Case BEES: como aplicamos IA para acelerar o onboarding criativo e humanizar o B2B.

A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta operacional para se tornar um acelerador estratégico de negócios. Na campanha de final de ano feita para BEES, provamos que é possível unir a rigidez dos dados transacionais com a emoção do storytelling, criando uma conexão genuína entre fabricantes, distribuidores e varejistas.

Neste artigo, vamos detalhar como utilizamos o WPP Open para superar desafios de tempo, engajamento e escala criativa.

O desafio: humanizar a relação B2B em tempo recorde.

Ao iniciar a parceria com o BEES, tínhamos um objetivo duplo e ambicioso:

  • Acelerar a curva de aprendizado: dominar a identidade e o tom de voz da marca logo no primeiro mês.
  • Humanizar o B2B: criar comunicações de alto impacto que fugissem do tom estritamente comercial e gerassem conexão emocional.

A pergunta que nos guiou foi: como garantir precisão criativa em um prazo tão curto?

A solução foi utilizar a IA somada a nossa criatividade como ponte de confiança

Para vencer o relógio, utilizamos a tecnologia do WPP Open. Alimentamos modelos de IA com o branding do BEES, o que nos permitiu testar limites criativos e garantir que a identidade da marca fosse absorvida e aplicada com precisão desde a primeira entrega.

A IA atuou não como substituta, mas como uma ponte entre nossas ideias e as possibilidades criativas, permitindo que nossa equipe transformasse dados brutos em narrativas envolventes com agilidade.

Replay 2025: um filme do seu ano

A grande virada estratégica foi transformar os dashboards de compras do ano em uma experiência cinematográfica. O conceito Replay 2025 colocou o cliente não como um espectador de números, mas como o protagonista do seu próprio filme.

Utilizamos a categorização inteligente de perfis de compra para criar arquétipos cinematográficos. Cada interação do usuário no app do BEES,  cada escolha e cada compra, ajudou a construir uma persona única.

Hiperpersonalização e o mascote Buzz

A tecnologia nos deu o poder de gerar um volume massivo de layouts personalizados. O resultado foi uma retrospectiva com 16 páginas de conteúdo exclusivo por usuário.

Além disso, criamos 8 novas variações do Buzz (o mascote da marca), respeitando a essência visual, mas trazendo personalidade para representar os diferentes perfis de comportamento identificados pela IA.

Resultados: eficiência e engajamento em tempo recorde.

O case BEES prova que equipes enxutas, quando equipadas com as ferramentas certas, podem criar campanhas de altíssimo impacto. Tangibilizar ideias com IA aumenta drasticamente o poder de convencimento e a eficiência operacional.

Conseguimos transformar uma experiência de marca B2B em algo memorável, genuinamente divertido e altamente engajador.

Quer transformar a forma como sua marca se conecta com os consumidores usando IA? Entre em contato com a Pmweb.

Inteligência artificial com sotaque: como a Pmweb humaniza a tecnologia para criar conexões reais na América Latina.

O que você vai encontrar neste artigo:

  • O que é transcreation e por que ela vai além da tradução literal;
  • Como adaptar sua comunicação considerando sotaques e expressões locais;
  • Diferenças entre tradução tradicional e transcreation no marketing;
  • O papel da IA e da inteligência humana na adaptação cultural;
  • Como aplicar transcreation na sua estratégia de marketing na América Latina.

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Você já parou para pensar que o espanhol falado no México é muito diferente do espanhol da Argentina? Ou que o português do Brasil tem sotaques, gírias e expressões que mudam drasticamente do Sul ao Nordeste? Falar a mesma língua, definitivamente, não significa falar do mesmo jeito. No marketing, essa diferença é o que separa uma mensagem genérica de uma conexão verdadeira.

É nesse cenário, rico em diversidade, que surge a pergunta: a Inteligência Artificial pode ter sotaque? Aqui na Pmweb, a resposta é sim. Mas não se engane, isso não é um um resultado sozinho da tecnologia, mas sim uma consequência da nossa expertise humana para respeitar cada nuance cultural dos países em que atuamos.

Neste artigo, vamos mostrar como abraçamos a pluralidade da América Latina e usamos a IA de forma humanizada para ir muito além da tradução.

Por que a tradução literal não funciona no marketing?

Atuar em diferentes países da América Latina exige mais do que um bom tradutor, exige repertório local, estratégias eficazes e localização de conteúdo. A tradução literal falha porque ignora o contexto cultural. Uma campanha que funciona em um país pode não fazer sentido em outro, mesmo que o idioma seja o mesmo, como apontam estudos sobre adaptação cultural e estratégias de marketing global. Cada mercado tem seus próprios costumes, referências culturais e, claro, um jeito único de se comunicar, o que exige uma abordagem de marketing global com foco local.

Ignorar essas particularidades é o caminho mais curto para criar uma comunicação “robotizada”, que não gera empatia nem resultados. É por isso que, para nós, não basta seguir o básico, aqui acreditamos que somente mergulhando no contexto do país conseguimos criar conexões reais com o público que desejamos alcançar.

Uma campanha de marketing eficaz para diferentes públicos depende de vários fatores, entre eles:

  • Costumes locais: tradições e comportamentos específicos de cada país.
  • Referências culturais: piadas, memes e figuras públicas que só fazem sentido localmente.
  • Gírias e expressões idiomáticas: palavras carregam identidade que a tradução literal perde.

O que é transcriação e qual a sua diferença para a tradução tradicional?

Transcreation (ou transcriação) é o processo de adaptação cultural estratégica, recriando a essência de uma mensagem para um novo contexto cultural, garantindo que o tom, a emoção e o impacto sejam equivalentes ao original. Não se trata de traduzir palavras, mas de recriar a experiência para que ela pareça nativa daquele lugar.

Tradução: converte um texto de um idioma para outro, focando na precisão literal.

Transcriação: garante que a mensagem mantenha sua essência ao ser adaptada para um novo contexto cultural, buscando equivalência de tom, emoção e impacto. O objetivo é recriar o conteúdo para que soe nativo do local.

É aqui que a nossa abordagem se destaca. Usamos a tecnologia como uma poderosa aliada, mas a alma do nosso trabalho continua sendo a inteligência humana. Em resumo, a IA nos ajuda a entender, mas são as pessoas que decidem.

Nosso método: IA + Inteligência Humana + Repertório Local

Acreditamos que tecnologia e empatia caminham juntas. A Inteligência Artificial pode até falar vários idiomas, mas entender o contexto cultural… isso ainda é território dos humanos.

Nosso processo combina o melhor dos dois mundos:

  1. Apoio da IA: usamos a Inteligência Artificial para acelerar processos, analisar grandes volumes de dados, identificar padrões e gerar rascunhos iniciais. Ela é a nossa ferramenta para ganhar escala e eficiência.
  2. Inteligência Humana: nosso time de especialistas entra em cena para dar o tom certo. São as pessoas que analisam as nuances, escolhem as gírias adequadas, adaptam os conteúdos e garantem que a mensagem final seja relevante e respeitosa. 

É assim que fazemos comunicação com alma, sem “achatar” o conteúdo ou cair em estereótipos. O resultado é uma experiência mais humana, plural e, acima de tudo, eficaz.

Como começar a aplicar a transcreation na minha empresa?

Começar a aplicar a transcreation exige uma mudança de mentalidade, de “traduzir” para “adaptar”. Cada detalhe importa quando o objetivo é gerar conexão. Se a sua marca também busca criar experiências personalizadas, com contexto e propósito, que falem a língua do seu cliente do jeito certo, está na hora de nos conectarmos.

Fale com a gente e descubra como a nossa combinação de IA e sensibilidade cultural pode transformar a sua comunicação na América Latina.

Como se tornar um herói omnichannel?

Escrito por Francisco Saibro.

Aqui na Pmweb falamos bastante sobre estratégias omnichannel. Mas você sabe a real importância desta estratégia no seu negócio?

Descubra agora porque colocar os seus clientes no centro de sua estratégia omnichannel é investimento fundamental e quais são os passos para se tornar um herói omnichannel.

Por que investir?

Algo que já aprendemos é que a pandemia impulsionou as vendas online e agora vemos nossas marcas favoritas unificando todos os seus canais de venda. 

O número de empresas que investem em experiências de clientes omnicanal aumentou em mais de 300% entre 2010/2020, de acordo com a PWC. Segundo a pesquisa, as estratégias omnichannel obtêm lucros maiores, melhor envolvimento do cliente e melhor retenção.

Outra pesquisa, da Adobe, descobriu recentemente que as empresas com as estratégias omnicanal mais fortes apresentam um crescimento de 10% ano a ano. Além disso, aumentam o valor do pedido em outros 10% e melhoram as taxas de fechamento em 25%.

Priorizar omnicanal dá a você uma vantagem sobre o restante de seus concorrentes de atendimento ao cliente que ainda estão tentando competir com canais e sistemas isolados.

Hoje em dia, a maioria das empresas oferece vários canais e têm diferentes maneiras de se comunicar com os clientes. No entanto, existe um alto percentual de empresas que ainda sofrem com dados e sistemas fragmentados, só porque uma empresa oferece vários canais não significa que ela tenha a estratégia e as tecnologias necessárias para oferecer uma experiência omnicanal perfeita.

Em qual estágio de maturidade você está?

Agora que você já sabe quais são os benefícios de adotar uma estratégia omnichannel, vamos mostrar os principais estágios para você se tornar um herói omnicanal.

Ter a visão de conhecer os clientes e colocá-los no centro, tratando cada um de forma única é essencial para qualquer estratégia de CRM. Para você saber os principais níveis para ter uma estratégia de sucesso, confira abaixo!

  • Nível ultrapassado: Neste estágio há pouca ou nenhuma identificação dos clientes nos canais de venda, resultando em poucos insumos para se comunicar com o consumidor de forma unificada. Sendo assim, as comunicações são massivas e dificilmente são segmentadas de acordo com a jornada com o cliente.
Nível ultrapassado.
  • Nível básico: As empresas que percebem as limitações acima começam a investir em uma estratégia de CRM básica, começando a criar comunicações de e-mail focadas no ciclo de vida do cliente, porém ainda há oportunidades de comunicação em outros canais, como push e SMS . Além disso, o acompanhamento dos “rastros” do consumidor em todos canais deixam a desejar, dando a oportunidade de adotar análises de dados web-behavior, CRO para estímulo a identificação e melhora da conversão e mídia retargeting.
Nível básico.
  • Nível intermediário: Neste nível, toda jornada online do consumidor está mapeada, a empresa começa a enxergar vários benefícios da visão centralizada, organizada e acionável do cliente, seja nas estratégias de aquisição ou retenção. Além disso, a marca está focada em integrar outros canais não proprietários e outros sistemas de comunicação, como WhatsApp e call center. Por fim, a empresa consegue ter o entendimento do comportamento das campanhas de mídia e retroalimenta esse comportamento para melhoria de outras campanhas.
Nível intermediário.
  • Nível avançado: Se você possui a visão completa e integrada do seu consumidor em todos os pontos de contato, seja do ambiente offline e online, permitindo o uso desses dados para enriquecer campanhas dos consumidores online, já pode considerar que sua marca possui uma estratégia omnichannel de sucesso. Mas você quer ser um herói omnichannel, né? Para isso, além de todas condições anteriores, deve-se empoderar o vendedor da loja física, dando a ele o acesso a dados de comportamento do consumidor no canal on e off e permitindo o contato direto dele através de canais digitais. Dessa forma a marca constrói relacionamentos únicos em escala, destacando-se na concorrência.
Nível avançado.

A representação escalar desses estágios de maturidade são representados pela figura à seguir.

Estágios de maturidade para se tornar um herói omnichannel.

Na Pmweb trabalhamos com todos os níveis de maturidade, entendendo o momento da marca e elevando sua atuação para adequar-se em um mundo customer-obsessed. Se você se enxerga em níveis mais baixos, não se preocupe, este é um processo gradativo, e mesmo no nível básico é necessário o aprimoramento constante. À medida que nossos clientes sobem na cadeia de valor e suas aplicações amadurecem, os apoiamos para passar passar para o próximo nível, garantindo que estão obtendo o máximo retorno de suas estratégias de marketing.

O futuro já está entre nós, mas não está disponível para todos.

Criar uma experiência omnicanal do cliente não implica necessariamente a reinvestir em novas tecnologias, significa simplesmente que você está utilizando da forma correta as estratégias e canais dos quais já investiu, como aplicativos, site, estratégias de CRM… reunindo-os em um ecossistema centralizado que ajuda para fornecer um caminho ininterrupto na jornada do consumidor.

Se você ou sua empresa ainda não começou a considerar a estratégia omnicanal, agora é a hora. Descubra agora a abordagem omnicanal que a Pmweb oferece a você nos contatando através do contato@pmweb.com.br

As 5 perguntas que os varejistas precisam fazer para construir uma base de clientes fiéis

Hoje em dia, os compradores têm expectativas mais altas do que nunca. Eles estão acostumados com a facilidade de pagamentos, querem comprar on-line e comprar na loja física. Eles tem a opção de receber suas compras em casa no mesmo dia. E se essas expectativas não forem atendidas, eles comprarão em outro lugar.

O que os varejistas devem fazer para garantir que atendem às expectativas cada vez mais altas dos compradores? Aqui estão cinco perguntas que eles deveriam estar se fazendo agora mesmo para ficar à frente da concorrência e construir uma base de clientes fiéis.

1. Estou oferecendo uma experiência de marca omnichannel consistente?

Omnichannel é mais do que a palavra da moda no varejo hoje – é o que os consumidores são e esperam. Uma experiência omnichannel verdadeiramente consistente significa que em todos os canais (na loja, on-line, no celular) a experiência é ininterrupta e sem complicações. Comprando on-line, mas retirando o produto em uma loja física? Não há problema (inovações como o Amazon Lockers tornam isso ainda mais fácil). Iniciando a experiência de compra no seu computador em casa, mas terminando em seu telefone no ônibus? Não é um problema. Retirou sua compra em uma loja diferente da sua localização normal? Missão cumprida. E, à medida que os varejistas se tornam mais cirurgicamente focados na venda omnichannel, é importante olhar além do seu cenário tecnológico e encontrar maneiras de mudar aquele talento de TI para se concentrar nos sistemas voltados para o cliente, em vez de manter os sistemas operacionais internos. Muitos no setor de varejo estão migrando esses sistemas para a nuvem.

2. Estou aprendendo o que meus clientes querem antes mesmo de fazer?

A sugestão on-line “Você pode estar interessado nisso” é onipresente na moderna experiência de compra, e por trás dessa personalização há uma enorme quantidade de dados de clientes. Um relatório recente de tendências de varejo da KPMG chama isso de “varejo profundo” – aproveitando os dados para criar serviços, produtos e experiências personalizadas. Esse nível de personalização possui uma tremenda responsabilidade de proteger a privacidade e os dados pessoais dos clientes. Porém, quando realizado de forma ética e cuidadosa, o “varejo profundo” torna mais fácil do que nunca os clientes encontrarem o que estão procurando (e o que eles não sabiam que precisavam até aquele momento). De fato, experiências personalizadas estão se tornando a regra e não a exceção. Alguns exemplos são os “frequentemente comprados junto de ” da Amazon, ou o Modsy, que permitem que você adivinhe o design de uma sala (e os móveis que você precisa comprar).

3. Por que um comprador deve entrar na minha loja?

Mesmo com a onipresença e a facilidade das compras on-line, os consumidores ainda preferem navegar pelas prateleiras literais, especialmente para comprar roupas e acessórios. A atração pelas lojas físicas ainda é forte, mas a experiência está mudando. O varejo experimental pode trazer nova vida às compras que antes eram obsoletas e pouco inspiradoras. A KPMG chama isso de “varejar”, essa ideia de criar memórias e criar experiências, ao invés de apenas oferecer produtos. Warby Parker é um exemplo: o processo de compra de novos óculos, que já foi uma experiência chata e estéril, é transformado. Os clientes escolhem novas armações elegantes em um espaço meticulosamente projetado, com funcionários gentis ​​e muito bem capacitados. Quando os compradores têm muitas opções na ponta dos dedos, uma experiência memorável deixa uma impressão duradoura e estabelece as bases para a lealdade.

4. Como estou construindo retenção e lealdade com meus funcionários da linha de frente?

Os funcionários da linha de frente são a primeira impressão que seus clientes têm, são e os guardiões da experiência da marca. Eles desempenham um papel fundamental em uma experiência consistente e positiva. Mas a retenção é um desafio e isso se traduz em inconsistência e em uma potencial má experiência. Embora alguma rotatividade seja inevitável devido à sazonalidade e à natureza dos empregos na linha de frente, os varejistas podem melhorar a retenção de seus funcionários de várias maneiras. Investir em oportunidades de aprendizado é fundamental e pode ajudar a abrir portas para o crescimento da carreira na empresa. Por exemplo, 75% dos gerentes de loja do Walmart começaram como associados contratados por hora, o que mostra o poder das oportunidades de treinamento que eles oferecem aos seus associados. Envolver os funcionários em programas de aprendizado personalizados pode fazer uma enorme diferença, tanto para a empresa quanto para o funcionário. Outra maneira de aumentar a retenção é ser o proporcionar uma agenda flexível e o mais simples possível e trabalhar em turnos regulares e estáveis ​​para que os funcionários possam planejar suas rotinas em torno deles. E, em alguns casos, isso está se tornando um requisito, como a lei de “semana de trabalho justa” da cidade de Chicago, exigindo que muitas empresas avisem seus funcionários com duas semanas de antecedência de seus horários de trabalhos.

5. O que mais meus clientes precisam?

A Target comprou a Shipt, a IKEA comprando a TaskRabbit e a Kohl’s alugando espaço em suas lojas para a Aldi e a Planet Fitness são alguns exemplos de varejistas que pensam além da experiência tradicional de varejo. Cada vez mais, eles procuram criar uma plataforma e se tornar um provedor de serviços. A aquisição da Shipt pela Target permite entregar remessas no mesmo dia. A IKEA e o TaskRabbit combinam, de modo que a montagem de uma cômoda pode ser feita por um ajudante contratado, ao invés de causar uma disputa doméstica sobre qual a próxima peça para se encaixar. E os acordos da Kohl com a Aldi e a Planet Fitness ampliam as possibilidades dessas parcerias, criando espaços onde o bem-estar, o entretenimento e as compras combinam. No final, essas colaborações criam mais conexões para o consumidor e dão ao varejista mais poder por meio do modelo de plataforma.

Fonte: Forbes

[:pt]A evolução do e-commerce no Brasil nos últimos 10 anos[:]

[:pt]Nos últimos anos, o e-commerce tem crescido no Brasil devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes. Participamos da 10ª edição do Fórum do E-commerce Brasil em São Paulo e levamos alguns dados  para contar um pouco da evolução cronológica do e-commerce no Brasil nos últimos 10 anos.
2010 – Boom das compras coletivas leva o consumidor a comprar online pela primeira vez.
Quem não se lembra de quando as compras coletivas começaram, não é mesmo? Foi uma invasão de sites de compras coletivas entre 2010 e 2011, o que elevou a barra para a concorrência na época, e só sobreviveram aqueles que se destacaram.
2011 – Somente 2% usam as redes sociais como motivadores de compras.
As redes sociais ainda estavam ganhando audiência naquela época. O Facebook por exemplo, tinha 845 milhões de usuários em 2011, hoje tem 2,3 bilhões.
2012 – Consolidação da entrega expressa e surgimento do “same day” delivery.
As companhias começaram a entender a necessidade de muitos consumidores de terem em mãos seus produtos em um curto prazo de entrega.
2013 – Explosão da Black Friday: crescimento de 217% no e-commerce.
Ainda com apenas 3 anos, a Black Friday já demonstrava grande potencial de crescimento no e-commerce brasileiro.
2014 – 20% das compras online de brasileiros foram em outros países, sendo 50% da China.
Com e-commerces muito mais sólidos e preços bastante atrativos, a China e outros países ainda atraíam muitas das compras online feitas pelos brasileiros.
2015 – Mudança nas regras do ICMS prejudicam o setor e gera mobilização nacional.
Mudanças nas relações de consumo muitas vezes são acompanhadas de modificações nas leis de tributação do país, foi o caso da Emenda Constitucional 87/2015 que promoveu mudanças no recolhimento do ICMS estadual e interestadual.
2016 – Pela primeira vez na história do e-commerce no Brasil, uma queda de (1,8%) na venda.
Ano que precedeu a crise econômica de 2015, em 2016 o e-commerce apresentou queda de 1,8% no número de vendas. Apesar do número negativo no montante dos pedidos, em valores totais o setor apresentou crescimento de 7,4% em comparação ao ano anterior.
2017 – Consolidação das vendas via market place no Brasil com alta de 22%.
Fortes players do marketplace brasileiro como B2W e a consolidação da Amazon no Brasil, fazem com que a modalidade crescesse de forma sólida.
2018 – Mais de 30% visitam as lojas físicas em alguma etapa da jornada de compra online.
O consumidor omnichannel já não tem mais uma jornada de compra linear como antigamente, agora ele permeia entre o mundo online e as lojas físicas até a sua tomada de decisão.
2019 – E-commerce atinge R$ 80 bilhões no Brasil, com expectativa de 265 milhões de pedidos.
Com previsão de crescimento na casa dos 16%, a expectativa para o ano é bastante positiva.
Para ficar de olho no que vai rolar daqui para frente assine nossa newsletter![:]

[:pt]A jornada de compra omnichannel: Google e Youtube[:]

[:pt]Quem trabalha com marketing costuma pensar que as buscas no Google e os vídeos do YouTube são coisas distintas, que exigem estratégias diferentes e até equipes separadas. Mas os consumidores não têm experiências isoladas. As pessoas usam esses recursos juntos no seu caminho até a compra.
Aqui vão três aprendizados sobre a conexão entre a busca no Google e o YouTube na jornada de compra, como eles são importantes para quem procura informações sobre produtos e de que modo um canal pode influenciar o outro.

As pessoas percorrem a jornada de compra como bem entendem, alternando entre search e vídeos de forma orgânica

As pessoas usam vídeos para aprender mais sobre um produto

As pessoas pesquisam no Google para entender os aspectos técnicos e logísticos de um produto

Buscas, vídeos e a sua marca

Nossa pesquisa mostra que, de modo geral, marcas que anunciam com vídeos em paralelo aos ads do Google Search têm uma conversão 3% maior e um custo 4% menor por aquisição de busca, em comparação com anunciantes que usam apenas os anúncios do Google Search1.
Como isso muda sua estratégia? Já que as pessoas não pensam em search e vídeos de forma separada, você precisa seguir esse exemplo. Com uma abordagem holística, você garante que vai impactar as pessoas onde elas estiverem na jornada de compra – e aproveitando melhor os dois canais.
Fonte: Think With Google

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[:pt]Omnichannel: é melhor ser! [:]

[:pt]Já não é de hoje que o mercado fala bastante a palavra “omnichannel”, mas você sabe realmente ao que o termo se refere?
Omni, vem do latim, significa “todo, inteiro” e channel (canal em inglês), também deriva do latim canalis, que significa canais, logo “todos os canais”. Então qual é a melhor definição de omnichannel? Aquele (cliente ou empresa) que está, que interage, que converte, que se comunica em todos os canais.
O consumidor não é omnichannel desde sempre, antigamente ele consumia apenas em um único canal, a loja física. Com a evolução das tecnologias, novas formas de consumo e pontos de contato com as marcas foram sendo apresentadas aos clientes (desde os vendedores de porta em porta à compra no app), e estes foram transformando o seu comportamento de consumo. Hoje o consumidor é mais omnichannel do que nunca, ele entra em contato com sua marca preferida através de email, e-commerce, push, sms, loja física, aplicativo, e todo e qualquer ponto de contato novo que for oferecido.
Já que o cliente é omnichannel, as empresas também precisam ser, e a compreensão e adaptação a esse novo comportamento são vitais para o sucesso do negócio. Ser uma marca omnichannel beneficia as companhias em diversos âmbitos: otimiza e agiliza soluções dentro das equipes, integra os times, demonstra transparência quanto aos dados integrados, apresenta melhora no atendimento ao cliente e muito mais. E isso reflete em altos índices de recompra, clientes mais interessados, maior impacto nas redes sociais, maior visibilidade de marca, maior quantidade de dados coletados.
Uma pesquisa sobre Omnichannel Marketing Automation de 2019 apresenta números que demonstram a eficiência da adoção dessa estratégia de negócio.
“Todos contra um”

  • Empresas que utilizam 3 ou mais canais integrados de contato com seus clientes possuem uma taxa de engajamento e vendas 250% maior do que os que não utilizam
  • O ticket médio de clientes que compra em diversos canais de uma marca é 13% maior do que aqueles que interagem com apenas um canal.
  • A taxa de retenção de clientes omnichannel é 91%a.a maior.

Em resumo, ser omnichannel é o famoso win-win. O cliente fica mais satisfeito, mais fiel, converte mais e melhor, a empresa engaja o seu cliente, otimiza seus recursos, transforma retrabalho em produtividade e aumenta sua receita, todos ganham.
Fontes utilizadas: Omnisend e ClicZ[:]

[:pt]10 previsões globais para o marketing digital em 2019[:]

[:pt]

Experiências mobile, vídeos online, transformações digitais, parcerias, chatbots e omnichannel são apenas alguns dos tópicos que serão tendência em 2019. Que outras disrupções vão impactar as estratégias de marketing digital este ano? Confira as previsões de experts de vários países e veja como elas podem influenciar as suas estratégias.

1. Multicanal vai virar omnichannel

Qual é a diferença entre multicanal e omnichannel? Em vez de desenvolver vários canais de marketing separados, o omnichannel é uma abordagem mais sistemática. Seu objetivo é criar um sistema de comunicação unificado. Recursos online, redes sociais e apps mobiles funcionam em conjunto, “pegando” as pessoas na hora e tornando a sua interação com as marcas mais tranquilas e contínuas.
Por exemplo, o programa de fidelidade do Starbucks usa cartões que são ligados aos perfis e contas das pessoas. Elas podem checar e carregar o cartão pelo smartphone ou computador, pelo site da loja, pelo aplicativo mobile ou diretamente na cafeteria. Quando um cliente faz seu pedido pelo app, algoritmos especiais calculam o tempo de viagem até a loja mais próxima para que a sua bebida esteja pronta assim que chegar. Você também pode escolher a trilha sonora da loja, colocando uma música para tocar na playlist do Starbucks.

2. A experiência mobile será cada vez mais importante

Os usuários esperam experiências digitais cada vez melhores e mais rápidas – e o mobile não é exceção. Se você quiser oferecer uma jornada omnichannel aos seus clientes, as plataformas devem se complementar e criar uma experiência tranquila de compra mobile através dos apps e sites. Todo mínimo detalhe pode levar à perda de um cliente: 53% das pessoas saem de sites cujos downloads demoram mais que 3 segundos.
Homepages mais rápidas geralmente levam a mais conversões, e as AMPs (Accelerated Mobile Pages) permitem criar páginas que carregam mais rápido. Você pode ver o funcionamento do seu produto mobile na ferramenta Test my Site, e aproveitar todas as vantagens do AMP nos seus planos de marketing digital para 2019.
“Além da importância da velocidade, oferecer soluções revolucionárias para melhorar experiências no site mobile também é um dos maiores desafios do próximo ano,” diz Zeynep İyigün, editor do Think with Google Turquia.
“A essa altura, os Progressive Web Apps (PWA) oferecem uma solução com tecnologia moderna para desenvolver experiências na web que funcionam tão bem quanto no app”, continua. “Em 2019, as marcas vencedoras serão aquelas que investirem em plataformas mobile para valorizar os usuários.”

3. Chatbots revolucionários

Os bots são cada vez mais usados em todo tipo de interação entre marcas e clientes em potencial. Até 2020, 85% delas serão entre usuários e robôs, segundo a consultoria Gartner.
Até agora, essa tendência não evoluiu muito para preservar os usuários: de acordo com pesquisas do instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar com chatbots em vez dos canais tradicionais de comunicação, com redes de varejo online. Mas a opinião dessas pessoas pode mudar com o surgimento da nova geração de chatbots com inteligência artificial. Eles pedem informações sobre o usuário, entendem a língua falada e conduzem diálogos mais verdadeiros.

10 previsões globais para o marketing digital em 2019
Entre eles, está o chatbot Clare.AI, que processa línguas naturalmente e é capaz de trabalhar como consultor financeiro online. Por sua vez, o igualmente sociável Morph.AI automatiza o SAC. Em um futuro próximo, esse tipo de chatbot vai mudar completamente a percepção popular sobre a comunicação entre empresas e clientes.

4. Vídeos online vão dominar as telas de TV

Em 2019, pela primeira vez, as pessoas vão passar mais tempo online em frente às telas de TV1Até 2020, a média mundial de tempo gasto assistindo a vídeos onlinena tela grande vai chegar a 84 minutos2.
Mas, se o mercado de publicidade de televisão começa a estagnar, todo o orçamento global de produção para publicidade de vídeos online vai crescer 17% em 2019 em relação ao ano anterior. De acordo com o Yahoo, as transmissões ao vivo vão dominar todas as outras tendências de vídeo online, em termos de crescimento anual3.
Vários formatos (reportagens, vlogs, entrevistas, debates) facilitam a adaptação desse tipo de conteúdo para quase qualquer público. A falta de tratamento e montagem diminuem a distância entre as marcas e os usuários, e, o mais importante, suprem o desejo das pessoas por precisão e autenticidade.

5. O boom dos serviços de voz

De acordo com o NPD Group, até o fim de 2019, as vendas de smart speakers vão crescer 50%, e esse mercado chegará a US$ 2,7 bilhões4. Ferramentas de marketing serão integradas a serviços de voz: vamos ver muitos aplicativos de compras por voz, desde deliveries de comida a portais de notícias.
A loja de móveis e decoração H&M Home já lançou um aplicativo que funciona em conjunto com o Google Assistant. Ele dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ajuda a encontrar os produtos adequados no catálogo da empresa. Já no app da Domino’s Pizza, o assistente de voz do Google lembra o usuário do seu último pedido e pergunta se pode repeti-lo – o que ajuda a acelerar o processo.
Enquanto isso, as redes de varejo Asos e Argos lançaram serviços online para reservar produtos usando o smart speaker Google Home ou o assistente de voz do smartphone.

6. Parcerias são empurrões para crescer no varejo

Quando o varejo muda no mesmo ritmo da tecnologia e da digitalização, é essencial inovar e olhar para a próxima oportunidade de negócios. Um jeito de fazer isso é através de parcerias.
De acordo com a consultoria OC&C Strategy Consultants, o desafio dos grandes varejistas vem da rápida expansão de plataformas de varejo. Amazon, Alibaba, eBay, JD.com e Zalando têm crescido muito e balizam a percepção do consumidor do que é bom. E eles investem tanto em tecnologia (US$ 16 bilhões ao ano na Amazon, US$ 5 bilhões na Alibaba) que, até 2025, 60% do e-commerce pode vir de plataformas de varejo5.
Claro, nem todo varejista consegue investir pesado em dados ou tecnologia de personalização. Por isso, fazer parcerias ajuda a atrair os talentos, a tecnologia e os investimentos que permitem ao varejo pegar um ritmo que não conseguiria se estivesse caminhando sozinho. Assim, todas as partes ganham.

7. Personalização com marketing data-driven

Integrar estratégias de marketing data-driven traz vantagens competitivas. “Em 2019 vamos oferecer estruturas acionáveis para esse princípio, compartilhando o que chamamos de ‘modelo 5As de marketing data-driven’: audiência, assets, acesso, atribuição e automação,” diz Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha. “Quando dominarmos esses cinco princípios, as marcas vão se equipar por meio da transformação digital, oferecendo experiências completas para os clientes.”


“Colocar (os consumidores) no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

– Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha

“O marketing sempre colocou o consumidor no centro de tudo que fazemos”, ela explica. “Agora que eles estão hiperconectados, hiperexigentes e hiperimpacientes, colocá-los no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

8. Consolidação de conteúdo offline e online

“Em 2019, esperamos ver mais publicitários da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) tentando consolidar offline e online para facilitar atribuição, mensuração de visitas a lojas e compras programáticas,” diz Tahani Karrar, Content Manager do Think with Google do MENA (Oriente Médio e Norte da África). “Isso foi feito em 2018 pela Landmark Group, um dos maiores varejistas omnichannel dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita. A rede integrou os dados do cartão de lealdade Shukran ao Google Analytics para conectar anúncios onlineàs vendas offline.”
“Na região MENA, campanhas de conteúdo vão deixar de ser uma única peça para se transformar em várias edições de uma variedade de peças mais personalizadas e relevantes para cada pessoa”, explica. “Como resultado, profissionais de marketing digital vão aprofundar a colaboração com creators, influenciadores, especialistas em conteúdo e veículos de mídia para entregar conteúdo com mais qualidade”.

9. A realidade aumentada vai ser amplificada

Recentemente, a realidade aumentada (AR) em marketing digital foi usada principalmente entre marcas de beleza: L’Oreal, Punky Color e Madison Reed usaram aplicativos de AR para maquiagem virtual. Mas, segundo estimativas da Harvard Business Review, os investimentos globais para o desenvolvimento de AR vão passar de US$ 60 bilhões até 20206.
Depois que a IKEA lançou um aplicativo com AR para “encaixar” móveis em ambientes reais, em 2016, outras grandes redes de varejo têm criado opções semelhantes para compras online. Essa tecnologia permite que você “mova” produtos dos catálogos online para a realidade e entenda como esses objetos ficariam na sua casa ou escritório.
Outro exemplo é a Coca-Cola, que criou um aplicativo patrocinado para transmitir corridas da NASCAR em realidade aumentada. O “portal” virtual na tela de smartphones tinha o formato de uma lata gigante, já que a meta da marca de refrigerante era aumentar o loyalty entre fãs de automobilismo, enquanto a NASCAR tinha esperança de atrair millennials para a categoria.

10. O valor do conteúdo personalizado vai aumentar

Pesquisas mostram que o critério mais importante para 86% da audiência online é a confiabilidade das informações. Para os millennials, esse número é ainda maior. Mas em que dados eles confiam?
Em primeiro lugar, são informações vindas de outros usuáriosReviews de produtos, fotos e vídeos permitem que sua marca atinja um público amplo, ofereça alta credibilidade e aumente a lealdade dos clientes. De quebra, isso ainda sai bem mais barato do que fazer conteúdo tradicional.
Por exemplo, na véspera da Copa do Mundo na Rússia, a Copa90 Media fechou uma parceria com o Snapchat. O resultado foram atualizações diárias com conteúdo gerado pelos usuários, construídos de modo a passar ao público em geral a sensação de estar dentro do estádio. Como resultado, a Copa90 conseguiu atrair 31 milhões de usuários únicos.

Fonte: Think With Google

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[:pt]Fórum E-commerce Brasil e o lançamento do Pmweb Context[:]

[:pt]Durante os dias 14, 15 e 16 de agosto a Pmweb participou do Fórum E-commerce Brasil 2018, o maior evento de e-commerce da América Latina. Nos três dias, foram realizadas diversas palestras e exposições sobre tudo que há de novo para o mercado digital. E não podendo ser diferente, a Pmweb está sempre em constante busca pela inovação e criando ferramentas para facilitar o trabalho de nossos clientes.
Pensando nisso, foi criado o Pmweb Context, o produto integra informações de web analytics, CRM, analisa métricas e entrega audiências personalizadas. Uma ferramenta criada para acompanhar a evolução do comportamento do consumidor que hoje consome tanto no mercado online quanto no offline.
O Fórum contou com diversos palestrantes que falaram sobre os assuntos que deixam inquietos todos aqueles sedentos por inovação, tecnologia e novidades do mercado. Entre eles, nomes como Alex Szapiro, vice presidente da Amazon, falou sobre como a obsessão por clientes fez da empresa o que ela é hoje. André Petenussi, CTO do Grupo Netshoes e Barbara Oliver da Affero Lab apresentaram um painel sobre novas formas de atrair e reter talentos de tecnologia. AliExpress esteve representada por Guo Dongbai falando sobre o empoderamento de pequenos e médios negócios através da tecnologia e inovação.
As informações completas sobre o Fórum E-commerce Brasil 2018 e tudo que aconteceu lá estão disponíveis na página do evento, vale conferir, tem muito material bacana!
E se você quiser saber mais sobre o Context é só clicar AQUI e preencher o formulário![:]

[:pt]O que é O2O?[:en]What is O2O?[:es]¿Qué es O2O?[:]

[:pt]

O termo, que vem sendo cada vez mais utilizado, fala sobre o modelo que incentiva os consumidores a migrarem de ambiente ou canal na relação com uma mesma marca, seja do online para o offline ou o inverso.

 
O modelo mescla comportamentos do consumidor online e offline e com isso, entrega uma experiência mais completa e focada na transação. A intenção final é induzir o cliente a interagir com a marca no website, aplicativo ou redes sociais e também na loja física.
O crescente uso de dispositivos móveis nas pesquisas que antecedem as compras, oferecem aos profissionais de marketing a oportunidade de coletar mais informações sobre os interesses e comportamentos e com isso, as estratégias podem ser direcionadas visando a conversão, independente do canal.
Pesquisas sugerem que mais de 60% dos compradores buscam informações online sobre produtos antes de fazer uma compra. Mas, em vez de simplesmente fornecer o conteúdo que os usuários online precisam para tomar uma decisão de compra, o modelo O2O vai um passo adiante e incentiva os mesmos usuários online a irem a uma loja física, para quem sabe, concluir a transação localmente.
Transformar pesquisadores on-line em clientes omnichannel é o maior objetivo do modelo O2O.[:en]

The term, which is being increasingly used, talks about the model that encourages consumers to migrate from environment or channel in relation to the same brand, whether online or offline.

The model merges consumer behaviors online and offline and with that, delivers a more complete and transaction-focused experience. The ultimate intention is to induce the customer to interact with the brand in the website, application or social networks and also in the physical store.

The increasing use of mobile devices in pre-purchase surveys gives marketers the opportunity to gather more information about their interests and behaviors, and strategies can then be targeted towards conversion, regardless of channel.

Research suggests that more than 60% of shoppers are looking for product information online before making a purchase. But instead of simply providing the content that online users need to make a buying decision, the O2O model goes one step further and encourages the same online users to go to a physical store, for who knows, to complete the transaction locally.

Turning online researchers into omnichannel clients is the biggest goal of the O2O model.[:es]

El término, que viene siendo cada vez más utilizado, habla sobre el modelo que alienta a los consumidores a migrar de ambiente o canal en la relación con una misma marca, sea del online para el offline o el inverso.

El modelo combina comportamientos del consumidor online y sin conexión y con ello, entrega una experiencia más completa y enfocada en la transacción. La intención final es inducir al cliente a interactuar con la marca en el website, aplicación o redes sociales y también en la tienda física.

El creciente uso de dispositivos móviles en las encuestas que anteceden a las compras, ofrecen a los profesionales de marketing la oportunidad de recoger más información sobre los intereses y comportamientos y con ello, las estrategias pueden ser dirigidas hacia la conversión, independientemente del canal.

Las encuestas sugieren que más del 60% de los compradores buscan información online sobre productos antes de hacer una compra. Pero, en lugar de simplemente proporcionar el contenido que los usuarios online necesitan para tomar una decisión de compra, el modelo O2O va un paso adelante y alienta a los mismos usuarios a ir a una tienda física, para quien sabe, completar la transacción localmente.

Transformar investigadores online en clientes omnichannel es el objetivo más grande del modelo O2O.[:]