[:pt]Como o varejo personaliza preços para testar quanto você está disposto a pagar[:]

[:pt]Você já procurou voos ou hotéis em um aplicativo em seu telefone, apenas para abrir seu laptop e ver preços diferentes?
Isso é exatamente o que aconteceu comigo recentemente. Eu estava usando o aplicativo para iPhone da Orbitz para pesquisar um pacote de férias para a cidade de Nova York. Acessei o site da Orbitz no meu laptop para reservar o pacote. Isso é estranho, pensei, percebendo que o pacote no meu laptop – voos, hotel e tipo de quarto idênticos – custava US $ 117 (6,5%) a mais do que o preço no aplicativo da Orbitz. Conclusão: descobriu-se que os preços de pacotes de férias idênticos geralmente diferem entre o aplicativo e o site da Orbitz.
Fiz então um teste de aplicativo lado a lado do mesmo pacote com um amigo que estava sentado ao meu lado. Seu preço no app da Orbitz foi de US $ 50 (2,8%) a mais que o apareceu para mim. Surpreendentemente, a Orbitz sabia de algo que eu digo à minha amiga sempre: ela paga a mais por quase tudo.
Quando compartilhei meus resultados com a Expedia (empresa controladora da Orbitz), sua porta-voz explicou que as diferenças de preços encontradas entre o aplicativo e o site podem se dar ao fato de seus fornecedores permitirem que preços diferentes sejam oferecidos aos clientes mobile, bem como a membros que estão logados no site.
Com relação às comparações de aplicativos lado a lado, a Orbitz atribuiu as diferenças de preço aos testes A/B que emprega, ou a outras questões que ocorrem quando se definem milhões de preços que mudam regularmente devido ao dinamismo de pricing. A Orbitz diz que não oferece preços diferentes com base no dispositivo, no tipo de navegador ou no número ou tipo de pesquisas.

O resultado final, porém, é que, com base em algumas características (aplicativo ou web, logado como membro ou não), está ocorrendo um tipo “generalista” de precificação personalizada: alguns clientes estão recebendo preços diferentes de outros.

A razão pela qual os varejistas tentam oferecer um preço personalizado remonta à curva de demanda inclinada para baixo ensinada nas aulas de economia básica. Esse conceito fundamental ilustra que, para a maioria dos produtos, alguns clientes estão dispostos a pagar mais do que outros. Para explorar isso, os gerentes de pricing empregam técnicas que tentam discernir – e cobrar – o preço exato que cada cliente está disposto a pagar. Os lucros menores podem ser extraídos dos clientes “topo da curva de demanda”, que valorizam muito o produto. Enquanto isso, se os descontos puderem ser oferecidos discretamente aos clientes com menor disposição a pagar, mais vendas (e lucros) serão convertidas. O resultado é uma base de clientes mais lucrativa, com alguns compradores pagando mais que outros.

Preços personalizados podem ser encontrados na maioria das concessionárias de automóveis. O objetivo dos vendedores é determinar quanto cada cliente está disposto a pagar por um carro através de uma negociação individualizada. Os preços são personalizados observando as características de cada cliente e observando suas ações. Como os compradores se vestem, o carro que atualmente dirigem e suas respostas a perguntas aparentemente inocentes (onde você mora? qual sua profissão?), mas que fornecem pistas importantes. Os vendedores também observam ações, como: quais outros carros as pessoas estão olhando e como elas se comportam na negociação (passivas ou agressivas). Avaliar as características e ações de cada comprador cria um perfil de preços. Pense em um perfil como um teste de polígrafo que sugere a quantia mais alta que cada comprador está disposto a pagar.

Os varejistas da web podem, de forma semelhante, criar um perfil de seus compradores. Assim como maneira como uma pessoa se veste pode fornecer dicas de precificação, a maneira pela qual um cliente acessa uma loja on-line pode fornecer as mesmas dicas. O cliente está usando um laptop, aplicativo, desktop ou smartphone? Qual sistema operacional ele está usando? Onde está localizado? As ações de um cliente também fornecem dicas de preços: quais outros produtos ele está analisando? Quantas vezes visitou o site? Assim como os vendedores de carros, os varejistas da web podem avaliar eletronicamente as características e ações de cada comprador para criar um perfil que gere um preço personalizado.

Uma questão fundamental é se o preço personalizado, na web ou na loja física, é ético. Os esforços para adaptar os preços podem, sem querer, levar a resultados injustos. Um estudo da ProPublica descobriu que a estratégia da Princeton Review, de cobrar preços diferentes com base no CEP do usuário, resultou em que os asiáticos tivessem duas vezes mais chances de ser cobrado por um preço mais alto. Na mesma linha, um estudo clássico sobre economia na negociação de carros descobriu que a alta nos preços finais para as mulheres negras era o triplo dos preços oferecidos aos homens brancos.

Se a estratégia de utilizar preços personalizados serve para os varejistas da web, agora cabe aos consumidores responderem. Os compradores ficarão confortáveis ​​sabendo que os preços oferecidos podem ser mais altos do que os apresentados a outras pessoas? Os compradores sentirão prazer em “barganhar eletronicamente” para enganar descontos? Os varejistas primeiro “negociam” com cada cliente, personalizando os preços com base em seu perfil. Em resposta, os compradores experientes “negociam” verificando preços em diferentes dispositivos, limpando caches, usando o aplicativo, realizando várias pesquisas, perguntando a amigos em diferentes cidades para ver o preço que estão sendo cotados e assim por diante. Ou eles ficarão cansados ​​e ficarão longe dos varejistas da web que avaliam o perfil? A Amazon está declarando que todos os seus clientes vêem os mesmos preços – será que os outros varejistas serão tão claros também?

Ao mesmo tempo que pode se mostrar uma ótima estratégia, a personalização de preços por web retailers pode também ser um tiro pela culatra, afastando os consumidores dos varejistas que adotarem essa prática. 

Fonte: texto adaptado de Rafi Mohammed, pela Harvard Business Review.

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[:pt]O Instagram está mudando o jeito que você compra[:]

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O Instagram anunciou esta manhã que está lançando um recurso de checkout no aplicativo, permitindo que os usuários comprem sem sair do app. A partir de agora, o recurso está disponível apenas para 23 marcas que se mostraram experientes no Instagram, abrangendo setores como luxo, roupas esportivas e beleza.

Notavelmente, essas contas incluem rótulos de alta e baixa renda, de Burberry e Dior à Adidas e à H & M. Ao navegar por publicações selecionadas dessas marcas, você verá uma frase em azul “Fazer check-in no Instagram”. Clique nele e você pode selecionar seu tamanho, cor, detalhes de envio e etc. O Instagram receberá uma porcentagem das vendas, o número não foi divulgado.

A pesquisa da Gartner L2 confirma que essas são as marcas perfeitas focadas digitalmente para testar o recurso. Muitas das marcas selecionadas tiveram uma pontuação alta em seus respectivos rankings: Michael Kors, Burberry e Prada ficaram entre os dez primeiros no Digital IQ Index: Fashion Global da Gartner L2, enquanto a Adidas e a Nike conquistaram os dois primeiros lugares no Índice Digital IQ da Gartner L2 : A Activewear e a NYX Cosmetics conquistaram o topo do ranking da Genius no índice Digital IQ da Gartner L2: Beauty US

Nas mídias sociais, essas marcas geralmente são poderosas, como a Dior, que  ganhou a segunda maior pontuação do Instagram entre todas as marcas de moda do mundo. Para o activewear, Adidas e Nike mantêm suas posições no top 10 da pontuação geral da rede social. Os setores de onde essas marcas foram escolhidas tendem a ser particularmente ativos e bem-sucedidos na plataforma, graças à natureza visual das indústrias de vestuário e cosméticos.

Para as marcas de moda em particular, a adoção de compras pelo Instagram saltou de 12% para 42% ano a ano, provando que a indústria está pronta para aproveitar a oportunidade de vincular conteúdo e comércio. Não são apenas os pontos de preço mais baixos que estão entrando em ação, com a adoção subindo para 25% entre as marcas de prestígio. Notavelmente, a Louis Vuitton foi uma das primeiras marcas de moda a utilizar stories com opções de compra durante a Copa do Mundo de 2018.

Marcas de beleza também estão entre as mais ativas no Instagram, especialmente quando se trata em utilizar o recurso “Histórias”. Durante o período de estudo do relatório, 93% das marcas de beleza publicaram pelo menos uma história, frente aos 83% do ano anterior. A média registrada foi 9,5 vezes por mês, e 5,4 vezes no ano anterior. Muitos deles usaram o recurso “Arraste para cima” para direcionar os usuários diretamente para sites da marca ou varejistas de terceiros, fechando o ciclo entre o conteúdo e o comércio.

O aplicativo de compartilhamento de fotos há muito tempo demonstra interesse em trabalhar com marcas, inclusive anunciou em setembro que estava procurando criar um app independente para compras. Desde então, estão sendo lançados novos recursos para facilitar o caminho de compra para os usuários. As possibilidades de um portfólio habilitado para comércio eletrônico podem revolucionar a forma como os consumidores compram: 22% dos usuários do Instagram fazem login todos os dias e 38% deles fazem login várias vezes por dia. São as novas tecnologias e redes sociais, modificando a maneira como consumimos. 

Fonte: Gartner L2

 

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[:pt]Oracle Modern CX e o desafio dos dados[:]

[:pt]Entre os dias 19 e 21 de março, aconteceu em Las Vegas o Oracle Modern Experience, com mais de 300 sessões e participantes de 37 países, discutindo sobre as tendências e desafios na experiência do consumidor. Como esperado, dados e tecnologia constituíram o eixo central do evento. Micro-momentos e hiper-personalização foram as palavras mais pronunciadas nesse grande encontro, traduzindo o que deve ser o propósito das empresas: dialogar com o consumidor considerando a sua jornada não linear e o seu contexto.
A Pmweb esteve presente e foi responsável por três sessões, tratando principalmente sobre o uso dos dados na otimização da experiência do cliente e também da dinâmica das empresas. Em uma das palestras – Creative Analysis –  abordamos a importância do uso das informações capturadas para a tomada de decisão e descoberta de oportunidades.
Talvez nós, como mercado, temos discutido pouco um problema comum, observado em organizações de todos os portes, brasileiras, americanas, latinas: as empresas parecem estar de acordo sobre a inevitabilidade dos dados, mas muitas ainda estão se debatendo para usá-los. Segundo a Wunderman, em 2017, 99% de líderes de marcas globais já reconheciam que dados são imprescindíveis para o sucesso do negócio, mas a maioria,  62%, ainda não era capaz de transformá-los em insights ou ações. Isso acontece pois tirar valor do dado não é indolor e requer investimento em tecnologia, pessoas e em tempo.
Embora o mercado esteja ávido por soluções hiper inteligentes e sofisticadas como a Inteligência Artificial e o Machine Learning, algumas questões mais básicas como ter dados limpos ou esforços dedicados a usar as informações acessíveis para a tomada de decisão ainda são um grande desafio em diversos níveis nas empresas. Há mesmo a ambiguidade. Em uma das principais sessões do Oracle Modern CX, ouvimos do Andrew Sinclair, VP da Motorola Solutions, como a Motorola tem usado Big Data para soluções tecnológicas de segurança pública, indicando a policiais os lugares de maior propensão ao crime ou interpretando dados como o disparo de uma arma ou o impacto em um colete a prova de balas. No mesmo evento, em uma sala com cerca de 200 pessoas, o debate era sobre uma etapa bem mais elementar: a necessidade de se ter dados limpos e organizados. Nesta sessão, Jaime Punishill, CMO da Lionbridge, provocou os participantes e nenhum dos diversos representantes de empresas do mundo todo que assistiam àquela palestra se manifestou positivamente sobre ter seus dados limpos e prontos para aplicação nas estratégias de marketing.
Segundo a Harvard Business Review, menos de 1% de todo o dado não estruturado é usado de alguma forma e 80% do tempo das equipes é investido na coleta e no tratamento da informação. Esses números só corroboram com a realidade encontrada pela Gartner.L2: 92% das empresas já captam dados de segmentação em seus sites, mas só 23% de fato usam. Robert Tarkoff –  VP executivo e gerente geral da Oracle CX Cloud – em sua palestra sobre a Economia da Experiência, reforçou que não basta ter os dados. É preciso ter o compromisso em tratá-los como um ativo compartilhado na organização. Dados, experiência e inteligência precisam estar integrados.
Um erro frequente é pensar no dado como o objetivo final, quando, na verdade, é apenas uma etapa do quebra-cabeça.  Jennifer Storms, CMO da NBC Sports, liderou uma das KeyNotes, com falas inspiradoras sobre o papel do esporte na vida das pessoas. Storms contou sobre o trabalho desenvolvido na NBC há dois anos na centralização e organização de dados e na criação de personas, baseadas nas necessidades, nos valores e no comportamento de seus consumidores. A CMO foi precisa ao apontar três pilares nessa jornada: dados, contexto e análise.
A visão de Stomrs vai completamente ao encontro do diagnóstico feito pela Pmweb sobre o uso da informação, que nos levou a criar soluções simples, orientadas a análises criativas para a descoberta de oportunidades e otimização do resultado dos nossos clientes. Dados e KPIs por si só não dizem muito, é necessário que haja uma camada de interpretação dessas informações para tomada de decisão e orientação das estratégias de negócio.
O dado já não é mais o desafio. O desafio agora é o significado.
Texto por Érica Ortiz
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[:pt]O crescimento desenfreado do m-commerce: 1/3 dos pedidos online no Brasil[:]

[:pt]As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, consultoria sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado na última segunda-feira (25).
m-commerce é um dos principais responsáveis pelo crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico no ano passado. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%, conforme o balanço divulgado em fevereiro pela Ebit | Nielsen. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio em torno de R$447, aumento de 3%.
“O m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”, afirma Ana Szasz, head da Ebit | Nielsen.
As categorias responsáveis pela expressiva alta de pedidos no m-commerce são Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).
A democratização do e-commerce também pode ser notada pelo avanço para além do Centro-Sul, em especial no Norte (+22%) e, principalmente, no Nordeste (27%). O faturamento foi de R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, o que representa 13,2% do total geral.
“Ainda é pouco na comparação com o Sudeste, que concentra quase 60% das compras, mas houve um salto expressivo de 2,3 pontos percentuais em relação a 2017. O Nordeste tem uma demanda reprimida e, por consequência, muito espaço para crescer, especialmente para empresas de logística e operação, já que é a região do Brasil que registra a menor taxa de produtos entregues dentro do prazo (81%), abaixo da média nacional, que é de 86%”, explica.
Categorias
A categoria campeã em faturamento total em 2018 foi a de Eletrodomésticos, com 19,6% de importância no mercado, seguida de perto por Telefonia & Celulares, com 18,2% (contra 21,2% em 2017). Completam o top 5 Casa & Decoração, Informática e Eletrônicos.
Como o grande destaque do crescimento do mercado em 2018 foi o número absoluto de pedidos, é o ranking das categorias mais pedidas que chama a atenção. Liderando o pódio está a campeã Perfumaria, Cosméticos & Saúde, com 16,4% de participação em pedidos (4,4 pontos percentuais a mais de pedidos em relação à  2017), seguida de Moda & Acessórios, com 13,6%. As duas primeiras, principalmente, ajudam a explicar o crescimento menor no ticket médio de um ano para outro.
Completam o ranking das mais pedidas em 2018 Casa & Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas & Apostilas, com 7,5%, outra categoria com um ticket médio não muito alto.
Fonte: Novarejo
Dados: Webshoppers[:]

[:pt]10 previsões globais para o marketing digital em 2019[:]

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Experiências mobile, vídeos online, transformações digitais, parcerias, chatbots e omnichannel são apenas alguns dos tópicos que serão tendência em 2019. Que outras disrupções vão impactar as estratégias de marketing digital este ano? Confira as previsões de experts de vários países e veja como elas podem influenciar as suas estratégias.

1. Multicanal vai virar omnichannel

Qual é a diferença entre multicanal e omnichannel? Em vez de desenvolver vários canais de marketing separados, o omnichannel é uma abordagem mais sistemática. Seu objetivo é criar um sistema de comunicação unificado. Recursos online, redes sociais e apps mobiles funcionam em conjunto, “pegando” as pessoas na hora e tornando a sua interação com as marcas mais tranquilas e contínuas.
Por exemplo, o programa de fidelidade do Starbucks usa cartões que são ligados aos perfis e contas das pessoas. Elas podem checar e carregar o cartão pelo smartphone ou computador, pelo site da loja, pelo aplicativo mobile ou diretamente na cafeteria. Quando um cliente faz seu pedido pelo app, algoritmos especiais calculam o tempo de viagem até a loja mais próxima para que a sua bebida esteja pronta assim que chegar. Você também pode escolher a trilha sonora da loja, colocando uma música para tocar na playlist do Starbucks.

2. A experiência mobile será cada vez mais importante

Os usuários esperam experiências digitais cada vez melhores e mais rápidas – e o mobile não é exceção. Se você quiser oferecer uma jornada omnichannel aos seus clientes, as plataformas devem se complementar e criar uma experiência tranquila de compra mobile através dos apps e sites. Todo mínimo detalhe pode levar à perda de um cliente: 53% das pessoas saem de sites cujos downloads demoram mais que 3 segundos.
Homepages mais rápidas geralmente levam a mais conversões, e as AMPs (Accelerated Mobile Pages) permitem criar páginas que carregam mais rápido. Você pode ver o funcionamento do seu produto mobile na ferramenta Test my Site, e aproveitar todas as vantagens do AMP nos seus planos de marketing digital para 2019.
“Além da importância da velocidade, oferecer soluções revolucionárias para melhorar experiências no site mobile também é um dos maiores desafios do próximo ano,” diz Zeynep İyigün, editor do Think with Google Turquia.
“A essa altura, os Progressive Web Apps (PWA) oferecem uma solução com tecnologia moderna para desenvolver experiências na web que funcionam tão bem quanto no app”, continua. “Em 2019, as marcas vencedoras serão aquelas que investirem em plataformas mobile para valorizar os usuários.”

3. Chatbots revolucionários

Os bots são cada vez mais usados em todo tipo de interação entre marcas e clientes em potencial. Até 2020, 85% delas serão entre usuários e robôs, segundo a consultoria Gartner.
Até agora, essa tendência não evoluiu muito para preservar os usuários: de acordo com pesquisas do instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar com chatbots em vez dos canais tradicionais de comunicação, com redes de varejo online. Mas a opinião dessas pessoas pode mudar com o surgimento da nova geração de chatbots com inteligência artificial. Eles pedem informações sobre o usuário, entendem a língua falada e conduzem diálogos mais verdadeiros.

10 previsões globais para o marketing digital em 2019
Entre eles, está o chatbot Clare.AI, que processa línguas naturalmente e é capaz de trabalhar como consultor financeiro online. Por sua vez, o igualmente sociável Morph.AI automatiza o SAC. Em um futuro próximo, esse tipo de chatbot vai mudar completamente a percepção popular sobre a comunicação entre empresas e clientes.

4. Vídeos online vão dominar as telas de TV

Em 2019, pela primeira vez, as pessoas vão passar mais tempo online em frente às telas de TV1Até 2020, a média mundial de tempo gasto assistindo a vídeos onlinena tela grande vai chegar a 84 minutos2.
Mas, se o mercado de publicidade de televisão começa a estagnar, todo o orçamento global de produção para publicidade de vídeos online vai crescer 17% em 2019 em relação ao ano anterior. De acordo com o Yahoo, as transmissões ao vivo vão dominar todas as outras tendências de vídeo online, em termos de crescimento anual3.
Vários formatos (reportagens, vlogs, entrevistas, debates) facilitam a adaptação desse tipo de conteúdo para quase qualquer público. A falta de tratamento e montagem diminuem a distância entre as marcas e os usuários, e, o mais importante, suprem o desejo das pessoas por precisão e autenticidade.

5. O boom dos serviços de voz

De acordo com o NPD Group, até o fim de 2019, as vendas de smart speakers vão crescer 50%, e esse mercado chegará a US$ 2,7 bilhões4. Ferramentas de marketing serão integradas a serviços de voz: vamos ver muitos aplicativos de compras por voz, desde deliveries de comida a portais de notícias.
A loja de móveis e decoração H&M Home já lançou um aplicativo que funciona em conjunto com o Google Assistant. Ele dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ajuda a encontrar os produtos adequados no catálogo da empresa. Já no app da Domino’s Pizza, o assistente de voz do Google lembra o usuário do seu último pedido e pergunta se pode repeti-lo – o que ajuda a acelerar o processo.
Enquanto isso, as redes de varejo Asos e Argos lançaram serviços online para reservar produtos usando o smart speaker Google Home ou o assistente de voz do smartphone.

6. Parcerias são empurrões para crescer no varejo

Quando o varejo muda no mesmo ritmo da tecnologia e da digitalização, é essencial inovar e olhar para a próxima oportunidade de negócios. Um jeito de fazer isso é através de parcerias.
De acordo com a consultoria OC&C Strategy Consultants, o desafio dos grandes varejistas vem da rápida expansão de plataformas de varejo. Amazon, Alibaba, eBay, JD.com e Zalando têm crescido muito e balizam a percepção do consumidor do que é bom. E eles investem tanto em tecnologia (US$ 16 bilhões ao ano na Amazon, US$ 5 bilhões na Alibaba) que, até 2025, 60% do e-commerce pode vir de plataformas de varejo5.
Claro, nem todo varejista consegue investir pesado em dados ou tecnologia de personalização. Por isso, fazer parcerias ajuda a atrair os talentos, a tecnologia e os investimentos que permitem ao varejo pegar um ritmo que não conseguiria se estivesse caminhando sozinho. Assim, todas as partes ganham.

7. Personalização com marketing data-driven

Integrar estratégias de marketing data-driven traz vantagens competitivas. “Em 2019 vamos oferecer estruturas acionáveis para esse princípio, compartilhando o que chamamos de ‘modelo 5As de marketing data-driven’: audiência, assets, acesso, atribuição e automação,” diz Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha. “Quando dominarmos esses cinco princípios, as marcas vão se equipar por meio da transformação digital, oferecendo experiências completas para os clientes.”


“Colocar (os consumidores) no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

– Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha

“O marketing sempre colocou o consumidor no centro de tudo que fazemos”, ela explica. “Agora que eles estão hiperconectados, hiperexigentes e hiperimpacientes, colocá-los no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

8. Consolidação de conteúdo offline e online

“Em 2019, esperamos ver mais publicitários da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) tentando consolidar offline e online para facilitar atribuição, mensuração de visitas a lojas e compras programáticas,” diz Tahani Karrar, Content Manager do Think with Google do MENA (Oriente Médio e Norte da África). “Isso foi feito em 2018 pela Landmark Group, um dos maiores varejistas omnichannel dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita. A rede integrou os dados do cartão de lealdade Shukran ao Google Analytics para conectar anúncios onlineàs vendas offline.”
“Na região MENA, campanhas de conteúdo vão deixar de ser uma única peça para se transformar em várias edições de uma variedade de peças mais personalizadas e relevantes para cada pessoa”, explica. “Como resultado, profissionais de marketing digital vão aprofundar a colaboração com creators, influenciadores, especialistas em conteúdo e veículos de mídia para entregar conteúdo com mais qualidade”.

9. A realidade aumentada vai ser amplificada

Recentemente, a realidade aumentada (AR) em marketing digital foi usada principalmente entre marcas de beleza: L’Oreal, Punky Color e Madison Reed usaram aplicativos de AR para maquiagem virtual. Mas, segundo estimativas da Harvard Business Review, os investimentos globais para o desenvolvimento de AR vão passar de US$ 60 bilhões até 20206.
Depois que a IKEA lançou um aplicativo com AR para “encaixar” móveis em ambientes reais, em 2016, outras grandes redes de varejo têm criado opções semelhantes para compras online. Essa tecnologia permite que você “mova” produtos dos catálogos online para a realidade e entenda como esses objetos ficariam na sua casa ou escritório.
Outro exemplo é a Coca-Cola, que criou um aplicativo patrocinado para transmitir corridas da NASCAR em realidade aumentada. O “portal” virtual na tela de smartphones tinha o formato de uma lata gigante, já que a meta da marca de refrigerante era aumentar o loyalty entre fãs de automobilismo, enquanto a NASCAR tinha esperança de atrair millennials para a categoria.

10. O valor do conteúdo personalizado vai aumentar

Pesquisas mostram que o critério mais importante para 86% da audiência online é a confiabilidade das informações. Para os millennials, esse número é ainda maior. Mas em que dados eles confiam?
Em primeiro lugar, são informações vindas de outros usuáriosReviews de produtos, fotos e vídeos permitem que sua marca atinja um público amplo, ofereça alta credibilidade e aumente a lealdade dos clientes. De quebra, isso ainda sai bem mais barato do que fazer conteúdo tradicional.
Por exemplo, na véspera da Copa do Mundo na Rússia, a Copa90 Media fechou uma parceria com o Snapchat. O resultado foram atualizações diárias com conteúdo gerado pelos usuários, construídos de modo a passar ao público em geral a sensação de estar dentro do estádio. Como resultado, a Copa90 conseguiu atrair 31 milhões de usuários únicos.

Fonte: Think With Google

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[:pt]Let’s rock in the final![:]

[:pt]Estamos extremamente felizes em informar que foram anunciados os finalistas do Markie Awards 2019! Parabéns Reserva pela excelência no trabalho realizado e pela expertise! You rock! Nosso esforço em conjunto nos fez finalista na The Apex Award for Best Overall Customer Experience.

A premiação será no dia 20 de Março de 2019 e irá ocorrer junto do Oracle Modern Customer Experience 2019, evento que reúne as maiores tendências e novidades do que há de melhor em experiência de usuário no mundo! Estaremos presentes na premiação e se você quiser saber mais e acompanhar tudo, fique de olho nas nossas redes sociais!

Tudo isso irá ocorrer no Mandalay Bay Convention Center, um resort e cassino de alto padrão que será o palco desta premiação! Para celebrar a excelência dos melhores do mundo em termos de vendas, marketing, serviços e e-commerce Las Vegas irá vibrar ao escolher os mais inovadores e as melhores estratégias do mercado![:]

[:pt]“A mudança é o novo comportamento”: bem-vindos ao marketing da transformação[:]

[:pt]Nossas habilidades de analisar dados, traduzir informações, olhar tendências e conhecer as necessidades do público devem orientar os negócios e as marcas a terem um propósito na sociedade

A frase do título desse artigo é da Andrea Sullivan, quando era CMO da Interbrands, durante a apresentação das marcas que entraram na lista das Breakthrough Brands de 2017.

Muito já foi dito sobre as transformações de ordem mundial que sucedem a invenção e a adoção de tecnologias que vieram descontinuar uma ordem estabelecida e criar uma profunda mudança na sociedade. A transformação digital, onde não mais “entramos” na internet, mas “vivemos” a internet, é a última, mas não será a final. Nessa rede interconectada, as questões de escala global também se refletem (ou se repetem) na escala individual. O centro produtor de conteúdo e opiniões foi pulverizado na medida em que cada indivíduo é ao mesmo tempo produtor, consumidor e influenciador. E isso traz a percepção que estamos todos perdidos sem saber no que acreditar ou em que norte apontar.

As instituições e marcas estão sofrendo um grande desgaste conforme o público pede por mais transparência, empatia e comprometimento – um engajamento para além da relação transacional.

Com essa granularização da sociedade, a partir das preferências pessoais, cada indivíduo é uma fonte de transformação em potencial. E a transformação constante será a realidade daqui para frente.

O Marketing, como uma disciplina que está no centro da gestão das empresas, tem que retomar sua missão original de ser uma área trendsetter. Questões globais como o crescimento e envelhecimento da população, a sustentabilidade do planeta e a inclusão são megatendências sem volta que impactam diretamente o indivíduo que, por sua vez, pede respostas e engajamento das marcas.

Essa é a nossa missão, marqueteiros.

Nossas habilidades de analisar dados, traduzir informações, olhar tendências e conhecer as necessidades do público devem orientar os negócios e as marcas a terem um propósito na sociedade. E, principalmente, de levar esse propósito para a vida real, traduzindo os novos códigos culturais e sociais de forma que os tomadores de decisão saibam se comprometer com suas causas e se comunicar de maneira empática – incitando e sendo promotores de mudança e trabalhando para além da simples transação comercial.

Não é apenas sobre transformação digital – nós já somos inteiramente digitais, estamos imersos na rede o tempo todo.

Não é apenas sobre a transformação das lideranças – as lideranças já vivem numa sociedade que possui esses novos códigos sociais e precisam transformar suas marcas para refletir as questões do indivíduo.

Não é sobre um ativismo de fachada – é encontrar uma causa que faça sentido para a marca e se comprometer em todos os processos, se comunicar de forma transparente e autêntica – walk the talk!

Esse é o Marketing da Transformação: um marketing atento e engajado de verdade com as transformações constantes da sociedade e que contribua para que as marcas produzam impactos efetivos no mundo no qual estamos inseridos.  Nessa realidade, o nosso papel é contribuir para que as empresas e instituições continuem crescendo financeiramente saudáveis, mas com atuações que sejam social, econômica e ambientalmente responsáveis.

Fonte: meio & mensagem[:]

[:pt]Tendências para as viagens corporativas em 2019[:]

[:pt]Os tempos são favoráveis para as viagens corporativas, que devem gerar uma receita de US$ 1,6 trilhão até 2020, segundo dados da GBTA Foundation.
Isso sem contar que, nas últimas duas décadas, a quantidade de viagens internacionais mais que duplicou, indo de 600 milhões para 1,3 bilhão.
Em meio a tudo isso, algumas tendências ganham cada vez mais força e já mostram as caras aos gestores de viagens e viajantes corporativos. Veja a seguir quais são elas:

1- Economias compartilhadas integradas às políticas de viagens

Não é de surpreender que os serviços de economia compartilhada, como o Airbnb e o Lyft, tenham conquistado os viajantes de negócios. Percebendo isso, gestores de viagens e tomadores de decisão buscam se profissionalizar para saber a maneira certa de integrar esses serviços em suas políticas de viagens. É bom observar também que opções alternativas de hospedagem, como o compartilhamento de imóveis, também estão ganhando espaço, especialmente entre os funcionários das gerações millenniale Z.
2- Pequenas e médias empresas ganham espaço no setor
Em 2019, a influência econômica das pequenas e médias empresas atrairá uma atenção crescente do mercado de viagens corporativas, que buscará expandir os serviços e produtos destinados a elas. O desenvolvimento de soluções tecnológicas que ajudem essas empresas a economizarem dinheiro em suas viagens será uma das grandes tendências.
3- Processos simplificados
A simplificação é uma prioridade estratégica para os gestores de viagens corporativas em 2019. E isso significa o uso de ferramentas capazes de unir as partes fragmentadas da experiência de viagem, incluindo reservas, gestão, atendimento ao cliente e despesas, tudo em uma interface conveniente. Entre os benefícios da simplificação estão a melhor satisfação do viajante, custos reduzidos e tempo economizado.

4- O famoso bleisure

A tendência crescente de viajantes que misturam negócios e lazer continuará a crescer em 2019, impactando todos os tipos de decisões, desde a política de viagens corporativas até o gerenciamento de despesas e o desenvolvimento de produtos. À medida que cresce a popularidade do bleisure, as plataformas de reservas de viagens corporativas devem ser adaptadas para permitirem reservas simultâneas de viagens de negócios e lazer.

5- Atenção ao bem-estar do viajante

Em 2019, os ‘perrengues’ das viagens corporativas continuarão a acontecer: voos cancelados, mudança de planos, tempo longe de casa e hábitos não saudáveis ainda pesam sobre os viajantes de negócios. É por isso que as organizações estão reconhecendo cada vez mais a necessidade de redesenhar as políticas de viagens para permitir que seus funcionários sintam-se mais felizes, saudáveis e produtivos na estrada.

6- Valorização do fator humano no atendimento

É fato que cada vez mais as máquinas estão realizando o trabalho dos seres humanos, mas a demanda por um atendimento humanizado tem sido um tema crescente entre os viajantes corporativos, cada vez mais cansados dos operadores robóticos de atendimento ao cliente e dos e-mails automatizados de cancelamento de voos. É bom lembrar que a tecnologia automatizada nem sempre vai conseguir resolver problemas muito complexos, então disponibilizar um ser humano para o atendimento do viajante corporativo pode tornar a experiência dele muito melhor.
7- Reuniões presenciais não perdem a força
Este ano o face-to-face assumirá uma prioridade ainda maior para organizadores de reuniões de todas as formas e tamanhos. Apesar de evolução contínua das ferramentas digitais, como chats de vídeo que permitem a comunicação virtual, o contato presencial é fundamental para a empatia e o fechamento de negócios, sem falar no networking para futuros acordos.
8- Estimular a produtividade dos funcionários
Organizações que colocam a política de viagens à frente de pessoas podem estar prejudicando seus funcionários e o próprio negócio. Políticas flexíveis, que levem em conta o bem-estar dos funcionários, podem ser o primeiro passo para estimulá-los a trabalharem melhor e a se sentirem mais satisfeitos com a empresa. Isso também vale para os organizadores de eventos, que podem pensar em conteúdos mais dinâmicos e interativos que prendam a atenção dos participantes.
9- Personalização em foco
É fato que os viajantes hoje buscam cada vez mais personalização em suas reservas, a qual gera boas experiências e consequente lealdade e engajamento com as diretrizes da política de viagens. Mais uma vez, pensar no humano antes do funcionário pode ser a chave para reter talentos na empresa.

10 – Ampliação das funções dos CFOs

Antes preocupados apenas com orçamentos, os diretores financeiros das empresas passam a se preocupar com questões relacionadas à experiência de viagem de seus funcionários. Dados citados em um artigo da Harvard Business Review de março de 2017 mostram que as empresas que colocam seus funcionários em primeiro lugar são quatro vezes mais rentáveis do que as que não o fazem.
Fonte: Panrotas e Skift[:]

[:pt]Cerimônia de premiação Adrian Awards[:]

[:pt]Ocorreu em Nova York, a cerimônia de premiação do Adrian Awards 2018, onde são reconhecidas as melhores ações e estratégias desenvolvidas por empresas do ramo hoteleiro e de Travel de todo o mundo. A Pmweb esteve junto de nossos parceiros para o recebimento de três prêmios.
Nossa VP, Ana Carolina Fusquine e Márcia Petzold, Gestora de Relacionamento da rede Plaza de hotéis (foto) receberam o troféu de prata, na categoria Email Marketing, pela campanha Pet Friendly que foi um sucesso durante o ano de 2018.

Conquistamos outros dois prêmios junto com a BHG – Brazilian Hospitality Group, nas categorias de Loyalty e Opening, com os cases “Sou Mais”, um programa de Premium Guests e a inauguração do Soft Inn Maceió, respectivamente.
A premiação é fruto da dedicação de todas as equipes, que em conjunto com nossos clientes, desenvolvem um trabalho de excelência e que gera muitos resultados!
Let’s keep rockin’![:]

[:pt]Nossos clientes vencedores do Adrian Awards 2018![:]

[:pt]Na premiação deste ano do Adrian Awards, prêmio dado pela HSMAI, uma das instituições internacionais mais reconhecidas no setor de hotelaria, nossos clientes BHG e Plaza foram vencedores de três premios. Foram eles:
A Rede Plaza ganhou prata na categoria email marketing com a ação Pet Friendly, que consistia em comunicar o posicionamento da rede que recebe de braços abertos todos os animais de estimação de seus hóspedes. 
O Antônio, filho da nossa querida Débora Moreno, foi pessoalmente comunicar ao Plaza que eles haviam ganhado o prêmio. É muita fofura! 

Plaza, you rock!
A BHG ganhou dois troféus de prata este ano, na categoria Lançamento de Hotel com o seu novo empreendimento Soft Inn Maceió e na categoria Loyalty com sua campanha de fidelidade “Sou Mais”
O primeiro prêmio foi pelo lançamento do hotel em Maceió que teve como grande ponto de sucesso um guia de atrações turísticas locais desenvolvido especialmente para os hóspedes. Foi um sucesso!
E o segundo troféu veio em reconhecimento ao plano de fidelidade que disponibiliza 25% de desconto e diversos outros benefícios aos hóspedes que completassem cinco viagens aos hotéis da rede.

BHG, you rock!
A entrega do Adrian Awards aconteceu dia 22 de janeiro de 2019 em Nova York na já tradicional cerimônia de gala oferecida pela HSMAI.
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