[:pt]Recebi um chargeback, e agora?[:]

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O que é um chargeback?

Chargeback é o cancelamento de uma venda feita com cartão de débito ou crédito, que pode acontecer por dois motivos: um deles é o não reconhecimento da compra por parte do titular do cartão e o outro pode se dar pelo fato de a transação não obedecer às regulamentações previstas nos contratos, termos, aditivos e manuais editados pelas administradoras.
 
Existe ainda a possibilidade de um chargeback ocorrer por má fé do titular, o que não é muito comum, mas acontece.
 
Os meios de hospedagem saem em vantagem pois o hóspede vai ao hotel para desfrutar da estada, e neste momento o hotel tem a possibilidade de verificar o cartão físico, e se encontrado algum erro, pode solicitar outro meio de pagamento.
 
Dividimos as nossas dicas em como evitar e o que fazer para solucionar caso o chargeback aconteça. Vamos a elas:
 

Como prevenir?

– Regras rígidas para validação do cartão de crédito: existe uma infinidade de itens que podem ser validados, desde os caracteres do nome do titular, quantidade de tentativas, tempo limite entre tentativas, validação do e-mail, frequência de uso do cartão, proxy e etc. Estes itens quando detectados como fora do padrão equivalem a pontos. No Let’s Book, o motor de reservas da Pmweb, quando este total atinge a pontuação de 100, o cartão é negado. As regras são flexíveis e o cliente pode optar se quer regras mais ou menos rígidas no momento da integração.
 
– No momento do check in, a recepção deve solicitar o plástico, o cartão de crédito físico. Com o cartão em mãos, a recepção deve conferir se os dados conferem com os informados no momento da reserva. Isso evita cartões que tenham a numeração clonada ou uso de cartão indevido de terceiros. É um passo a mais no momento do check in, que deve ser rápido e fácil, mas este simples passo garante segurança ao meio de hospedagem e é a forma mais segura de evitar chargebacks.
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– Geralmente os casos de chargeback na hotelaria acontecem com reservas feitas com pouca antecedência, pois não há tempo hábil de identificar a fraude. O passo de conferir o cartão físico evita por completo essa possibilidade.
 
– Formas de pagamento: se o cliente optou por deixar o cartão somente para garantia de no show, a cobrança será realizada no momento do check in. Se o hóspede optou por pré-pagar a primeira diária ou o valor total, o melhor é solicitar o plástico e conferir os dados.
 
– Ninguém gosta de ler as letras miúdas de um contrato, mas é importante que o futuro hóspede tenha conhecimento de tudo a que ele está se comprometendo no ato da reserva. Se o hotel tem como política cobrar no show, não é justo que o cliente reclame a cobrança se ele não fez check in e nem cancelou a reserva com antecedência. Ainda é possível incluir nas políticas a apresentação do cartão de crédito no momento da reserva. Este simples item a mais garante segurança ao hotel e apoio legal na solicitação evitando constrangimentos de hóspedes mais sensíveis.
 

Aconteceu, e agora?

– O primeiro passo é entender o que está sendo reclamado e, quando possível, conversar com o hóspede. Nos casos de no show por exemplo, o hotel deve entrar em contato e explicar que a cobrança é política do hotel e que, ao fazer a reserva, o hóspede concordou com as mesmas. O objetivo dve ser sempre esclarecer e tornar o processo transparente e não somente evitar o transtorno.
 
– Uma situação rara, mas possível, é quando a contestação acontece antes da hospedagem. Nestes casos sugerimos que o hotel entre em contato com o hóspede e entenda o motivo, oferecendo a possibilidade de cancelar a reserva ou ainda de reembolsar o valor.
 
– Sempre que o seu empreendimento receber um email da operadora do cartão informando a contestação, converse com o seu fornecedor do motor de reservas para que ele possa, recolher mais informações da transação junto ao fornecedor de anti-fraude, comprovando a autenticidade da compra através de dados adicionais.
 
– Quando ocorrer um caso de autofraude – quando a pessoa faz o uso do serviço e depois, de má fé, alega que desconhece a cobrança ou solicita o cancelamento por não ter tido um serviço de acordo com a sua expectativa – resta ao hotel recorrer à justiça e é neste momento que as informações recolhidas anteriormente, bem como os documentos fornecidos no check in, são fonte para embasamento.
 
É importante salientar que depois que a contestação acontece, a empresa tem chances, ainda que pequenas, de reverter a situação. Por isso, lembre-se sempre que é mais fácil prevenir com ações que garantam a segurança do hotel e do hóspede do que remediar legalmente.
 
Além disso, a contestação é feita por pessoas e o relacionamento amistoso entre marcas e clientes é fundamental para o sucesso e continuidade de um negócio. Sendo assim, preze pela transparência e resolução de problemas e invista em uma comunicação clara e eficiente para evitar ruídos.

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[:pt]E-commerce: o pós-venda e a experiência da entrega[:en]E-commerce: after-sales service and the delivery experience[:es]E-commerce: el servicio post venta y la experiencia de entrega[:]

[:pt]Compras pela internet geram grandes expectativas. Desde a aprovação do pagamento até a chegada do produto, o consumidor passa por vários momentos de ansiedade. O tempo de espera, a emoção do “saiu para entrega” e, finalmente, a abertura do pacote e o primeiro toque no objeto tão esperado. E como as marcas podem melhorar essa experiência e usar esse intervalo para se aproximar do cliente?
Sem entrar no mérito da logística, mas abordando o uso de tecnologia e algumas ideias simples de serem executadas, selecionamos cinco exemplos de e-commerces, clientes da Pmweb, que têm feito lindamente o pacote 🙂

Reserva

A personalidade da marca é descrita no site com três conceitos básicos e em letras vermelhas destacadas: cultura, família e experiência. É assim o storytelling da Reserva e da Reserva Mini, mesmo nas ações de venda e pós. Uma empresa que tem a experiência como pilar de sustentação, não pode apenas vender em seu e-commerce.
Quando uma compra é realizada no site, cinco e-mails transacionais fazem a gestão da expectativa do cliente quanto aos prazos.

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E-mail de pedido confirmado

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Pesquisa de satisfação sobre o produto

Ao abrir a caixa, o cliente passa a conhecer o profissional que cuidou do seu pedido. Ele tem um rosto e uma história. É uma ação simpática e barata que certamente causará algum impacto em quem recebe o produto.
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Passarela

A Passarela nasceu como uma cadeia de lojas físicas do interior de São Paulo e hoje é um dos maiores e-commerces do Brasil. No site, promete a “experiência do consumidor integrada em todos os canais de venda da marca”. Essa prática é fundamental para empresas multichannel e com clientes omnichannel.
A partir da escolha do produto na loja online, quatro envios automáticos de e-mails transacionais acontecem: confirmação de compra, confirmação de pagamento, pedido enviado e pedido entregue.

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E-mail transacional Passarela: confirmação de compra.

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E-mail transacional Passarela: confirmação de entrega.

Um fator a ser comentado sobre a experiência de entrega da Passarela é o flyer que antecipa uma possível necessidade: a da troca. Tabu e motivo de dor de cabeça para algumas empresas e alguns consumidores, desmistificar a troca ou a devolução de produtos é absolutamente necessário no mercado atual, onde marcas batalham tanto para conquistar a confiança e encantar o consumidor.
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Peça impressa com instruções de troca.

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Interior da peça.

Na solução da Passarela, uma peça de papel que simplifica o processo, dando o passo a passo para casos de troca. Algo que acontece com frequência em lojas online que comercializam itens que demandam experimentação, como moda e outras.

Calçados Bibi

Exemplo de conexão de experiências, a Calçados Bibi faz um trabalho consistente e centrado no cliente. Mesmo sendo multicanal (indústria, lojas próprias, franquias, multimarcas e e-commerce), a Bibi entende que o cliente é da marca e precisa cuidar de cada um, não importa de onde ele venha.
No programa de pós-venda, o primeiro e-mail que o cliente recebe o convida a avaliar o processo de compra, como um termômetro. Nos casos em que as avaliações são negativas, alguém da operação entra em contato telefônico pessoalmente com o cliente para compreender como o processo pode melhorar.
bibi-pós-venda Além disso, Bibi ainda envia outros e-mails de conteúdo após a compra, contendo dicas de uso e conservação dos produtos adquiridos.
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Tok&Stok

Um “obrigado pela compra” pode ser a diferença entre a próxima venda ou o esquecimento. Pensando nisso, a Tok&Stok não só enviou um agradecimento, como também um cupom-presente para novas compras.
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Walmart

Na última Black Friday, o Walmart também enviou um e-mail de agradecimento personalizado para todos que compraram no período promocional. Simpático, simples e eficiente.
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Conclusão

Exemplos como os mencionados atestam que não é preciso um grande investimento para que as marcas se posicionem de maneira mais próxima do cliente e transformem a experiência pós-venda e deem ao cliente um ótimo motivo para uma nova compra 😉[:en]Online shopping generates high expectations. From the payment approval to the arrival of the product, consumers go through several moments of anxiety. The wait itself, the emotion of the “out for delivery” message on the tracking page, and finally the opening of the package and the first touch on the long-awaited object. So how can brands improve that experience and use it to get closer to their customer?
Without getting into the merits of logistics, but addressing the use of technology and some simple doable ideas, we selected five examples of Pmweb clients who definately got it right 🙂

Reserva

The personality of the brand is described in the website with three basic concepts and highlighted red letters: culture, family and experience. This is the storytelling of Reserva and Reserva Mini, even in the sales and after sales campaigns. A company that has experience as a support pillar can’t sell just on e-commerce.
When a purchase is made on the website, Reserva sends five transactional emails to manage the customer’s deadline expectations.

Confirmed order email
Confirmed order email

Confirmed order email
Confirmed order email

Product satisfaction survey
Product satisfaction survey

When opening the box, the customer gets to know the professional who took care of their request. The employee has a face and a story. It is a nice and inexpensive action that will certainly have some impact on who receives the product.
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Passarela

Passarela started as physical stores in the countryside of São Paulo to became one of the largest e-commerces in Brazil. Their website promises “integrated consumer experience across all brand sales channels”. This practice is critical for multichannel companies and omnichannel clients.
From the choice of the product in the online store, four automatic transactional emails are sent: confirmation of purchase, confirmation of payment, order shipped and order delivered.

Passarela transactional email: purchase confirmation.
Passarela transactional email: purchase confirmation.

Passarela transactional email: delivery confirmation.
Passarela transactional email: delivery confirmation.

One factor that deserves a comment in the Passarela delivery experience is the flyer that anticipates a possible need: the exchange of products. Taboo and headache trigger for some companies and consumers, demystifying the exchange or the return of products is absolutely necessary in today’s market, where brands struggle so much to create a bond and gain the consumer’s trust.
Printed exchange instructions
Printed exchange instructions

The inside
The inside

In Passarela’s solution it’s a piece of paper that simplifies the process, giving the step by step in case you need to exchange a product. It’s something that happens frequently in online stores that sell items that must fit, like fashion and others.

Calçados Bibi

A perfect example of connected experiences, Bibi Calçados does a consistent client-centered work. Even though they are multichannel (industry, stores, franchises, multi-brand stores and e-commerce), Bibi understands that the customer belongs to the brand so they take care of each client, no matter where they come from. In the after-sale program, the first email the customer receives invites him to evaluate the purchase process, like a thermometer. In cases where the evaluations are negative, someone from operations contacts the customer to understand how the process can be improved.
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In addition, Bibi still sends more content e-mails after the purchase with tips of use and conservation of the acquired products.
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Tok&Stok

A “thank you for your business” may be the difference between the next sale or the oblivion. Keeping this in mind, Tok & Stok not only sends a thank you note, but also a gift-voucher to incentivate new purchases.
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Walmart

On the last Black Friday, Walmart also sent a personalized thank-you email to everyone who placed an order during the promotional period. Friendly, simple and efficient.
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Conclusion

Examples such as these show that it doesn’t take big investments for brands to position themselves closer to the customer and transform the after-sales experience to give the customer a good reason to buy again soon. 😉[:es]Las compras por Internet generan grandes expectativas. Desde la aprobación del pago hasta la llegada del producto, el consumidor pasa por varios momentos de ansiedad. El tiempo de espera, la emoción del “salió para entrega” y, finalmente, la apertura del paquete y el primer momento con el objeto tan esperado en sus manos. ¿Pero cómo las marcas pueden mejorar esta experiencia y utilizar este intervalo para acercarse del cliente? Sin hablar de la logística, pero estudiando el uso de la tecnología y algunas ideas de fácil implementación, seleccionamos cinco ejemplos de e-commerces, clientes de Pmweb, que lo han hecho muy bien 🙂

Reserva

La personalidad de la marca está descrita en el sitio con tres conceptos básicos y en letras rojas destacadas: cultura, familia y experiencia. Así es el storytelling de Reserva y Reserva Mini, incluso en las campañas de venta y post venta. Una empresa que tiene la experiencia como un pilar de apoyo no puede vender sólo en su comercio electrónico. Cuando alguien hace una compra en el sitio, cinco correos electrónicos transaccionales hacen la gestión de las expectativas del cliente en los plazos.

E-mail de confirmación de pedido
E-mail de confirmación de pedido

Encuesta de satisfacción sobre el producto
Encuesta de satisfacción sobre el producto

Al abrir la caja, el cliente llega a conocer al profesional que se hizo cargo de su pedido. Él tiene un rostro y una historia. Es una acción amable y barata que seguramente va a causar algún impacto sobre quién recibe el producto.
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Passarela

Passarela nació como una cadena de tiendas físicas en São Paulo y es ahora uno de los más grandes e-commerces de Brasil. En el sitio web promete “experiencia del consumidor integrada en todos los canales de venta de la marca.” Esta práctica es esencial para las empresas multicanal y los clientes omnichannel. Desde la elección del producto en la tienda online, cuatro envíos automáticos de emails transaccionales suceden: confirmación de la compra, confirmación del pago, solicitud enviada y confirmación de entrega.

E-mail transacional Passarela: confirmación de compra
E-mail transacional Passarela: confirmación de compra

E-mail transacional Passarela: confirmación de entrega
E-mail transacional Passarela: confirmación de entrega

Un factor que debemos comentar acerca de la experiencia de entrega de Passarela es el flyer que anticipa a una posible necesidad: el intercambio del producto. Tabú y la causa del dolor de cabeza para algunas empresas y algunos consumidores, desmitificar el cambio o devolución del producto es absolutamente necesario en el mercado actual, donde las marcas batallan para ganar la confianza y encantar el consumidor.
Impreso con instrucciones de reemplazo
Printed exchange instructions

Interior del flyer
Interior del flyer

En la solución de Pasarela, un pedazo de papel simplifica el proceso, dando paso a paso, en caso de devolución. Algo que sucede a menudo en las tiendas online que venden artículos que requieren la experimentación, tales como la moda y otros.

Calçados Bibi

Ejemplo de conexión de experiencias, Calçados Bibi hace un trabajo coherente y centrado en el cliente. A pesar de ser multicanal (industria, almacenes, franquicias, multimarca y el comercio electrónico), Bibi entiende que el cliente es de la marca y que es su tarea cuidar de cada uno, no importa de dónde venga. En el programa de post venta, el primer email que el cliente recibe es una invitación para evaluar el proceso de compra, como un termómetro. Cuando las evaluaciones son negativas, alguien entra en contacto por teléfono con el cliente para entender cómo el proceso puede mejorar.
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Además, Bibi sigue enviando mensajes de contenido después de la compra que contienen sugerencias de uso y conservación de los productos adquiridos.
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Tok&Stok

Un “gracias por comprar” puede ser la diferencia entre la próxima venta o el olvido. Pensando en eso, Tok Stok no sólo envía un agradecimiento, así como un regalo promocional para nuevas compras.
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Walmart

En el último Black Friday, Walmart también envió un email personalizado de gracias a todos los que compraron en el periodo promocional. Simpático, sencillo y eficiente.
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Conclusión

Ejemplos como los que mencionamos muestran que no se necesita una gran inversión para que las marcas puedan posicionarse más cerca del cliente y transformen la experiencia post venta, dando al cliente un buen motivo para hacer una nueva compra 😉[:]

[:pt]Wish lists: como criar, desenvolver e ativar[:en]Wish lists: how to create, develop and activate it[:es]Wishlists: cómo crear, desarrollar y activar[:]

[:pt]Wish lists são coleções criadas pelos consumidores em suas contas individuais, contendo os produtos desejados por eles. Listas de desejos – em português – significam interesse e intenção de adquirir esses itens em algum momento, mas não imediatamente.
Wish lists são um dos poucos casos, em e-commerce, em que os clientes dizem exatamente quais produtos querem, mas ainda não possuem. Este interesse demonstrado apresenta uma oportunidade altamente valiosa para fazer uma venda e atender a uma necessidade do cliente, mas muitas vezes, as listas são subutilizadas como ferramenta de marketing.

Criando

Para fomentar listas de desejos é preciso, antes de tudo, ter objetivos claros. As pessoas não fazem listas à toa e se elas escolhem uma loja para isso, deve-se entender como uma excelente oportunidade e valorizar o fato. Pense em quais vantagens você pode oferecer, como descontos, presentes e outros.
Além das tradicionais listas de presentes de aniversário e natal, atualmente existe uma profusão de eventos temáticos e colaborativos, como chá de fraldas, de panela, de casa nova, de lingerie, chá bar. Ser proativo e propor que a lista de presentes seja na sua loja requer conhecimento profundo da base de clientes e a compreensão de seu ciclo de vida. E isso só é possível por meio dos dados.
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Desenvolvendo

Agora que você sabe o porquê, é preciso considerar várias variáveis no desenvolvimento do projeto de listas de desejos. Além da tecnologia necessária, como integração com sistema de lojas físicas ou de estoque, design e outras, há outras questões a serem consideradas.
Personalização onsite: associar as wish lists a um projeto de CRO que envolva testes é importante para compreender a efetividade do projeto e também para apontar o que funciona e o que não está performando bem. Desenvolver wish lists, como mencionado anteriormente, precisa ter base em dados. Assim, para apresentá-las no site, de maneira relevante, também é necessário ter apoio em dados.
Coleta de dados: se você ainda não usa os dados que você coleta, já está na hora de começar. Isso porque as wish lists vão trazer novos insumos de comportamento individual, como interesse, preferências de consumo, data do casamento, do nascimento do bebê, listas de e-mails dos amigos que compram os presentes e outros. O uso inteligente desses dados pode trazer mais lucro ao negócio.
Reabastecimento: as estratégias posteriores à coleta de dados podem ser inúmeras. Por exemplo, após a lista do chá de bebê e com a data possível do nascimento, é possível iniciar uma régua de relacionamento de reabastecimento, entregando aos pais mensagens sobre novas aquisições de roupas conforme crescimento da criança, mudança de estação e outras.
Lojas físicas: se a sua marca possui lojas físicas além do e-commerce, as wish lists podem funcionar como fio condutor que unifique os dois públicos. Muitas vezes, a lista é iniciada na loja física, mas dar a opção de adquirir os produtos tanto na loja online quanto nas físicas é uma ótima iniciativa, que permite coletar os dados também de quem presenteia.

Ativando

Se você já tem os dados de aniversário dos seus clientes, por que não sugerir a eles a criação de uma wish list online via e-mail marketing? Muitas empresas também utilizam as mídias sociais, como o Instagram e o Pinterest, para estimularem a criação de listas de desejos.

Exemplo de proposta de wish list de aniversário.
Exemplo de proposta de wish list de aniversário.

Oferecer wish lists é uma maneira também de reduzir taxas de abandono de carrinho para aqueles que demonstram interesse em certos produtos mas não vão comprá-los no momento. As listas são efetivas ao dar aos consumidores uma maneira fácil de relembrá-los sobre um item desejado e, sob a ótica de negociação, demonstrar aos fornecedores o nível de interesse em seus produtos que vai além das vendas.
Por fim, não esqueça que, por meio de wish lists, sua marca vai conquistar novos clientes – aqueles que adquirirem os itens como presente. Lembre-se de ativá-los após isso e mantenha o ciclo de relacionamento. Aproveite a oportunidade de ampliar sua base!
Quer saber mais sobre como as wish lists podem tornar seu negócio mais rentável? Entre em contato com nosso time de especialistas!

Fontes consultadas:
How to monetize wish lists
What are wish lists and why are they important?

 [:en]Wish lists are collections created by consumers in their individual accounts, containing the products they are interested in and have the intention to purchase at some point, but not right away.
Wish lists are one of the few cases in e-commerce where customers say exactly which products they want and do not have yet. Their manifested interest creates a valuable opportunity to sell and meet your client’s needs, but often, lists are underrated as a marketing tool.

Creating it

To stimulate the use of wish lists you will need, first of all, to set clear objectives. People make lists for a reason and if they choose a store for it, that should be understood as a valuable opportunity. Think about what you can offer – benefits such as discounts, gifts and other advantages.
In addition to the traditional birthday and Christmas gift lists, noadays we have a handfull of thematic and collaborative events like baby showers, bridal showers, new home showers, lingerie, bar and so on. Being proactive and inviting the clients to make their gift lists in your store requires deep knowledge of the customer base and understanding of its life cycle. And this is only possible through data annalysis.
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Developing it

Now that you know why, you need to consider several variables in the development of the wishlist project. In addition to the necessary technology, such as integration with system of physical stores or stock, design and so on, there are other matters to consider.
Onsite customization: associating wishlists to a CRO project involving tests is important to understand the effectiveness of the project and also to point out what works and what is not performing well. The development of wish lists, as we mentioned, needs to be based on data. So to present them relevantly on the site you will also need to work with data.
Data collection: if youhaven’t been using the data you collect, it’s time to start. Wishlists will bring new imput on individual behavior such as interest, consumer preferences, wedding date, baby birth, and mailing lists of friends who buy gifts. The smart use of these data can bring more profit to the business.
Refueling: subsequent strategies to data collection may be numerous. After the baby shower list, for example, knowing the possible date of birth, you can start a refueling relationship ruler, delivering messages to parents about new purchases of clothing as the child’s growth, changing seasons and more.
Physical stores: if your brand has physical stores in addition to e-commerce, wishlists can be the resource you needed to join the two audiences. The list usually starts at the physical store, but giving the guests the option of purchasing the products both in the online store and the physical is a great initiative, which allows you to collect the data also of the person buying the gift.

Activating it

If you already have data on your customer’s’ birthday, why not suggest to them to create an online wishlist via e-mail marketing? Many companies also use social media like Instagram and Pinterest to stimulate the creation of wishlists.

Offering wish lists is also a way to reduce cart abandonment rates for those who show interest in certain products but will not buy them at the time. The lists do a great job giving consumers an easy way to remember a desired item and, from the perspective of negotiation, showing suppliers the level of interest in their products that goes beyond sales.
Keep in mind that using wishlists your brand will gain new customers: the people who purchase the items as gifts. Remember to activate them after the purchase and keep the relationship cycle going. Take this opportunity to expand your base!
Do you want to know more about how wishlists can boost your business? Contact our team of experts!

Consulted sources:
How to monetize wish lists
What are wish lists and why are they important?

[:es]Wishlists son colecciones creadas por los consumidores en sus cuentas personales, que contienen los productos deseados por ellos. Añandir productos a una wishlist significa que el cliente tiene interés y la intención de comprar estos artículos en algún momento, pero no de inmediato.
Este es uno de los pocos casos en el comercio electrónico donde los clientes nos dicen exactamente qué productos quieren, pero que todavía no tienen. Este interés manifestado crea una muy valiosa oportunidad para vender y satisfacer las necesidades de un cliente, pero a menudo, las listas están infrautilizadas como herramienta de marketing.

Creando

Para fomentar las listas de deseos es necesario, en primer lugar, tener objetivos claros. La gente no hace listas para nada y si eligen una tienda para hacerlo, eso debe ser entendido como una valiosa oportunidad. Piense en que beneficios  usted puede ofrecer tales como descuentos, regalos y otros.
Además de las listas tradicionales de cumpleaños y de Navidad, hoy hay una gran cantidad de eventos temáticos y de colaboración como el baby shower, bridal shower, nuevo hogar, lencería… Ser proactivo y proponer que la lista de regalos sea en su tienda requiere un conocimiento profundo de la base de clientes y comprensión de su ciclo de vida. Y esto sólo es posible a través de los datos.
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Desarrollando

Ahora que usted sabe por qué, es necesario tener en cuenta una serie de variables en el desarrollo del proyecto de wishlists. Además de la tecnología necesaria, tales como la integración con el sistema de tiendas físicas, diseño y etc, hay otras cuestiones a considerar.
Personalización onsite: asociar las wishlists a un proyecto de CRO que incluya testes es importante para comprender la eficacia del proyecto y también para señalar lo que funciona y lo que no está funcionando bien. Elaborar listas de deseos, como se mencionó anteriormente, necesia ser basado en datos. Así que para presentarlos en el sitio, de manera relevante, también es necesario apoyarse en los datos.
Recogida de datos: si su empresa no utiliza los datos que recopila, es el momento de empezar. Esto por que las wishlists traerán nuevos insumos de comportamiento individual, tales como intereses, preferencias de los consumidores, fecha de la boda, nacimiento del bebé y las listas de distribución de amigos que compran regalos. El uso inteligente de estos datos puede traer más ganancias a la empresa.
Reabastecimiento: las estrategias posteriores a la recolección de datos pueden ser numerosas. Por ejemplo, después de la lista del baby shower y la posible fecha de nacimiento, se puede iniciar una regla de relación de reabastecimiento, entregando a los padres mensajes invitando a nuevas compras conforme el crecimiento del niño, el cambio de estación y otros.
Tiendas físicas: si su marca tiene tiendas físicas, además de comercio electrónico, las listas pueden funcionar como un hilo común que une a los dos públicos. A menudo, la lista comienza en la tienda física, pero dar la opción de comprar los productos tanto en la tienda online como la física es una gran iniciativa, que le permite recoger los datos también de quien compra el regalo.

Habilitando

Si ya tiene las informaciones de los cumpleaños de los clientes, por qué no sugerir a ellos crear una wishlist online a través de marketing por correo electrónico? Muchas empresas también utilizan los medios sociales como Instagram y Pinterest para estimular la creación de listas de deseos.
 

Exemplo de proposta de wish list de aniversário.
Ejemplo de una lista de la propuesta deseo de cumpleaños.

Ofrecer wishlists es una forma de reducir las tasas de abandono de quien muestra interés en determinados productos, pero no va a comprar en el momento. Las listas son eficaces para dar a los consumidores una manera fácil de recordarse sobre un ítem deseado y, desde la perspectiva de la negociación, mostrar a los proveedores el nivel de interés en sus productos que va más allá de las ventas.
Acuerdese que, utilizando las wishlists, su marca será ganar nuevos clientes – los que compran los productos como regalos. Recuerde convertirlos después de esto y mantener el ciclo de relación. Aprovecha la oportunidad de ampliar su base!
¿Quiere saber más acerca de como las listas de deseos pueden hacer que su negocio sea más rentable? Póngase en contacto con nuestro equipo de expertos!
Fuentes consultadas:
How to monetize wish lists
What are wish lists and why are they important?[:]