[:pt]Ocorreu em Nova York, a cerimônia de premiação do Adrian Awards 2018, onde são reconhecidas as melhores ações e estratégias desenvolvidas por empresas do ramo hoteleiro e de Travel de todo o mundo. A Pmweb esteve junto de nossos parceiros para o recebimento de três prêmios.
Nossa VP, Ana Carolina Fusquine e Márcia Petzold, Gestora de Relacionamento da rede Plaza de hotéis (foto) receberam o troféu de prata, na categoria Email Marketing, pela campanha Pet Friendly que foi um sucesso durante o ano de 2018.

Conquistamos outros dois prêmios junto com a BHG – Brazilian Hospitality Group, nas categorias de Loyalty e Opening, com os cases “Sou Mais”, um programa de Premium Guests e a inauguração do Soft Inn Maceió, respectivamente.
A premiação é fruto da dedicação de todas as equipes, que em conjunto com nossos clientes, desenvolvem um trabalho de excelência e que gera muitos resultados!
Let’s keep rockin’![:]
Tag: hotels
[:pt]Gigantes, clientes e o futuro: os próximos passos do Turismo[:]
[:pt]A última semana marcou a realização da Phocuswright Conference, em Los Angeles, na Califórnia (EUA), reunindo os principais nomes do Turismo on-line e tendências tecnológicas para o setor durante os três dias de evento. Pensando nisso, a analista de mercado da Phocuswright para América Latina, Carolina Sass de Haro, destacou três pilares que deverão ditar as regras para uma indústria de viagens cada vez mais conectada.
Gigantes serão gigantes, mas a nova onda pode vir de alguém bem pequeno
Se os anos anteriores marcaram grandes apresentações de nomes como Booking, Expedia e Airbnb, em 2018 foi diferente. Estas empresas não apresentaram grandes novidades na conferência deste ano, o que confirma que 2018 foi concentrado em consolidar o que já existe, lidar com questões regulatórias, mudanças no posto máximo de gestão e outras coisas.
Para 2019, a expectativa é um incremento da atenção da Expedia em tours e atividades, além da incorporação mais plena da oferta de acomodações alternativas, como o HomeAway, em sua plataforma.
Para a Booking, o crescimento será verticalizado e a plataforma deverá se tornar oficialmente uma OTA full-service, com reservas de voos, carros e mais, assim como confirmou o CEO, Glenn Fogel.
O Airbnb, por sua vez, estará pronto para seu IPO em 2019, além de consolidar as opções do Plus e lançar seu programa de fidelidade, que promete ser completamente inovador.
E as chinesas? Bom, Ctrip e Alibaba continuarão crescendo significativamente, mas completamente focadas no seu mercado primário. Certamente, as gigantes tem força, poder e capital para continuar crescendo, porém o gigantismo traz mais peso, menos velocidade e as consequências são maiores.
A tecnologia é o meio para um fim único: satisfazer o cliente
Em meio a tantas buzzwords como inteligência artificial, blockchain, bots, machine learning e ultra personalização, é fácil ficar confuso, não saber o que priorizar e o que faz realmente sentido.
Analisando os pitches das startups e também os comentários dos gigantes que estiveram no
evento, concluímos que, no final das contas, todas estas soluções devem servir para um único propósito: melhorar a experiência real do cliente.
A inteligência artificial vai contribuir para a entrega de um serviço mais personalizado e acolhedor? Bots irão ajudar em um atendimento mais ágil e inteligente e o blockchain vai facilitar a vida e desburocratizar processos? Vamos nessa!
Somente se as respostas forem sim é que faz sentido considerar a implantação destas ferramentas. A tecnologia é meio para desenho de produtos incríveis que entregam satisfação aos clientes em toda a jornada.
Está na hora de olharmos para o nosso próprio umbigo
Em algumas das entrevistas do Center Stage, na Phocuswright Conference, especialmente com o vice-presidente de Produtos do Google, fizemos perguntas para entender nossos medos.
Estaria o Google se preparando para virar uma OTA, ou pelo menos, um metasearch? Se sim, isso não prejudica todos os negócios do turismo? Cada empresa deve focar em seus clientes e na entrega de produtos e serviços incríveis, certo?
Agora pense como usuário: se você fizesse uma busca por uma geladeira nova, não seria espetacular encontrar todas as informações e comparações de preço na própria página do buscador? Sem cliques, sem múltiplos sites e com tudo facilitado. Você apenas clica na opção final para efetivar a compra? Então, isso também é verdade para viagens e é isso que o Google está preparado para entregar.
Podemos ficar reclamando ou podemos nos preparar para entregar experiências incríveis para
nossos clientes, porque afinal ele compra, voa e se hospeda nas nossas empresas, não é?
Fonte: Panrotas[:]
[:pt]Motores de reserva mobile: mais importante do que se imagina[:]
[:pt]É notória a importância que os motores de reserva possuem para comodidade do hóspede, para a organização do hotel e na conversão das reservas. Hoje em dia, na era da conectividade, onde mais de 5 bilhões de pessoas no mundo possuem smartphones, os mercados devem estar sempre atentos à disponibilizarem seus serviços através do mobile, para que os usuários possam acessá-los à qualquer hora e em qualquer lugar.
O papel do mobile first
No setor hoteleiro, de acordo com um relatório da Criteo feito em 2018, quase 40% das reservas realizadas via internet são feitas através do mobile. É um número bastante expressivo e que serve de alerta à todos os players que pretendem conquistar uma parcela desse montante. Hotéis que não possuem motor de reservas responsivo acabam deixando de converter, visto que 33% delas são feitas por smartphones e 6% por tablets e tiveram um crescimento de 10% quando comparado ao ano anterior.

Reservas de última hora: 80% feitas pelo mobile
O gráfico abaixo mostra um dado bastante curioso, 80% das reservas de última hora são feitas através de mobile. Se pensarmos, faz bastante sentido, reservas de última hora muitas vezes são feitas quando o usuário já está em trânsito, ou frente a um imprevisto por exemplo, nesses casos será mais provável que um celular ou tablet esteja à mão do cliente, do que um desktop. 
Os números demonstram que: quem não está preparado para atender as necessidades do usuário, perde espaço para a concorrência. Uma vez que o cliente acessou o site do hotel, a oportunidade de converter aquela reserva não pode ser desperdiçada, e isso fica à cargo do empreendimento ter as ferramentas certas para seguir a interação até a conversão.
Conheça o Let’s Book, um motor de reservas que é rápido, fácil e 100% mobile. Para saber todas as informações a respeito, acesse o link abaixo.
Mais informações em www.letsbook.com.br[:]
[:pt]Como os dados podem superar a comoditização em viagens[:en]How data can overcome the travel commoditization[:es]Como los datos pueden superar la comoditización en los viajes [:]
[:pt]Em muitos casos, o setor de viagens se tornou uma commodity, semelhante ao açúcar,a o petróleo ou ao aço, onde o produto é indistinguível dos concorrentes e a principal maneira de diferenciar as ofertas está no preço. Na verdade, é justo dizer que hoje há pouca diferença entre voos de baixo custo ou entre um hotel de negócios de preço médio, por exemplo.
O dilema dos preços foi o tema central no recente evento da marca EyeforTravel nos Estados Unidos, onde houve um claro reconhecimento de que essa abordagem nunca será suficiente e a única maneira de se destacar é através da inovação digital e dos dados.
O desafio
Claramente há um desafio para as empresas de turismo que dependem de diferenciar seu produto para manter a competitividade. Assim, a grande questão é: como os fornecedores podem criar uma diferenciação significativa nos seus produtos para fidelizar os clientes e, ao mesmo tempo, manter-se competitivos no preço? A resposta a esse desafio reside no uso efetivo e em uma grande análise de dados.
“A única maneira de superar a comoditização no mercado de viagens é através da personalização e do uso mais inteligente dos dados. As marcas precisam entender quem são seus clientes, para onde estão viajando, quando e por quê. Com esses dados elas podem descobrir o que precisam fazer para se destacarem da concorrência”. (Carlos Sánchez, gerente sênior de análise de dados e inovação de produtos da agência de viagens de negócios Carlson Wagonlit Travel)
A solução
Uma maneira de fazer um produto padronizado parecer diferente é envolvê-lo em uma experiência que possa distingui-lo. Por exemplo, enquanto cada bilhete é essencialmente o mesmo se você estiver olhando apenas a parte aérea básica, ele pode ser diferenciado se as companhias aéreas puderem melhorar a experiência da viagem de ponta a ponta, adicionando serviços auxiliares. Esses serviços podem incluir melhor funcionalidade de aplicativos, oferecendo uma reserva mais simples, check-in rápido e fácil acesso a serviços adicionais como viagens ao aeroporto e outros.
Da mesma forma, hotéis comoditizados podem melhorar sua experiência com benefícios extras como check-in antecipado, chaves de quarto baseadas em app, serviços de concierge digital, reconhecimento do hóspede, tarifas individualizadas etc.
Dessa maneira, enquanto o produto básico é indiferenciado o cliente percebe a experiência geral como memorável positivamente. “Tudo é voltado para transformar a viagem na melhor experiência que pode ser, uma experiência que permanece em sua mente para que você peça o mesmo fornecedor na próxima vez que viajar“, diz Sánchez.
O que torna isso muito mais fácil hoje é o crescente uso de dispositivos móveis pelos viajantes, a disponibilidade de enormes quantidades de dados na base de clientes e algoritmos de inteligência artificial precisos, que ajudam a identificar maneiras de tornar as viagens de negócios mais fáceis e marcantes.
E na prática?
Por exemplo, a Pmweb dispõe de uma estrutura completa de serviços e tecnologias de dados orientados ao setor de hotelaria. Diariamente, pelas integrações com os principais PMS do mercado, recebemos imensas quantidades de dados de hóspedes, além de realizarmos a coleta e o tratamento de dados que vêm de web behavior, no sites dos clientes.
Esses dados, integrados ao Pmweb CRM, podem ser usados em campanhas online de pré-check-in, pós-check-out, reserva abandonada, avaliação da hospedagem, cross-sell e outras. Além disso, eles podem apoiar a estratégia de precificação individual das tarifas por meio do Let’s Book, o motor de reservas que usa esses dados, considerando fatores como frequência de hospedagem, ticket médio, perfil geográfico e demográfico, interações com os e-mails e outras.

No entanto, quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas, as plataformas de inteligência de negócios podem ser baseadas em quatro características essenciais:
• Modelo de dados centrado no usuário e baseado em eventos
• Plataforma cruzada – cobrindo o aplicativo nativo, o site para celular e o website
• Coleta de dados em tempo real, manipulação e exportação de dados brutos a qualquer escala
• Dados acessíveis por meio de ferramentas simples e fáceis de usar, que permitem que as pessoas obtenham respostas a perguntas.
Fonte: eye for travel[:en]In many cases, the tourism industry has become a commodity, similar to sugar, oil or steel, where the product is not distinguished from competitors and the main way of differentiating supply is price. In fact, it is fair to say that today there is little difference between low-cost flights or between business hotels, for example.
The price dilemma was the main theme in the recent EyeforTravel event in the United States, where there was a clear recognition that this approach is not easy and the only way to highlight is through digital innovation and data.
The challenge
Clearly there is a challenge for tourism companies that depend on differentiating their product to remain competitive. So the big question is: how can suppliers create a significant difference in their products to keep customers loyal and at the same time remain competitive in price? The answer to this challenge lies in the effective use and intensive analysis of the data.
“The only way to overcome commoditization in the travel market is through personalization and smarter use of data. Brands need to understand who their customers are, where they are traveling to, when and why. With this data they can discover what to do to stand out from the competition. ” (Carlos Sánchez, senior manager of data analysis and innovative products of business travel agency Carlson Wagonlit Travel)
The solution
One way to make a standardized product look different is by wrapping it in an experience that sets it apart. For example, while each ticket is essentially the same if you are looking only for the basic aerial part, the difference can be in the improved airline end-to-end travel experience with the addition of extra services. These services can include better application functionality, offering simpler bookings, quicker check-in and easy access to additional services, stories such as airport trips and others.
Likewise, commoditized hotels can improve their experience with additional benefits, such as check-in in advance, room-key application, digital concierge services, customer recognition, individual rates, etc.
Thus, while the commodity itself is undifferentiated, the customer perceives the overall experience as positively memorable. “Everything is geared towards making the trip the best experience it can be, an experience that stays in your mind and makes you choose the same company the next time you travel,” says Sanchez.
What makes it much easier today is the increased use of mobile devices by travelers, the availability of large amounts of data in the customer base, and precise artificial intelligence algorithms that help identify ways to make business travel easier and more memorable.
And in practice?
For example, Pmweb offers a complete infrastructure of data services and technologies oriented to the hospitality industry. Every day, through integrations with the major PMSs in the market, receiving large amounts of data from the guests, performing the collection and processing of the data from customers’ web behavior on the client’s website.
This data, integrated with Pmweb CRM, can be used in online campaigns for pre-check in, post-check out, abandoned reservations, reviews, cross-selling and others. In addition, the data can follow the strategy of individual fare prices on Let’s Book, the booking enginethat uses this data, taking into account factors such as frequency, average tickets, geographic and demographic profile, email interaction and others.
However, whatever tools are chosen, business intelligence platforms can be based on four key features:
- User-centered, event-based data model
- Cross platform – covering native application, mobile site and website
- Real-time data collection, manipulation and export of raw data at any scale
- Data accessible through simple, easy-to-use tools that allow people to get answers to questions.
Source: eye for travel[:es]En muchos casos, la industria del turismo se ha convertido en una mercancía, similar al azúcar, aceite o acero, donde el producto no se distingue de los competidores y la principal forma de diferenciar la oferta es en el precio. De hecho, es justo decir que hoy en día hay muy poca diferencia entre vuelos de bajo costo o entre hoteles de negocios, por ejemplo.
El dilema de los precios fue el tema principal en el reciente caso de la marca EyeforTravel en los Estados Unidos, donde había un claro reconocimiento de que este enfoque no será suficiente y la única manera de destacar es a través de la innovación digital y datos.
El desafío
Es evidente que hay un desafío para las empresas turísticas que se dependen de la diferenciación de su producto para seguir siendo competitivos. Entonces la gran pregunta es: ¿cómo los proveedores pueden crear una diferenciación significativa en sus productos para fidelizar a los clientes y al mismo tiempo, seguir siendo competitivos en precio? La respuesta a este desafío radica en el uso efectivo y un gran análisis de datos.
“La única manera de superar la mercantilización en el mercado de viajes es a través de la personalización y un uso más inteligente de los datos. Las marcas necesitan entender quiénes son sus clientes, para donde están viajando, cuándo y por qué. Con estos datos pueden encontrar lo que necesitan hacer para destacarse de la competencia “. (Carlos Sánchez, gerente senior de análisis de datos y productos innovadores de negocio de agencia de viajes Carlson Wagonlit Travel)
La solución
Una manera de hacer un producto estandarizado parecer diferente es envolviendolo en un experimento que lo diferencia. Por ejemplo, mientras que cada billete es esencialmente el mismo si usted está mirando solo para la parte aérea básica, se puede diferenciar si las aerolíneas pueden mejorar la experiencia de viaje de extremo a extremo con la adición de los servicios auxiliares. Estos servicios pueden incluir una mejor funcionalidad de la aplicación, que ofrece una reserva sencilla, check-in rápido y fácil acceso a los servicios adicionales, tales como los viajes al aeropuerto y otros.
Del mismo modo, hoteles comoditizados pueden mejorar su experiencia con beneficios adicionales, tales como check-in anticipado, aplicación que funciona como llave de la habitación, servicios de conserjería digitales, reconocimiento del cliente, las tasas individualizadas etc.
De este modo, mientras que el producto básico se indiferenciado, el cliente percibe la experiencia en general como positivamente memorable. “Todo está orientado para hacer el viaje la mejor experiencia que pueda ser, una experiencia que se permanece en su mente para que escoja el mismo proveedor la próxima vez que viaje”, dice Sánchez.
Lo que hace esto mucho más fácil hoy en día es el creciente uso de dispositivos móviles por los viajeros, la disponibilidad de grandes cantidades de datos en la base de clientes y algoritmos de inteligencia artificial precisos, que ayudan a identificar las maneras de hacer que los viajes de negocios sean más fáciles y memorables.
Y en la práctica?
Por ejemplo, Pmweb ofrece una completa infraestructura de servicios de datos y tecnologías orientadas a la industria de la hospitalidad. Cada día, las integraciones con los principales PMS del mercado, recibiendo grandes cantidades de datos de huéspedes, realizamos la recogida y tratamiento de los datos procedentes de web behavior en el sitio web del cliente.
Estos datos, integrados con Pmweb CRM, pueden ser utilizados en las campañas online para pre-check in, post-check out, reservas abandonadas, reviews, ventas cruzadas y otros. Además, los datos pueden apoyar la estrategia de precios individuales de las tarifas a través del Let’s Book, el motor de reservas que utiliza estos datos, teniendo en cuenta factores tales como la frecuencia, ticket promedio, perfil geográfico y demográfico, las interacciones con los emails y otros.
Sin embargo, cualesquiera que sean las herramientas elegidas, plataformas de inteligencia de negocios se pueden basar en cuatro características clave:
- Modelo de datos centrado en el usuario y basado en eventos
- Plataforma cruzada – que cubre la aplicación nativa, el sitio móvil y el sitio web
- Recolección de datos en tiempo real, manipulación y exportación de datos en bruto a cualquier escala
- Datos accesibles a través de herramientas simples y fáciles de usar, que permiten a las personas obtener respuestas a las preguntas.
Fuente: eye for travel[:]
[:pt]5 dicas simples para reduzir o abandono do processo de reserva[:en]5 simple tips to reduce booking abandonment[:]
[:pt]Às vezes o que separa uma reserva de um abandono não é preço nem disponibilidade, mas obstáculos de usabilidade na hora de fechar o negócio.
Mais importante do que investir para atrair pessoas ao site é ajudar esses usuários a se tornarem clientes. O encantamento hoteleiro começa no site, onde estão as informações da hospedagem, imagens das acomodações e outros dados que as pessoas procuram antes de reservar um hotel. Ali também encontra-se o motor de reservas, que precisa ser rápido, simples e deixar o usuário confortável em comprar.
O momento do check-out é crucial no processo de compra. É ali que o usuário vai colocar os dados do cartão de crédito e finalmente agendar aquela viagem. Entendemos que algumas premissas são básicas para que a tarefa tenha sucesso.
1. Simplifique
Só peça as informações que você realmente precisa. Aproximadamente 10% das reservas são perdidas para cada campo desnecessário. Além disso, garanta que os viajantes possam comprar com o mínimo de cliques e páginas.
Por exemplo, apresentar as tarifas ainda no momento da busca é uma excelente maneira de, já no início, encurtar o caminho.

2. Seja transparente
Explique por que você precisa da informação que está coletando. Dialogar com o usuário durante o processo de compra é uma das maneiras de deixá-lo tranquilo em relação à reserva.

3. Seja assertivo
Tenha call-to-actions claros e consistência na página para tornar simples a tomada de decisão. As pessoas não devem adivinhar onde precisam clicar, elas devem saber. Além disso, não adicione outro botões, como de cadastro antes de o check-out ser efetuado.

4. Dê segurança
Deixe o usuário tranquilo para reservar, mostrando a ele que o ambiente é seguro para efetuar a compra.

5. É agora ou nunca
Acrescente senso de urgência para garantir o fechamento do negócio e mostre ao cliente que ele está fazendo um ótimo negócio. A velha técnica de “restam apenas 3 apartamentos” funciona.
Se você quiser saber mais sobre um motor de reservas orientado ao viajante, fale conosco. Teremos o maior prazer em lhe ajudar a vender mais 😉
[:en]Sometimes what divides reservation from abandonment is not price or availability, but usability obstacles in time to close the deal.
More important than investing to attract people to the site is to help these users to become customers. The hotel enchantment begins on the website, where the guests can find information about the hotel, photos of the rooms and other relevant information that people look for before booking a hotel. There also is the booking engine, which needs to be fast, simple and comfortable for the user through the buying process.
The moment of check-out is crucial in the buying process. That’s where the client will add hs credit card information and finally schedule the trip. We understand that some premises are basic for the task to succeed:
Simplify
Only ask for the information you actually need. Approximately 10% of the reserves are lost due to each unnecessary field. Also, ensure that travelers can buy with minimal clicks and pages.
For instance, displaying the rates at the time of the search is a great way to shorten the path right from the beginning.

Be transparent
Explain why you need the information you are collecting. Communicating with the user during the purchasing process is one way to make them feel at ease with the reservation.

Be assertive
Place consistent call-to-actions with a clear message to simplify the decision making. People should not have to guess where to click, it should be intuitive. Also, don’t add other buttons before the checkout (like registration and so on).

Give security
Make the customer feel comfortable enough to book, showing him that the environment is safe to make the purchase.

It’s now or never
Add a sense of urgency to ensure the closing of the deal and show the customer that he is doing good business. The old technique of “only 3 apartments left” has been working forever.
If you want to know more about a traveler oriented booking engine, contact us. We will be happy to help you sell more! [:]
[:pt]Viagem de Experiência: 5 lições que o marketing dos hotéis podem aprender com o Airbnb por Marguerite McNeal[:]
[:pt]
As pessoas viajam de forma diferente do que há 20 anos atrás. Eles compartilham informações sobre viagens e consumem dicas digitalmente, e eles estão à procura de experiências únicas. É por isso que as cadeias de hotéis estão com medo. Eles estão preocupados que os clientes migrem em um curto prazo para o Airbnb e façam a sua reserva para o apartamento de alguém, em vez de reservar um quarto no hotel.
A preocupação está levando a indústria a fazer uma guerra contra o site. Hotéis estão incitando cidades para abrir processos contra o Airbnb com a alegação de que é um negócio ilegal que viola leis imobiliárias.
Argumentos à parte, os hotéis podem aproveitar alguns conselhos valiosos de sucesso do Airbnb para criar as experiências e conexões emocionais que os viajantes desejam.
Primeiro, algumas informações: Airbnb está avaliado em U$10 bilhões e tem mais de 500 mil acomodações residenciais disponíveis em todo o mundo para aluguel de curto prazo. No site, os potenciais visitantes podem consultar imóveis, falar com o locatário e as duas partes fecham acordo sobre a reserva.
Aqui estão cinco lições que os hotéis podem aprender com Airbnb para seguir a tendência da vez.
1. Os clientes querem viagens de experiência.
Quando os clientes reservam a sua estada através do Airbnb, muitas vezes têm acesso a bairros onde hotéis não são uma opção. Alguns anfitriões podem cozinhar para os hóspedes, deixar recomendações de pontos próximos e até mesmo mostrar aos visitantes um pouco da cidade.
Hotéis estão começando a reconhecer que os clientes valorizam essas experiências exclusivamente locais. “Nossa unidade não é mais o destino”, disse um executivo do hotel diz AdWeek. “Agora somos um portal para a comunidade que nos rodeia.”
O hotel Indigo travou uma batalha para oferecer experiências locais no início deste ano. A cadeia de 55 hotéis boutique lançou telas touchscreens que listam as atrações favoritas e restaurantes. Hotéis individuais também podem sediar eventos locais onde possam convidar seus vizinhos – e às vezes até seus animais de estimação – para passar um tempo no hotel aproveitando um coquetel, por exemplo.
2. Gerenciamento de conteúdo importa.
As pessoas poderiam simplesmente listar seu apartamento nos classificados, mas a experiência não seria necessariamente agradável para locatários ou visitantes. O Airbnb tomou medidas para envolver os usuários por meio de conteúdo relevante. Publica guias que dividem as cidades mais visitadas por bairros e fornece dicas de viagens de localização específica. Na mesma tela, os usuários podem ver as opções de hospedagem disponíveis em cada bairro.
O site também privilegia o conteúdo visual, incentivando os locatários a publicarem fotos com qualidade de suas propriedades. E mais, se os locatários não tem disponibilidade de tirar boas fotos, podem solicitar que um dos 3.000 fotógrafos freelance do Airbnb tirem fotos de sua habitação de forma gratuita.
O Hilton Hotels and Resorts teve uma abordagem diferente mas divertida para gerar conteúdo. Em parceria com a publicação cômica The Onion, a empresa desenvolveu o Urgent Vacation Care Center, um site onde os usuários podem responder a uma série de perguntas para diagnosticar sintomas que podem ser curados com um período de férias..
3. Integração com redes sociais podem adicionar confiança.
O Airbnb integra dados do Facebook, ou seja, os usuários podem visualizar um visitante ou perfil do proprietário. O recurso também permite ver se eles compartilham amigos comuns. Isso adiciona uma camada extra de segurança para ambas as partes, que provavelmente querem mais informações antes de reservar uma viagem.
Hotéis podem considerar a adição de características semelhantes que mostram os visitantes que os amigos ficaram no local, ou deixar amigos atestarem a qualidade dos quartos ou serviço ao cliente como a Yelp, por exemplo.
4. Personalização é a chave.
O Airbnb permite que os proprietários e visitantes proporcionem experiências incrivelmente personalizadas. Se um viajante pousa às 9 horas, ele pode pedir para o proprietário para ter o apartamento disponível uma hora mais tarde, por exemplo. Embora seja o próprio proprietário a responder, a capacidade mostra que não tem que ser uma abordagem única para todas as viagens. Talvez os hotéis possam flexibilizar os horários de check-out ou personalizar as recomendações de atividades locais com base no perfil das redes sociais do hóspede.
5. Dados impulsionam negócios.
O Airbnb analisa os dados de todos os lados do seu negócio, tanto de pessoas à procura de um lugar para ficar quanto daqueles que alugam seus espaços. “Nós estamos olhando onde as pessoas procuram acomodações, onde falhamos e onde anfitriões não estão tendo procura” disse Riley Newman, diretor de ciência de dados da Airbnb em uma conferência no início deste ano. Newman e seus colegas usam esses dados para tomar decisões sobre todos os tipos de problemas, desde os preços à se as fotos e mensagens de acolhimento são envolventes.
Os departamentos de marketing dos hotéis têm acesso a uma riqueza de dados sobre seus clientes, a partir da frequência, e do engajamento deles nas redes sociais.
Enquanto o destino do Airbnb nos tribunais permanece incerto, a plataforma fica cada vez mais popular e destaca formas inovadoras para os hotéis se envolverem com as viagens de seus hóspedes.
Para ler este artigo oficial, clique aqui.[:]

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