[:pt]Um em cada seis e-mails no mundo não chega à caixa de entrada[:]

[:pt]A cada seis e-mails comerciais enviados um não têm alcançado o objetivo pretendido, ou seja, a caixa de entrada dos clientes, segundo o relatório de Benchmark de Entregabilidade 2018, da Return Path.
Embora o índice venha apresentando crescimento (79% em 2015 e 2016; 80% em 2017; e 85% em 2018), ainda há um número significativo de mensagens sendo desviadas para o spam ou simplesmente sendo perdidas (15%).
De acordo com o Relatório de Benchmark de Entregabilidade 2018, a melhora global deste ano foi impulsionada principalmente pelos ganhos na entrega em caixa de entrada na América do Norte e Europa. No entanto, a porcentagem significativa de mensagens filtradas indica que os profissionais de marketing ainda estão perdendo oportunidades valiosas de lucrar com o canal e-mail.
“Profissionais de marketing de todo o mundo confiam no e-mail e isso não é surpresa, tendo em vista que o canal gera R$ 126 de retorno para cada real investido”, explica Cecília Belele, diretora regional da Return Path para a América Latina.
“Estamos felizes em ver o aumento das taxas de entrega na caixa de entrada, mas ainda há bastante espaço para melhorar esse desempenho. Cada falha no acesso à caixa de entrada representa a perda de oportunidade de negócio”.
No Brasil cenário exige atenção – No Brasil, a taxa de entrega de e-mails comerciais na caixa de entrada é 75%, ou seja, está 10 pontos percentuais abaixo da média global e 14 p.p. atrás do entregador com o melhor índice entre os países mapeados pelo estudo, o Canadá.
Com relação a entrega na pasta de spam o dado é ainda mais preocupante: a taxa de 14% do nosso país representa mais que o dobro da média global e é quase cinco vezes superior que a média no Canadá. “Hoje, qualquer marca interessada em ter a atenção do usuário é considerado um concorrente na caixa de entrada.
Por essa razão, é importante entender o investimento no canal como estratégia do negócio. E, não basta entregar, é preciso ainda manter bons índices em indicadores que comprovem a relevância das mensagens para o destinatário”, ressalta Cecília. 
Estados Unidos e Canadá – Nos Estados Unidos, as marcas observaram fortes ganhos no posicionamento na caixa de entrada nos últimos 12 meses, com 83% das mensagens alcançando os assinantes, contra 77% em 2017; enquanto no Canadá a situação é de relativa estabilidade, porém com os índices mais altos do estudo: 89% em 2018 e 90% em 2017.
Taxa de entrega na caixa de entrada

País Q3/2017 Q4/2017 Q1/2018 Q2/2018 Período de 12 meses
Brasil 77% 72% 73% 77% 75%
Estados Unidos 81% 81% 85% 85% 83%
Canadá 89% 88% 91% 89% 89%
Média Global 82% 84% 87% 86% 85%

Taxa de entrega na pasta de spam

País Q3/2017 Q4/2017 Q1/2018 Q2/2018 Período de 12 meses
Brasil 11% 16% 17% 13% 14%
Estados Unidos 6% 7% 7% 7% 7%
Canadá 2% 3% 3% 3% 3%
Média Global 5% 6% 5% 6% 6%

Taxa de e-mails perdidos

País Q3/2017 Q4/2017 Q1/2018 Q2/2018 Período de 12 meses
Brasil 11% 12% 10% 10% 11%
Estados Unidos 13% 12% 8% 8% 10%
Canadá 9% 10% 7% 8% 9%
Média Global 13% 11% 8% 9% 10%

Outros insights interessantes do relatório:

  • América Latina – Embora os profissionais de marketing no México tenham ultrapassado a média mundial de entrega na caixa de entrada, com índice de 88%, o desempenho ruim em outros países da América Latina resultou na média regional de 78%.
  • Europa – O acesso à caixa de entrada na Europa aumentou três pontos percentuais, de 83% em 2017 para 86% em 2018. Para o alcance desse resultado, houve a contribuição positiva de países como Bélgica (91%), Grécia (93%), Irlanda (92%), Noruega (93%) e Portugal (93%).
  • Ásia-Pacífico – A maioria dos países da região Ásia-Pacífico superou a média global de acesso à caixa de entrada, incluindo Austrália (89%), Hong Kong (88%), Japão (89%), Nova Zelândia (90%) e Cingapura (90%). No entanto, o acesso à caixa de entrada de apenas 57% das mensagens na China diminuiu a média da região para 78%.
  • Análise por setor – Ao analisar o acesso à caixa de entrada por setor, os melhores resultados foram encontrados nas áreas que possuem um forte relacionamento com sua base de clientes, como bancário e financeiro (96%), fabricação e distribuição (96%) e viagens (94%). De maneira geral, todos os setores analisados registraram aumento na entrega em caixa de entrada, em comparação ao período anterior. 

Relatório de Benchmark de Entregabilidade 2018 está disponível para download gratuito no site da Return Path. A Return Path conduziu este estudo usando uma amostra representativa de mais de dois bilhões de mensagens de e-mails comerciais enviados para consumidores em todo o mundo, entre os meses de julho de 2017 e junho de 2018.
Fonte: Ecommerce Brasil[:]

[:pt]E-commerce B2E: na carona dos clubes de benefícios[:]

[:pt]Quase todo mundo já se acostumou com algumas das siglas do universo corporativo, como B2C, B2B, B2B2C, C2C. Mas será que todos já estão acostumados ao ainda pouco explorado e-commerce B2E?
Com origem no inglês Business to Employee, esse tipo de e-commerce é direcionado para funcionários das empresas. Ou seja, as corporações oferecem produtos com super-descontos para seus funcionários. Esse tipo de operação não acabaria sendo muito onerosa para um faturamento pouco representativo?
Criar um e-commerce apenas para atender meus funcionários? Quais seriam as vantagens?
Além disso, hoje já existem clubes de benefícios onde se pode achar cupons e vantagens para uso de determinados produtos. Vemos grandes players de discounts como GoIntegro, Br Insurence, Convenia e outras grandes empresas que já mantêm relacionamento estreito com os RH’s.
Mas será que não existe alguma oportunidade da qual empresas poderiam se beneficiar e mitigar problemas pontuais que enfrentam dentro de sua organização?
Em 2016, em parceria com o grupo GS& – Gouvea de Souza, a Nestlé lançou o site Super Páscoa. A intenção da página era oferecer aos funcionários de um grande grupo de empresas a oportunidade de comprar ovos de Páscoa com preços muito vantajosos e receber os produtos próximos a data festiva.
O benefício para o funcionário sendo óbvio, mas qual era a vantagem à Nestlé?
Como pontos principais:
1) Destacar o teste de um canal importante para o varejo;
2) Conseguir equilibrar e antecipar as compras de ovos, evitando as grandes liquidações as vésperas da Páscoa.
Como resultado dessa ação, a Nestlé e o grupo GS& conseguiram ser o e-commerce que mais vendeu ovos no período, superando grandes marcas varejistas. Resultado tão significativo que vimos Lacta e outros players se movendo na mesma direção no ano seguinte.
Porém, o mais impactante é que, um ano depois, a Nestlé decidiu mudar a estratégia e transferir o risco da operação para um terceiro, abrindo as vendas para o mercado, sem oferecer, todavia, os descontos aplicados no ano anterior. Como resultado, não conseguiram atingir o mesmo sucesso do ano anterior.
Então, qual o caminho se pode seguir com esse modelo de e-commerce?
A ideia do e-commerce B2E é se firmar com um real benefício para os funcionários. Entretanto, inicialmente, seria inviável às empresas menores criar uma loja virtual apenas aos seus colaboradores. Assim, começamos a perceber que algumas empresas começam a se juntar para oferecer um clube de ofertas para os funcionários tanto de seus negócios como oferecer o benefício para companhias parceiras.
Os funcionários teriam acesso real a produtos com grandes descontos. Em contrapartida, as marcas anunciantes (vendedoras) não precisam se lançar no mercado com preços que acabam com a imagem de valor das marcas e ainda criam períodos específicos de demanda dos outros consumidores.
Por ser um clube fechado, conseguem-se informações relevantes dos seus clientes e pode-se manter um relacionamento muito mais próximo com eles. Além disso, não é preciso divulgar, em mídias abertas, quais os descontos praticados naquele canal – evitando, assim, um possível conflito com os revendedores dessas marcas.
Se esse projeto for liderado por um grupo detentor de uma operação de e-commerce, pode-se ainda garantir margens bastante saudáveis para esse tipo de negócio. Ou seja, criando um ambiente de benefício para todos os players envolvidos.
Ainda existe uma estrada bastante longa para o e-commerce B2E, mas é inegável que existem reais oportunidade nesse nicho de mercado. Vamos esperar para ver quem vai se lançar ao mar e se destacar no novo tipo de negócio!
Fonte: Ecommerce Brasil[:]

[:pt]E-commerce cresce 12,1% no Brasil durante o 1º semestre de 2018[:]

[:pt]

Segundo o 38º Webshoppers, do Ebit/Nielsen apresentado em Agosto, o e-commerce brasileiro cresceu 12,1% no primeiro semestre de 2018 com relação ao mesmo período do ano passado. Esse aumento representa um faturamento de R$ 23,6 bilhões.

Dispositivos móveis

A última edição apontou que 32% das transações do e-commerce foram feitas por dispositivos móveis durante o primeiro semestre deste ano.
Com relação à pesquisa de 2017, houve aumento de 7,4%, o que significa que cada vez mais consumidores se adaptam às facilidades de compra por smartphones. Além disso, a Ebit/Nielsen estima que, até 2020, metade das compras online será feita por um dispositivo móvel.
Segundo Pedro Guasti, consultor de negócios da Ebit/Nielsen, o “m-commerce é impulsionado por categorias de menor ticket médio”.

Participação por categoria

Entre as categorias com maior volume de pedidos, Cosméticos e Perfumaria lidera o share de vendas online, com 15% de participação.
Já Moda e Acessórios, que era a líder tradicional, permanece praticamente estável, com 14,5% do share de vendas do e-commerce.
Segundo o relatório, o crescimento do setor de Cosméticos e Perfumaria no comércio eletrônico se deve, principalmente, ao fortalecimento da presença de grandes fabricantes desse tipo de produto no ambiente online.
“Temos visto um grande investimento da indústria de cosméticos no comércio eletrônico, com forte presença em marketplaces, assim como a ascenção das redes de perfumaria”, afirmou Guasti.

Perfil dos consumidores de e-commerce

O relatório também trouxe dados sobre o perfil dos consumidores e sua relação com o mercado online. A apuração revelou que, no primeiro semestre deste ano, 27,4 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra online no Brasil. A alta é de 7,6% com relação ao mesmo período do ano passado. Para a empresa, este dado também está ligado ao crescimento da influência dos smartphones nas decisões de compra dos usuários.
Com relação ao número de pedidos em dispositivos móveis, houve crescimento de 41% entre os períodos comparados, tanto para bens de consumo duráveis como não duráveis.
O proporcional em volume de vendas (tanto para dispositivos móveis como para desktops) é de 8% a mais do que o primeiro semestre de 2017.

Participação por região

A pesquisa aponta ainda que a região Sudeste continua a de maior relevância nas compras do e-commerce, com 61,2% do share de produtos do Brasil, mas que perde aos poucos sua hegemonia para as outras regiões.

De acordo com os dados apurados, o share de produtos cresce fora do eixo Sudeste, com destaque para região Sul, cujo crescimento do comércio eletrônico (24% entre os períodos analisados) acompanha a menor taxa de crescimento do desemprego no país (8% com relação à média de 13% do Brasil).

Gênero e idade

Outro aumento de destaque é com relação a disposição dos gêneros nas compras do semestre. Pela primeira vez, a porcentagem de mulheres ultrapassou a quantidade de consumidores do sexo masculino: 51,5% contra 48,5%, respectivamente.
Para Pedro Guasti, consultor de negócios da Ebit/Nielsen, o crescimento “tem a ver com sortimento e tipo de produtos que mulheres que compram mais do que homens”. As categorias mais procuradas pelo sexo feminino são as de roupas, acessórios, perfumaria, assinatura de livros e alimentos.
De acordo com o levantamento, a faixa etária que mais compra no comércio eletrônico é de 35 a 49 anos. No Brasil, ainda existem grandes dificuldades de comunicação com duas gerações especificamente: os nativos digitais, mais exigentes e menos apegados às marcas, mas com baixo poder aquisitivo (como no caso dos chamados millennials); e das gerações acima de 50 anos, que precisam se adaptar ao ambiente online e sentem mais insegurança em efetuar compras em e-commerces, mesmo que representem uma fatia da população com maior poder aquisitivo.

Ticket médio

Houve retração, no entanto, com relação ao ticket médio gasto pelos consumidores brasileiro: de 7%. Para compensar o número negativo do primeiro semestre, o relatório prevê que 2018 deve fechar com ticket médio com aumento de 4%. As demais previsões para o próximo semestre dependem da situação política e econômica do país nos próximos meses, mas são positivas. O comércio eletrônico deve finalizar o ano com aumento de 12% e o número de pedidos deve crescer até 8%.

Fonte: E-commerce Brasil[:]

[:pt]O que esperar do Mercado Livre Experience 2018[:]

[:pt]A terceira edição do Mercado Livre Experience promete momentos ainda mais inspiradores do que em 2017
Marcada para o dia 1º de setembro de 2018, a terceira edição do Mercado Livre Experience – um dos maiores eventos de e-commerce do país – promete bater a marca de 10 mil de pessoas vivendo juntas uma experiência de imersão em conteúdo, networking e negócios.
Quem esteve no evento em 2017 pretende voltar este ano! 100% dos participantes confirmaram interesse em voltar nesta edição e estão com a expectativa lá em cima. Afinal, foram quase 10 horas de conteúdodistribuídas em sete salas que funcionavam simultaneamente. Um dia intenso de aprendizados e oportunidades para conhecer novos parceiros entre os 56 estandes dos patrocinadores e apoiadores.
Guiados pelo mestre de cerimônias Marcos Piangers – jornalista e autor do livro “O papai é pop” -, os 85 palestrantes se revezaram nos sete palcos do evento, discutindo experiência do consumidornovas tecnologias e aplicaçõesinovação e comportamento. Entre os nomes que fizeram valer o ingresso para 95% do público estavam: Nir Eyal, autor do best-seller “Hooked, how to build habit-forming product” e professor da Stanford, Sam Lown, CTO da Cabify, Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, Leandro Herrera, CEO da Tera, Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre e outros executivos da companhia.

Crescimento contínuo

Para 2018, o evento quer ir além. Seja aumentando a área do evento para abrigar um público 72% maior. Mas, principalmente, proporcionando experiências capazes de impactar o mercado de e-commerce.
“O Mercado Livre Experience sintetiza o que é o Mercado Livre, sempre melhorando e se aprimorando com uma energia incrível”, conta Stelleo Tolda. E é essa energia que vai contagiar os pavilhões do São Paulo Expo em setembro.
Serão oito salas de conteúdo simultâneos, trazendo temas de inovaçãotecnologia e e-commerce. Com nomes como Josh Silverman, CEO do Etsy e ex-CEO de empresas como Shake Shack e Skype, em uma área de 26 mil m² com estandes preparados para gerar negócios tanto para os expositores, como para os visitantes, promovendo muito networking.
E, por falar em networking, o Mercado Livre Experience quer que você aproveito ao máximo o dia para fazer contatos. Por isso, fará a transmissão simultânea de todas as palestras em telões distribuídos nas áreas de exposição. Assim, você pode acompanhar o conteúdo através do fone de ouvido ao mesmo tempo que circula entre os estandes.

Quer participar do Mercado Livre Experience 2018?

Com o código ML18-PMWEB você terá 20% de desconto adicional na compra do ingresso em www.mercadolivre.com/experience. O evento acontece no dia 1º de setembro, no São Paulo Expo. Até lá![:]

[:pt]Fórum E-commerce Brasil e o lançamento do Pmweb Context[:]

[:pt]Durante os dias 14, 15 e 16 de agosto a Pmweb participou do Fórum E-commerce Brasil 2018, o maior evento de e-commerce da América Latina. Nos três dias, foram realizadas diversas palestras e exposições sobre tudo que há de novo para o mercado digital. E não podendo ser diferente, a Pmweb está sempre em constante busca pela inovação e criando ferramentas para facilitar o trabalho de nossos clientes.
Pensando nisso, foi criado o Pmweb Context, o produto integra informações de web analytics, CRM, analisa métricas e entrega audiências personalizadas. Uma ferramenta criada para acompanhar a evolução do comportamento do consumidor que hoje consome tanto no mercado online quanto no offline.
O Fórum contou com diversos palestrantes que falaram sobre os assuntos que deixam inquietos todos aqueles sedentos por inovação, tecnologia e novidades do mercado. Entre eles, nomes como Alex Szapiro, vice presidente da Amazon, falou sobre como a obsessão por clientes fez da empresa o que ela é hoje. André Petenussi, CTO do Grupo Netshoes e Barbara Oliver da Affero Lab apresentaram um painel sobre novas formas de atrair e reter talentos de tecnologia. AliExpress esteve representada por Guo Dongbai falando sobre o empoderamento de pequenos e médios negócios através da tecnologia e inovação.
As informações completas sobre o Fórum E-commerce Brasil 2018 e tudo que aconteceu lá estão disponíveis na página do evento, vale conferir, tem muito material bacana!
E se você quiser saber mais sobre o Context é só clicar AQUI e preencher o formulário![:]

[:pt]Motores de reserva mobile: mais importante do que se imagina[:]

[:pt]É notória a importância que os motores de reserva possuem para comodidade do hóspede, para a organização do hotel e na conversão das reservas. Hoje em dia, na era da conectividade, onde mais de 5 bilhões de pessoas no mundo possuem smartphones, os mercados devem estar sempre atentos à disponibilizarem seus serviços através do mobile, para que os usuários possam acessá-los à qualquer hora e em qualquer lugar.

O papel do mobile first

No setor hoteleiro, de acordo com um relatório da Criteo feito em 2018, quase 40% das reservas realizadas via internet são feitas através do mobile. É um número bastante expressivo e que serve de alerta à todos os players que pretendem conquistar uma parcela desse montante. Hotéis que não possuem motor de reservas responsivo  acabam deixando de converter, visto que 33% delas são feitas por smartphones e 6% por tablets e tiveram um crescimento de 10% quando comparado ao ano anterior.

Reservas de última hora: 80% feitas pelo mobile

O gráfico abaixo mostra um dado bastante curioso, 80% das reservas de última hora são feitas através de mobile. Se pensarmos, faz bastante sentido, reservas de última hora muitas vezes são feitas quando o usuário já está em trânsito, ou frente a um imprevisto por exemplo, nesses casos será mais provável que um celular ou tablet esteja à mão do cliente, do que um desktop. 
Os números demonstram que: quem não está preparado para atender as necessidades do usuário, perde espaço para a concorrência. Uma vez que o cliente acessou o site do hotel, a oportunidade de converter aquela reserva não pode ser desperdiçada, e isso fica à cargo do empreendimento ter as ferramentas certas para seguir a interação até a conversão.
Conheça o Let’s Book, um motor de reservas que é rápido, fácil e 100% mobile. Para saber todas as informações a respeito, acesse o link abaixo.
Mais informações  em www.letsbook.com.br[:]

[:pt]Otimização do CTA: Como e onde utilizá-lo[:]

[:pt]Como vivemos em um universo conectado e em constante mutação, sabemos que regras e diretrizes são muito voláteis quando se trata de estratégias de marketing digital. Um assunto que traz divergência de opiniões é o botão CTA (Call to action). Onde ele deve ser posicionado? O que deve estar escrito? Qual cor e tamanho usar?
Essas perguntas não possuem as mesmas respostas para todos os casos, pois diferentes estratégias, produtos ou serviços necessitarão diferentes regras para o CTA.
O que era proposto?
Alguns anos atrás era dito que o CTA deveria ser posicionado nos primeiros 400 pixels da página, para que o usuário tivesse ele em vista sempre que abrisse um e-mail. Era uma lógica bastante plausível para a época, levando em conta que a maioria das pessoas ainda acessavam seus e-mails através de um computador.
O que mudou?
Uma palavra: Smartphones. Eles vieram para ficar e revolucionar a indústria, e assim fizeram. Os hábitos de abertura de e-mail mudaram, à medida que mais de 5 bilhões de pessoas no mundo possuem um smartphone. E o que isso interferiu no posicionamento do CTA? Um e-mail aberto em um celular, permite que o usuário enxergue 600 pixels da sua tela ainda na primeira rolagem, fazendo com que o CTA tenha mais espaço para ser posicionado.
Onde posicionar o CTA
O posicionamento do call to action é a decisão que mais diverge opiniões no meio. Nós acreditamos, assim como outras empresas, que o CTA tem sua posição definida de acordo com a complexidade do produto/serviço ofertado. Ou seja, quanto mais complexo o produto, mais próximo do final da página o CTA pode estar posicionado (ver gráfico abaixo).
E qual o motivo disso?
Produtos e serviços mais complexos exigem mais informações e conteúdo, e maior tempo de leitura do usuário. Podemos utilizar como exemplo um e-mail marketing que esteja vendendo um pacote de viagem. É um produto complexo, que engloba diversas condições e termos que o cliente precisa ler e ter ciência de tudo que está adquirindo, logo, as informações vêm antes na hierarquia do que deve aparecer na primeiro e o botão do CTA, depois.
Já se usarmos de exemplo um e-mail de um e-commerce de moda que está vendendo uma blusa, o CTA precisa estar logo junto ao produto, pois a tomada de decisão do cliente é bastante rápida e intuitiva, ele vai olhar o produto, se gostar ele clica e segue com a compra, não há informações complexas que precisam ser consumidas para convencê-lo a comprar algo que ele já escolheu comprar..
Agora, a questão não se restringe apenas onde posicionar o CTA, o que deve estar escrito e o design também são elementos importantes para a melhor conversão.
O que e como escrever
Estudos frequentemente realizados em testes A/B demonstram que o usuário tem uma melhor aceitabilidade à linguagem em primeira pessoa quando se trata de conversão em CTAs. Nesse estudo da Unbounce eles demonstraram como o modo de tratamento do que estava escrito no botão mudou de forma significativa a quantidade de clicks no mesmo.
 
A escrita em primeira pessoa “My”, traz ao usuário um empoderamento (mesmo que lúdico) de que aquilo lhe pertence, diferente da utilização da segunda pessoa “Your”. Ou seja, a mudança de apenas uma palavra às vezes é um divisor de águas entre conversão e não conversão.
Outro ponto bastante comentado é dar alguma vantagem ao usuário, como um cupom de desconto ou um frete grátis por exemplo, algum benefício que ele receberá em troca dos seus dados. Estudos mostram que os seres humanos são muito mais suscetíveis à evitar um dano/perda do que à ganhar uma vantagem, ou seja, o engajamento é maior quando ele recebe algo primeiro ao invés de logo ter de pagar por alguma coisa ou ceder suas informações “de graça”.
Design do botão
O design do CTA possui bastante importância na quantidade de cliques. O botão precisa se destacar do restante da página, mas sempre de forma harmônica e lógica. Nesse momento possuir conhecimento sobre a teoria das cores, como elas se complementam e quais vão funcionar de forma mais coerente é essencial. Espaços em branco em torno do botão também são bastante utilizados para dar destaque, eles criam uma área em volta do CTA que acaba “separando” ele do restante dos elementos da página, fazendo com que seja mais notado pelo usuário.
Pode soar meio “óbvio” mas parecer como um botão é algo essencial e que deve ser dito. Quando o usuário está familiarizado com algo ele intuitivamente sabe como usá-lo, se o botão parecer um botão, ele saberá que “deve” clicá-lo.
Uma dica válida é não exagerar no botão, não deixá-lo tão bonito a ponto que ele possa não ser reconhecido como sendo o CTA. Utilizar botões retangulares com as bordas arredondadas e um gradiente nas extremidades para auxiliar mostrar que ele se sobressai na página.
O que concluímos
Fazer um Call To Action eficiente não é nada fácil, mas é bastante possível.
Frases curtas, mensagem direta, um botão personalizado e colocado no local certo irão multiplicar as chances de aumentar a conversão de cliques no site.
É importante lembrarmos que o conteúdo que está sendo ofertado no e-mail marketing é sempre o mais importante de tudo, mais que o CTA, que o design, cores e tudo que engloba a oferta. O produto é o centro da peça, o restante são estratégias para auxiliar na venda e no convencimento do usuário.
Seguindo as ideias deste artigo, será possível criar CTAs para os seus e-mails que ajudem a converter leads e aumentem as vendas dos seus produtos e serviços.[:]

Anúncios de marcas na internet: 56% dos usuários clicam nos links

[:pt]

Estudo do The Boston Consulting Group revelou números importantes sobre o marketing digital no Brasil

Como os brasileiros lidam com anúncios na internet? Eles clicam nos links? Têm o hábito de fazer compras online? E as empresas e marcas, investem no marketing digital como deveriam?
Um novo estudo do The Boston Consulting Group, divulgado em primeira mão ao site EXAME, traz algumas respostas.
“Só Investir Não Basta – As Expectativas do Consumidor para Marketing Digital no Brasil” entrevistou mais de três mil consumidores.
Os números mostram que eles são mais receptivos aos anúncios online que se imagina.
Confira a seguir os principais resultados do estudo.

Relação dos consumidores com o marketing digital

56% dos usuários de internet disseram que estariam inclinados a clicar em um anúncio. A receptividade é ainda maior se o anúncio chegar por e-mail (77%) ou por resultados de busca (67%).
Os consumidores também são adeptos das compras online. 65% já compraram algo pela internet. Até quando a compra será feita em uma loja física, 56% pesquisam online antes de partir para o mundo físico.
A exposição a anúncios digitais, como era de se esperar, é alta. No último mês, quase 70% declararam que foram expostos a algum anúncio no e-mail ou em rede social, 56% em vídeos e 47% em banners de sites e resultados de busca.
A influência dos anúncios digitais também é alta: 66% dos usuários de internet já fizeram alguma compra por causa de um anúncio online.

Investimentos em marketing digital

Segundo a pesquisa, 25% dos gastos de marketing no Brasil vão para o segmento digital. É pouco se comparado a outros mercados, como Estados Unidos (44% dos investimentos vão para o digital) e Reino Unido (61%).
Mas os investimentos do tipo crescem no Brasil. Desde 2011, cresceram 28%.
Os caminhos se abrem, também, porque a rejeição relativa ao marketing digital é baixa. Isso pensando que o uso de ad blockers no Brasil é baixo. Segundo a Kantar Media, apenas 16% dos brasileiros usam algum programa do tipo.
O caminho dos investimentos também deve seguir o rumo da personalização: o estudo mostrou que mais de 60% dos brasileiros estão dispostos a comprar uma marca ou serviço – e até trocar sua atual opção de compra – se sentirem que o serviço e a experiência serão mais personalizados.
 
Matéria extraída da Exame.[:]

[:pt]A alta performance de campanhas por comportamento[:en]The high performance of behavioral campaigns[:es]El alto rendimiento de las campañas por comportamiento[:]

[:pt]Na busca pela relevância e pelo timing ideal, profissionais de marketing lançam mão de uma variedade de estratégias como segmentações, personalizações e até métodos mais sofisticados como modelos estatísticos de propensão para comunicar a oferta certeira ao seu cliente.
No mundo digital, em que conseguimos enxergar as pegadas dos consumidores, temos uma solução ainda mais precisa: o behavioral targeting. Com tags que identificam os usuários pelo site, é possível mapear todo o percurso do cliente e identificar exatamente o que ele está procurando e que ação ele tomou.
Assim, é possível estabelecer um diálogo preciso com campanhas automáticas, enviadas a partir das decisões tomadas em cada etapa do processo de compra, previamente mapeadas. O cliente abandonou um produto no carrinho? Lembrá-lo é provavelmente o esforço mais rentável em uma estratégia de marketing.
Em estudo desenvolvido no segundo quarter de 2018, a Pmweb identificou que as campanhas enviadas a partir do comportamento do cliente podem incrementar em até 25% a receita do canal e-mail marketing. Esse tipo de campanha é em média 13 vezes mais eficiente que uma campanha comum.

Campanhas de Rockin’ Tags são 13x mais eficientes que campanhas comuns

 
 
 
 
 
 
 
 
Entre os vários tipos de abordagem, que vão de abandono de navegação à redução de preço de um produto visitado, a campanha de abandono de carrinho é a mais bem sucedida, trazendo 45x mais receita que uma campanha comum.
Nesse caso, toda a régua de comunicação é importante para os resultados e até mesmo os repiques tem alta eficiência. Eles trazem 6 vezes mais receita que uma campanha comum e representam em média 15% da receita na estratégia de behavioral targeting.  
Por serem de extrema relevância, além da alta conversão, as campanhas de comportamento trazem alto engajamento, tornando-se importantes aliadas para a construção de uma boa reputação e de boas taxas de entregabilidade.  
A implementação dos envios automáticos são o primeiro passo e trazem rapidamente incremento de vendas. Mas incorporar esse conhecimento na estratégia de e-mail marketing como um todo é imprescindível para um melhor CRM. A partir da identificação do comportamento do cliente é possível o desenvolvimento de segmentações por interesse, potencializando campanhas promocionais. Isto é, ao se enviar uma oferta de determinada categoria, além dos critérios convencionais para seleção dos clientes elegíveis, pode-se priorizar os usuários que visitaram essa categoria recentemente.
Além disso, as campanhas diárias podem ser enriquecidas com blocos dinâmicos, que devem, por exemplo, exibir o produto abandonado pelo cliente. Isso garante a entrega de conteúdo de alta relevância, grande propensão ao clique e à conversão, aumentando o RPE (retorno por e-mail enviado) dos envios comuns.
A Pmweb desenvolveu a sua própria solução, chamada Rockin’ Tag Express, para mapear o comportamento dos clientes e desenvolver campanhas one-to-one de alta performance. Para saber mais, entre em contato com o nosso time.
 
Autora: Érica Ortiz | Client Insights and Development Manager na Pmweb[:en]In pursuit of relevance and timing, marketers use a variety of strategies such as segmentations, customizations and even more sophisticated methods like statistical models of propensity to communicate the right offer to their customer.

In the digital world, where we can see the footprints of consumers, we have an even more precise solution: behavioral targeting. With tags that identify users through the site, it is possible to map the entire course of the customer and identify exactly what he is looking for and what action he has taken.

Thus, it is possible to establish a precise dialogue with automatic campaigns, sent from the decisions taken in each stage of the purchase process, previously mapped. Did the customer abandoned a product in the cart? Reminding him is probably the most profitable effort in a marketing strategy.
In a study developed in the second quarter of 2018, Pmweb has identified that campaigns sent based on customer behavior can increase the revenue of the e-mail marketing channel by up to 25%. This type of campaign is on average 13 times more efficient than a common one.

Rockin ‘Campaigns Tags Are 13x More Efficient Than Ordinary Campaigns

 
Among the various types of approach, ranging from abandonment of navigation to reduction of price of a product visited, the cart abandonment campaign is the most successful, bringing 45x more revenue than a common campaign.

In this case, the entire communication ruler is important for the results and even the repeniques have high efficiency. They bring 6 times more revenue than a common campaign and represent an average of 15% of revenue in behavioral targeting strategy.

Because they are extremely relevant, besides its high conversion, behavior campaigns bring high engagement, becoming important allies for building a good reputation and good rates of delivery.

Implementing automated submissions is the first step and quickly increases sales. Incorporating this knowledge into the email marketing strategy as a whole, is imperative for better CRM. From the identification of the client’s behavior it is possible to develop interest segmentations, potentializing promotional campaigns. That is, when sending an offer of a certain category, in addition to the conventional criteria for selecting eligible customers, you can prioritize users who have visited this category recently.
In addition, daily campaigns can be enhanced with dynamic blocks, which should, for example, display the product abandoned by the client. This ensures the delivery of high relevance content, high click and conversion propensity, increasing the RPE (return per e-mail sent) of the common submissions.

Pmweb has developed its own solution, called Rockin ‘Tag Express, to map customer behavior and develop high-performance one-to-one campaigns. To know more about, contact our team.
Author: Érica Ortiz | Client Insights and Development Manager na Pmweb[:es]En la búsqueda de la relevancia y el calendario ideal, los profesionales de marketing se basan en una variedad de estrategias como segmentaciones, personalizaciones e incluso métodos más sofisticados como modelos estadísticos de propensión para comunicar la oferta certera a su cliente.

En el mundo digital, en que logramos ver las huellas de los consumidores, tenemos una solución aún más precisa: el behavioral targeting. Con etiquetas que identifican a los usuarios por el sitio, es posible mapear todo el recorrido del cliente e identificar exactamente lo que está buscando y qué acción ha tomado.

Así, es posible establecer un diálogo preciso con campañas automáticas, enviadas a partir de las decisiones tomadas en cada etapa del proceso de compra, previamente mapeadas. ¿El cliente abandonó un producto en el carrito? Recordar es probablemente el esfuerzo más rentable en una estrategia de marketing.

En un estudio desarrollado en el segundo trimestre de 2018, Pmweb identificó que las campañas enviadas a partir del comportamiento del cliente pueden incrementar en hasta un 25% los ingresos del canal de correo electrónico de marketing. Este tipo de campaña es en promedio 13 veces más eficiente que una campaña común.

Campañas de Rockin ‘Tags son 13x más eficientes que campañas comunes
 
Entre los diversos tipos de enfoque, que van desde el abandono de la navegación a la reducción de precio de un producto visitado, la campaña de abandono del carrito es la más exitosa, trayendo 45x más ingresos que una campaña común.

En este caso, toda la regla de comunicación es importante para los resultados e incluso los repiques tienen alta eficiencia. Ellos traen 6 veces más ingresos que una campaña común y representan en promedio el 15% de los ingresos en la estrategia del comportamiento del target.

Por ser de extrema relevancia, además de la alta conversión, las campañas de comportamiento traen alto compromiso, haciéndose importantes aliadas para la construcción de una buena reputación y de buenas tasas de entregabilidad.

La implementación de los envíos automáticos es el primer paso y traen un rápido incremento de las ventas. Pero incorporar este conocimiento en la estrategia de correo electrónico de marketing como un todo es imprescindible para un mejor CRM. A partir de la identificación del comportamiento del cliente es posible el desarrollo de segmentaciones por interés, potenciando campañas promocionales. Es decir, al enviar una oferta de determinada categoría, además de los criterios convencionales para selección de los clientes elegibles, se puede priorizar a los usuarios que visitaron esta categoría recientemente.

Además, las campañas diarias se pueden enriquecer con bloques dinámicos, que deben, por ejemplo, mostrar el producto abandonado por el cliente. Esto garantiza la entrega de contenido de alta relevancia, gran propensión al clic y la conversión, aumentando el RPE (retorno por e-mail enviado) de los envíos comunes.

Pmweb ha desarrollado su propia solución, llamada Rockin ‘Tag Express, para mapear el comportamiento de los clientes y desarrollar campañas one-to-one de alto rendimiento. Para saber más, entre en contacto con nuestro equipo.
Autora: Érica Ortiz | Client Insights and Development Manager na Pmweb[:]

[:pt]O que é O2O?[:en]What is O2O?[:es]¿Qué es O2O?[:]

[:pt]

O termo, que vem sendo cada vez mais utilizado, fala sobre o modelo que incentiva os consumidores a migrarem de ambiente ou canal na relação com uma mesma marca, seja do online para o offline ou o inverso.

 
O modelo mescla comportamentos do consumidor online e offline e com isso, entrega uma experiência mais completa e focada na transação. A intenção final é induzir o cliente a interagir com a marca no website, aplicativo ou redes sociais e também na loja física.
O crescente uso de dispositivos móveis nas pesquisas que antecedem as compras, oferecem aos profissionais de marketing a oportunidade de coletar mais informações sobre os interesses e comportamentos e com isso, as estratégias podem ser direcionadas visando a conversão, independente do canal.
Pesquisas sugerem que mais de 60% dos compradores buscam informações online sobre produtos antes de fazer uma compra. Mas, em vez de simplesmente fornecer o conteúdo que os usuários online precisam para tomar uma decisão de compra, o modelo O2O vai um passo adiante e incentiva os mesmos usuários online a irem a uma loja física, para quem sabe, concluir a transação localmente.
Transformar pesquisadores on-line em clientes omnichannel é o maior objetivo do modelo O2O.[:en]

The term, which is being increasingly used, talks about the model that encourages consumers to migrate from environment or channel in relation to the same brand, whether online or offline.

The model merges consumer behaviors online and offline and with that, delivers a more complete and transaction-focused experience. The ultimate intention is to induce the customer to interact with the brand in the website, application or social networks and also in the physical store.

The increasing use of mobile devices in pre-purchase surveys gives marketers the opportunity to gather more information about their interests and behaviors, and strategies can then be targeted towards conversion, regardless of channel.

Research suggests that more than 60% of shoppers are looking for product information online before making a purchase. But instead of simply providing the content that online users need to make a buying decision, the O2O model goes one step further and encourages the same online users to go to a physical store, for who knows, to complete the transaction locally.

Turning online researchers into omnichannel clients is the biggest goal of the O2O model.[:es]

El término, que viene siendo cada vez más utilizado, habla sobre el modelo que alienta a los consumidores a migrar de ambiente o canal en la relación con una misma marca, sea del online para el offline o el inverso.

El modelo combina comportamientos del consumidor online y sin conexión y con ello, entrega una experiencia más completa y enfocada en la transacción. La intención final es inducir al cliente a interactuar con la marca en el website, aplicación o redes sociales y también en la tienda física.

El creciente uso de dispositivos móviles en las encuestas que anteceden a las compras, ofrecen a los profesionales de marketing la oportunidad de recoger más información sobre los intereses y comportamientos y con ello, las estrategias pueden ser dirigidas hacia la conversión, independientemente del canal.

Las encuestas sugieren que más del 60% de los compradores buscan información online sobre productos antes de hacer una compra. Pero, en lugar de simplemente proporcionar el contenido que los usuarios online necesitan para tomar una decisión de compra, el modelo O2O va un paso adelante y alienta a los mismos usuarios a ir a una tienda física, para quien sabe, completar la transacción localmente.

Transformar investigadores online en clientes omnichannel es el objetivo más grande del modelo O2O.[:]