[:pt]Os 10 melhores insights do Think With Google de 2018 [:]

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O ano novo está chegando e você sabe o que isso quer dizer: as resoluções chegaram com tudo. A sua caixa de entrada e os seus feedsdevem estar lotados de dicas de como começar bem o próximo ano, no trabalho ou na vida pessoal.
Em vez de gastar o seu tempo dando dicas para os seus projetos de marketing e publicidade em 2019, reunimos nossas melhores pílulas de sabedoria publicadas no Think with Google ao redor do mundo em 2018.
Talvez você veja uma frase que lhe faça pensar, ou encontre um insight para mandar bem na próxima reunião. Ou, quem sabe, você leia algo que valha imprimir e pendurar no quadro perto da sua mesa (ok, eu sei, imprimir é tão anos 90, mas pelo menos dá para dividir com os colegas.)
Vá lendo e pense em como usar essa sabedoria para fortalecer a marca com a qual você trabalha. Quem sabe algumas dessas pílulas sejam exatamente o que você precisava para começar 2019 melhor?

1. Sobre representatividade e inclusão no Marketing

“Estereótipos são a maneira mais rápida de mostrar aos usuários que você está totalmente por fora da realidade. (…) Não é só uma questão de casting. Precisamos levar em consideração todos os elementos de uma peça publicitária. Personagens autênticos são importantes, mas a trilha sonora, a dinâmica familiar, a alimentação, o figurino e como os produtos são apresentados também contam.”
— Lorraine Twohill, SVP of Global Marketing at Google
Do Think with Google U.S., “4 lições que aprendemos (às vezes, do jeito mais difícil) sobre marketing e inclusão”


2. Sobre construir uma cultura data-driven na sua empresa

“Seja curioso. Não aceite as coisas do jeito que sempre foram feitas. Esteja aberto para as mudanças – e faça isso se tornar uma habilidade sua.”
— Michael Rowe, VP of Marketing and e-Commerce, The Home Depot, Canada
Do Think with Google Canada, “The Home Depot Canada’s VP of Marketing and e-Commerce on curiosity and building a data-driven culture”


3. Sobre o processo criativo de campanhas de programática

“A programática não muda o processo criativo inteiro. As campanhas mais eficientes ainda são centradas em insights e histórias verdadeiras. A programática está tornando mais fácil para os anunciantes contarem suas histórias com mensagens relevantes para o público certo na hora certa.”
— Rhys Williams, Director of Media Platforms, Google Australia and New Zealand
Do Think with Google Australia, “How Aussie advertisers are making the most of programmatic”


4. Sobre mudar a visão da publicidade sobre a diversidade

“Apesar de todos os discursos dos líderes da nossa indústria, ainda temos muito a aprender com coletivos, consultorias e organizações sem fins lucrativos, que lutam por isso todos os dias fazendo parcerias com marcas e agências para transformar teoria em prática.”
— Brianne Janacek Reeber, Editora, Think with Google U.S.
Do Think with Google U.S., “Diversidade na publicidade: o que podemos aprender com quem está nessa luta”


5. Sobre suprir as exigências cada vez maiores do consumidor

“Estamos vivendo a Era da Assistência. Os smartphones se tornaram verdadeiros assistentes pessoais e, com isso, as expectativas dos consumidores em relação ao que as marcas oferecem ficam cada vez mais altas.”
— Aline Prado, Market Insights Lead for Travel at Google Brasil
Do Think with Google Brasil, “Viagens na Era da Assistência: os consumidores querem ajuda. Cadê sua marca nessa hora?”


6. Sobre como fazer os seus dados de performance de vídeo renderem mais

“Foi-se o tempo em que as marcas podiam esperar o fim das campanhas para trabalhar em cima dos resultados. (…) Isso parece ir contra a lógica, mas atingimos os nossos melhores resultados criativos quando usamos o poder do processo.”
— Gail Horwood, SVP of Integrated Marketing & Brand Experience, Kellogg
Do Think with Google U.S., “3 passos para trabalhar melhor com as métricas de vídeo”


7. Sobre quebrar barreiras em ambientes mais tradicionais

“Não ter medo de testar, ser paciente e trabalhar nas otimizações pensando a longo prazo gera grandes frutos.”
— Bruno Lopes, Business Executive at Google Brasil
Do Think with Google Brasil, “Serasa Consumidor: quando a programática traz insights e resultados de negócios”


8. Sobre construir uma marca data-driven, voltada para o consumidor

“O nosso problema não era ter poucos dados para começar esse processo: era ter zero dado. Não sabíamos quase nada do nosso público (…) Os dados revolucionaram o nosso ramo, mas não adianta só ter um monte de dados. (…) É preciso ter uma ideia de como usá-los.”
— Julie Rieger, President, Chief Data Strategist, and Head of Media at 20th Century Fox Film
Do Think with Google U.S., “Luzes! Câmera! Dados! Como insights ajudam a 20th Century Fox a atingir o público certo”


9. Sobre traçar o roteiro para a maturidade digital

“Com as experiências digitais mudando cada vez mais rápido, e com clientes mais e mais exigentes, manter relacionamentos digitais é um desafio e tanto. Trabalhar melhor os dados pode ajudar nisso, mas vimos que esse esforço exige mudanças, muitas vezes causando verdadeiras revoluções na cultura das empresas.”
— Rafael Russo, Head of Performance, Data & Measurement, Google Brasil
Do Think with Google Brasil, “Empresas com maturidade digital lucram mais e gastam menos: saiba como chegar lá”


10. Sobre a ascensão das histórias mais pessoais

“Desde os primeiros anúncios impressos de jornal até a mídia digital mais moderna, é a história que faz a conexão – e a conexão é o que vende. (…) A pergunta que tira o sono dos profissionais de marketing passou de ‘o que é uma boa história?’ para ‘qual é a história certa para a pessoa certa no momento certo?’”
— Kanika Jain, Brand Solutions and Abhinav Chetan, Product Marketing Manager for Ads Marketing, Google India
Do Think with Google India, “What brands can learn from India on personalized storytelling”

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[:pt]SXSW 2019: confira alguns assuntos que estarão na próxima edição do evento[:]

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Vem aí mais uma edição de um dos maiores festivais de tecnologia e novidades do mundo, o SWSX. O já conhecido e querido evento que acontece em Austin no Texas trás boa parte da pauta que será discutida durante o ano nas empresas de tecnologia, agências de marketing e até nas instituições financeiras e setor da música.

Em 2019 o SXSW promete mais uma vez surpreender com os assuntos que serão abordados durante os dez dias do evento e das mais de 500 sessões que acontecerão. Alguns dos tópicos que darão o que falar são:
Blockchain e a internet 3.0: embora o blockchain já seja uma realidade, há muito o que entender sobre ela, principalmente em relação ao seu papel na construção de um novo tipo de relacionamento e interação na internet.
Segurança digital: assunto recorrente em 2018, a segurança digital também aparece como tema de destaque no SXSW 2019. Será que ainda confiamos nos ambientes digitais (ou nunca confiamos de verdade)?
Os trabalhos do futuro: tecnologias como robótica e inteligência artificial estão mudando o cenário de empregos do futuro. O que podemos esperar?
Realidade Estendida: as tecnologias imersivas são sempre assunto no SXSW, mas nesse ano, os debates apontam para como essas tecnologias (Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista) já não estão mais em fases de experimentações e já estão (ou deveriam estar) em nosso dia a dia.
A indústria da Cannabis em evolução: o mercado de produtos que utiliza Cannabis está expandido, e diversas empresas já têm planejamentos concretos para se juntarem a essa nova indústria. No festival, o debate abordará as mudanças nos regulamentos, projetos de grandes empresas, possibilidades de investimento, entre outros assuntos do chamado “mercado verde”.
O papel humano na indústria musical: mesmo com tecnologias e ferramentas que possibilitam a total automação do processo de criação musical, a curadoria humana ainda é essencial para garantir criatividade e resultados originais. Mas até quando?
Mobilidade urbana: projeto de mobilidade urbana devem abundar o SXSW 2019, principalmente com propostas e debates sobre o que pode ser feito para melhorar (ou solucionar o problema) nas grandes cidades.
Música e blockchain: como esses dois assuntos se relacionam? Os debates giram em torno de como a indústria da música pode ou não se beneficiar da tecnologia blockchain.
Quer ficar por dentro de tudo que vai acontecer? Quem sabe até ir? Aqui no site do evento tem várias informações que podem te ajudar![:]

[:pt]Gigantes, clientes e o futuro: os próximos passos do Turismo[:]

[:pt]A última semana marcou a realização da Phocuswright Conference, em Los Angeles, na Califórnia (EUA), reunindo os principais nomes do Turismo on-line e tendências tecnológicas para o setor durante os três dias de evento. Pensando nisso, a analista de mercado da Phocuswright para América Latina, Carolina Sass de Haro, destacou três pilares que deverão ditar as regras para uma indústria de viagens cada vez mais conectada.

Gigantes serão gigantes, mas a nova onda pode vir de alguém bem pequeno

Se os anos anteriores marcaram grandes apresentações de nomes como Booking, Expedia e Airbnb, em 2018 foi diferente. Estas empresas não apresentaram grandes novidades na conferência deste ano, o que confirma que 2018 foi concentrado em consolidar o que já existe, lidar com questões regulatórias, mudanças no posto máximo de gestão e outras coisas.
Para 2019, a expectativa é um incremento da atenção da Expedia em tours e atividades, além da incorporação mais plena da oferta de acomodações alternativas, como o HomeAway, em sua plataforma.
Para a Booking, o crescimento será verticalizado e a plataforma deverá se tornar oficialmente uma OTA full-service, com reservas de voos, carros e mais, assim como confirmou o CEO, Glenn Fogel.
O Airbnb, por sua vez, estará pronto para seu IPO em 2019, além de consolidar as opções do Plus e lançar seu programa de fidelidade, que promete ser completamente inovador.
E as chinesas? Bom, Ctrip e Alibaba continuarão crescendo significativamente, mas completamente focadas no seu mercado primário. Certamente, as gigantes tem força, poder e capital para continuar crescendo, porém o gigantismo traz mais peso, menos velocidade e as consequências são maiores.

A tecnologia é o meio para um fim único: satisfazer o cliente

Em meio a tantas buzzwords como inteligência artificial, blockchain, bots, machine learning e ultra personalização, é fácil ficar confuso, não saber o que priorizar e o que faz realmente sentido.
Analisando os pitches das startups e também os comentários dos gigantes que estiveram no
evento, concluímos que, no final das contas, todas estas soluções devem servir para um único propósito: melhorar a experiência real do cliente.
A inteligência artificial vai contribuir para a entrega de um serviço mais personalizado e acolhedor? Bots irão ajudar em um atendimento mais ágil e inteligente e o blockchain vai facilitar a vida e desburocratizar processos? Vamos nessa!
Somente se as respostas forem sim é que faz sentido considerar a implantação destas ferramentas. A tecnologia é meio para desenho de produtos incríveis que entregam satisfação aos clientes em toda a jornada.

Está na hora de olharmos para o nosso próprio umbigo

Em algumas das entrevistas do Center Stage, na Phocuswright Conference, especialmente com o vice-presidente de Produtos do Google, fizemos perguntas para entender nossos medos.
Estaria o Google se preparando para virar uma OTA, ou pelo menos, um metasearch? Se sim, isso não prejudica todos os negócios do turismo? Cada empresa deve focar em seus clientes e na entrega de produtos e serviços incríveis, certo?
Agora pense como usuário: se você fizesse uma busca por uma geladeira nova, não seria espetacular encontrar todas as informações e comparações de preço na própria página do buscador? Sem cliques, sem múltiplos sites e com tudo facilitado. Você apenas clica na opção final para efetivar a compra? Então, isso também é verdade para viagens e é isso que o Google está preparado para entregar.
Podemos ficar reclamando ou podemos nos preparar para entregar experiências incríveis para
nossos clientes, porque afinal ele compra, voa e se hospeda nas nossas empresas, não é?
Fonte: Panrotas[:]

[:pt]Como renovamos a arquitetura do nosso CRM com Node e Vue[:]

[:pt]Neste artigo vamos falar sobre a evolução do nosso sistema de CRM focando no conjunto de tecnologias que passamos a utilizar, em como nos adaptamos às mudanças necessárias e qual caminho decidimos ser o melhor entre tantas linguagens e frameworks possíveis.
Para quem não sabe, CRM é um tipo de produto que as empresas utilizam para gerir o relacionamento com os seus clientes. Nosso CRM especificamente é feito para o segmento de hotelaria e serve não só para gerir o relacionamento com os hóspedes – pessoas como eu, você e todo mundo – como também de vendas corporativas. Essa gestão é feita através de envios de email marketing e também do acompanhamento de perto com os clientes empresariais através de executivos de venda. Resumindo, o Pmweb CRM ajuda as redes de hotéis a manter contato com seus clientes há mais de 15 anos, mantendo sempre constantes aprimoramentos em todo seu sistema.

O Desafio

A aplicação era desenvolvida, em sua maior parte, na linguagem .NET WebForms porém com módulos legados e já havia passado por diversas arquiteturas  durante o tempo.
Com a tecnologia em constante mutação havia a necessidade de nos atualizarmos, era evidente que estávamos tecnologicamente defasados e como nos últimos anos estivemos vinculados apenas a tecnologias Microsoft, decidimos que era a hora de visualizar novos horizontes.
Tínhamos  a necessidade de renovar a arquitetura do sistema, e depois de muito estudo, definimos que o melhor caminho seria migramos para tecnologias mais recentes e de amplo uso pela comunidade de desenvolvimento. Mesmo que em um primeiro momento não fosse possível renovar nosso banco de dados.
Apesar das grandes mudanças que viriam com a troca de tecnologia, tínhamos que manter a velocidade de desenvolvimento e obviamente de resposta da aplicação, sem estender os prazos já definidos de novos releases. Não havia espaço para termos uma grande curva de aprendizado, então para onde iriamos? Descobrimos na combinação de Node.js + Vue.js a resposta. Mais do que isso, descobrimos uma forma não só de manter o que queríamos, mas também de aumentar tanto a produtividade, quanto a performance do nosso sistema.
Com isso estruturamos a nova arquitetura em 3 camadas:

  • SQL (Banco de Dados);
  • Node.JS (API Rest);
  • Vue.JS (Interface).

A API

Todo o time contava com vasta experiência em .NET, alguns já conheciam Node, porém sem grande expertise. Como possuímos uma cultura de nos mantermos sempre atentos às áreas de desenvolvimento, nós também desenvolvíamos features em Javascript para a interface. Foi durante uma das pesquisas sobre tecnologias, que percebemos a facilidade que teríamos em desenvolver com base em uma linguagem relativamente próxima ao nosso cotidiano. Seria preciso alterar a nossa infra-estrutura para comportar adequadamente a nova api, porém manteríamos a mesma tração em sua codificação, a partir dessa definição começamos a criar novas provas de conceito e a realmente investir na tecnologia.
Após muita conversa entre o time, foi definido que uma arquitetura em duas camadas se adaptaria melhor a nossa necessidade. Teríamos uma Model onde é feita a comunicação com o banco de dados e uma Controller onde efetivamente trataríamos a informação antes de repassarmos o resultado ao consumidor da Api.
A primeira dúvida foi: Já que não iríamos alterar o SQL Server, como fazer a conexão com o banco? No .Net usamos um framework chamado Dapper onde ele faz o controle de mapeamento de objetos, porém havia uma quebra de paradigma aqui, não existia mais a necessidade de um objeto tipado previamente, com isso começamos a notar as pequenas diferenças na forma de pensar ao desenvolver utilizando a nova linguagem. Após pouco tempo chegamos ao conector que definiríamos como padrão, node-mssql, um plugin já bem conceituado na comunidade e com todas as features necessárias para a nossa demanda.
Tecnologia definida, arquitetura criada e conexão com o banco de dados estabelecida, era hora de criar o primeiro método: Validação de Login. Neste caso em específico deveria haver total integração entre a nova Api e o legado, mas estávamos redefinindo toda a arquitetura e não queríamos manter a forma antiga, então reconstruímos nossa autenticação para o formato JWT, de forma que os dois ambientes entenderiam o login e trocariam informações pertinentes entre si. Ao longo desse desenvolvimento e dos próximos que seguiram, a cada melhoria íamos aprimorando nossa arquitetura, até mesmo o formatado de documentação foi alterado e começamos a utilizar o ApiDocs. Não foi um caminho fácil até alcançar o resultado final, pois além de problemas que não existiam na versão antiga, como o controle de rotas que solucionamos com o Express.js, haviam as quebras de paradigma que faziam cada desenvolvedor quebrar a cabeça para começar a pensar no novo padrão.
Chegamos ao resultado desejado, reestruturamos o nosso back-end e as pessoas envolvidas já trabalhavam diariamente no novo ambiente. Porém como não é só de Api que sobrevive um sistema, repensamos também o front-end, saindo do asp.net com jQuery para algo mais moderno e que nos possibilitou uma rápida adaptação para novos conceitos.

Nova Interface

A interface do sistema foi totalmente repensada e redesenhada com um novo layout mais moderno e adequado para melhorarmos ainda mais a usabilidade dos nossos usuários.
Começamos mapeando todas as funcionalidades do CRM com a nossa equipe de UX/UI Designer, então definimos quais seriam nossas prioridades e desenvolvemos um Style Guide para a aplicação. Durante todo esse processo a comunicação aberta com a equipe de UX foi de extrema importância, pois possibilitou que juntos, as equipes encontrassem as melhores soluções para a interface de usuário.
Primeiramente buscamos uma nova forma de desenvolvermos nossa interface, que antes era construída numa combinação ASP.net + JQuery. Em nossas buscas vimos um pouco de tudo sobre o que está em alta no mundo Front-end, como React, Angular e Vue, esses são, o que podemos chamar de, a tríplice coroa dos frameworks JavaScript dos últimos anos. Adotamos também como padrão as novas features do JavaScript, lançadas em 2015, conhecidas como ES6.
Nessa parte da história é onde entra em ação o Vue.js e como esse framework facilitou (muito) o nosso trabalho.
Para você que ainda não tinha ouvido falar, Vue.js é um framework JavaScript criado por Evan You, ex engenheiro da Google, em meados de 2014, o projeto surgiu como uma alternativa ao Angular e cresceu rapidamente, tomando grande popularidade na comunidade de desenvolvimento.
Mas o que a gente viu no Vue?
Vimos no Vue um framework com uma suave curva de aprendizagem, o que facilitou a aceitação da equipe, mesmo apenas um desenvolvedor tendo experiência anterior com Vue a integração do framework dentro da equipe foi rápida e evoluiu naturalmente.
Vue também é muito versátil e fácil de adaptar em diversas arquiteturas. Como prova de conceito, desenvolvemos alguns componentes em Vue dentro da nossa arquitetura .NET antes de partimos de fato para a nova interface da aplicação, agora uma SPA que consome a nova API Rest que falamos anteriormente.
E a cereja do bolo são os Single File Components do Vue, que simplificaram a componentização da interface e facilitaram a reutilização de componentes e manutenção dos mesmos.
Ecossistema Vue
O ecossistema Vue nos trouxe diversos plugins e ferramentas que auxiliam no desenvolvimento, uma dessas ferramentas é a Vue CLI, que entre seus tantos recursos, também nos entrega todo suporte necessário para Webpack, Babel, Lint, teste unitário, etc. O que nos poupa de ter que configurar tudo isso manualmente.
Outros plugins Vue interessantes que utilizamos são:

  • Vue Router:  para o controle de rotas
  • Vuex: Controle de Estados centralizado
  • Vue i18n: plugin multi idioma, onde controlamos as traduções da interface.

Mais do que apenas Tecnologia

Até então criamos e definimos novos padrões para o nosso desenvolvimento, atualizamos tecnologicamente nossa arquitetura e descobrimos que abrir os olhos e sair da caixa pode trazer resultados melhores do que o esperado. Conseguimos não só manter, mas aumentar a produtividade do time mesmo atualizando toda a stack do projeto. Com isso, não focamos em uma só área como back-end ou front-end mas sim no ciclo de vida como um todo. Não focamos este artigo nesses assuntos, porém a infraestrutura, a forma de publicação e o versionamento também foram atualizados durante o processo.
Ainda temos um longo caminho para a reestruturação completa do legado, afinal são 15 anos de desenvolvimento, mas dessa forma garantimos que todas novas features serão desenvolvidas na nova arquitetura e que o legado só receberá a manutenção necessária, o que é um ponto importantíssimo para qualquer projeto que esteja sendo remodelado.
Durante esse percurso pretendemos adicionar cada vez mais metodologias e tecnologias, esse é um processo que não pode e não será parado, sistemas devem evoluir através de pesquisas para continuarem no mercado mesmo já sendo líderes do segmento.
Neste artigo contamos um pouco da trajetória que passamos ao adotarmos novas tecnologias para um produto já estável e consolidado, mas e quanto a você? Nos conte suas experiências com essas tecnologias ou desafios semelhantes nos comentários abaixo e não esqueça de deixar alguns claps.
Este artigo é de autoria dos nossos desenvolvedores Gustavo Luzia e César Martinez.[:]

[:pt]Black Friday vs. Natal: entenda as diferenças entre as datas[:]

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Quem faz o planejamento de marcas no fim de ano pode pensar que a Black Friday veio para acabar com as vendas do Natal, já que as duas datas estão bem próximas. Se você acredita nisso, vale repensar as suas estratégias: cada data de varejo do fim do ano mostra diferenças importantes nos hábitos de consumo das pessoas, e o Natal segue firme e forte.
As intenções de busca geradas pelos consumidores online indicam que existe uma temporada, que começa na Black Friday e se estende pelos principais momentos dessa época: Cyber Monday, pagamento do 13º salário, Natal, Saldão e Ano Novo. Ao longo dessa Temporada Black Friday, as pessoas demonstram hábitos de consumo diferentes em cada data.

Cyber Monday e 13º salário: arrumando a casa

Vamos pegar a Cyber Monday, por exemplo. Se na Black Friday as pessoas fazem em geral compras para si mesmas ou para sua casa, com um tíquete médio alto e após um tempo razoável fazendo buscas por produtos, na Cyber Monday (segunda-feira posterior à Black Friday) a mentalidade é reorganizar as contas: não por acaso, 40% das vendas de serviços financeiros da Temporada Black Friday se concentram nesse dia específico.
Outro item bastante pesquisado na Cyber Monday são os planos de telefonia móvel, já que muita gente explora as ofertas da Black Friday para comprar aparelhos novos, e depois precisa correr atrás dos serviços para aproveitar melhor o produto adquirido na promoção.
As pessoas têm um comportamento semelhante no recebimento do 13º salário, cuja primeira parcela cai até o fim de novembro. Em uma pesquisa do Google, 48% dos entrevistados pretendem usar o 13º salário para organizar suas finanças pessoais. Ou seja, se considerarmos que cerca de 83 milhões de pessoas recebem o benefício, isso seria equivalente a 31 milhões de consumidores.

Uma parte dessas pessoas – 35% – também pretende usar o 13º para consumir, mas com um perfil diferente da Black Friday. Desses entrevistados, 3 em cada 10 querem comprar itens para si ou para casa, e pouco mais de um décimo cobiça produtos por “merecimento”, após um ano de trabalho, como acontece na Black Friday – uma data definida pela frase “eu mereço”. No ano passado, o 13º injetou R$ 200 bilhões na economia brasileira.

Natal: data offline, foco nos presentes

Se olharmos para as características das compras do Natal, também vamos ver um perfil bem específico, com diferenças marcantes em relação às outras datas.
O comprador natalino está de olho na celebração, então ele quer principalmente presentear parentes e amigos, enquanto – como já vimos – as compras de Black Friday são mais pessoais. Um sinal disso é o dado de que apenas 15% das pessoas usam a Black Friday para comprar presentes natalinos ou produtos a serem usados no fim do ano.
Também diferentemente da Black Friday, onde os produtos são pesquisados por semanas (ou até meses) antes de se tomar uma decisão, no Natal essa procura dura menos tempo: 63% das pessoas fazem suas buscas nas duas semanas antes da data.
Outra diferença está na conectividade. Se 69% das compras da Black Friday ocorrem online, apenas 45% dos negócios natalinos são fechados via internet. Com isso, vemos que muita gente ainda sai às compras de Natal de última hora, indo atrás dos seus presentes pelos shoppings ou percorrendo o comércio de rua.

Alguns dos presentes mais procurados comprovam essa cara offline do Natal – como as roupas, que as pessoas preferem ver e comprar pessoalmente. Além disso, nessa época ocorre uma inversão das categorias mais compradas, na comparação com a Black Friday: os favoritos da sexta-feira, como eletrodomésticos e TVs, têm uma procura mais baixa no período natalino, cujos destaques são brinquedos, games, roupas e perfumes. Até bebidas alcoólicas ficam bem colocadas – além de presentes, elas são itens da ceia.

Em cada data, uma oportunidade

Vimos que a Black Friday não “canibaliza” os resultados do Natal. Em 2017, inclusive, as vendas natalinas foram as melhores em seis anos, com um volume de R$ 35 bilhões. Da mesma forma, os demais momentos dessa Temporada são importantes para as pessoas, mas cada um à sua maneira – mesmo que seja para planejar, em vez de gastar.
Sendo assim, cada data de varejo precisa do seu olhar atento, para não perder a oportunidade de conversar com o público. Aqui vão duas dicas de como fazer isso:

1) Esteja por perto – e na hora certa

Na era da assistência, as pessoas querem mais e mais ajuda para tomar suas decisões de compra. Ainda mais em uma época como o fim de ano, com tantas promoções e procura por itens pessoais ou para presente.
E uma das ferramentas preferidas nessa hora são os vídeos: uma pesquisa feita nos EUA mostra que quase dois terços dos compradores online buscaram inspiração e ideias com vídeos – e dessas pessoas, 90% descobriram novos produtos e marcas pelo YouTube.
Esse é um sinal de que a sua estratégia de vídeo pode ser o diferencial nessa Temporada tão concorrida. Pense no que faz uma data diferente da outra e entregue seu conteúdo da maneira certa – e na hora em que seu público mais precisar dele.

2) Um Natal cada vez mais pessoal

O público está mais exigente, e não aceita mais uma solução genérica para suas dúvidas de consumo. Por exemplo: mais da metade dos consumidores nos EUA quer ver conteúdo personalizado relacionado a produtos, e 4 em cada 10 compradores de fim de ano preferem lojas que lembram de detalhes pessoais, como tamanhos de roupas e itens adquiridos anteriormente.
Esses dados são americanos, mas podem ajudar você a olhar com outros olhos para o público da sua marca. Ouça os seus clientes, antecipe os seus desejos e entregue o que eles querem de maneira personalizada e sem fricção na experiência, tanto no desktop quanto no mobile.
Não deixe a Temporada Black Friday ser uma dor de cabeça para os seus clientes. Se você der assistência personalizada, relevante e eficiente, a sua marca se destaca. Comece se perguntando: estou enxergando a Black Friday como uma temporada de consumo? Estou levando em conta as características de cada data? Isso é um passo para otimizar recursos, como investimento em mídia e tempo, além de criar uma relação de longo prazo com seu público. Assim, as chances dele consumir sua marca com mais frequência aumentam.
Fonte: Think With Google

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[:pt]A Black Friday está acontecendo! Confira números sobre a data[:]

[:pt]Entramos no mês da tão esperada Black Friday, que vai acontecer dentro de três semanas. Pensando na sua comodidade, nós preparamos algumas dicas para você aproveitar as promoções da melhor maneira. 
> Mantenha seu cadastro atualizado em suas lojas preferidas. Isso faz com que você receba as promoções que tem mais interesse.
> Fique atento as regras de sua loja para o dia 23 de novembro. Cada loja tem suas políticas de compra.
> Pesquise bastante antes do dia. Procurar em sites diferentes o mesmo produto, pode ajudar você a economizar, mudar a forma de pagamento, além de conseguir o frete grátis. Compare os preços e se quiser coloque em uma planilha com todos os links para não perder nada.
> Programa-se com suas finanças para evitar gastos antes que podem ser feitos no dia com os grandes descontos.
Preparamos um infográfico com diversos dados sobre a tão aguardada Black Friday de 2018. Lembrando que esses são dados gerais e que cabe o estudo de cada item para o seu negócio. Estabeleça sua estratégia e esteja preparado para atender seus clientes da melhor maneira. Planejamento é a palavra chave para um atendimento ágil, completo e eficiente.

A Black Friday é uma ótima opção para quem se prepara para fazer as compras de final do ano e aproveitar muitos descontos que por vezes, passam dos 70%. Segundo o Google Partners, 82% dos usuários de internet compram online nessa data. De acordo com uma pesquisa realizada pela PWC cerca de 77% dos consumidores são influenciados pelas redes sociais na decisão de compra durante a data.
Infelizmente a imagem da data ainda sofre consequências da chamada “Black fraude”, por conta de algumas lojas, nos primeiros anos da Black Friday no Brasil terem aumentado os preços dos produtos e então aplicado os supostos descontos. Mas segundo a pesquisa do Google Partners, 75% das pessoas compraram a preços menores ou dentro do que esperavam  na Black Friday 2017. Os consumidores estão cada dia mais ligados e pesquisando em sites diferentes para fazer comparativos. Esses consumidores são em sua maioria mulheres de 25-34 anos.
Com a facilidade da compras online, o mobile é um facilitador nesse dia, e com as novas opções de compras como Apple Pay ou Samsung Pay, ficou ainda mais fácil para o consumidor finalizar sua compra.
Os principais motivadores para comprar na Black Friday são preço baixo, frete barato e confiança no site, segundo estudo realizado pela OLX.
Uma grande problemática das vendas online durante a Black Friday é o frete. Além do valor, o tempo de entrega também é um fator que pesa bastante. Algumas empresas liberam frete grátis para determinados produtos ou para compras a partir de um determinado valor. Isso é uma política que atrai a atenção dos consumidores, pois muitas vezes o frete pode ter valor superior ao valor do produto, além de uma espera de mais 15 dias.
O faturamento esperado para 2018 é de R$ 2,43 bilhões. (crescimento de 15% em relação ao ano anterior). Dado tamanho faturamento, é muito importante que as empresas tenham um boa base de clientes, com o melhor histórico de engajamento possível.
É sempre muito importante lembrar que após a Black Friday, vem a Cyber Monday, a segunda-feira posterior, mais um dia que oportuniza liquidar produtos que não foram vendidos, os descontos são historicamente iguais ou até mesmo superiores.[:]

[:pt]Big Data: A importância de saber o que é e como usar[:]

[:pt]Que o Big Data é um dos assunto do momento não há dúvidas. É atualmente um dos temas mais abordados em seminários e palestras sobre tendências tecnológicas e de mercado e certemente já deve ter sido comentado na sua empresa. Está em dastaque nas companhias dos mais diversos ramos de atuação e nenhum executivo quer que sua empresa fique para trás nesse novo movimento de mercado que surge, mas alguns profissionais ainda sabem pouco sobre sobre o que Big Data realmente é e o que fazer com ele.

Dan Ariely, professor norte americano, definiu o momento atual do Big Data como sendo algo similar ao sexo para os adolescentes: todos falam sobre o assunto, ninguém sabe ao certo como funciona, todos pensam que os outros estão fazendo e então todos dizem que também estão fazendo. Tirando as brincadeiras de lado, essa definição faz bastante sentido e por isso é necessário entendermos ao certo o que é o Big Data e como as suas aplicações irão afetar nossas vidas, ou melhor, já estão afetando…
Então, o que é o Big Data?
Big Data é definido como qualquer conjunto de dados que somente terão um valor real e uma aplicação prática através da utilização de novas tecnologias para armazenamento e análise devido a sua diversidade, escala, distribuição e velocidade de criação. É uma definição bastante ampla mas que esclarece um pouco mais esse tema. Para melhorar ainda mais a compreensão o autor Bernard Marr definiu os 5Vs associados ao Big Data. São eles: Volume, Velocidade, Variedade, Veracidade e Valor.

Volume de movimentações online cresce exponencialmente ao longo dos últimos anos. O número de usuários e de transações ocorridas por Facebook, YouTube, LinkedIn, Whastapp, Instragam, Spotify geram um montante inimaginável de informações. Os dados circulam na rede em alta Velocidade e a necessidade de controlar e utilizar essas informações de modo produtivo é um grande desafio para os modelos tradicionais. Cada vez mais é preciso que as ações sejam tomadas em tempo real, de forma imediata, e essa agilidade é algo novo, pois em um passado bastante recente ainda tinha-se tempo para montar analises, planejar ações e tomar decisões.
Além disso a Variedade de dados gerados no universo digital é imensa: fotos, vídeos, textos, acessos a sites, áudios, clickstream, comentários, etc… E como processá-los e fazer com que esses dados, que se misturam em qualitativos e quantitativos, se tornem informações úteis e gerem ações práticas para melhoria do negócio é outro grande desafio. Essa combinação de Volume, Velocidade e Variedade chamam a atenção para a questão da Veracidade. Sabemos que os modelos tracionais de análise de dados possuem volumes limitados de dados, que precisam ser 100% estruturados, e possuem um longo tempo de processo. Por esse motivo, abre-se mão de um pouco da confiança dos dados com o objetivo de aumentar a rapidez de resposta e da tomada de decisão, que é a vantagem competitiva buscada pelas empresas.

Com isso chegamos ao último, e talvez mais importante, ponto: Valor. O que conseguimos gerar de valor concreto para as empresas utilizando Big Data? Como tornar esse montante de dados em conhecimento relevante? Quais informações são realmente importantes? Estima-se que apenas 1% dos dados gerados pelas corporações são utilizados, na prática, em análises para tomada de decisões, ou seja, a oportunidade de avanço nessa área é enorme.
O manejo e aplicação correta dos resultados obtidos através das análises e higienização de Big Data auxiliam companhias a criarem estratégias de marketing e inteligência para seus negócios. Cada vez mais o mercado enxerga o valor ($) real dos dados, e quem souber tirar vantagem dos dados que sua empresa produz vai estar à frente da concorrência.
Texto adaptado de Pedro Soares – RM at the Heineken Company[:]

[:pt]A tanbigilização da informação: como transformar dados[:]

[:pt]Muitas vezes, durante uma análise de Web Analytics, acabamos encontrando dificuldades para tangibilizar um dado. Ou seja, transformar esse dado em algo mais concreto e de fácil entendimento. A melhor forma para lidar com esse problema é cruzar informações de diferentes ferramentas para chegar a uma conclusão.
Para facilitar a explicação usaremos como exemplo o Hotjar, uma ferramenta bastante utilizada para tangibilizar dados e concluir análises. Mas como isso é feito?
Imagine um cenário onde você está analisando uma taxa de saída de 60% em uma página de cadastro, e a média do seu site é de 43%. Com certeza tem algo nessa página fazendo com que o usuário saia do site e não siga o fluxo.
Você pode investigar mais informações nesta página, como o tempo que o usuário leva para sair e se ele visualiza 100% do scroll. Isso vai te ajudar a reunir mais argumentos para poder entender melhor o seu comportamento na página e tornar cada vez mais fácil de compreender os motivos.
Com o Hotjar, por exemplo, você consegue pegar essas informações analisadas e reunir em um vídeo do usuário na página. Certamente, ao analisar esse vídeo você identificará, por exemplo, em qual campo o usuário está saindo do site. E ao cruzar esse dado com a taxa de saída, conseguirá saber exatamente em qual etapa o usuário está deixando o site, onde a experiência está sofrendo atríto.
Imagine que você é uma instituição de ensino online e possui uma página com um formulário, que o usuário necessita preencher por completo para garantir a sua pré-matrícula. Você mediu que essa página está com 60% de saída e a sua média é de 43%, como citamos acima. Ao analisar os vídeos do Hotjar, você identifica que pede para o usuário o título de eleitor e também o certificado de reservista. SÉRIO! Você que está lendo esse artigo sabe de cabeça qual é o seu título de eleitor e seu certificado de reservista? Muito provavelmente não, pois são documentos pouco utilizados. O Hotjar pode te ajudar a tangibilizar que o usuário está abandonando o site nessa parte de preenchimento de documento, pois é algo específico e que as pessoas não possuem de cabeça ou de fácil acesso.
E você, que é a instituição, vale o pensamento: será que realmente precisa dessa informação para garantir a pré-matrícula do usuário? Se não precisar, qual é o motivo de você estar pedindo isso online? Talvez você perceba que era exatamente nesse momento que o usuário está abandonando o site durante o preenchimento. Mas, de qualquer forma, ainda seria apenas um achismo, e não uma certeza.
O que estamos falando aqui é justamente para você tangibilizar esse dado. Mostrar em vídeo que o usuário está indo embora do seu site ao clicar naquele campo, o qual não está preenchendo.
Outra forma de você tangibilizar essa informação seria fazendo uma pesquisa com o usuário após ele fazer uma compra, ou até mesmo quando ele estiver saindo do seu site.
Fonte: E-commerce Brasil[:]

[:pt]Como anda a satisfação do consumidor com as cias aéreas no Brasil[:]

[:pt]Se depender dos índices do site Reclame Aqui deste ano, o setor de Turismo não vai nada bem. Após revelar que as queixas contra agências subiram 10% entre janeiro e agosto, e as de hotéis, 20%, o site revelou agora que as reclamações contra companhias aéreas tiveram um aumento de 37% no período na comparação ano a ano, saltando de 25,5 mil para 34,9 mil.
De acordo com o levantamento do portal, as principais reclamações são referentes às bagagens, englobando 22% das queixas; seguem ainda problemas no cancelamento (19%), reembolso (18%), cobrança abusiva (11%) e atendimento (9%).
AZUL E GOL BEM AVALIADAS
Ao considerar apenas os últimos seis meses, entre abril e setembro, destacam-se entre as aéreas nacionais as atuações de Azul e Gol. Ambas ganharam a reputação “Ótimo” do site, ao solucionarem 86,1% e 79,1% das queixas, respectivamente. A Azul, no período, recebeu 3.677 mil reclamações, enquanto a Gol teve 4.890 queixas.
Já a Avianca Brasil se destaca pelo tempo médio de resposta (14 horas), mais rápido que as demais aéreas nacionais, e por ser a companhia com menos reclamações entre as quatro principais do Brasil (3,5 mil) – abaixo dela aparece a regional Passaredo, com 122 queixas. Seu índice de solução, porém, foi de 63,9%, atrás de Gol, Latam e Azul.
A Latam Airlines Brasil, por fim, lidera em reclamações, com 11.820 mil queixas, das quais 67,1% foram solucionadas; seu tempo médio de resposta foi o mais demorado entre as companhias: seis dias e duas horas.
Confira na tabela abaixo o ranking das aéreas brasileiras considerando o índice de solução, onde aparece também a Passaredo, com o pior índice entre as nacionais:

Colocação Companhia aérea Índice de Solução Índice de Respostas Reclamações Reputação Voltaria a comprar Tempo médio de resposta

Azul

86,1%

97,7%

3.677

Ótimo

83,7%

Três dias e três horas

Gol

79,1%

99,5%

4.890

Ótimo

76,7%

Três dias e dez horas

Latam

67,1%

97,1%

11.820

Regular

60,2%

Seis dias e duas horas

Avianca Brasil

63,9%

100%

3,5 mil

Regular

60.4%

14 horas

Passaredo

46,4%

100%

122

Não recomendada

25%

11 dias e dez horas

Período analisado: 01/04/2018 – 30/09/2018
Fonte: Panrotas[:]

[:pt]Por que vale investir em e-commerces B2B?[:]

[:pt]Os e-commerces Business-to-business (B2B) – venda de produtos ou serviços diretamente para outras empresas – têm crescido cada vez mais no mercado, sendo uma excelente oportunidade para lojistas. Pesquisas realizadas pela Forrester Research, feitas nos Estados Unidos, apresentaram que somente no ano de 2017, o mercado B2B movimentou 889 bilhões de dólares. Obviamente, o mercado norte-americano está bem mais maduro se comparado com o B2B brasileiro, mas, há grande potencial de desenvolvimento em nosso país.
O modelo de negócio B2B ainda continua gerando dúvidas e receios aos lojistas brasileiros que não conhecem bem os benefícios de investir neste tipo de e-commerce. Contudo, existem bons motivos para investir no modelo de negócio B2B. Confira!

1 – Escalabilidade

Comunicação rápida, ofertando os produtos em apenas um clique; relacionamento duradouro e uma carteira de clientes fixa, aumentando o faturamento; integração com meios tradicionais, como o representante atendendo com qualidade e oferecendo um bom treinamento de vendas.

2- Atendimento rápido e personalizado

Compreensão da real demanda do cliente através de acompanhamento dos relatórios de navegação e pedidos, reduzindo a necessidade do intermédio de vendedores ou representantes.

3- Proximidade

Conversação diretamente com os clientes, estando presente nos momentos fundamentais e possibilitando apresentar mais itens do portfólio da empresa para conhecimento do cliente final.

4- Autonomia de compra

Possibilidade de comprar a qualquer hora, em qualquer dia, não necessitando de um representante para o cliente adquirir o que deseja.
Um mercado ainda em desenvolvimento no Brasil, mas com grande potencial de crescimento o B2B se mostra versátil e competitivo, merecendo atenção de empresas que ainda não consideraram essa possibilidade de e-commerce.
Fonte: Ecommerce Brasil[:]