[:pt]Cerimônia de premiação Adrian Awards[:]

[:pt]Ocorreu em Nova York, a cerimônia de premiação do Adrian Awards 2018, onde são reconhecidas as melhores ações e estratégias desenvolvidas por empresas do ramo hoteleiro e de Travel de todo o mundo. A Pmweb esteve junto de nossos parceiros para o recebimento de três prêmios.
Nossa VP, Ana Carolina Fusquine e Márcia Petzold, Gestora de Relacionamento da rede Plaza de hotéis (foto) receberam o troféu de prata, na categoria Email Marketing, pela campanha Pet Friendly que foi um sucesso durante o ano de 2018.

Conquistamos outros dois prêmios junto com a BHG – Brazilian Hospitality Group, nas categorias de Loyalty e Opening, com os cases “Sou Mais”, um programa de Premium Guests e a inauguração do Soft Inn Maceió, respectivamente.
A premiação é fruto da dedicação de todas as equipes, que em conjunto com nossos clientes, desenvolvem um trabalho de excelência e que gera muitos resultados!
Let’s keep rockin’![:]

[:pt]Nossos clientes vencedores do Adrian Awards 2018![:]

[:pt]Na premiação deste ano do Adrian Awards, prêmio dado pela HSMAI, uma das instituições internacionais mais reconhecidas no setor de hotelaria, nossos clientes BHG e Plaza foram vencedores de três premios. Foram eles:
A Rede Plaza ganhou prata na categoria email marketing com a ação Pet Friendly, que consistia em comunicar o posicionamento da rede que recebe de braços abertos todos os animais de estimação de seus hóspedes. 
O Antônio, filho da nossa querida Débora Moreno, foi pessoalmente comunicar ao Plaza que eles haviam ganhado o prêmio. É muita fofura! 

Plaza, you rock!
A BHG ganhou dois troféus de prata este ano, na categoria Lançamento de Hotel com o seu novo empreendimento Soft Inn Maceió e na categoria Loyalty com sua campanha de fidelidade “Sou Mais”
O primeiro prêmio foi pelo lançamento do hotel em Maceió que teve como grande ponto de sucesso um guia de atrações turísticas locais desenvolvido especialmente para os hóspedes. Foi um sucesso!
E o segundo troféu veio em reconhecimento ao plano de fidelidade que disponibiliza 25% de desconto e diversos outros benefícios aos hóspedes que completassem cinco viagens aos hotéis da rede.

BHG, you rock!
A entrega do Adrian Awards aconteceu dia 22 de janeiro de 2019 em Nova York na já tradicional cerimônia de gala oferecida pela HSMAI.
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[:pt]Gigantes, clientes e o futuro: os próximos passos do Turismo[:]

[:pt]A última semana marcou a realização da Phocuswright Conference, em Los Angeles, na Califórnia (EUA), reunindo os principais nomes do Turismo on-line e tendências tecnológicas para o setor durante os três dias de evento. Pensando nisso, a analista de mercado da Phocuswright para América Latina, Carolina Sass de Haro, destacou três pilares que deverão ditar as regras para uma indústria de viagens cada vez mais conectada.

Gigantes serão gigantes, mas a nova onda pode vir de alguém bem pequeno

Se os anos anteriores marcaram grandes apresentações de nomes como Booking, Expedia e Airbnb, em 2018 foi diferente. Estas empresas não apresentaram grandes novidades na conferência deste ano, o que confirma que 2018 foi concentrado em consolidar o que já existe, lidar com questões regulatórias, mudanças no posto máximo de gestão e outras coisas.
Para 2019, a expectativa é um incremento da atenção da Expedia em tours e atividades, além da incorporação mais plena da oferta de acomodações alternativas, como o HomeAway, em sua plataforma.
Para a Booking, o crescimento será verticalizado e a plataforma deverá se tornar oficialmente uma OTA full-service, com reservas de voos, carros e mais, assim como confirmou o CEO, Glenn Fogel.
O Airbnb, por sua vez, estará pronto para seu IPO em 2019, além de consolidar as opções do Plus e lançar seu programa de fidelidade, que promete ser completamente inovador.
E as chinesas? Bom, Ctrip e Alibaba continuarão crescendo significativamente, mas completamente focadas no seu mercado primário. Certamente, as gigantes tem força, poder e capital para continuar crescendo, porém o gigantismo traz mais peso, menos velocidade e as consequências são maiores.

A tecnologia é o meio para um fim único: satisfazer o cliente

Em meio a tantas buzzwords como inteligência artificial, blockchain, bots, machine learning e ultra personalização, é fácil ficar confuso, não saber o que priorizar e o que faz realmente sentido.
Analisando os pitches das startups e também os comentários dos gigantes que estiveram no
evento, concluímos que, no final das contas, todas estas soluções devem servir para um único propósito: melhorar a experiência real do cliente.
A inteligência artificial vai contribuir para a entrega de um serviço mais personalizado e acolhedor? Bots irão ajudar em um atendimento mais ágil e inteligente e o blockchain vai facilitar a vida e desburocratizar processos? Vamos nessa!
Somente se as respostas forem sim é que faz sentido considerar a implantação destas ferramentas. A tecnologia é meio para desenho de produtos incríveis que entregam satisfação aos clientes em toda a jornada.

Está na hora de olharmos para o nosso próprio umbigo

Em algumas das entrevistas do Center Stage, na Phocuswright Conference, especialmente com o vice-presidente de Produtos do Google, fizemos perguntas para entender nossos medos.
Estaria o Google se preparando para virar uma OTA, ou pelo menos, um metasearch? Se sim, isso não prejudica todos os negócios do turismo? Cada empresa deve focar em seus clientes e na entrega de produtos e serviços incríveis, certo?
Agora pense como usuário: se você fizesse uma busca por uma geladeira nova, não seria espetacular encontrar todas as informações e comparações de preço na própria página do buscador? Sem cliques, sem múltiplos sites e com tudo facilitado. Você apenas clica na opção final para efetivar a compra? Então, isso também é verdade para viagens e é isso que o Google está preparado para entregar.
Podemos ficar reclamando ou podemos nos preparar para entregar experiências incríveis para
nossos clientes, porque afinal ele compra, voa e se hospeda nas nossas empresas, não é?
Fonte: Panrotas[:]

[:pt]Como anda a satisfação do consumidor com as cias aéreas no Brasil[:]

[:pt]Se depender dos índices do site Reclame Aqui deste ano, o setor de Turismo não vai nada bem. Após revelar que as queixas contra agências subiram 10% entre janeiro e agosto, e as de hotéis, 20%, o site revelou agora que as reclamações contra companhias aéreas tiveram um aumento de 37% no período na comparação ano a ano, saltando de 25,5 mil para 34,9 mil.
De acordo com o levantamento do portal, as principais reclamações são referentes às bagagens, englobando 22% das queixas; seguem ainda problemas no cancelamento (19%), reembolso (18%), cobrança abusiva (11%) e atendimento (9%).
AZUL E GOL BEM AVALIADAS
Ao considerar apenas os últimos seis meses, entre abril e setembro, destacam-se entre as aéreas nacionais as atuações de Azul e Gol. Ambas ganharam a reputação “Ótimo” do site, ao solucionarem 86,1% e 79,1% das queixas, respectivamente. A Azul, no período, recebeu 3.677 mil reclamações, enquanto a Gol teve 4.890 queixas.
Já a Avianca Brasil se destaca pelo tempo médio de resposta (14 horas), mais rápido que as demais aéreas nacionais, e por ser a companhia com menos reclamações entre as quatro principais do Brasil (3,5 mil) – abaixo dela aparece a regional Passaredo, com 122 queixas. Seu índice de solução, porém, foi de 63,9%, atrás de Gol, Latam e Azul.
A Latam Airlines Brasil, por fim, lidera em reclamações, com 11.820 mil queixas, das quais 67,1% foram solucionadas; seu tempo médio de resposta foi o mais demorado entre as companhias: seis dias e duas horas.
Confira na tabela abaixo o ranking das aéreas brasileiras considerando o índice de solução, onde aparece também a Passaredo, com o pior índice entre as nacionais:

Colocação Companhia aérea Índice de Solução Índice de Respostas Reclamações Reputação Voltaria a comprar Tempo médio de resposta

Azul

86,1%

97,7%

3.677

Ótimo

83,7%

Três dias e três horas

Gol

79,1%

99,5%

4.890

Ótimo

76,7%

Três dias e dez horas

Latam

67,1%

97,1%

11.820

Regular

60,2%

Seis dias e duas horas

Avianca Brasil

63,9%

100%

3,5 mil

Regular

60.4%

14 horas

Passaredo

46,4%

100%

122

Não recomendada

25%

11 dias e dez horas

Período analisado: 01/04/2018 – 30/09/2018
Fonte: Panrotas[:]

[:pt]Motores de reserva mobile: mais importante do que se imagina[:]

[:pt]É notória a importância que os motores de reserva possuem para comodidade do hóspede, para a organização do hotel e na conversão das reservas. Hoje em dia, na era da conectividade, onde mais de 5 bilhões de pessoas no mundo possuem smartphones, os mercados devem estar sempre atentos à disponibilizarem seus serviços através do mobile, para que os usuários possam acessá-los à qualquer hora e em qualquer lugar.

O papel do mobile first

No setor hoteleiro, de acordo com um relatório da Criteo feito em 2018, quase 40% das reservas realizadas via internet são feitas através do mobile. É um número bastante expressivo e que serve de alerta à todos os players que pretendem conquistar uma parcela desse montante. Hotéis que não possuem motor de reservas responsivo  acabam deixando de converter, visto que 33% delas são feitas por smartphones e 6% por tablets e tiveram um crescimento de 10% quando comparado ao ano anterior.

Reservas de última hora: 80% feitas pelo mobile

O gráfico abaixo mostra um dado bastante curioso, 80% das reservas de última hora são feitas através de mobile. Se pensarmos, faz bastante sentido, reservas de última hora muitas vezes são feitas quando o usuário já está em trânsito, ou frente a um imprevisto por exemplo, nesses casos será mais provável que um celular ou tablet esteja à mão do cliente, do que um desktop. 
Os números demonstram que: quem não está preparado para atender as necessidades do usuário, perde espaço para a concorrência. Uma vez que o cliente acessou o site do hotel, a oportunidade de converter aquela reserva não pode ser desperdiçada, e isso fica à cargo do empreendimento ter as ferramentas certas para seguir a interação até a conversão.
Conheça o Let’s Book, um motor de reservas que é rápido, fácil e 100% mobile. Para saber todas as informações a respeito, acesse o link abaixo.
Mais informações  em www.letsbook.com.br[:]

[:pt]Viagem de Experiência: 5 lições que o marketing dos hotéis podem aprender com o Airbnb por Marguerite McNeal[:]

[:pt]experimental_travel
As pessoas viajam de forma diferente do que há 20 anos atrás. Eles compartilham informações sobre viagens e consumem dicas digitalmente, e eles estão à procura de experiências únicas. É por isso que as cadeias de hotéis estão com medo. Eles estão preocupados que os clientes migrem em um curto prazo para o Airbnb e façam a sua reserva para o apartamento de alguém, em vez de reservar um quarto no hotel.
A preocupação está levando a indústria a fazer uma guerra contra o site. Hotéis estão incitando cidades para abrir processos contra o Airbnb com a alegação de que é um negócio ilegal que viola leis imobiliárias.
Argumentos à parte, os hotéis podem aproveitar alguns conselhos valiosos de sucesso do Airbnb para criar as experiências e conexões emocionais que os viajantes desejam.
Primeiro, algumas informações: Airbnb está avaliado em U$10 bilhões e tem mais de 500 mil acomodações residenciais disponíveis em todo o mundo para aluguel de curto prazo. No site, os potenciais visitantes podem consultar imóveis, falar com o locatário e as duas partes fecham acordo sobre a reserva.
Aqui estão cinco lições que os hotéis podem aprender com Airbnb para seguir a tendência da vez.
1. Os clientes querem viagens de experiência.
Quando os clientes reservam a sua estada através do Airbnb, muitas vezes têm acesso a bairros onde hotéis não são uma opção. Alguns anfitriões podem cozinhar para os hóspedes, deixar recomendações de pontos próximos e até mesmo mostrar aos visitantes um pouco da cidade.
Hotéis estão começando a reconhecer que os clientes valorizam essas experiências exclusivamente locais. “Nossa unidade não é mais o destino”, disse um executivo do hotel diz AdWeek. “Agora somos um portal para a comunidade que nos rodeia.”
O hotel Indigo travou uma batalha para oferecer experiências locais no início deste ano. A cadeia de 55 hotéis boutique lançou telas touchscreens que listam as atrações favoritas e restaurantes. Hotéis individuais também podem sediar eventos locais onde possam convidar seus vizinhos – e às vezes até seus animais de estimação – para passar um tempo no hotel aproveitando um coquetel, por exemplo.
2. Gerenciamento de conteúdo importa.
As pessoas poderiam simplesmente listar seu apartamento nos classificados, mas a experiência não seria necessariamente agradável para locatários ou visitantes. O Airbnb tomou medidas para envolver os usuários por meio de conteúdo relevante. Publica guias que dividem as cidades mais visitadas por bairros e fornece dicas de viagens de localização específica. Na mesma tela, os usuários podem ver as opções de hospedagem disponíveis em cada bairro.
O site também privilegia o conteúdo visual, incentivando os locatários a publicarem fotos com qualidade de suas propriedades. E mais, se os locatários não tem disponibilidade de tirar boas fotos, podem solicitar que um dos 3.000 fotógrafos freelance do Airbnb tirem fotos de sua habitação de forma gratuita.
O Hilton Hotels and Resorts teve uma abordagem diferente mas divertida para gerar conteúdo. Em parceria com a publicação cômica The Onion, a empresa desenvolveu o Urgent Vacation Care Center, um site onde os usuários podem responder a uma série de perguntas para diagnosticar sintomas que podem ser curados com um período de férias..
3. Integração com redes sociais podem adicionar confiança.
O Airbnb integra dados do Facebook, ou seja, os usuários podem visualizar um visitante ou perfil do proprietário. O recurso também permite ver se eles compartilham amigos comuns. Isso adiciona uma camada extra de segurança para ambas as partes, que provavelmente querem mais informações antes de reservar uma viagem.
Hotéis podem considerar a adição de características semelhantes que mostram os visitantes que os amigos ficaram no local, ou deixar amigos atestarem a qualidade dos quartos ou serviço ao cliente como a Yelp, por exemplo.
4. Personalização é a chave.
O Airbnb permite que os proprietários e visitantes proporcionem experiências incrivelmente personalizadas. Se um viajante pousa às 9 horas, ele pode pedir para o proprietário para ter o apartamento disponível uma hora mais tarde, por exemplo. Embora seja o próprio proprietário a responder, a capacidade mostra que não tem que ser uma abordagem única para todas as viagens. Talvez os hotéis possam flexibilizar os horários de check-out ou personalizar as recomendações de atividades locais com base no perfil das redes sociais do hóspede.
5. Dados impulsionam negócios.
O Airbnb analisa os dados de todos os lados do seu negócio, tanto de pessoas à procura de um lugar para ficar quanto daqueles que alugam seus espaços. “Nós estamos olhando onde as pessoas procuram acomodações, onde falhamos e onde anfitriões não estão tendo procura” disse Riley Newman, diretor de ciência de dados da Airbnb em uma conferência no início deste ano. Newman e seus colegas usam esses dados para tomar decisões sobre todos os tipos de problemas, desde os preços à se as fotos e mensagens de acolhimento são envolventes.
Os departamentos de marketing dos hotéis têm acesso a uma riqueza de dados sobre seus clientes, a partir da frequência, e do engajamento deles nas redes sociais.
Enquanto o destino do Airbnb nos tribunais permanece incerto, a plataforma fica cada vez mais popular e destaca formas inovadoras para os hotéis se envolverem com as viagens de seus hóspedes.
Para ler este artigo oficial, clique aqui.[:]