[:pt]Existem dois tipos de empresas: as que desistem dos clientes e as que lucram. Uma base de consumidores esquecida representa uma perda significativa de dinheiro: pelo custo de aquisição desses clientes e também pelas perdas de oportunidades de recompra. A segunda venda é aquilo que difere receita e lucro.
Para reativar a base de clientes, uma das ferramentas mais baratas e efetivas é o e-mail marketing. Às vezes o consumidor precisa de uma ajuda, um empurrãozinho, e é isso que fará a diferença entre o envio da campanha de e-mail do carrinho abandonado e a de review de produto. Vai depender de quão amadurecida é a estratégia de lifecycle da sua marca, que deve começar do início, do básico, da régua de relacionamento chamada boas-vindas, ou welcome.
A próxima etapa pode consistir em algumas estratégias de recuperação de vendas e pós-vendas, que devem fazer parte das rotinas da sua empresa. E a tecnologia tem o papel principal nessa missão.
Nosso time organizou três dessas estratégias, com cases de sucesso, para mostrar que tudo isso é factível e dá retorno. Um ótimo retorno!
Abandono de carrinho
Não é agradável a sensação de “bola na trave” que carrinhos abandonados causam. Em que parte da compra o cliente desistiu e por que ele fez isso são os primeiros questionamentos que surgem.
Mas nem tudo está perdido e todos sabemos que, por meio de tecnologia, é possível recuperar a venda de maneira individualizada e automática. Esse e-mail pode ser o pontapé que faltava para o cliente fechar o negócio. Além disso, se bem construído, tal régua de relacionamento não vai só garantir a receita, mas também mostrar ao cliente que ele é importante para você.
As Lojas Colombo, após implementar o programa de carrinho abandonado por e-mail, usando a plataforma Oracle Responsys Marketing Suite e os serviços estratégicos da Pmweb, chegou a alcançar uma receita por e-mail 40 maior, se comparado às campanhas blast (aquelas que vão para toda a base).

Recompra por boleto
Houve uma mudança no comportamento de consumo do brasileiro devido à crise. De acordo com o WebShoppers – relatório que analisa a evolução do comércio eletrônico, suas tendências, estimativas, mudanças de comportamento e preferências – no primeiro semestre de 2015 houve um aumento na preferência por pagamento à vista, com menos parcelamentos e também via boleto.
Pensando nisso, a Passarela desenvolveu uma régua de relacionamento por e-mail em que, um dia após o vencimento do boleto, quando o pedido é cancelado, a plataforma envia automaticamente um aviso de cancelamento de compra, informando que os produtos ainda estão em estoque e sugerindo que o cliente faça o pedido novamente com boleto ou pague com cartão de crédito.
O resultado é uma taxa de aberturas acima da média e uma receita por e-mail que chega a ser 300 vezes maior que das campanhas blast.

Review de produto
Em termos de relacionamento, convidar o cliente a avaliar o produto adquirido é uma das ações que mais prova o quanto você valoriza a experiência de compra. Você está dando ao consumidor a oportunidade de ser parte da marca.
Mas às vezes, as campanhas de review de produto vão além do relacionamento. Elas dão resultados em vendas. Os envios review da eÓtica apresentam um open rate quase duas vezes maior que a média e uma RPE quatro vezes maior que das campanhas de base full.

Portanto, não desista do seu cliente e não deixe que ele desista de você. Um pouco de esforço e tecnologia farão a diferença.[:]
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[:pt]Mais individualização, menos segmentação[:]
[:pt]Quando se estuda marketing, um dos primeiros conteúdos abordados é o de segmentação de mercados. O conceito é claro, relativamente simples e faz muito sentido: escolher o público que mais se adequa ao produto/serviço que se deseja vender e, então, adaptar a oferta e a comunicação a ele. Diversas teorias de marketing, assim como ações comerciais, se desenvolveram sobre esse modelo. No entanto, na era do marketing digital, ainda se pode notar que a maioria das empresas tem deixado de evoluir sua atuação sobre essa simples, porém desafiadora, regra de marketing.
Talvez o fator que mais contribua para a manutenção do paradigma tradicional de segmentação seja a “gestão de campanhas”. Muito antes de ouvirmos falar sobre big data ou mesmo de vivermos a era do digital, o marketing direto tradicional já usava uma base de contatos, aplicava nela filtros e, então, enviava uma comunicação específica este subconjunto de pessoas. Nascia, assim, a segmentação de campanhas. Isso permitiu enviar conteúdos diferentes para grupos distintos de pessoas ou somente não enviar a mesma mensagem a todos e ser mais eficaz. Rapidamente se evolui para individualizar, também, a comunicação de um modo um tanto quanto rudimentar, usando algumas variáveis, como, por exemplo, o nome da pessoa. Com isso, as comunicações impressas que eram recebidas nas caixas de correio físicas iniciavam com o famoso “Prezado Fulano,”.
Essas práticas, digamos, convencionais e antigas, ainda ecoam na mente de muitos profissionais de marketing de hoje. Talvez por sua simplicidade de aplicação, desconhecimento de novas técnicas ou por não perceberem a evolução da mentalidade do seu público-alvo. No entanto, em tempos de retargeting, mídia programática, personalização do website em real-time, entre outras rotinas automáticas, o e-mail marketing ainda não evoluiu a ponto de deixar algumas das suas amarras do passado pra trás. Talvez o legado não deixe que isso aconteça, uma vez que a comunicação por e-mail é o que mais se assemelha a uma mala-direta enviada no correio físico ou ainda porque é o canal de marketing digital que está presente desde o início da internet como a conhecemos.
Soma-se a isso o fato de que a área de marketing ainda não é quem possui a total gestão da comunicação com o cliente dentro de muitos e-commerces. A área comercial ainda influencia e, em alguns casos, decide a comunicação. Vamos pegar, por exemplo, o e-mail marketing de uma loja virtual que comunica “n” produtos para sua base de contatos. Quem decide quais itens divulgar, na maioria das vezes, é a área comercial e não a área de marketing. Ou seja, tende-se a querer anunciar/comunicar o que a empresa quer vender e não necessariamente o que o consumidor quer comprar. Ao fazer isso, se ignora claramente a máxima fundamental do marketing que diz que a empresa tem de se orientar ao cliente. Por outro lado, a boa notícia é que essa tática muitas vezes funciona. O problema é que ela funciona até certo ponto, pois quando se atinge o platô dessa mídia, começam os questionamentos de como ir além.
Essas questões, na maioria das vezes, fazem com que a área de marketing tenha de criar novas estratégias: a primeira é segmentar a base de contatos para fazer campanhas mais assertivas; a segunda é começar a se comunicar com os clientes em momentos-chave – aniversário, pós-compra, review da compra efetuada, carrinho abandonado entre outros. No entanto, se juntarmos as duas práticas, criam-se outros problemas. Entre eles deve-se definir qual campanha é prioritária sobre as outras; se o cliente deve ou não receber mais de um e-mail por dia; se é possível misturar mensagens de relacionamento com promocionais no mesmo dia.
Ao levantar esses pontos e respondê-los, o departamento de marketing irá prover mais relevância na comunicação – e, consequentemente, mais resultado a médio e longo prazo –, porém a área comercial ainda precisará atingir suas metas de vendas. Sendo assim, se é enviado um e-mail de review de compra efetuada e não a mensagem dos produtos em promoção do dia, pode-se argumentar que se está diminuindo o alcance da comunicação das ofertas e, com isso, potencialmente reduzindo o resultado total das vendas do dia.
Existem formas de mitigar essas questões de gerir réguas de relacionamento versus e-mails com promoções mais genéricas (sejam elas massivas ou segmentadas). As duas mais comum são: incluir o cliente em uma espécie de quarentena, onde ele é excluído de comunicações promocionais nos dias em que recebe e-mails de relacionamento ou baseados em comportamento; a outra é separar as campanhas em horários distintos durante o dia. As duas abordagens possuem falhas conceituais, porque ambas presupõem abrir mão de algo. Ou se abre mão de relacionamento e relevância ou do tamanho da audiência ou de boas práticas de entregabilidade. Esse ponto ainda é potencializado porque cada vez se criam mais réguas aplicando os programas de lifecycle marketing, ou seja, ‘n’ possíveis programas de relacionamento e ‘n’ comportamentos em múltiplos estágios das réguas tornam quase hercúleo o esforço de definir e gerir a priorização das campanhas.
As dificuldades apresentadas pelo paradoxo de volume versus relevância acabam sendo de difícil gestão caso a solução usada para resolvê-las sejam antiquadas. Em um mundo de big data e de cloud computing, é possível personalizar a mensagem com muito mais do que o simples “Prezado Fulano” como nos tempos do marketing direto impresso. Sendo assim, por que se deve segmentar mensagens e não personalizá-las? Ainda, é necessário alterar o entendimento sobre a personalização do conteúdo e encará-lo como sendo muito mais do que simples trocas de variáveis dentro do corpo da mensagem.
Imagine combinar todos os possíveis e-mails elegíveis (salvo transacionais) a serem enviados para cada indivíduo num mesmo dia em apenas uma peça. Para fins de exemplo, será limitado a três o número de tipos de campanhas passíveis de serem enviadas. Em uma suposta ordem de prioridade de envio, são elas:
- Produtos abandonados no carrinho
- Reabastecimento de produtos
- Promoções genéricas do dia
Usando o paradigma tradicional, se enviaria de uma até três campanhas no mesmo dia para cada indivíduo elegível. Fazendo o exercício de quebrar a regra vista acima, visualize um template de mensagem onde existam todos os elementos gráficos comuns a todas as campanhas – logotipo, menu e rodapé por exemplo – e, a seguir, alguns espaços em cada linha a serem preenchidos por blocos de conteúdo definidos de forma automática ou manual. Na imagem a seguir, os elementos comuns a todos são demonstrados por formas vazadas, os elementos dinâmicos por formas preenchidas no template principal e os conteúdos que podem preencher os blocos.

Bloco 01: Avaliação se houve algum abandono de produto e nenhuma compra no último dia. Se as condições forem positivas, o bloco de produto abandonado será incluído, caso contrário não será. Importante ressaltar que esse bloco será montado dinâmica e automaticamente com os dados de abandono e descrição de produtos que devem estar integrados e/ou acessíveis.
Bloco 02: Avaliação se existe algum produto já comprado no passado que no dia de a campanha ser enviada tenha o seu prazo médio de recompra atingido. Somado, claro, ao fato de que o usuário não tenha adquirido o item novamente e nem que o tal tenha sido abandonado por ele no último dia. Somente se essas condições forem atingidas o bloco será apresentado. Da mesma forma que o bloco 01, quando o conteúdo do bloco 02 for exibido, ele será gerado automaticamente.
Bloco 03: Por definição de quem configura a campanha, se define que, caso os blocos 01 e 02 sejam mostrados, o bloco 03 ficará oculto. Caso apenas o bloco 01 ou 02 seja exibido, é apresentado o bloco 03. Este, diferentemente dos demais, será montado diretamente pelo usuário, pois se tratam de produtos definidos sem uma lógica de programação, ou seja, as ofertas serão construídas manualmente.
A lógica apresentada em cada um dos blocos, claro, é apenas uma ideia conceitual exemplificada. Mas, usando apenas esse simples exemplo, pode-se observar um total de cinco possíveis variações de campanhas a serem enviadas. Sem contar, logicamente, com o total de variáveis de produtos ou conteúdos apresentados nos dois primeiros blocos, já que eles são dinâmicos. Nessa abordagem, todas as pessoas elegíveis à campanha do dia estarão recebendo uma mensagem personalizada e mais adequada ao seu momento de relação com a marca e, por conseguinte, uma melhor experiência. Em suma, em vez de criarmos lógicas de segmentação por tipo de mensagem, cria-se uma mensagem única, porém adaptável a todas possíveis lógicas de segmentação. Assim, chega-se a uma micro-segmentação através da personalização e individualização da comunicação, mesmo de massa. Algo impensável no mundo do marketing direto tradicional.
A tecnologia já existe e está disponível. No entanto, de nada adianta contratar uma plataforma com inúmeras possibilidades sem o correto mindset e a visão de como se empoderar e tirar o melhor proveito dela. Pensar e desenvolver estratégias com paradigmas tradicionais em um meio em constante transformação e cheio de variáveis tem o seu limite de sucesso. Segmentar apenas não basta. Aplicar conceitos alternativos a problemas tradicionais é cada vez mais necessário e um diferencial na era da individualização.
*Conteúdo desenvolvido exclusivamente para a Revista E-commerce Brasil
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Boas-vindas por e-mail: a primeira impressão é a que fica
Desde fazer um convidado se sentir à vontade na primeira visita até o solidificar de uma nova relação de negócios com um firme aperto de mão. Em qualquer situação, uma recepção calorosa é essencial para um relacionamento começar com o pé direito.
Calorosas boas-vindas são cruciais para o canal e-mail marketing. Da mesma forma que você jamais vai ignorar um cliente que entra em sua loja, marcas que trabalham com e-mail marketing não devem se esquecer de dar um ‘alô’ quando uma pessoa se inscreve para receber a comunicação da marca.
A fim de garantir o engajamento entre os clientes, as empresas precisam analisar se o seu programa de boas-vindas é eficaz. Por exemplo, se a marca envia apenas um e-mail de boas-vindas e ele não está gerando engajamento, é provável que será necessário adicionar mais comunicação – para muitos clientes, é preciso mais do que uma peça com bom conteúdo para que comecem a clicar.
Seu cliente é o centro da sua estratégia?
As Lojas Colombo, varejista gaúcha que possui lojas físicas e e-commerce, são um exemplo de boas práticas de welcome. Junto à Pmweb e utilizando a ferramenta Oracle Responsys Marketing Suite, a empresa desenvolveu uma série de e-mails individualizados, enviados na primeira semana após o opt-in. Os envios são automatizados e ocorrem em três etapas.
A régua de relacionamento de boas-vindas da Colombo apresenta receita por e-mail e taxa de abertura duas vezes maiores que a média geral das campanhas da marca.
A partir do momento em que o usuário entra para a base da Colombo, ele passa a fazer parte do programa de lifecycle marketing da empresa, recebendo mensagens individualizadas em seu e-mail. A iniciativa rendeu à Colombo um Markie Awards, na categoria Customer Centricity, que premia empresas que colocam o cliente no centro da estratégia.

Double opt-in: validação de dados
Utilizando dados e essa abordagem baseada em gatilhos, as marcas podem criar programas de boas-vindas personalizados, que constroem um forte e contínuo relacionamento com o cliente. No entanto, para fazer isso com sucesso, uma boa higiene de dados também é essencial. Por exemplo, a partir do opt-in, a marca pode implementar uma validação para garantir que os dados que estão sendo capturados são precisos (double opt-in). Isso garante que o relacionamento comece sem quaisquer erros e significa que as sementes estão sendo semeadas para uma relação forte e perene com a marca.
Se um cliente não receber o e-mail que ele imagina ter se inscrito, por exemplo, ele pode ficar frustrado com a marca. Incluir etapas adicionais no processo de validação dá uma garantia às marcas de que elas têm os dados certos dos clientes, permitindo a elas proteger sua reputação e se engajar com os verdadeiros compradores em potencial.
A primeira impressão é a que fica. Pode até ser uma expressão popular, mas é também um fato em comunicação. Lembrar um cliente por que ele se inscreveu para ouvir a mensagem de sua marca com regularidade e fornecer conteúdo direcionado vai conduzir fidelidade em longo prazo.

Em uma loja lotada, o serviço é um enorme diferencial; se os clientes tiverem uma má experiência, é muito improvável que eles irão voltar. Cada e-mail para o cliente deve ser valioso; um programa forte de boas-vindas significa que seu relacionamento começa de forma positiva e, quando acompanhados com conteúdo relevante e interessante, que a relação tem muito mais potencial para crescer.
Fonte: Modern Marketing Blog
[:pt]Baixe o Guia do Marketing Orquestrado para Mobile[:]
[:pt]Não é exatamente uma notícia nova de que a proliferação do uso de celulares mudou o mundo do marketing.
A mobilidade alterou completamente a maneira como interagimos com o mundo, a partir da nossa forma de consumir e divulgar informações no trabalho e na interação com os outros. Os dispositivos móveis mudaram o nosso comportamento para sempre e aumentaram as expectativas nas marcas que interagimos.
Por este motivo, lançamos o novo Guia do Marketing Orquestrado para Mobile. O guia oferece uma riqueza de insights e conhecimento para as empresas tirarem o máximo proveito das novas oportunidades do mobile marketing.

Veja alguns destaques do guia:
O momento mágico da mobilidade chegou
O futuro é aqui e agora. As pessoas estão usando seus telefones celulares e dispositivos para tudo o que fazem no dia a dia. Elas estão se comunicando, comprando, pesquisando, viajando, jogando, lendo e descobrindo. Em outras palavras, elas estão vivendo.
O comportamento do consumidor está mudando rapidamente
Como resultado de tudo o que foi mencionado, com os dispositivos móveis os consumidores estão no controle total. Com os telefone em mãos, os consumidores podem avançar, eliminar ou editar todas as mensagens que não gostam.
É tudo sobre a jornada do cliente
Como resposta a essa enorme mudança dos consumidores, as empresas tem que evoluir na sua abordagem de marketing: a mudança de foco em campanhas de marketing de um canal único para um foco em toda a jornada do cliente.
Mais ferramentas na caixa de ferramentas
Não há falta de ferramentas mobile a serem implementadas. Da web móvel a e-mail responsivo e SMS, entre outros, as empresas tem muitas maneiras de se comunicar com os clientes em seus dispositivos.
Cuidado com a fragmentação
Na corrida para encher a caixa de ferramentas de marketing com as novas tecnologias, a maioria das empresas tem implementado essas ações fragmentadas, resultando em uma experiência desconectada do todo, o que pode prejudicar as relações com os seus melhores clientes.
Agora que você já leu algumas dicas, vamos aos exemplos dessa orquestração na vida real.
1. A comunicação móvel desde a compra até a entrega
2. As oportunidades de cross-sell e up-sell
3. A experiência personalizada com base na localização
Esta é só a ponta do iceberg. Acesse o link e baixe o guia e tenha mais informações e insights para surpreender o seu cliente nos seus dispositivos com uma experiência precisa e relevante.[:]


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