As 5 perguntas que os varejistas precisam fazer para construir uma base de clientes fiéis

Hoje em dia, os compradores têm expectativas mais altas do que nunca. Eles estão acostumados com a facilidade de pagamentos, querem comprar on-line e comprar na loja física. Eles tem a opção de receber suas compras em casa no mesmo dia. E se essas expectativas não forem atendidas, eles comprarão em outro lugar.

O que os varejistas devem fazer para garantir que atendem às expectativas cada vez mais altas dos compradores? Aqui estão cinco perguntas que eles deveriam estar se fazendo agora mesmo para ficar à frente da concorrência e construir uma base de clientes fiéis.

1. Estou oferecendo uma experiência de marca omnichannel consistente?

Omnichannel é mais do que a palavra da moda no varejo hoje – é o que os consumidores são e esperam. Uma experiência omnichannel verdadeiramente consistente significa que em todos os canais (na loja, on-line, no celular) a experiência é ininterrupta e sem complicações. Comprando on-line, mas retirando o produto em uma loja física? Não há problema (inovações como o Amazon Lockers tornam isso ainda mais fácil). Iniciando a experiência de compra no seu computador em casa, mas terminando em seu telefone no ônibus? Não é um problema. Retirou sua compra em uma loja diferente da sua localização normal? Missão cumprida. E, à medida que os varejistas se tornam mais cirurgicamente focados na venda omnichannel, é importante olhar além do seu cenário tecnológico e encontrar maneiras de mudar aquele talento de TI para se concentrar nos sistemas voltados para o cliente, em vez de manter os sistemas operacionais internos. Muitos no setor de varejo estão migrando esses sistemas para a nuvem.

2. Estou aprendendo o que meus clientes querem antes mesmo de fazer?

A sugestão on-line “Você pode estar interessado nisso” é onipresente na moderna experiência de compra, e por trás dessa personalização há uma enorme quantidade de dados de clientes. Um relatório recente de tendências de varejo da KPMG chama isso de “varejo profundo” – aproveitando os dados para criar serviços, produtos e experiências personalizadas. Esse nível de personalização possui uma tremenda responsabilidade de proteger a privacidade e os dados pessoais dos clientes. Porém, quando realizado de forma ética e cuidadosa, o “varejo profundo” torna mais fácil do que nunca os clientes encontrarem o que estão procurando (e o que eles não sabiam que precisavam até aquele momento). De fato, experiências personalizadas estão se tornando a regra e não a exceção. Alguns exemplos são os “frequentemente comprados junto de ” da Amazon, ou o Modsy, que permitem que você adivinhe o design de uma sala (e os móveis que você precisa comprar).

3. Por que um comprador deve entrar na minha loja?

Mesmo com a onipresença e a facilidade das compras on-line, os consumidores ainda preferem navegar pelas prateleiras literais, especialmente para comprar roupas e acessórios. A atração pelas lojas físicas ainda é forte, mas a experiência está mudando. O varejo experimental pode trazer nova vida às compras que antes eram obsoletas e pouco inspiradoras. A KPMG chama isso de “varejar”, essa ideia de criar memórias e criar experiências, ao invés de apenas oferecer produtos. Warby Parker é um exemplo: o processo de compra de novos óculos, que já foi uma experiência chata e estéril, é transformado. Os clientes escolhem novas armações elegantes em um espaço meticulosamente projetado, com funcionários gentis ​​e muito bem capacitados. Quando os compradores têm muitas opções na ponta dos dedos, uma experiência memorável deixa uma impressão duradoura e estabelece as bases para a lealdade.

4. Como estou construindo retenção e lealdade com meus funcionários da linha de frente?

Os funcionários da linha de frente são a primeira impressão que seus clientes têm, são e os guardiões da experiência da marca. Eles desempenham um papel fundamental em uma experiência consistente e positiva. Mas a retenção é um desafio e isso se traduz em inconsistência e em uma potencial má experiência. Embora alguma rotatividade seja inevitável devido à sazonalidade e à natureza dos empregos na linha de frente, os varejistas podem melhorar a retenção de seus funcionários de várias maneiras. Investir em oportunidades de aprendizado é fundamental e pode ajudar a abrir portas para o crescimento da carreira na empresa. Por exemplo, 75% dos gerentes de loja do Walmart começaram como associados contratados por hora, o que mostra o poder das oportunidades de treinamento que eles oferecem aos seus associados. Envolver os funcionários em programas de aprendizado personalizados pode fazer uma enorme diferença, tanto para a empresa quanto para o funcionário. Outra maneira de aumentar a retenção é ser o proporcionar uma agenda flexível e o mais simples possível e trabalhar em turnos regulares e estáveis ​​para que os funcionários possam planejar suas rotinas em torno deles. E, em alguns casos, isso está se tornando um requisito, como a lei de “semana de trabalho justa” da cidade de Chicago, exigindo que muitas empresas avisem seus funcionários com duas semanas de antecedência de seus horários de trabalhos.

5. O que mais meus clientes precisam?

A Target comprou a Shipt, a IKEA comprando a TaskRabbit e a Kohl’s alugando espaço em suas lojas para a Aldi e a Planet Fitness são alguns exemplos de varejistas que pensam além da experiência tradicional de varejo. Cada vez mais, eles procuram criar uma plataforma e se tornar um provedor de serviços. A aquisição da Shipt pela Target permite entregar remessas no mesmo dia. A IKEA e o TaskRabbit combinam, de modo que a montagem de uma cômoda pode ser feita por um ajudante contratado, ao invés de causar uma disputa doméstica sobre qual a próxima peça para se encaixar. E os acordos da Kohl com a Aldi e a Planet Fitness ampliam as possibilidades dessas parcerias, criando espaços onde o bem-estar, o entretenimento e as compras combinam. No final, essas colaborações criam mais conexões para o consumidor e dão ao varejista mais poder por meio do modelo de plataforma.

Fonte: Forbes

[:pt]Pmweb Context: CDP para varejistas é apresentada no Fórum do E-Commerce Brasil[:]

[:pt]Nossa plataforma tem servido para orientar estratégias de marketing a partir do cruzamento dos dados de clientes de lojas físicas e do e-commerce com as campanhas digitais.
Somos um dos expositores do 10º Fórum do E-Commerce Brasil 2019, que acontece entre os dias 16 e 18 de julho, no Expo Transamérica, em São Paulo. Estamos participando do evento pela 8ª vez e é sempre uma excelente oportunidade para mostrarmos nossas ferramentas de relacionamento com público-alvo, gestão de vendas, inteligência de mercado, experiência do consumidor, entre outras tecnologias.
Durante o Fórum, estarmos apresentando o Pmweb Context, uma Customer Data Platform desenvolvida para orientar estratégias de marketing a partir do cruzamento dos dados de clientes de lojas físicas e do e-commerce, com todas as campanhas digitais. A ferramenta já é utilizada por redes varejistas do país para ajudar a entenderem a efetividade e o papel de cada mídia na sua receita global, contribuindo não só para aumentar a audiência e gerar interesse, como também impulsionar a receita e garantir a fidelização e retenção dos seus clientes.
O Context é uma Customer Data Platform (CDP), uma solução inovadora que tem sido capaz de compreender, com dados concretos, o comportamento do consumidor em sua jornada de compra, seja ela no ambiente virtual ou na loja física. O software  apresenta vantagens para diversas áreas das empresas, incluindo produto, tecnologia e inovação e marketing, que passam a contar com uma plataforma desenvolvida pela Pmweb para definir melhor suas estratégias de maneira simples e efetiva”, Tárik Potthoff – CEO.
No dia 18, último dia do evento, nosso Sales Partner Augusto Rocha, é o palestrante convidado do Fórum PME, que acontece das 10h10 às 10h40. Nele, Augusto irá provocar uma reflexão sobre o momento atual de diversas empresas no painel Email Marketing & CRM: invista no que é seu para vender mais e melhor”, fornecendo direcionamentos importantes para diversos mercados, incluindo o setor do e-commerce.
Saiba tudo sobre o Context em: http://bit.ly/ContextCDP
Acompanhe a cobertura do Fórum nos nossos stories no Instagram @pmweb[:]

[:pt]Como o varejo personaliza preços para testar quanto você está disposto a pagar[:]

[:pt]Você já procurou voos ou hotéis em um aplicativo em seu telefone, apenas para abrir seu laptop e ver preços diferentes?
Isso é exatamente o que aconteceu comigo recentemente. Eu estava usando o aplicativo para iPhone da Orbitz para pesquisar um pacote de férias para a cidade de Nova York. Acessei o site da Orbitz no meu laptop para reservar o pacote. Isso é estranho, pensei, percebendo que o pacote no meu laptop – voos, hotel e tipo de quarto idênticos – custava US $ 117 (6,5%) a mais do que o preço no aplicativo da Orbitz. Conclusão: descobriu-se que os preços de pacotes de férias idênticos geralmente diferem entre o aplicativo e o site da Orbitz.
Fiz então um teste de aplicativo lado a lado do mesmo pacote com um amigo que estava sentado ao meu lado. Seu preço no app da Orbitz foi de US $ 50 (2,8%) a mais que o apareceu para mim. Surpreendentemente, a Orbitz sabia de algo que eu digo à minha amiga sempre: ela paga a mais por quase tudo.
Quando compartilhei meus resultados com a Expedia (empresa controladora da Orbitz), sua porta-voz explicou que as diferenças de preços encontradas entre o aplicativo e o site podem se dar ao fato de seus fornecedores permitirem que preços diferentes sejam oferecidos aos clientes mobile, bem como a membros que estão logados no site.
Com relação às comparações de aplicativos lado a lado, a Orbitz atribuiu as diferenças de preço aos testes A/B que emprega, ou a outras questões que ocorrem quando se definem milhões de preços que mudam regularmente devido ao dinamismo de pricing. A Orbitz diz que não oferece preços diferentes com base no dispositivo, no tipo de navegador ou no número ou tipo de pesquisas.

O resultado final, porém, é que, com base em algumas características (aplicativo ou web, logado como membro ou não), está ocorrendo um tipo “generalista” de precificação personalizada: alguns clientes estão recebendo preços diferentes de outros.

A razão pela qual os varejistas tentam oferecer um preço personalizado remonta à curva de demanda inclinada para baixo ensinada nas aulas de economia básica. Esse conceito fundamental ilustra que, para a maioria dos produtos, alguns clientes estão dispostos a pagar mais do que outros. Para explorar isso, os gerentes de pricing empregam técnicas que tentam discernir – e cobrar – o preço exato que cada cliente está disposto a pagar. Os lucros menores podem ser extraídos dos clientes “topo da curva de demanda”, que valorizam muito o produto. Enquanto isso, se os descontos puderem ser oferecidos discretamente aos clientes com menor disposição a pagar, mais vendas (e lucros) serão convertidas. O resultado é uma base de clientes mais lucrativa, com alguns compradores pagando mais que outros.

Preços personalizados podem ser encontrados na maioria das concessionárias de automóveis. O objetivo dos vendedores é determinar quanto cada cliente está disposto a pagar por um carro através de uma negociação individualizada. Os preços são personalizados observando as características de cada cliente e observando suas ações. Como os compradores se vestem, o carro que atualmente dirigem e suas respostas a perguntas aparentemente inocentes (onde você mora? qual sua profissão?), mas que fornecem pistas importantes. Os vendedores também observam ações, como: quais outros carros as pessoas estão olhando e como elas se comportam na negociação (passivas ou agressivas). Avaliar as características e ações de cada comprador cria um perfil de preços. Pense em um perfil como um teste de polígrafo que sugere a quantia mais alta que cada comprador está disposto a pagar.

Os varejistas da web podem, de forma semelhante, criar um perfil de seus compradores. Assim como maneira como uma pessoa se veste pode fornecer dicas de precificação, a maneira pela qual um cliente acessa uma loja on-line pode fornecer as mesmas dicas. O cliente está usando um laptop, aplicativo, desktop ou smartphone? Qual sistema operacional ele está usando? Onde está localizado? As ações de um cliente também fornecem dicas de preços: quais outros produtos ele está analisando? Quantas vezes visitou o site? Assim como os vendedores de carros, os varejistas da web podem avaliar eletronicamente as características e ações de cada comprador para criar um perfil que gere um preço personalizado.

Uma questão fundamental é se o preço personalizado, na web ou na loja física, é ético. Os esforços para adaptar os preços podem, sem querer, levar a resultados injustos. Um estudo da ProPublica descobriu que a estratégia da Princeton Review, de cobrar preços diferentes com base no CEP do usuário, resultou em que os asiáticos tivessem duas vezes mais chances de ser cobrado por um preço mais alto. Na mesma linha, um estudo clássico sobre economia na negociação de carros descobriu que a alta nos preços finais para as mulheres negras era o triplo dos preços oferecidos aos homens brancos.

Se a estratégia de utilizar preços personalizados serve para os varejistas da web, agora cabe aos consumidores responderem. Os compradores ficarão confortáveis ​​sabendo que os preços oferecidos podem ser mais altos do que os apresentados a outras pessoas? Os compradores sentirão prazer em “barganhar eletronicamente” para enganar descontos? Os varejistas primeiro “negociam” com cada cliente, personalizando os preços com base em seu perfil. Em resposta, os compradores experientes “negociam” verificando preços em diferentes dispositivos, limpando caches, usando o aplicativo, realizando várias pesquisas, perguntando a amigos em diferentes cidades para ver o preço que estão sendo cotados e assim por diante. Ou eles ficarão cansados ​​e ficarão longe dos varejistas da web que avaliam o perfil? A Amazon está declarando que todos os seus clientes vêem os mesmos preços – será que os outros varejistas serão tão claros também?

Ao mesmo tempo que pode se mostrar uma ótima estratégia, a personalização de preços por web retailers pode também ser um tiro pela culatra, afastando os consumidores dos varejistas que adotarem essa prática. 

Fonte: texto adaptado de Rafi Mohammed, pela Harvard Business Review.

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[:pt]O Instagram está mudando o jeito que você compra[:]

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O Instagram anunciou esta manhã que está lançando um recurso de checkout no aplicativo, permitindo que os usuários comprem sem sair do app. A partir de agora, o recurso está disponível apenas para 23 marcas que se mostraram experientes no Instagram, abrangendo setores como luxo, roupas esportivas e beleza.

Notavelmente, essas contas incluem rótulos de alta e baixa renda, de Burberry e Dior à Adidas e à H & M. Ao navegar por publicações selecionadas dessas marcas, você verá uma frase em azul “Fazer check-in no Instagram”. Clique nele e você pode selecionar seu tamanho, cor, detalhes de envio e etc. O Instagram receberá uma porcentagem das vendas, o número não foi divulgado.

A pesquisa da Gartner L2 confirma que essas são as marcas perfeitas focadas digitalmente para testar o recurso. Muitas das marcas selecionadas tiveram uma pontuação alta em seus respectivos rankings: Michael Kors, Burberry e Prada ficaram entre os dez primeiros no Digital IQ Index: Fashion Global da Gartner L2, enquanto a Adidas e a Nike conquistaram os dois primeiros lugares no Índice Digital IQ da Gartner L2 : A Activewear e a NYX Cosmetics conquistaram o topo do ranking da Genius no índice Digital IQ da Gartner L2: Beauty US

Nas mídias sociais, essas marcas geralmente são poderosas, como a Dior, que  ganhou a segunda maior pontuação do Instagram entre todas as marcas de moda do mundo. Para o activewear, Adidas e Nike mantêm suas posições no top 10 da pontuação geral da rede social. Os setores de onde essas marcas foram escolhidas tendem a ser particularmente ativos e bem-sucedidos na plataforma, graças à natureza visual das indústrias de vestuário e cosméticos.

Para as marcas de moda em particular, a adoção de compras pelo Instagram saltou de 12% para 42% ano a ano, provando que a indústria está pronta para aproveitar a oportunidade de vincular conteúdo e comércio. Não são apenas os pontos de preço mais baixos que estão entrando em ação, com a adoção subindo para 25% entre as marcas de prestígio. Notavelmente, a Louis Vuitton foi uma das primeiras marcas de moda a utilizar stories com opções de compra durante a Copa do Mundo de 2018.

Marcas de beleza também estão entre as mais ativas no Instagram, especialmente quando se trata em utilizar o recurso “Histórias”. Durante o período de estudo do relatório, 93% das marcas de beleza publicaram pelo menos uma história, frente aos 83% do ano anterior. A média registrada foi 9,5 vezes por mês, e 5,4 vezes no ano anterior. Muitos deles usaram o recurso “Arraste para cima” para direcionar os usuários diretamente para sites da marca ou varejistas de terceiros, fechando o ciclo entre o conteúdo e o comércio.

O aplicativo de compartilhamento de fotos há muito tempo demonstra interesse em trabalhar com marcas, inclusive anunciou em setembro que estava procurando criar um app independente para compras. Desde então, estão sendo lançados novos recursos para facilitar o caminho de compra para os usuários. As possibilidades de um portfólio habilitado para comércio eletrônico podem revolucionar a forma como os consumidores compram: 22% dos usuários do Instagram fazem login todos os dias e 38% deles fazem login várias vezes por dia. São as novas tecnologias e redes sociais, modificando a maneira como consumimos. 

Fonte: Gartner L2

 

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[:pt]Cenários de transformação: como isso afeta o consumo?[:en]Transformation scenarios: How does it affect consumption?[:es]Escenarios de transformación: ¿cómo afectan el consumo?[:]

[:pt]As mega tendências globais estão causando fortes disrupções nos negócios e forçando setores ligados ao consumo a se reinventar. Se as empresas não conseguirem responder com agilidade a essas mudanças, serão ultrapassadas por concorrentes e novos entrantes que estão explorando oportunidades nas novas tendências.
O modo de fazer negócio não será o mesmo nos próximos cinco anos. Grandes tendências estão mudando o padrão de consumo e comportamento das marcas. Novas tecnologias, apps, realidade virtual, economia solidária: tudo isso está promovendo grande impacto no mercado.
Não há o que não possa ser comprado online e essa realidade só vai aumentar. Atualmente percebemos uma necessidade das pessoas de não “perderem tempo” com atividades rotineiras, preferem dedicar-se a algo mais relevante ou que lhe trarão alguma satisfação, à perder horas em estacionamentos e entre prateleiras, buscam experiências mais personalizadas e exclusivas em detrimento de outras e primam pela qualidade no atendimento.
Nos Estados Unidos, um bom exemplo sobre estas novas possibilidades, é o supermercado sem checkouts, chamado Amazon GO.  Nele, você autentica sua entrada escaneando o QR code do aplicativo, faz suas compras e automaticamente elas são adicionadas ao seu carrinho virtual. Terminadas as compras, você novamente não precisa fazer nada: apenas sair da loja. Uma vez fora o Amazon Go finaliza a compra e efetua a cobrança diretamente na sua conta de usuário.

A tendência é que as atuais tecnologias disponíveis estejam cada vez mais integradas ao cotidiano das pessoas, o que trará mais inteligência e dinamismo na resolução das tarefas simples ou até as mais complexas.
No Brasil, recentemente foi lançada uma plataforma digital que promete economia de tempo e dinheiro entregando as compras do mês em casa. O Home Reffil, tem alterado a maneira de abastecer a casa com produtos básicos, com desconto de até 35% e a comodidade de receber as compras no conforto do lar sem precisar sair.

Este conceito garante ainda que o recebimento dos itens mais necessários de uma casa aconteça sempre no momento desejado. Basta o cliente determinar o dia de entrega através da plataforma ou, se preferir, sincronizar a agenda de entregas do HomeRefill com a agenda do próprio celular. É possível suspender uma entrega temporariamente ou alterar a data da próxima entrega dos produtos, tudo através do aplicativo, sem intermediação de uma pessoa.
De acordo com um estudo do Gartner, em 2020, mais de 85% das interações com o consumidor não incluirão humanos e que os chatbots serão a aplicação mais importante da inteligência artificial (AI).
O uso de tecnologias inovadoras e complexas, focadas em melhorar a experiência – acessível e personalizada – de compra do usuário, impactará diretamente no formato de consumo nos próximos anos. Em uma ponta as mais variadas formas de inovação, como uso de robôs, realidade virtual, etc. que trazem mais inteligência automatizada às etapas do processo de compra e à experiência do consumidor. Em outra, a crescente demanda por profissionais capacitados, capazes de acompanhar este novo formato.

Para se manter lucrativo no mercado, é fundamental acompanhar estas tendências para oferecer melhores experiências ao consumidor e usufruir integralmente dos benefícios em agilidade, praticidade e economia que estas tecnologias proporcionam.
 
Fontes: Exame Apasshow, Ecommerce Brasil.[:en]Global megatrends are causing deep disruptions in business and forcing the retail and consumer sector to reinvent itself. If companies fail to respond swiftly to these changes, they will be surpassed by competitors and new comers who are exploring opportunities in new trends.
The way we do business won’t be the same in the next five years. Great trends are changing the pattern of consumer and brands behavior. New technologies, apps, virtual reality, shared economy: all this is promoting large impact on the market.
There is nothing that can not be bought online and this reality will only intensify. We now see a need from people not to “waste time” on daily activities, dedicating themselves to something more relevant or that will bring some satisfaction, instead of wasting hours in parking lots and shelves, they seek more personalized and exclusive experiences , seeking for value in customer service.
In the US, a good example of these new possibilities is the supermarket without check out stations, Amazon Go. There, you authenticate you entry by scanning the QR code on app, do your shopping and automatically they’re add to your virtual cart. Finished shopping, you will be charged directly on your user account.
 

The trend is that the current technologies available will be increasingly integrated into the people’s daily lives, which will bring more intelligence and dynamism in solving simple tasks or even the most complex.
In Brazil,a recently launched digital platform and promises to save time and money by delivering the purchases of the month at home. Home Reffil has been changing the way you replenish the home with basic products, with discounts of up to 35%, and the convenience of shopping in the comfort of your own home without having to leave it.

This concept also ensures that most needed items of a house be received at the right moment. It is up to the customer to determine the delivery day through the platform or, if you preferred, to synchronize HomeRefill’s delivery schedule with the phone’s calendar. It is possible to suspend a delivery temporarily or change the date of the next delivery of the products, doing it all through the application, without intermediation of a person.
According to a Gartner study, by 2020, more than 85% of consumer interactions will not include humans and chatbots will be the most important application of artificial intelligence.
The use of innovative and complex technologies, focused on improving the user’s accessible and personalized experiente, will directly impact the consumption format in the years to come. At one end the most different forms of innovation, such as use of robots, virtual reality, etc. which brings more automated intelligence to the stages of buying process and consumer experience. In another, the growing demand for trained professionals, able to follow this new format.
In order to remain profitable in the market, it is essential follow these trends to offer better experiences to consumer and to fully enjoy the benefits in agility, practicality and economy that these technologies provide.
 
Sources: https://exame.abril.com.brhttp://apasshow.com.br/https://www.ecommercebrasil.com.br[:es]Las megatendencias globales están causando profundas interrupciones en los negocios y obligando al sector minorista y al consumidor a reinventarse a sí mismo. Si las empresas no responden rápidamente a estos cambios, serán superados por los competidores y los recién llegados que están explorando las oportunidades en las nuevas tendencias.
La forma en que hacemos negocios no será la misma en los próximos cinco años. Las grandes tendencias están cambiando el patrón de comportamiento de los consumidores y las marcas. Nuevas tecnologías, aplicaciones, realidad virtual, economía compartida: todo esto está promoviendo un gran impacto en el mercado.
No hay nada que no se pueda comprar en línea y esta realidad solo se intensificará. Ahora vemos la necesidad de las personas de no “perder el tiempo” en las actividades diarias, de dedicarse a algo más relevante o que les traerá alguna satisfacción, en lugar de perder horas en estacionamientos y estanterías, buscan experiencias más personalizadas y exclusivas, buscando valor en el servicio al cliente.
En los Estados Unidos, un buen ejemplo de estas nuevas posibilidades es el supermercado sin estaciones de verificación, Amazon Go. Allí, usted autentica su entrada escaneando el código QR en la aplicación, hace sus compras y automáticamente se agregan a su carrito virtual. Terminada la compra, se le cobrará directamente en su cuenta de usuario.
 

La tendencia es que las tecnologías actuales disponibles se integrarán cada vez más en la vida cotidiana de las personas, lo que aportará más inteligencia y dinamismo a la hora de resolver tareas simples o incluso las más complejas.
En Brasil, una plataforma digital lanzada recientemente promete ahorrar tiempo y dinero entregando las compras del mes en el hogar. Home Reffil ha estado cambiando la forma en que repone el hogar con productos básicos, con descuentos de hasta 35%, y la comodidad de comprar en la comodidad de su hogar sin tener que dejarlo.

Este concepto también asegura que se reciban los elementos más necesarios de una casa en el momento correcto. Depende del cliente determinar el día de entrega a través de la plataforma o, si lo prefiere, sincronizar el calendario de entregas de HomeRefill con el calendario del teléfono. Es posible suspender temporalmente una entrega o cambiar la fecha de la próxima entrega de los productos, haciéndolo todo a través de la aplicación, sin intermediación de una persona.
Según un estudio de Gartner, para 2020, más del 85% de las interacciones de los consumidores no incluirán a los humanos y los chatbots serán la aplicación más importante de la inteligencia artificial.
El uso de tecnologías innovadoras y complejas, centradas en mejorar el conocimiento accesible y personalizado del usuario, tendrá un impacto directo en el formato de consumo en los años venideros. En un extremo, las formas más diferentes de innovación, como el uso de robots, la realidad virtual, etc., que aporta más inteligencia automatizada a las etapas del proceso de compra y la experiencia del consumidor. En otro, la creciente demanda de profesionales capacitados, capaces de seguir este nuevo formato.
Para seguir siendo rentables en el mercado, es esencial seguir estas tendencias para ofrecer mejores experiencias al consumidor y disfrutar plenamente de los beneficios en agilidad, practicidad y economía que brindan estas tecnologías.
 
Fuentes: https://exame.abril.com.brhttp://apasshow.com.br/https://www.ecommercebrasil.com.br[:]