequentes para definir como será o programa e os inscreva automaticamente. Uma vez inscritos, você não só vai ter mais dados para trabalhar, mas pode incentivar ações lucrativas com pontos de fidelidade, como escrever comentários ou check-ins em mídias sociais.
C) Proporcione o melhor negócio para viajantes de negócios
Ainda é possível afastar os hóspedes business de suas marcas preferidas oferecendo-lhes um bom negócio. No entanto os viajantes mais experientes não vão ser influenciados por um simples “reserve agora para receber 10% de desconto”. O estudo de McGuire revela que eles só consideram o preço quando ele está muito abaixo do mercado.
Portanto, se você tem uma base de clientes leais, sinta-se livre para fornecer os preços de mercado sem medo de reduzir seus níveis de ocupação.
D) Descrição vale mais que emoção
Os viajantes de negócios buscam fatos e são menos propensos a serem influenciados por testemunhos emocionais.
Ao adicionar conteúdo ao site do hotel, apps ou mídias sociais que são especificamente voltadas para o público business, é melhor utilizar uma linguagem mais descritiva em vez de emocional. Vá direto ao ponto e não trabalhe com descrições fantasiosas de todas as facetas do hotel.
Fonte: Tnooz
[:]
[:pt]Viagem de Experiência: 5 lições que o marketing dos hotéis podem aprender com o Airbnb por Marguerite McNeal[:]
[:pt]
As pessoas viajam de forma diferente do que há 20 anos atrás. Eles compartilham informações sobre viagens e consumem dicas digitalmente, e eles estão à procura de experiências únicas. É por isso que as cadeias de hotéis estão com medo. Eles estão preocupados que os clientes migrem em um curto prazo para o Airbnb e façam a sua reserva para o apartamento de alguém, em vez de reservar um quarto no hotel.
A preocupação está levando a indústria a fazer uma guerra contra o site. Hotéis estão incitando cidades para abrir processos contra o Airbnb com a alegação de que é um negócio ilegal que viola leis imobiliárias.
Argumentos à parte, os hotéis podem aproveitar alguns conselhos valiosos de sucesso do Airbnb para criar as experiências e conexões emocionais que os viajantes desejam.
Primeiro, algumas informações: Airbnb está avaliado em U$10 bilhões e tem mais de 500 mil acomodações residenciais disponíveis em todo o mundo para aluguel de curto prazo. No site, os potenciais visitantes podem consultar imóveis, falar com o locatário e as duas partes fecham acordo sobre a reserva.
Aqui estão cinco lições que os hotéis podem aprender com Airbnb para seguir a tendência da vez.
1. Os clientes querem viagens de experiência.
Quando os clientes reservam a sua estada através do Airbnb, muitas vezes têm acesso a bairros onde hotéis não são uma opção. Alguns anfitriões podem cozinhar para os hóspedes, deixar recomendações de pontos próximos e até mesmo mostrar aos visitantes um pouco da cidade.
Hotéis estão começando a reconhecer que os clientes valorizam essas experiências exclusivamente locais. “Nossa unidade não é mais o destino”, disse um executivo do hotel diz AdWeek. “Agora somos um portal para a comunidade que nos rodeia.”
O hotel Indigo travou uma batalha para oferecer experiências locais no início deste ano. A cadeia de 55 hotéis boutique lançou telas touchscreens que listam as atrações favoritas e restaurantes. Hotéis individuais também podem sediar eventos locais onde possam convidar seus vizinhos – e às vezes até seus animais de estimação – para passar um tempo no hotel aproveitando um coquetel, por exemplo.
2. Gerenciamento de conteúdo importa.
As pessoas poderiam simplesmente listar seu apartamento nos classificados, mas a experiência não seria necessariamente agradável para locatários ou visitantes. O Airbnb tomou medidas para envolver os usuários por meio de conteúdo relevante. Publica guias que dividem as cidades mais visitadas por bairros e fornece dicas de viagens de localização específica. Na mesma tela, os usuários podem ver as opções de hospedagem disponíveis em cada bairro.
O site também privilegia o conteúdo visual, incentivando os locatários a publicarem fotos com qualidade de suas propriedades. E mais, se os locatários não tem disponibilidade de tirar boas fotos, podem solicitar que um dos 3.000 fotógrafos freelance do Airbnb tirem fotos de sua habitação de forma gratuita.
O Hilton Hotels and Resorts teve uma abordagem diferente mas divertida para gerar conteúdo. Em parceria com a publicação cômica The Onion, a empresa desenvolveu o Urgent Vacation Care Center, um site onde os usuários podem responder a uma série de perguntas para diagnosticar sintomas que podem ser curados com um período de férias..
3. Integração com redes sociais podem adicionar confiança.
O Airbnb integra dados do Facebook, ou seja, os usuários podem visualizar um visitante ou perfil do proprietário. O recurso também permite ver se eles compartilham amigos comuns. Isso adiciona uma camada extra de segurança para ambas as partes, que provavelmente querem mais informações antes de reservar uma viagem.
Hotéis podem considerar a adição de características semelhantes que mostram os visitantes que os amigos ficaram no local, ou deixar amigos atestarem a qualidade dos quartos ou serviço ao cliente como a Yelp, por exemplo.
4. Personalização é a chave.
O Airbnb permite que os proprietários e visitantes proporcionem experiências incrivelmente personalizadas. Se um viajante pousa às 9 horas, ele pode pedir para o proprietário para ter o apartamento disponível uma hora mais tarde, por exemplo. Embora seja o próprio proprietário a responder, a capacidade mostra que não tem que ser uma abordagem única para todas as viagens. Talvez os hotéis possam flexibilizar os horários de check-out ou personalizar as recomendações de atividades locais com base no perfil das redes sociais do hóspede.
5. Dados impulsionam negócios.
O Airbnb analisa os dados de todos os lados do seu negócio, tanto de pessoas à procura de um lugar para ficar quanto daqueles que alugam seus espaços. “Nós estamos olhando onde as pessoas procuram acomodações, onde falhamos e onde anfitriões não estão tendo procura” disse Riley Newman, diretor de ciência de dados da Airbnb em uma conferência no início deste ano. Newman e seus colegas usam esses dados para tomar decisões sobre todos os tipos de problemas, desde os preços à se as fotos e mensagens de acolhimento são envolventes.
Os departamentos de marketing dos hotéis têm acesso a uma riqueza de dados sobre seus clientes, a partir da frequência, e do engajamento deles nas redes sociais.
Enquanto o destino do Airbnb nos tribunais permanece incerto, a plataforma fica cada vez mais popular e destaca formas inovadoras para os hotéis se envolverem com as viagens de seus hóspedes.
Para ler este artigo oficial, clique aqui.[:]

Você precisa fazer login para comentar.