[:pt]Google Assistant revolucionando a inteligência artificial[:]

[:pt]Não é de hoje que o Google nos surpreende com inovações tecnológicas e, mais um vez, fizeram bonito. Os assistentes virtuais baseados em AI não são mais uma novidade. Já conhecemos a Alexa da Amazon, Siri da Apple, a Cortana da Invoke e diversos outros, mas a complexidade na interação e a personalização das atualizações criadas para o Google Assistant são, realmente, impressionantes.
As novidades foram apresentadas ao público durante a I/O 2018, conferência anual da empresa para programadores, que aconteceu em Mountain View na Califórnia no dia 08 de maio. O assistente virtual ficou ainda mais inteligente e irá receber seis novas vozes, incluindo a do cantor John Legend. Ainda não se sabe em quantos idiomas essas funcionalidades estarão disponíveis, mas estamos ansiosos para que o português seja um deles. Com uma nova tecnologia chamada Conversação Contínua, os usuários não precisarão mais dizer “Hey Google” à cada pergunta, basta dizer uma vez e depois podem ser dadas orientações continuamente, sem interrupções.
A nova capacidade de compreensão e interação do Google Assistant deixou muitas pessoas impressionadas durante a demonstração feita pelo CEO da empresa Sundar Pichai.

 
No vídeo, ele pede para que o assistente marque um corte de cabelo em um salão de beleza, informando o dia e o horário com duas horas de intervalo. De forma incrivelmente natural o assistente virtual realiza uma ligação para o estabelecimento e agenda o compromisso sem nenhuma dificuldade, em uma conversação que flui perfeitamente, com naturalidade e até um toque de humor. Na sequência ele solicita que outro compromisso seja marcado, agora uma reserva em um restaurante. Mesmo o atendente ocasionando uma conversa confusa e com informações não tão claras, o assistente consegue compreender a fala e contornar a situação. É bastante impressionante.
Além destas, outras aplicações e produtos foram apresentados na conferência. O Gmail ganhou novo design e agora é capaz de sugerir frases enquanto o usuário escreve o e-mail; o Google Photos passa a ter definição automática de brilho e exposição e, outra novidade, é a capacidade de transformar fotos de documentos em PDF.
Para impressionar mais um pouco, eles trouxeram novas funcionalidades que conectam o utilizador à internet das coisas e a realidade virtual. O Google Lens que vem integrado com a câmera do Android permite colar e copiar algo do mundo real para o mundo virtual. Basta, por exemplo, apontar a câmera para um livro e o app consegue identificar e selecionar o texto. O Lens também pode mostrar informações a respeito de produtos nas lojas e direcionar o usuário com informações visuais presentes na câmera, como mostra a imagem abaixo.

Pesquisas como a da Stone Temple Consulting* já demonstram como o assistente virtual do Google é mais inteligente que os demais, pois compreende melhor os usuários e atende de forma mais completa suas perguntas e solicitações. O Google Assistant estará disponível tanto nos smartphones quanto no Google Home, o primeiro tendo ainda melhor desempenho que o segundo.
Agora, é torcer para que essas novidades cheguem logo e aproveitar todas as facilidades que a tecnologia, aliada à inteligência artificial, podem proporcionar ao nosso dia a dia.
 
*Fonte: Stone Temple Consulting[:]

[:pt]78% dos brasileiros que possuem smartphone preferem comprar por aplicativo[:]

[:pt]78% preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis, quando as compras são feitas em seus smartphones. O número é acima da média global, de 71%.  A constatação é da pesquisa Mobile Payment Journey,  realizada através de parceria entre a Worldpay e Opinium Research, divulgada nesta segunda-feira,5, em São Paulo.
A pesquisa descobriu que 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência do usuário for melhor, 12 pontos percentuais acima da média global (41%).
Juan D’Antiochia, general manager da Worldpay para a América Latina, explica que a pesquisa foi realizada com 3 grupos distintos: consumidores com ticket médio de compra até 20 reais; outro com valor médio de 50 reais, com exceção de supermercados  e artigos de luxo; e o de viagens e turismo, excluindo compras  de ingressos.
Para o primeiro grupo, o importante é que a experiência de compra seja rápida, como acontece com consumidores de games; o segundo privilegia uma boa experiência, disposto inclusive a pagar mais, se tiver bom atendimento; o terceiro, que envolve empresa aérea, hotéis e agências de turismo, além de boa experiência quer realizar a operação fim a fim através do canal mobile.
Além disso, entre as principais razões para que os brasileiros escolham aplicativos ao invés de navegadores estão benefícios como velocidade e simplicidade. “No entanto, a confiança do consumidor brasileiro ainda precisa ser conquistada”, ressalta D’Antiochia, acrescentando que “o comerciante que entregar a melhor experiência terá muito a ganhar já que os consumidores estão comprando produtos de maior valor via aplicativos. Com o avanço de novas tecnologias haverá espaço para assistentes virtuais e serviços conectados o que irá facilitar ainda mais a vida do consumidor. As marcas que oferecerem a melhor experiência de pagamento móvel, de forma rápida e segura, verão menos desistências nas compras, mais downloads dos aplicativos e, consequentemente, um maior volume de vendas dos seus produtos e serviços”.
Uma medida simples é informar o motivo pelo qual o pagamento, pois o consumidor faz várias tentativas com o cartão e fica sem saber o motivo da rejeição. Nesse caso acaba trocando de estabelecimento. “O brasileiro está gastando mais no comércio eletrônico. Isso é motivo de comemoração dos varejistas, mas ainda há demandas por parte dos consumidores que precisam ser atendida”, enfatiza o executivo. A pesquisa, no entanto, não envolve motivos de abandonos de carrinhos de compras.
Segurança
A pesquisa indica que dois terços dos brasileiros (63%) se sentem confiantes em fornecer dados biométricos, como impressões digitais ou o reconhecimento facial, se além de adicionar uma camada a mais de segurança, tornasse o processo de pagamento mais rápido.  Já 76% dos entrevistados afirmam que somente fazem download do aplicativo de marcas ou empresas que realmente confirmam número superior aos dados globais (71%).
Os consumidores brasileiros também têm confiança em deixar seus números de cartões em sites de e-commerce, processo chamado de tokenização, mas o executivo alerta que os sites devem ser confiáveis, embutindo ferramentas de PCI-DSS, SSL, para que o cliente tenha  certeza que ele é um site seguro. “As lojas devem buscar formas de implementar tecnologia biométrica como forma de aumentar a segurança e a confiança do consumidor na marca”, finaliza.
Pesquisa
pesquisa foi realizada em parceria com a Opinium que entrevistou 16 mil consumidores que compraram produtos no celular nos últimos 3 meses na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Japão, Coréia do Sul, EUA e Reino Unido. No Brasil, o estudo entrevistou 1.510 consumidores.
 
Artigo extraído do TI Inside.[:]