[:pt]CDP – A plataforma capaz de revolucionar a gestão de dados dos clientes[:]

[:pt]Com hábitos de compra e de consumo cada vez mais digitais por parte dos clientes, cresce diariamente a necessidade das empresas estarem alinhadas com essas novas necessidades. Todos os dias, o número de usuários em lojas online aumenta, a quantidade de e-mails registrados para recebimento de promoções e novidades dos e-commerces cresce, e o investimento nessas plataformas e tecnologias deve seguir esse mesmo fluxo.
O CDP chega para resolver dois grandes problemas do mercado omnichannel:
Integração de dados e atribuição de investimentos de mídia, além de entregar diversas outras vantagens. O Customer Data Platform integra os dados dos clientes das lojas físicas, online, web behavior e interações com a marca, permitindo às empresas uma visão única do cliente, porque mesmo comprando em diversos canais ele é a mesma pessoa e assim deve ser percebido. Essa visão unificada se mostra muito importante na hora de mensurar a atribuição dos investimentos feitos em todos os canais, e a partir dessas análises se torna possível entender a melhor alocação dos investimentos em estratégias de marketing.
Coletar e compilar todos esses dados recebidos diariamente dá um trabalho enorme, para isso são utilizadas diversas plataformas, milhares e milhares de linhas e planilhas geradas, a higienização e agrupamento destes dados, para daí sim conseguir “vê-los” com clareza e poder orquestrar as campanhas de comunicação com estes clientes.
Uma parte importante da orquestração dessas campanhas é mensurar os seus resultados, quão efetivas elas foram e de fato quanta receita geraram. E sem um CDP que demonstre a verdadeira atribuição devida à cada campanha ativada, essa mensuração de receita se torna praticamente impossível, pois sabemos que os clientes podem ser impactados por um e-mail marketing e realizar a compra na loja física; experimentar uma peça de roupa no pdv e finalizar a transação pelo aplicativo; comprar pelo site e depois trocar na loja, são diversas as possibilidades.
E como é possível saber se o investimento que a sua empresa faz no digital (disparo de emails, ads, redes sociais, promoções e segmentações) possui o retorno esperado? Como saber se as vendas referentes àquela ação foram realmente atribuídas a ela?
Integrando dados do CRM, web behavior, interação em campanhas, email, e-commerce, loja física, SAC, NPS e muito mais o CDP (Customer Data Platform), consegue enriquecer os dados de cada usuário, permitindo que sua empresa tenha uma visão única e completa de cada cliente.
Sabemos que já não é mais o produto ou o serviço que são o foco da venda, e sim o consumidor. Hoje quanto mais se sabe sobre os gostos e hábitos de um usuário e em quais canais ele navega, maior é a possibilidade de uma comunicação assertiva para aquela pessoa, entregando a mensagem certa, na hora certa, pelo canal certo, para a pessoa certa, aumentando a chance de conversão.
E quais os benefícios disso tudo?
Maior assertividade na comunicação gera aumento na conversão para as campanhas de marketing. Otimizar as ferramentas de captação de dados permite reduzir o tempo que os profissionais gastam nesta atividade. A comunicação certa, na hora certa, pelo canal certo fideliza e engaja o cliente. Sabendo como, quanto e em quais mídias investir ocasiona aumento do ROI no e-commerce e nas lojas físicas.
O CDP foi criado para que todo o foco do trabalho esteja voltado para o consumidor, em atender às suas necessidades e superar suas expectativas.
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[:pt]Como potencializar o seu CRM otimizando ferramentas de captação de dados[:]

[:pt]Data is everywhere! Os dados estão por toda parte e em todos os pontos de contato de uma marca com seus clientes. A coleta e tratamento dessas informações é uma tarefa árdua, que demanda muito tempo e alinhamento dos times de data services. A boa notícia é que já existem softwares que facilitam e otimizam esse trabalho e podem fazer toda diferença na hora de gerir e utilizar os dados dos seus clientes.
Um estudo feita pela Forbes mostra que as empresas utilizam cerca de 16 diferentes ferramentas para coletar e tratar os dados dos seus clientes, chega a cansar só de pensar o trabalho e retrabalho que isso deve dar. Outro estudo, agora feito pela Harvard Business Review, afirma que cerca de 80% do tempo das equipes responsáveis por essas funções é gasto na coleta e tratamento destes dados.
Se hoje entende-se que dados são o novo petróleo, não podemos permitir que seja gasto tanto tempo e dinheiro (porque tempo é dinheiro) para refiná-los. Assim como uma refinaria desenvolveu tecnologia para extração, coleta e tratamento de petróleo e aprendeu a transformá-lo em gasolina de forma ágil e eficiente, já existem tecnologias para captação, tratamento e integração de dados com agilidade e eficiência, transformando-os em inteligência para as corporações, que geram comunicação, personalização e vendas.
Hoje, a coleta e integração dos dados dos clientes dentro das empresas ainda funciona de forma compartimentada, gerando uma enorme grey area entre as equipes, onde as informações não conversam entre si, não falam o mesmo idioma e acabam não sendo estocada no mesmo lugar, e isso é um grande problema, que gera muito retrabalho e níveis de eficiência muito baixos.
A boa notícia é que, compreendendo essa necessidade latente do mercado, empresas de tecnologia já desenvolveram soluções completas para essa problemática, oferecendo ferramentas que sozinhas são capazes de suprir todas essas demandas. Funcionando como um “centro de comando” por onde passam todos os dados oriundos dos clientes, tratando e compreendendo essas informações de forma padrão, essas plataformas são capazes de gerar inteligência com precisão e agilidade jamais antes vistas.
Parece bom demais pra ser verdade, né? Mas pode acreditar que é.
Quer saber mais a respeito? Fica de olho nas nossas redes sociais, que logo iremos apresentar tudo sobre ela, aguardem.. [:]

Dados são o novo marketing?

[:pt]Eu não sei se é só comigo, mas acho que todas essas startups globais parecem estar loucas coletando e trabalhando seus dados para atingir cada vez mais clientes. Mais e mais empresas começam a se perguntar por que e o que acontecerá se elas perderem esse barco. Bem, há uma razão por trás disso que eu chamo de “90% revolução” e – alerta de spoiler – isso provavelmente vai mudar a nossa forma de se comunicar com o mercado para sempre.

Mas por quê?

Digamos que sua empresa tem uma participação de mercado de 10%. No passado, os sistemas operavam somente com os dados próprios, oriundos de transações, utilizando 1st party data. Na era digital, os seus clientes usam dezenas de sistemas para descobrir, pesquisar, comprar e usar produtos em tempo real, através de dispositivos móveis e sociais, tornando latente o uso de 3rd party data.
Agora, os conjuntos de dados anônimos por trás desses comportamentos de compra tornam-se acessíveis para publicidade e marketing através da tecnologia. E aqui vem os “90% revolução”: se os dados de consumo de terceiros ficam disponíveis como um serviço, trabalhar utilizando somente os antigos 10% não fariam você se sentir em uma espécie de “voo cego”?

Em outras palavras, dados são o novo marketing?

Vamos entender com três casos da vida real:
Em primeiro lugar, por que não começar diminuindo significativamente o seu gasto com publicidade sem impacto negativo? Como? Filtrando em tempo real os dados de seus clientes com os dados de publicidade, você evita gastos duplo para alcançar os contatos que você já conhece. Pense nisso, é incrível como muitas vezes os clientes retornam clicando nos anúncios do Google simplesmente pela facilidade. E além da economia de dinheiro, você também não vai abordar seus clientes fiéis como prospects em todos os canais. Esta estratégia clássica cria por si só um ROI imediato para a maioria dos clientes. Em nosso artigo sobre o efeito da segunda venda, esse conceito fica muito claro.
Outro caso é o uso da modelagem look alike. Isso significa que, para atingir a melhor base com dados de terceiros, você deve identificar a audiência que mais se parece com os seus clientes. Se esses prospects anônimos visitam seu site ou veem os seus anúncios, você pode personalizar toda a comunicação em tempo real para conduzir a conversão. Este caso demonstra que o marketing moderno é sobre o contexto de cada interação com o cliente – dados são apenas a ferramenta.
Intenção de dados é o último caso, uma vez que ajuda a transformar a publicidade, do “gritar” para o “ouvir”. Como? Pense em todas as interações em sites de comércio eletrônico, financeiro, varejo ou de viagem que indicam a nossa intenção de comprar alguma coisa. Como pesquisar, ler blogs, comparar produtos, calcular empréstimos, etc. Ao adicionar um cookie único para conjuntos de dados de intenções semelhantes, as empresas podem abordar os prospects em um contexto altamente relevante – enquanto o indivíduo permanece anônimo.
Para ler mais sobre as melhores práticas de dados, faça o download do Modern Marketing Essentials Guide to Data Management. Este guia revela dicas para ajudar os profissionais a definir objetivos de marketing e comunicação com uma auditoria de dados e a serem mais estratégicos com as informações que você estão sendo coletadas acessadas.
Fonte: Modern Marketing Blog[:]

[:pt]Data management: práticas essenciais para o sucesso[:]

[:pt]Dados são o combustível de todas as nossas atividades de marketing. Nossos clientes e potenciais clientes são experientes e trazem altas expectativas para personalização em todas as interações. Sem os dados certos – e no momento certo – ou sem as estratégias mais eficazes para gerir as fontes de dados, qualquer comunicação ou oferta estará morta já no início.
Fazer campanhas generalizadas, tentando mandar tudo para todo mundo não funciona em marketing, afinal clientes são pessoas. E pessoas são diferentes. É hora de utilizar dados para encantar sua audiência e proporcionar as experiências pessoais que seu público espera e merece.

Data Management
Data Management

Data management: uma selva a desbravar

Como um profissional do modern marketing, a essa altura você já deve ter ouvido falar muitas vezes na Big Data. Grosso modo: há mais dados disponíveis no mundo neste momento para suas ações do que em qualquer momento da história.
Vamos entender, agora, o básico a respeito dos níveis de dados.
First Party Data
Este são os seus dados. São as informações que você coletou a partir de ações ou comportamentos dos visitantes do seu site, combinadas com os dados da sua gestão de relacionamento com clientes (CRM), dados de mídias sociais, inscrições ou de dados multi-canal recolhidos de sites móveis ou apps.
Second Party Data
Essencialmente, são os dados first-party de outrabase que você pode usar para ajudar a alcançar seus objetivos de marketing. Por exemplo, você pode formar um relacionamento mutuamente benéfico com outra empresa em que ambos compartilham entre si suas respectivas informações first-party.
Third Party Data
Estes dados são consolidados a partir de sites e canais de terceiros. A third-party ajuda os profissionais de marketing a atingirem um público mais amplo, e quando usado em conjunto com uma campanha, pode ajudar a alcançar grupos de audiência mais diversificados e orientados.

Data management: checagem

Algo que a equipe de marketing precisa fazer constantemente é ter uma boa verificação da realidade à moda antiga. Porque quando se trata de dados, eles sempre vêm em duas formas distintas.

  1. Auditoria
  2. Uma auto-avaliação honesta

A auditoria de dados é exatamente o que o nome diz: uma verificação de todos os dados que você tem atualmente na base ou “o processo de realização de uma auditoria de dados para avaliar como os dados da empresa estão aptos para determinada finalidade. Isso envolve a criação de perfil de dados e a avaliação do impacto da escassez de dados de qualidade sobre o desempenho da organização e dos lucros”.
Estes são os locais principais de onde vêm os dados e que precisam ser auditados:

  • Website
  • CRM
  • Business Intelligence (BI)
  • Aplicações e sites mobile
  • E-mail (Interações ou scores traqueados via marketing automation)
  • Mídias sociais
  • E outros

Quanto à auto-avaliação honesta, nós identificamos três situações principais em se tratando de dados. E você não pode avançar para o próximo passo, a menos que você tenha resolvido estes desafios:
Seus dados estão sujos. Essa é a situação mais assustadora. Você tem um banco de dados ou vários que você não acredita como sendo nem 30% preciso. Faça isto: Obtenha um plano sólido de limpeza de dados e execute-o! Não tenha medo de jogar fora o que não presta.
Suas bases não estão unificadas. Você está confiante na qualidade das informações dos seus, mas tudo ainda está separado em caixinhas. Tomar decisões e estratégias envolve a coleta de informações de todo o lugar. E isto não é escalável, depende de um processo manual. Faça isto: Explore formas de integrar a sua coleção de dados e relatórios e parta para a ação.
Dados estão ok! Os dados estão integrados, mas você sabe que pode fazer mais. Neste nível de sofisticação de dados, qualquer coisa que você pode fazer para melhorar para incrementar o desempenho da base é bem-vinda. Faça isto: busque ideias práticas para transformar seus dados em ações de marketing significativas.
Leia mais sobre o que é Big Data neste link.

Fonte: Marketing Cloud Blog 

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