[:pt]10 previsões globais para o marketing digital em 2019[:]

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Experiências mobile, vídeos online, transformações digitais, parcerias, chatbots e omnichannel são apenas alguns dos tópicos que serão tendência em 2019. Que outras disrupções vão impactar as estratégias de marketing digital este ano? Confira as previsões de experts de vários países e veja como elas podem influenciar as suas estratégias.

1. Multicanal vai virar omnichannel

Qual é a diferença entre multicanal e omnichannel? Em vez de desenvolver vários canais de marketing separados, o omnichannel é uma abordagem mais sistemática. Seu objetivo é criar um sistema de comunicação unificado. Recursos online, redes sociais e apps mobiles funcionam em conjunto, “pegando” as pessoas na hora e tornando a sua interação com as marcas mais tranquilas e contínuas.
Por exemplo, o programa de fidelidade do Starbucks usa cartões que são ligados aos perfis e contas das pessoas. Elas podem checar e carregar o cartão pelo smartphone ou computador, pelo site da loja, pelo aplicativo mobile ou diretamente na cafeteria. Quando um cliente faz seu pedido pelo app, algoritmos especiais calculam o tempo de viagem até a loja mais próxima para que a sua bebida esteja pronta assim que chegar. Você também pode escolher a trilha sonora da loja, colocando uma música para tocar na playlist do Starbucks.

2. A experiência mobile será cada vez mais importante

Os usuários esperam experiências digitais cada vez melhores e mais rápidas – e o mobile não é exceção. Se você quiser oferecer uma jornada omnichannel aos seus clientes, as plataformas devem se complementar e criar uma experiência tranquila de compra mobile através dos apps e sites. Todo mínimo detalhe pode levar à perda de um cliente: 53% das pessoas saem de sites cujos downloads demoram mais que 3 segundos.
Homepages mais rápidas geralmente levam a mais conversões, e as AMPs (Accelerated Mobile Pages) permitem criar páginas que carregam mais rápido. Você pode ver o funcionamento do seu produto mobile na ferramenta Test my Site, e aproveitar todas as vantagens do AMP nos seus planos de marketing digital para 2019.
“Além da importância da velocidade, oferecer soluções revolucionárias para melhorar experiências no site mobile também é um dos maiores desafios do próximo ano,” diz Zeynep İyigün, editor do Think with Google Turquia.
“A essa altura, os Progressive Web Apps (PWA) oferecem uma solução com tecnologia moderna para desenvolver experiências na web que funcionam tão bem quanto no app”, continua. “Em 2019, as marcas vencedoras serão aquelas que investirem em plataformas mobile para valorizar os usuários.”

3. Chatbots revolucionários

Os bots são cada vez mais usados em todo tipo de interação entre marcas e clientes em potencial. Até 2020, 85% delas serão entre usuários e robôs, segundo a consultoria Gartner.
Até agora, essa tendência não evoluiu muito para preservar os usuários: de acordo com pesquisas do instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar com chatbots em vez dos canais tradicionais de comunicação, com redes de varejo online. Mas a opinião dessas pessoas pode mudar com o surgimento da nova geração de chatbots com inteligência artificial. Eles pedem informações sobre o usuário, entendem a língua falada e conduzem diálogos mais verdadeiros.

10 previsões globais para o marketing digital em 2019
Entre eles, está o chatbot Clare.AI, que processa línguas naturalmente e é capaz de trabalhar como consultor financeiro online. Por sua vez, o igualmente sociável Morph.AI automatiza o SAC. Em um futuro próximo, esse tipo de chatbot vai mudar completamente a percepção popular sobre a comunicação entre empresas e clientes.

4. Vídeos online vão dominar as telas de TV

Em 2019, pela primeira vez, as pessoas vão passar mais tempo online em frente às telas de TV1Até 2020, a média mundial de tempo gasto assistindo a vídeos onlinena tela grande vai chegar a 84 minutos2.
Mas, se o mercado de publicidade de televisão começa a estagnar, todo o orçamento global de produção para publicidade de vídeos online vai crescer 17% em 2019 em relação ao ano anterior. De acordo com o Yahoo, as transmissões ao vivo vão dominar todas as outras tendências de vídeo online, em termos de crescimento anual3.
Vários formatos (reportagens, vlogs, entrevistas, debates) facilitam a adaptação desse tipo de conteúdo para quase qualquer público. A falta de tratamento e montagem diminuem a distância entre as marcas e os usuários, e, o mais importante, suprem o desejo das pessoas por precisão e autenticidade.

5. O boom dos serviços de voz

De acordo com o NPD Group, até o fim de 2019, as vendas de smart speakers vão crescer 50%, e esse mercado chegará a US$ 2,7 bilhões4. Ferramentas de marketing serão integradas a serviços de voz: vamos ver muitos aplicativos de compras por voz, desde deliveries de comida a portais de notícias.
A loja de móveis e decoração H&M Home já lançou um aplicativo que funciona em conjunto com o Google Assistant. Ele dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ajuda a encontrar os produtos adequados no catálogo da empresa. Já no app da Domino’s Pizza, o assistente de voz do Google lembra o usuário do seu último pedido e pergunta se pode repeti-lo – o que ajuda a acelerar o processo.
Enquanto isso, as redes de varejo Asos e Argos lançaram serviços online para reservar produtos usando o smart speaker Google Home ou o assistente de voz do smartphone.

6. Parcerias são empurrões para crescer no varejo

Quando o varejo muda no mesmo ritmo da tecnologia e da digitalização, é essencial inovar e olhar para a próxima oportunidade de negócios. Um jeito de fazer isso é através de parcerias.
De acordo com a consultoria OC&C Strategy Consultants, o desafio dos grandes varejistas vem da rápida expansão de plataformas de varejo. Amazon, Alibaba, eBay, JD.com e Zalando têm crescido muito e balizam a percepção do consumidor do que é bom. E eles investem tanto em tecnologia (US$ 16 bilhões ao ano na Amazon, US$ 5 bilhões na Alibaba) que, até 2025, 60% do e-commerce pode vir de plataformas de varejo5.
Claro, nem todo varejista consegue investir pesado em dados ou tecnologia de personalização. Por isso, fazer parcerias ajuda a atrair os talentos, a tecnologia e os investimentos que permitem ao varejo pegar um ritmo que não conseguiria se estivesse caminhando sozinho. Assim, todas as partes ganham.

7. Personalização com marketing data-driven

Integrar estratégias de marketing data-driven traz vantagens competitivas. “Em 2019 vamos oferecer estruturas acionáveis para esse princípio, compartilhando o que chamamos de ‘modelo 5As de marketing data-driven’: audiência, assets, acesso, atribuição e automação,” diz Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha. “Quando dominarmos esses cinco princípios, as marcas vão se equipar por meio da transformação digital, oferecendo experiências completas para os clientes.”


“Colocar (os consumidores) no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

– Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha

“O marketing sempre colocou o consumidor no centro de tudo que fazemos”, ela explica. “Agora que eles estão hiperconectados, hiperexigentes e hiperimpacientes, colocá-los no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

8. Consolidação de conteúdo offline e online

“Em 2019, esperamos ver mais publicitários da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) tentando consolidar offline e online para facilitar atribuição, mensuração de visitas a lojas e compras programáticas,” diz Tahani Karrar, Content Manager do Think with Google do MENA (Oriente Médio e Norte da África). “Isso foi feito em 2018 pela Landmark Group, um dos maiores varejistas omnichannel dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita. A rede integrou os dados do cartão de lealdade Shukran ao Google Analytics para conectar anúncios onlineàs vendas offline.”
“Na região MENA, campanhas de conteúdo vão deixar de ser uma única peça para se transformar em várias edições de uma variedade de peças mais personalizadas e relevantes para cada pessoa”, explica. “Como resultado, profissionais de marketing digital vão aprofundar a colaboração com creators, influenciadores, especialistas em conteúdo e veículos de mídia para entregar conteúdo com mais qualidade”.

9. A realidade aumentada vai ser amplificada

Recentemente, a realidade aumentada (AR) em marketing digital foi usada principalmente entre marcas de beleza: L’Oreal, Punky Color e Madison Reed usaram aplicativos de AR para maquiagem virtual. Mas, segundo estimativas da Harvard Business Review, os investimentos globais para o desenvolvimento de AR vão passar de US$ 60 bilhões até 20206.
Depois que a IKEA lançou um aplicativo com AR para “encaixar” móveis em ambientes reais, em 2016, outras grandes redes de varejo têm criado opções semelhantes para compras online. Essa tecnologia permite que você “mova” produtos dos catálogos online para a realidade e entenda como esses objetos ficariam na sua casa ou escritório.
Outro exemplo é a Coca-Cola, que criou um aplicativo patrocinado para transmitir corridas da NASCAR em realidade aumentada. O “portal” virtual na tela de smartphones tinha o formato de uma lata gigante, já que a meta da marca de refrigerante era aumentar o loyalty entre fãs de automobilismo, enquanto a NASCAR tinha esperança de atrair millennials para a categoria.

10. O valor do conteúdo personalizado vai aumentar

Pesquisas mostram que o critério mais importante para 86% da audiência online é a confiabilidade das informações. Para os millennials, esse número é ainda maior. Mas em que dados eles confiam?
Em primeiro lugar, são informações vindas de outros usuáriosReviews de produtos, fotos e vídeos permitem que sua marca atinja um público amplo, ofereça alta credibilidade e aumente a lealdade dos clientes. De quebra, isso ainda sai bem mais barato do que fazer conteúdo tradicional.
Por exemplo, na véspera da Copa do Mundo na Rússia, a Copa90 Media fechou uma parceria com o Snapchat. O resultado foram atualizações diárias com conteúdo gerado pelos usuários, construídos de modo a passar ao público em geral a sensação de estar dentro do estádio. Como resultado, a Copa90 conseguiu atrair 31 milhões de usuários únicos.

Fonte: Think With Google

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[:pt]Relatório Mary Meekers: o mundo físico e digital cada vez mais conectados[:]

[:pt]O relatório da KPCB by Mery Meekers Internet Trends 2018 trás um estudo visivelmente aprofundado sobre a evolução da internet, tecnologias e tendências para o futuro da sociedade global e econômica observados através de um viés atrelado à tecnologia. O relatório trás dados de diversos produtos e serviços, observados através de várias décadas, como a aderência da sociedade à eles e o crescimento (ou não) do consumo.
Separamos alguns tópicos importantes que demonstram em pontos específicos o objetivo deste abrangente estudo.

1 – Venda de smartphones para de crescer

Como demonstra o gráfico abaixo, a venda de smartphones parou de crescer desde 2010, conforme mostra a linha vermelha. No entanto, ainda são comercializados cerca de 1.5 bilhões de novos celulares todos os anos.

2 – Metade do planeta está conectado

Uma em cada duas pessoas do mundo utiliza internet. A penetração nas redes sociais também é bastante grande, chegando a 36% das pessoas. Para muitos, redes sociais são o que resumem a sua utilização da internet. 
 

3 – Aumento expressivo do uso de WiFi

Sistemas de WiFi mais simples, conexão disponibilizada pelo poder público nas cidades e roteadores que já possuem modems internos contribuem para uma adoção cada vez maior do WiFi.

4 – A crescente desenfreada dos mensageiros pessoais

Os mensageiros pessoais como WhatsApp, Facebook Messenger, We Chat e outros, estão dominando a comunicação entre usuários, tomando lugar do e-mail, voz e redes sociais. Hoje são utilizados para o envio de fotos, documentos e diversas outras ações além de apenas a troca de mensagens.

5 – Chegou a vez dos assistentes de voz

A inteligência artificial e o machine learning dos assistentes pessoais comandados por voz prometem ser uma grande mudança no futuro da tecnologia nos próximos anos. Não é à toa que as grandes empresas do ramo investiram e seguem investindo grandes quantidades de dinheiro e tempo no desenvolvimento dos mesmos. Amazon, Google e Apple concorrem pela liderança desse mercado. No momento, o Google está na liderança com o assistente pessoal mais evoluído, tendo uma capacidade de compreensão de palavras de aproximadamente 95%, muito próximo do entendimento de um humano.

6 – Investimento em tecnologia se paga, e muito!

O valor de mercado das empresas de tecnologia nunca foi tão alto, não é surpresa que as principais (Amazon, Microsoft, Apple e Google) estão constantemente trocando posições entre as empresas mais valiosas do mundo. Com crescimento sólido e milhões ou até mesmo bilhões de usuários utilizando seus produtos a tendência é que elas se mantenham sólidas e superavitárias, dado o incremento do investimento em inovação destas empresas.

7 – A dupla Google e Facebook agora concorrem com mais um player gigante: a Amazon

Era comum apontar Facebook e Google como os gigantes desta indústria, mas agora é preciso mencionar a Amazon, toda vez que se pensa neles. A empresa vêm apostando alto e investindo pesado em diversas frentes tecnológicas. Ela possui um grande diferencial frente ao Google, pois, além de encontrar o produto que o usuário procura, ela vende esse produto diretamente da sua base, já seu concorrente, encontra o produto, mas é um terceiro que realiza a venda. De acordo com o gráfico a seguir, nunca os usuários utilizaram tanto a Amazon para começar sua busca por algum produto.

8 – A fidelização do cliente: uma tecla cada vez mais apertada nas empresas

Conquistar a confiança e a fidelidade do cliente (Customer Lifetime Value – CLV) se mostra cada vez mais importante na medida em que o custo de aquisição de novos clientes (Customer Aquisition Cost – CAC) cresce. Já se comprovou que manter um cliente fiel é mais barato e mais vantajoso do que conquistar um novo. Uma forma eficiente que está ganhando bastante aderência é oferecer algum tipo de programa de assinatura, que oferece vantagens ao cliente e engaja ele à marca.

9 – Compras pelo celular, será esta uma nova forma de entretenimento?

O crescimento expressivo de compras feitas através do celular, demonstra que esse pode ser um novo hábito dos usuários de smartphones, e parece que essa moda veio para ficar. O Alibaba, assim como a Amazon é para os americanos, se tornou a maior plataforma de compras da China e tem conquistado espaço internacionalmente à passos largos.

Números do Alibaba fora da China

10 – Tecnologia cada vez mais veloz e disruptiva: adoção imediata do público

Que a tecnologia gira cada vez mais rápido nós já sabemos, mas é muito interessante enxergar em números a utilização de diferentes tecnologias inventadas ao longo dos anos, como as pessoas aderem à elas e como isso logo passa a ser parte do seu dia a dia.
Esses foram apenas alguns dos tópicos abordados em um dos relatórios mais completos e aguardados já feitos pela Mary Meekers. Para ter acesso ao material completo de quase 300 slides clique aqui.
Fonte: KPCB – Internet Trends 2018
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[:pt]Mobile e-mail marketing: acerte nas campanhas[:en]Mobile email marketing: a new focus for your campaigns[:es]Mobile email marketing: hazlo bien en las campañas[:]

[:pt]Entre todas as transformações que testemunhamos no comportamento do consumidor ao longo dos últimos anos, não há como negar o protagonismo do mobile. No e-mail marketing não poderia ser diferente: a participação do mobile vem crescendo e tomando o lugar do desktop como plataforma líder. Confira os dados que selecionamos para amparar seu planejamento estratégico.
A média de acessos à internet em dispositivos móveis ultrapassou o desktop em 2016 e esse é apenas o começo. A realidade do consumidor é omnichannel e não nos permite tratar os pontos de contato com a marca isoladamente. As marcas precisam estar onde o cliente está, na hora certa e com a mensagem certa. E para tirar o máximo proveito da estratégia multicanal, uma das ferramentas essenciais é o e-mail.

Inbox

Não há ferramenta mais valiosa do que o e-mail marketing bem executado: primeiro por sua tendência a gerar mais ROI do que qualquer outro canal digital, incluindo SEO e mídias sociais; segundo porque o e-mail pode amplificar a força de outros canais digitais, seja via campanha de abandono de carrinho ou redirecionando o cliente a vídeos nas redes sociais da marca.
Além disso, a plataforma é a mais completa quando falamos em pontos de contato durante a jornada do consumidor: desde a navegação no site até retenção e relacionamento. Campanhas automatizadas de lifecycle marketing que acompanham o cliente em sua trajetória, utilizando uma comunicação personalizada e relevante, são fundamentais para aumentar o lifetime value e gerar engajamento com a marca.
A partir de um levantamento de dados de envios feitos pela Pmweb, foi possível acompanhar o crescimento de 5% na taxa de abertura e 25% na taxa de cliques via mobile, comparado a desktop e tablets de 2015 a 2016.

Esse crescimento é uma declaração do protagonismo do mobile. De acordo com o E-mail Statistics Report, 2014-2018 do Radicati Group, é esperado que até o final de 2018 os usuários de e-mail móvel deverão totalizar mais de 2,2 bilhões a nível global, representando 80% do volume total de usuários. Sim, oitenta por cento.

Powerful data

Enviar e-mails responsivos não é mais um diferencial: é uma necessidade para toda marca que quiser seguir relevante. Os templates responsivos são um guia essencial para um bom desempenho em qualquer campanha e a versatilidade das  opções disponíveis possibilita um nível de personalização que justifica o aumento nos cliques indicados pelas estatísticas. Mas mobile não é tudo a mesma coisa, precisamos saber com quem estamos falando antes de fazer qualquer disparo para a base. De onde meu cliente acessa e quanto tempo tenho para conquistá-lo?
Entre os dispositivos mais utilizados, o iPhone lidera com 60% do volume, sendo a plataforma mais popular no espaço de e-mail móvel, seguido pelo Apple iPad (21%) e Google Android (18%). Os usuários da Apple são os leitores de e-mail rápidos, lendo seus emails por até 3 segundos via Ipad e Iphone. Ou seja: você tem até 3 segundos para se fazer interessante. Entende por quê não há espaço para campanhas não-responsivas?
Falando em tempo, descobrimos que as respostas enviadas por smartphones são 54% mais rápidas do que as enviadas via desktop, apresentando um tempo médio de resposta de apenas 28 minutos, seguido pelo tablet com 57 minutos e, finalmente, desktops com 62. Existe um senso de urgência na interação com o mobile, podendo resultar em maior engajamento e conversão se a mensagem certa for utilizada.
Além disso, ainda que tamanho não seja documento, as respostas enviadas a partir de dispositivos móveis são 60% mais curtas do que as enviadas dos desktops. Respostas via mobile têm um comprimento médio de 20 palavras, seguidas por tablet com 27 palavras e de desktops com 60 palavras (Yahoo).
Em suma: e-mails adaptados à leitura mobile oferecem à marca uma oportunidade única de conectar-se com estes usuários rápidos, interativos e sem tempo a perder. Aproprie-se dos dados fornecidos pela sua base para não cometer os erros que mais aborrecem os usuários: receber e-mails demais (44%), conteúdo não-relevante (37%), experiência ruim com botões (32%) e falta de responsividade (21%). Sua empresa tem ouro no banco de dados. Acione este tesouro para entregar uma verdadeira experiência de valor na caixa de entrada do seu (futuro) cliente.
E não se esqueça, e-mail é uma das ferramentas chave para aumentar a conversão e o engajamento. SMS, push e mídia também devem ser considerados para acompanhar a jornada do consumidor de forma fluida e relevante.
 [:en]Among all the transformations we have witnessed in consumer behavior over the last few years, there is no denying the role of the mobile. In email marketing could not be different: the participation of mobile has been growing and taking the place of the desktop as the leading platform. Check the data we have selected to support your strategic planning.
Average internet access on mobile devices has surpassed the desktop in 2016 and this is just the beginning. The reality of the consumer is omnichannel and does not allow us to treat the points of contact with the brand alone. Brands need to be where the customer is, at the right time and with the right message. And to get the most out of multichannel strategy, one of the essential tools is email.

Inbox

There is no tool more valuable than well-executed email marketing: first because of its tendency to generate more ROI than any other digital channel, including SEO and social media; Second because e-mail can amplify the strength of other digital channels, either through a cart abandonment campaign or by redirecting the customer to videos on the brand’s social networks.
In addition, the platform is the most complete when we talk about points of contact during the journey of the consumer: from site navigation to retention and relationship. Automated lifecycle marketing campaigns that accompany the customer in their path, using a personalized and relevant communication, are fundamental to increase the lifetime value and generate engagement with the brand.
Based on a survey of upload data made by Pmweb, it was possible to track the growth of 5% in the opening rate and 25% in the clickthrough rate via mobile, compared to desktop and tablets from 2015 to 2016.

This growth is a declaration of the mobile protagonism. According to the E-mail Statistics Report, 2014-2018 of the Radicati Group, it is expected that by the end of 2018 mobile e-mail users will total more than 2.2 billion globally, representing 80% of the total volume Of users. Yes, eighty percent.
Powerful data
Sending responsive e-mail is no longer a differential: it is a necessity for every brand that wants to remain relevant. Responsive templates are an essential guide to good performance in any campaign, and the versatility of the options available enables a level of customization that justifies the increase in clicks indicated by the statistics. But mobile is not all the same, we need to know who we’re talking to before we do any firing to the base. Where does my client access and how long do I have to get it?
Among the devices most used, the iPhone leads with 60% of the volume, being the most popular platform in the mobile e-mail space, followed by Apple iPad (21%) and Google Android (18%). Apple users are fast e-mail readers, reading their emails for up to 3 seconds via Ipad and Iphone. That is: you have up to 3 seconds to make yourself interesting. Do you understand why there is no space for non-responsive campaigns?
Talking back, we found that the responses sent by smartphones are 54% faster than those sent via the desktop, with an average response time of only 28 minutes, followed by the tablet with 57 minutes, and finally, desktops with 62. There is a sense of urgency in mobile interactions, which may result in greater engagement and conversion if you send the right message.
Also, even tho size isn’t everything, responses sent from mobile devices are 60% shorter than those sent from desktops. Responses via mobile have an average length of 20 words, followed by a tablet with 27 words and 60-word desktops (Yahoo).
In short: e-mails adapted to mobile reading offer the brand a unique opportunity to connect with these fast, interactive and time-consuming users. Take advantage of the data provided by your database to avoid making the most annoying users: receiving too many emails (44%), non-relevant content (37%), poor button experience (32%) and lack of Responsiveness (21%). Your company has gold in the database. Activate this treasure to deliver a true value experience in your (future) client’s inbox.
And do not forget, email is one of the key tools to increase conversion and engagement. SMS, push and media should also be considered to accompany the consumer journey in a fluid and relevant way.[:es]Entre todas las transformaciones que hemos visto en el comportamiento del consumidor en los últimos años, existe en negar el papel del móvil. En el marketing de correo electrónico no podría ser diferente: la participación de la telefonía móvil ha ido creciendo y tomando el lugar del escritorio para la plataforma líder. Compruebe la fecha hemos seleccionado para apoyar su planificación estratégica.
Acceso a Internet promedio en los dispositivos móviles ha superado el escritorio en 2016 y esto es sólo el principio. La realidad es omnichannel del consumidor y no permite que nosotros tratamos a los puntos de contacto con la marca por sí sola. Las marcas necesitan estar donde el cliente es, y al equipo adecuado con el mensaje correcto. Y para obtener el máximo provecho de la estrategia multicanal, una de las herramientas esenciales es el correo electrónico.

Bandeja de entrada

No es la herramienta más valiosa que el marketing por correo electrónico bien ejecutada: en primer lugar, debido a su tendencia a generar más retorno de la inversión que cualquier otro canal digital, incluyendo SEO y medios de comunicación social; En segundo lugar porque el correo electrónico puede amplificar la fuerza de otros canales digitales, ya sea a través de la campaña de abandono de carritos o redirigiendo el cliente a los vídeos en las redes sociales de la marca.
Además, la plataforma es el más completo Cuando hablamos de puntos de contacto durante el viaje del consumidor: desde la navegación del sitio para la retención y la relación. ciclo de vida de las campañas de marketing automatizado Que acompañar al cliente a su paso, utilizando una comunicación personalizada y relevante, son fundamentales para aumentar la participación y el valor de toda la vida con la marca genere.
Basado en una encuesta de Pmweb hecha por carga de datos, fue posible realizar el seguimiento del crecimiento de 5% en la tasa de apertura 25% y en el porcentaje de clics mediante dispositivo móvil, de escritorio y tabletas En comparación con 2015-2016.

Este crecimiento es una declaración del protagonismo móvil. De acuerdo con el informe de correo electrónico Estadística, 2014-2018 del Grupo Radicati, Que se espera para finales de 2018 usuarios de correo electrónico móvil se completa en todo el mundo más de 2,2 mil millones, que representa el 80% del volumen total de usuarios. Sí, el ochenta por ciento.

Powerful data

El envío de correo electrónico de respuesta ya no es un diferencial: es una necesidad para cada Que marca quiere seguir siendo relevante. las plantillas de respuesta son una buena guía esencial para el rendimiento en cualquier campaña, y la versatilidad de las opciones disponibles Habilita el nivel de personalización que justifica el Incremento de clics indicado por las estadísticas. Pero móvil no es todo lo mismo, necesitamos saber quién estamos hablando de antes de hacer cualquier tiro a la base. ¿De dónde viene mi acceso de los clientes y cuánto tiempo tengo para conseguirlo?
Entre los dispositivos más utilizados, el iPhone lidera con el 60% del volumen, siendo la plataforma más popular en el espacio de correo electrónico móvil, seguido por el iPad de Apple (21%) y Google Android (18%). Los usuarios de Apple son lectores de correo electrónico rápido, la lectura de sus mensajes de correo electrónico para un máximo de 3 segundos a través de Ipad y Iphone. Es decir: tiene un máximo de 3 segundos para hacerse interesante. ¿Entiendes por qué existe el espacio para las campañas que no responden?
Hablar de nuevo, se encontró que las respuestas se envían por los teléfonos inteligentes 54% más rápido que aquellos enviada a través del escritorio, con un tiempo de respuesta promedio de sólo 28 minutos, seguido de 57 minutos con la tableta, y, finalmente, con el escritorio 62. Hay una sentido de urgencia en las interacciones móviles, lo que puede resultar en un mayor compromiso y la conversión si envía el mensaje correcto.
Además, incluso aunque el tamaño no lo es todo, las respuestas se envían desde dispositivos móviles 60% más cortos que los enviados desde el escritorio. Respuestas mediante dispositivo móvil tienen una longitud media de 20 palabras, seguido de la pastilla 27 con palabras y palabras escritorios 60 (Yahoo).
En resumen: adaptado a la lectura de correo electrónico móvil ofrecer a la marca una oportunidad única para conectar con los usuarios Estas rápidas, interactivos y que consumen mucho tiempo. Aprovechar los datos proporcionados por la base de datos para evitar que los usuarios más molestos: recibir demasiados mensajes de correo electrónico (44%), el contenido no relevante (37%), la falta de experiencia de botón (32%) y la falta de capacidad de respuesta (21%) . Su empresa tiene oro en la base de datos. Activar este tesoro para proporcionar una experiencia real valor en su (futura) bandeja de entrada del cliente.
Y no se olvide, el correo electrónico es una de las herramientas clave para aumentar la conversión y el compromiso. SMS, empuje y medios shouldnt considerarse también para acompañar el viaje del consumidor de una manera fluida y relevante.[:]