[:pt]A evolução do e-commerce no Brasil nos últimos 10 anos[:]

[:pt]Nos últimos anos, o e-commerce tem crescido no Brasil devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes. Participamos da 10ª edição do Fórum do E-commerce Brasil em São Paulo e levamos alguns dados  para contar um pouco da evolução cronológica do e-commerce no Brasil nos últimos 10 anos.
2010 – Boom das compras coletivas leva o consumidor a comprar online pela primeira vez.
Quem não se lembra de quando as compras coletivas começaram, não é mesmo? Foi uma invasão de sites de compras coletivas entre 2010 e 2011, o que elevou a barra para a concorrência na época, e só sobreviveram aqueles que se destacaram.
2011 – Somente 2% usam as redes sociais como motivadores de compras.
As redes sociais ainda estavam ganhando audiência naquela época. O Facebook por exemplo, tinha 845 milhões de usuários em 2011, hoje tem 2,3 bilhões.
2012 – Consolidação da entrega expressa e surgimento do “same day” delivery.
As companhias começaram a entender a necessidade de muitos consumidores de terem em mãos seus produtos em um curto prazo de entrega.
2013 – Explosão da Black Friday: crescimento de 217% no e-commerce.
Ainda com apenas 3 anos, a Black Friday já demonstrava grande potencial de crescimento no e-commerce brasileiro.
2014 – 20% das compras online de brasileiros foram em outros países, sendo 50% da China.
Com e-commerces muito mais sólidos e preços bastante atrativos, a China e outros países ainda atraíam muitas das compras online feitas pelos brasileiros.
2015 – Mudança nas regras do ICMS prejudicam o setor e gera mobilização nacional.
Mudanças nas relações de consumo muitas vezes são acompanhadas de modificações nas leis de tributação do país, foi o caso da Emenda Constitucional 87/2015 que promoveu mudanças no recolhimento do ICMS estadual e interestadual.
2016 – Pela primeira vez na história do e-commerce no Brasil, uma queda de (1,8%) na venda.
Ano que precedeu a crise econômica de 2015, em 2016 o e-commerce apresentou queda de 1,8% no número de vendas. Apesar do número negativo no montante dos pedidos, em valores totais o setor apresentou crescimento de 7,4% em comparação ao ano anterior.
2017 – Consolidação das vendas via market place no Brasil com alta de 22%.
Fortes players do marketplace brasileiro como B2W e a consolidação da Amazon no Brasil, fazem com que a modalidade crescesse de forma sólida.
2018 – Mais de 30% visitam as lojas físicas em alguma etapa da jornada de compra online.
O consumidor omnichannel já não tem mais uma jornada de compra linear como antigamente, agora ele permeia entre o mundo online e as lojas físicas até a sua tomada de decisão.
2019 – E-commerce atinge R$ 80 bilhões no Brasil, com expectativa de 265 milhões de pedidos.
Com previsão de crescimento na casa dos 16%, a expectativa para o ano é bastante positiva.
Para ficar de olho no que vai rolar daqui para frente assine nossa newsletter![:]

[:pt]O crescimento desenfreado do m-commerce: 1/3 dos pedidos online no Brasil[:]

[:pt]As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, consultoria sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado na última segunda-feira (25).
m-commerce é um dos principais responsáveis pelo crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico no ano passado. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%, conforme o balanço divulgado em fevereiro pela Ebit | Nielsen. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio em torno de R$447, aumento de 3%.
“O m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”, afirma Ana Szasz, head da Ebit | Nielsen.
As categorias responsáveis pela expressiva alta de pedidos no m-commerce são Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).
A democratização do e-commerce também pode ser notada pelo avanço para além do Centro-Sul, em especial no Norte (+22%) e, principalmente, no Nordeste (27%). O faturamento foi de R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, o que representa 13,2% do total geral.
“Ainda é pouco na comparação com o Sudeste, que concentra quase 60% das compras, mas houve um salto expressivo de 2,3 pontos percentuais em relação a 2017. O Nordeste tem uma demanda reprimida e, por consequência, muito espaço para crescer, especialmente para empresas de logística e operação, já que é a região do Brasil que registra a menor taxa de produtos entregues dentro do prazo (81%), abaixo da média nacional, que é de 86%”, explica.
Categorias
A categoria campeã em faturamento total em 2018 foi a de Eletrodomésticos, com 19,6% de importância no mercado, seguida de perto por Telefonia & Celulares, com 18,2% (contra 21,2% em 2017). Completam o top 5 Casa & Decoração, Informática e Eletrônicos.
Como o grande destaque do crescimento do mercado em 2018 foi o número absoluto de pedidos, é o ranking das categorias mais pedidas que chama a atenção. Liderando o pódio está a campeã Perfumaria, Cosméticos & Saúde, com 16,4% de participação em pedidos (4,4 pontos percentuais a mais de pedidos em relação à  2017), seguida de Moda & Acessórios, com 13,6%. As duas primeiras, principalmente, ajudam a explicar o crescimento menor no ticket médio de um ano para outro.
Completam o ranking das mais pedidas em 2018 Casa & Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas & Apostilas, com 7,5%, outra categoria com um ticket médio não muito alto.
Fonte: Novarejo
Dados: Webshoppers[:]

[:pt]Pós Black Friday – Como seguir vendendo?[:en]Post Black Friday – How To Keep the Sales Flowing[:es]Cómo seguir vendiendo después del Black Friday?[:]

[:pt]Vender durante a Black Friday não tem muito mistério, afinal é a época do ano em que a grande maioria dos consumidores espera para comprar, 84% dos brasileiros online pretendem adquirir produtos na sexta dos descontos. O mais interessante é que no Brasil, diferente dos Estados Unidos (onde a data teve início), a Black Friday não é o fim de um período sazonal de vendas, mas o começo. O fim será só depois das vendas de natal, nas liquidações de verão. Até lá temos muitas vendas pela frente.
De qualquer forma, cada vez mais brasileiros estão criando o hábito de aguardar até a data para fazer suas compras e, muitas vezes, se organizam para antecipar as compras de natal, aproveitando os preços especiais que o momento oferece.
Passado o período promocional, todo mundo bateu as metas, certo? E agora, como vender novamente para os clientes conquistados? Esse é o princípio da retenção de clientes. Assim, como incentivar a segunda venda? As respostas estão logo abaixo.
E-MAILS TRANSACIONAIS:
Os e-mails transacionais são aqueles em que “se o cliente não receber, irá reclamar”, ou seja, são as confirmações de compra, status de pedido, lembrete de senha etc. A grande vantagem desse tipo de e-mail é que deve ser enviado até mesmo para a base opt-out, ou seja, para aqueles que não recebem mais ações promocionais.
Como posso usar os e-mails transacionais para vender mais?

  1. Incluir cross-selling com recomendações baseadas nas compras realizadas
  2. Incluir opção de assinatura para categorias de produtos que têm compras recorrentes (bebidas, cosméticos, artigos para bebês etc.)
  3. Incluir link para que o cliente se torne opt-in na base promocional
  4. Incluir produtos navegados que não estavam contidos na compra
  5. No “esqueci minha senha” – incluir produtos deixados no carrinho para facilitar o processo de compra

INCENTIVO À SEGUNDA COMPRA
Muitos clientes fazem sua estréia no e-commerce a partir de super-ofertas e datas como a Black Friday, onde entendem que têm “menos a perder” caso não dê certo ou têm muito a ganhar, pelas ofertas arrasadoras (por incrível que pareça, ainda tem gente com receio de comprar pela internet). Portanto precisamos encantar, mostrar que o ambiente é seguro, mesmo neste momento de tantas demandas. Incentive a segunda compra através de:

  1. Cupom dentro da embalagem enviada do produto comprado – pode ser tanto para o e-commerce quanto para a loja física
  2. Cupom em e-mail de agradecimento de compra – com limite de compra antes do Natal, por exemplo
  3. Customizar o seu site para receber o cliente retornante com incentivo ou produtos relevantes pelo interesse anterior (leia mais sobre CRO – Conversion Rate Optimization e saba como fazer)
  4. Disponibilizar a troca na loja física, gerando fluxo da loja

RÉGUAS DE RELACIONAMENTO DE RECOMPRA E REABASTECIMENTO
A compra de diversos produtos pode garantir a sua próxima venda. Estes são alguns exemplos de categorias que facilmente podem ter recompra recorrente:

  1. Máquinas de café – cápsulas
  2. Produtos para bebês e crianças – programa de reabastecimento de fraldas, papinhas, brinquedos
  3. Produtos de pet shop – programa de recompra de ração, brinquedos, roupinhas
  4. Bebidas
  5. Origem e destino viajados – incentivar o retorno / viver a experiência novamente
  6. Produtos de maquiagem e perfumaria

INCENTIVO AO DOWNLOAD DO APP E COMUNICAÇÃO VIA PUSH
Os aplicativos são uma importante ferramenta a ser explorada, pois oferecem uma experiência simples e eficiente de compra, além de terem menores taxas de saída comparando aos sites mobile. Isso se dá devido ao fato de que mudar de site no browser é mais simples do que sair de um aplicativo, e a experiência muitas vezes não é tão intuitiva.
Ainda, com os apps é possível captar dados como localização, device utilizado entre outros, que devem ser utilizados para que a oferta seja mais relevante e personalizada para cada cliente.
OUTRAS AÇÕES
Diversas marcas aproveitam a onda da “Black” e seguem fazendo noites de promoções no decorrer do ano, exemplos disso são o “Prime Day” da Amazon, a “Black Night”, da Americanas.com, o “Corujão” das Lojas Colombo, e muitos outros, afinal esse tipo de ação chama a atenção dos clientes.
Escolha uma data significativa e a inclua no calendário promocional. É uma ótima oportunidade para manter os clientes engajados 😉[:en]Selling during Black Friday is not much of a mystery, after all it is the time of the year when the vast majority of consumers longs for to buy: 84% of online Brazilian customers intend to buy products in the promotional friday. The most interesting thing is that in Brazil, unlike the United States (where the date started), Black Friday is not the end of a seasonal sales period, but the beginning. The end will be only after Christmas sales, in the late summer discounts. Until then we have a lot of sales ahead of us.
Regardless, more and more Brazilians are developing the habit of waiting fo the date to fill their bags and, often, they organize themselves to anticipate Christmas shopping, taking advantage of the special prices that the moment offers.
After the promotional period, everyone has reached their BF goals, right? And now, how do you resell to those customers? This is the principle of customer retention. So, how to encourage the second sale? Keep reading and you will find out.
TRANSACTIONAL E-MAILS
Transactional emails are those which if the customer does not receive they will complain. In other words, it’s purchase confirmations, order status, password reminder, etc. The great advantage of this type of email is that it should be sent even to the opt-out base, those who do not receive any more promotional actions.
How can I use transactional emails to sell more?

  1. Include cross-selling with recommendations based on purchases made
  2. Include subscription option for product categories that have recurring purchases (beverages, cosmetics, baby supplies etc.)
  3. Include link for customer to opt-in the promotional base
  4. Include visited products that were not purchased
  5. In the “I forgot my password” – include cart abandonment products to improve the chances of closing the deal

SECOND PURCHASE INCENTIVE
Many customers make their debut in e-commerce from superdeals in dates like Black Friday, where they understand they have “less to lose” if it does not work out or they have a lot to gain from sweeping offers (incredible as it may seem, there are still people who are afraid to buy online). So we need to delight and to show that the environment is safe, even at this very demanding time. Encourage the second purchase through:

  1. Coupon inside the package of the purchased product – can be for both the e-commerce and the physical store
  2. Thank you email coupon – with purchase limit before Christmas, for example
  3. Customize your site to receive the returning customer with incentive or relevant products from previous interest (read more about CRO)
  4. Make exchanges available across physical and online stores, generating store customer flow

REPURCHASE RELATIONSHIP AND REPLACEMENT RULES
The purchase of a series of products can guarantee your next sale. Here are some examples of categories that can easily have recurring repurchase:
Coffee machine capsules
Products for babies and children – diaper replenishment program, baby food, toys
Pet shop products – food repurchase program, toys, clothing
Drinks
Origin and destination traveled – Encourage the return / experience again
Make-up and perfumery products
APP DOWNLOAD INCENTIVE AND PUSH COMMUNICATION
Applications are an important tool to explore because they offer a simple and efficient purchase experience, as well as lower exit rates compared to mobile sites. This is due to the fact that changing websites in the browser is simpler than leaving an application, and the experience is often not so intuitive.
Besides, with apps it is possible to capture data such as location, which should be used to make the offer more relevant and personalized for each client.
OTHER MOVES
Several brands take advantage of the “Black” wave and continue to make promotional nights throughout the year, such as Amazon’s “Prime Day”, Americanas.com’s “Black Night”, Colombo’s “Owl” and many others, since this type of action catches the attention of customers.
Choose a meaningful date and include it in your promotional calendar. It can be a great opportunity to keep customers engaged.[:es]Vender durante el Black Friday no es ningún misterio, pues es la época del año que la gran mayoría de los consumidores esperan para comprar: el 84% de los brasileños online tiene la intención de comprar productos en el viernes de los descuentos. Lo más interesante es que, en Brasil, a diferencia de los Estados Unidos (donde la fecha fue creada), el Black Friday no es el final de una temporada de ventas, pero el principio. El fin será solo después de Navidad, con las rebajas de verano. Todavía tenemos muchas ventas por delante.
De todos modos, cada vez más brasileños están creando el hábito de esperar hasta la fecha para hacer sus compras y a menudo se organizan para anticipar las compras de Navidad, tomando ventaja de los precios especiales el momento que ofrece.
Después del período de la promoción, todo el mundo llegó a los objetivos, ¿verdad? Y ahora, cómo vender de nuevo a el cliente de Black Friday? Este es el principio de la retención de clientes. Por lo tanto, cómo alentar la segunda venta? Las respuestas están a continuación.
EMAIL TRANSACCIONAL
Los emails transaccionales son aquellos que “si el cliente no recibe, se queja”, es decir, son las confirmaciones de pedidos, el estado del pedido, recordatorio, etc. La gran ventaja de este tipo de e-mail es que debe ser enviado incluso para la base de opt-out, es decir, para aquellos que no reciben más actividades promocionales.
¿Cómo puedo utilizar emails transaccionales para vender más?

  1. Incluir la venta cruzada con recomendaciones basadas en las compras realizadas
  2. Incluir la opción de subscripción para las categorías de productos que tienen compras recurrentes (bebidas, cosméticos, artículos para bebés, etc.)
  3. Añadir un enlace al cliente para hacer opt-in en la base promocional
  4. Incluir productos navegados que no figuraban en la compra
  5. En el “olvidé mi contraseña” – incluir los productos que quedaron en el carrito para facilitar el proceso de compra

FOMENTAR LA SEGUNDA COMPRA
Muchos clientes hacen su debut en el comercio electrónico por ofertas de fechas como el Black Friday, pues entienden que tienen “menos que perder” si no funciona o tienen mucho que ganar (por extraño que parezca, aún hay gente con miedo de comprar online). Así que tenemos que ganar el cliente, mostrar que el ambiente es seguro, incluso en estos tiempos de tantas exigencias. Usted puede fomentar la segunda compra a través de:

  1. uento en el envase de los productos comprados – tanto para el comercio electrónico como la tienda física
  2. Cupones en el email de gracias por la compra – con límite de compra antes de Navidad, por ejemplo
  1. Código de desc
  2. Personalizar el sitio para recibir el regreso del cliente con incentivo o productos relevantes por el interés previo (leer más sobre CRO)
  3. Proporcionar el cambio en la tienda física, generando flujo de tienda

REGLAS DE LAS RELACIONES DE LA COMPRA Y RELLENADO
La compra de varios productos puede asegurar su próxima venta. Estos son algunos ejemplos de categorías que pueden tener fácilmente recompra recurrentes:

  1. Máquinas de café – cápsulas
  2. Productos para bebés y niños – programa de reabastecimiento de pañales, alimentos para bebés, juguetes
  3. Productos de la tienda de animales – programa de recompra de alimentación, juguetes, ropa
  4. Bebidas
  5. Origen y destino viajado – alentar el retorno / vivir la experiencia de nuevo
  6. Productos de maquillaje y perfumes

INCENTIVO PARA DESCARGAR LÁ APLICACIÓN Y LA COMUNICACIÓN POR PUSH
Las aplicaciones son una herramienta importante para ser explotada, ya que ofrecen una práctica y eficiente experiencia de compra, además de tener tasas de salida más bajas en comparación con los sitios móviles. Esto es debido al hecho de que el cambio del sitio en el navegador es más simple que salir de una aplicación, y la experiencia a menudo no es tan intuitiva.
Aún así, con las aplicaciones se puede capturar datos como la ubicación, entre otros que pueden ser utilizados para la oferta ser más relevante y personalizada para cada cliente.
OTRAS ACCIONES
Varias marcas aprovechan la ola de “Black” y continúan haciendo noches de promociones  durante todo el año, por ejemplo el “Prime Day” de Amazon, “Black Night”, de Americanas.com, el “búho” de compras de Colombo, y muchos otros, pues este tipo de acción prende la atención de los clientes.
Elija una fecha significativa para incluir en el calendario promocional. Es una gran oportunidad para mantener los clientes comprometidos [:]

Sua ferramenta de busca é fácil de achar?

[:pt]A ferramenta de busca de um site tem uma grande importância frente ao seu desempenho como um todo. Mas será que sua marca dá a esse campo o tratamento adequado?
Mais de 100 bilhões de buscas são feitas diariamente no Google. E além de ser o maior buscador da internet, é uma maneira rápida e eficiente de encontrar o conteúdo/produto desejado, não é mesmo?
No entanto, muitos usuários preferem utilizar o search do próprio website e isso geralmente representa de 40% a 50% a mais de conversão em comparação a visitantes que não fizeram buscas. Normalmente quem usa o esse campo são visitantes que já sabem o tipo de item que desejam. Às vezes até mesmo possuem a referência do produto, o que acaba influenciando positivamente na conversão.

Nada de discrição

Um erro muito comum é deixar a ferramenta muito discreta, geralmente para que o layout seja clean. Em alguns casos ela fica até mesmo escondida, o que dificulta muito uma navegação mais direta, podendo resultar em uma maior taxa de saída da página. 73% dos usuários acabam abandonando o site ao não encontrarem o que desejam em dois minutos. Recomenda-se, assim, que a ferramenta seja visível e apareça em todas as páginas do website.

Autocomplete

Não basta incluir a ferramenta no topo do site se ela não é funcional. Por exemplo, não ter autocomplete é um grande dificultador. Isso porque recomendar produtos otimiza o tempo do cliente, podendo até mesmo elevar o ticket médio do pedido ao sugerir produtos mais caros (porém relevantes!) e aumento da conversão.
Portanto, é necessário também analisar quais tipos de palavras são mais buscadas no site. Por exemplo, se existe uma grande procura por marcas específicas, talvez uma saída seria fazer landings pages dedicadas para proporcionar uma experiência diferente para o usuário. Esses espaços também podem ser patrocinados pela marca mencionada, numa relação ganha-ganha.

Filtros

Filtros funcionais na ferramenta de busca evitam que o visitante efetue novas pesquisas, otimizando o tempo de navegação e número de páginas visitadas, melhorando a usabilidade e, no final, a conversão.
Deve-se, também, considerar que cada categoria do website deve ter filtros proporcionais. Acontece muito de ter os mesmos filtros para todas os tipos de palavras buscadas, não levando em consideração o gênero utilizado na pesquisa. Por exemplo, ao buscar “jaqueta feminina” não é relevante trazer um filtro de “masculino”, pois não condiz com o tipo de produto buscado.
Outro ponto é a ordenação da vitrine do resultado de busca. Muitos usuários acabam reordenando novamente a página, pois preferem o ranqueamento pelo preço mais baixo. Contudo é necessário observar se isso pode estar influenciando na queda do seu ticket médio. Uma boa estratégia é fazer um teste A/B para analisar qual melhor ordenação, não só da vitrine de busca, mas como de todas as vitrine do site.

Informações

Não é só a ferramenta de busca que é preciso ser avaliada. Outro fator importante são os fluxos seguintes do usuário e seu comportamento em cada fluxo.
Para exemplificar a situação mencionada: foi realizado um teste de mudança de layout em uma página de produto de um cliente da Pmweb para dar mais destaque aos reviews dos clientes. A conclusão foi que esse destaque só fazia sentido para visitantes que utilizaram a busca, visto que o usuário ainda está em processo de decisão de qual produto/marca comprar. O resultado foi +1,23% de conversão em relação à versão controle 🙂
Portanto, não adianta apenas ter e destacar a ferramenta de busca. É necessário que ela seja funcional e antecipe as necessidades do cliente, sempre mostrando produtos e filtros relevantes. Todo detalhe, nesse caso, deve ser considerado, pois pode valer uma conversão no final da experiência de navegação.
Fonte: Conversion XL[:en]The search engine of a website plays a major role in its overall performance. But are you giving  it the attention it deserves?
Over 100 billion searches are happen on Google everyday. And besides being the most popular search engine on the internet, it’s a quick and efficient way to find the desired content/product, right?
However, many users prefer to use the website’s own search and this generally represents 40% to 50% more conversion compared to visitors who did not search. Usually those who use this field are visitors who already know what they want. Sometimes they even have information about the product, which ultimately influences the conversion in a positive way.

No discretion

A very common mistake is to design the tool too discreet, usually for the layout to be clean. In some cases it is even hidden, which makes it very difficult to navigate more directly, which can result in a higher exit rate of the page. 73% of users end up leaving the site after not finding what they want in up to two minutes. It is therefore recommended that the tool be visible and appear on all pages of the website.

Autocomplete

Just including the tool at the top of the page is not enough if it isn’t functional . For example, not having the autocomplete resource is a major constraint. This happens because suggesting products optimizes customer time, and can even raise the average ticket of the order by recommending more expensive (but relevant!) products, aside from increased conversion.
Therefore, it is also necessary to analyze which types of words are most searched on the site. For example, if there is a great demand for specific brands, perhaps an exit would be to make dedicated landings pages to provide a different experience for the user. These spaces can also be sponsored by the brand mentioned, in a win-win relationship.

Filters

Functional filters in the search tool prevent the visitor from doing new searches, optimizing browsing time and number of pages visited, improving usability and, ultimately, conversion.
We should also consider that each category of the website have adequate filters. Websites often have the same filters for all types of searched words, not taking into account the genre used in the search. For example, when searching for “female jacket” it is not relevant to bring a “male” filter because it does not match the type of product sought.
Let’s not forget the ordering of the search result window. Many users end up rearranging the page because they prefer ranking at the lowest price. However we should check if this could be influencing the fall of your average ticket. A good strategy is to perform an A/B test to see what is the better ordering, not just in the search window, but in every window of the site.

Information

It’s not just the search tool that needs to be evaluated. Another important factor is the user’s subsequent flows and their behavior in each one of them.
To illustrate the situation above, a change of layout test was performed on a product page of a Pmweb customer to give more prominence to customer reviews. The conclusion was that this highlight only made sense to visitors who used the search, when the user was still in the process of deciding which product/brand to buy. The result was +1.23% conversion compared to the control version.
Therefore, there is no use in just having and highlighting a search tool. It needs to be functional and anticipate the customer’s needs, always showing relevant products and using the right filters. Every detail, in this case, should be considered, as it may be worth a conversion at the end of the browsing experience.
Source: Conversion XL[:es]El motor de búsqueda de un sitio web desempeña un papel importante en su rendimiento general. ¿Pero le estás dando la atención que merece?
Más de 100 millones de búsquedas se realizan en Google todos los días. Y además de ser el motor de búsqueda más popular en Internet, es una forma rápida y eficiente de encontrar el contenido/producto deseado, ¿no?
Sin embargo, muchos usuarios prefieren usar la propia búsqueda del e-commerce y esto generalmente representa un 40% a un 50% más de conversión en comparación con los visitantes que no buscaron. Por lo general, los que utilizan este campo son los visitantes que ya saben lo que quieren. A veces incluso tienen información sobre el producto, que en última instancia, influye en la conversión de una manera positiva.

Sin discreción

Un error muy común es diseñar la herramienta demasiado discreta, generalmente para que la disposición esté clean. En algunos casos, incluso queda oculto, lo que hace que sea muy difícil navegar más directamente, lo que puede dar lugar a una mayor tasa de salida de la página. 73% de los usuarios terminan dejando el sitio después de no encontrar lo que quieren en un máximo de dos minutos. Por lo tanto, se recomienda que la herramienta sea visible y aparezca en todas las páginas del sitio web.

Autocompletar

Sólo incluir la herramienta en la parte superior de la página no es suficiente si ella no es funcional. Por ejemplo, no tener el recurso de autocompletar es una restricción grande. Esto sucede porque sugerir productos optimiza el tiempo del cliente, e incluso puede aumentar el ticket promedio de la orden recomendando productos más caros (pero relevantes!), aparte de una mayor conversión.
Por lo tanto, también es necesario analizar qué tipos de palabras se buscan más en el sitio. Por ejemplo, si hay una gran demanda de marcas específicas, tal vez una salida sería hacer landing pages dedicadas para proporcionar una experiencia diferente para el usuario. Estos espacios también pueden ser patrocinados por la marca mencionada, en una relación de ganar-ganar.

Filtros

Los filtros funcionales en la herramienta de búsqueda evitan que el visitante realice nuevas búsquedas, optimizando el tiempo de navegación y el número de páginas visitadas, mejorando la usabilidad y la conversión.
También debemos considerar que cada categoría del sitio web tenga filtros adecuados. Los sitios web suelen tener los mismos filtros para todos los tipos de palabras buscadas, sin tener en cuenta el género utilizado en la búsqueda. Por ejemplo, cuando se busca “camisa femenina”, no es relevante traer un filtro “masculino” porque no coincide con el tipo de producto buscado.
No olvidemos el orden de la vitrina de resultados de búsqueda. Muchos usuarios terminan reorganizando la página porque prefieren el ranking al precio más bajo. Sin embargo debemos comprobar si esto podría estar influyendo en la caída de su boleto promedio. Una buena estrategia es realizar una prueba A/B para ver cuál es el mejor orden, no sólo en la vitrina de búsqueda, sino en todas las vitrinas del sitio.

Información

No es sólo la herramienta de búsqueda que necesita ser evaluada. Otro factor importante son los flujos posteriores del usuario y su comportamiento en cada uno de ellos.
Para ilustrar la situación anterior, se realizó una prueba de diseño en una página de producto de un cliente de Pmweb para dar más importancia a las revisiones de los clientes. La conclusión fue que este resalto sólo tenía sentido para los visitantes que utilizaron la búsqueda, cuando el usuario estaba todavía en el proceso de decidir qué producto/marca para comprar. El resultado fue una conversión de + 1,23% en comparación con la versión de control.
Por lo tanto, no es suficiente tener y resaltar una herramienta de búsqueda. Ella tiene que ser funcional y anticipar las necesidades del cliente, siempre mostrando productos relevantes y utilizando los filtros adecuados. Cada detalle, en este caso, debe ser considerado, ya que puede valer una conversión al final de la experiencia de navegación.
Fuente  Conversion XL[:]

[:pt]Wish lists: como criar, desenvolver e ativar[:en]Wish lists: how to create, develop and activate it[:es]Wishlists: cómo crear, desarrollar y activar[:]

[:pt]Wish lists são coleções criadas pelos consumidores em suas contas individuais, contendo os produtos desejados por eles. Listas de desejos – em português – significam interesse e intenção de adquirir esses itens em algum momento, mas não imediatamente.
Wish lists são um dos poucos casos, em e-commerce, em que os clientes dizem exatamente quais produtos querem, mas ainda não possuem. Este interesse demonstrado apresenta uma oportunidade altamente valiosa para fazer uma venda e atender a uma necessidade do cliente, mas muitas vezes, as listas são subutilizadas como ferramenta de marketing.

Criando

Para fomentar listas de desejos é preciso, antes de tudo, ter objetivos claros. As pessoas não fazem listas à toa e se elas escolhem uma loja para isso, deve-se entender como uma excelente oportunidade e valorizar o fato. Pense em quais vantagens você pode oferecer, como descontos, presentes e outros.
Além das tradicionais listas de presentes de aniversário e natal, atualmente existe uma profusão de eventos temáticos e colaborativos, como chá de fraldas, de panela, de casa nova, de lingerie, chá bar. Ser proativo e propor que a lista de presentes seja na sua loja requer conhecimento profundo da base de clientes e a compreensão de seu ciclo de vida. E isso só é possível por meio dos dados.
wish-list-casamento

Desenvolvendo

Agora que você sabe o porquê, é preciso considerar várias variáveis no desenvolvimento do projeto de listas de desejos. Além da tecnologia necessária, como integração com sistema de lojas físicas ou de estoque, design e outras, há outras questões a serem consideradas.
Personalização onsite: associar as wish lists a um projeto de CRO que envolva testes é importante para compreender a efetividade do projeto e também para apontar o que funciona e o que não está performando bem. Desenvolver wish lists, como mencionado anteriormente, precisa ter base em dados. Assim, para apresentá-las no site, de maneira relevante, também é necessário ter apoio em dados.
Coleta de dados: se você ainda não usa os dados que você coleta, já está na hora de começar. Isso porque as wish lists vão trazer novos insumos de comportamento individual, como interesse, preferências de consumo, data do casamento, do nascimento do bebê, listas de e-mails dos amigos que compram os presentes e outros. O uso inteligente desses dados pode trazer mais lucro ao negócio.
Reabastecimento: as estratégias posteriores à coleta de dados podem ser inúmeras. Por exemplo, após a lista do chá de bebê e com a data possível do nascimento, é possível iniciar uma régua de relacionamento de reabastecimento, entregando aos pais mensagens sobre novas aquisições de roupas conforme crescimento da criança, mudança de estação e outras.
Lojas físicas: se a sua marca possui lojas físicas além do e-commerce, as wish lists podem funcionar como fio condutor que unifique os dois públicos. Muitas vezes, a lista é iniciada na loja física, mas dar a opção de adquirir os produtos tanto na loja online quanto nas físicas é uma ótima iniciativa, que permite coletar os dados também de quem presenteia.

Ativando

Se você já tem os dados de aniversário dos seus clientes, por que não sugerir a eles a criação de uma wish list online via e-mail marketing? Muitas empresas também utilizam as mídias sociais, como o Instagram e o Pinterest, para estimularem a criação de listas de desejos.

Exemplo de proposta de wish list de aniversário.
Exemplo de proposta de wish list de aniversário.

Oferecer wish lists é uma maneira também de reduzir taxas de abandono de carrinho para aqueles que demonstram interesse em certos produtos mas não vão comprá-los no momento. As listas são efetivas ao dar aos consumidores uma maneira fácil de relembrá-los sobre um item desejado e, sob a ótica de negociação, demonstrar aos fornecedores o nível de interesse em seus produtos que vai além das vendas.
Por fim, não esqueça que, por meio de wish lists, sua marca vai conquistar novos clientes – aqueles que adquirirem os itens como presente. Lembre-se de ativá-los após isso e mantenha o ciclo de relacionamento. Aproveite a oportunidade de ampliar sua base!
Quer saber mais sobre como as wish lists podem tornar seu negócio mais rentável? Entre em contato com nosso time de especialistas!

Fontes consultadas:
How to monetize wish lists
What are wish lists and why are they important?

 [:en]Wish lists are collections created by consumers in their individual accounts, containing the products they are interested in and have the intention to purchase at some point, but not right away.
Wish lists are one of the few cases in e-commerce where customers say exactly which products they want and do not have yet. Their manifested interest creates a valuable opportunity to sell and meet your client’s needs, but often, lists are underrated as a marketing tool.

Creating it

To stimulate the use of wish lists you will need, first of all, to set clear objectives. People make lists for a reason and if they choose a store for it, that should be understood as a valuable opportunity. Think about what you can offer – benefits such as discounts, gifts and other advantages.
In addition to the traditional birthday and Christmas gift lists, noadays we have a handfull of thematic and collaborative events like baby showers, bridal showers, new home showers, lingerie, bar and so on. Being proactive and inviting the clients to make their gift lists in your store requires deep knowledge of the customer base and understanding of its life cycle. And this is only possible through data annalysis.
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Developing it

Now that you know why, you need to consider several variables in the development of the wishlist project. In addition to the necessary technology, such as integration with system of physical stores or stock, design and so on, there are other matters to consider.
Onsite customization: associating wishlists to a CRO project involving tests is important to understand the effectiveness of the project and also to point out what works and what is not performing well. The development of wish lists, as we mentioned, needs to be based on data. So to present them relevantly on the site you will also need to work with data.
Data collection: if youhaven’t been using the data you collect, it’s time to start. Wishlists will bring new imput on individual behavior such as interest, consumer preferences, wedding date, baby birth, and mailing lists of friends who buy gifts. The smart use of these data can bring more profit to the business.
Refueling: subsequent strategies to data collection may be numerous. After the baby shower list, for example, knowing the possible date of birth, you can start a refueling relationship ruler, delivering messages to parents about new purchases of clothing as the child’s growth, changing seasons and more.
Physical stores: if your brand has physical stores in addition to e-commerce, wishlists can be the resource you needed to join the two audiences. The list usually starts at the physical store, but giving the guests the option of purchasing the products both in the online store and the physical is a great initiative, which allows you to collect the data also of the person buying the gift.

Activating it

If you already have data on your customer’s’ birthday, why not suggest to them to create an online wishlist via e-mail marketing? Many companies also use social media like Instagram and Pinterest to stimulate the creation of wishlists.

Offering wish lists is also a way to reduce cart abandonment rates for those who show interest in certain products but will not buy them at the time. The lists do a great job giving consumers an easy way to remember a desired item and, from the perspective of negotiation, showing suppliers the level of interest in their products that goes beyond sales.
Keep in mind that using wishlists your brand will gain new customers: the people who purchase the items as gifts. Remember to activate them after the purchase and keep the relationship cycle going. Take this opportunity to expand your base!
Do you want to know more about how wishlists can boost your business? Contact our team of experts!

Consulted sources:
How to monetize wish lists
What are wish lists and why are they important?

[:es]Wishlists son colecciones creadas por los consumidores en sus cuentas personales, que contienen los productos deseados por ellos. Añandir productos a una wishlist significa que el cliente tiene interés y la intención de comprar estos artículos en algún momento, pero no de inmediato.
Este es uno de los pocos casos en el comercio electrónico donde los clientes nos dicen exactamente qué productos quieren, pero que todavía no tienen. Este interés manifestado crea una muy valiosa oportunidad para vender y satisfacer las necesidades de un cliente, pero a menudo, las listas están infrautilizadas como herramienta de marketing.

Creando

Para fomentar las listas de deseos es necesario, en primer lugar, tener objetivos claros. La gente no hace listas para nada y si eligen una tienda para hacerlo, eso debe ser entendido como una valiosa oportunidad. Piense en que beneficios  usted puede ofrecer tales como descuentos, regalos y otros.
Además de las listas tradicionales de cumpleaños y de Navidad, hoy hay una gran cantidad de eventos temáticos y de colaboración como el baby shower, bridal shower, nuevo hogar, lencería… Ser proactivo y proponer que la lista de regalos sea en su tienda requiere un conocimiento profundo de la base de clientes y comprensión de su ciclo de vida. Y esto sólo es posible a través de los datos.
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Desarrollando

Ahora que usted sabe por qué, es necesario tener en cuenta una serie de variables en el desarrollo del proyecto de wishlists. Además de la tecnología necesaria, tales como la integración con el sistema de tiendas físicas, diseño y etc, hay otras cuestiones a considerar.
Personalización onsite: asociar las wishlists a un proyecto de CRO que incluya testes es importante para comprender la eficacia del proyecto y también para señalar lo que funciona y lo que no está funcionando bien. Elaborar listas de deseos, como se mencionó anteriormente, necesia ser basado en datos. Así que para presentarlos en el sitio, de manera relevante, también es necesario apoyarse en los datos.
Recogida de datos: si su empresa no utiliza los datos que recopila, es el momento de empezar. Esto por que las wishlists traerán nuevos insumos de comportamiento individual, tales como intereses, preferencias de los consumidores, fecha de la boda, nacimiento del bebé y las listas de distribución de amigos que compran regalos. El uso inteligente de estos datos puede traer más ganancias a la empresa.
Reabastecimiento: las estrategias posteriores a la recolección de datos pueden ser numerosas. Por ejemplo, después de la lista del baby shower y la posible fecha de nacimiento, se puede iniciar una regla de relación de reabastecimiento, entregando a los padres mensajes invitando a nuevas compras conforme el crecimiento del niño, el cambio de estación y otros.
Tiendas físicas: si su marca tiene tiendas físicas, además de comercio electrónico, las listas pueden funcionar como un hilo común que une a los dos públicos. A menudo, la lista comienza en la tienda física, pero dar la opción de comprar los productos tanto en la tienda online como la física es una gran iniciativa, que le permite recoger los datos también de quien compra el regalo.

Habilitando

Si ya tiene las informaciones de los cumpleaños de los clientes, por qué no sugerir a ellos crear una wishlist online a través de marketing por correo electrónico? Muchas empresas también utilizan los medios sociales como Instagram y Pinterest para estimular la creación de listas de deseos.
 

Exemplo de proposta de wish list de aniversário.
Ejemplo de una lista de la propuesta deseo de cumpleaños.

Ofrecer wishlists es una forma de reducir las tasas de abandono de quien muestra interés en determinados productos, pero no va a comprar en el momento. Las listas son eficaces para dar a los consumidores una manera fácil de recordarse sobre un ítem deseado y, desde la perspectiva de la negociación, mostrar a los proveedores el nivel de interés en sus productos que va más allá de las ventas.
Acuerdese que, utilizando las wishlists, su marca será ganar nuevos clientes – los que compran los productos como regalos. Recuerde convertirlos después de esto y mantener el ciclo de relación. Aprovecha la oportunidad de ampliar su base!
¿Quiere saber más acerca de como las listas de deseos pueden hacer que su negocio sea más rentable? Póngase en contacto con nuestro equipo de expertos!
Fuentes consultadas:
How to monetize wish lists
What are wish lists and why are they important?[:]

O que é CRO – Conversion Rate Optimization

[:pt]O que é CRO? É a sigla para Conversion Rate Optimization, que podemos traduzir de modo simples para “otimização da conversão”. Significa um conjunto de técnicas e estratégias onsite para orientar o usuário a concluir uma ação, que pode ser uma compra, um cadastro ou um envio de formulário, por exemplo.

Como fazer CRO?

Primeiramente, é necessário contar com a tecnologia, ter uma equipe multidisciplinar e/ou um parceiro dedicado ao projeto de CRO, que é constante, mutável e demanda atenção e adaptação todo o tempo.
O CRO é 100% focado no usuário, baseando-se em seus comportamentos, que vão orientar as melhorias e a otimização da experiência. São analisados os movimentos dos olhos, da barra de rolagem, do mouse, do clique e outras atitudes de navegação.
Assim, os principais elementos que fazem parte de uma iniciativa de otimização da conversão são:
1. Uso de dados
Tirar proveito dos dados onsite e offsite é fundamental para elevar as conversões online. Partindo do princípio de que sua empresa já possui data services e consegue se comunicar com o cliente certo, na hora certa e pelo canal certo, trazendo audiência qualificada aos sites, gerando tráfego engajado, agora é pensar em como esse consumidor vai se comportar na plataforma de vendas.
Conhecer profundamente o cliente e eliminar barreiras para fazê-lo alcançar seu objetivo só é possível por meio do uso inteligente dos dados.
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 2. Análise de usabilidade
Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante (Wikipédia).
O que é uma tarefa importante dentro do site para seu negócio? Para a maior parte das empresas é a conclusão da compra. Dessa maneira, faz parte do CRO a análise da usabilidade do site para implementar melhorias que ajudem o usuário a realizar a ação.

Mapa de movimentação de mouse
Mapa de movimentação de mouse

3. Testes A/B e multivariado
Nada é efetivo se for baseado no internacionalmente conhecido “achômetro”, vulgo “chutômetro”. Brincadeiras à parte, os testes A/B e multivariados são elementos fundamentais para entender o comportamento do usuário e conduzi-lo ao objetivo final.

Alguns exemplos

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Quero aplicar um projeto de CRO no meu site

Como falamos ontem, isso só é possível se houver gente comprometida com o apoio da tecnologia. É o caso da Oracle Maxymiser, desenvolvida para o tema. Com a aquisição da Intuitive, agora a Pmweb conta com a solução e expertise no time.
De toda forma, o importante é olhar para o negócio online e entender que é possível vender mais, basta otimizar os esforços.
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[:pt]Personalização: a integração entre varejo online e offline[:]

[:pt]A integração entre varejo online e offline é um desafio para muitas marcas. A solução para que lojas físicas e e-commerces sejam orquestrados, integrados, vendam e atendam com eficácia é a tecnologia.
Desde tecnologias in-store até a produção de conteúdo compartilhável, as marcas têm mais ferramentas à sua disposição do que nunca para preparar suas estratégias de personalização omnichannel.  Basicamente, as ações são apoiadas em dados para que possam oferecer uma seleção personalizada de anúncios para os consumidores, com base em informações pessoais, preferências e histórico de compras. A personalização vai dominar varejo em 2016.

Personas: o centro de tudo

Há muito temos falado sobre customer centricity – que é o consumidor no centro da estratégia. Em se tratando de personalização, esse conceito torna-se óbvio. O segredo é coletar mais e mais dados sobre o cliente, tanto quanto for possível. Uma estratégia é ter uma régua de relacionamento por e-mail chamada progressive profiling, em que se vai pedindo informaçãoes ao cliente e, aos poucos, completando o cadastro e se aprofundando no conhecimento sobre ele.
No caso de varejos físicos e e-commerces, pode-se citar o programa de fidelidade da Sephora, o Beauty Insider, que serve como um ponto de união de dados entre os canais, tornando possível uma experiência personalizada e pertinente.
Esse programa permite aos clientes configurarem um perfil em que atributos específicos e preferências são imputados, como o tom de pele. Essa informação é então usada para fornecer ofertas especiais e relevante para aquele consumidor. Além disso, é possível salvar produtos desejados e compras realizadas em uma “beauty bag”, tanto na loja online quanto na física – e isso vai aparecer no perfil do cliente, podendo ser acessado em dispositivos móveis, incluindo nas lojas, onde há iPads disponíveis nos balcões.
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Interação em tempo real

O fato de que a maioria das pessoas terão um smartphone no bolso enquanto passeiam na loja, combinado com o desenvolvimento de novas tecnologias, como iBeacons, significa ser possível interação em tempo real em toda a jornada do cliente. Isso será uma grande tendência e uma ponte entre as compras online e a experiência nas lojas.
Os varejistas podem combinar o comportamento de compra online com o dados de comportamento e localização in-store, que serão recolhidos através dos beacons.  Com isso é possível oferecer aos clientes informações relevantes ou o produto adequado no ponto de venda. Isso pode proporcionar excelentes oportunidades de cross sell e up sell.

A personalização do showrooming

Showrooming é quando um cliente visita uma loja física para verificar um produto, mas, em seguida, compra o item na loja virtual. Geralmente a prática é vista como negativa no varejo, mas cada vez mais as empresas poderão ter vantagem em relação a isso.
Combinar essa tendência com o uso de beacons permite que os varejistas enviem mensagens personalizadas que conectam as experiências de compra online e em loja.
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Por exemplo: percebendo, via beacon, que um cliente gasta uma quantidade considerável de tempo em uma única área de uma loja, a empresa pode fazer um cruzamento de informações e verificar em qual produto ou categoria ele está interessado. O consumidor pode, então, ser impactado, mais tarde, por mensagens com ofertas relevantes e embasadas nos itens que ele estava pesquisando na loja.
Imagine um cliente querendo comprar uma Smart TV. Ele pode gastar uma quantidade considerável de tempo olhando as diferentes opções do produto na Joãozinho Magazine. Em seguida, ele vai para casa e faz um pouco mais pesquisas online. Mais tarde, naquele dia, ele recebe um email da Joãozinho Magazine com ofertas especiais sobre as TVs o pesquisou na loja. O cliente, em seguida, compra uma TV no e-commerce, recebendo o produto em sua casa.

Anúncios personalizados in-store

A Mondelez  – fabricante de alimentos e snacks, como Oreo – agora pode identificar informações demográficas básicas sobre o cliente e usar isso para exibir anúncios personalizados em monitores de vídeo perto dos caixas para os clientes verem quando estão nas filas. Não só isso, as “prateleiras inteligentes” também podem detectar quando alguém tira um item do lugar só para aquela ‘olhadinha’. Os anúncios podem ser segmentados em seguida, também com base no que os itens quase comprados, e oferecer cupons especiais fechar o negócio. Esta tendência será uma maneira extremamente poderosa de aumentar as vendas em loja e crescerá em 2016.

Whishlists integradas

Está cada vez mais fácil para os consumidores compartilharem seus achados por meio de wishlists integradas a websites, aplicativos e redes sociais. As empresas têm propiciado essa facilidade.
Aproveitando o sucesso das mídias sociais como o Pinterest, as marcas precisam permitir que os clientes compartilhem com perfeição os item da lista de desejos através do Twitter, do Facebook e por e-mail, supondo quais podem se traduzir em compras natalinas e direcionando-os para as ofertas da empresa.
Recentemente, a Amazon divulgou sua integração com o Twitter, que permite aos consumidores levar um produto diretamente à lista de compras, ao tuitarem sobre seus itens favoritos usando a hashtag #AmazonCart.
Pensar estrategicamente sobre como preencher a lacuna de dados entre lojas físicas e e-commerce será um diferencial no próximo ano. Ah, e você pode querer saber mais sobre marketing orientado a dados e personalização em nosso artigo sobre data driven marketing!

Fontes:
Gartner
Econsultancy
Smart Insights

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[:pt]Black Friday 2015: e-mail marketing é rei[:]

[:pt]Enquanto a economia do país permanece no negativo, os números do e-commerce brasileiro seguem na crescente. A Black Friday 2015 vendeu 44% mais que em 2014, um novo recorde para a data.
Os e-commerces que se destacaram trabalharam, entre outras ações, de maneira estratégica o e-mail marketing, que teve papel fundamental nas metas de vendas alcançadas. Houve uma empresa em que as campanhas de e-mail foram responsáveis por 40% das conversões e 29% do tráfego.
Conheça algumas experiências positivas de Black Friday para grandes empresas, clientes Pmweb:
logo-viajanet
“A Black Friday 2015 foi um sucesso, especialmente no canal e-mail marketing, alcançamos um crescimento de 54% comparado ao mesmo período de 2014 e a representação de 40% sobre o faturado no mês de novembro. Não tivemos nenhuma instabilidade com a plataforma Oracle Responsys Marketing Suite, isso garantiu a entrega das melhores promoções em tempo recorde. Agora é planejar 2016″ Daniely Oliveira (Viajanet)
tok-and-stok-logo
“Não só batemos a meta com a Black Friday como faturamos o dobro do que estávamos esperando! Foi realmente muito bom.”  Priscilla Abrante (TokStok)
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“Foi excelente, pois foi o melhor mês em vendas totais desde que entrei no email, além disso, crescemos quase 12% em relação ao ano passado.” Renan Zukovski (Lojas Colombo)
passarela-logo“O trabalho conjunto entre a Passarela e a Pmweb trouxe resultados extraordinários durante a Black Friday. A elaboração conjunta de uma estratégia específica para a data resultou num aumento de 20% da receita nos e-mails blast e de 129% nos transacionais, quando comparados com o mesmo período do ano passado. Além do impacto nas vendas, a melhora nas taxas de abertura e clique também pode ser sentida: taxas aumentaram 46% e 9,5%, respectivamente.” Ana Jardim (Passarela)
Veja o histórico da Black Friday no Brasil em números:
HISTORICO-BLACK-FRIDAY-BRASIL-2015
 
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[:pt]61% das empresas brasileiras afirmam que o Email Marketing é responsável por 20% do faturamento[:]

[:pt]Você sabia? De acordo com uma pesquisa realizada pela FBITS (http://www.fbits.com.br), 61% das empresas brasileiras possuem até 20% do seu faturamento gerado a partir do Email marketing.
Já parou pra pensar que, se começarmos a centralizar nossas estratégias em relacionamento, esta porcentagem poderá ser muito maior?
Cenário do E-commerce no Brasil
O objetivo desta pesquisa é disponibilizar dados que possam ser utilizados (e analisados) pelas empresas. Sendo assim, é fundamental entender o mercado para planejar melhor suas estratégias. E não se esqueça: Crie (cada vez mais) relacionamento da sua marca com seus consumidores! É importante saber quem, onde está e o que quer cada um de seus clientes. Ao responder estas perguntas, você poderá direcionar suas campanhas de maneira mais assertiva.
Para ler a pesquisa na íntegra acesse: http://www.fbits.com.br/cenario-do-ecommerce-no-brasil[:]