[:pt]Nos últimos anos, o e-commerce tem crescido no Brasil devido a fatores como maior acesso à internet e disseminação dos dispositivos móveis inteligentes. Participamos da 10ª edição do Fórum do E-commerce Brasil em São Paulo e levamos alguns dados para contar um pouco da evolução cronológica do e-commerce no Brasil nos últimos 10 anos.
2010 – Boom das compras coletivas leva o consumidor a comprar online pela primeira vez.
Quem não se lembra de quando as compras coletivas começaram, não é mesmo? Foi uma invasão de sites de compras coletivas entre 2010 e 2011, o que elevou a barra para a concorrência na época, e só sobreviveram aqueles que se destacaram.
2011 – Somente 2% usam as redes sociais como motivadores de compras.
As redes sociais ainda estavam ganhando audiência naquela época. O Facebook por exemplo, tinha 845 milhões de usuários em 2011, hoje tem 2,3 bilhões.
2012 – Consolidação da entrega expressa e surgimento do “same day” delivery.
As companhias começaram a entender a necessidade de muitos consumidores de terem em mãos seus produtos em um curto prazo de entrega.
2013 – Explosão da Black Friday: crescimento de 217% no e-commerce.
Ainda com apenas 3 anos, a Black Friday já demonstrava grande potencial de crescimento no e-commerce brasileiro.
2014 – 20% das compras online de brasileiros foram em outros países, sendo 50% da China.
Com e-commerces muito mais sólidos e preços bastante atrativos, a China e outros países ainda atraíam muitas das compras online feitas pelos brasileiros.
2015 – Mudança nas regras do ICMS prejudicam o setor e gera mobilização nacional.
Mudanças nas relações de consumo muitas vezes são acompanhadas de modificações nas leis de tributação do país, foi o caso da Emenda Constitucional 87/2015 que promoveu mudanças no recolhimento do ICMS estadual e interestadual.
2016 – Pela primeira vez na história do e-commerce no Brasil, uma queda de (1,8%) na venda.
Ano que precedeu a crise econômica de 2015, em 2016 o e-commerce apresentou queda de 1,8% no número de vendas. Apesar do número negativo no montante dos pedidos, em valores totais o setor apresentou crescimento de 7,4% em comparação ao ano anterior.
2017 – Consolidação das vendas via market place no Brasil com alta de 22%.
Fortes players do marketplace brasileiro como B2W e a consolidação da Amazon no Brasil, fazem com que a modalidade crescesse de forma sólida.
2018 – Mais de 30% visitam as lojas físicas em alguma etapa da jornada de compra online.
O consumidor omnichannel já não tem mais uma jornada de compra linear como antigamente, agora ele permeia entre o mundo online e as lojas físicas até a sua tomada de decisão.
2019 – E-commerce atinge R$ 80 bilhões no Brasil, com expectativa de 265 milhões de pedidos.
Com previsão de crescimento na casa dos 16%, a expectativa para o ano é bastante positiva.
Para ficar de olho no que vai rolar daqui para frente assine nossa newsletter![:]
Categoria: Vendas
[:pt]Pmweb Context: CDP para varejistas é apresentada no Fórum do E-Commerce Brasil[:]
[:pt]Nossa plataforma tem servido para orientar estratégias de marketing a partir do cruzamento dos dados de clientes de lojas físicas e do e-commerce com as campanhas digitais.
Somos um dos expositores do 10º Fórum do E-Commerce Brasil 2019, que acontece entre os dias 16 e 18 de julho, no Expo Transamérica, em São Paulo. Estamos participando do evento pela 8ª vez e é sempre uma excelente oportunidade para mostrarmos nossas ferramentas de relacionamento com público-alvo, gestão de vendas, inteligência de mercado, experiência do consumidor, entre outras tecnologias.
Durante o Fórum, estarmos apresentando o Pmweb Context, uma Customer Data Platform desenvolvida para orientar estratégias de marketing a partir do cruzamento dos dados de clientes de lojas físicas e do e-commerce, com todas as campanhas digitais. A ferramenta já é utilizada por redes varejistas do país para ajudar a entenderem a efetividade e o papel de cada mídia na sua receita global, contribuindo não só para aumentar a audiência e gerar interesse, como também impulsionar a receita e garantir a fidelização e retenção dos seus clientes.
“O Context é uma Customer Data Platform (CDP), uma solução inovadora que tem sido capaz de compreender, com dados concretos, o comportamento do consumidor em sua jornada de compra, seja ela no ambiente virtual ou na loja física. O software apresenta vantagens para diversas áreas das empresas, incluindo produto, tecnologia e inovação e marketing, que passam a contar com uma plataforma desenvolvida pela Pmweb para definir melhor suas estratégias de maneira simples e efetiva”, Tárik Potthoff – CEO.
No dia 18, último dia do evento, nosso Sales Partner Augusto Rocha, é o palestrante convidado do Fórum PME, que acontece das 10h10 às 10h40. Nele, Augusto irá provocar uma reflexão sobre o momento atual de diversas empresas no painel “Email Marketing & CRM: invista no que é seu para vender mais e melhor”, fornecendo direcionamentos importantes para diversos mercados, incluindo o setor do e-commerce.
Saiba tudo sobre o Context em: http://bit.ly/ContextCDP
Acompanhe a cobertura do Fórum nos nossos stories no Instagram @pmweb[:]
[:pt]A jornada de compra omnichannel: Google e Youtube[:]
[:pt]Quem trabalha com marketing costuma pensar que as buscas no Google e os vídeos do YouTube são coisas distintas, que exigem estratégias diferentes e até equipes separadas. Mas os consumidores não têm experiências isoladas. As pessoas usam esses recursos juntos no seu caminho até a compra.
Aqui vão três aprendizados sobre a conexão entre a busca no Google e o YouTube na jornada de compra, como eles são importantes para quem procura informações sobre produtos e de que modo um canal pode influenciar o outro.
As pessoas percorrem a jornada de compra como bem entendem, alternando entre search e vídeos de forma orgânica

As pessoas usam vídeos para aprender mais sobre um produto

As pessoas pesquisam no Google para entender os aspectos técnicos e logísticos de um produto

Buscas, vídeos e a sua marca
Nossa pesquisa mostra que, de modo geral, marcas que anunciam com vídeos em paralelo aos ads do Google Search têm uma conversão 3% maior e um custo 4% menor por aquisição de busca, em comparação com anunciantes que usam apenas os anúncios do Google Search1.
Como isso muda sua estratégia? Já que as pessoas não pensam em search e vídeos de forma separada, você precisa seguir esse exemplo. Com uma abordagem holística, você garante que vai impactar as pessoas onde elas estiverem na jornada de compra – e aproveitando melhor os dois canais.
Fonte: Think With Google
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[:pt]Estaremos no Fórum do E-commerce Brasil 2019[:]
[:pt]Confira os principais nomes que sobem aos palcos do Fórum E-Commerce Brasil 2019
A edição de dez anos do Fórum E-Commerce Brasil vai levar profissionais das principais empresas de comércio eletrônico do mundo ao palco de oito espaços de conteúdo.
Xavier Aguirre, gerente de Desenvolvimento de Negócios do eBay para a América Latina, explicará como os lojistas podem internacionalizar as suas lojas. Na sua opinião, o Brasil é um país que oferece muitas oportunidades para o cross-border e já possui tecnologia para explorar essa área.
Já Daniel Mazini, diretor de Varejo da Amazon, vai contar aos lojistas de que forma a gigante do e-commerce, uma empresa com 600 mil funcionários, leva a sério a famosa frase de Jeff Bezos: “sempre é o Dia 1”. Na sua palestra, ele abordará a obsessão pelo cliente, pilar fundamental da Amazon.
Outro marketplace a marcar presença é o Wish, que, recentemente, expandiu a sua operação em terras brasileiras. Adam Hundt, gerente de produtos da marca americana, mostrará como ocorre uma jornada de compras partindo de um produto e qual o comportamento do consumidor do Brasil na hora de buscar por um item.
Redes sociais e mídia
Além dos varejistas, o Fórum E-Commerce Brasil 2019 também terá a participação dos mais importantes players de redes sociais e mídia online.
Diretamente do Google em Nova York, Nick Brady, especialista em performance da gigante das buscas, vai compartilhar como a empresa está focando seus esforços no varejo – e quais as consequências práticas para o lojista: compras inteligentes, campanhas locais, campanhas de descoberta, DSA, anúncios de galeria.
Já Silvia Ramazotti, gerente de Marketing de Produtos do Facebook, explicará como o mercado pode aproveitar desde o Instagram Shopping até anúncios no Feed e Stories, aproveitando as paixões das pessoas e inspirando seus usuários a agir.
Confira a programação completa no site do Fórum E-Commerce Brasil.[:]
[:pt]Pmweb e Oracle Hospitality anunciam parceria [:]
[:pt]É com muita satisfação que anunciamos a parceria fechada com a Oracle Hospitality para promover a integração do Opera junto com o Pmweb CRM. Expandindo ainda mais nossa zona de atuação, agora podemos levar nossas soluções de CRM para hotéis do mundo todo. Um piloto já foi implementado em uma rede de hotéis brasileira e outras duas redes hoteleiras estão em vias de implementação do sistema.
“Há muito tempo buscávamos essa integração com um player global, então, é uma parceria muito importante para nós” – são as palavras da nossa VP, Ana Carolina Fusquine.

A homologação do Pmweb CRM junto com o Oracle Opera permitirá que os clientes tenham muito mais flexibilidade na hora de contratar as soluções tecnológicas necessárias para suas empresas. “O cliente poderá contratar o que precisa, de acordo com suas necessidades. No caso do CRM da Pmweb, por exemplo, basta comprar a interface, que é automatizada e, portanto, com integração simples e rápida” – explica Amy Secches, Sales Director da Oracle Hospitality.
A integração abrange todas as versões disponiveis do Opera: Opera On Premise, Opera Property Cloud e Opera Cloud. A estimativa é que para qualquer uma das plataformas, em até 40 dias tudo esteja rodando perfeitamente. Amy e Ana completam “Essa é umas das principais vantagens desta parceria. Muitos clientes pensam que fazer a migração do sistema leva tempo e é caro. Oferecemos uma integração ágil e com custo-benefício vantajoso”.
E não para por aí!
Em breve concluiremos a integração do Opera com o Let’s Book, nosso motor de reservas, e posteriormente com demais produtos. E estaremos no estande da Oracle durante a Equipotel para apresentarmos essas novidades e mostrarmos que estamos juntos para trazer novas soluções para o mercado hoteleiro.
Fonte utilizada: Hoteliernews[:]
[:pt]Hiper-personalização: novos comportamentos de consumo pedem novas estratégias de comunicação[:]
[:pt]Porque hiper-personalizar a sua comunicação é tão importante?
Todo e qualquer indivíduo do planeta é diferente dos demais. Só isso já bastaria de argumento, mas se focarmos no fator consumo, essa diferenciação cresce ainda mais.
Gostos, predileções, late e early adopters das novas tecnologias, momento de vida, necessidades e muitos outros que poderíamos citar aqui nos fazem compreender a necessidade de personalização na comunicação com cada um.
O main goal do relacionamento com o cliente nos dias de hoje seria conseguir prever, tipo cartomante mesmo, o que o consumidor quer, e antes de ele começar a procurar, já entregar para ele. Como ainda (ainda mesmo) não temos bolas de cristal, o que podemos fazer para chegar mais próximo a isso é saber o que ele quer, baseado no comportamento que ele demonstra, analisando onde, como, o que e com que frequência ele sinaliza suas preferências, e isso nós sabemos como fazer.
O consumidor conversa com as marcas o tempo todo, só não escuta quem não quer (ou quem ainda não sabe como). No momento que um cliente acessa um e-commerce e clica em um produto; navega em uma sessão específica; abre um e-mail marketing e interage com ele; vai na loja física; abre o aplicativo de uma marca; ele está deixando “rastros”, dando sinais do que agrada ele, do que busca e como quer.
Quem sabe ler essas informações de maneira correta, tem em mãos todo o poder de comunicação possível para falar com aquele cliente, para enviar uma mensagem hiper-personalizada a ele, pelo canal que se entendeu ser o de melhor performance com aquela pessoa, com o produto pelo qual ele demonstra maior apreço, oferecendo talvez algum benefício para ele, e assim aumentando em muitas e muitas vezes a chance de conversão daquela transação; a melhora daquele relacionamento; o fortalecimento daquele posicionamento, ou qualquer que seja o objetivo final daquela comunicação.[:]
[:pt]CDP – A plataforma capaz de revolucionar a gestão de dados dos clientes[:]
[:pt]Com hábitos de compra e de consumo cada vez mais digitais por parte dos clientes, cresce diariamente a necessidade das empresas estarem alinhadas com essas novas necessidades. Todos os dias, o número de usuários em lojas online aumenta, a quantidade de e-mails registrados para recebimento de promoções e novidades dos e-commerces cresce, e o investimento nessas plataformas e tecnologias deve seguir esse mesmo fluxo.
O CDP chega para resolver dois grandes problemas do mercado omnichannel:
Integração de dados e atribuição de investimentos de mídia, além de entregar diversas outras vantagens. O Customer Data Platform integra os dados dos clientes das lojas físicas, online, web behavior e interações com a marca, permitindo às empresas uma visão única do cliente, porque mesmo comprando em diversos canais ele é a mesma pessoa e assim deve ser percebido. Essa visão unificada se mostra muito importante na hora de mensurar a atribuição dos investimentos feitos em todos os canais, e a partir dessas análises se torna possível entender a melhor alocação dos investimentos em estratégias de marketing.
Coletar e compilar todos esses dados recebidos diariamente dá um trabalho enorme, para isso são utilizadas diversas plataformas, milhares e milhares de linhas e planilhas geradas, a higienização e agrupamento destes dados, para daí sim conseguir “vê-los” com clareza e poder orquestrar as campanhas de comunicação com estes clientes.
Uma parte importante da orquestração dessas campanhas é mensurar os seus resultados, quão efetivas elas foram e de fato quanta receita geraram. E sem um CDP que demonstre a verdadeira atribuição devida à cada campanha ativada, essa mensuração de receita se torna praticamente impossível, pois sabemos que os clientes podem ser impactados por um e-mail marketing e realizar a compra na loja física; experimentar uma peça de roupa no pdv e finalizar a transação pelo aplicativo; comprar pelo site e depois trocar na loja, são diversas as possibilidades.
E como é possível saber se o investimento que a sua empresa faz no digital (disparo de emails, ads, redes sociais, promoções e segmentações) possui o retorno esperado? Como saber se as vendas referentes àquela ação foram realmente atribuídas a ela?
Integrando dados do CRM, web behavior, interação em campanhas, email, e-commerce, loja física, SAC, NPS e muito mais o CDP (Customer Data Platform), consegue enriquecer os dados de cada usuário, permitindo que sua empresa tenha uma visão única e completa de cada cliente.
Sabemos que já não é mais o produto ou o serviço que são o foco da venda, e sim o consumidor. Hoje quanto mais se sabe sobre os gostos e hábitos de um usuário e em quais canais ele navega, maior é a possibilidade de uma comunicação assertiva para aquela pessoa, entregando a mensagem certa, na hora certa, pelo canal certo, para a pessoa certa, aumentando a chance de conversão.
E quais os benefícios disso tudo?
Maior assertividade na comunicação gera aumento na conversão para as campanhas de marketing. Otimizar as ferramentas de captação de dados permite reduzir o tempo que os profissionais gastam nesta atividade. A comunicação certa, na hora certa, pelo canal certo fideliza e engaja o cliente. Sabendo como, quanto e em quais mídias investir ocasiona aumento do ROI no e-commerce e nas lojas físicas.
O CDP foi criado para que todo o foco do trabalho esteja voltado para o consumidor, em atender às suas necessidades e superar suas expectativas.
Curioso para saber mais? Acompanhe nossas redes sociais e se inscreva na nossa newsletter.[:]
[:pt]Como potencializar o seu CRM otimizando ferramentas de captação de dados[:]
[:pt]Data is everywhere! Os dados estão por toda parte e em todos os pontos de contato de uma marca com seus clientes. A coleta e tratamento dessas informações é uma tarefa árdua, que demanda muito tempo e alinhamento dos times de data services. A boa notícia é que já existem softwares que facilitam e otimizam esse trabalho e podem fazer toda diferença na hora de gerir e utilizar os dados dos seus clientes.
Um estudo feita pela Forbes mostra que as empresas utilizam cerca de 16 diferentes ferramentas para coletar e tratar os dados dos seus clientes, chega a cansar só de pensar o trabalho e retrabalho que isso deve dar. Outro estudo, agora feito pela Harvard Business Review, afirma que cerca de 80% do tempo das equipes responsáveis por essas funções é gasto na coleta e tratamento destes dados.
Se hoje entende-se que dados são o novo petróleo, não podemos permitir que seja gasto tanto tempo e dinheiro (porque tempo é dinheiro) para refiná-los. Assim como uma refinaria desenvolveu tecnologia para extração, coleta e tratamento de petróleo e aprendeu a transformá-lo em gasolina de forma ágil e eficiente, já existem tecnologias para captação, tratamento e integração de dados com agilidade e eficiência, transformando-os em inteligência para as corporações, que geram comunicação, personalização e vendas.
Hoje, a coleta e integração dos dados dos clientes dentro das empresas ainda funciona de forma compartimentada, gerando uma enorme grey area entre as equipes, onde as informações não conversam entre si, não falam o mesmo idioma e acabam não sendo estocada no mesmo lugar, e isso é um grande problema, que gera muito retrabalho e níveis de eficiência muito baixos.
A boa notícia é que, compreendendo essa necessidade latente do mercado, empresas de tecnologia já desenvolveram soluções completas para essa problemática, oferecendo ferramentas que sozinhas são capazes de suprir todas essas demandas. Funcionando como um “centro de comando” por onde passam todos os dados oriundos dos clientes, tratando e compreendendo essas informações de forma padrão, essas plataformas são capazes de gerar inteligência com precisão e agilidade jamais antes vistas.
Parece bom demais pra ser verdade, né? Mas pode acreditar que é.
Quer saber mais a respeito? Fica de olho nas nossas redes sociais, que logo iremos apresentar tudo sobre ela, aguardem.. [:]
[:pt]Omnichannel: é melhor ser! [:]
[:pt]Já não é de hoje que o mercado fala bastante a palavra “omnichannel”, mas você sabe realmente ao que o termo se refere?
Omni, vem do latim, significa “todo, inteiro” e channel (canal em inglês), também deriva do latim canalis, que significa canais, logo “todos os canais”. Então qual é a melhor definição de omnichannel? Aquele (cliente ou empresa) que está, que interage, que converte, que se comunica em todos os canais.
O consumidor não é omnichannel desde sempre, antigamente ele consumia apenas em um único canal, a loja física. Com a evolução das tecnologias, novas formas de consumo e pontos de contato com as marcas foram sendo apresentadas aos clientes (desde os vendedores de porta em porta à compra no app), e estes foram transformando o seu comportamento de consumo. Hoje o consumidor é mais omnichannel do que nunca, ele entra em contato com sua marca preferida através de email, e-commerce, push, sms, loja física, aplicativo, e todo e qualquer ponto de contato novo que for oferecido.
Já que o cliente é omnichannel, as empresas também precisam ser, e a compreensão e adaptação a esse novo comportamento são vitais para o sucesso do negócio. Ser uma marca omnichannel beneficia as companhias em diversos âmbitos: otimiza e agiliza soluções dentro das equipes, integra os times, demonstra transparência quanto aos dados integrados, apresenta melhora no atendimento ao cliente e muito mais. E isso reflete em altos índices de recompra, clientes mais interessados, maior impacto nas redes sociais, maior visibilidade de marca, maior quantidade de dados coletados.
Uma pesquisa sobre Omnichannel Marketing Automation de 2019 apresenta números que demonstram a eficiência da adoção dessa estratégia de negócio.
“Todos contra um”
- Empresas que utilizam 3 ou mais canais integrados de contato com seus clientes possuem uma taxa de engajamento e vendas 250% maior do que os que não utilizam
- O ticket médio de clientes que compra em diversos canais de uma marca é 13% maior do que aqueles que interagem com apenas um canal.

- A taxa de retenção de clientes omnichannel é 91%a.a maior.

Em resumo, ser omnichannel é o famoso win-win. O cliente fica mais satisfeito, mais fiel, converte mais e melhor, a empresa engaja o seu cliente, otimiza seus recursos, transforma retrabalho em produtividade e aumenta sua receita, todos ganham.
Fontes utilizadas: Omnisend e ClicZ[:]
[:pt]De que maneira as marcas geram confiança no seu público?[:]
[:pt]O conceito de confiança está geralmente ligado às grandes e tradicionais empresas. Mas quando falamos de novas e disruptivas marcas, surge a pergunta: de que forma elas conseguem gerar confiança no seu público?
A diretora de Marca e Commerce da Kantar Brasil, Luciana Piedemonte, analisou o assunto:
– Ao pensar no conceito de confiança é comum termos em mente imagens de marcas e organizações sólidas, gigantes, antigas ou tradicionais, com uma base de usuários grande e leal. Contudo, diante disso, vêm os questionamentos:
Quais foram os primeiros anfitriões do Airbnb que decidiram deixar estranhos em suas casas à noite? Ou os primeiros passageiros da Uber que decidiram ignorar o que as mães lhes disseram e permitiram que um estranho os levasse para casa?
Afinal, o que as marcas disruptivas fazem para gerar confiança no seu público?
Luciana Piedemonte credita ao princípio dos 3 “is” de confiança: integridade, identificação e inclusão. E explica:
– A estrutura dos 3 “is” – integridade, identificação e inclusão – é baseada em uma pesquisa global da Kantar sobre como e no que as pessoas confiam em nosso mundo cada vez mais imprevisível. Juntos, esses três princípios trazem um novo olhar para a confiança e ao que ela realmente significa atualmente.
Integridade: cumprir o que se promete
A confiança é baseada principalmente em uma percepção de integridade, que é essencialmente sobre fazer o que promete, ser honesto, assumir o controle e recuperá-lo quando as promessas são quebradas.
Ao decidir se deve ou não confiar em algo novo, as pessoas procuram sinais de integridade e que podem servir como heurísticas (processos cognitivos empregados em decisões não racionais) confiáveis na ausência de experiências reais.
As marcas têm se apoiado em autoridades, celebridades, influenciadores e experts para transmitir confiança e credibilidade ao público. Mas muitas dessas heurísticas desmoronaram nos últimos tempos. As pessoas estão aprendendo a lidar com múltiplas versões da verdade, seja no mundo das marcas, ciência, notícias e mídia ou política, e tem havido uma erosão nessa forma de construção de confiança.
A integridade continua sendo a base da confiança e as marcas precisam encontrar novas maneiras de mostrá-la. No entanto, em um ambiente em que ela é mais difícil de avaliar, isso já não é mais o suficiente, concluiu a diretora.
Identificação: estabelecer uma conexão
A identificação é uma das mais poderosas fontes de confiança em tempos de incerteza, e é um aspecto que encontramos repetidamente em nossas conversas com pessoas de todo o mundo.
“Quando os dados, a autoridade ou outras fontes racionais de confiança são questionáveis, as pessoas voltam a confiar em suas emoções. Estamos programados a confiar naqueles que são familiares e semelhantes, com quem compartilhamos valores e metas e que estão ‘no mesmo barco’, que são tão vulneráveis e têm tanto a perder quanto nós”, afirmou Luciana.
A identificação é baseada na capacidade de “ver” alguém, ter acesso ao seu verdadeiro e autêntico “eu”, mesmo que esses “eus” não sejam perfeitos. Entre outras coisas, isso significa criar um rosto humano para a marca e apontar um conjunto de valores que ela suporta.
Uma pesquisa qualitativa realizada pela Kantar revelou que as pessoas apreciam marcas que se posicionam e estão dispostas a “viver seus valores” na maneira como administram seus negócios. Por isso, marcas pequenas e artesanais são, geralmente, mais fáceis de gerarem identificação se comparadas às grandes corporações anônimas.
Nesse sentido, as marcas que passaram de pequenas às grandes são particularmente desafiadas. E ao passar por esse crescimento devem ter consciência do ponto disruptivo que esse novo tamanho as insere, onde a valorização é feita com base em um conjunto diferente de regras.
A ascensão e queda da Uber exemplifica isso claramente. Do pequeno herói que criava viagens acessíveis e renda extra a “pessoas como nós”, a Uber tornou-se uma corporação gigante com a qual ninguém queria identificar-se: acusada por tratamento desumano a motoristas e funcionários, descumprimento de regulação e falta de responsabilidade quanto à segurança dos passageiros. Parte da estratégia de mudança da Uber se concentrou em recuperar o lado humano da marca, na forma de uma promessa pessoal do CEO, bem como colocar seus motoristas como prioridade.
Inclusão: construir um senso de parentesco
Somos “programados” a confiar naqueles que consideramos parentes, naqueles que fazem parte do nosso grupo de alguma forma, seja família, comunidade, país ou mesmo pessoas com valores similares. E é o mesmo pensamento quando se confia em marcas ou organizações. Sentir-se incluído no mundo da marca cria uma experiência de estar do mesmo lado, uma maior receptividade às mensagens e uma disposição para perdoar.
“Inclusão significa que a marca dá algum controle aos seus clientes e pede que eles invistam parte de si mesmos no seu mundo.”
Nós confiamos em nossos parentes porque eles são uma extensão de nós mesmos, e essa relação seria equivalente a um investimento. As comunidades de usuários bem-sucedidas são um exemplo desse tipo de inclusão, para as quais as pessoas contribuem por causa de recompensas intrínsecas.
Um exemplo disso é o processo de seleção do Airbnb, que exige que as pessoas passem por um processo de seleção de várias etapas antes de estarem habilitadas a receber um convidado. Ao criar alguns custos de entrada como a necessidade de prova de identificação, cartão de crédito, fotografia, a marca aumenta o valor da inclusão na comunidade e deixa claro que outros membros do Airbnb passaram pelo mesmo processo e, por isso, são tão confiáveis quanto você.
Ser um usuário do Airbnb exige investir algo pessoal em cada estágio, desde apresentar-se de maneira atraente a um possível convidado, até escrever uma avaliação no final do processo.
E, diante de tudo isso, ao tratar as pessoas como iguais, abrindo mão do controle e convidando a investir algo pessoal, as marcas podem estabelecer um senso de parentesco que gera confiança.
Os profissionais de marketing de diversos segmentos sempre pensaram a confiança como um resultado de terem cumprido uma tarefa com êxito. Mas no cenário atual, em que existe uma crise de confiança, é importante ter uma estratégia proativa para inspirá-la. E os 3 ‘is’ mostram como fazer isso seguindo os princípios simples que fazem um ser humano confiar um no outro, finalizou a diretora de Marca e Commerce da Kantar Brasil.
Fonte: Panrotas[:]

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