Oracle Modern Customer Experience 2019

[:pt]Imagine estar por dentro do centro mundial das novidades de tecnologia que estão moldando o futuro da experiência do cliente? Las Vegas irá vibrar com a chegada do Modern Customer Experience, evento da Oracle que irá ocorrer durante os dias 19, 20 e 21 de Março de 2019. O evento será uma fonte de novidades e as maiores tendências de tecnologia serão discutidas, englobando as últimas estratégias e as melhores formas de atuar quando o assunto é marketing, serviços, vendas e e-commerce. Tendo a tecnologia como alicerce, o evento irá trazer insights relacionados ao aperfeiçoamento da entrega de experiências inesquecíveis para os consumidores finais, com palestras que irão fazer o público atualizar seus conceitos de CX com sucesso!

Ao abordar assuntos como a utilização de dados, jornada omnichannel e experiências irresistíveis conectadas em todos os pontos de contato, o evento irá proporcionar novas maneiras de lidar com a tecnologia ao discutir soluções para duas questões que as empresas mais procuram resolver: usar os dados para gerar vendas incomparáveis e fidelizar os seus clientes. Aprender a utilizar uma inteligência adaptativa e moderna, que traz resultados eficazes e consistentes é a tônica do evento – e a ideia de otimizar os dados para extrair o melhor que eles podem oferecer também estará sempre presente! Serão três dias de workshops e palestras intensas que também irão abordar ideias de liderança inspiradora e um networking ilimitado de experiências será compartilhado.

Novas maneiras sobre como superar as expectativas dos clientes serão abordadas e alguns temas de tecnologia e serviços serão desenvolvidos para as equipes de marketing, como por exemplo: automação de marketing B2B, orquestração cross-channel B2C, data e analytics, testes e personalizações. Já para os profissionais da área de serviços, os temas irão ajudá-los a diferenciar suas marcas através de serviços excepcionais que permeiam todos os canais; são eles: serviço em toda a organização, ajudar os clientes a se engajarem com suas condições, gerenciar e aumentar o conhecimento, automatizar as políticas e dar conselhos e proporcionar um incrível serviço de campo.
Para as equipes de vendas, as palestras trarão inovações e soluções para fechar negócios de maneira mais rápida. Insights de como ir além da automação para obter mais êxito na hora das vendas serão abordados e os tópicos são: começar com a base certa, habilitar a força de vendas, executar os planos de vendas, monitorar os resultados e ajustá-los e otimizar continuamente. Para os profissionais da área do e-commerce, estratégias de aumento de receita para os canais online serão ensinadas e as últimas inovações que podem ajudar a alavancar os negócios B2B e B2C também; os temas são: construir um site incrível, atrair e converter, optimizar a experiência, criar fidelidade vitalícia, lançar novos modelos de negócios e o futuro do e-commerce.

Todo esse conhecimento irá tomar conta do Mandalay Bay Convention Center, trazendo muita tecnologia e inspiração para Las Vegas! O resort, que também é um Casino,  possui hospedagens de alta qualidade e até um parque aquático. Ademais, durante toda essa celebração, também irá ocorrer no resort o 13º Prêmio Markie Anual! Este evento premia a excelência do mercado nos quesitos Marketing, Serviços, Vendas e E-commerce, reconhecendo aqueles que ultrapassam os limites da inovação para criar uma CX realmente inesquecível!

Março realmente promete grandes emoções e as últimas tendências e inovações tecnológicas do Modern CX da Oracle irão revolucionar a maneira de oferecer uma experiência diferenciada! É hora de ir ao infinito – e além! É hora de revolucionar. Quer saber um pouco mais sobre este evento incrível? Acesse aqui o site oficial do evento e fique por dentro! A equipe da Pmweb estará presente no evento e caso você se interesse, fale conosco.
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Anúncios de marcas na internet: 56% dos usuários clicam nos links

[:pt]

Estudo do The Boston Consulting Group revelou números importantes sobre o marketing digital no Brasil

Como os brasileiros lidam com anúncios na internet? Eles clicam nos links? Têm o hábito de fazer compras online? E as empresas e marcas, investem no marketing digital como deveriam?
Um novo estudo do The Boston Consulting Group, divulgado em primeira mão ao site EXAME, traz algumas respostas.
“Só Investir Não Basta – As Expectativas do Consumidor para Marketing Digital no Brasil” entrevistou mais de três mil consumidores.
Os números mostram que eles são mais receptivos aos anúncios online que se imagina.
Confira a seguir os principais resultados do estudo.

Relação dos consumidores com o marketing digital

56% dos usuários de internet disseram que estariam inclinados a clicar em um anúncio. A receptividade é ainda maior se o anúncio chegar por e-mail (77%) ou por resultados de busca (67%).
Os consumidores também são adeptos das compras online. 65% já compraram algo pela internet. Até quando a compra será feita em uma loja física, 56% pesquisam online antes de partir para o mundo físico.
A exposição a anúncios digitais, como era de se esperar, é alta. No último mês, quase 70% declararam que foram expostos a algum anúncio no e-mail ou em rede social, 56% em vídeos e 47% em banners de sites e resultados de busca.
A influência dos anúncios digitais também é alta: 66% dos usuários de internet já fizeram alguma compra por causa de um anúncio online.

Investimentos em marketing digital

Segundo a pesquisa, 25% dos gastos de marketing no Brasil vão para o segmento digital. É pouco se comparado a outros mercados, como Estados Unidos (44% dos investimentos vão para o digital) e Reino Unido (61%).
Mas os investimentos do tipo crescem no Brasil. Desde 2011, cresceram 28%.
Os caminhos se abrem, também, porque a rejeição relativa ao marketing digital é baixa. Isso pensando que o uso de ad blockers no Brasil é baixo. Segundo a Kantar Media, apenas 16% dos brasileiros usam algum programa do tipo.
O caminho dos investimentos também deve seguir o rumo da personalização: o estudo mostrou que mais de 60% dos brasileiros estão dispostos a comprar uma marca ou serviço – e até trocar sua atual opção de compra – se sentirem que o serviço e a experiência serão mais personalizados.
 
Matéria extraída da Exame.[:]

A sua empresa está pronta para a digitalização total?

[:pt]O que os seguintes itens têm em comum: cartões de crédito, músicas gravadas ou em tempo real, robôs para produção, sistemas CAD, redes telefônicas, jogos digitais, computadores incorporados em produtos como carros e aspiradores de pó, sensores e central de monitoramento em mineração remota? A resposta: são todos digitais e conectáveis.
Esse é o mundo da digitalização total: uma grande variedade de dispositivos digitais e sensores que criam fluxos de dados, assim como uma diversidade de produtos e serviços digitais para uso interno e externo, distribuídos para toda a empresa e, por vezes, conectados. À medida que o movimento em direção a uma maior digitalização continua, as empresas precisam inteirar-se da digitalização total — e seus CIOS precisam enfrentar esse desafio.
Três métodos para lidar com a digitalização total
Como as empresas têm lidado com a difusão e alcance da digitalização total? Nós, da MIT CISR, descobrimos que as empresas têm utilizado um ou mais dos três métodos para lidar com a digitalização total: convergência, coordenação ou um enfoque separado de toda a cadeia de valor da inovação digital. Cada um tem objetivos e medidas de sucesso bem diferentes.
Convergência. Esse método agrupa todos os investimentos em digitalização e os coloca sob a responsabilidade de um único executivo. Na Boeing, todos os investimentos em tecnologia empresarial (incluindo a digital) são administrados pelo CTO, o que proporciona a criação de sinergias importantes. Para o Commonwealth Bank of Australia, a convergência significou agrupar operações e TI em uma nova unidade, Enterprise Services (ES), comandada pelo CIO. A ES auxiliou o Commonwealth Bank of Australia a atingir seu objetivo de reduzir custos e tornar-se o número um em experiência do consumidor. Normalmente, esse método demanda a criação de novas estruturas organizacionais para produzir sinergias e aumentar a eficiência, o que resulta na melhor utilização dos recursos. As empresas que usam o método de convergência irão, sempre que possível, consolidar de maneira organizacional os seus recursos principais, o que envolve pessoas, dados, infraestrutura, habilidades e processos de gestão.
Coordenação. Esse método não altera a estrutura organizacional, mas adiciona mecanismos (como comitês ou portais) a um processo de caso de negócios, para aumentar a coordenação de grandes investimentos digitais em setores como engenharia, operações ou detentores da propriedade de produtos. Deixar a estrutura organizacional “como está” reduz rupturas, enquanto os mecanismos facilitam o trabalho em conjunto entre as unidades. Uma estrutura típica contém unidades organizacionais separadas, sustentadas por uma infraestrutura compartilhada na sua base e conectadas por mecanismos de coordenação voltados para os clientes no seu topo.
A BMW, por exemplo, criou dois comitês focados na digitalização para cumprir suas metas empresariais, incluindo o projeto e a entrega de um carro personalizado em apenas seis dias. Esses comitês garantem a criação e a transferência fluida de informações. Em um método de coordenação, os mecanismos trabalham em conjunto para alcançar um resultado específico. Isso funciona bem quando há uma ou duas metas para a empresa inteira. Mas saiba que, quando existem inúmeros objetivos empresais que abrangem várias geografias e unidades de negócios, o método de coordenação pode levar a um conjunto de processos e comitês de governança emaranhados. Contudo, com apenas uma ou duas metas empresariais abrangentes, esse método ajuda a criar uma experiência consistente de consumidor ou, em algumas empresas, garante a conformidade normativa.
Cadeias de valor individuais de inovação digital. As empresas com essa estrutura e método acreditam na inovação por meio da gestão local como chave para o sucesso. Deixa-se em paz cada uma das cadeias de valor individuais de inovação digital, bem como os diferentes grupos de produtos, unidades de negócios ou regiões geográficas para maximizar seu próprio valor local sem qualquer sobrecarga de coordenação. Ao escolher este método (por exemplo, a News Corp) a empresa se compromete com a inovação local, com frequência organizada por produtos ou empresas independentes. Essas empresas trabalham com gestão descentralizada e negócios diversificados. Os pontos positivos são frequentemente duplicados com pequenas diferenças em cada cadeia de valor, e existe uma prestação de contas local de lucros e prejuízos. Normalmente também se faz uma gestão de risco global. À medida que a digitalização aumenta e os consumidores (e autoridades reguladoras) esperam uma experiência de multiprodutos mais integrada, esperamos ver um número muito menor de unidades de negócios buscando uma estratégia individual de cadeiras de valor de inovação digital. Empresas diversificadas, no entanto, podem considerar este um método útil.
Identificar os principais determinantes estratégicos da sua empresa é a chave para decidir qual é o melhor método a ser adotado. A convergência visa à redução de custos e riscos e à produção de sinergias. A coordenação é a escolha certa para empresas que estão tentando atingir algumas metas na empresa inteira como, por exemplo, melhorar a experiência de seus consumidores ou a utilização de recursos. Por fim, o método das cadeias de valor de inovação digital é adequado para empresas que acreditam na autonomia para melhorar a inovação e a reação de consumidores locais.
Acreditamos que lidar com a digitalização total é, hoje, uma das maiores oportunidades e desafios enfrentados pelas empresas — e por seus CIOs. Já existem empresas nas quais o gasto total com digitalização está acima de 25% do orçamento operacional, e esperamos que isso se torne comum. Em nosso mundo cada vez mais digitalizado, as empresas devem lidar estrategicamente com a digitalização total, ou correm o risco de enfrentar uma anarquia digital.
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Peter Weill é cientista pesquisador sênior e presidente da MIT Sloan School of Management’s Center for Information Systems Research em Cambridge, Massachusetts.
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Stephanie Woerner é cientista pesquisadora da MIT Sloan School of Management’s Center for Information Systems Research.
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Tradução: Bruna Beatriz Gabriel
 
Artigo extraído da HBRBR[:]

[:pt]O que é O2O?[:en]What is O2O?[:es]¿Qué es O2O?[:]

[:pt]

O termo, que vem sendo cada vez mais utilizado, fala sobre o modelo que incentiva os consumidores a migrarem de ambiente ou canal na relação com uma mesma marca, seja do online para o offline ou o inverso.

 
O modelo mescla comportamentos do consumidor online e offline e com isso, entrega uma experiência mais completa e focada na transação. A intenção final é induzir o cliente a interagir com a marca no website, aplicativo ou redes sociais e também na loja física.
O crescente uso de dispositivos móveis nas pesquisas que antecedem as compras, oferecem aos profissionais de marketing a oportunidade de coletar mais informações sobre os interesses e comportamentos e com isso, as estratégias podem ser direcionadas visando a conversão, independente do canal.
Pesquisas sugerem que mais de 60% dos compradores buscam informações online sobre produtos antes de fazer uma compra. Mas, em vez de simplesmente fornecer o conteúdo que os usuários online precisam para tomar uma decisão de compra, o modelo O2O vai um passo adiante e incentiva os mesmos usuários online a irem a uma loja física, para quem sabe, concluir a transação localmente.
Transformar pesquisadores on-line em clientes omnichannel é o maior objetivo do modelo O2O.[:en]

The term, which is being increasingly used, talks about the model that encourages consumers to migrate from environment or channel in relation to the same brand, whether online or offline.

The model merges consumer behaviors online and offline and with that, delivers a more complete and transaction-focused experience. The ultimate intention is to induce the customer to interact with the brand in the website, application or social networks and also in the physical store.

The increasing use of mobile devices in pre-purchase surveys gives marketers the opportunity to gather more information about their interests and behaviors, and strategies can then be targeted towards conversion, regardless of channel.

Research suggests that more than 60% of shoppers are looking for product information online before making a purchase. But instead of simply providing the content that online users need to make a buying decision, the O2O model goes one step further and encourages the same online users to go to a physical store, for who knows, to complete the transaction locally.

Turning online researchers into omnichannel clients is the biggest goal of the O2O model.[:es]

El término, que viene siendo cada vez más utilizado, habla sobre el modelo que alienta a los consumidores a migrar de ambiente o canal en la relación con una misma marca, sea del online para el offline o el inverso.

El modelo combina comportamientos del consumidor online y sin conexión y con ello, entrega una experiencia más completa y enfocada en la transacción. La intención final es inducir al cliente a interactuar con la marca en el website, aplicación o redes sociales y también en la tienda física.

El creciente uso de dispositivos móviles en las encuestas que anteceden a las compras, ofrecen a los profesionales de marketing la oportunidad de recoger más información sobre los intereses y comportamientos y con ello, las estrategias pueden ser dirigidas hacia la conversión, independientemente del canal.

Las encuestas sugieren que más del 60% de los compradores buscan información online sobre productos antes de hacer una compra. Pero, en lugar de simplemente proporcionar el contenido que los usuarios online necesitan para tomar una decisión de compra, el modelo O2O va un paso adelante y alienta a los mismos usuarios a ir a una tienda física, para quien sabe, completar la transacción localmente.

Transformar investigadores online en clientes omnichannel es el objetivo más grande del modelo O2O.[:]

[:pt]A vez e a voz dos assistentes pessoais[:en]The time and the voice of personal assistants.[:]

[:pt]Gigantes da tecnologia como Amazon, Google e Apple já voltam seus esforços para o desenvolvimento de produtos que não necessitem da interação direta da mão humana. Neste caminho, os assistentes digitais ganham espaço e relevância no cotidiano das pessoas e abrem espaço para novas tecnologias e serviços.
No SXSW deste ano, durante o painel “Developing for the Age of Digital Assistants“, o Gerente de Produtos de Assistentes Digitais do Google, Brad Adams, apresentou em alto nível diversas características e componentes que compõem o Google Home (Assistente Digital do Google), desde microfones e softwares capazes de identificar palavras-chave de ativação como “hey, Google”, “hey, Siri” e “Alexa“, até como a inteligência embutida em cada um dos aparelhos para que não seja necessário trafegar dados pela rede para identificar uma ativação.
Ainda no tema,  Christopher Ferrel, diretor no The Richards Group, em sua palestra intitulada “I’ve Got No Screens: Internet’s Screenless Future”, trouxe alguns números sobre navegação na web: em 2020 cerca de 30% das navegações na web serão feitas “sem tela” (screenless), sendo que somente nos EUA mais de 10 milhões de residências vão possuir um aparelho screenless com um total estimado de 60 milhões de usuários, utilizando dash buttons, headphones, controles com sensor de movimento, assistentes digitais entre outros.
Para Ferrel, a mudança de paradigma deverá acontecer em diversas frentes, entre elas:
– De Mobile First para Voice First (Mobile First -> Voice First)
– De Tela para Auto-falantes  (Screen -> Speakers)
– De Navegação Visual para Navegação por áudio (Visual Web -> Audio Web)
– De Cabeça Baixa para Queixo para Cima (Face-down -> Chin-up)
A Amazon, por exemplo, lançou recentemente o Echo Look, o gadget, que funciona com IA, promete avaliar como as pessoas se vestem e oferecer sugestões para melhorar o visual. O Echo Look é equipado com uma câmera de alta definição que pode avaliar vários ângulos das pessoas. Obviamente, oferece produtos para incrementar o visual direto do site da Amazon.

Aqui no Brasil, a Skol, aproveitou a onda e lançou recentemente o assistente pessoal, chamado de Smart Beats, o dispositivo responde a comandos de voz, e permite sincronizar informações do celular e redes sociais.
O lançamento tem o objetivo de estimular o consumidor a sair da rotina, pois o aparelho sugere novas possibilidades para a programação noturna – seja uma nova balada, receita de drink ou dica de look.
A Smart Beats ainda é capaz de realizar diversos outros comandos, como enviar mensagens para grupos de amigos, tocar uma playlist randômica de músicas pré-selecionadas pela própria equipe da Skol ou até mesmo responder perguntas engraçadinhas como faz a Siri no iPhone, do tipo: “Smart Beats, você tem namorado?”; ou ainda “Smart Beats, vou me dar bem hoje?”.
O dispositivo, a princípio, não será comercializado, e os interessados em ter o produto deverão se inscrever no site da Smart Beats até 24 de maio, quando haverá um sorteio.

Apesar de não possuir uma tecnologia tão avançada como os assistentes das grandes potências de tecnologia, a Smart Beats quebra a barreira entre marcas e tecnologia, entregando ao seu consumidor, mesmo que para poucos sortudos, uma experiência completamente diferenciada e exclusiva, elevando a qualidade de seu conteúdo.
A Smart Beats não tem a capacidade de aprender a partir de dados dos usuários e também não pretende competir com os gadgets de tecnologia. Segundo a marca, o objetivo é que, por meio de uma grande base de dados, consiga surpreender os usuários com uma campanha da cerveja que tira as pessoas da mesmice.
E você, concorda que o futuro da tecnologia será screenless?
Fontes: Meio&Mensagem e SXSW[:en]Technology giants such as Amazon, Google, and Apple are turning their efforts to developing products that do not require the direct interaction of the human hand, digital assistants gain space and relevance in people’s daily lives and open space for new technologies and services.
In this year’s SXSW, during the “Developing for the Age of Digital Assistants” panel, Google’s Digital Assistant Product Manager, Brad Adams, presented at a high level several features and components that make up Google Home (Google Digital Assistant) , from microphones and software capable of identifying activation keywords like “hey, Google”, “hey, Siri” and “Alexa”, as well as the intelligence embedded in each of the devices so that it is not necessary to traffic data over the network to identify an activation.
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[:pt][case de sucesso] Passarela e sua estratégia ultra segmentada[:en][case of success] Passarela and its ultra-segmented strategy[:es][case de éxito] Pasarela y su estrategia ultra segmentada[:]

[:pt]

Cenário

A Passarela é uma empresa do interior de São Paulo que começou a operar no ramo calçadista em 1981. Em 2005, foi pioneira na venda de calçados femininos online no país e a partir de 2010 acrescentou ao portfólio roupas e acessórios, tornando-se mais do que uma loja de calçados.
Hoje a empresa conta com mais de 40 lojas em 12 cidades do Brasil um centro de distribuição e é reconhecida como um dos maiores e-commerces da indústria fashion do país.
A marca oferece uma experiência de compra integrada para o consumidor em todos os seus canais: lojas, site e call center. As lojas físicas possuem um terminal que integra a experiência do cliente na loja com a online, fazendo com que os vendedores possam ofertar mais de 30 mil itens ao consumidor, e também checar a disponibilidade de estoque de cada produto em todas as lojas. Para melhorar ainda mais a relação com o cliente, compras feitas pelo site podem ser trocadas nas lojas físicas caso necessário.
A empresa é early adopter na metodologia do ciclo de vida do cliente no Brasil e a há quatro anos utiliza a plataforma Responsys na orquestração da sua comunicação, estratégias de marketing e vendas.
Atualmente a Passarela tem mais de 30 programas ativos na Responsys, abordando todos os pontos de contato com o cliente, antes, durante e depois de uma compra. O e-mail é um dos principais canais de venda e dentro do e-mail marketing, os automatizados a partir dos dados, representam 60% da receita do canal. Isso significa que a maturidade da empresa nas estratégias online, aliada a robusta tecnologia conseguem entregar uma experiência única para o cliente e uma receita expressiva, tudo de forma automática e sem envolvimento na operação. Essa autonomia permite que a empresa dirija seus esforços no desenvolvimento de novas estratégias e na avaliação das campanhas, otimizando resultados e experiências.
 

Problema

Uma vez que a Passarela já possui campanhas automatizadas que contemplam grande parte dos pontos de contato com a sua base, a empresa optou por realizar campanhas bastante segmentadas. Neste caminho, foi possível identificar e ativar a campanha chamada de indecisos,  que contempla clientes que acessaram 7 vezes ou mais o mesmo produto em um período de 30 dias e não compraram.
 

Solução

Como estes clientes já foram impactados por campanhas de navegação e de abandono de carrinho e ainda assim, não finalizaram a compra do produto desejado, a Passarela ativou a campanha dos indecisos, que consiste em um único e-mail com conteúdos dinâmicos.
O banner principal pode variar entre três condições, são elas: “corre que está acabando”; “baixou de preço” e “aproveite o cupom de 5+% off”.

  • O primeiro banner mencionado aparece quando o produto navegado é igual a 2 no estoque (e=2) e existem no mínimo 4 tamanhos disponíveis do produto navegado pelo cliente.
  • O segundo banner aparece quando o produto navegado teve uma queda de preço desde a última visualização do cliente.
  • Já o terceiro e último banner, que oferece ao cliente um cupom de 5% de desconto, é mostrado quando o produto navegado não baixou de preço e possui um estoque maior do que o mínimo. É importante ressaltar que se o produto tiver condições de entrar nas regras 1 e 2, a regra 2 de “baixou de preço” é priorizada.

 

O segundo conteúdo da mensagem é o produto navegado que é inserido de forma automática. O e-mail ainda conta com um gif animado, que chama a atenção por se diferenciar das demais comunicações da marca.
 

Resultados

A campanha de indecisos teve resultados surpreendentes. O CTO da campanha é 226% maior que a média das demais, a abertura é 15% maior que a média e a receita é um sucesso, 400% maior que a média.
Além disso, essa campanha é símbolo de que o relacionamento e a fidelidade são fatores imprescindíveis quando o assunto é experiência do consumidor. O programa só é ativado após o consumidor demonstrar um altíssimo engajamento e mesmo já tendo sido impactado por outras campanhas com o produto desejado, esta atinge esses resultados pela sua relevância e assertividade. É o exemplo real da metodologia da mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo.
 
 [:en]

Scenario

Passarela first started in 1981 as a physical store chain in the countryside of São Paulo, selling mostly shoes. In 2005, it was the first store to sell women’s shoes online in Brazil and from 2010 on it started to offer clothes and accessories, becoming more than a footwear business.
Today it has more than 40 stores in 12 cities in the state of São Paulo, a distribution center of 16,000 square meters and is one of the largest fashion e-commerce operations in Brazil.
The brand offers integrated consumer experience in all sales channels: stores, website and call center. Physical stores have a digital terminal that integrates in store experience with online experience, where salesperson can offer more than 30,000 items to customers, as well as check product availability across all stores. To deliver an even more complete experience, customers who buy their products on the website can also make exchanges in store.
The company was an early adopter of customer lifecycle methodology in Brazil. Four years ago, the company used Responsys to orchestrate its marketing and sales communication and strategies.
Passarela currently has more than 30 active programs on Responsys, which address every point of contact with customers, before, during and after purchases. The email channel is one of its leading sales channels. Email marketing, involving data-based automated emails, accounts for 60% of the channel’s revenue. This shows that the company’s maturity in online strategies, combined with strong technology, are able to deliver a unique experience for customers and generate significant revenue, in an automated way and without any involvement in the operation. This autonomy enables the company to direct its efforts toward developing new strategies and assessing campaigns, to optimize results and experiences.

Problem

Once the Passarela already has automated campaigns that include most of the points of contact with its base, the company has opted to carry out segmented campaigns. In this way, it was possible to identify and activate the campaign called undecided, which contemplates customers who accessed 7 times or more the same product in a period of 30 days and did not buy.

Solution

As these customers were already impacted by navigation and cart abandonment campaigns and still did not finish the purchase of the desired product, Passarela activated the undecided campaign, which consists of a single email with dynamic content.
The main banner may vary depending on three situations: “hurry, it’s running out”, “lower price” and “take advantage of the 5% off coupon”.
a- The first banner appears when the browsed product is when only two are left in stock (e=2) and there are at least four sizes available of the product browsed by the customer.
b- The second banner appears when the browsed product has dropped in price since the last view by the customer.
c- The third banner offers customers a 5% discount coupon and is shown when there has been no price drop in the browsed product and the stock is higher than minimum. It is important to emphasize that if the product could fall under either rule 1 or 2, rule 2 (“lower price”) is prioritized.

The second content is the browsed product that is automatically inserted. The email also has an animated gif, which draws attention since it is different from the brand’s other communications.

Results

The undecided customer campaign yielded surprising results. The CTO of the campaign was 226% higher than the average of other campaigns, opens were 15% higher than the average and revenue has been a success, at 400% over the average.
This campaign illustrates that relationship and customer loyalty are indispensable factors when it comes to consumer experience. The program is only activated after consumers have demonstrated a very high level of engagement and, even though they have been impacted by other campaigns related to the desired product, this campaign achieves these excellent results due to its relevance and assertiveness. It is a real example of the methodology of short messages, for the right person, at the right time.[:es]

Escenario

La Pasarela es una empresa del interior de São Paulo que comenzó a operar en la rama calzadista en 1981. En 2005, fue pionera en la venta de calzados femeninos en línea en el país ya partir de 2010 añadió a la cartera ropa y accesorios, volviéndose mucho más que una tienda de calzado.

Hoy la empresa cuenta con más de 40 tiendas en 12 ciudades de Brasil, un centro de distribución y es reconocida como uno de los mayores e-commerces de la industria de la moda del país.

La marca ofrece una experiencia de compra integrada para el consumidor en todos sus canales: tiendas, sitio y call center. Las tiendas físicas poseen un terminal que integra la experiencia del cliente en la tienda con la online, haciendo que los vendedores puedan ofertar más de 30 mil ítems al consumidor, y también chequear la disponibilidad de stock de cada producto en todas las tiendas. Para mejorar aún más la relación con el cliente, las compras realizadas por el sitio pueden ser cambiadas en las tiendas físicas si es necesario.

La empresa es early adopter en la metodología del ciclo de vida del cliente en Brasil y hace cuatro años utiliza la plataforma Responsys en la orquestación de su comunicación, estrategias de marketing y ventas.

Actualmente la Pasarela tiene más de 30 programas activos en Responsys, abordando todos los puntos de contacto con el cliente, antes, durante y después de una compra. El e-mail es uno de los principales canales de venta y dentro del e-mail marketing, los automatizados a partir de los datos, representan 60% de los ingresos del canal. Esto significa que la madurez de la empresa en las estrategias en línea, junto con la robusta tecnología, consiguen entregar una experiencia única para el cliente y una receta expresiva, todo de forma automática y sin implicación en la operación. Esta autonomía permite que la empresa dirija sus esfuerzos en el desarrollo de nuevas estrategias y en la evaluación de las campañas, optimizando resultados y experiencias.

Problema

Una vez que Passarela ya posee campañas automatizadas que contemplan gran parte de los puntos de contacto con su base, la empresa optó por realizar campañas bastante segmentadas. En este camino, fue posible identificar y activar la campaña llamada de “indecisos”, que contempla clientes que accedieron 7 veces o más el mismo producto en un período de 30 días sin comprar.

Solución

Como estos clientes ya fueron impactados por campañas de navegación y de abandono de carro y aún así, no finalizaron la compra del producto deseado, la Pasarela activó la campaña de los indecisos, que consiste en un único e-mail con contenidos dinámicos.

El banner principal puede variar entre tres condiciones, son ellas: “corre que está acabando”; “Bajó de precio” y “aprovecha el cupón de 5 % off”.

  • El primer banner mencionado aparece cuando el producto navegado es igual a 2 en el stock (e = 2) y hay al menos 4 tamaños disponibles del producto navegado por el cliente.
  • El segundo banner aparece cuando el producto navegado ha tenido una caída de precio desde la última visualización del cliente.
  • El tercer y último banner, que ofrece al cliente un cupón del 5% de descuento, se muestra cuando el producto navegado no bajó de precio y tiene un stock mayor que el mínimo. Es importante resaltar que si el producto tiene condiciones de entrar en las reglas 1 y 2, la regla 2 de “bajada de precio” es priorizada

El segundo contenido del mensaje es el producto explorado que se inserta automáticamente. El e-mail aún cuenta con un gif animado, que llama la atención por diferenciarse de las demás comunicaciones de la marca.

Resultados

La campaña de indecisos tuvo resultados sorprendentes. El CTO de la campaña es un 226% mayor que el promedio de las demás, la apertura es un 15% mayor que la media y los ingresos son un éxito, un 400% mayor que el promedio. Además, esa campaña es símbolo de que la relación y la fidelidad son factores imprescindibles cuando el asunto es experiencia del consumidor. El programa sólo es activado después de que el consumidor demuestre un altísimo compromiso e incluso habiendo sido impactado por otras campañas con el producto deseado, ésta alcanza esos resultados por su relevancia y asertividad. Es el ejemplo real de la metodología del mensaje correcto, para la persona adecuada, en el momento oportuno.

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[:pt]Gamification: estratégia para fidelizar clientes e aumentar o engajamento.[:]

[:pt]Gamification é o termo utilizado para definir processos que envolvem estratégias de jogos em diferenciadas plataformas, online e offline. Na grande maioria das vezes estratégias de gamification são aplicadas em cenários onde o objetivo principal é aumentar a interação com as pessoas.
De forma geral os jogos têm a capacidade de manter as pessoas envolvidas por um longo período de tempo, a fim de construir relacionamentos de confiança entre as pessoas. Por este motivo, a gamificação consiste em extrair estruturas e dinâmicas de jogos com o objetivo de aplicá-las em outros contextos, para gerar mais engajamento entre as partes envolvidas.
Um estudo desenvolvido pela Gartner mostra que 70% das maiores marcas do mundo utilizam estratégias de gamification. Outro dado interessante divulgado pela empresa é em relação às perspectivas de crescimento da técnica: até 2018 este será um mercado de mais de 18 bilhões de dólares.
Outros dados interessantes sobre a técnica:
>> 53% das entidades ligadas à tecnologia disseram que, em 2020, o uso de gamificação será generalizada;
>> A gamificação pode ajudar no aumento da probabilidade de cliques para compra em 600%.
>> Campanhas de gamificação, se aplicadas da maneira correta, podem gerar um aumento de até 2X o tempo que os clientes gastam em seu site;
>> Segundo uma pesquisa, 48% da pessoas entrevistadas disseram que eles gostam quando sites ou aplicativos permitem aos compradores ganhar pontos fazendo compras.
Estudos mostram que os jogos ativam a dopamina no cérebro, provocando a sensação de prazer. Isso explica por que as pessoas gostam tanto de participar de desafios e competições. Esta interação lúdica, por sua vez, vai gerar maior engajamento, porque, além de promover um meio alternativo, e por que não dizer divertido, de contato, vai cativar a atenção de clientes em potencial oferecendo uma experiência melhor. Aliás, este é o principal objetivo do gamification: aprimorar a usabilidade através da dinâmica do jogo, aumentando o engajamento entre marca e cliente, estreitando relacionamento e sendo forte ferramenta para fidelização.
O programa de lealdade da Marvel – Marvel Insider -, por exemplo, premia os clientes que seguem os perfis da empresa no Twitter, Facebook e Foursquare. Também premia os fãs que assistem aos trailers dos próximos filmes e os que fazem check-in nos eventos ao vivo, combinando as experiências online e offline. E essas experiências são conquistadas com um programa de lealdade gamificado com metas, níveis, conquistas e placares que envolvem o espírito competitivo.

A recompensa é um elemento indispensável na gamificação, e a ideia de ganhar prêmios aumenta a motivação de quem está interagindo.  Além disso a experiência do usuário deve ser sempre prioridade neste tipo de abordagem, e ela nunca deve ficar em segundo plano para atender uma melhor visualização de seu produto ou de sua marca.
Esta é uma maneira de incentivar a participação ativa do consumidor e uma forma interessante de promover o engajamento e de fortalecer o vínculo da marca com o cliente.
Uma experiência gamificada, assim como o e-mail marketing, tem como foco principal as pessoas que recebem o conteúdo. Para que elas sigam o fluxo, é preciso manter o feedback constante e não abrir mão do conteúdo de qualidade. E se o foco está nas pessoas, as conversões devem ser uma consequência natural.
São diversas as formas de aplicar o gamification em sua estratégia de marketing, desde formas mais simples até mais complexas.

O importante é sempre prezar pela interação, capacidade de engajamento e potencial de compartilhamento. Para isso, a dica é sempre focar em boas recompensas, ações que sejam compatíveis com seus públicos e, é claro, se possível, sempre produzir conteúdos diferenciados e exclusivos, que estimulem ações desafiadoras e divertidas.

Fontes: Meio & Mensagem, Ecommerce Brasil e Marketing de Conteúdo.[:]

[:pt]Execução consciente: o gatilho certo para atrair os shoppers[:]

[:pt]Atualmente, capturar a atenção dos shoppers tem se tornado realmente um desafio no mercado brasileiro. Tanto profissionais da indústria quanto do varejo enfrentam uma decisão contínua em relação à forma de atender às demandas do consumidor, que está mais exigente e conectado, por meio de uma segmentação coerente, desenvolvimento de produtos, inovação de preços, tamanhos de embalagens e outros importantes fatores. Para estar em um patamar acima da oferta atual, é vital realizar um investimento inteligente de marketing e um sortimento adequado, garantindo que, mesmo diante de um contexto complexo, o shopper escolherá determinada loja, on-line ou off-line, ou produto que, de fato, atenda suas necessidades.
De acordo com pesquisa realizada pela Nielsen sobre o crescimento do varejo, ao perguntar aos shoppers os atributos que mais influenciam sua decisão de compra em uma loja, dos cinco mais citados, três estão relacionados à sortimento. Ao mesmo tempo, devemos considerar alguns desafios e mudança na forma de pensar para atrair este shopper. Acertar no quesito sortimento significa uma mudança de enfoque de “indução” para “atração”, impulsionada pela demanda do consumidor.

Além do sortimento e disponibilidade, outro ponto de atenção é ajudar na escolha e experiência do shopper. De acordo com dados Nielsen, 70% das decisões de compra são realizadas na loja. Antigamente, havia um nível de planejamento muito detalhado, chegando até marca ou sku. Hoje, percebe-se que, para algumas categorias, o shopper já vem planejado para comprar, mas prefere decidir na gôndola por qual marca optará. Somado a isso, o shopper gasta, em média, 15 segundos em frente a uma gôndola e menos de 40% dos produtos prendem sua atenção. Dessa forma, ele espera encontrar um hall de produtos organizados e disponíveis naquele momento.
Pensando no desafio de gestão e execução, em 2016, o número de itens ativos* no Hipermercado e Supermercado na Grande São Paulo chegou em 23 mil, porém, apenas um terço estava disponível na loja. As empresas trabalham para melhorar seus portfólios, mas a execução não é uma tarefa fácil, já que as categorias apresentam mudanças constantes.
*nos últimos 2 anos tiveram alguma venda ou distribuição
Esse cenário se acentua mais com o número de lançamentos, que foi maior do que o número de itens descontinuados nos dois últimos anos. No Hiper, por exemplo, comparando 2016 com 2015, do total de itens ativos, 10% foram de novos produtos e 4% descontinuados. Já no Super, selecionando o mesmo período, 7% foram de novos produtos e 4% descontinuados. Mesmo assim, o nível de concentração de vendas em poucos itens foi alto – no Hiper, 24% dos itens representam 80% das vendas.
Um bom planejamento faz toda a diferença para que os atores do mercado de bens de consumo façam as melhores escolhas e executem de maneira assertiva. A pesquisa da Nielsen indica que a taxa média de sucesso de inovação na indústria é de 46%, já com um processo estruturado de planejamento sobe para até 75%. Nesse momento tão desafiador, a maior virtude será garantir um processo de inovação estruturado, considerar estar presente e de forma constante, e executar o sortimento de maneira estratégica.
Texto original aqui.[:]

[:pt]Black Friday 2017: projeções e ações de fidelização[:en]Black Friday 2017: Projections and loyalty actions[:es]Viernes Negro 2017: Proyecciones y acciones de lealtad[:]

[:pt]Em 2016, a Black Friday movimentou no mercado brasileiro cerca de R$1,9 bilhão, um recorde desde que a data foi incorporada ao calendário do comércio.
Para 2017, o indicativo segue sendo de crescimento principalmente para os e-commerces que conseguirem reter o cliente fiel. De acordo com a pesquisa “Thanks God it’s Black Friday”, realizada pelo Google, 77% dos consumidores entrevistados disseram que seguem comprando nos mesmos sites, sendo que 34% fizeram quase todas as suas aquisições na mesma loja virtual.
“A data já está no senso comum do consumidor brasileiro. Não existe mais aquele negócio de ‘Black Fraude’ que existia em 2013”, afirmou José Melchert, head de Indústria de Varejo do Google.
Além da importância da fidelização dos clientes, os pequenos e-commerces têm apresentado um desempenho mais positivo do que grandes marcas, que também cresceram, mas em ritmo menor. De acordo com a pesquisa, PMEs registraram aumento de 161% na sexta-feira, enquanto os maiores players alcançaram 134%. Considerando apenas a quinta-feira anterior à Black Friday, as pequenas empresas foram as únicas que mantiveram os três dígitos.
Recentemente, em sua coluna na Forbes, Katherine Black (Especialista em Varejo e Consumo), escreveu sobre por que a fidelização de clientes tornou-se primordial no varejo. Para ela, toda a cadeia do comércio vivencia um crescimento pequeno, e isso é resultado de diversos fatores, como a geração Millennials e a constante mudança de plataformas digitais, gerando um movimento disruptivo na indústria e estancando o crescimento. Se por um lado o corte de custos poderia ser a primeira estratégia a ser adotada, no mercado atual o foco está na retenção e na fidelização dos clientes.
Trabalhar estrategicamente planos para fidelização de clientes é uma saída comprovada para aumentar e sustentar a participação no mercado. Aqueles consumidores que já tem um relacionamento com uma marca são mais propensos a continuar.
Ainda assim, executivos de grandes empresas continuam a reconhecer a importância destas ações, mas não as colocam em prática verdadeiramente: “O processo não é barato. Investimentos em fidelização de clientes podem representar 5% das vendas. Portanto, para que o dinheiro investido retorne para empresa é preciso alcançar o consumidor certo e ser construído com disciplina e um modelo financeiro sustentável”. Compreender o que seus clientes dão valor é a chave – mas nem sempre é o que economizará mais verba.
Ou seja, estar atento à forma como sua empresa vem lidando com os clientes fiéis à sua marca é um passo fundamental na construção desta relação, principalmente quando pensamos em Black Friday. Ações diferenciadas e estratégias sólidas ganham ainda mais importância quando 370 mil pessoas devem entrar no mercado e comprar pela primeira vez na data em 2017, o que representa 10% de todos os novos e-shoppers no ano. Portanto, mais do que nunca: foco no cliente e no relacionamento!
Fontes:  https://www.forbes.com / http://exame.abril.com.br / https://www.ecommercebrasil.com.br[:en]In 2016, Black Friday moved in the Brazilian market about R$1.9 billion, a record since the date was incorporated to the trade calendar.
Such growth will extend to the 2017 edition mainly for the e-commerces that manage to retain the loyal customer. According to Google’s “Thank God it’s Black Friday” survey, 77% of consumers surveyed said they continue to shop on the same sites, with 34% doing almost all of their purchases in the same store.
“The date is already anticipated by the Brazilian consumers. There is no such thing as the ‘Black Fraud’ idea  that existed in 2013,” said Jose Melchert, head of the Google Retail Industry.
In addition to the importance of customer loyalty, small e-commerces have been performing better than bigger brands, which have also grown, but at a slower pace. According to a survey, SMEs recorded a 161% increase on Friday, while the largest reached 134%. Considering just the Thursday before Black Friday, small businesses were the only ones that kept the three digits.
Recently, in her Forbes column, Katherine Black (Retail and Consumer Specialist) wrote about why customer loyalty has become primordial in retail. For Black, the entire chain of commerce experiences a small growth, and this is the result of several factors, such as Millennials and the constant evolution of digital platforms, resulting in disruption in the industry and stagnating growth. Although cost cutting may be the first strategy to be adopted, in the current Market the focus is on retention and customer loyalty
Strategical planning for customer loyalty is a  way to increase and sustain market share. Those consumers who already have a relationship with a brand are more likely to keep loyal.
Still, corporate executives continue to acknowledge the importance of these actions, but they fail to put them into practice: “The process is not cheap. Investments in customer loyalty can represent 5% of sales. Therefore, in order for the money invested to return to the company it is necessary to reach the right consumer and a sustainable financial model. Understanding what your customer’s lifetime value  value is key – but it is not always what will save more money.
In other words, being aware of how your company has been dealing with loyal customers is a key step in building the relationship, especially when we think of Black Friday. Differentiated actions and solid strategies gain even more importance when 370,000 people are expected to enter the market and buy for the first time in 2017, which accounts for 10% of all new e-shoppers in the year. Please them more than ever: focus on both customer and relationship![:es]En el 2016, el Viernes Negro se movió en el mercado brasileño alrededor de R $ 1,9 mil millones, un récord desde la fecha se incorporó al calendario comercial.
Este crecimiento se extenderá a la edición 2017 principalmente para los e-commerces que logran retener al cliente leal. De acuerdo con la encuesta “Gracias a Dios es el Viernes Negro” de Google, el 77% de los consumidores encuestados dijeron que continúan comprando en los mismos sitios, con un 34% haciendo casi todas sus compras en la misma tienda.
“La fecha ya está anticipada por los consumidores brasileños.No hay tal cosa como la idea de ‘Fraude Negro’ que existía en 2013”, dijo José Melchert, director de la industria minorista de Google.
Además de la importancia de la lealtad de los clientes, los pequeños e-commerces han estado funcionando mejor que las marcas más grandes, que también han crecido, pero a un ritmo más lento. Según una encuesta, las PYMES registraron un aumento de 161% el viernes, mientras que el mayor alcanzó el 134%. Considerando sólo el jueves anterior al Viernes Negro, las pequeñas empresas eran las únicas que mantenían los tres dígitos.
Recientemente, en su columna Forbes, Katherine Black (Retail and Consumer Specialist) escribió sobre por qué la lealtad del cliente se ha vuelto primordial en el comercio minorista. Para el negro, toda la cadena de comercio experimenta un pequeño crecimiento, y esto es el resultado de varios factores, como Millennials y la constante evolución de las plataformas digitales, lo que resulta en la interrupción de la industria y el estancamiento del crecimiento. Aunque la reducción de costos puede ser la primera estrategia a ser adoptada, en el mercado actual se enfoca en la retención y la fidelización de los clientes
La planificación estratégica para la fidelización de los clientes es una forma de aumentar y mantener la cuota de mercado. Los consumidores que ya tienen una relación con una marca son más propensos a mantener leal.
Sin embargo, los ejecutivos corporativos continúan reconociendo la importancia de estas acciones, pero no las ponen en práctica: “El proceso no es barato.Las inversiones en fidelización de clientes pueden representar el 5% de las ventas.Por lo tanto, para que el dinero invertido regrese a la empresa es necesario llegar al consumidor adecuado y un modelo financiero sostenible Comprender lo que el valor de valor de su cliente de por vida es clave – pero no siempre es lo que ahorrará más dinero.
En otras palabras, ser consciente de cómo su empresa ha estado tratando con clientes leales es un paso clave en la construcción de la relación, especialmente cuando pensamos en el viernes negro. Las acciones diferenciadas y las estrategias sólidas ganan aún más importancia cuando se espera que 370.000 personas ingresen al mercado y compren por primera vez en 2017, lo que representa el 10% de todos los nuevos compradores electrónicos en el año. Por favor, más que nunca: se centran en el cliente y la relación![:]

[:pt]A relação dos millennials com as marcas[:en]Millenials and brands[:es]La relación entre los millennials y las marcas[:]

[:pt]

Más notícias para vocês que fazem carreira construindo marcas: uma nova pesquisa mostra que mais da metade dos millenials não enxerga valor no uso delas. Mas há esperança, se você entender o que faz com que esta geração dê crédito e como alcançá-los.

 
Jonathan Wu só compra medicamentos genéricos: ele nunca gastaria dinheiro em Advil ou Tylenol. Ele está impressionado com a versão mais barata do protetor solar da Neutrogena e ele adora o frango congelado tikka masala que você só pode comprar no Trader Joe’s. “Eu só me importo com o produto – quem se preocupa com a marca? Estou disposto a experimentar”, diz Wu, 30. “Eu vou tentar tudo. Eu não sou leal”.
Agora um novo estudo mostra algo ainda mais profundo para o marketing: entre a geração dele, ele está na maioria.
Embora talvez seja um engano pintar uma geração inteira com o mesmo pincel, pouco mais da metade dos millenials, 51%, não tem preferência real entre marcas internacionais e nacionais, de acordo com o estudo do Cadent Consulting Group. Tal apatia contrasta radicalmente com os pais dos millenials, os baby boomers, um grupo leal que foi criado com menos opções, diferentes canais publicitários e apenas uma tela. A mídia da geração X não era muito diferente, salvo a chegada da TV a cabo.
 

COMO OS MILLENIAIS VÊEM AS MARCAS?

“Os millennials não cresceram com a mesma propaganda, a mesma exposição, as mesmas três grandes redes de TV”, diz Don Stuart, sócio-gerente da Cadent. Na verdade, “é um consumo completamente diferente de mídia que administra um consumo diferente de produtos”, diz Karen Strauss, colega de Stuart e diretora de Cadent.
O mercado está abrindo a porta para novos participantes, como mercados do exterior que produzem seus próprios rótulos ou a marca Brandless, revolucionou a indústria do essencial ao dia-a-dia vendendo produtos sem marca por US$3 cada. Enquanto o estudo de Cadent se concentrou em alimentos e bens de consumo, a falta de preferência dos millenials para as marcas nacionais também é evidente em outras categorias, incluindo viagens, seguros e moda, de acordo com especialistas.
Para conquistar Jonathan Wu e pessoas como ele, marcas estabelecidas estão sendo forçadas a repensar os fundamentos do marketing tradicional. Martelar os benefícios de “mais limpas, mais brancas e brilhantes” nos meios de comunicação de massa não ressoam como um movimento demográfico, com a comunidade e a sustentabilidade, e ainda são influenciados por colegas, leem reviews em sites e conteúdos no BuzzFeed.
“Compreenda que os millenials são os melhores comerciantes do dia, e é isso que está alavancando as mudanças em alimentos, restaurantes, viagens, seguros”, diz Jeff Fromm, co-autor do livro “Marketing para millennials”. Eles estão negociando para cima e para baixo e as marcas não importam. Se a sua marca não é única, você corre o risco de ser comercializado por um terceiro ou substituído por uma alternativa de baixo custo”.
 

JOGO DA CULPA

As marcas tradicionais ficaram irritadas por estarem ficando para trás e podem estar culpando a recessão de 2008. Quando o mercado millenial atingiu a maioridade a economia estava em ruínas e os consumidores, recém-saídos da faculdade lutaram para pagar as contas. Eles foram atraídos por marcas novas e orientadas por objetivos, como Warby Parker ou Casper, que prometem preços baixos, bem como uma missão de caridade diferente dos seus concorrentes mais reconhecidos. E não é fácil para uma marca adotar essa postura de forma convincente.

“A recessão foi definitivamente um gatilho para isso”, diz Madeleine Kronovet, estrategista sênior da RedPeak. “Foi uma reconfiguração de quanto de meus dólares têm de ir para grandes corporações e marcas, e quanto posso conseguir do que preciso para obter um preço mais baixo”.
Hoje em dia, os compradores são conduzidos por hackers da vida, usando uma mistura de avaliações, mídia social e comparação de preços de loja para loja para obter o máximo valor de um produto. Enquanto os millenials estão dispostos a gastar em um must-have, eles são mais propensos a comprar genéricos para o resto. Wu diz que ele terceirizou sua pesquisa para a internet, por exemplo. “Eu não entendo por que eu pagarei por uma marca cegamente sem abrir meu navegador e gastando 10 segundos para descobrir se o produto é bom o suficiente”, diz ele.

Além disso, os especialistas dizem que as compras são mais orientadas para os benefícios do que para a marca. Se um comerciante oferece entrega por exemplo, pode influenciar na compra. Millennials também são muito mais dispostos do que as gerações anteriores a experimentar novas marcas, como evidenciado pela crescente popularidade das ofertas de comércio eletrônico direto ao consumidor. E eles estão ansiosos para personalizar suas próprias experiências. Isso inclui a forma como eles estão substituindo rádio e TV com Netflix e Spotify, mas isso não termina. Eles prosperam em opções – mais, mais saudáveis.
“Eles cresceram com muita informação e acesso abundante a toda informação”, diz Fromm. “Os baby boomers cresceram em um mundo onde não havia escolhas de rótulo, por isso ficam menos confortáveis com informações de fontes tão diferentes”.
 

UMA CACHOEIRA DE ESCOLHAS

Essas escolhas por marcas próprias ficaram mais abundantes. À medida que os consumidores mudam seus hábitos de compra, alguns varejistas, reconhecendo o potencial, estão se concentrando mais em suas marcas próprias. A Target, por exemplo, está no processo de implantação de uma série de produtos próprios, que vão desde decoração de casa até vestuário feminino. A Dick’s Sporting Goods também está investindo mais nesta estratégia. Na maioria das vezes os consumidores não podem distinguir a diferença entre uma marca própria e um fornecedor nacional. Alguns varejistas, como a Target, trabalharam arduamente para torná-los indistinguíveis ao investir em melhores embalagens, usando projetos limpos e fontes e cores modernas.
“Algumas marcas mais genéricas aumentaram seus esforços de marca e design”, diz Kronovet. “Quando eles estão aparecendo ao lado de um Tylenol em uma prateleira, você não está mais acreditando que a marca Tylenol está oferecendo mais do que a marca Target & Up da Target. Você vira o rótulo e vê que são os mesmos ingredientes”.

No ano passado, as marcas próprias incluindo o Walmart e a Target, cresceram quatro vezes a taxa de marcas nacionais na categoria de merchandising de massa, de acordo com o último anuário dos fabricantes de marcas próprias com sede em Nova York. O relatório, que utiliza os dados da Nielsen, disse que as vendas de marcas próprias na categoria de mercado de massa totalizaram US$ 2,2 bilhões em 2016, um aumento de 4,6% em relação a 2015. Isso se compara ao aumento de 1,1% ano a ano nas marcas nacionais.
“As marcas próprias estão levando 20% do gasto total de bens de consumo e contribuindo com mais de um quarto do crescimento geral”, diz Jordan Rost, vice-presidente, informações sobre o consumidor na Nielsen.
 

MARCAS PRÓPRIAS SE TORNAM CONVENCIONAIS

O Whole Foods certamente notou esta tendência. A cadeia, que recentemente foi adquirida pela Amazon por US$13,7 bilhões, informou em seu relatório anual de 2016 que as marcas próprias, lideradas pelo seu rótulo 365 Everyday Value, vendem tudo, desde pretzels até sorvetes, representaram cerca de 15% do total das vendas no varejo desse ano, acima de 8% uma década antes. A Amazon também está crescendo silenciosamente em sua própria marca AmazonBasics, vendendo itens como baterias, trituradores de papel e almofadas para compradores agnósticos de marca.

Mercados europeus também sentem a oportunidade. A cadeia alemã Aldi, onde 90% dos produtos em suas prateleiras são da sua própria marca, expandiu sua presença nos EUA de uma loja há quatro décadas atrás para 1.700 agora. Ela anunciou recentemente planos para acelerar seu crescimento nos EUA para chegar a 2.500 lojas em 2022. A empresa está investindo US$1,6 bilhão na remodelação de sua atual frota, acrescenta uma porta-voz, observando que a Aldi se comunica com os compradores através de canais modernos, incluindo Twitter, Instagram e Facebook.
A Lidl, outra cadeia alemã de supermercados, abriu sua primeira loja nos EUA em junho e planeja estrear até 100 ao longo da Costa Leste até a próxima primavera. Um porta-voz da empresa, conta que 90% do seu mix é composto por marcas próprias.
 

CONFIANÇA NAS MARCAS

Um dos recém-chegados é um produto do Vale do Silício. A Brandless, que foi concebido há três anos pelos empresários Tina Sharkey e Ido Leffler prometem melhores produtos por menos dinheiro. Com itens como molho de macarrão orgânico, sabonete de mão de eucalipto e lavanda, cada um custando apenas US$ 3, a empresa de comércio eletrônico já pegou. Apenas quatro dias após o seu lançamento em 11 de julho, a equipe com sede em São Francisco estava preenchendo ordens em 48 estados, diz Sharkey, o CEO.
“Perdemos a confiança em tantas marcas lá fora”, diz ela, observando que alguns millenials também disseram que estão rejeitando as instituições governamentais. “Nós decidimos redefinir o que significava ser uma marca – não se trata da falsa narrativa da Madison Avenue e essas histórias legais.

O QUE VOCÊ VAI FAZER?

A Brandless apela a compradores como Blake Glover, uma estilista de moda de 36 anos que aprendeu sobre isso em um artigo do BuzzFeed. “Eu posso ter todas as mesmas coisas, mas gastar uma fração do valor”, diz Glover. “Pode ser todo brilho e glamour, mas no final do dia, eu só quero algo que funcione”.

NENHUMA INDÚSTRIA ESTÁ IMUNE

Além dos produtos, a mentalidade dos millenials também está afetando outras indústrias. Os motoristas mais jovens, muitos dos quais vivem em áreas urbanas e muitas vezes não usam carros, estão rejeitando seguradoras de automóveis de grande nome em favor de alternativas mais orientadas para o valor. A Metromile, por exemplo, está ganhando clientes com um aplicativo que ajuda os drivers a solucionar problemas como a luz do motor e, talvez, mais importante, a capacidade de pagar por km rodado, ao vez de mês.
Certamente, o produto nasceu por conta dos millenials das áreas urbanas “, diz James Moorhead, diretor de operações da Metromile, que cresceu para 200 funcionários ao longo dos sete anos e agora opera em sete estados.

Enquanto a maioria dos clientes são millenials, os motoristas mais antigos estão começando a seguir seus passos, de acordo com Moorhead. Depois de anunciar apenas na mídia digital há anos, a empresa começou a lançar anúncios de TV no início deste ano e está vendo a tração com os boomers, ele diz.
O turismo também está recebendo uma revisão, pois os hoteleiros tentam se adaptar à economia compartilhada e a crescente ameaça do Airbnb. No ano passado, o Hilton apresentou o Tru, que oferece mais espaço público comum para o trabalho, jogos e comodidades em tecnologia a preços mais acessíveis. A Starwood também possui Tribute Portfolio para viajantes mais jovens.
Mesmo a moda é afetada porque os consumidores se afastam de grandes logos ou vestuário de marca forte em favor de aparências mais simples e contemporâneas, muitas vezes de empresas sustentáveis como Everlane or Reformation. Alguns millenials estão mais preocupados com a cadeia de suprimentos, matérias-primas e design do que com a marca.

E essas mudanças são apenas o começo.
“Vamos ver mais e mais isso”, diz Fromm. “Estamos nos estágios iniciais do controle do consumidor do ciclo de compra”.

 
Artigo escrito por Adrianne Pasquarelli para o AdAge. Artigo original aqui.[:en]Bad news for all you out there who spend your careers building brands: New research shows that more than half of millennials have no use for them. But there’s hope for you yet if you understand what makes this generation tick and how to reach them.
Jonathan Wu only buys generic drugs—he would never spend money on Advil or Tylenol. He’s impressed with the less costly, store-brand version of Neutrogena’s Dry-Touch sunscreen, and he loves the frozen chicken tikka masala that you can only buy at Trader Joe’s.
“I only care about the product—who cares about the brand? I’m willing to experiment,” says Wu, 30. “I’m going to try everything out there. I’m not loyal.”
Wu, who lives with his parents while he works on his startup business building and renting tiny houses in suburban backyards, is marketers’ worst nightmare.
And now a new study shows something even more profound for marketing: Among his generation, he’s in the majority.
While it is perhaps a fool’s errand to paint an entire generation with the same brush, just over half of millennials, 51%, have no real preference between private-label and national brands, according to the study by Cadent Consulting Group, a four-year-old firm based in Wilton, Conn. Such apathy is in stark contrast to millennials’ baby boom parents, a brand-loyal group who were raised with fewer choices, different advertising channels and only one real media screen. Gen Xers’ media environment wasn’t much different, save for the arrival of cable TV.

HOW DO MILLENNIALS SEE YOUR BRANDS?

“Millennials didn’t grow up with the same advertising, the same exposure, the same big three TV networks,” says Don Stuart, a managing partner at Cadent. Indeed, “It’s a completely different consumption of media driving a different consumption of products,” says Karen Strauss, Stuart’s colleague and a principal at Cadent.
The shift is opening the door to new entrants, like Aldi and Lidl, grocers from overseas that emphasize their own private labels. There’s also Brandless, a month-old startup aiming to revolutionize the industry of everyday essentials by selling unbranded goods for $3 each. While the Cadent study focused on food and consumer packaged goods, millennials’ lack of preference for national brands is also evident in categories including travel, insurance and fashion, according to experts.
To win over Jonathan Wu and people like him, established brands are being forced to rethink the fundamentals of traditional marketing. Hammering away at the benefits of “cleaner, whiter and brighter” in mass media does not resonate with a demographic swayed by intangibles such as community and sustainability, and who are influenced by peers, review sites and outlets like BuzzFeed.
“Understand that millennials are the ultimate day traders, and that’s what’s driving changes in food, restaurants, travel, insurance,” says Jeff Fromm, co-author of the book “Marketing to Millennials” and a partner at ad agency Barkley. “They’re trading up and down and brands don’t matter. If your brand isn’t unique, you run the risk of being traded out for private-label or a low-cost alternative.”

BLAME GAME

Historic brands angry at taking a back seat can blame 2008’s recession. When the millennial market came of age, the economy was in shambles and consumers, recently out of college, struggled with student debt. They were lured in by new, purpose-driven brands, like Warby Parker or Casper, which promised lower prices as well as a charitable mission at odds with their seemingly money-grubbing, more recognizable competitors. Those attributes are proving tough for national brands to convincingly adopt.

“The recession was definitely a trigger for this,” says Madeleine Kronovet, a senior strategist at RedPeak who runs the company’s youth practice. “It was a reconfiguration [for millennials] of how much of my hard-earned dollars have to go to large corporations and brands, and how much can I get of what I need to get for a lower price point.”
These days, shoppers are driven by life-hacking—using a mixture of reviews, social media sources and store-to-store pricing to wring the most value from a product. While millennials are willing to spend on one must-have, they’re more apt to buy generic for everything else. Wu says he outsources his testing to the internet, for example. “I don’t understand why I would ever blindly pick up a brand without opening my browser and spending 10 seconds to find out if a product is good enough,” he says.

In addition, experts say purchases are more benefit-driven than brand-driven. Whether a marketer offers delivery, for example, could influence a purchase. Millennials are also much more willing than previous generations to experiment with new brands, as evidenced by the growing popularity of direct-to-consumer ecommerce offerings. And they’re eager to customize their own experiences. That includes the way they’re replacing radio and TV schedules with Netflix binges and Spotify playlists, but it doesn’t end there. They thrive on options—the more, the merrier.
“They grew up with abundant information and abundant access to that information,” says Fromm. “Baby boomers grew up in a world where there were not private-label choices. They’re less comfortable crowd-sourcing information from a variety of sources.”

A WATERFALL OF CHOICE

Those private-label choices have gotten more plentiful and better-looking, besides. As consumers change their buying habits, some retailers, recognizing the potential, are focusing more on their in-house brands. Target is in the process of rolling out a dozen of its own brands, ranging from home decor to womenswear. Dick’s Sporting Goods is also investing more in a private-label strategy. Much of the time, consumers can’t tell the difference between a store brand and a national player. Some retailers, like Target, have worked hard to make them indistinguishable by investing in better packaging, using clean designs and modern fonts and colors.
“Some of the more generic brands have upped their branding and design game,” says Kronovet. “When they’re appearing next to a Tylenol on a shelf, you’re no longer really believing that the Tylenol brand is offering more than Target’s Up & Up brand. You turn the label over and see it’s the same ingredients.”

Indeed, last year, private-label brands at retailers including Walmart and Target grew at four times the rate of national brands in the mass merchandisers category, according to the latest Private Label Yearbook, an annual report from the New York-based Private Label Manufacturers Association. The report, which uses data from Nielsen, said private-label sales in the mass-market category totaled $2.2 billion in 2016, a 4.6% increase over 2015. That compares with a 1.1% year-over-year increase for national brands. One big marketer, Dean Foods, which sells dairy brands like Land O Lakes and TruMoo, reported disappointing second-quarter earnings earlier this month. Dean executives said its brands have been weaker than its private-label products.
“Store brands are driving 20% of total consumer goods spending and contributing more than a quarter of overall growth,” says Jordan Rost, VP, consumer insights at Nielsen. “They’re taking share away, in some cases, from the national brands with which they’re competing. That growth has been consistent in recent years,” he adds.

PRIVATE GOES MAINSTREAM

Whole Foods has certainly noticed the trend. The chain, which recently agreed to be acquired by Amazon for $13.7 billion, reported in its 2016 annual report that private-label brands, led by its 365 Everyday Value label, selling everything from peanut-butter-filled pretzels to salted caramel ice cream pops, accounted for about 15% of total retail sales that year, up from 8% a decade earlier. Amazon is also quietly growing its own AmazonBasics label, selling items like batteries, paper shredders and wee-wee pads to brand-agnostic buyers.

European grocers sense the opportunity too. German chain Aldi, where 90% of the products on its shelves are its own private label, has expanded its U.S. presence from one store four decades ago to 1,700 now. It recently announced plans to accelerate its U.S. growth to reach 2,500 stores by 2022. The company is investing $1.6 billion in remodeling its current fleet, a spokeswoman adds, noting that Aldi communicates with shoppers through modern channels including Twitter, Instagram and Facebook.
Lidl, another German supermarket chain, opened its first U.S. grocery store in June and plans to debut up to 100 along the East Coast by next spring. A spokesman for the company, which also counts 90% of its own brands in its assortment, noted that Lidl is “laser-focused” on delivering higher quality and lower prices.

LOSING TRUST IN BRANDS OF YORE

One of the most recent newcomers is a product of Silicon Valley. Brandless, which was conceived three years ago by entrepreneurs Tina Sharkey (she co-founded iVillage) and Ido Leffler (he co-founded school supplies company Yoobi), promises better products for less money. With items such as organic arrabbiata pasta sauce and eucalyptus and lavender hand soap each costing only $3, the ecommerce company has already caught on. Just four days after its July 11 launch, the San Francisco-based outfit was filling orders in 48 states, says Sharkey, the CEO.
“We’ve lost trust in so many brands out there,” she says, noting that some millennials also said they’re rejecting government institutions. “We decided to redefine what it meant to be a brand—it’s not about the false narrative of Madison Avenue and ‘Mad Men,’ these fictitious back stories. In Selfie Nation, the brand narrative is the story you want to tell.” The venture-capital-funded company is increasing its 200-deep product stable on a daily basis with new items.

WHAT ARE YOU GOING TO DO ABOUT THAT?

Brandless appeals to shoppers such as Blake Glover, a 36-year-old fashion stylist who learned about it in a BuzzFeed article. Enthralled by the low price of its virgin coconut oil, the Brooklyn resident placed an order early on to try oil pulling, a new health trend that involves swishing the oil in your mouth to try to remove bodily toxins. He gave both the product, and the pulling, a thumbs up. “I can have all the same things but spend a fraction of the cost,” Glover says. “It can be all glitz and glamour but at the end of the day, I just want something that works.”
 

NO INDUSTRY IS IMMUNE

Beyond packaged goods, the millennial mindset is affecting other industries as well. Younger drivers, many of whom live in urban areas and often don’t use cars, are rejecting big-name auto insurers in favor of more value-driven alternatives. Metromile, for example, is winning millennials with an app that helps drivers troubleshoot issues like a check-engine light and, perhaps more important, the ability to pay by the mile instead of by month.
“Certainly the product was born on the backs of millennials in urban areas,” says James Moorhead, chief operating officer at Metromile, which has grown to 200 employees over its seven years and now operates in seven states.

While the majority of customers are millennials, older drivers are starting to follow in their footsteps (or tire tracks), according to Moorhead. After advertising only in digital media for years, the company began rolling out TV ads earlier this year and is seeing traction with boomers, he says.
Travel, too, is getting an overhaul as hotel marketers try to adapt to the sharing economy and the growing threat of Airbnb. Last year, Hilton introduced Tru, which offers more communal public space for work, and games and tech-savvy amenities at more affordable prices. Starwood has Tribute Portfolio for younger travelers.
Even fashion is affected as consumers turn away from big logos or heavily branded apparel in favor of more simple, contemporary looks, often from sustainable companies like Everlane or Reformation. Some millennials are more impressed with supply chain, raw materials and design than any established names.
And these changes are only the beginning.
“We’re going to see more and more of this,” says Fromm. “We’re in the early stages of consumer control of the purchase cycle.”[:es]Malas noticias para todos ustedes por ahí que pasan sus carreras de construcción de marcas: Nueva investigación muestra que más de la mitad de los milenios no tienen ningún uso para ellos. Pero hay esperanza para ti, sin embargo, si entiendes lo que hace que esta generación marque y cómo alcanzarlos.
Jonathan Wu sólo compra medicamentos genéricos, nunca gastaría dinero en Advil o Tylenol. Está impresionado con la versión menos costosa de la marca Neutrogena Dry-Touch sunscreen, y le encanta el pollo congelado tikka masala que solo puedes comprar en Trader Joe’s.
“Sólo me interesa el producto, ¿quién se preocupa por la marca ?, estoy dispuesto a experimentar”, dice Wu, de 30 años. “Voy a probarlo todo, no soy leal”.
Wu, que vive con sus padres mientras trabaja en la construcción de su negocio de arranque y alquila casas diminutas en los patios de los suburbios, es la peor pesadilla de los mercadólogos.
Y ahora un nuevo estudio muestra algo aún más profundo para la comercialización: Entre su generación, está en la mayoría.
Si bien es quizás un trabajo de tonto pintar a toda una generación con el mismo pincel, un poco más de la mitad de los millennials, el 51%, no tienen ninguna preferencia real entre la marca privada y las marcas nacionales, según el estudio de Cadent Consulting Group, Esta apatía está en marcado contraste con los padres del baby boom de los milenios, un grupo leal de la marca que se crió con menos opciones, diferentes canales de publicidad y sólo una pantalla real de los medios de comunicación. El entorno mediático de Gen Xers no era muy diferente, salvo la llegada de la televisión por cable.
¿CÓMO MILLENNALES VEA TUS MARCAS?
“Millennials no creció con la misma publicidad, la misma exposición, las mismas tres grandes redes de televisión”, dice Don Stuart, socio gerente de Cadent. De hecho, “Es un consumo completamente diferente de los medios que impulsan un consumo diferente de productos”, dice Karen Strauss, colega de Stuart y directora de Cadent.
El cambio está abriendo la puerta a nuevos entrantes, como Aldi y Lidl, comerciantes de ultramar que hacen hincapié en sus propias marcas privadas. También hay Brandless, una puesta en marcha de un mes con el objetivo de revolucionar la industria de lo esencial diario mediante la venta de productos sin marca por 3 dólares cada uno. Mientras que el estudio de Cadent se centró en alimentos y bienes de consumo envasados, la falta de preferencia de los milenios por las marcas nacionales también es evidente en categorías como viajes, seguros y moda, según los expertos.
Para ganar a Jonathan Wu y gente como él, las marcas establecidas se ven obligadas a repensar los fundamentos del marketing tradicional. Martillando los beneficios de “más limpio, más blanco y más brillante” en los medios de comunicación no resuena con un demográfico influenciado por intangibles como la comunidad y la sostenibilidad, y que están influenciados por los compañeros, sitios de revisión y puntos de venta como BuzzFeed.
“Comprenden que los millennials son los comerciantes finales del día, y ése es qué está conduciendo cambios en alimento, restaurantes, recorrido, seguro,” dice a Jeff Fromm, co-autor del libro “comercialización a Millennials” ya un socio en la agencia Barkley del anuncio. “Están negociando hacia arriba y hacia abajo y las marcas no importan.Si su marca no es única, corre el riesgo de ser comercializado para la etiqueta privada o una alternativa de bajo costo.”
JUEGO DE LA CULPA
Las marcas históricas enojadas al tomar un asiento trasero pueden culpar a la recesión del 2008. Cuando el mercado milenario llegó a la mayoría de edad, la economía estaba en ruinas y los consumidores, recientemente fuera de la universidad, lucharon con la deuda estudiantil. Fueron atraídos por nuevas marcas, como Warby Parker o Casper, que prometieron precios más bajos, así como una misión caritativa en desacuerdo con sus aparentemente competidores más reconocibles. Esos atributos están resultando difíciles para las marcas nacionales a adoptar de manera convincente.

“La recesión fue definitivamente un desencadenante para esto”, dice Madeleine Kronovet, estratega senior de RedPeak que dirige la práctica juvenil de la compañía. “Fue una reconfiguración [de los milenios] de cuánto de mis dólares duramente ganados tienen que ir a grandes corporaciones y marcas, y cuánto puedo obtener de lo que necesito conseguir por un precio más bajo”.
En estos días, los compradores son conducidos por la vida de hacking-utilizando una mezcla de comentarios, fuentes de medios sociales y de tienda a tienda de precios para sacar el máximo valor de un producto. Si bien los millennials están dispuestos a gastar en un deber-tener, son más propensos a comprar genéricos para todo lo demás. Wu dice que subcontrata sus pruebas a Internet, por ejemplo. “No entiendo por qué ciegamente recoger una marca sin abrir mi navegador y pasar 10 segundos para averiguar si un producto es lo suficientemente bueno”, dice.

Además, los servicios que ofrecen son más orientados para los beneficios de la marca. Un comerciante puede entregar por ejemplo, puede influir en la compra. Millennials también son mucho más que las cosas como las gerações anteriores a experimentar las marcas, como evidenciado por la acumulación de las ofertas de comercio electrónico para el consumidor. Ellos están ansiosos para personalizar sus experiencias. Esto incluye una forma como son sustitutos de radio y televisión con Netflix y Spotify, pero esto no termina. Ellos prosperan en las opciones – más, más saudáveis.
“Eles cresceram com mucha información y acceso abundante a toda información”, diz Fromm. “Los baby boomers cresceram en un mundo donde no hay escogidos de rótulo, por lo menos cómodos con las informaciones de los mismos”.
UNA CASCADA DE OPCIÓN
Esas opciones de etiqueta privada se han vuelto más abundantes y de mejor apariencia, además. A medida que los consumidores cambian sus hábitos de compra, algunos minoristas, reconociendo el potencial, se están centrando más en sus marcas internas. Target está en el proceso de desplegar una docena de sus propias marcas, que van desde la decoración del hogar a la moda femenina. Dick’s Sporting Goods también está invirtiendo más en una estrategia de marca privada. Gran parte del tiempo, los consumidores no pueden diferenciar entre una marca de tienda y un jugador nacional. Algunos minoristas, como Target, han trabajado duro para hacerlos indistinguibles invirtiendo en un mejor empaquetado, usando diseños limpios y fuentes y colores modernos.
“Algunas de las marcas más genéricas han aumentado su juego de marca y diseño”, dice Kronovet. “Cuando aparecen junto a un Tylenol en una estantería, ya no estás creyendo que la marca Tylenol esté ofreciendo más que la marca Up & Up de Target. Vuelve la etiqueta y ve que son los mismos ingredientes”.

De hecho, el año pasado, las marcas de distribuidor en Walmart y Target crecieron a cuatro veces la tasa de marcas nacionales en la categoría de comerciantes de masas, según el último Private Label Yearbook, un informe anual de los Fabricantes de Marcas Privadas de Nueva York Asociación. El informe, que utiliza datos de Nielsen, dijo que las ventas de marcas privadas en la categoría de mercado de masas totalizaron $ 2.2 mil millones en 2016, un 4,6% más que en 2015. Esto se compara con un aumento de 1.1% año a año para las marcas nacionales. Un gran vendedor, Dean Foods, que vende marcas lácteas como Land O Lakes y TruMoo, reportó decepcionantes ganancias del segundo trimestre a principios de este mes. Los ejecutivos de Dean dijeron que sus marcas han sido más débiles que sus productos de marca privada.
“Las marcas de tiendas están impulsando el 20% del gasto total de bienes de consumo y contribuyen con más de un cuarto del crecimiento total”, dice Jordan Rost, vicepresidente de información sobre el consumidor de Nielsen. “En algunos casos, están tomando parte de las marcas nacionales con las que compiten, ese crecimiento ha sido consistente en los últimos años”, añade.
PRIVATE GOES MAINSTREAM
Whole Foods ciertamente ha notado la tendencia. La cadena, que recientemente accedió a ser adquirida por Amazon por 13.700 millones de dólares, informó en su informe anual de 2016 que las marcas de distribuidoras privadas, lideradas por su etiqueta 365 Everyday Value, vendían todo, desde pretzels rellenos de mantequilla de maní hasta helados salados de caramelo , representaron alrededor del 15% de las ventas minoristas totales ese año, frente al 8% de la década anterior. Amazon también está creciendo en silencio su propia etiqueta de AmazonBasics, vendiendo artículos como baterías, trituradoras de papel y cojines wee-wee a los compradores agnósticos de marca.

Los tenderos europeos sienten la oportunidad también. La cadena alemana Aldi, donde el 90% de los productos en sus estantes son su propia marca privada, ha ampliado su presencia de Estados Unidos de una tienda hace cuatro décadas a 1.700 ahora. La compañía está invirtiendo 1.600 millones de dólares en la remodelación de su flota actual, agregó una portavoz, señalando que Aldi se comunica con los compradores a través de canales modernos como Twitter, Instagram y Facebook.
Lidl, otra cadena alemana de supermercados, abrió su primera tienda de comestibles en los Estados Unidos en junio y planea debutar hasta 100 en la costa este para la próxima primavera. Un portavoz de la empresa, que también cuenta con el 90% de sus propias marcas en su surtido, señaló que Lidl está “centrado en láser” en la entrega de mayor calidad y precios más bajos.
PERDIDA DE CONFIANZA EN LAS MARCAS DE YORE
Uno de los recién llegados más recientes es un producto de Silicon Valley. Brandless, que fue concebida hace tres años por los empresarios Tina Sharkey (ella co-fundó iVillage) e Ido Leffler (co-fundó la empresa de suministros escolares Yoobi), promete mejores productos por menos dinero. Con elementos como la salsa de pasta orgánica arrabbiata y jabón de mano de eucalipto y lavanda cada uno cuesta sólo $ 3, la compañía de comercio electrónico ya ha capturado. Apenas cuatro días después de su lanzamiento el 11 de julio, el equipo con sede en San Francisco estaba llenando pedidos en 48 estados, dice Sharkey, el CEO.
“Hemos perdido la confianza en tantas marcas por ahí”, dice, señalando que algunos millennials también dijeron que están rechazando instituciones gubernamentales. “Decidimos redefinir lo que significaba ser una marca: no se trata de la falsa narrativa de Madison Avenue y de” Mad Men “, estas historias ficticias de trasero. En Selfie Nation, la narrativa de la marca es la historia que quieres contar. La empresa con capital de riesgo está aumentando diariamente su producto de 200 pies de profundidad con nuevos artículos.

¿Qué vas a hacer al respecto?
Brandless apela a compradores como Blake Glover, un estilista de 36 años que se enteró de ello en un artículo BuzzFeed. Encantada por el bajo precio de su aceite de coco virgen, el residente de Brooklyn hizo una orden temprano para tratar de tirar del petróleo, una nueva tendencia de la salud que implica batir el aceite en la boca para tratar de eliminar las toxinas corporales. Él dio tanto el producto, y el tirón, un pulgar hacia arriba. “Puedo tener todas las mismas cosas pero gastar una fracción del costo”, dice Glover. “Puede ser todo glamour y glamour, pero al final del día, sólo quiero algo que funcione”.
NINGUNA INDUSTRIA ES INMUNIZA
Más allá de los bienes envasados, la mentalidad milenaria afecta también a otras industrias. Los conductores más jóvenes, muchos de los cuales viven en áreas urbanas ya menudo no usan automóviles, están rechazando a los grandes aseguradores de autos a favor de alternativas más valiosas. Metromile, por ejemplo, está ganando millennials con una aplicación que ayuda a los conductores a solucionar problemas como un motor de control de luz y, quizás más importante, la capacidad de pagar por la milla en lugar de por mes.
“Ciertamente el producto nació a espaldas de los milenios en las zonas urbanas”, dice James Moorhead, director de operaciones de Metromile, que ha crecido a 200 empleados en sus siete años y ahora opera en siete estados.

Mientras que la mayoría de los clientes son millennials, los conductores más viejos están comenzando a seguir en sus pasos (o pistas del neumático), según Moorhead. Después de anunciar sólo en medios digitales durante años, la compañía comenzó a desplegar anuncios de televisión a principios de este año y está viendo la tracción con los boomers, dice.
Viajes, también, está recibiendo una revisión ya que los comerciantes del hotel tratan de adaptarse a la economía compartida y la creciente amenaza de Airbnb. El año pasado, Hilton introdujo Tru, que ofrece más espacio público comunitario para el trabajo, y juegos y servicios de tecnología avanzada a precios más asequibles. Starwood tiene Tribute Portfolio para viajeros más jóvenes.
Incluso la moda se ve afectada a medida que los consumidores se alejan de los grandes logotipos o ropa de marca fuerte a favor de una apariencia más simple y contemporánea, a menudo de empresas sostenibles como Everlane o Reforma. Algunos millennials están más impresionados con la cadena de suministro, materias primas y diseño que cualquier nombre establecido.
Y estos cambios son sólo el comienzo.
“Vamos a ver más y más de esto”, dice Fromm. “Estamos en las primeras etapas del control de los consumidores sobre el ciclo de compra”.[:]