O que esperar de uma campanha de SMS?

O smartphone mudou a forma como as pessoas se comportam e se comunicam. Alinhado com a tecnologia, agora tudo pode ser feito na palma da mão, basta alguns toques na tela. A aderência ao dispositivo tem crescido com o passar dos anos: a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) revela que há hoje 230 milhões de celulares ativos no país. Hoje, 49% dos brasileiros que estão online acessam a internet exclusivamente pelo celular. Ao todo, o grupo representa 58,7 milhões de pessoas e mostra como nunca antes os dispositivos móveis foram tão importantes para a presença digital no Brasil. 

Diante desse cenário, surgiu a necessidade das empresas buscarem estratégias de comunicação através do mobile para impactar o consumidor e aumentar a visibilidade da marca.

O canal pioneiro para alcançar o público através do mobile é o SMS. De acordo com a matéria “Key Performance Indicators in SMS Marketing” feita pelo site SMSAPI, 90% das mensagens de texto são lidas em até 3 minutos. E existe um motivo pra isso: o consumidor não desgruda do celular e, mesmo se estiver offline das outras mídias, ele pode ler o SMS. De acordo com um estudo americano, um usuário comum toca no celular, em média, 2.617 vezes ao dia. Por conta do alto alcance através do dispositivo móvel e imediatismo do consumidor, o SMS surge como uma grande oportunidade de canal de comunicação. 

Para que o SMS tenha uma boa performance, é recomendado: 

// Enviar apenas para a base opt-in, para garantir que a audiência contatada tem interesse na comunicação

// Inserir remetente no texto, desta forma é possível identificar a marca no primeiro contato

// Inserir link trackeado, para mapear o interesse do público e garantir a mensuração do resultado

// Inserir palavra-chave, para estabelecer diálogo e garantir a legítima escolha com o consumidor

É importante, também, acompanhar algumas métricas para avaliar os resultados das campanhas enviadas. Mesmo que a operadora não forneça os dados de abertura de SMS, há uma série de outras informações que podem ser avaliadas, como:  

// %Delivered – informação fornecida pela operadora sobre entrega da mensagem. O cálculo para métrica é delivered/sent

// Bounces – mensagens que não chegaram ao destinatário por erro temporário ou permanente. O cálculo para a métrica é bounce/delivered

// CTR – Click Through Rate: Quantidade de cliques sobre o total de envios. O cálculo para a métrica é Clicks/Sent

// Received – Quantidade de respostas através da keyword.

// CR – Conversion Rate: Das sessões geradas, quantas converteram. O cálculo para conversão em e-commerce  é Transações/Sessões
// RPS – Receita por sessão: quanto gerou de receita cada sessão. O cálculo é Receita/ Sessão

A Pmweb desenvolveu um estudo que oferece alguns insights sobre a performance média de campanhas por SMS. Descobriu-se que o percentual de  entrega de SMS é apenas 3% inferior ao do e-mail marketing devido ao volume de soft bounce. Ainda assim, o percentual de entrega está saudável para o canal.  Outra boa notícia é que o CTR de SMS é 9x maior do que e-mail mkt – canal extremamente poderoso para engajamento! O RPE também se destaca: é 2,5x maior que o de e-mail, o que indica  altíssima eficiência para comunicação com o usuário.  

Contudo, embora tenha maior engajamento, SMS tem menor potencial de conversão online do que e-mail mkt. Ao considerar que 100% do tráfego no SMS é mobile, é necessário garantir que no corpo da mensagem tenha um link para direcionamento no site e que ele esteja trackeado, com o site responsivo para garantir boa experiência do usuário com o canal.   O custo por envio do SMS é naturalmente mais elevado que o de e-mail marketing – cerca de 25x maior – o que pode ser um obstáculo para um bom ROI.  

Com isso, para tornar o SMS um canal de resultado, é recomendado usá-lo de forma ainda mais estratégica, com maior segmentação da base como, por exemplo, para campanhas de clientes de alto valor: desta forma, o investimento aplicado é compensado proporcionalmente. Uma outra oportunidade é aproveitar o alto engajamento do canal para enviar campanhas que requerem  urgência: convites e aviso sobre o status de entrega produto, por exemplo.
Por isso, o SMS é de extrema relevância para o contato com o consumidor e, quando alinhado com o melhor planejamento tático, pode trazer resultados relevantes para a marca!
Está preparado para incluir esse canal na sua rotina de envios?   

Este estudo foi desenvolvido pela área de Client Insights da Pmweb.

Fontes:
Estado de Minas, 2019. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/04/26/internas_economia,1049125/brasil-tem-230-mi-de-smartphones-em-uso.shtml
SMSAPI, 2017. Disponível em: https://www.smsapi.com/blog/sms-communication-in-business-2017-key-findings-from-the-report/
Blog Dscout, 2016. Disponível em: https://blog.dscout.com/mobile-touches

Pmweb no Adrian Awards 2019: 4 clientes, 6 troféus e 5 categorias

Ana Fusquine, nossa VP de Hotels, acompanhada dos clientes Heber Garrido (Aviva)
e Márcia Petzold (Plaza).

Na terça-feira, dia 21/01, estivemos pelo 10º ano consecutivo no Adrian Awards, em NYC, para receber seis prêmios para quatro clientes, em cinco categorias. Desde 2010, a Pmweb já recebeu 58 troféus da maior premiação do setor hoteleiro. Neste ano, foram um de ouro, dois de prata e três de bronze para os nossos clientes Othon, Aviva, Plaza Hotéis Resorts SPA e Intercity Hotels. 

Ana Fusquine, VP de Hotels, representou a Pmweb no baile de gala. Segundo ela, para a Pmweb, é uma honra fazer parte desse prêmio com tanta notoriedade, sendo considerado o Oscar da hotelaria mundial. “Concorremos com as melhores iniciativas mundiais e somos avaliados por resultados, o que significa um reconhecimento ao trabalho de toda nossa equipe, que tem muito valor para nós e nossos clientes, pois realmente fazemos diferença nas vendas”, explica.

De acordo com Ana, ninguém na Pmweb esperava bater recordes a cada ano da premiação: “Nunca nos acostumamos com essa sensação gratificante de ser reconhecidos como os melhores em marketing digital, agência mais premiada fora dos Estados Unidos. E todo ano ficamos apreensivos com os resultados e o frio na barriga de estar entre os gigantes mundial”. 

O Adrian Awards é entregue pela Hospitality Sales & Marketing Association International (HSMAI), uma das mais reconhecidas instituições internacionais na hotelaria, e é considerado o Oscar do setor.

Conheça o novo funil de marketing e vendas

Durante décadas, os profissionais de marketing utilizaram o tradicional funil de marketing e vendas, onde os clientes começam no topo e emergem. Nós criamos e otimizamos conteúdo e experiências para os diferentes estágios deste funil e testamos uma infinidade de ferramentas e táticas para maximizá-lo. Mas adivinhe o que? Em algum lugar ao longo do caminho, à medida que mais e novos canais e táticas de marketing digitais surgiram, este simples funil linear parou de funcionar. O funil de marketing que conhecemos acabou.

Mas os comerciantes não precisam se desesperar. Um novo funil de marketing surgiu e mescla fases de pré-compra e pós-compra para apresentar uma visão completa de todo o ciclo de vida do cliente. As jornadas de clientes multi-canal, multi-touch e multi-caminho são a composição do novo funil de marketing.

Os profissionais de marketing devem conhecer a jornada completa do ciclo de vida do cliente, e não apenas pensar em pontos de contato ao longo do caminho. O objetivo final não é mais simplesmente converter um lead em um cliente, trata-se de maximizar o valor dos clientes leais.
Ao contrário do funil tradicional, neste novo estudo, os leads podem entrar em qualquer fase. Eles podem interagir com as marcas através de uma ordem aleatória, sem um fluxo ou conexões, porque cada jornada é única e personalizada. Esta é a nova era do marketing do ciclo de vida do cliente. E vale lembrar, que o marketing por e-mail continua sendo um canal líder em todas as etapas deste novo funil.
O maior desafio é entregar jornadas multicanal, personalizadas e relevantes que falem sobre as necessidades e desejos únicos dos clientes potenciais. Você está pronto para o desafio?
Artigo traduzido de Campaign Monitor.

Seu negócio está preparado para a LGPD?

Inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), da União Europeia, a LGPD foi sancionada em 2018 e a previsão para entrar em vigor em agosto deste ano. A Lei estabelece definições a respeito de dados pessoais, dados pessoais sensíveis, controle, processamento, consentimento, anonimização, entre outras. Confira abaixo as principais ideias da LGPD.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem como objetivo fazer com que as empresas públicas e privadas regulamentem o tratamento e armazenamento de dados pessoais e sensíveis dos clientes. O não cumprimento da lei 13.709 implica em penalidades desde advertências até multas milionárias.  

Todas as empresas que façam coleta e utilização de dados de clientes e usuários, aplicativos e aplicações estão sujeitas as adequações da lei. Por isso é importante começar os processos já nos primeiros meses do ano para adequar a sua empresa à LGPD.

De acordo com o site Direito Para Tecnologia, a Lei Geral de Proteção de Dados tem como premissa: 

// Proteger os dados pessoais 
// Garantir o consentimento do usuário 
// Anonimizar os dados 
// Adaptar nos conformes jurídicos

// Proteger os dados pessoais 
No âmbito da LGPD, dados pessoais são informações relacionadas à pessoa física identificada ou identificável. Esta última palavra requer atenção porque, às vezes, os dados não identificam a pessoa diretamente, mas possibilitam que haja essa identificação por outros meios. Por exemplo:

  • Cookies gerados na navegação do site;
  • Número do cartão de crédito;
  • IP do computador 

Já os dados pessoais identificados são: 

  • Nome;
  • Endereço;
  • RG;
  • CPF;
  • Números de telefone;

// Garantir o consentimento do usuário
Uma das premissas da LGPD é garantir que o indivíduo seja o detentor dos seus dados, colocando-o no centro da conversa com a empresa para que tenha direitos de escolha sobre suas informações.  Por isso, recomendamos:

  • Manter a Política de Privacidade atualizada, com linguagem clara e objetiva e de fácil acesso para consulta; 
  • Coletar o opt in da base de contatos, com reforço periódico através de campanhas na régua de comunicação e disponibilização de central de preferência quanto à comunicação entre a empresa e o cliente;
  • Garantir que o cliente tenha acesso aos dados que foram coletados, de modo que possa excluí-los, alterá-los e modificá-los. 

// Anonimizar os dados
Ainda de acordo com o site Direito para Tecnologia,  uma vez que coletado o opt-in, o usuário tem o direito de optar por desvincular os seus dados de compra junto à empresa (como por exemplo: transação, receita, produto adquirido, entre outros.) a seus dados pessoais.

Para tanto, é necessário que a empresa  garanta a desassociação das informações pois, com isso, o dado perde a característica de dado pessoal. Essa situação acontece, por exemplo, quando uma empresa não tem mais o consentimento da pessoa física para tratar os dados dela, mas usa um recurso para permanecer com parte daquela informação, porém, sem manter a identificação do titular.

// Adaptar nos conformes jurídicos
Na relação entre a empresa (receptor dos dados) e parceiros (processador dos dados) é importante revisitar o contrato entre as partes para garantir que haja atualização e reestruturação de processos. Outros pontos que merecem destaque nessa relação são: 

  • Garantir o compartilhamento de dados de forma segura por meio de um SFTP (SSH File Transfer Protocol) e nunca por email e clouds.
  • Assegurar que exista um processo seguro para gestão de senhas e acessos.

Embora a  empresa seja responsável pela reestruturação interna dos dados, reorganização de políticas de privacidade e contratos para garantir a segurança das informações, a Pmweb pode ajudá-la com estratégias como a captação de opt-in e boas práticas de envio que garantem o legítimo interesse do usuário.

Fontes: 
Estadão:https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/lgpd-entenda-o-que-e-a-lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais/
Direito para Tecnologia:  https://direitoparatecnologia.com.br/quando-a-lgpd-entra-em-vigor/
Site Ware: https://www.siteware.com.br/qualidade/lgpd-e-gdpr/


Black Friday vs Cyber Monday

Dois dos maiores dias de compras anuais do mundo, com apenas dois dias de intervalo – mas qual deles tem as melhores ofertas?

O maior fim de semana de compras do mundo é dominado pela Black Friday e pela Cyber ​​Monday. A menos que você esteja morando debaixo de uma pedra há alguns anos ou faça o possível para evitar compras, provavelmente está ciente sobre o que são esses dois dias.

Dias 29 de novembro e 2 de dezembro deste ano, os dois dias mais importantes dentre todos que envolvem os descontos de Black Friday. serão repletos de ofertas de todo tipo de produto e abrangendo todos os segmentos de mercado – incluindo, é claro, os eletrônicos. Embora também hajam ofertas no sábado e no domingo, você pode esperar as melhores ofertas e descontos durante os dois dias principais dos eventos, sexta e segunda-feira.

Então, o que você precisa saber sobre a Black Friday e a Cyber ​​Monday? Quais são as diferenças entre elas? E qual oferecerá as melhores ofertas?

O que é a Black Friday?

Realizada na sexta-feira após o Dia de Ação de Graças (neste ano sexta-feira 29 de novembro) a Black Friday é considerada, e apoiada por estatísticas, como um dos dias de compras mais movimentados do ano, tanto online quanto nas lojas físicas.

E porque o nome? A data era tradicionalmente o início da temporada de compras de Natal, quando os varejistas esperavam sair do “vermelho” (prejuízo) e passar para o “preto” (lucro), daí a Black Friday.

O que é Cyber ​​Monday?

O parceiro de crime da Black Friday é sempre a segunda-feira seguinte. A Cyber ​​Monday não é apenas uma continuação dos descontos da Black Friday, ela também possui algumas características próprias.

O termo ‘Cyber ​​Monday’ foi cunhado por Scott Silverman e Ellen Davis, da Federação Nacional do Varejo, em uma tentativa de incentivar as pessoas a fazer compras online durante o evento da Black Friday. Isso foi em 2005, quando as pessoas ainda precisavam desse tipo de incentivo!

Então, qual é a diferença entre elas? Uma das maiores diferenças entre as datas é como são priorizadas as ofertas nas lojas off e online. A Black Friday costumava ser bastante tradicional, a maioria das compras eram feitas na loja, enquanto, como o próprio nome sugere, a Cyber ​​Monday se concentrava em vendas online, garantindo o título de maior dia de compras online do mundo. No entanto, a realidade nos dias atuais, na era da conveniência, é que as duas datas já são enormes para compras online.

Black Friday vs Cyber ​​Monday:

Quais são as melhores ofertas? Os descontos em produtos relacionados à tecnologia são grandes nos dois dias e durante o fim de semana, mas se você estiver procurando algo grande – digamos, uma TV ou um laptop -, então sua melhor aposta é provavelmente a Black Friday, que é quando itens mais caros geralmente recebem os maiores descontos.

Enquanto isso, a Cyber ​​Monday é normalmente considerada melhor para pechinchas de roupas, com algumas marcas e varejistas de moda que devem oferecer descontos em todo o site, em vez de descontos específicos para cada item.

Invariavelmente, outro motivo para comprar na Black Friday em vez da Cyber ​​Monday é o estoque. Varejistas como a Amazon tendem a reservar grandes estoques para os produtos que esperam vender durante o fim de semana.

Nosso conselho: se você encontrar algo que deseja com um desconto com o qual está satisfeito, compre-o, pois o estoque pode ser limitado.

Também vale a pena analisar quais são as ofertas de tecnologia existentes agora e nos preparativos para esse fim de semana.

Fonte: What HiFi

Pmweb Hit The Road no Web Summit 2019

O Hit The Road, é uma experiência proporcionada pela Pmweb onde integrantes da nossa equipe, juntamente com um time de clientes viajam para uma imersão nos eventos de tecnologia de maior relevância mundial. Esse ano completamos 10 edições de HTR e estivemos presentes no Web Summit 2019 em Lisboa – Portugal, consumindo ao máximo tudo que o evento nos apresentou. Confira abaixo os highlights e números que trouxemos sobre a conferência.

Considerada a maior conferência de tecnologia do mundo¹, o Web Summit teve sua 11ª edição na semana passada em Lisboa – Portugal, e como já era esperado, o evento foi um sucesso absoluto. 

Durante os 4 dias do evento, 70.469 participantes (dos quais 46% eram mulheres) de 163 países presenciaram 1206 palestrantes divididos entre 22 palcos, que falaram sobre as principais tendências da tecnologia mundial, discutiram o futuro do planeta e realizaram conexões que gerarão muitos novos negócios e soluções. 


Ao todo, 2150 startups tiveram a oportunidade de apresentar seu trabalho para 1200 investidores de tecnologia, durante o evento que foi coberto por 2.526 jornalistas, um dos maiores números de profissionais da imprensa reunidos em uma conferência já registrados.

Os principais palestrantes que participaram do evento, abordaram questões de relevância indiscutível para o futuro da tecnologia, do meio ambiente, da economia global, entre diversas outras.
Confira o que foi destaque:

Edward Snowden e a crítica aos gigantes tecnológicos

Foto: Francisco Pereira

“O que você faz quando as instituições mais poderosas da sociedade se tornam as menos confiáveis para a sociedade?”, perguntou Edward Snowden durante a abertura da conferência.
Famoso por ter denunciado o esquema de vigilância da NSA em 2013, o analista afirma “o sistema torna as populações vulneráveis para o benefício dos privilegiados”.

A Chinesa Huawei e a internet 5G

Imagem: Luís Barra / Visão

Guo Ping, presidente da Huawei, não falou sobre polêmicas, o foco do gestor foi reforçar que “quem se juntar ao 5G vai sair ganhando”.
O líder chinês apresentou as vantagens da tecnologia 5G, que pode ser utilizada em diversas aplicações, desde “aproximar a distância entre aparelhos e nuvens”, a “aumentar segurança no ambiente de trabalho”, e até para “diagnósticos médicos”. A Coreia do Sul já atingiu um milhão de usuários de 5G em apenas 60 dias e dez países já operam a tecnologia comercialmente.

Google anuncia programa de aceleração para startups de impacto social

Imagem: Vaughn Ridley/Web Summit

Kate Brandt, Diretora de Sustentabilidade da Google, apresentou no evento o novo programa de aceleração para startups focadas em sustentabilidade. O objetivo da iniciativa é disponibilizar acesso a informação, financiamento e apoio técnico a empresas que queiram desenvolver estratégias para combater o desperdício de alimentos, o aquecimento global e a pobreza.

10 frases do Web Summit 2019 por Augusto Rocha

Nosso VP de Marketing e Vendas Augusto Rocha, participou do evento pela terceira vez e em meio a tantos insights e conteúdos incríveis, elencou 10 frases que foram ditas na conferência e que merecem atenção especial.

“Não são dados que são manipulados, são pessoas” – Edward Snowden

“Em 50 dias estamos entrando não somente em um novo ano, e sim em uma nova década, e na última tivemos quatro grandes avanços, o poder da computação, a migração para nuvem, os dados e a inteligência artificial, e as tendências para a próxima serão, juntar o digital com a computação quântica, somar mais nuvens com inovação de dados, unir o 5G com a ambient computing, e a inteligência artificial somada a inteligência geral artificial” – Brad Smith – Presidente da Microsoft

“Toda apresentação de um CMO deveria começar com os números da empresa, e se não estiver dando resultado, você não deveria estar no palco” – Kristin Lemkau, CMO, JP Morgan Chase

“O que adianta sua campanha de marketing ter diversidade e o seu board não ter nenhuma representatividade” – Zander Lurie, CEO Survey Monkey

“Nós precisamos mudar, tirar o consumidor do centro e colocar as pessoas” – Barbara Coppola, CDO IKEA

“A criatividade e estratégia são mais importantes que o orçamento” – Fernando Machado, CMO Burguer King

“Nós fomos fundados por cientistas da computação, e não por livreiros” – Werner Vogels, CTO Amazon

“Nós não estamos salvando o planeta, nós estamos nos salvando” – Christiana Figueres, Fundaddor Global Optimism

“Queremos ser a maior empresa de digital na moda” – Daniel Grieder, CEO Tommy Hilfiger

“Zuckerberg precisa colocar ações depois de suas palavras” – Margrethe Vestager – Chefe de Competitividade da União Européia

É extremamente saudável e importante que exista esse ambiente que traz novidades tecnológicas e experiências incríveis. Agora vamos acompanhar os desdobramentos de tudo que foi apresentado no evento e aguardar ansiosos pela edição do Web Summit 2020!

1 – The Financial Times./ Euronews
Dados: Web Summit

Rockin’ Tags em 2019

Conquistar o interesse do cliente ou prospect tem sido uma tarefa cada vez mais desafiadora: os consumidores recebem incontáveis impactos por dia nos ambientes online e off-line e, para garantir que a comunicação gere resultados, é necessário ganhar relevância.

No mundo digital, os consumidores deixam rastros dos seus interesses e um dos métodos de mapear o comportamento online e chegar até o usuário é através do behavioral targeting. As Rockin’ Tags – solução de behavioral targeting da Pmweb – capturam dados de busca, navegação, produto no carrinho e venda que podem ser utilizados em campanhas de diversas formas e por múltiplos canais.

A Pmweb desenvolveu um estudo sobre a performance de campanhas de e-mail marketing por Rockin Tags no primeiro semestre de 2019, que demonstrou o impacto dessa estratégia nos resultados. Em comparação com campanhas comuns, e-mails por Rockin’ Tags têm melhor desempenho em todas as etapas:  Open Rate 2x maior, CTR (click through rate) 4x maior e taxa de conversão 3x maior.  A alta performance desde o engajamento até a conversão gera um RPE (receita por email)  21x mais eficiente, resultado ainda melhor que o apontado em estudo do ano anterior –  reflexo do constante investimento em tecnologia e gestão estratégica das Rockin’ Tags.

Principais categorias

As Rockin’ Tags também permitem desenvolver diversas ativações, baseadas tanto no negócio da empresa quanto nas interações feitas no site, como: navegação em uma categoria, desistência de um formulário ou a adição de um produto a uma wishlist. Entre as diversas outras possibilidades, “Abandono de Carrinho”, “Navegação em Produto” e “Baixou de Preço” são as principais campanhas e também as mais comuns.

Abandono de Carrinho é a ação de behavioral targeting que apresenta o melhor desempenho, com taxa de conversão 7x e RPE 34x maiores do que uma campanha comum. Por isso, deve ser prioridade máxima dentro de um programa de e-mail marketing. Campanhas de “Baixou de Preço” também merecem bastante atenção, pois são responsáveis pelo segundo melhor resultado entre as campanhas e geram 24x mais retorno do que um email marketing comum. Essa campanha representa em média de 10% da receita gerada por Rockin’ Tags, mas pode superar 40% dos resultados, dependendo da estratégia de remarcação e prioridade desse tipo ação no negócio.

Vale lembrar que os ganhos com o uso de Rockin’ Tags vão além das campanhas automáticas disparadas a partir do comportamento do usuário. Essa inteligência pode ser levada para as campanhas tradicionais com a aplicação de blocos dinâmicos, personalizando comunicações com grandes audiências e potencializando as chances de clique e conversão. E, como todos os dados podem ser disponibilizados de forma facilitada na plataforma de email marketing, também podem ser usados no desenvolvimento de segmentações e em análises para orientar estratégias.
Outro benefício das Rockin’ Tags é que elas são a base para a identificação do usuário e atribuição de vendas do Context –  a Customer Data Plataform (CDP) da Pmweb –  que permite visualizar o usuário nos canais on e off-line, acompanhar  a  jornada do consumidor omnichannel, o impacto de mídias digitais nas lojas físicas e muito mais.

O investimento em uma estratégia de behavioral targeting gera resultados permanentes para o negócio, mas a chegada da Black Friday e do Natal tornam essa necessidade ainda mais urgente, considerando as projeções de conversão e vendas no período. Quer saber mais sobre como as Rockin’ Tags podem ajudar a sua empresa a alcançar suas metas? Entre em contato com a nossa equipe comercial, através do email comercial@pmweb.com.br.

Fabiana Vieira e Érica Ortiz, Client Insights.

Highlights do nosso workshop de Black Friday 2019

A Black Friday é uma das datas comerciais mais aguardadas pelos consumidores e pelos varejistas do país. Em comparação com 2017, houve um crescimento de 25% no faturamento dos quatro dias
da Black Friday de 2018¹. Um cenário mais conservador, prevê para esse ano um aumento de 4% e, por isso,
é importante ter estratégias bastante alinhadas para garantir os melhores resultados.
Na última semana de setembro, realizamos um workshop com palestras do nosso time e de parceiros convidados, trazendo dicas, tendências e recomendações para auxiliar no planejamento dos nossos clientes para a Black Friday 2019.
E-mail Marketing | Performances e Insights
Na palestra da Érica Ortiz do time de Client Insights, vimos que há uma alta variação de engajamento durante a Black Week (a semana que acontece a Black Friday), com índices de Open Rate menores e percentuais de CTO cada vez maiores. Essa queda no OR se dá pelo alto volume de envios nesse período, mas ainda assim há crescimento no volume total de aberturas. Por isso, não devemos nos preocupar com essa leve queda no OR.
Embora a Black Friday seja uma sazonalidade potente para recuperar as bases inativas, há alguns cuidados que precisão atenção, como:
1. Não enviar e-mails para contatos que já deram opt-out.
2. Segmentar os envios por interesse do público.
3. Fracionar os envios para base de não engajados.
Na última semana de outubro, há um período de queda no faturamento das vendas online. Isso ocorre porque o consumidor está se preparando para a Black Friday e por isso, é recomendado gerar oportunidades para criar estratégias de aproximação com o cliente para evitar essa queda nos resultados.
Uma estratégia de ouro é a aposta em campanhas por behavioral targeting, pois em comparação com desempenho de campanhas entre novembro e outubro, há crescimento em 245% em faturamento e 42% em participação. O tipo de campanha que possui melhor performance é a de carrinho abandonado, onde a participação aumenta em 59% em novembro. São números que demonstram que vale a pena dedicar esforços para campanhas de behaviour targeting.
Outras dicas importantes são:
Garantir estratégias omnichannel, estimulando o comportamento multi canal com experiências no site, app e loja física.
Captar cadastros de clientes nas lojas físicas.
Facilidades no processo de compra do consumidor, como por exemplo: Troque na loja ou Clique e Retire.
Oferecer benefícios como parcelamento de valores e frete grátis.
Entregabilidade | Antes, durante e depois da Black Friday
Para mantermos uma boa reputação de envios de e-mail marketing antes, durante e depois da Black Friday, Marcus Souza contou sobre como é importante utilizar todo o potencial de diferentes segmentações de bases para provar aos ISP’s (provedores de e-mail como hotmail, gmail, yahoo e outros) que somos bons rementes, mesmo com alto volume de envios.
Alguns dos principais fatores positivos que garantem a reputação do remetente são:
1. Interação com e-mail (abertura, clique e encaminhar, por exemplo).
2. Adicionar à lista de contatos.
3. Marcar como “isto não é um spam”.
Já os pontos negativos que comprometem a reputação, são:
1. Reclamações de spam.
2. Soft Bounce e Hard Bounce.
3. Deletar e-mails sem ler.
Antes de iniciar o período de Black Friday, é importante garantir a limpeza dos dados (não enviar para bounces, por exemplo) e desenvolver um planejamento de envio para a base desengajada e inativa.
Durante a Black Friday, é recomendado garantir segmentações e personalizações para aumentar a chance de abertura e demais interações com o e-mail. Por fim, após a Black Friday, é fundamental monitorar e mensurar a reputação e métricas obtidas para garantir o plano de envios com foco em manutenção e recuperação do IP.
CRO | Otimização de conversão e ações ágeis na Black Friday
Melhorar o site para orientar o usuário a tomar uma determinada atitude (compra, cadastro, envio de formulário, entre outros) através de testes A/B e personalizações são estratégias chave para compreender os gatilhos que engajam o consumidor.
Luiz Fernando Bittencourt contou algumas dicas de ouro sobre CRO que podem fazer toda diferença durante a Black Friday, como:
1. Contagem regressiva, para aumentar a expectativa da chegada da grande data.
2. Lightbox de captura de leads, para renovar a base, aumentar o tráfego de clientes identificados no site e garantir leads qualificados.
3. Personalizar todas as páginas do site de acordo com o guide line de Black Friday da marca.
4. Desenvolver testes com alteração de linguagem quanto à abordagem da promoção. O que pode engajar mais o seu cliente: apresentar R$100 de bônus na compra dele ou 30% de desconto?
5. Estimular senso de urgência, como ações como cronometro no carrinho de compras
e check out.
Gostou dessas dicas? Fique ligado nas nossas comunicações que vem muito mais por aí!
1 Fonte: E-commerce Brasil https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/e-bit-nielsen-e-commerce-
fatura-26-bi-alta-de-23-na-black-friday/

As 5 perguntas que os varejistas precisam fazer para construir uma base de clientes fiéis

Hoje em dia, os compradores têm expectativas mais altas do que nunca. Eles estão acostumados com a facilidade de pagamentos, querem comprar on-line e comprar na loja física. Eles tem a opção de receber suas compras em casa no mesmo dia. E se essas expectativas não forem atendidas, eles comprarão em outro lugar.

O que os varejistas devem fazer para garantir que atendem às expectativas cada vez mais altas dos compradores? Aqui estão cinco perguntas que eles deveriam estar se fazendo agora mesmo para ficar à frente da concorrência e construir uma base de clientes fiéis.

1. Estou oferecendo uma experiência de marca omnichannel consistente?

Omnichannel é mais do que a palavra da moda no varejo hoje – é o que os consumidores são e esperam. Uma experiência omnichannel verdadeiramente consistente significa que em todos os canais (na loja, on-line, no celular) a experiência é ininterrupta e sem complicações. Comprando on-line, mas retirando o produto em uma loja física? Não há problema (inovações como o Amazon Lockers tornam isso ainda mais fácil). Iniciando a experiência de compra no seu computador em casa, mas terminando em seu telefone no ônibus? Não é um problema. Retirou sua compra em uma loja diferente da sua localização normal? Missão cumprida. E, à medida que os varejistas se tornam mais cirurgicamente focados na venda omnichannel, é importante olhar além do seu cenário tecnológico e encontrar maneiras de mudar aquele talento de TI para se concentrar nos sistemas voltados para o cliente, em vez de manter os sistemas operacionais internos. Muitos no setor de varejo estão migrando esses sistemas para a nuvem.

2. Estou aprendendo o que meus clientes querem antes mesmo de fazer?

A sugestão on-line “Você pode estar interessado nisso” é onipresente na moderna experiência de compra, e por trás dessa personalização há uma enorme quantidade de dados de clientes. Um relatório recente de tendências de varejo da KPMG chama isso de “varejo profundo” – aproveitando os dados para criar serviços, produtos e experiências personalizadas. Esse nível de personalização possui uma tremenda responsabilidade de proteger a privacidade e os dados pessoais dos clientes. Porém, quando realizado de forma ética e cuidadosa, o “varejo profundo” torna mais fácil do que nunca os clientes encontrarem o que estão procurando (e o que eles não sabiam que precisavam até aquele momento). De fato, experiências personalizadas estão se tornando a regra e não a exceção. Alguns exemplos são os “frequentemente comprados junto de ” da Amazon, ou o Modsy, que permitem que você adivinhe o design de uma sala (e os móveis que você precisa comprar).

3. Por que um comprador deve entrar na minha loja?

Mesmo com a onipresença e a facilidade das compras on-line, os consumidores ainda preferem navegar pelas prateleiras literais, especialmente para comprar roupas e acessórios. A atração pelas lojas físicas ainda é forte, mas a experiência está mudando. O varejo experimental pode trazer nova vida às compras que antes eram obsoletas e pouco inspiradoras. A KPMG chama isso de “varejar”, essa ideia de criar memórias e criar experiências, ao invés de apenas oferecer produtos. Warby Parker é um exemplo: o processo de compra de novos óculos, que já foi uma experiência chata e estéril, é transformado. Os clientes escolhem novas armações elegantes em um espaço meticulosamente projetado, com funcionários gentis ​​e muito bem capacitados. Quando os compradores têm muitas opções na ponta dos dedos, uma experiência memorável deixa uma impressão duradoura e estabelece as bases para a lealdade.

4. Como estou construindo retenção e lealdade com meus funcionários da linha de frente?

Os funcionários da linha de frente são a primeira impressão que seus clientes têm, são e os guardiões da experiência da marca. Eles desempenham um papel fundamental em uma experiência consistente e positiva. Mas a retenção é um desafio e isso se traduz em inconsistência e em uma potencial má experiência. Embora alguma rotatividade seja inevitável devido à sazonalidade e à natureza dos empregos na linha de frente, os varejistas podem melhorar a retenção de seus funcionários de várias maneiras. Investir em oportunidades de aprendizado é fundamental e pode ajudar a abrir portas para o crescimento da carreira na empresa. Por exemplo, 75% dos gerentes de loja do Walmart começaram como associados contratados por hora, o que mostra o poder das oportunidades de treinamento que eles oferecem aos seus associados. Envolver os funcionários em programas de aprendizado personalizados pode fazer uma enorme diferença, tanto para a empresa quanto para o funcionário. Outra maneira de aumentar a retenção é ser o proporcionar uma agenda flexível e o mais simples possível e trabalhar em turnos regulares e estáveis ​​para que os funcionários possam planejar suas rotinas em torno deles. E, em alguns casos, isso está se tornando um requisito, como a lei de “semana de trabalho justa” da cidade de Chicago, exigindo que muitas empresas avisem seus funcionários com duas semanas de antecedência de seus horários de trabalhos.

5. O que mais meus clientes precisam?

A Target comprou a Shipt, a IKEA comprando a TaskRabbit e a Kohl’s alugando espaço em suas lojas para a Aldi e a Planet Fitness são alguns exemplos de varejistas que pensam além da experiência tradicional de varejo. Cada vez mais, eles procuram criar uma plataforma e se tornar um provedor de serviços. A aquisição da Shipt pela Target permite entregar remessas no mesmo dia. A IKEA e o TaskRabbit combinam, de modo que a montagem de uma cômoda pode ser feita por um ajudante contratado, ao invés de causar uma disputa doméstica sobre qual a próxima peça para se encaixar. E os acordos da Kohl com a Aldi e a Planet Fitness ampliam as possibilidades dessas parcerias, criando espaços onde o bem-estar, o entretenimento e as compras combinam. No final, essas colaborações criam mais conexões para o consumidor e dão ao varejista mais poder por meio do modelo de plataforma.

Fonte: Forbes

7 motivos para você estar no controle da sua distribuição

[:pt]A reserva direta é melhor para o hotel e também para o cliente, gera comodidade e proximidade para quem reserva e exclui qualquer intermediário que ganhe uma fatia da reserva.
Elencamos 7 motivos para que o seu hotel seja o protagonista no controle da distribuição.
1 – Viajantes preferem reservar direto:
Um estudo feito pela Phocuswright e pela Criteo realizado com adultos norte-americanos que tinham feito pelo menos uma viagem de lazer a 120 km distantes de casa nos últimos 12 anos, traz os seguintes números: 

Viajantes de lazer se engajam mais com marcas de lazer do que com OTAs:

2 – Você é o dono do seu próprio negócio.
O hóspede é seu cliente
Mesmo que ele tenha comprado por meio de um intermediário, foi na cama do seu hotel que ele dormiu e no restaurante do seu hotél que ele tomou seu café da manhã. Valorize o canal direto e invista para que o hóspede volte. Ofereça vantagens, planos de fidelidade e mostre quem manda na experiência.
3 – Reserva direta é fonte de lucro.
No momento que um intermediário abocanha uma fatia da sua reserva (e geralmente uma fatia expressiva, cerca de 20%) como fazem as OTAs, a reserva direta é claramente uma fonte de lucro muito mais vantajosa do que uma reserva com atravessador.
Oferecer benefícios para os clientes que fazem a reserva diretamente com o hotel é uma boa maneira de incentivar esse comportamento. Web check-in, refeições e wi-fi grátis e até mesmo a possibilidade de reservar um quarto específico são algumas opções.
4 – O cliente é seu, não das OTAs.
A experiência do hóspede
Enquanto OTAs procuram vender o máximo de diárias possíveis, é você que deve se preocupar com todo o resto. A partir do momento em que o hóspede faz o check-in, ele deixa de ser cliente da OTA e passa a ser 100% do hotel, pois é você que fornece os serviços, o conforto e a experiência.
5 – Reservas diretas abandonadas podem ser recuperadas.
Vá atrás do seu hóspede
Não é agradável a sensação de “bola na trave” que carrinhos abandonados causam. Em que parte da compra o cliente desistiu e, porque ele fez isso são os primeiros questionamentos que surgem. Mas nem tudo está perdido e todos sabemos que, por meio de tecnologia, é possível recuperar a venda de maneira individualizada e automática.
6 – Reservas diretas são experiências.
O hoteleiro é dono da hospedagem
Experiência é o que traz recorrência e fidelização. É o que faz a pessoa gostar tanto da marca que valoriza o que é entregue a ela. Após a estada, depende do hotel querer trazer ou não o cliente volta. Trazer o cliente pro centro do negócio é ponto-chave no processo de retenção. Não importa por qual via o hóspede chegou. O importante é que ele volte para manter o ciclo da experiência.
7 – O controle na distribuição já é real.
Construa um relacionamento direto
Em setembro de 2015, a Lufthansa passou a cobrar uma taxa extra de 16 euros sobre todos os bilhetes comprados fora de seu site oficial. Foi um desafio e uma grande ruptura de paradigmas na indústria de viagens.  Não se trata de abandonar intermediários, muito pelo contrário. Eles são importantes, mas não podem ser o principal canal. Tenha o controle da sua distribuição.